Tag Archives: Beto Richa

Beto Richa foi desmascarado e massacrado no debate da RPC TV-Globo

1 out

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No debate entre os candidatos ao governo do estado do Paraná, o governador Beto Richa (PSDB), que é o candidato oficial da reeleição, foi o grande derrotado.

Os senadores Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB), Bernardo Pilotto (PSOL) e Geonísio Marinho (PRTB) desmascararam Richa.

Bernardo Pilotto (PSOL) e Geonísio Marinho mostraram que, dos candidatos com menos votos, não são laranjas e apresentaram projetos, questionaram seus adversários e não “levantaram a bola” para ninguém.

Pilotto disse que Beto é o candidato do partido do mensalão mineiro. Luciana Genro (PSOL) é a candidata de Bernardo.

Ogier Buchi (PRB) e Tulio Bandeira (PTC) comprovaram que são os candidatos laranja de Richa, uma vergonha para a política do Paraná. Os dois são os candidatos de Marina Silva no Paraná.

Gleisi falou muito bem ao defender o governo da presidenta Dilma Rousseff (PT) e mostrar que Richa rouba os programas do governo federal e diz que é seu. Ela recomendou acesso ao site BetoNaoCumpre.com.br.

A ex-ministra de Dilma ainda informou que Beto Richa queria prorrogar os contratos imorais e com valores astronômicos do pedágio das estradas do estado.

Requião, bastante sereno, mostrou que seu governo fez bem mais pelo Paraná do que o atual governador. Denunciou que ocorreram 30 rebeliões na gestão Richa, enquanto na de Requião apenas uma, que Richa não contruiu nenhuma penitenciária e ainda teve que devolver dinheiro para o governo federal por ser incompetente na falta de construção de unidades prisionais. Mostrou que Beto não construiu hospitais e nem estradas. E ainda mostrou que Richa é hipócrita ao colocar Orlando Pessuti (PMDB) em seu programa para atacar Requião e ainda comprou alguns deputados estaduais do PMDB, e dizer que sua campanha é de alto nível.

Requião informou que a mãe de Beto também recebe verba de representação, sendo que a verba deveria ser apenas para o falecido José Richa, e que ela se casou mas não oficialmente para continuar recebendo o dinheiro público.

Beto fez perguntas apenas para Tulio Bandeira, seu candidato laranja (os dois combinaram de usar grava rosa), para fugir do debate com Gleisi, Requião, Pilotto e Marinho.

Richa agradeceu os milhões de reais que recebeu das empresas privadas que depois vão querer receber em troca dinheiro público, segundo Bernardo Pilotto.

Richa, que estava com pele amarelo-alaranjado por causa do bronzeamento artificial ou por causa de algum creme novo de Miami, desrespeitou Pilotto ao chamá-lo de moleque e baderneiro, e ainda tirou sarro ao dizer que ele não tem voto. Parecia um garoto mimado que não ganha papinha de Mucilon.

Beto informou que não há fantasmas em seu governo, com um risinho no canto da boca.

Beto Richa mentiu, mentiu, enrolou, fugiu do tema da pergunta, foi grosso com o Sandro Dalpícolo quando o jornalista pediu para ele não enrolar, e simplesmente envergonhou o Paraná.

A vergonha final foi a RPC ter concedido apenas um direito de resposta, para Beto Richa.

Com essa péssima participação no debate a tendência é que Beto Richa não vença no 1º turno e concorra contra Requião ou Gleisi no segundo turno. E perca.

Richa estava amarelo

Richa estava amarelo

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Denise Stoklos vota Requião 15

1 out

Hoje debate no Paraná: esquerda e direita versus laranjas

30 set
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Beto esqueceu de levantar o dedo minguinho

Hoje à noite na RPC TV/Globo ocorrerá o último debate da corrida eleitoral entre os candidatos ao governo do Estado do Paraná.

De um lado estarão os candidatos de centro-esquerda Roberto Requião (PMDB) e Gleisi Hoffmann (PT), o candidato de esquerda Bernar­­do Pilotto (PSOL) e o único candidato que confessa ser de direita, Geonisio Marinho (PRTB).

