Dilma e Luciana Genro venceram o debate da CNBB, Marina e Aécio perderam

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Acabou agora o debate com os candidatos à Presidência da República realizado em Aparecida (SP), promovido pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), e exibido na TV Aparecida.

As mulheres Dilma Rousseff (PT) e Luciana Genro (PSOL) deram um show.

Luciana mostrou o quanto os governos tucanos são corruptos e privatizadores, chamando Aécio de senhor da corrupção e senhor da privatização.

Dilma mostrou o quanto já fez de bom para o Brasil e o que ela pretende melhorar, falando com propriedade sobre a energia e questões sociais.

Até Levy Fidelix (PRTB) foi bem ao atacar a independência do Banco Central e os banqueiros.

Eduardo Jorge (PV) também foi bem ao ser contrário que meninas grávidas pobres sejam mortas em clínicas clandestinas tentando o aborto.

Perderam o debate Marina Silva (PSB), Aécio Neves (PSDB), Pastor Everaldo (PSC) e Eymael (PSDC).

Marina estava desanimada devido a sua queda nas pesquisas.

Esperemos o debate da Globo!

Dilma ultrapassa Aécio e está na frente até nas Minas Gerais

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Pesquisa Ibope realizada em Minas Gerais mostra que Dilma Rousseff (PT) subiu de 31% para 33%, Aécio Neves (PSDB) despencou de 34% para 29%, e Marina Silva (PSB) tem 22%.

É vergonhoso para Aécio ele perder até em Minas, terra de seu avó Tancredo e onde ele foi governador e é senador (por mais que more e prefira o Rio de Janeiro).

O Ibope ouviu 2.002 eleitores em MG, realizada entre 13 e 15 de setembro, e está registrada no TRE-MG sob o número 00092/2014 e no TSE sob o número 00651/2014.

Ibope tenta salvar Aécio Neves e o PSDB, mas Dilma ainda está 6% na frente de Marina

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O Ibope não é confiável.

Pesquisa do Ibope paga pela Rede Globo divulgada hoje (16) aponta Dilma Rousseff (PT) com 36%, Marina Silva (PSB) 30%, Aécio Neves (PSDB) 19%, Pastor Everaldo (PSC) 1% e os demais somam 1%, Zé Maria (PSTU), Luciana Genro (PSOL), Eduardo Jorge (PV), Rui Costa Pimenta (PCO), Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB) e Mauro Iasi (PCB) com 0% cada um, branco/nulo 7% e não sabe/não respondeu 6%.

No levantamento anterior do instituto, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgado no dia 12, Dilma tinha 39%, Marina, 31%, e Aécio, 15%.

Com isso o Ibope tenta mostrar que Aécio ainda tem chances de ir para o segundo turno e que o PSDB pode não ser exterminado com uma derrota vexatória.

No segundo turno Marina teria 43% e Dilma 40%; Dilma 44% e Aécio 37%.

Com isso o Ibope tenta mostrar que Aécio teria alguma chance contra Dilma no 2º turno.

O desespero é grande dos adversários de Dilma.

Na modalidade espontânea da pesquisa Dilma também está na frente com 31%, Marina 24% e Aécio 15%.

O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 204 municípios entre os dias 13 e 15 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00657/2014.

Chico Buarque, Leonardo Boff e Luis Fernando Verissimo votam Dilma 13

Dilma Rousseff

MANIFESTO DE ARTISTAS E INTELECTUAIS

A PRIMAVERA DOS DIREITOS DE TODOS:
GANHAR PARA AVANÇAR

Os brasileiros decidem agora se o caminho em que o país está desde 2003 é positivo e deve ser mantido, melhorado e aprofundado, ou se devemos voltar ao Brasil de antes – o do desemprego, da entrega, da pobreza e da humilhação.

