Poeta Onildo Barbosa homenageia Lula e Dilma

Dilma_e_Lula_2_turno

Gleisi comemora redução da pobreza no Brasil graças a Lula e Dilma

Captura de Tela 2014-09-05 às 21.16.43

A candidata ao governo pela Coligação Paraná Olhando Pra Frente, Gleisi Hoffmann, comemora a redução no índice de pobreza do país. De acordo com estudo do Banco Mundial, a pobreza crônica no Brasil, que considera privações além da renda, caiu de 6,7% para 1,6% da população no período de oito anos – entre 2004 e 2012 –, segundo estudo do Banco Mundial. A queda é de 76%.

Gleisi destaca que o resultado do estado é reflexo das políticas sociais dos governos Lula e Dilma, como o Plano Brasil Sem Miséria, organizado de forma a enfrentar a pobreza em suas diferentes dimensões, garantindo renda, mas também cuidando de melhorar as oportunidades para inserção econômica dessas famílias, assim como o seu acesso a serviços.

“O processo de ascensão social dos mais pobres, iniciado com o nosso querido presidente Lula, está acelerado, fazendo do Brasil uma nação dominantemente de classe média. Nos últimos anos, os governos do PT conseguiram tirar 36 milhões de pessoas da extrema pobreza; outros 42 milhões de brasileiros ascenderam à classe média. A verdade é que nós estamos mudando a nossa realidade e as nossas políticas sociais são exemplo para todo o mundo”, comemora Gleisi.

O estudo foi apresentado por economistas do Banco Mundial e considerou pobres de renda aqueles que ganham até R$ 140 mensais. O valor é maior do que a linha de extrema pobreza brasileira, de R$ 77 mensais (equivalente a US$1,25 diário). Se a pobreza crônica considerasse apenas a população em situação de miséria, o percentual da redução seria ainda menor do que o 1,6% da população identificada pelos autores do trabalho.

O trabalho, focado na pobreza multidimensional, considerou, além da renda, sete dimensões da pobreza: se as crianças e adolescentes até 17 anos estão na escola, os anos de escolaridade dos adultos, o acesso à água potável e saneamento, eletricidade, condições de moradia e, finalmente, a bens, como telefone, fogão e geladeira.

A pobreza é considerada crônica quando são registradas privações em pelo menos quatro das sete dimensões. O estudo utilizou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), produzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

59% dos brasileiros são contrários à privatização da Petrobras

empresas-mais-ricas-do-brasil-petrobras-e-vale-9

Segundo a pesquisa Ibope divulgada ontem, 59% dos brasileiros são contrários à privatização da Petrobras.

O percentual aumenta entre os que têm ensino superior (70%), e infelizmente diminui entre os moradores do sul (50%), mais privatistas.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) queria vender a empresa estatal e chegou a querer mudar o seu nome para Petrobrax, pois entendia que o “bras” do final do nome queimava a cara da empresa por ligá-la ao Brasil.

O Pastor Everaldo (PSC) é o único dos candidatos que confessa que quer vender a empresa, mas sabemos que os candidatos Aécio Neves (PSDB) e Maraina Silva (PSB, ex-PT, ex-PV, futura Rede Sustentabilidade) são contrários à atuação direta de empresas estatais na economia.

A Petrobras é essencial para a garantia do desenvolvimento nacional sustentável do Brasil, e aumento muito seus gastos em investimentos e diminuiu suas terceirizações durante os governos de Lula e Dilma, do Partido dos Trabalhadores.

Viva a Petrobras!

Luther King Jr, anistia, CUT

Edésio e Lula nos anos 80

Por Edésio Passos

A 28 de agosto, em momentos distintos, mas num mesmo rumo, acontecimentos fundamentais para a história dos povos da América marcaram as vidas do mundo contemporâneo, assinalando o porvir de melhores dias. Em 1963, os negros norte-americanos, liderados por Martin Luther King Jr, realizaram a Marcha sobre Washington por “Trabalho e Liberdade”.

Naquele histórico ato, diante de quase 300 mil pessoas, Luther King Jr pronunciou uma das mais famosas orações políticas. Suas palavras de reafirmação dos direitos humanos ecoam até hoje:

“Eu tenho um sonho no qual um dia esta nação se erguerá e viverá o verdadeiro princípio do seu credo: Nós acreditamos que esta verdade é auto-evidente, de que todos os homens são criados iguais.

Eu tenho um sonho: o de que, um dia, nas colinas vermelhas da Geórgia, os filhos dos antigos escravos poderão sentar-se juntos à mesa da fraternidade.

