Ibope: Dilma pode ser reeleita com 76% dos votos

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O Datafolha aponta reeleição de Dilma com 56%.

O Instituto de Pesquisa Ibope/Estadão mostra que a presidenta Dilma Rousseff (PT) tem 76% de potencial de voto, quase o dobro da ex-senadora Marina Silva (Rede), com 40%, três vezes maior do que o de Aécio Neves (PSDB) e sete vezes maior do que o de Eduardo Campos (PSB).

Dos 76% de Dilma, 52% votariam com certeza e 24% poderiam votar. 20% não votariam em Dilma de jeito nenhum (a única com saldo positivo, de 56%). 4% não responderam e ninguém desconhece a presidenta.

Dos 40% de Marina, apenas 10% votariam nela com certeza e 30% poderiam votar (saldo zero). 40% não votariam de jeito nenhum. É desconhecida por 19%.

Aécio tem 25% que votariam ou poderiam votar nele, mas tem 36% de rejeição (saldo negativo de 11 pontos). 39% não o conhecem.

Eduardo Campos: apenas 10% poderiam votar, enquanto 35% não votariam de jeito nenhum (saldo negativo de 25 pontos). 54% nao o conhecem.

José Serra (PSDB) tem 35% que admitem votar nele, mas 50% não votariam de jeito nenhum (saldo negativo de 15 pontos). 14% não o conhecem.

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, tem potencial de 17% (4% com certeza e 13% poderiam).

Fernando Gabeira (PV): 7% de potencial (1% com certeza, 6% poderiam votar).

O Ibope entrevistou 2.002 eleitores em 142 municípios de todas as regiões do Brasil entre os dias 14 e 18 de março, com margem de erro de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos.

Datafolha: Dilma reeleita ainda no primeiro turno com 58%

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Segundo o Datafolha, se a eleição presidencial que ocorrerá em 2014 fosse hoje, a presidenta Dilma Rousseff (PT) seria reeleita com 58% dos votos (subiu 4 pontos), a ex-senadora e ministra petista, Marina Silva (Rede), caiu 2 pontos e teria 16%, o tucano Aécio Neves (PSDB) caiu 2 pontos e teria 10% e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), mesmo com toda a propaganda da velha mídia nas últimas semanas, subiu apenas 2 pontos e tem ínfimo 6%. Nulos e brancos: 6% e 3% não sabem.

Pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 21 de março, com 2.653 pessoas, e a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O PSOL, que na eleição de 2010 teve Plínio de Arruda Sampaio como candidato, que fez sucesso nos debates, provavelmente terá como candidato em 2014 o senador Randolfe Rodrigues (AP), ou o deputado Chico Alencar (RJ). Mas não foram incluídos na pesquisa.

O PSDB pode ainda ter como candidato o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, ou desistir da cabeça de chapa e colocar José Serra como vice de Eduardo Campos, com o intuito de unir toda a direita brasileira, junto com o PPS, PSD, DEMO, PP e PTB.

A Rede Globo, a revista Veja, os jornais Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo, junto com toda a direita conservadora e reacionária, vão fazer de tudo para minar a reeleição de Dilma.

Quem não concorda com o Estado atuando pela redução das desigualdades, pela Justiça Social, intervindo na ordem econômica e social de forma direta e indireta; quem defende o retorno das privatizações radicais da década de 90 dos governos de Fernando Collor de Mello (PRN) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB); quem quer que assuntos religiosos interfiram nas questões políticas, de interesse público e de Estado; quem almeja o mercado como soberano com relação aos direitos humanos e meio ambiente, já têm candidato: qualquer um que possa vencer Dilma.

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Será que Dilma sabe que seu Ministro privatiza inconstitucionalmente contra o PT, PDT e OAB?

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Presidenta Dilma Rousseff (PT), Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação Marco Antonio Raupp e o Ministro da Educação Aloizio Mercadante (PT)

O governo da presidenta Dilma Rousseff (PT) criou nesta quinta-feira (14) o Plano Inova Empresa, que prevê investimentos de R$ 32,9 bilhões para impulsionar a produtividade e a competitividade da economia brasileira por meio da inovação tecnológica. Até aqui tenho apenas elogios. Uma das funções do Estado é intervir e fomentar a economia.