Nós consideramos que nunca o Brasil havia vivido um processo tão profundo e prolongado de mudança e de justiça social, reconhecendo e assegurando os direitos daqueles que sempre foram abandonados. Consideramos que é essencial assegurar as transformações que ocorreram e ocorrem no país, e que devem ser consolidadas e aprofundadas. Só assim o Brasil será de verdade um país internacionalmente soberano, menos injusto, menos desigual, mais solidário.

Abandonar esse caminho para retomar fórmulas econômicas que protegem os privilegiados de sempre seria um enorme retrocesso. O brasileiro já pagou um preço demasiado para beneficiar os especuladores e os gananciosos. Não se pode admitir voltar atrás e eliminar os programas sociais, tirar do Estado sua responsabilidade básica e fundamental.

O Brasil precisa, sim, de mudanças, como as próprias manifestações de rua do ano passado revelaram. Precisa, sem dúvida, reformular as suas políticas de segurança pública e de mobilidade urbana. Precisa aprofundar as transformações na educação e na saúde públicas, na agricultura, consolidando com ousadia as políticas de cultura, meio ambiente, ciência e tecnologia, e combatendo, sem trégua, todas as discriminações.

O Brasil precisa urgentemente de uma reforma política. Mas precisa mudar avançando e não recuando. Necessita fortalecer e não enfraquecer o combate às desigualdades. O caminho iniciado por Lula e continuado por Dilma é o da primavera de todos os brasileiros. Por isso apoiamos Dilma Rousseff.

Assine o manifesto, clique aqui.

Veja quem mais assinou: Continuar lendo

Filósofa Marilena Chauí vota na Presidenta Dilma

Vox Populi: Dilma nove pontos na frente de Marina, que caiu

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A pesquisa do instituto Vox Populi divulgada hoje (15) mostra a presidenta Dilma Rousseff (PT) com 36%, Marina Silva (PSB, ex-PT, ex-PV, futura Rede Sustentabilidade) caiu de 28% para 27% e Aécio Neves com 15%.

O Vox Populi entrevistou 2.000 pessoas entre sábado e domingo em 147 municípios, com margem de erro de 2 pontos percentuais.

Se Dilma vencer no primeiro turno…

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Se a presidenta Dilma Rousseff (Partido dos Trabalhadores), candidata à reeleição, vencer no primeiro turno:

1. Não precisará fazer concessões à direita para vencer no segundo turno;

2. Vai ter força para eleger os senadores Roberto Requião (PMDB) ou Gleisi Hoffmann (PT) contra o governador Beto Richa (PSDB), candidato à reeleição no Paraná, que é apoiado apenas pelo decadente Aécio Neves (PSDB), assim como eleger outros candidatos de centro-esquerda pelo país no 2º turno;

3. Vai ter força no Congresso Nacional para fazer a Reforma Política com financiamento público de campanha e voto em lista fechada, o que aprimorará a democracia brasileira, com a realização de plebiscito ou referendo (e não Assembleia Constituinte Exclusiva);

4. Vai ter força no Congresso Nacional para aprovar a Lei dos Meios de Comunicação, com a democratização da mídia e fim dos oligopólios de TVs e rádios;

5. Vai permitir que a oposição ao governo federal se reorganize, com o PSOL tomando a frente da oposição a esquerda; que forças conservadoras de centro-direita se unam; e, quem sabe, para o bem da Democracia, que ressurja um partido de direita no Brasil que unifique tudo o que há de pior com os defensores do Estado Mínimo, da diminuição da maioridade penal, do fim do Estado Laico, da pena de morte, da morte de grávidas pobres em clínicas clandestinas de aborto, golpe contra governos sociais, privatizações, etc.

Será ótimo para a democracia a existência de um ou mais partidos de esquerda (PSOL, PSTU, PCB, PCO), um partido de centro-esquerda (PT) e talvez a criação de mais um que una progressistas do PDT, PSB e PMDB, um partido de centro-direta (Rede Sustentabilidade) e um partido de direita que una membros do PSDB, DEM, Solidariedade, PPS, PSB, PR, PSC, PSD, PMDB que têm saudades da UDN, da ARENA e do PFL.

