Datafolha: Requião diminui 2 pontos a diferença para Richa no 2º turno

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Na pesquisa divulgada hoje (26) do Datafolha que mostra que a rejeição contra Beto Richa (PSDB) no Paraná subiu dois pontos, e está maior do que a rejeição contra Gleisi Hoffmann do PT, aponta também que no segundo turno a diferença entre Richa e Roberto Requião (PMDB) caiu dois pontos, era 51% a 36% e agora é 51% a 38%.

E há suspeita de que o Datafolha esteja aumentando os números de Richa.

Datafolha: sobe 2 pontos rejeição contra Beto Richa no Paraná, que é mais rejeitado do que Gleisi do PT

Na pesquisa Datafolha/RPC TV/TV Globo para o governo do estado do Paraná Beto Richa (PSDB), o candidato oficial da reeleição, aparece com 45%, o senador Roberto Requião (PMDB) tem 30% e Gleisi Hoffmann (PT) 10%.

No segundo turno Richa teria 51% e Requião 38%.

A estratégia da Folha é tentar garantir a eleição de Richa no primeiro turno. Hoje mostrou em seu site que a primeira dama do Paraná é amada por todos, o que é uma mentira.

Requião tem rejeição de 26% (tinha 25%), a rejeição a Richa subiu 2 pontos e agora é 20% e a rejeição a Gleisi caiu um ponto e foi para 19%.

O Datafolha ouviu 1.333 eleitores entre quinta (25) e sexta-feira (26), com margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou menos, registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com os números PR-00039/2014 e BR-00782/2014.

Estudo mostra que com UPS de Beto Richa ocorreu aumento de ameaças e lesões e que não houve impacto significativo no combate a crimes relacionados às drogas

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Uma pesquisa apresentada no VIII Encontro da ANDHEP – Associação Nacional de Direitos Humanos, Pesquisa e Pós-Graduação, cujo tema foi “Políticas Públicas para a Segurança Pública e Direitos Humanos”, professores e estudiosos paranaenses apresentaram um estudo que comprova que com a implementação das Unidades Paraná Seguro (UPS) no governo Beto Richa (PSDB) houve um aumento das ocorrências de ameaças e lesões e que não houve impacto significativo no combate a crimes relacionados às drogas.

Houve redução nos homicídios e nos crimes contra o patrimônio, mas o estudo não pesquisou se isso ocorreu apenas em insulamentos e região ou em toda a cidade. Não adiantaria resultados positivos em determinadas regiões e aumento em outras sem UPS.

Veja o texto UNIDADES PARANÁ SEGURO E SEGURANÇA PÚBLICA NO MUNICÍPIO DE CURITIBA: uma avaliação quantitativa local da implementação das unidades, e Andréa Benetti Carvalho de Oliveira, Thomaz Teodorovicz, Luiz Alberto Esteves e Marlon Alves Cardozo, publicado nos Anais do VIII Encontro da ANDHEP.

Alvaro Dias sobre Beto Richa: Paraná vai mal, não tomou posse, incompetência e desonestidade

Há pouco tempo, entre 2011 e 2012, o senador Alvaro Dias (PSDB) disse que o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), faz o Paraná ir mal, que parece que Beto não tomou posse, e que o Paraná não pode ser submetido a incompetência e desonestidade.

Se Alvaro Dias mentiu não pode ser reeleito.

Se Alvaro Dias falou a verdade o Beto Richa não pode ser reeleito.

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Beto Richa e os fantasmas

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Abuso de Poder: Richa terá que explicar repasse de recursos para jornais que enaltecem ações do governo

Falta transparência no Governo Beto Richa

Falta transparência no Governo Beto Richa

A coligação Paraná Olhando pra Frente entrou na Justiça Eleitoral com uma ação contra o candidato à reeleição, governador Beto Richa (PSDB), por abuso de poder político, econômico e uso indevido dos meios de comunicação.