Eu tenho um sonho: o de que, um dia, mesmo o Estado do Mississipi, um Estado ora sufocado sob o ódio da opressão, será transformado em um oásis de liberdade e de justiça.

Eu tenho um sonho: o de que meus quatro filhinhos, um dia, viverão numa nação onde eles não serão julgados pela cor de sua pele, mas pela essência de seu caráter”.

O movimento libertário e por trabalho conseguiu vitória política com a aprovação do Ato dos Direitos Civis, em 1964, e a Lei dos Direitos de Voto, em 1965. Mas, depois, o dia era a quatro do mês de abril do ano de mil novecentos e sessenta e oito. A hora, um minuto depois das dezoito. O local, a varanda do segundo andar de um hotel em Lorraine, Memphis, Tennessee, Estados Unidos da América do Norte. O homem era o doutor Martin Luther King, Junior, com trinta e nove anos de idade, Prêmio Nobel da Paz de 1964. Ali pagou o alto preço pela sua coragem, discernimento e ousadia: foi assassinado, alvejado por um tiro. Mas ele próprio já tinha se preparado para esse momento quando afirmou: “Se você não está pronto para morrer por alguma coisa, você não está pronto para viver”.

Persiste até hoje o movimento negro por liberdade e trabalho, apesar dos significativos avanços verificados. Por isso, o 28 de agosto de 1963 deve ser saudado com marco fundamental nessa luta pela Democracia e Igualdade. Um exemplo dos negros norte-americanos para os povos de todo o mundo.

A anistia

O movimento de anistia política culminou, no plano jurídico, com a sanção, pelo presidente João Figueiredo, da Lei nº 6.683/79, de 28.08.79, regulamentada pelo Decreto nº 84.143, de 31.10.79.

Nestes 35 anos da lei da anistia, relembramos que foi um ato resultante “da força e da inteligência de milhares de brasileiros, possibilitando o retorno à pátria dos banidos, exilados e perseguidos, a reintegração à vida profissional, social política dos excluídos pelos atos discriminatórios”, como havíamos assinalado em mensagem de 1999.

A anistia avançou pelas milhares de decisões da Comissão da Anistia do Ministério da Justiça, com a aprovação de requerimentos de indenização, aposentadoria e pensão de funcionários públicos civís e militares e trabalhadores do setor privado. Centenas de ações judiciais indenizatórias conseguiram ressarcimento pelos prejuízos causados às pessoas por atos ilegais e abusivos de responsabilidade do regime militar.

Nestes 35 anos houve importante avanço no campo legal sobre a extensão da anistia, inclusive com a indenização às famílias dos desaparecidos políticos, por lei federal de 1996, e as indenizações aos presos políticos por leis estaduais   a partir de 1998 , em um amplo quadro de necessário resgate face as arbitrariedades, abusos, discriminações e violências cometidas contra milhares de pessoas e suas famílias em um longo período histórico que remonta à redemocratização de 1946 e vai até a promulgação da Constituição de 05.10.1988.

Embora persista a luta pela anistia plena e a reparação dos atingidos, o 28 de agosto de 1979 é um exemplo brasileiro que também possui a força de um marco indelével e lição para os demais países.

A Central Única dos Trabalhadores

Em 1983, uma nova concepção de sindicalismo, inaugurada com Luiz Inácio Lula da Silva e seus companheiros em todo o país, estabeleceu uma marca também histórica no 28 de agosto, em São Bernardo do Campo. Milhares de dirigentes sindicais fundaram a Central Única dos Trabalhadores, a CUT, retomando o fio condutor das anteriores centrais sindicais que existiram no país, mas dentro da luta pela ampla liberdade e autonomia sindical. Para as relações de trabalho, organização dos trabalhadores e avanço da consciência sindical, a CUT apontou para um novo horizonte, unindo visão reivindicatória com perspectiva política.

Consolidada como uma das maiores organizações sindicais do mundo, a CUT comemora marcas também fundamentais para os direitos dos trabalhadores e para os direitos humanos de modo geral. E dela nasceram muitos do que dirigem nossos destinos como nação, do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao senador Paulo Paim, do ex-governador Olívio Dutra ao deputado federal Vicentinho. Mas se esses são nomes consagrados nas lutas, milhares de outros trabalhadores, anonimamente, construíram a CUT nestes seus anos de vida.

História

Três episódios diversificados de uma história comum em uma mesma data, são relembrados como forma de reafirmar o propósito de, na luta dos povos, entender o presente e indicar as possibilidades do que virá. Com certeza de que a construção de novo tipo de sociedade já tem alguns de seus pilares colocados pela idéia básica da liberdade, da igualdade e do trabalho solidário.

