Tag Archives: Beto Richa

Justiça enquadra Beto Richa por propaganda ilegal com dinheiro público

20 ago

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Governador pode responder ainda por improbidade administrativa

O candidato à reeleição, governador Beto Richa (PSDB), foi condenado ao pagamento de multa de R$ 17 mil por propaganda eleitoral antecipada, paga pelos cofres do Governo do Estado do Paraná.

A decisão da Corte do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/PR), que atende a pedido da coligação Paraná Olhando Pra Frente, que tem Gleisi Hoffmann como candidata à governadora, fixa ainda multa, no mesmo valor, ao secretário de Estado da Comunicação Social, Marcelo Catani.

Em 30 de junho de 2014, um dia após a convenção do PSDB apontar Richa como candidato à reeleição, circulou em Curitiba um caderno publicitário de 50 páginas, encartado e distribuído gratuitamente junto com os 30 mil exemplares da edição do Jornal Metro.

Além de condenação, o TRE determina ainda que cópias do processo sejam encaminhadas ao o Ministério Público para que o órgão avalie a possibilidade de mover uma ação por improbidade administrativa contra Beto Richa.

A promoção pessoal com dinheiro público é proibida pela Constituição Federal (art. 37, §1º) e agravada pelo caráter de favorecimento eleitoral.

Em seu relatório, o juiz Lourival Pedro Chemin confirma que recursos públicos foram usados para promover Beto Richa. “O desvirtuamento da propaganda institucional em promoção pessoal da figura do Governador do Estado e candidato à reeleição está evidente na medida em que o encarte em questão não se limita, simplesmente, a informar a realização de obras ou a promoção de serviços, mas promove insistente – embora velada – comparação entre a gestão do atual Governador do Estado e as gestões de seus antecessores”.

Para o coordenador jurídico da campanha de Gleisi, Luiz Fernando Pereira, o conteúdo divulgado enquadra-se perfeitamente  no conceito de propaganda eleitoral, com o firme propósito de persuasão do eleitor. “Foram extrapolados os limites de divulgação de publicidade institucional utilizando-se da estratégia de mensagem subliminar  e da propaganda dissimulada para promoção de sua pré-candidatura a custas de supostas obras e realizações supostamente  executadas pelo então governador”, explica Pereira.

O advogado lembra que até investimentos da Prefeitura de Curitiba nas obras de mobilidade urbana para a Copa do Mundo foram citados como “grandes” feitos da administração Beto Richa.

Leia aqui a íntegra da decisão

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Maringá: Oposição 47,9% X Beto Richa 37,6%

17 ago

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Segundo pesquisa do Instituto Visão/Impacto Paraná, em Maringá o governador Carlos Alberto Richa (PSDB), vulgo Beto Richa, o candidato da reeleição, tem apenas 37,6% das intenções de voto, o senador Roberto Requião (PMDB) 27,5%, a senadora Gleisi Hoffmann (PT) 20,4%, não sabem/não responderam/branco/nulo 12,4%, Ogier Buchi (PRP) 0,6%, Bernardo Pilotto (Psol) 0,6%, Geonisio Marinho (PRTB) 0,6%, Tulio Bandeira (PTC) 0,1% e Rodrigo Tomazini (PSTU) 0,1%.

Foram ouvidas 800 pessoas entre 8 e 13 de agosto, o registro no TRE é PR-00012/2014 e a margem de erro de 3% para mais ou para menos.

Quando o Blog do Tarso fala em “oposição”, é a soma dos votos de Requião e Gleisi, pois a tendência é que a grande maioria dos votos de Requião vá para Gleisi no segundo turno, assim como a grande maioria dos votos de Gleisi vai para Requião no 2º turno.

Datafolha: paranaenses reprovam o governo de Beto Richa com nota 6,2

17 ago

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Na pesquisa divulgada no dia 15 do Datafolha, que mostra que o governador Beto Richa (PSDB) caiu na disputa eleitoral para o governo do Paraná e está empatado com Roberto Requião (PMDB), há mais informações importantes. Clique aqui e veja o relatório completo.

Quando um aluno meu fica com média menor do que 7,0 ele não é aprovado.

É o que ocorreu com o governo Beto Richa, que recebeu nota 6,2 dos paranaenses.

Quem dá uma nota ainda mais baixa para Richa são os homens (6,0), os moradores do Paraná da minha faixa etária de 35 a 44 (5,8), os paranaenses com ensino superior (apenas 5,3) e os que recebem entre 5 e 10 salários mínimos mensais como renda familiar (5,4) e os que recebem mais de 10 salários mínimos (5,6).