Na ação, a coligação de Gleisi Hoffmann cita 13 jornais que vêm recebendo recursos do governo do estado e sistematicamente dispensam tratamento privilegiado a Beto Richa em seu conteúdo editorial.

Os jornais citados na ação são: Diário do Noroeste (Paranavaí); Diário do Norte (Maringá); O Presente (Ponta Grossa); O Paraná, Hoje e Tribuna do Povo (Cascavel); Folha de Londrina (Londrina); Diário dos Campos (Ponta Grossa); Diário de Guarapuava e Diário do Sudoeste (Guarapuava e Pato Branco); Gazeta do Paraná (Cascavel); Jornal de Beltrão (Francisco Beltrão); Gazeta Regional (Goioerê).

“O Governo Beto Richa, conforme afirma o próprio Tribunal de Contas, aumentou em 668% os gastos com publicidade.  Não surpreende, portanto, o tratamento dispensado por alguns jornais ao candidato à reeleição. Esse jornais que indicamos na ação receberam mais de R$ 5 milhões da atual administração”, explica o coordenador jurídico da coligação Paraná Olhando pra Frente, Luiz Fernando Pereira.

Caso seja condenado, o atual governador está sujeito inclusive a cassação do registro de candidatura. Na hipótese do julgamento ocorrer após a eleição e o governador for reeleito, estará sujeito a cassação do mandato.

VEJA A ÍNTEGRA DA DECISÃO AQUI

Pedágio de Beto Richa é ainda mais caro que o de Jaime Lerner

Anunciada pelo governador Beto Richa como uma obra “memorável”, a PR 323, no trecho de Maringá a Francisco Alves, que foi privatizada por um período de 30 anos e será duplicada, terá uma tarifa 20% mais alta do que as cobradas pela Viapar, que possui concessões na região de Maringá desde o governo de Jaime Lerner, consideradas até então as mais caras do Brasil.

A tarifa definida pelo governo Richa para o pedágio da PR 323 também é 9% mais alta do que a média das estradas que foram privatizadas pelo ex-governador Lerner por um período de 24 anos e 276% mais cara que as tarifas das estradas pedagiadas pelo governo federal que cortam o Paraná.

O cálculo leva em consideração os 163 km dos 220 km da estrada que serão duplicados em até 5 anos após o início das obras. O restante deverá ser duplicado somente no 16º ano dos 30 anos do período de concessão.

De acordo com o preço da tarifa, que será de R$ 15,60 (R$ 3,90 em cada uma das quatro praças de pedágio), dividido pelo trecho duplicado, o contribuinte paranaense vai ter que desembolsar 10,9 centavos por quilômetro rodado, contra 9 centavos que atualmente desembolsa em média nas estradas privatizadas por Lerner. Esse custo leva em conta os 7,1 centavos pagos pelo usuário da PR 323 mais os 3,8 centavos por quilômetro correspondentes à contrapartida de R$ 2,7 bilhões do Estado do Paraná, já que a obra é uma PPP (Parceria Público-Privada).

Além da tarifa de pedágio abusiva, a duplicação da PR 323 custará caro mesmo para quem não utilizará a estrada. A duplicação da estrada está orçada em R$ 7,8 bilhões, sendo R$ 5,1 bilhões oriundos da receita do pedágio e R$ 2,7 bilhões pagos pelo Governo do Paraná para a empreiteira Odebrecht.

Ou seja, o contrato assinado por Richa determina que o governo do Paraná deposite R$ 95,7 milhões por ano à empreiteira, pelo período de 30 anos, em parcelas de quase R$ 8 milhões por mês.

Para se ter uma ideia, R$ 95,7 milhões por ano é cerca de 25% do total de investimentos do Paraná em rodovias estaduais, uma malha rodoviária de mais de 11 mil quilômetros. Isso significa que com os R$ 2,7 bilhões desembolsados pelo Paraná para duplicar a PR 323 seria possível conservar todas as rodovias do Paraná por um período superior a sete anos.