Edésio Passos é advogado, ex-deputado federal, diretor administrativo da Itaipu Binacional.

Vídeo: Fábio Konder Comparato fala sobre Lula e seu projeto de Constituição

O jurista Fábio Konder Comparato critica Lula e o PT e fala sobre seu projeto de Constituição que elaborou em 1988 para o PT.

Comparato vai votar em Luciana Genro (PSOL) no primeiro turno das eleições presidenciais de 2014.

lula-e-comparato

Estudo desmente que Lula e Dilma tenham aparelhado a Administração Pública

dilma-vai-levar-lula-e-fhc-juntos-ao-funeral-de-nelson-mandela

A Prof.ª Dr.ª Maria Celina Soares D’Araujo, doutora em Ciência Política e professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, publicou um estudo chamado “Elites burocráticas, dirigentes públicos e política no Poder Executivo do Brasil (1995-2012)“, que faz um estudo sobre os cargos comissionados na Administração Pública Federal nos governos dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2006 e 2007-2010) e da atual presidenta Dilma Rousseff (2011-2014).

Note-se que o texto analisa apenas a Administração Pública direta e as autarquias e fundações, sem adentrar nas Forças Armadas, Poder Legislativo, Poder Judiciário, Ministério Público, Tribunais de Contas, empresas públicas e sociedades de economia mista, e Administração Pública estadual e municipal. Não analisa também terceirizados/conveniados que atuam dentro do Poder Público.

Esse tipo de texto é importante para incentivar que estudiosos analisem também os demais poderes e esferas, pois sabemos que o grande foco de patrimonialismo com relação aos cargos comissionados se dá no Poder Legislativo federal, estaduais e municipais. E claro, nos Tribunais, Ministério Público, Tribunais de Contas também ocorrem desvios.

O grande mérito do texto da professora Maria Celina D’Araujo é apontar que é MENTIRA que os governos Lula e Dilma aparelharam de forma radical a Administração Pública federal. O que eles fizeram foi, simplesmente, indicar como dirigentes advindos de suas bases nos municípios, dos movimentos sociais e do partido vencedor das eleições presidenciais.

Entendo, sobre o tema, que o problema no Brasil é a falta de profissionalização da Burocracia, com a necessidade de aprimoramento dos concursos públicos e na qualificação dos servidores estáveis, o número muito grande de comissionados se comparado com o de estáveis, principalmente nos Poderes Legislativos, entre outros. Talvez o mais importante é a necessidade que a Administração Pública cumpra com o princípio da motivação e fundamente, justifique, cada escolha para os cargos comissionados, sobre os atributos técnicos e políticos do cidadão escolhido, para que haja controle jurídico, social e político sobre as escolhas.

Maria Celina D'Araujo

Prof.ª Dr.ª Maria Celina D’Araujo

Sobre os cargos de confiança serem preenchidos por servidores do quadro ou por pessoas de fora do serviço público, entendo ser importante um equilíbrio entre os dois, pois ao mesmo tempo que é importantes que servidores do quadro sejam escolhidos para funções de confiança, pois conhecem a fundo o órgão ou entidade, e têm responsabilidade na continuidade do Poder Público independente dos governos; “sangue novo” também é importante nesses cargos para oxigenar a Administração e implementar as políticas públicas dos governantes que venceram as eleições democráticas.

Sobre a análise do texto, achei interessante a constatação de que Lula aumentou a participação da sociedade nesses cargos; que com Lula e Dilma aumentaram o número de negros e mulheres nos cargos comissionados; que mesmo nos governos liderados por petistas, ao contrário do que diz a revista Veja e a oposição, “a maioria foi recrutada no serviço público, desmontando a tese de que esse seria um espaço privilegiado para nomeação aleatória de protegidos políticos”; que FHC não chamou funcionários municipais para seu governo; que “o PSDB comportou-se como um partido de quadros, de pouca militância e poucos compromissos com as máquinas municipais”; que acesso a cargos de direção partidária é um atalho para a Administração Pública (independente dos presidentes), e que o governo Dilma deu prioridade para graduados e com mestrado em Direito nos cargos comissionados, enquanto FHC para economistas.

A estudiosa conclui que há qualificação e profissionalização entre os dirigentes, o que desmente a mítica do clientelismo deslavado, que Lula escolheu mais líderes sindicais do que Dilma e FHC, e que o governo Lula representou uma experiência inédita de inovação no que concerne às formas de recrutamento no que toca as bases partidárias, sindicais e locais.

Que novos estudos como esse se faça em toda a Administração Pública, para o bem da implementação das políticas públicas!