Chega de consensos, de falsos consensos, e que cada um mostre claramente qual a sua ideologia, para que nas próximas eleições possamos discutir ideias e projetos.

Dilma reafirma proposta de plebiscito/referendo para a Reforma Política

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Na sabatina do jornal O Globo com a presidenta Dilma Rousseff (PT), com mais de duas horas de duração, a candidata que tenta a reeleição defendeu a realização de plebiscito ou referendo para a Reforma Política/Eleitoral, para deliberação sobre financiamento de campanha, tempo de mandato, coincidência de mandatos, etc.

Dilma não propõe a realização de uma Assembleia Constituinte Exclusiva, mas apenas de referendo ou plebiscito.

A presidente disse: “democracia não pode prescindir de partidos políticos. Toda a vez que a democracia prescindiu de partidos nós caímos em uma ditadura, ou por trás quem fica com o poder são os mais ricos”.

Veja a sabatina completa: clique aqui.

Folha manipula ao informar que Dilma defende a mesma autonomia do BC proposta por Marina Silva

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Faz muito tempo que a Folha de S. Paulo não é mais confiável, motivo pelo qual deixei de ser assinante há muitos anos.

O jornal, famoso por ser um panfleto político em defesa dos tucanos de São Paulo, hoje publicou matéria dizendo que a presidenta Dilma Rousseff (PT), que atualmente critica proposta de Marina Silva, já apoiou liberdade do Banco Central na fixação de juros.

Isso se chama desonestidade!

Durante a campanha de 2010 Dilma defendeu a mesma autonomia do BC do governo Lula (PT), ou seja, uma autonomia operacional. Isso quer dizer que Dilma respeita as posições do BC.

O problema é que a candidata Marina Silva (PSB, ex-PT, ex-PV, futura Rede Sustentabilidade) propõe conceder independência ao BC, com mudança na legislação para conceder mandatos fixos a seus dirigentes, que extrapolam o próprio mandato do presidente da República.

Isso é um golpe contra a Democracia apoiado apanes por neoliberais-gerenciais!

Um presidente é eleito democraticamente, na Democracia representativa, para tomar decisões conforme suas propostas nas eleições.

Aprovar mandato fixos para dirigentes do BC faz com que esses dirigentes não sofram mais controle popular e nem do Poder Executivo nas suas atuações, o que gera um risco de captura por parte dos interesses dos bancos.

Luis Fernando Verissimo NÃO votará em Marina Silva porque ela é uma “revolucionária conservadora”

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Luis Fernando Verissimo, intelectual e um dos maiores escritos brasileiros, na coluna de amanhã (14) em vários jornais brasileiros diz que não votará na candidata Marina Silva (PSB, ex-PT, ex-PV, futura Rede Sustentabilidade) porque ela, mesmo não sendo um Jânio Quadros ou Fernando Collor de Mello, é uma “revolucionária conservadora”.

Verissimo acha que dificilmente Marina ganhe, porque ela é muito contraditória.

Entende que a oposição à pesquisa com células-tronco, que pode levar à cura de várias doenças hoje mortais é criminosa.

Verissimo vai votar em seu coração, Verissmo não vai votar em Marina Silva.

A minha dúvida é se ele vai votar na gaúcha conterrânea de esquerda Luciana Genro (PSOL) no primeiro turno e na presidenta de centro-esquerda, gaúcha por adoção, Dilma Rousseff (PT) no segundo turno, ou se votará já no primeiro turno em Dilma.

Médicos com Dilma 13

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Conheça na íntegra a Carta dos Médicos em Apoio à reeleição da Presidenta Dilma!