De acordo com cálculos de técnicos do próprio DER-PR, os R$ 2,7 bilhões que sairão dos cofres públicos para pagar a empreiteira Odebrecht poderiam servir para um plano de investimentos em mais de 1 mil quilômetros de estradas estaduais por ano, atendendo a todas as regiões do Estado.

Enquanto as estradas do ex-governador Lerner foram privatizadas com uma praça de pedágio a cada 80 km, a estrada privatizada por Beto Richa conta com uma praça de pedágio a cada 55 km.

O contrato de privatização da PR 323 fica ainda mais desvantajoso aos paranaenses se for observado que os R$ 2,7 bilhões da contrapartida do governo do Paraná ainda subsidiarão o transporte de cargas de longa distância de estados como Mato Grosso do Sul e São Paulo, sem que esses estados invistam sequer um centavo na obra.

 

Por unanimidade, TRE confirma irregularidades nas contas de campanha de Beto Richa

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Decisão pode resultar na reprovação das contas de Richa.

A manifestação atende a representação da coligação Paraná Olhando pra Frente, que tem Gleisi Hoffmann como candidata à governadora.

Contrariando a legislação eleitoral, Richa entregou zerada a primeira prestação de contas, alegando que não arrecadou e nem gastou nada em um mês de campanha.

As regras de contabilidade de campanha – estabelecidas pela resolução 23.406 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – deixam claro que “os gastos eleitorais efetivam-se na data da sua contratação, independentemente da realização do seu pagamento”.

Na decisão, a Corte acompanha manifestação da relatora, desembargadora Renata Baganha, que afirma que “os elementos e fundamentos trazidos aos autos confirmam que houve, efetivamente, o descumprimento do dever legal de prestar contas parciais pelos representados, do que, por si só, decorre a quebra dos princípios de isonomia e transparência necessária à democracia e à condução do pleito eleitoral, o que ocasiona a ausência de igualdade e oportunidade entre os candidatos”.

Para comprovar que Richa havia realizado gastos no primeiro mês de campanha, a coligação de Gleisi Hoffmann apresentou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR) adesivos, panfletos, fotos e notícias veiculadas na internet que mostram o governador inaugurando comitês e participando de eventos de campanha em diversas regiões do Paraná.

Em outro trecho, a relatora reafirma que “foram ao menos contratados, pelos representados, diversas despesas de campanha, as quais, em infração aos artigos supra mencionados, não haviam sido apresentados nas contas parciais, ferindo a igualdade do pleito”.

Confira a íntegra da decisão

Denúncia contra a campanha de Beto Richa

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Olá Tarso, após ler a sua matéria https://blogdotarso.com/2014/09/20/discurso-de-odio-contra-o-pt-e-a-politica-mata-militante-do-partido-em-curitiba, encaminho a denúncia que enviei ao TRE sobre um ameaça que recebi quando estava atravessando a rua próximo a cavaletes do Beto Richa:
Olá. Venho fazer uma denúncia referente aos cabos eleitorais do Candidato Beto Richa.
Hoje, 17/09 próximo às 21h30 eu estava indo atravessar a rua. Quando parei ao lado de um cavalete eleitoral aguardando os carros passarem. Na Av. Manoel Ribas esquina com  R. Jacarezinho, Mercês – Curitiba
Nesse momento, um cabo eleitoral que estava recolhendo as placas veio pra cima de mim dizendo que eu ia queimar a placa dele, sendo que sequer tocado na placa eu tinha.
No momento em que ele e mais um senhor vierem para me agredir, passou uma viatura da Guarda Municipal quando pedi ajuda. Os guardas orientaram de que como não houve agressão não seria necessário registrar B.O. Eu realmente me senti humilhado, ofendido e ameaçado por esses cabos eleitorais.
Inclusive fotografei a placa do carro deles.

Ministros desmentem e desmascaram Beto Richa: ele queria a prorrogação dos contratos de pedágio!