Recomendo: D’Araujo, Maria Celina. Elites burocráticas, dirigentes públicos e política no Poder Executivo do Brasil (1995-2012). In: Maria Celina D’Araujo. (Org.). Redemocratização e mudança social no Brasil. 1ed. Rio de Janeiro: Edit. da FGV, 2014, v. 1, p. 205-229.

O texto faz parte da disciplina “Burocracias Públicas e Processos Decisórios” do Professor Doutor Adriano Codato, no programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas da UFPR

TARSO CABRAL VIOLIN – Mestre em Direito do Estado pela Universidade Federal do Paraná, Doutorando em Políticas Públicas pela UFPR, Professor de Direito Administrativo, Advogado em Curitiba, Autor do Blog do Tarso

Pernambuco de Eduardo Campos prefere Dilma, ovacionada no velório

http://youtu.be/-TgAtSKHzxo

Na última pesquisa em Pernambuco antes da morte do presidenciável Eduardo Campos (PSB), a presidenta Dilma Rousseff (PT) preferia ela ao ex-governador do estado. Em pesquisa divulgada em 4 de agosto, Dilma tinha 40% das intenções de voto para presidente no Estado, Eduardo Campos contava com 30% e o tucano Aécio Neves (PSDB) tinha apenas 4%. Pesquisa do Instituto Maurício de Nassau (IPMN), encomendada pelo Portal Leia Já e publicada em parceria com o Jornal do Commercio.

Hoje, ao contrário do que disse a velha mídia, Dilma e o ex-presidente Lula, idolatrado no Nordeste, foram aplaudidos com entusiasmo pelos pernambucanos, veja o vídeo acima.

Mesmo se fosse verdade que tivesse havido vaias, claro que teria sido da área VIP que representa o coronelismo nordestino.

Captura de Tela 2014-08-17 às 19.55.56

Paraná é um dos estados que mais recebeu dinheiro dos governos Lula e Dilma

lula-Gleisi-Dilma

Nos 12 anos dos governos dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Dilma Rousseff (PT), entre 2003 e 2014, o estado do Paraná recebeu R$ 38,75 bilhões do orçamento federal em recursos destinados a investimento em obras e ações de custeio, mantendo-se, em média, como a 7ª entre as 27 Unidades da Federação que mais recebeu recursos do governo federal.

Informações do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) do Tesouro Nacional, do Sistema de Operações Imobiliárias (Siopi) da Caixa Econômica Federal (CEF) e do Sistema de Elaboração Orçamentária do Legislativo (Selor) do Congresso Nacional.

Somente em 2013, o Paraná recebeu R$ 5,6 bi. Com isso, o estado ficou na frente de 20 Unidades da Federação e atrás apenas de estados mais populosos, como São Paulo (R$ 14,7 bi), Minas Gerais (R$ 12,6 bi), Rio de Janeiro (R$ 13,2 bi), Bahia (R$ 6,9 bi), Rio Grande do Sul (R$ 9,7 bi) e Distrito Federal (R$ 13,4 bi).

“O nosso governo será pró-ativo. Não podemos ficar de braços cruzados, como acontece hoje, esperando pelos repasses do governo federal. Como governadora, vou coordenar pessoalmente a apresentação de projetos. Hoje, a maioria dos recursos que chega até o estado vem por iniciativa direta do governo federal”, afirma a senadora Gleisi Hoffmann, candidata ao governo estadual pela coligação “Paraná Olhando pra Frente”.

Os recursos que o Paraná recebe do governo federal vão muito além dos valores dos investimentos em obras.

Grande parte das ações que mais interessam à população, como obras e programas nas áreas de educação, saúde e segurança pública, está no cálculo das contas de custeio e tem como origem os fundos nacionais que garantem mês a mês os repasses às escolas, às unidades de saúde e aos programas específicos nessas áreas aos Estados e Municípios brasileiros.

Até o dia 30 de julho de 2014, o estado do Paraná já recebeu cerca de 70% dos recursos empenhados para o ano inteiro. Foram R$ 3,37 bilhões dos R$ 4,85 bi previstos no orçamento de 2014. Além disso, é preciso agregar a essa conta também ações que têm impacto direto na vida das pessoas e que não passam necessariamente pelo caixa do governo estadual, como o benefício do Bolsa Família, que, somente no governo de Dilma Rousseff, destinou R$ 2,5 bilhões para 1,7 milhão de paranaenses. “São recursos que vão direto para as pessoas e ajudam a melhorar a qualidade de vida dos paranaenses”, explica Gleisi.