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1. No nosso trabalho como médicos e médicas, seja atendendo diretamente a população ou em outras funções no Sistema Único de Saúde (SUS), percebemos claramente o impacto das políticas públicas nas condições de vida do povo brasileiro nos últimos anos. Acompanhamos com empatia e senso de responsabilidade as dores e a vida sofrida do povo, os ganhos sociais e as alegrias do povo. Arregaçamos as mangas fazendo o nosso melhor. E assim como participamos das transformações pelas quais o Brasil passou nos últimos anos e não deixamos de nos posicionar em defesa dos interesses nacionais, hoje novamente o fazemos.

2. Na saúde o saldo é positivo. Somos o maior sistema de saúde público universal do mundo, com um SUS que pertence a 200 milhões de brasileiros. Com a lei do Mais Médicos promulgada pela presidenta Dilma, hoje o país ampliou o atendimento médico diretamente a 50 milhões de brasileiros. Além da ampliação do acesso ao atendimento médico, numa só tacada a Lei do Mais Médicos ampliou também o envolvimento dos serviços de saúde na formação dos jovens médicos e o acesso ao ensino superior. Dilma efetivou como nunca a formação de profissionais de saúde enquanto responsabilidade do Estado Brasileiro, como previsto em nossa Constituição. Estamos diante da mais importante ação de ampliação de acesso à saúde desde a criação do SUS.

3. A candidatura da presidenta Dilma Rousseff (PT) é a candidatura que representa as mudanças que aconteceram no Brasil a partir das políticas sociais desenvolvidas desde os governos Lula na saúde, educação, economia, diplomacia, meio ambiente, geração de energia, na exploração do pré-sal, no combate a miséria e a fome, direito à memória e à verdade, bem como na ampliação dos direitos das minorias.

4. Esse ciclo de desenvolvimento trouxe grandes ganhos sociais, como redução das desigualdades, melhoria dos indicadores de saúde (como a mortalidade infantil, que reduziu enormemente), baixos índices de desemprego, ampliação do acesso à saúde e educação, aumento da participação popular e da transparência na gestão pública, redução do desmatamento florestal, reativação de vários segmentos da indústria nacional, baixa inflação, aumento do investimento público e importante redução dos juros da dívida pública.

5. As duas principais candidaturas da oposição, Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB) cada uma a sua maneira, flertam com a demagogia que tenta esconder quais seriam as consequências para o país das políticas de governo que ambos propõem com tanta semelhança, bradando “choque de gestão” de cá e “nova política” de lá. Num Brasil que quer seguir reduzindo desigualdades sociais, e ampliando e melhorando os serviços públicos não pode ser admissível propostas econômicas que gerem desemprego, aumento de impostos, mais poder aos bancos, perda dos aumentos anuais do salário mínimo ou violações dos direitos das minorias.

6. Dilma é a presidenta que representa o novo ciclo para o Brasil. É um ciclo democrático, com disposição para apoiar a ampliação da participação do povo nas decisões do Estado brasileiro, e também uma Reforma Política que estabeleça no mínimo: a) limites a influência do dinheiro dos bancos e das empresas sobre o processo eleitoral (proibindo assim as suas doações para as campanhas eleitorais), b) reduza as distorções que mantém certas populações sub-representadas nos processos decisórios e c) avance nos mecanismos de participação direta na democracia.

7. A disposição em promover tal Reforma Política ficou clara com o apoio ao “Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político” que colheu votos de 1º a 7 de setembro em todo o país e já aponta para um novo cenário na luta dos movimentos sociais nos próximos períodos, onde se quer mais participação social nas decisões sobre a Reforma Política.

8. Por tudo isso, os médicos e médicas abaixo assinados apoiam a reeleição da presidenta Dilma Rousseff, que hoje representa o projeto nacional que vem transformando o Brasil!