O problema é que por influência do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Ministério da Educação (MEC), o governo federal também anunciou a criação da Empresa Brasileira para Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), que visa fomentar o processo de cooperação entre empresas nacionais, principalmente pequenas e médias, e instituições tecnológicas ou instituições privadas sem fins lucrativos voltadas a pesquisa e desenvolvimento (P&D). Terá investimentos previstos de R$ 1 bilhão para 2013 e 2014, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) e outros parceiros.

O grande erro é que a Embrapii será uma organização social (OS).

As OS foram criadas no governo neoliberal de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) para a privatização dos serviços sociais como educação, saúde, cultura, pesquisa, etc., com o intuito de burlar as licitações, os concursos públicos e os controles em geral. A ideia era repassar para ONGs, para entidades do Terceiro Setor, a gestão de entidades estatais sociais. Mas por pressão de juristas progressistas e da sociedade, o próprio FHC privatizou via OS apenas cinco entidades.

Em 1988 a OAB, o PT e o PDT entraram com duas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIns) contra a Lei 9.637/98. Pode ser que ainda em 2013 o STF julgue a lei como inconstitucional, caso siga o voto do Ministro relator Carlos Ayres Britto, agora aposentado.

 O principal defensor do modelo de privatização em tela é o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp (veja os slides que ele apresentou), que é Ministro por indicação do Ministro da Educação, Aloizio Mercadante (PT).

Raupp diz que a nova organização é inspirada nos moldes da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que atua no agronegócio. Mas a Emprapa é uma empresa pública, uma empresa estatal que faz parte da Administração Pública indireta, uma entidade que faz concurso público, licitação e é controlada pelo Tribunal de Contas da União. Enfim, respeita o regime jurídico-administrativo.

Outra referência para a criação da Embrapii foi a organização alemã Sociedade Fraunhofer. Como se modelos alienígenas se encaixassem automaticamente no ordenamento jurídico brasileiro.

Embrapii contará com a participação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), do Instituto Nacional de Tecnologia (INT/MCTI), do Rio de Janeiro; do Instituto de Pesquisa Tecnológica (IPT), de São Paulo; e do Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia (Cimatec); e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Ou seja, é a iniciativa privada lidando com milhões de reais, sem a necessidade de respeitar o regime jurídico -administrativo.

Veja a parte do discurso de Dilma sobre a Emprapii:

“Em segundo lugar, eu quero falar da Emprapii. Eu acho que a Emprapii é um dos locais do casamento, viu Robson, é um dos locais do casamento entre o setor público e o setor privado. Acho a Embrapii, a gente tem de olhar a questão da Embrapa, que foi uma grande e muito bem sucedida iniciativa do nosso país, mas eu acho que a Embrapii, ela terá uma outra característica, ela terá um diferencial. Ela precisa desta relação estreita entre empresa e órgãos do governo responsáveis pela inovação. Ela precisa da integração com os órgãos de pesquisa, os laboratórios. Ela precisa de uma relação muito mais, eu diria, híbrida do que foi a Embrapa.

Por isso, eu tenho certeza, essa Embrapa da indústria, que é a Embrapii, ela terá um papel fundamental. Ela vai ser um local de articulação das nossas relações. E isso eu acho que fará muita diferença, fará muita diferença para todos nós.” Veja o discurso completo da presidenta, clique aqui. Ouça o discurso completo, clique aqui.

O PT, atual partido da presidenta, e o PDT, ex-partido de Dilma, questionam a constitucionalidade das OS, junto com a Ordem dos Advogados do Brasil. O prefeito atual de São Paulo, Fernando Haddad (PT), se nega a utilizar o modelo das OS na cidade na área da saúde. Já que o Tribunal de Contas de São Paulo decidiu que a privatização via OS é mais cara e menos eficiente. O prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), vem questionando o modelo das OS de Curitiba chamada ICI – Instituto Curitiba de Informática, por ser uma caixa-preta que lida com milhões de reais de forma nada transparente. O ex-presidente Lula não privatizou nada via OS em seu governo.