Na matemática da transformação direta da vida das pessoas pode-se incluir os valores do Programa Minha Casa, Minha Vida, por meio do qual mais de R$ 15 bilhões foram destinados para o Paraná, de modo que 165 mil famílias paranaenses pudessem realizar o sonho da casa própria. Outras 71 mil moradias já estão contratadas no estado em relação direta entre as famílias e o agente financeiro, a CEF.

Os 150.483 contratos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) firmados na safra agrícola 2013/2014 também representaram o incremento de R$ 3,2 bilhões na economia dos municípios do interior do Paraná, assim como os mais de 1.100 kits de maquinário agrícola que foram repassados a 367 municípios com população inferior a 50 mil habitantes para recuperação e melhoria das estradas vicinais. Um investimento que se traduz em economia nos custos da produção e agrega valor ao trabalho nos estabelecimentos rurais do Paraná.

Enquanto isso o governador Beto Richa (PSDB), que pretende se eleger mas dificilmente vai para o segundo turno, diz que não recebe dinheiro do governo federal.

Confira aqui os repasses do governo federal para os estados entre 2003 e 2014

Lula defende reforma política

Lula defende reforma política com voto em lista e o financiamento público das campanhas.

Lula brilhou em evento de apoio às candidatas Dilma e Gleisi

10435940_10201592667812037_4152668596220567971_n

Teatro Positivo totalmente lotado com mais de 3 mil militantes e simpatizantes vendo a fala de Dilma. Fotos de Tarso Cabral Violin

10502058_10201592888617557_18619698523126613_n

Crianças com Dilma. Foto de Tarso Cabral Violin

10464310_10201592923138420_1864997591543141592_n

Gleisi falou no Teatro Positivo. Foto de Tarso Cabral Violin

10500468_10201592757094269_4608175839483495966_n

10414902_10201592985059968_9050744877271845709_n

Lula foi o mais animado. Foto de Tarso Cabral Violin

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Partido dos Trabalhadores), considerado o melhor presidente do Brasil de todos os tempos, esteve ontem (03) em Curitiba para apoiar a reeleição da presidenta Dilma Rousseff (PT), a eleição de Gleisi Hoffmann (PT) para governadora do Paraná (vice Haroldo Ferreira do PDT) e Ricardo Gomyde (PCdoB) para o Senado Federal.

O evento foi no Teatro Positivo, dentro da Universidade Positivo, e contou com mais de 3 mil militantes e simpatizantes do PT e dos partidos de apoio à Gleisi, o PDT, o PCdoB, o PTN e o PRB.

Dilma fez agradeceu pela eficiência de Gleisi enquanto foi sua Ministra-Chefe da Casa Civil; disse que nunca deixou de repassar as verbas do Paraná e informou sobre todos os recursos públicos que repassou ao estado, desmentindo o governador Beto Richa (PSDB).

A presidenta informou, por exemplo, que o estado recebe muito dinheiro do Bolsa Família e muitos médicos do programa Mais Médicos.

O governo federal investiu muito no Paraná desde 2003, como os R$ 47 bilhões dos PACs 1 e 2: “O Paraná nunca foi discriminado pelo governo federal. Para mim, os interesses do povo estão acima das questões partidárias”.

Falou sobre os avanços na educação, que os adversários andam espalhando mentiras, e propôs que os apoiadores de sua candidatura falem a verdade.

Criticou o governo FHC (PSDB, de 1995-2002), informando que os tucanos no governo federal produziram recessão, desemprego, redução da renda dos trabalhadores, dilapidação do patrimônio com a venda de patrimônio público com preço baixo. Disse que os tucanos não são maus, mas se submeteram ao ideário anti-popular do FMI.

Falou que governar exige coragem, e que o seu governo tem um lado, o lado do povo brasileiro, dos 36 milhões que foram resgatados da extrema pobreza, por causa do bolsa família e do programa Brasil sem miséria; dos 42 milhões de brasileiros que acenderam para a classe média, com a valorização do salário mínimo, aumento de carteira assinada e aumento real de renda, o que se criou um mercado interno no Brasil.

Informou que o Pronatec foi criado para os jovens conseguirem um bom emprego; que os microempreendedores, junto com os pequenos empresários, se beneficiaram do Simples; para o sonho da casa própria seu governo e de Lula contrataram 3, 75 bilhões casas.

Disse que o seu lado é o lado de 50 milhões de brasileiros que passaram a ter atendimento de saúde com regularidade.

Governou sem ódio, sem discriminação, sem ressentimento, e que governar é fazer escolhas, com uma transformação pacífica. Para ela o Brasil mudou, e vai continuar mudando para melhor: “a partir das bases que criamos com crescimento e distribuição de renda, faremos mais mudança; e mudar fazendo o povo ser protagonista”.