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Hoje na Gazeta do Povo:

Ministros dizem que Richa levou a Dilma prorrogação do pedágio

Cesar Borges, dos Portos, e Ideli Salvatti, ex-Relações Institucionais, confirmam versão de Gleisi Hoffmann. Ex-secretário estadual nega

Publicado em 20/09/2014 | ANDRÉ GONÇALVES, CORRESPONDENTE

Relatos divergentes da última audiência em que a presidente Dilma Rousseff (PT) recebeu o governador Beto Richa (PSDB) acirram o debate eleitoral sobre as concessões de pedágio no Paraná. Dois ministros que acompanharam o encontro – Cesar Borges (ex-Transportes, atualmente nos Portos) e Ideli Salvatti (ex-Relações Institucionais, hoje na Secretaria de Direitos Humanos) – confirmaram a declaração da senadora e candidata Palácio Iguaçu, Gleisi Hoffmann (PT), de que Richa teria apresentado a Dilma uma proposta de renovação dos contratos com as atuais concessionárias. Já o ex-chefe da Casa Civil do governo do estado, Reinhold Stephanes, disse que foi ele quem falou sobre pedágio na reunião, apenas como uma “consulta” em torno de três hipóteses.

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Secretário de Beto Richa e marido de sua vice recebeu dinheiro de empresa envolvida na operação Lava Jato

O futuro governador Beto Richa, sua esposa Fernanda, Maria Vitória e seus pais, a deputada estadual Cida Borghetti e o deputado federal Ricardo Barros, que foi indicado para Secretaria de Indústria e Comércio, durante a diplomação dos eleitos no Paraná, dia 17, no Teatro Positivo, em Curitiba

Tudo em família. Beto Richa, que dificilmente conseguirá ser reeleito, sua esposa Fernanda, a candidata a deputada estadual Maria Vitória, filhas de Cida e Ricardo, Cida Borghetti, candidata a vice de Beto e esposa de Ricardo, e Ricardo Barros, ex-Secretaria de Indústria e Comércio de Beto e candidato a deputado federal, que recebeu uma grana alta das empresas envolvidas na Operação Lava Jato

A matéria de hoje publicada na Gazeta do Povo tenta poupar o governador Beto Richa (PSDB), mas não é possível. Pode ser a matéria que vai tirar de vez a possibilidade de reeleição do governador, que é considerado o pior de todos os tempos no Paraná.

No Paraná existem famílias que dominam a política do estado. A Família Richa é uma delas. A outra é a família Barros. Ricardo pai, Cida esposa, Maria e filha, Juliano Borghetti, irmão, ex-vereador de Curitiba envolvido na briga da torcida do Atlético em Joinville, marido de Renata Bueno, filha de Rubens Bueno, e por aí vai…

Empresas suspeitas investigadas na Operação Lava Jato pela Polícia Federal (PF) no esquema de lavagem de dinheiro que teria desviado R$ 10 bilhões, mantiveram doações para Ricardo Barros (PP), de acordo com dados disponíveis no sistema de prestação de contas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

São pelo menos sete das empresas investigadas na Operação Lava Jato que doaram R$ 122,3 milhões a partidos e candidatos.

Segundo o TSE o PP de Ricardo Barros direcionou a candidatos no Paraná doa­ções de R$ 880 mil da Galvão Engenharia e de R$ 100 mil da Queiroz Galvão Alimentos (mesmo grupo da construtora Queiroz Galvão citada na investigação).

Foram beneficiados o deputado Nelson Meurer (presidente do PP-PR), que recebeu R$ 250 mil, o deputado Ricardo Barros (R$ 180 mil) e Dilceu Sperafico (R$ 150 mil), entre outros.

A doação de R$ 100 mil da Queiroz Galvão foi direcionada integralmente para o maringaense Ricardo Barros. Tesoureiro nacional do PP e ex-secretário de Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul do governo Beto Richa (PSDB).