Veja um pouco mais sobre o tema no meu livro Terceiro Setor e as Parcerias com a Administração Pública: uma análise crítica (Fórum, 2ª ed., 2010), que é a minha Dissertação de Mestrado em Direito do Estado pela UFPR: Uma análise crítica do ideário do “Terceiro Setor” no contexto neoliberal e as Parcerias entre a Administração Pública e Sociedade Civil Organizada no Brasil, e ainda o texto Estado, Ordem Social e Privatização – as terceirizações ilícitas da Administração Pública por meio das Organizações Sociais, OSCIPs e demais entidades do “terceiro setor”.

Presidenta Dilma: seus Ministros e assessores informaram detalhadamente sobre as OS? Recomendo que o modelo de privatização via OS seja descartado. Por que não criar uma empresa pública ou uma fundação estatal para exercer as funções pretendidas pela Embrapii. Seu governo já tem essa tendência na área da saúde. O discurso anti-privatização do PT pode cair por terra em 2014.

TARSO CABRAL VIOLIN – autor do Blog do Tarso, é professor de Direito Administrativo e estudioso sobre o Direito do Terceiro Setor

Veja porque o PSDB não quer comparar os governos de FHC, Lula e Dilma

A “gastança” pública dez anos depois

No Contexto Livre, divulgado pelo Engajarte

Em 2009, o PSDB soltou uma nota em que afirmava: “o Palácio do Planalto promove uma gastança…”. Em qualquer dicionário, gastança significa excesso de gastos, desperdício. A afirmação feita na nota somente tem utilidade midiática, mas não é útil para a produção de análises e discussões sérias em torno da temática das finanças públicas brasileiras.
A dívida pública deixada para o presidente Lula era superior a 60% do PIB. O déficit público nominal era de 4,4% do PIB. Esses são os números referentes a dezembro de 2002, o último mês de Fernando Henrique Cardoso na presidência.
Gasto social total per capita
De forma ideal, a administração das contas públicas deve sempre buscar a redução de dívidas e déficits. Deve-se buscar contas públicas mais sólidas. A motivação para a busca desta solidez não está no campo da moral, da ética, da religião ou do saber popular que diz “não se deve gastar mais do que se ganha”.
A motivação está no aprendizado da Economia. Aprendemos que o orçamento é um instrumento de combate ao desaquecimento econômico, ao desemprego e à falta de infraestrutura. Contudo, o orçamento somente poderá ser utilizado para cumprir estas funções se houver capacidade de gasto. E, para tanto, é necessário solidez e robustez orçamentárias. Continuar lendo

PT quer a democratização da mídia

O Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, e a presidenta Dilma Rousseff

O Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo (PT), e a presidenta Dilma Rousseff (PT)

“Democratização da mídia é urgente e inadiável”

O Diretório Nacional do PT, reunido em Fortaleza nos dias 1 e 2/3/2013, levando em consideração:

1. A decisão do governo federal de adiar a implantação de um novo marco regulatório das comunicações, anunciada em 20 de fevereiro pelo Ministério das Comunicações;

2. A isenção fiscal, no montante de R$ 60 bilhões, concedida às empresas de telecomunicações, no contexto do novo Plano Nacional de Banda Larga;

3. A necessidade de que as deliberações democraticamente aprovadas pela Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), convocada e organizada pelo governo federal e realizada em Brasília em 2009 — em especial aquelas que determinam a reforma do marco regulatório das comunicações, mudanças no regime de concessões de rádio e TV,adequação da produção e difusão de conteúdos às normas da Constituição Federal, e anistia às rádios comunitárias — sejam implementadas pela União;

4. Por fim, mas não menos importante, que o oligopólio que controla o sistema de mídia no Brasil é um dos mais fortes obstáculos, nos dias de hoje, à transformação da realidade do nosso país.