Datafolha: Beto Richa cai e está empatado com Requião

15 ago

O instituto de pesquisas Datafolha, contratado pela RPC/Globo e Folha de S. Paulo, acabou de divulgar pesquisa para a disputa ao governo do Estado do Paraná.

Há empate técnico!

O governador Beto Richa (PSDB), que tenta a reeleição, está com 39% (pode estar com 36% pela margem de erro), o senador e ex-governador Roberto Requião (PMDB) tem 33% (pode estar com 36% na margem de erro), a senadora e ex-Ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT), tem 11% (pode estar com 14% na margem de erro), Bernardo Pilotto (PSOL) e Ogier Buchi (PRP) 1% cada um, e os candidatos Geonisio Marinho (PRTB), Rodrigo Tomazini (PSTU) e Tulio Bandeira (PTC) não chegam a 1%. Brancos e nulos 5% e não sabe ou não respondeu 10%.

Na rejeição os dois também estão empatados: Requião tem 27% (pode estar com apenas 24%pela margem de erro) e Beto tem 23% (pode estar com 26% pela margem de erro).

A tendência é de Beto Richa perder as eleições, pois os votos de Gleisi iriam todos para Requião no segundo turno.

Pesquisa realizada entre os dias 12 e 14 de agosto, com 1.226 eleitores em 46 municípios do Paraná, com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança de 95%. Registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) sob o número 00014/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00358/2014.

Na última pesquisa publicada, em dezembro de 2013, o Instituto Paraná Pesquisas/Gazeta do Povo apontava o governador Beto Richa (PSDB) com 42%, a senadora Gleisi Hoffmann (PT) 23% e o senador Roberto Requião (PMDB) 19%, com margem de erro de 2,5 pontos porcentuais. Requião tinha 28% de rejeição, Richa 14% e Gleisi 11%. No 2º turno: Richa 54% X Gleisi 32%, Richa 57% X Requião 28%. Espontânea: Richa 15%, Requião 5%, Gleisi 3%.

Em outubro/2013 o Instituto Paraná Pesquisas apontava Richa com 43,8%, Gleisi 23,2% e Requião 20,7%. A Paraná Pesquisas entrevistou 2.512 eleitores entre 30 de setembro e 6 de outubro, em 90 municípios do Paraná, com margem de erro de 2%.

Em agosto/2013 o mesmo Instituto apontava Beto com 39%, Gleisi 24% e Requião 21%. Pesquisa realizada nos dias 10 a 14 de agosto, em 72 municípios do Paraná, com 1.503 eleitores, e margem de erro de 2,5 pontos porcentuais.

Ministério Público Federal quer que Beto Richa seja investigado por suposto Caixa 2 de campanha

14 ago

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O candidato à reeleição, governador Beto Richa (PSDB), deve ser investigado por suposto caixa dois por não ter apresentado à Justiça Eleitoral a prestação de contas dos primeiros 30 dias de campanha.

É o que recomenda parecer da Procuradoria Regional Eleitoral – órgão vinculado ao Ministério Público Federal (MPF) – encaminhado na manhã desta quinta-feira (14) a Corte do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/PR).

O procurador regional eleitoral, Alessandro José Fernandes de Oliveira, afirma que o caso precisa ser investigado por conta da “existência de indicativos probatórios iniciais da ocorrência de ilícitos eleitorais nas contas dos representados, como caixa dois e abuso do poder econômico, que necessitam de aprofundamento investigatório, haja vista que os elementos iniciais não são suficientes para uma análise exauriente”.

Em outro trecho do parecer, novamente o procurador reafirma que a postura de Beto Richa ao esconder a prestação de contas aponta para existência de um caixa-dois de campanha. “Ao postergar a prestação das devidas informações por exigência legal a todos os candidatos imposta, para além de violarem a legislação eleitoral relativa à prestação de contas, a conduta dos representados dá fortes indicativos probatórios iniciais de ocorrência de caixa dois (movimentação de gastos sem tramitação na conta bancária específica)”.

Além de se manifestar pela abertura da investigação por suposto caixa dois, o procurador recomenda que seja fixada multa diária caso Richa não apresente a prestação de contas dos primeiros 30 dias de campanha.

Na última sexta-feira (8), em decisão inédita no país, a Justiça Eleitoral determinou que, no prazo máximo de 48 horas, o governador Beto Richa apresentasse os valores arrecadados e gastos por sua campanha no primeiro mês.

Contrariando a legislação eleitoral, Richa entregou zerada a primeira prestação de contas, alegando que não arrecadou e nem gastou nada nos primeiros 30 dias de campanha.

A decisão da juíza Renata Estorilho Baganha atendeu a representação da coligação Paraná Olhando pra Frente, que tem Gleisi Hoffmann (PT) como candidata à governadora.