Do outro lado estará o candidato oficial da reeleição, Beto Richa (PSDB), com seus candidatos laranjas Tulio Bandei­­ra (PTC) e Ogier Buchi (PRP). Todos eles de direita, mas que não saíram do armário.

Rodrigo Tomazini (PSTU) não participará porque seu partido não tem representação na Câmara Federal.

Gleisi e Requião podem ir para o segundo turno com Richa.

O debate ocorrerá após a porcaria da novela das 9, a partir das 22h50.

Quando não eram compradas Beto Richa censurou pesquisas desfavoráveis em 2010

30 set

Requião supera ataque virtual com origem na Rússia e anuncia bala de prata pelo Facebook

30 set

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Em vez de vazar documentos e informações para a imprensa como faz Beto Richa, Requião teve acesso a laudos periciais que comprovam o uso da máquina pública por Beto Richa e denuncia na Polícia Federal.

O senador Roberto Requião, candidato ao governo do Paraná pela coligação Paraná Com Governo (PMDB/PV/PPL), revelou na noite desta segunda-feira, em uma transmissão ao vivo pelo Facebook, que teve acesso a documentos e fotos comprometedoras do atual governador Beto Richa. Mas, ao contrário do que seu principal adversário fez na semana passada, Requião vai enviar cópias para o próprio Richa e protocolar os originais em uma denúncia na Polícia Federal.

Na semana passada, aliados políticos do governador Beto Richa e dissidentes do PMDB espalharam documentos da vida pessoal do senador Roberto Requião. “Há quatro anos foram surrupiados documentos da minha mulher. Eles faziam parte do inventário do pai da minha mulher que estava em um cofre do Palácio Iguaçu. Eles dizem que encontraram os documentos no Canguri, a casa oficial do estado. Mas foram roubados, por gente a serviço do Beto Richa. É uma infâmia absoluta”, afirmou.

Requião ainda considerou a possibilidade de os documentos terem sido encontrados. “A atitude honesta esperada seria a devolução dos papeis à minha família. A má intenção e a canalhice de quem roubou os documentos ficam comprovadas. E eles repassaram as informações criminosamente para blogueiros”, contou.

Segundo o senador, laudos apontam que esses documentos foram divulgados a partir da casa do atual governador Beto Richa, da casa do governo e de empresas públicas. “Esses sites estão hospedados em um endereço em nome do Beto Richa, no site oficial do Beto Richa. E não é só isso: Celepar, Palácio Iguaçu, Copel e também da casa do Beto Richa. Usando o IP da sua casa? Que pouca vergonha, menino!”, criticou. A perícia foi feita pelo perito criminal e especialista em crimes eletrônicos Wanderson Moreira Castilho.

Mesmo assim, com todos esses documentos em mãos, Requião preferiu enviar tudo à Polícia Federal, pedindo uma investigação sigilosa. “É uma denúncia das malandragens, inclusive, sem autoria nenhuma, em documentos, jornais, panfletos divulgados no Paraná inteiro. Matérias apócrifas saíram do Palácio do Governo. Eu poderia hoje mostrar também fotos comprometedoras do Carlos Alberto Richa, mas não vou fazê-lo. Vou enviar para a Polícia Federal para verificar a origem e legitimidade e devolvê-las a ele”, disse.

Orlando Pessuti – O medo era tanto sobre a tão falada “bala de prata” que os adversários políticos forçaram uma série de situações, não só revelando documentos pessoais do senador, mas também colocando no horário eleitoral de Beto Richa o ex-governador Orlando Pessuti, que foi vice de Requião entre 2002 e 2010. “Não vote em Requião. É isso mesmo: não vote em Requião”, disse categoricamente Pessuti. Sobre essa atitude desesperada nas vésperas das eleições, Requião rebateu: “A bala de prata fez meus adversários confessarem que divulgaram os documentos da minha família, também fez desentocar o gato do esconderijo, puxar o rato pelo rabo e ver a cara feia dele. A bala de prata é revelar o que é a política safada”, criticou.