Para Dilma o fim da miséria é só o começo e falou que a Petrobras chegou a produzir nesta semana em torno de 500 mil barris diários extraídos do pré-sal.

Tratou do sucesso da “Copa das Copas”, defendeu a reforma política e informou que “nunca fomos engavetadores de processo, não deixamos nada para baixo do tapete, criamos a Lei de Acesso à Informação, Portal da Transparência, independência da Polícia Federal, Comissão da Verdade, e sempre combatemos a corrupção”.

Falou bonito a la Lula:

“O filho do pedreiro pode ser doutor,

A empregada doméstica tem todos os direitos trabalhistas,

A costureira pode viajar de avião,

Uma faxineira pode ter casa própria!”

Defendeu a implementação das cotas, da proteção à mulher vítima da violência, e que o Brasil não tem lugar para a volta ao passado, o país deve ser forte e otimista. Em tempos de Copa e torcida verde amarela ela desejou sorte no jogo decisivo de hoje entre Brasil e Colômbia.

Disse que aqueles que têm complexo de vira-latas no Brasil foram silenciados com o sucesso da Copa.

Disse que vai sempre fazer um esforço para a verdade: “Vamos debater, vamos confrontar projetos, discutir sem ódio e com muita argumentação, quem tem a força do povo ao seu lado não teme nada e a ninguém”.

Para ela aqui no Paraná há a melhor candidatura possível, tanto no governo, senado e vice.

“Quando dizemos a verdade ninguém nos segura, vamos combater o pessimismo”.

Antes de encerrar pediu um minuto de silêncio por todos aqueles que foram feridos e perderam a vida com a queda de um viaduto em Belo Horizonte.

Depois foi a vez de Gleisi falar, que disse que não quer o passado, não quer um governo que mergulhou o Paraná no caos.

Lula disse que “Se em 2002 tivemos que vencer a esperança, hoje devemos vencer o ódio”, que quem precisa de Estado não é o rico e sim o pobre, e que o Choque de Gestão significa desemprego e diminuição de salário. Disse que os tucanos falam que vão fazer mas não fizeram quando estavam no poder, que o Fies levou milhões de estudantes para a universidade e que “nesse país ninguém vai deixar de estudar porque não nasceu em berço de ouro”, e “mais do que ganhar a eleição, vocês devem trabalhar para politizar a sociedade”.

Veja o vídeo de quando Lula falou sobre corrupção, clique aqui.

Lula falou sobre corrupção em Curitiba

http://youtu.be/xrwQDn70R34

10414902_10201592985059968_9050744877271845709_n

Lula falou sobre corrupção em evento em Curitiba no dia 03.07.2014 no Teatro Positivo, com a presidenta Dilma Rousseff (PT), candidata a reeleição, e Gleisi Hoffmann (PT), candidata ao governo do Paraná. Foto de Tarso Cabral Violin / Blog do Tarso

Dilma e Lula no Teatro Positivo em Curitiba dia 3 de julho

gleisi-lula-dilma-470x356

A presidenta da República, Dilma Rousseff (PT), e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, virão à Curitiba no dia 3 de julho de 2014 (quinta-feira) para a plenária estadual do Partido dos Trabalhadores, no Teatro Positivo, 19h.

O encontro contará com a presença da pré-candidata do PT ao governo do Paraná, Gleisi Hoffmann, com os dois pré-candidatos do partido ao senado, o deputado federal Doutor Rosinha e o advogado Claudio Ribeiro, e os pré-candidatos aos cargos de deputados federais e estaduais.

O evento é aberto aos militantes do PT e simpatizantes.

Em Curitiba Dilma ainda vai assinar o contrato para a construção da segunda ponte na fronteira do Brasil com o Paraguai.

Datafolha: 60% votam nos candidatos do ex-presidente Lula e 57% não votam em quem FHC indicar

c9k0g6095hw4fjs6wi2it2bce

O Datafolha informa que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o principal cabo eleitoral do Brasil. Lula apoia a reeleição da presidenta Dilma Rousseff (PT).

Dos entrevistados 36% dizem que “com certeza” votariam em alguém apoiado por Lula e 24% afirmam que “talvez” votassem em alguém indicado pelo ex-presidente.

Dos pesquisados 26% dizem que “com certeza” votariam em alguém apoiado pelo ex-Ministro do STF, Joaquim Barbosa e 26% afirmam que “talvez” votassem em alguém indicado pelo ex-magistrado.