Barros repassou parte do dinheiro para candidatos de outros dois partidos: R$ 50 mil para o vereador de Curitiba Tico Kuzma (Pros) e R$ 20 mil para o ex-presidente do Instituto das Águas do Paraná, autarquia vinculada à Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Márcio Nunes (PSC), ambos candidatos a deputado estadual.

Ricardo Barros simplesmente respondeu que está em conformidade com a lei eleitoral.

Escândalo dos Fantasmas pode inviabilizar campanha de Beto Richa

Vejam o escândalo sobre o governador Beto Richa (PSDB) que foi publicado hoje na Gazeta do Povo:

MP abre inquérito para investigar supostos fantasmas de Richa

Apuração é desdobramento do caso gafanhoto e envolve ex-funcionários do gabinete de Beto quando ele era deputado estadual

GUILHERME VOITCH

O Ministério Público Estadual do Paraná (MP) abriu, no último dia 29, um inquérito para apurar a suposta existência de funcionários fantasmas na Assembleia Legislativa lotados no gabinete do então deputado Beto Richa (PSDB), atual governador do estado. A investigação é um desdobramento do inquérito instaurado em 2007 pelo MP para apurar o chamado esquema gafanhoto dentro da Assembleia. O esquema, que teria funcionado até 2004, consistia no depósito dos salários de vários servidores do Legislativo na conta de uma única pessoa, normalmente ligada a um deputado, que lidava com o dinheiro.

Segundo o MP, “atualmen­­te, os autos encontram-se em trâmite no âmbito na Sub­­pro­­curadoria-Geral de Justiça para Assuntos Jurí­­dicos, tendo sido realizadas várias diligên­­cias, mas ainda pendentes de complementação”. É a Subpro­­cu­­radoria que atua, por delegação, em processos de competência do procurador-geral – caso do inquérito atual, que envolve o governador do estado.

O nome de Richa, que foi deputado estadual entre 1995 e 2000, nunca havia aparecido entre os citados no esquema gafanhoto. O governador, porém, se viu envolvido em outra polêmica relacionada ao Legislativo estadual. Verônica Durau, sogra do antigo chefe de gabinete de Richa na Assembleia, Ezequias Moreira, recebeu salários da Assembleia durante 11 anos sem trabalhar. Ezequias é quem teria ficado com o dinheiro. O episódio, divulgado pela Gazeta do Povo em 2007, ficou conhecido como “caso da sogra fantasma”.

Ezequias respondeu a dois processos sobre o caso. Na esfera civil, ele fez um acordo com a Justiça e devolveu mais de R$ 500 mil que teria recebido de forma indevida, por meio dos salários pagos a Verônica. Já a ação penal tramita no Tribunal de Justiça (TJ), pois Ezequias tem foro privilegiado. Ele foi nomeado por Richa secretário especial do Cerimonial e Relações Internacionais, em junho do ano passado. A nomeação ocorreu na véspera de uma audiência na 5.ª Vara Criminal de Curitiba, em que Ezequias poderia ser condenado.

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O Ibope mente no Paraná ao inflar Beto Richa

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O Ibope é o instituto menos confiável do Brasil. Depois de tentar salvar Aécio Neves e o PSDB e com denúncia graves contra o Ibope do Paraná, o Instituo continua querendo interferir nas eleições do estado do Paraná.

Ontem o menos pior instituto Datafolha mostrou que a diferença entre o governador Beto Richa (PSDB) e o senador Roberto Requião (PMDB) desabou 5 pontos, a rejeição a Richa subiu 2 pontos, que Requião subiu 9 pontos e está na frente de Beto Richa em Curitiba e Região Metropolitana, e que Requião já vence Beto no 2º turno em Curitiba e RMC.

O Datafolha divulgou ontem que Beto com 44%, o senador Roberto Requião (PMDB) subiu dois pontos e está com 30%, a senadora Gleisi Hoffmann (PT) 10%, Ogier Buchi (PRP) 1% e os demais candidatos Bernardo Pilotto (PSOL), Geonisio Marinho (PRTB), Rodrigo Tomazini (PSTU) e Tulio Bandeira (PTC) 0%, brancos/nulos 6% e não sabe 9%.