Veja a lista de assinaturas e assine no www.medicoscomdilma.med.br

Ibope: Dilma disparada na frente de Marina Silva, que caiu, e avaliação positiva do governo federal melhora

Dilma e Lula estarão hoje, 19h, no Teatro Positivo, em Curitiba

Dilma e Lula estarão hoje, 19h, no Teatro Positivo, em Curitiba

O Ibope divulgou hoje (12) pesquisa sobre a corrida presidencial que mostra subida da presidenta Dilma Rousseff (PT), que tinha 37% e agora tem 39%, queda de Marina Silva, que tinha 33% e agora tem 31%, Aécio Neves (PSDB) com 15%, Pastor Everaldo (PSC) 1% das intenções de voto e os demais somados 1%, 8% branco/nulo e 5% não souberam ou não responderam.

No segundo turno há empate técnico entre Marina (despencou de 46% para 43%) e Dilma (subiu de 39% para 42%), já que a margem de erro é de 2 pontos. Contra Aécio Dilma vence fácil por 48% (subiu um ponto) a 33% (caiu um ponto).

A avaliação do governo Dilma subiu de 36% para 38% (ótima/boa), regular caiu de 37% para 33%, ruim/péssimo são 28% dos eleitores.

48% afirmaram que aprovam o governo Dilma e os que desaprovam são 46%.

O instituto Ibope Inteligência entrevistou 2.202 pessoas entre os dias 5 e 8 de setembro em 144 municípios, contratada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) e registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-00593/2014.

Poeta Onildo Barbosa homenageia Lula e Dilma

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Carreata de Dilma e Gleisi em Curitiba no sábado, com a presença do prefeito Gustavo Fruet

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Dilma está na frente no Paraná e avaliação ao seu governo melhora

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Requião e Gleisi vão votar em Dilma

A pesquisa Datafolha/RPC TV/Globo/Folha de S. Paulo sobre a corrida presidencial divulgada hoje (11) aponta a liderança da presidenta Dilma Rousseff (PT) no estado do Paraná com 32%, Marina Silva (PSB, ex-PT, ex-PV, futura Rede Sustentabilidade) com 28%, Aécio Neves (PSDB) 22%, Pastor Everaldo (PSC) 2%, os demais candidatos Levy Fidelix (PRTB), Luciana Genro (PSOL), Mauro Iasi (PCB), Eduardo Jorge (PV), Rui Costa Pimenta (PCO), Eymael (PSDC) e Zé Maria (PSTU) não atingem 1%, brancos/nulos 7% e não sabe/não respondeu 9%.

Dilma se destaca entre os menos instruídos (38%), Marina ganha entre os mais jovens (37%) e entre os evangélicos pentecostais (37%).

Na espontânea os percentuais são Dilma 24%, Marina 19% e Aécio 16%.

Dilma tem rejeição de 38%, Marina 19%, Aécio 14%, Pastor Everaldo 14%, Zé Maria 10%, Eymael 8%, Levy 8%, Luciana Genro 8%, Rui Costa Pimenta 7%, Eduardo Jorge 7% e Mauro Iasi 7%. Votariam em qualquer candidato 11%, rejeitam todos 3%, e não souberam responder 9%.

Se Dilma não vencer no primeiro turno, no segundo turno no Paraná Dilma e Marina estão quase empatadas tecnicamente, pois Marina tem 46% (pode estar com 43%) e Dilma 37% (pode estar com 40%), brancos/nulos 0% e indecisos 6%.

Dilma ganha de Marina no 2º turno entre os mais velhos (44% a 38%), entre os instruídos com ensino fundamental (45% a 38%), entre os que recebem até dois salários mínimos (42% a 40%), entre os que têm simpatia pelo PT (85% a 13%), entre os que avaliam o governo Dilma ótimo/bom (75% a 19%) e entre os eleitores de Gleisi (59% a 37%).

A maioria dos paranaenses acham que Dilma vai ganhar (42%), apenas 31% acham que Marina ganha e 9% Aécio.