Com menor influência, 18% dizem que “com certeza” votariam em alguém apoiado por Marina Silva (ex-PT, ex-PV, ex-Rede, PSB).

Apenas 12% dizem que “com certeza” votariam em alguém apoiado pelo ex-presidente FHC (PSDB).

E a pior informação para Aécio Neves: 57% dizem que não votariam em alguém apoiado por FHC, o campeão da rejeição.

Vídeo completo de Lula no 4º Encontro de Blogueir@s e Ativistas Sociais

Veja acima o vídeo completo da palestra do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no 4º Encontro de Blogueir@s e Ativistas Sociais, ocorrido nos dias 16 a 18 de maio de 2014, em São Paulo.

Lula estará no IV Encontro Nacional de Blogueiros e Ativistas Digitais, em São Paulo, dias 16, 17 e 18 de maio

Lula e a blogueira Maria Frô no 2BlogProg de 2011 em Brasília. Foto de Tarso Cabral Violin / Blog do Tarso

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estará presente no IV Encontro Nacional de Blogueiros e Ativistas Digitais, que ocorrerá nos dias 16 a 18 de maio de 2014, em São Paulo. Lula falará na manhã de sexta-feira (16) sobre vários temas, como o papel da mídia tradicional, as eleições de 2014 e a importância do ativismo digital. O evento é organizado pela comissão nacional do movimento dos “blogueiros progressistas”, nascido em agosto de 2010 e também batizado de “BlogProg”.

O Blog do Tarso estará lá. Seu autor, o advogado e professo Tarso Cabral Violin, será responsável junto com o jornalista e blogueiro paranaense Esmael Morais, pelo início do debate sobre a intimidação que os blogs progressistas sofrem da direita, principalmente por meio do Poder Judiciário.

A delegação do Paraná será uma das maiores. É possível fazer a inscrição na hora.

Maiores informações sobre o IV BlogProg no site do Encontro http://blogprog.com.br

Ao contrário de Lula e Mandela, FHC tentou trazer as Copas de 2006 e 2010 para o Brasil e fracassou

maputodia3 046

Mandela e Lula conseguiram trazer as Copas de 2010 e 2014 para seus países

O ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela, conseguiu trazer a Copa do Mundo de Futebol de 2010 para o seu país.

O ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), conseguiu trazer a Copa do Mundo de Futebol 2014 0 para o seu país.

O ex-presidente do Brasil, Fernando Henrique Cardoso (PSDB), não conseguiu trazer as Copas do Mundo de Futebol de 2006 e 2010 para o seu país.

O Brasil tentou ser sede da Copa do Mundo durante o governo FHC (1995-2002) por duas vezes, mas foi infeliz em suas ambições.

FHC e o então presidente da CBF, Ricardo Teixeira, tentaram junto à FIFA que a entidade escolhesse o maior país da América do Sul como sede das Copas de 2006 ou 2010.

O país do futebol disputou a sede da Copa de 2006 com África do Sul, Alemanha, Inglaterra e Marrocos, mas perdeu feio.

Em 1999, no auge do projeto neoliberal de FHC, o jornal Folha de S. Paulo dizia que “o projeto brasileiro para 2006 apresenta uma série de problemas estruturais e políticos. O Brasil teria que reformar todos os seus estádios para organizar o evento. (…) A Fifa exige estádios com assentos para todos os torcedores, o que é pouco comum no Brasil. Poucos estádios no país possuem iluminação adequada aos padrões pedidos pela entidade que rege o futebol mundial. Pelas dimensões do país, o sistema de transporte deveria oferecer mais opções para atender torcedores de 31 equipes visitantes”. Na mesma matéria da Folha é informado sobre o apoio do governo FHC, que prometia resolver os problemas estruturais. O jornal ainda informava que no projeto brasileiro uma das apostas era o “sucesso do programa de privatizações do governo”.

Tudo propaganda enganosa. O Brasil vivia o período do desmonte neoliberal, desacreditado interna e externamente. Era o país do espírito de vira-lata.

FHC com a seleção brasileira campeã do mundo em 2002. Ele nunca conseguiu trazer o evento para o Brasil

FHC com a seleção brasileira campeã do mundo em 2002, ao lado de Ricardo Teixeira. O ex-presidente tucano não conseguiu trazer o evento para o Brasil

Foi bastante disputada a escolha para a sede da Copa de 2006. O Brasil da era FHC desistiu três dias antes da eleição, ao ser aconselhado a se retirar devido a falta de infra-estrutura, falta de segurança e estádios defasados. A África do Sul perdeu para 2006, com a Alemanha vencedora como sede, mas conseguiu fácil para 2010.