No segundo turno Beto Richa caiu dois pontos para 51%, Requião subiu 3 pontos para 36%, branco/nulo 7% e não sabe/não respondeu 6%. A diferença despencou de 20 para 15 pontos.

A rejeição a Beto Richa subiu de 16% para 18%, Requião 25%, Gleisi 20%.

Já o suspeito e pouquíssimo confiável Ibope acabou de divulgar que Richa está com 47% (3 pontos mais do que o Datafolha), Requião 30%, Gleisi 12%, Ogier Buchi (PRP) 1% e os outros quatro candidatos somados não chegam a 1%.

Ou seja, o Ibope inflou os números para Beto Richa.

O Ibope diz que no segundo turno Beto tem 54% (3 pontos mais do que o Datafolha) e Requião 36%.

Novamente o Ibope mostra mais intenção de voto para Beto do que a realidade mostrada pelo Datafolha.

Na questão da rejeição o Ibope também mente ao dizer que Gleisi tem 4 pontos a mais do que o Datafolha e que Richa tem 3 pontos a menos do que no levantamento do Datafolha.

A pesquisa foi realizada entre os dias 16 a 18 de setembro com 1.204 eleitores em 67, com margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos e nível de confiança de 95%, registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) sob o número 00037/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR- 00685/2014.

Requião já vence Beto Richa no 2º turno em Curitiba e Região Metropolitana

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Requião e Gleisi votam em Dilma no Paraná

A última pesquisa Datafolha aponta queda na diferença entre Beto Richa (PSDB) e Roberto Requião (PMDB) de 20 para 15 pontos no segundo turno. Beto tinha 53% e caiu para 51% e Requião tinha 33% e subiu para 36%.

Mas uma das informações mais importantes da pesquisa é que em Curitiba e em sua região metropolitana Requião já está ganhando de Beto também no 2º turno. Requião subiu muito de 35% para 43% e Beto caiu de 44% para 42%.

A tendência é que a rejeição a Beto de Curitiba e RMC, que o conhece muito bem, e sabe o quanto ruim ele é, se espalhe por todo o estado até o dia das eleições.

Hoje Requião é o favorito para ser o próximo governador do Paraná.

Veja a pesquisa completa clicando aqui.

Requião sobe 9 pontos e está na frente de Beto Richa em Curitiba e Região Metropolitana

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Na última pesquisa do Datafolha que mostra diferença entre Beto Richa e Requião desabando 5 pontos em todo o Paraná e rejeição a Richa subindo 2 pontos, se contarmos apenas Curitiba e Região Metropolitana o senador Roberto Requião (PMDB) subiu 9 pontos e está na frente do governador Beto Richa (PSDB), o candidato oficial da reeleição.

Em Curitiba e RMC Requião subiu 9 pontos para 37% e Richa caiu 3 pontos e tem 36%. A senadora Gleisi Hoffmann (PT) subiu um ponto e agora tem 10%.

Se contarmos apenas o município de Curitiba Beto também está decadente, pois perdeu 4 pontos e tem 37%, enquanto Requião subiu 4 pontos e já tem 33% na estimulada.

Na espontânea Requião já tem 29% e Richa apenas 26% em Curitiba e RMC.

Em todo o Paraná o que também está causando desespero na milionária campanha de Richa é que entre as mulheres Richa perdeu 4 pontos e Requião subiu 5 pontos, entre os adolescentes de 16 a 24 anos Beto caiu 5 pontos e Requião subiu 3 pontos, entre os jovens de 25 a 34 anos Beto caiu 4 pontos e Requião subiu 6 pontos, entre as pessoas com mais de 60 anos Beto caiu 2 pontos e Requião subiu 9 pontos. Em cidades grandes com mais de 500 mil habitantes Beto despencou 6 pontos e Requião subiu 3 pontos, e em cidades entre 200 e 500  mil habitantes Requião subiu 4 pontos.