RESOLVE:

I. Conclamar o governo a reconsiderar a atitude do Ministério das Comunicações, dando início à reforma do marco regulatório das comunicações, bem como a abrir diálogo com os movimentos sociais e grupos da sociedade civil que lutam para democratizar as mídias no país;

II. No mesmo sentido, conclamar o governo a rever o pacote de isenções concedido às empresas de telecomunicações, a reiniciar o processo de recuperação da Telebrás; e a manter a neutralidade da Internet (igualdade de acesso, ameaçada por grandes interesses comerciais);

II. Apoiar a iniciativa de um Projeto de Lei de Iniciativa Popular para um novo marco regulatório das comunicações, proposto pelo Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), pela CUT e outras entidades, conclamando a militância do Partido dos Trabalhadores a se juntar decididamente a essa campanha;

III. Convocar a Conferência Nacional Extraordinária de Comunicação do PT, a ser realizada ainda em 2013, com o tema “Democratizar a Mídia e ampliar a liberdade de expressão, para Democratizar o Brasil”.

Fortaleza/CE, 01 de março de 2013.

Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores

Enquete: Dilma vence com 54%

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Resultado final da enquete do Blog do Tarso sobre a eleição presidencial de 2014. A presidenta Dilma Rousseff vence ainda no primeiro turno, com 54%. Pode ser que ainda seja candidato Eduardo Campos (PSB). No PSOL, os prováveis candidatos são Chico Alencar e Randolfe Rodrigues, e não Plínio.

Dilma Rousseff (PT) 744 54%
Aécio Neves (PSDB) 329 24%
Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) 104 8%
outro(a) 130 9%
branco ou nulo 80 6%

Se você for divulgar essa enquete, informe a seguinte frase prevista na Resolução nº 23.364 do Tribunal Superior Eleitoral, caso contrário você pode levar uma multa de R$ 53.205,00 a 106.410,00 da Justiça Eleitoral:

“Essa enquete não se trata de pesquisa eleitoral (prevista no art. 33 da Lei 9.504/97), e sim mero levantamento de opiniões, sem controle de amostra, o qual não utiliza método científico para a sua realização, dependendo, apenas, da participação espontânea do interessado.”

PT divulga vídeo sobre os 10 anos de Lula e Dilma

Não dá para continuar com Estado organizado como no século XIX

Para Pochmann, é válida comparação entre os dois projetos que surgiram no País após a ditadura: o neoliberalismo do PSDB e o desenvolvimentismo do PT.

No Viomundo. Rodrigo Martins, em CartaCapital, encaminhada via e-mail por Julio Cesar Macedo Amorim

Em discurso no ato de comemoração dos dez anos do PT à frente do governo, na noite de quarta-feira 20, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mandou um recado à oposição ao declarar que os adversários “podem juntar quem quiser” que não vão derrotar Dilma Rousseff nas eleições de 2014.

De acordo com Lula, os rivais políticos do PT estão fragilizados, “sem valores e sem propostas”. “Não temos medo de comparação, inclusive debate sobre a corrupção. Todo mundo sabe que têm duas formas de a sujeira aparecer: uma é mostrar, a outra é esconder. E eu duvido que tenha um governo na história deste país que criou mais transparência e mais instrumentos de combate à corrupção do que o nosso”.

As críticas se dirigiam ao senador mineiro Aécio Neves, virtual candidato do PSDB à Presidência, e também ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, ambos ciosos das comparações feitas pelo PT com o governo anterior, do PSDB. Aécio chegou a elaborar um documento intitulado “os 13 fracassos do PT”, no qual cita, entre outras críticas, a suposta “maquiagem fiscal”da política econômica do governo.

Durante a festa, o PT distribuiu 1,5 mil cartilhas com os avanços obtidos por seus governos, reforçando os contrastes com a gestão tucana. Os dados exaltam o êxito inegável de Lula e Dilma. A inflação cresceu num ritmo bem menor, o PIB per capita avançou quatro vezes mais, as reservas externas passaram de 37,8 bilhões para 373,1 bilhões de dólares e a produtividade aumentou 13%, diante da estagnação verificada nos anos FHC.