A avaliação ao governo Dilma subiu no Paraná subiu de 31% para 32%, a avaliação como regular subiu de 36% para 40%, despencou de 33% para 26% o ruim/péssimo e 2% não souberam responder.

As taxas mais altas de aprovação ao governo Dilma são observadas entre os simpatizantes do PT (75%) e entre os eleitores de Gleisi (49%).

As taxas mais altas de reprovação ao governo federal ocorrem entre os moradores da capital (34%), entre os moradores de cidades com mais de meio milhão de habitantes (34%), entre os mais instruídos (39%), entre os eleitores de Aécio (45%), entre os que pretendem votar em branco ou nulo na eleição estadual (47%) e entre os mais ricos (55%).

A nota média do governo Dilma subiu de 5,2 para 5,6.

Veja a pesquisa presidencial completa no Paraná, clique aqui.

Realizada entre os dias 8 e 9 de setembro com 1.201 eleitores em 46 municípios do estado do Paraná, com margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%, registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo número PR-00031/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo número BR-00584/2014.

Todas as pesquisas apontam crescimento de Dilma e declínio de Marina Silva

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Todas as recentes pesquisas sobre a corrida presidencial apontam crescimento da presidenta Dilma Rousseff e declínio de Marina Silva (PSB, ex-PT, ex-PV, futura Rede Sustentabilidade).

O Datafolha/Folha de S. Paulo/TV Globo de ontem (10) mostra Dilma com 36% (subiu um ponto) das intenções de voto, Marina com 33% (caiu um ponto) e Aécio Neves (PSDB) 15%. No segundo turno Marina caiu 2 pontos e tem 47% e Dilma subiu 2 pontos e tem 43%, o que é um empate técnico, dentro da margem de erro de dois pontos.

Foram 10.568 entrevistas entre os dias 9 e 10 e com registro no (TSE) Tribunal Superior Eleitoral BR-00584/2014.

A pesquisa Vox Populi/CartaCapital também de ontem (10) mostra Dilma com 36%, Marina com 28% e Aécio 15%. No segundo turno há empate entre Marina e Dilma: 42% a 41%.

Instituto MDA/Confederação Nacional dos Transportes – CNT mostra Dilma com 38,1% (subiu 3,9%), Marina 33,5% (subiu 5,3%) e Aécio 14,7% (caiu 1,3%).

Dilma e Marina estão empatadas tecnicamente no 2º turno: Dilma subiu de 37,8% para 42,7% e Marina de 43,7% para 45,5% (2,2 pontos de margem de erro).

Dilma disparada na frente no 1º turno e empatada com a decadente Marina Silva no 2º turno

Os jovens estão estudando mais e se informando sobre o quanto o Brasil melhorou com Lula e Dilma

Os jovens estão se informando mais e viram o quanto o Brasil melhorou com Lula e Dilma

Pesquisa Vox Populi/CartaCapital divulgada hoje para a corrida eleitoral ao cargo de presidente da República, a presidenta Dilma Rousseff (PT) aparece com 36%, Marina Silva (PSB, ex-PT, ex-PV, futura Rede Sustentabilidade) tem 28%, Aécio Neves (PSDB) 15% e os demais candidatos 2%, brancos/nulos 7% e 13% não souberam indicar um candidato ou não quiseram responder.

No segundo turno há empate entre Marina e Dilma: Marina 42% Dilma 41%, Dilma 44% e Aécio 36%.

49% do eleitorado aposta na vitória de Dilma Rousseff, 31% em Marina e apenas 8% ainda acredita em Aécio.

Aécio tem a maior rejeição (45%) seguido de Dilma 42% e Marina 40%, o que é um empate técnico.

Foram entrevistadas 2000 pessoas em 147 cidades, entre segunda-feira (8) e ontem (9), com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e o número de registro na Justiça Eleitoral é BR- 00588/2014.