Censura eleitoral e virtual – Requião aproveitou o horário no Facebook para desabafar sobre sua insatisfação com a Justiça Eleitoral. “Eles dão direito de resposta em cima de uma matéria da Gazeta do Povo de uma afirmação feita pelo presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários. E justo no dia em que eu anunciei a bala de prata ainda mutilaram a miséria de tempo que tenho na televisão”, disse. Requião ainda complementou: “Repito essa afirmação e tenho certeza que ela é verdadeira: o PCC comemorou aniversário dentro da Penitenciária de Piraquara com a autorização da direção com bolos, salgadinhos e refrigerantes”, lembrou.

Como o programa eleitoral é reduzido, com apenas dois minutos e 56 segundos, Requião deixou para fazer a revelação da tão falada “bala de prata” na #TV15, canal de comunicação que ele usa desde o início da campanha eleitoral para conversar com seus eleitores (www.requiaopmdb.com.br/tv15). Em poucos segundos, o site foi derrubado do ar. Para contornar a situação, Requião anunciou que faria o anúncio ao vivo pelo blog do colunista Esmael Moraes. Novo ataque virtual tirou o site do ar. Segundo o setor de tecnologia da Informação da campanha de Requião, esse foi um dos maiores ataques de internet já feitos no Brasil. Foram 150 mil ataques simultâneos, sendo 15 servidores hospedados na Rússia. “Quem são esses bandidos que procuram censurar nosso programa, cortar a nossa voz? Isso deve ter custado milhões”, questionou Requião, finalizando o vídeo transmitindo pelo Facebook.

Veja o vídeo:

A “bala de prata” de Requião contra Beto Richa

30 set

Beto Richa continua ficha limpa graças a Rossoni

29 set

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Assembleia Legislativa esconde autorização de processo contra o governador Beto Richa por desvio de finalidade de dinheiro público quando era prefeito de Curitiba; pedido do STJ está engavetado há dois anos.

O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), só não foi processado porque seu aliado, braço-direito e presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Valdir Rossoni (PSDB), não permitiu. Beto Richa foi denunciado, em 2009, pelo Ministério Público Federal por desvio de finalidade de recursos públicos do Fundo Nacional de Saúde. O convênio tinha o valor de R$ 100 mil. Segundo a denúncia, “o dinheiro foi usado em desacordo com os planos a que se destinavam”. O crime ocorreu entre 14 de novembro de 2006 a 31 de dezembro de 2008, período em que Richa era prefeito de Curitiba. O secretário de saúde era Luciano Ducci.

Como ele renunciou ao cargo para se candidatar ao governo do estado, o processo que estava no Tribunal Regional Federal da 4ª Região foi remetido ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). O procurador-geral da República requereu expedição de ofício à Assembleia Legislativa do Paraná, que, de acordo com a Constituição Estadual, tem a competência privativa de conceder uma licença prévia para processo e julgamento do governador do estado, desde que aprovada por dois terços dos deputados.

O ministro-relator Cesar Asfor Rocha determinou, em novembro de 2011, o envio de “ofício à Assembleia Legislativa do Estado do Paraná, solicitando autorização para o processamento da ação penal contra o acusado”. A Assembleia recebeu o pedido no dia 30 de novembro de 2011. Desde então, a Coordenadoria da Corte Especial atesta que “não recebeu nenhuma manifestação acerca dos ofícios expedidos à Assembleia Legislativa do Estado do Paraná, solicitando autorização para o processamento da Ação Penal em epígrafe em face do governador do Paraná”.

Em agosto do ano passado, o ministro Herman Benjamin escreveu ainda, em decisão publicada no dia 12 de agosto de 2013, que “encerrado o mandato de governador ou dada a autorização pela Assembleia Legislativa, o processo retoma o curso normal, devendo o denunciado ser intimado para oferecer resposta à denúncia” (VER ANEXO).