Apesar de o Brasil continuar entre os 12 países com pior distribuição de renda no mundo, a desigualdade recuou 11,4% nos últimos 10 anos. Enquanto o desemprego cresceu perto de 58% nos oito anos de governo tucano, na gestão petista diminuiu 38,9%. E o fenômeno foi acompanhado de uma valorização real do salário mínimo de 70%, ante um crescimento pouco menor que 30% na gestão do PSDB.

Um dia antes de os números serem oficialmente divulgados, FHC reagiu às críticas pela internet. “A gente deve comemorar a vitória do Brasil, e não ficar o tempo todo olhando para trás. Isso é coisa de criança, parece picuinha”, afirmou, em vídeo de 48 segundos.

De acordo com o economista Marcio Pochmann, presidente da Fundação Perseu Abramo, a comparação é válida por expor dois projetos distintos que surgiram no País após a ditadura, e com experiências concretas de governo: o neoliberalismo do PSDB e o desenvolvimentismo do PT. “Se antes o Estado era visto como o principal responsável pelos problemas da Nação, ele passa a ser visto como parte da solução”, afirmou, em entrevista a CartaCapital.

Na avaliação do economista, o Brasil enfrentou três décadas de regressão econômica e social, uma trajetória só interrompida com a eleição de Lula.

“Nós, brasileiros, sabemos bem qual é a maior década da nossa história recente. É precisamente a década que começamos a trabalhar agora, a década da esperança e do otimismo”, resumiu a presidenta Dilma Rousseff durante a festa.

Para marcar os dez anos de governo, o PT planeja ainda realizar uma série de 13 seminários, em diferentes capitais brasileiras, para fazer um balanço de suas gestões. O primeiro encontro será em Fortaleza, em 28 de fevereiro, com o tema “Políticas de bem-estar, direitos e desafios da inclusão social”. O debate deve reunir a ministra Tereza Campello, do Desenvolvimento Social, e o vice-presidente do PSB, Roberto Amaral.

Ao término de cada um dos seminários, os organizadores pretendem criar um documento com o diagnóstico dos palestrantes. Depois, os textos serão compilados em livro. As narrativas não devem, porém, ficar circunscritas ao registro histórico. “No próximo ano, haverá o congresso nacional do PT e certamente esses debates devem orientar na formulação de novas diretrizes do partido”, explica Pochmann, que discorre a seguir sobre os avanços e desafios do PT à frente do governo. Continuar lendo

Juntos chegaremos lá!

 AFIF

Quem não lembra do jingle de Guilherme Afif Domingos, candidato pelo PL à presidência em 1989? Era o candidato pelo Partido Liberal, que pregava contra o Estado do Bem-Estar Social, contra a Constituição Social e Democrática de 1988, que infelizmente foi muito bem votado em Curitiba, junto com Fernando Collor de Mello.

Antes disso ele foi do PDS, o partido da ARENA, o partido da ditadura militar. Depois foi para o PL, e depois foi para o PFL. Depois foi para o PSD, o partido criado por Gilberto Kassab para fugir da fidelidade partidária. Em 2010 votou e apoio José Serra, e foi eleito vice-governador de Geraldo Alckmin, em São Paulo.

Essa gente não consegue ficar fora do Poder. Agora o PSD, sedendo por cargos, apoia o governo social da presidenta Dilma Rousseff (PT) e vai ganhar um ministério. E quem será o provável ministro? Ele mesmo, o vice- do Alckmin, o “juntos chegaremos lá”, o Afif.

Será o ministro da Pequena e Média Empresa, especialmente criado para ele.

Financiamento público de campanha e voto em lista fechada diminuiriam o poder desse tipo de gente, que se mantém no poder com muito dinheiro e jogando na lata de lixo os partidos políticos.

