Dilma reafirma proposta de plebiscito/referendo para a Reforma Política

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Na sabatina do jornal O Globo com a presidenta Dilma Rousseff (PT), com mais de duas horas de duração, a candidata que tenta a reeleição defendeu a realização de plebiscito ou referendo para a Reforma Política/Eleitoral, para deliberação sobre financiamento de campanha, tempo de mandato, coincidência de mandatos, etc.

Dilma não propõe a realização de uma Assembleia Constituinte Exclusiva, mas apenas de referendo ou plebiscito.

A presidente disse: “democracia não pode prescindir de partidos políticos. Toda a vez que a democracia prescindiu de partidos nós caímos em uma ditadura, ou por trás quem fica com o poder são os mais ricos”.

Veja a sabatina completa: clique aqui.

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9 comentários sobre “Dilma reafirma proposta de plebiscito/referendo para a Reforma Política

  1. O Plebiscito é fundamental para um governante exercer cargo respeitando a vontade de seu Povo, partindo do princípio que todos os cidadãos participam da consulta da opinião popular, bastando para isso possuirem Registro Geral..

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  2. Pingback: MANHAS & MANHÃS
  3. O mais importante de tudo isso, é , combater e fazer com que acabe de vez com a corrupção em todos os seguimentos da sociedade. principalmente nos municípios, onde os gestores ainda tem na imaginação que são dom=nos do dinheiro publico. E, que o governo Central der o exemplo;um abraço
    Batista

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  4. Acredito que é uma forma, do povo ter mais “representatividade” pois não ira atuar apenas indicando o candidato.

    Reforma politica necessitamos com urgência:
    – 5 anos de mandado sem possibilidade a reeleição para Governador, Presidente e Prefeito.
    – Eleição unificada, pois se perde tempo em cada mudança de gestão. Ou seja, votaria para todos os cargos em uma unica eleição.
    – Deseja disputar eleição para outro cargo deverá abrir mão do cargo que ocupava, não podendo retornar. Caso ocorre com os senadores, vereadores. Casos como Requião, Gleise, Chicarelli Paulo Rink, passando a eleição não conseguindo se eleger voltam para os cargos que ocupavam.
    – Numero de deputados federais e senadores de acordo com a população e não por estado (creio que seja a que teria a maior controvérsia, pois os estados com menos população sairia prejudicado.)

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      • A eleição unificada seria interessante pelo fato que tanto o Governo Federal, Estadual e Municipal, realizariam o choque de gestão no mesmo ano. Assim os proximos quatro anos seriam visando a real melhoria para todos. Eleição hoje em dia muita gente não leva a sério!!!
        Outra proposta seria o fim do voto obrigatório. Pois todos os cidadãos tem que ter consciência que votando ira melhorar o pais, muitos vão votar sem ao menos saber o pq e em quem ve os santinhos na rua.

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      • Gostaria de saber os fundamentos de não para as duas proposta, as vezes pode ter uma visão que não tenho no momento.

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      • Unificação das eleições: hoje já ninguém dá bola para as eleições ao senado, deputados e vereadores, se unificarmos ninguém dará importância também para a eleição para prefeito; e é bom para a democracia eleições de dois em dois anos.
        Voto obrigatório: por causa da ditadura militar é necessário que o povo vote e aprenda a votar, ainda cedo para ser voto facultativo. Nos EUA e Europa com voto facultativo cade vez menos gente participa das eleições, o que é ruim para a democracia.

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