Na espontânea Requião já está na frente entre os adolescentes e jovens de 16 a 24 anos, com 21% contra apenas 17% do tucano.

Beto Richa fugiu de debate com Requião, Gleisi e Bernardo Pilotto

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Cadeira vazia de Beto Richa no debate. Foto da assessoria da Gleisi Governadora 13

O governador do Paraná Beto Richa (PSDB) fugiu do debate na TV Sudoeste (Rede TV!), no município de Pato Branco, que já estava marcado há 55 dias.

Os vencedores do debate foram os senadores Roberto Requião (PMDB) e Gleisi Hoffmann (PT) e o servidor público Bernardo Pilotto (PSOL), que bateram bastante no ausente fujão.

Beto Richa é considerado o pior governador do Paraná de todos os tempos, mas ainda se mantém bem em duvidosas pesquisas graças a um tempo muito grande no horário eleitoral, uma campanha milionária e muito apoio da velha mídia, na qual foi despejado dinheiro público com publicidade.

Única derrota de Requião se deveu a propina no Banestado e Caixa 2 de Jaime Lerner

A única derrota eleitoral do senador Roberto Requião (PMDB) se deveu a propina no Banestado e Caixa Dois na campanha do ex-governador Jaime Lerner (ex-PFL), vencedor na tentativa de reeleição em 1998 ao governo do Paraná.

A Justiça Federal condenou na última quarta-feira (17) o doleiro Alberto Youssef por crime de corrupção ativa a quatro anos e quatro meses de prisão por empréstimos fraudulentos que fez no Banestado.

Segundo o juiz Sérgio Moro parte da propina arrecadada pelo doleiro teria sido usada como “recurso não-contabilizado” (caixa 2) na campanha de Jaime Lerner. O empréstimo de US$ 1,5 milhão feito para a empresa Jabur Toyopar não foi pago, causando prejuízos ao Banco Banestado: “O crime de corrupção, além de figurar como causa do empréstimo, gerou distorções no processo democrático eleitoral, já que a vantagem indevida, de cerca de US$ 130 mil foi desviada como recurso não-contabilizado para a campanha eleitoral, o que eleva a gravidade do crime. (…) Os valores teriam como destinatário o então acusado Giovani Gionédis [presidente do Conselho de Administração do Banestado] que os teria recolhido para a campanha eleitoral de 1998 do ex-governador Jaime Lerner”, segundo a Gazeta do Povo.

O atual governador Beto Richa era deputado estadual da base de apoio de Lerner na época, e votou pela privatização do Banestado. Essa gente quebrou o banco e depois o vendeu a preço de banana para o Itaú, e dexou toda a dívida do banco a cargo do povo paranaense.

Itaú que agora é um dos principais financiadores e apoiadores de Marina Silva (PSB, ex-PV, ex-PT, futura Rede Sustentabilidade) para a presidência.

Veja mais uma parte da matéria da Gazeta: Continuar lendo

Datafolha: diferença entre Beto Richa e Requião desaba 5 pontos e rejeição a Richa sobe 2 pontos

Sem ocorrer nada de diferente desde a última pesquisa em 8 e 9 de setembro, o Datafolha, após dar uma “ajudinha” para a campanha do governador Beto Richa (PSDB), mostrando de forma inacreditável aumento de percentual do tucano e queda de seus adversários, começa a arrumar a pesquisa para não passar tanta vergonha com a apuração dos votos para governador do estado do Paraná.

O Datafolha divulgou (19) pesquisa comprada pela RPC TV/Globo/Folha de S. Paulo que aponta Beto com 44%, o senador Roberto Requião (PMDB) subiu dois pontos e está com 30%, a senadora Gleisi Hoffmann (PT) 10%, Ogier Buchi (PRP) 1% e os demais candidatos Bernardo Pilotto (PSOL), Geonisio Marinho (PRTB), Rodrigo Tomazini (PSTU) e Tulio Bandeira (PTC) 0%, brancos/nulos 6% e não sabe 9%.