Presidenta Dilma: sei que numa democracia e para manter a governabilidade, as vezes temos que fazer coisas que não gostaríamos e ceder. Mas acredito que o Afif ainda pode ser barrado de seu ministério. Que a força esteja com a senhora e que os integrantes do lado sombrio da força fiquem longe de seu governo!

“Dois patinhos na lagoa, vote Afif vinte e dois!”. Quem é o pato nessa história?

Dilma assina o Decreto 7.892/2013, que regulamenta o Sistema de Registro de Preços no âmbito Federal

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DECRETO Nº 7.892, DE 23 DE JANEIRO DE 2013

Regulamenta o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 15 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, e no art. 11 da Lei nº 10.520, de 17 de julho de 2002,

DECRETA:

CAPÍTULO I

DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 1º  As contratações de serviços e a aquisição de bens, quando efetuadas pelo Sistema de Registro de Preços – SRP, no âmbito da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, fundos especiais, empresas públicas, sociedades de economia mista e demais entidades controladas, direta ou indiretamente pela União, obedecerão ao disposto neste Decreto. Continuar lendo

Charge: incêndio em boate de Santa Maria mata 233 pessoas

Charge de Carlos Latuff

Charge de Carlos Latuff

A Presidenta Dilma Rousseff (PT) se emociona e emociona os brasileiros ao falar sobre a tragédia no Rio Grande do Sul – RS (divulgado pelo Blog do Esmael):

Nota de pesar de Lula e Dona Marisa:

O Brasil inteiro está triste e de luto pelas mortes ocorridas no incêndio em Santa Maria. Nesse momento difícil, expressamos nossa solidariedade aos amigos e familiares das vítimas e à toda a população da cidade, mas em especial aos pais e mães por essas perdas irreparáveis. Nossos sentimentos.

Marisa Letícia e Luiz Inácio Lula da Silva

Depoimento do governador do RS, Tarso Genro (PT), sobre a tragédia noa boate Kiss:

Dilma deu um pito nos neoliberais

Projeto de FHC para transposição do rio São Francisco foi mal feito

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Segundo o Fantástico de hoje o projeto básico da licitação para a contratação da transposição do rio São Francisco foi realizado no governo do ex-presidente FHC (PSDB). Foi mal feito e por isso o projeto executivo e a obra atrasaram.

A matéria da rede Globo mostra que o governo da presidenta Dilma Rousseff (PT) está sendo firme e cobrando das empreiteiras.

E os tucanos querem voltar em 2014 com Aécio Neves.

Charge: Lula e Dilma dominam o Paraná

Charge de hoje do Benett na Gazeta do Povo

Charge de hoje do Benett na Gazeta do Povo

Veja o post Lula e Dilma são franco favoritos para a presidência, no Paraná

Lula e Dilma são franco favoritos para a presidência, no Paraná

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Hoje na Gazeta do Povo, pesquisa mostra que tanto a presidenta Dilma Rousseff (PT) quanto o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), considerado o melhor presidente do Brasil de todos os tempos, ganham de lavada a eleição presidencial, no Estado do Paraná. Vencem fácil Marina Silva (sem partido), Eduardo Campos (PSB), Joaquim Barbosa (ministro do STF, considerado o político do ano em 2012) e os tucanos neoliberais conservadores de direita Aécio Neves (que fugiu do bafômetro do Rio de Janeiro), Geraldo Alckmin, José Serra e Alvaro Dias, todos do PSDB.

O apoio de Lula e Dilma será essencial para a vitória de Gleisi Hoffmann para governadora em 2014, contra Beto Richa (PSDB).

Por favor 2014, chega logo!

Há dez anos Lula e o PT assumiam o poder para mudar o Brasil

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Há 10 anos Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, tomava posse como Presidente da República. O primeiro trabalhador que se transformou em presidente. Foi eleito com o discurso da esperança contra o medo, e transformou um Brasil em baixa, com miséria, Administração Pública desestruturada, economia em frangalhos, após uma desastrosa gestão tucana de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), em um país com milhões de pessoas que saíram da miséria, milhões de pobres que foram para a classe-média, uma potência econômica, uma nação reconhecida internacionalmente, com o direito de organizar uma Copa do Mundo em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016, o fim das privatizações e do neoliberalismo, com uma Polícia Federal e um Ministério Público independentes que desestruturaram esquemas criminosos, entre diversas outras melhorias.