Inconstitucionalidade – A Ordem dos Advogados do Brasil adota como prática comum entrar com ações diretas de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal contra as Assembleias Legislativas de estados que têm a competência privativa de processar governadores, conforme determina a Constituição do Estado do Paraná, em seu artigo 54, inciso XI. A OAB alega inconstitucionalidade.

Comum na gestão – Em 2009, na gestão do então prefeito Beto Richa, três funcionários da Prefeitura foram acusados de desviar mais de R$ 2 milhões do Fundo Municipal de Saúde: Marinete Afonso de Mello, chefe do setor de finanças da Secretaria Municipal de Saúde, o marido dela Marcelo Jorge de Mello, da Secretaria Municipal de Obras Públicas, e a sobrinha deles, Priscila Jobez Marcos da Silva. Segundo a denúncia, Marinete teria feito 101 operações de crédito entre fevereiro de 2004 e outubro de 2008. Ela era responsável pelos relatórios que creditavam valores nas contas da Prefeitura pelos serviços prestados pelos Centos Municipais da Saúde e também pelo Hospital do Bairro Novo.

 

Datafolha: Requião diminui 2 pontos a diferença para Richa no 2º turno

26 set

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Na pesquisa divulgada hoje (26) do Datafolha que mostra que a rejeição contra Beto Richa (PSDB) no Paraná subiu dois pontos, e está maior do que a rejeição contra Gleisi Hoffmann do PT, aponta também que no segundo turno a diferença entre Richa e Roberto Requião (PMDB) caiu dois pontos, era 51% a 36% e agora é 51% a 38%.

E há suspeita de que o Datafolha esteja aumentando os números de Richa.

Datafolha: sobe 2 pontos rejeição contra Beto Richa no Paraná, que é mais rejeitado do que Gleisi do PT

26 set

Na pesquisa Datafolha/RPC TV/TV Globo para o governo do estado do Paraná Beto Richa (PSDB), o candidato oficial da reeleição, aparece com 45%, o senador Roberto Requião (PMDB) tem 30% e Gleisi Hoffmann (PT) 10%.

No segundo turno Richa teria 51% e Requião 38%.

A estratégia da Folha é tentar garantir a eleição de Richa no primeiro turno. Hoje mostrou em seu site que a primeira dama do Paraná é amada por todos, o que é uma mentira.

Requião tem rejeição de 26% (tinha 25%), a rejeição a Richa subiu 2 pontos e agora é 20% e a rejeição a Gleisi caiu um ponto e foi para 19%.

O Datafolha ouviu 1.333 eleitores entre quinta (25) e sexta-feira (26), com margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou menos, registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com os números PR-00039/2014 e BR-00782/2014.

Estudo mostra que com UPS de Beto Richa ocorreu aumento de ameaças e lesões e que não houve impacto significativo no combate a crimes relacionados às drogas

25 set

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Uma pesquisa apresentada no VIII Encontro da ANDHEP – Associação Nacional de Direitos Humanos, Pesquisa e Pós-Graduação, cujo tema foi “Políticas Públicas para a Segurança Pública e Direitos Humanos”, professores e estudiosos paranaenses apresentaram um estudo que comprova que com a implementação das Unidades Paraná Seguro (UPS) no governo Beto Richa (PSDB) houve um aumento das ocorrências de ameaças e lesões e que não houve impacto significativo no combate a crimes relacionados às drogas.

Houve redução nos homicídios e nos crimes contra o patrimônio, mas o estudo não pesquisou se isso ocorreu apenas em insulamentos e região ou em toda a cidade. Não adiantaria resultados positivos em determinadas regiões e aumento em outras sem UPS.

Veja o texto UNIDADES PARANÁ SEGURO E SEGURANÇA PÚBLICA NO MUNICÍPIO DE CURITIBA: uma avaliação quantitativa local da implementação das unidades, e Andréa Benetti Carvalho de Oliveira, Thomaz Teodorovicz, Luiz Alberto Esteves e Marlon Alves Cardozo, publicado nos Anais do VIII Encontro da ANDHEP.

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