Autonomia do Banco Central proposta por Marina Silva é golpe contra a democracia

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A independência do Banco Central proposta por Marina Silva (PSB, ex-PT, ex-PV, futura Rede Sustentabilidade) é golpe contra a democracia. O BC deixa de ser controlado por quem foi eleito pelo povo e é capturado pelos interesses dos banqueiros.

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Pesquisa: Dilma sobe 4,9 pontos e alcança Marina Silva no 2º turno

Marina em queda

A campanha de Marina Silva em decadência

O Instituto MDA divulgou pesquisa contratada pela Confederação Nacional dos Transportes – CNT sobre a corrida presidencial na data de hoje (9), que mostra Dilma Rousseff (PT) em primeiro lugar com 38,1% (subiu 3,9%) das intenções de voto, Marina Silva (PSB, ex-PT, ex-PV, futura Rede Sustentabilidade) em segundo lugar com 33,5% (subiu 5,3%) e em terceiro lugar Aécio Neves (PSDB) com 14,7% (caiu 1,3%), com 5,7% de indecisos (era 10,4%), e brancos/nulos 5,9% (era 8,7%).

Dilma e Marina estão empatadas tecnicamente no 2º turno. Dilma subiu de 37,8% para 42,7% e Marina de 43,7% para 45,5%. Na margem de erro Dilma pode estar com 44,9% e Marina com apenas 43,3%.

Dilma vence fácil Aécio no 2º turno (47,5% a 33,7%).

Maioria dos brasileiros acha que Dilma vai ganhar: 49%, com apenas 34,9% para Marina e 6,2% Neves.

Pesquisa com 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 unidades da federação das cinco regiões entre os dias 5 e 7 de setembro, com margem de erro de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos.

Gleisi comemora redução da pobreza no Brasil graças a Lula e Dilma

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A candidata ao governo pela Coligação Paraná Olhando Pra Frente, Gleisi Hoffmann, comemora a redução no índice de pobreza do país. De acordo com estudo do Banco Mundial, a pobreza crônica no Brasil, que considera privações além da renda, caiu de 6,7% para 1,6% da população no período de oito anos – entre 2004 e 2012 –, segundo estudo do Banco Mundial. A queda é de 76%.

Gleisi destaca que o resultado do estado é reflexo das políticas sociais dos governos Lula e Dilma, como o Plano Brasil Sem Miséria, organizado de forma a enfrentar a pobreza em suas diferentes dimensões, garantindo renda, mas também cuidando de melhorar as oportunidades para inserção econômica dessas famílias, assim como o seu acesso a serviços.

“O processo de ascensão social dos mais pobres, iniciado com o nosso querido presidente Lula, está acelerado, fazendo do Brasil uma nação dominantemente de classe média. Nos últimos anos, os governos do PT conseguiram tirar 36 milhões de pessoas da extrema pobreza; outros 42 milhões de brasileiros ascenderam à classe média. A verdade é que nós estamos mudando a nossa realidade e as nossas políticas sociais são exemplo para todo o mundo”, comemora Gleisi.

O estudo foi apresentado por economistas do Banco Mundial e considerou pobres de renda aqueles que ganham até R$ 140 mensais. O valor é maior do que a linha de extrema pobreza brasileira, de R$ 77 mensais (equivalente a US$1,25 diário). Se a pobreza crônica considerasse apenas a população em situação de miséria, o percentual da redução seria ainda menor do que o 1,6% da população identificada pelos autores do trabalho.

O trabalho, focado na pobreza multidimensional, considerou, além da renda, sete dimensões da pobreza: se as crianças e adolescentes até 17 anos estão na escola, os anos de escolaridade dos adultos, o acesso à água potável e saneamento, eletricidade, condições de moradia e, finalmente, a bens, como telefone, fogão e geladeira.

A pobreza é considerada crônica quando são registradas privações em pelo menos quatro das sete dimensões. O estudo utilizou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), produzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).