Oito anos de Lula e mais dois anos com a presidenta Dilma Rousseff (PT) mudaram o país, para melhor!

Um feliz 20PT!

 

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Dez anos de avanços – Dilma Rousseff

Brazil's President Dilma Rousseff blows a kiss to the public while giving a speech in front of Planalto Palace in Brasilia

Hoje na Folha de S. Paulo

O desafio para os próximos anos é, simultaneamente, acabar com a miséria extrema e ampliar a competitividade da economia do nosso país

Os dez anos de governos liderados pelo Partido dos Trabalhadores marcam a incorporação de uma nova agenda para o Brasil.

O combate à desigualdade social passou a ser uma política de Estado, e não mais uma ação emergencial. Os governos do presidente Lula e o meu priorizaram a educação, a saúde e a habitação para todos, a retomada dos investimentos públicos em infraestrutura e a competitividade da economia.

Na última década, raros são os países que, como o Brasil, podem se orgulhar de oferecer um futuro melhor para os seus jovens. A crise financeira, iniciada em 2007, devastou milhões de empregos e esperanças no mundo desenvolvido.

No Brasil, ocorreu o contrário. Cerca de 40 milhões de pessoas foram incorporadas à chamada nova classe média, no maior movimento de ascensão social da história do país. A miséria extrema passou a ser combatida com uma ação sistemática de apoio às famílias mais pobres e com filhos jovens.

Através do programa Brasil Carinhoso, somente em 2012 retiramos da pobreza extrema 16,4 milhões de brasileiros. Entre 2003 e 2012, a renda média do brasileiro cresceu de forma constante e a desigualdade caiu ano a ano. Nesta década, foram criados, sem perda de direitos trabalhistas, 19,4 milhões de novos empregos, sendo 4 milhões apenas nos últimos dois anos.

Reconhecer os avanços dos últimos dez anos significa também reconhecer que eles foram construídos sobre uma base sólida. Desde o fim do regime de exceção, cada presidente enfrentou os desafios do seu tempo. Eles consolidaram o Estado democrático de Direito, o funcionamento independente das instituições e a estabilidade econômica.

Acredito que os futuros governos tratarão como conquistas de toda a população nossos programas de educação -como o Pronatec, de formação técnica, o ProUni e o Ciência Sem Fronteiras- e de eficiência do Estado -como os mecanismos de monitoramento de projetos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e a transparência na prestação de contas da Lei de Acesso à Informação.

O Brasil que emerge dos últimos dez anos é um país mais inclusivo e sólido economicamente. O objetivo do meu governo é aprofundar estas conquistas.

O desafio que se impõe para os próximos anos é, simultaneamente, acabar com a miséria extrema e ampliar a competitividade da nossa economia. O meu governo tem enfrentado estas duas questões. Temos um compromisso inadiável com a redução da desigualdade social, nossa mancha histórica.

Ao longo de 2012, lançamos planos de concessões de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, que abrem as condições para um novo ciclo virtuoso de investimento produtivo. Reduzimos a carga tributária, ampliamos as desonerações na folha de pagamento e, em 2013, iremos baratear a tarifa de energia.

São medidas fundamentais para aumentar a competitividade das empresas brasileiras e gerar as condições de um crescimento sustentável.

Iremos aproveitar a exploração do pré-sal para concentrar recursos na educação, que gera oportunidades para os cidadãos e melhora a qualificação da nossa força de trabalho.

É a educação a base que irá nos transformar em um país socialmente menos injusto e economicamente mais desenvolvido. Um Brasil socialmente menos desigual, economicamente mais competitivo e mais educado. Um país que possa continuar se orgulhando de oferecer às novas gerações oportunidades de vida cada vez melhores. Um país melhor para todos.

Tenho certeza que estamos no rumo certo.