Para comprovar que Richa havia realizado gastos no primeiro mês de campanha, a coligação de Gleisi Hoffmann apresentou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR) adesivos, panfletos, fotos e notícias veiculadas na internet que mostram o governador inaugurando comitês e participando de eventos de campanha em diversas regiões do Paraná.

Até hoje, a coligação de Richa não explicou à Justiça Eleitoral os gastos dos primeiros 30 dias.

Confira aqui a íntegra do parecer do MPF que pede que Richa seja investigado por suposto caixa 2

Traíras na campanha de Beto Richa

9 ago

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Sim, o Blog do Tarso tem fontes de dentro da campanha à reeleição do governador do Paraná Carlos Alberto Richa (PSDB), vulgo Beto Richa.

Todos os paranaenses estão percebendo que a campanha da reeleição de Beto não decola, uma vez que ele é considerado o pior governador do Paraná de todos os tempos.

Mas fontes ligados a Richa informam que na verdade a disputa é grande internamente na campanha tucana.

Todos nós sabemos que Beto e o candidato à reeleição ao senado, Alvaro Dias, se odeiam.

Mas a disputa não para aí.

Muitos na campanha de Beto querem que o governador perca em 2014 para que a atual primeira-dama, Fernanda Richa, possa ser candidata a prefeita de Curitiba em 2016, contra o prefeito Gustavo Fruet (PDT).

São os escanteados da péssima gestão de Beto no governo.

Desta forma Richa não vai nem para o segundo turno com Roberto Requião (PMDB) e Gleisi Hoffmann (PT).

Justiça dá 48 horas para Richa apresentar gastos de campanha

9 ago

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Em decisão inédita no país, a Justiça Eleitoral determinou que, no prazo máximo de 48 horas, o candidato à reeleição, governador Beto Richa (PSDB), apresente os valores arrecadados e gastos por sua campanha no primeiro mês.

Contrariando a legislação eleitoral, Richa entregou zerada a primeira prestação de contas, alegando que não arrecadou e nem gastou nada nos primeiros 30 dias de campanha.

Esta é a primeira vez que a Justiça Eleitoral brasileira entra em ação para obrigar um candidato a apresentar seus gastos parciais de campanha.

A decisão da juíza Renata Estorilho Baganha atende a representação da coligação Paraná Olhando pra Frente, que tem Gleisi Hoffmann (PT) como candidata à governadora.

“Verifico pela documentação acostada aos autos, que houve despesas contratadas pelos representados. Houve um descumprimento do dever legal de prestar contas parciais pelos representados, do que, por si só, decorre a quebra dos princípios de isonomia e transparência necessária à Democracia e à condução do pleito eleitoral, o que ocasiona a ausência de igualdade de oportunidade entre os candidatos”, confirma a magistrada.

Para comprovar que Richa havia realizado gastos no primeiro mês de campanha, a coligação de Gleisi Hoffmann apresentou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR) adesivos, panfletos, fotos e notícias veiculadas na internet que mostram o governador inaugurando comitês e participando de eventos de campanha em diversas regiões do Paraná.

“É muito evidente que o candidato à reeleição teve gastos de campanha neste primeiro mês. Notícias de jornais e do próprio site de campanha mostram o candidato em eventos no interior e inaugurando comitês. Nas ruas, carros circulam com adesivos do candidato. Além disso, ele já lançou o site e um espaço chamado de “Tenda Digital”, que inclusive oferecia internet gratuita para visitantes. Tem equipe de imprensa que o acompanha e viaja pelo estado. Se não é a campanha, quem está pagando por estes gastos?”, questiona o coordenador jurídico da coligação Paraná Olhando pra Frente, Luiz Fernando Pereira.

A Lei nº 9.504/97 dispõe, expressamente em seu artigo 28, a obrigatoriedade dos candidatos e comitês financeiros apresentarem sua prestação de contas parcial.

“Assim, havendo elementos fortes a indicar a existência de despesas já contratadas pela parte representada (Resolução TSE nº 23.406/2014, artigo 31, 14) e com a conseqüente apresentação de contas “zeradas”, a qual não corresponde, em tese, com a efetiva movimentação de recursos até a data prevista para a parcial, o caso é de ser concedida a medida requerida”, conclui a juíza.

Caixa 2

Na eleição de 2008, quando foi reeleito prefeito de Curitiba, Beto Richa foi investigado por suposto caixa dois de campanha.

A ação foi apresentada por partidos de oposição (PT, PMDB, PCdoB e PSC) a Richa no governo municipal.
As legendas questionavam a participação do Comitê Lealdade na campanha do tucano. O comitê era formado por integrantes do PRTB que decidiram abandonar a candidatura de Fábio Camargo (PTB), oficialmente apoiado pelo partido, para trabalhar em favor de Beto Richa.