No segundo turno Beto Richa caiu dois pontos para 51%, Requião subiu 3 pontos para 36%, branco/nulo 7% e não sabe/não respondeu 6%. A diferença despencou de 20 para 15 pontos.

A rejeição a Beto Richa subiu de 16% para 18%, Requião 25%, Gleisi 20%.

Pesquisa realizada entre os dias 17 e 18 de setembro com 1.256 eleitores em 46 municípios, com margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%, registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo número PR-00035/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo número BR-00665/2014.

Para o Senado Alvaro Dias (PSDB) tem 59%, Ricardo Gomyde (PC do B) e Marcelo Almeida (PMDB) 6% cada e os demais somam 3% juntos (Adilson Senador da Família (PRTB) 1%, Mauri Viana (PRP) 1%, Professor Piva (PSOL) 1%, Castagna (PSTU) 0% e Luiz Barbara (PTC) 0%).

Beto Richa, Álvaro Dias e Aécio Neves possuem militantes falsos no twitter

Por Rennan Martins

Diretamente de Brasília, exclusivo para o Blog do Tarso

Navegando pelo twitter é possível encontrar perfis, falsos e verdadeiros, promovendo as mais diversas causas, defendendo e atacando ideias. No cenário da corrida eleitoral, alguns candidatos contam com a potência de suas propostas e discurso, outros, desprovidos de habilidade, acabam recorrendo a militantes falsos.

Esse é o caso dos candidatos do PSDB, Beto Richa, Álvaro Dias e Aécio Neves. Em uma rápida análise, encontra-se diversos perfis que se mostram falsos, os ditos robôs. Comecemos pelo perfil @lucivalin, com primeira participação datada do dia 1 de setembro.

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Reparem que não há imagem de fundo nem descrição de perfil, algo pouco comum em usuários reais que acessam o Twitter com regularidade. Dos perfis que @lucivalin segue, os últimos três são ligados ao tucanato. Analisando o conteúdo dos tweets, só se acha propagandas positivas de Beto Richa, Aécio Neves e Álvaro Dias e ataques a oposicionistas, principalmente os ligados ao PT.

Passemos para outro usuário que constantemente interage com @lucivalin, @catrinalopess, que iniciou as atividades no dia 18 de agosto. Examinemos o print:

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Como podem constatar, também não há capa nem descrição, e todo conteúdo divulgado por Catrina Lopes, coincidentemente, promove a imagem dos tucanos. No momento da análise, as últimas 10 participações deste perfil se limitaram a retuitar conteúdo de contas pró Beto Richa, como a @Beto45Digital.

Passemos agora a conta registrada como @Marcelino1559. Segue o print:

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Mais uma vez, não há capa nem descrição, e outra vez o perfil iniciou atividades nas proximidades das eleições, mais precisamente no dia 20 de agosto. Os conteúdos divulgados por Cleber Marcelino são todos favoráveis a Beto Richa, Aécio Neves e Álvaro Dias, sendo as últimas dez participações se referindo a Beto ou a Aécio.

É realmente muito intrigante a atividade destes perfis, todos eles parecem obcecados por política, todos tem predileção pelos candidatos do PSDB, todos se registraram na rede há poucos dias do 5 de outubro.

Finalizando, fiquem com prints de alguns dos seguidores de @lucivalin, também muito parecidos com os perfis aqui estudados.

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PS: Reparem que a mesma foto é usada nos perfis de @catrinalopess e @1RobertaSonho.

Requião diz que há roubalheira na Copel no governo Beto Richa

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O senador Roberto Requião (PMDB), candidato ao governo do Paraná, foi muito bem na entrevista para a RPCV-Globo e disse que há roubalheira na Copel no governo Beto Richa (PSDB) e incompetência na gestão dos presídios, entre outras áreas como Sanepar, concessão das estradas (pedágio), etc.

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