DILMA ROUSSEFF, 65, economista, é presidente da República desde janeiro de 2011

Dilma ou Lula venceriam eleição presidencial, se fosse hoje

Garanhuns - PE

Mais uma notícia ruim para a direita, para os neoliberais e para os conservadores.

Hoje a Folha de S. Paulo divulga pesquisa que mostra vitória da presidenta Dilma Rousseff (PT) ou do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, se a eleição para presidente da República fosse hoje. Dependendo dos adversários, Dilma tem entre 53% e 57%, e Lula tem 56%. Venceriam Aécio Neves, Joaquim Barbosa, José Serra. Eduardo Campos ou Marina Silva.

Dilma (PT) 57%

Marina Silva (sem partido) 18%

Aércio Neves (PSDB) 14%

ou

Dilma (PT) 54%

Marina Silva (sem partido) 18%

Aércio Neves (PSDB) 12%

Eduardo Campos (PSB) 4%

ou

Dilma (PT) 53%

Marina Silva (sem partido) 16%

Aércio Neves (PSDB) 11%

Joaquim Barbosa (sem partido) 9%

ou

Lula (PT) 56%

Marina Silva (sem partido) 13%

Joaquim Barbosa (sem partido) 10%

Aércio Neves (PSDB) 9%

Na pesquisa espontânea:

Dilma (PT) 26%

Lula (PT) 12%

Aécio Neves (PSDB) 3%

José Serra (PSDB) 2%

Marina Silva (sem partido) 1%

Luciano Ducci será a Dilma do Beto Richa?

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Partido dos Trabalhadores) é considerado o maior presidente do Brasil de todos os tempos. Mas Lula exerceu um papel político em seu governo, decidindo as grandes questões de Estado e de Governo. Quem fazia a gestão do dia-a-dia da Administração Pública Federal foi a então Ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT).

“Dilma” virou sinônimo de ótima gestora, tanto e que quando a senadora do Parana, Gleisi Hoffmann (PT), foi escolhida como Ministra da Casa Civil de Dilma. Virou a “Dilma da Dilma”.

O governo Beto Richa (PSDB) vive uma grande crise no Paraná, já na metade de sua gestão, quase nada fez. Beto vai fazer uma reforma do seu secretariado no início de 2013, para tentar salvar seu governo da tragédia.

Conforme informado em primeira mão no Blog do Tarso, Beto Richa pensa em escolher o prefeito de Curitiba derrotado ainda no primeiro turno, Luciano Ducci, como presidente da Copel, com salário de mais de R$ 50 mil. Após essa denúncia, Beto Richa talvez desista de colocar Ducci na Copel e pode fazer de Ducci o gestor do governo Richa. Ducci seria, assim, a “Dilma do Beto”. Mas é claro, com grande chance de ser um novo vexame. Se Ducci é um poste, Beto não é o Lula.

Por favor 2014, chega logo!

Parabéns Dilma pelo aniversário e pela aprovação de 78%

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Presidenta Dilma Rousseff passa o seu aniversário de 65 anos na Rússia

A presidenta Dilma Rousseff continua sendo a franca favorita para se reeleger em 2014, seja de Aécio Neves (PSDB), Geraldo Alckmin (PSDB) ou Eduardo Campos (PSB).

A pesquisa CNI/Ibope divulgada hoje informo que 78% dos brasileiros aprovam o modo de governar da presidenta Dilma. Subiu um ponto de setembro, e a desaprovação caiu de 18% para 17%.

A popularidade do governo Dilma é menor que a do segundo mandato de Lula, pois em dezembro de 2008 84% aprovaram a maneira de Lula governar, mas Dilma bate Lula se for comparado ao primeiro mandato de Lula, pois em novembro de 2004 Lula tinha 62% de aprovação.

Pesquisa realizada entre dos dias 6 e 9 de dezembro de 2012, com 2.002 eleitores com mais de 16 anos em 142 municípios, com margem de erro de dois pontos percentuais.

Parabéns Dilma pelos 65 anos!