O caso foi à Justiça depois da divulgação de um vídeo em que o coordenador do comitê, Alexandre Gardolinski, aparecia entregando dinheiro a vários ex-candidatos do PRTB a vereador. No total, 23 candidatos do partido abriram mão de suas campanhas em busca de uma vaga na Câmara depois que o partido decidiu não apoiar Richa.

Os partidos de oposição alegavam que o PSDB cometeu crime eleitoral ao não prestar contas à Justiça do dinheiro movimentado no comitê.

Segue a íntegra da decisão que obriga Richa a abrir as contas:

 

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Comitê tucano Cantora Mara Lima/BetoRicha destroi obra de arte

7 ago

 

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Um grafite da consagrada e mundialmente conhecida dupla OsGemeos foi apagado para divulgar os nomes da deputada estadual Cantora Mara Lima e do governador Beto Richa (ambos do PSDB), em comitê político na Praça 19 de Dezembro, em Curitiba.

A obra era a única sobrevivente dos artistas na capital do Paraná, pois a outra ficava no Largo da Ordem e deu lugar ao deck de um bar.

Os Gêmeos expuseram no Masp (São Paulo) e em importantes instituições de arte pelo mundo, em cidades como Hiroshima e Tóquio, no Japão, Boston, nos Estados Unidos, Londres, na Inglaterra, e Frankfurt, na Alemanha.

Divulgado no Uol.

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Tribunal de Contas indica irregularidades nas contas da gestão Beto Richa na segurança

7 ago

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O Tribunal de Contas do Estado do Paraná apontou que há irregularidades na folha de pagamentos de 2012 da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Paraná, conforme informações de relatório a respeito da situação funcional da SESP. Os técnicos do TCE-PR apontaram problemas como metodologias inadequadas, irregularidades na gestão de pessoal, pagamento indevido de gratificações, entre outros. O pleno da Corte de Contas determinou que o Governo Beto Richa adote medidas para corrigir as irregularidades. A SESP e a Secretária de Administração têm dois meses para apresentar um Plano de Ação para corrigir as falhas. O Pleno do TCE acatou a instrução da Comissão de Auditoria do órgão e um parecer do Ministério Público de Contas. Em 2012, a secretaria de segurança era chefiada por Cid Vasques e a de administração por Dinorah Nogara. Cabe recurso.

O governador Beto Richa é considerado o pior governador do Paraná de todos os tempos e terá dificuldades em se reeleger nas eleições de outubro, podendo nem ir para o segundo turno.

Gleisi vai à Justiça exigir que Beto Richa apresente gastos de campanha

7 ago

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A candidata à governadora, Gleisi Hoffmann (PT), entrou hoje (7) no Tribunal Regional Eleitoral (TRE/PR) com uma ação para que o candidato à reeleição, governador Beto Richa (PSDB), considerado o pior governador de todos os tempos, seja obrigado a apresentar imediatamente seus gastos de campanha até o momento.

Contrariando a legislação eleitoral, Richa entregou zerada a primeira prestação de contas, alegando que não arrecadou e nem gastou nada em um mês de campanha.

As regras de contabilidade de campanha – estabelecidas pela resolução 23.406 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – deixam claro que “os gastos eleitorais efetivam-se na data da sua contratação, independentemente da realização do seu pagamento”.

“Impossível dizer que o candidato à reeleição não teve gastos neste primeiro mês. Notícias de jornais e do próprio site de campanha mostram o candidato em eventos no interior e inaugurando comitês. Nas ruas, carros circulam com adesivos do candidato. Além disso, ele já lançou o site e um espaço chamado de “Tenda Digital”, que inclusive oferecia internet gratuita para visitantes. E os fotógrafos, cinegrafistas e jornalistas que o acompanham nas agendas? Não recebem salários?”, questiona o coordenador jurídico da coligação Paraná Olhando pra Frente, Luiz Fernando Pereira.

Além da ação no TRE, a coligação de Gleisi Hoffmann está entrando com pedido de providências no Ministério Público Eleitoral (MPE). “As prestações de contas parciais existem para garantir a transparência. Beto Richa esconde gastos e doações. Impede o controle pelo eleitor. E fere a isonomia, pois os principais candidatos cumpriram a regra”, completa Pereira.

Cumprindo o que determina a Lei, a primeira prestação de contas de Gleisi Hoffmann entregue à Justiça Eleitoral informa que foram arrecadados R$ 2,58 milhões e gastos R$ 1,55 milhão nos primeiros dias de campanha.

Roberto Requião (PMDB) também cumpriu a lei e apresentou a prestação de contas.

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