Apenas em 2007, durante a gestão de Lula, com o Brasil passando a ser respeitado em todo o mundo como uma economia pujante e um país com ótimo desenvolvimento social, a FIFA oficializou a realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil.

Após oito anos do governo Lula e mais de três do governo da presidenta Dilma Rousseff (PT), o Brasil encontra-se em 2014 com estádios modernos, melhoria na infraestrutura e uma verdadeira revolução na área social.

#VaiTerCopa, ainda bem!

nelson-mandela-holds-world-cup-trophy-after-south-africa-chosen-host-2010-world-cup-tournament

Mandela revolucionou a África do Sul, e a Copa do Mundo ajudou o país em sua infraestrutura e imagem internacional

Veja o vídeo completo da entrevista de hoje com Lula ao blogueiros

Se aparecer “este vídeo está indisponível, aperte no link na parte de cima do vídeo”

Ex-PR-LULA-encontro-com-blogueiros-TROCA-CAPA

Ouça a imperdível entrevista de Lula aos blogueiros

Ex-PR LULA encontro com blogueiros 23

Do Instituto Lula

“Eu não sou candidato. Minha candidata é a Dilma Rousseff. E eu conto com vocês para divulgar isso e acabar com essa boataria”, assim o ex-presidente Luiz Inácio da Silva abriu a entrevista coletiva para blogueiros que aconteceu nesta terça-feira (8) no Instituto Lula em São Paulo. Lula desmentiu que será candidato este ano e brincou, “Isso eu não posso registrar em cartório, mas não sou candidato”. A coletiva foi transmitida ao vivo pela internet e assistida por mais de dez mil conexões.

Para ver mais fotos e baixar imagens em alta resolução, visite o Picasa do Instituto Lula.

O ex-presidente, que foi o primeiro mandatário a realizar uma entrevista coletiva com blogueiros no Brasil, em 2010, voltou hoje a falar para os profissionais da internet sobre diversos assuntos. Lula falou sobre eleição, manifestações, democracia, PT, Petrobras, economia, saúde, Copa do Mundo, mensalão, reforma política e outros assuntos.

Ele explicou aos participantes que não fala há muito tempo com a imprensa por ser ex-presidente, e que a sua percepção é de que “os meios de comunicação no Brasil pioraram do ponto de vista da neutralidade”. Lula disse ainda a imprensa tem que colocar a verdade para a população. “Têm que ser pelo menos verdadeiros. Contra ou a favor, que a verdade prevaleça”.

Com relação à Copa do Mundo, Lula lembrou a comoção nacional quando o Brasil venceu a disputa para ser a sede do mundial e questionou: “por que a anulação disso agora?” O ex-presidente explicou que o dinheiro que está sendo utilizado na Copa do Mundo não foi retirado da saúde, por se tratar de dinheiro do BNDES destinado a empréstimos. “Para o BNDES emprestar dinheiro para construir um hospital, precisa haver um empresário querendo construir um hospital”. Lula, disse ainda “não teve nenhum país no mundo em que não teve protesto durante a Copa”, e que “temos que ver que teremos o encontro das civilizações no Brasil proporcionado pelo esporte e isso é fantástico”.

Sobre o julgamento da AP 470, chamado de mensalão, Lula disse que espera viver para ver essa história ser contada novamente e disse aos blogueiros. “Quem sabe sejam vocês que vão recontar essa história?” O ex-presidente afirmou que precisa ser estudada a “participação e o poder de condenação” que a grande mídia teve durante este julgamento. Sobre a decisão do STF sobre o julgamento do chamado mensalão tucano, o ex-presidente chamou de dois pesos e duas medidas. “Os mesmos que defendiam a forca para José Dirceu, defendem um julgamento tranquilo para outros”.

Questionado sobre a atual conjuntura da Petrobras, o ex-presidente afirmou que em todos os anos eleitorais a oposição tenta emplacar uma CPI para investigar a estatal. “Eu penso que são pessoas que trabalham para enfraquecer a Petrobras. Se ela hoje vale 98 bilhões, no governo FHC ela valia 15 bilhões”. Lula disse ainda que a empresa deve ser motivo de orgulho para todos os brasileiros e que se for para investigar, que seja investigado. “A gente não pode é ficar permitindo que por omissão nossa, as mentiras continuem prevalecendo”.

Quando perguntado sobre a Lei Antiterrorismo, que foi proposta no Congresso, Lula foi enfático. “Não acho que o Brasil precisa dessa Lei, porque não tem terrorismo no Brasil. No país do carnaval, fazer uma lei contra alguém que usa máscaras é impensável”. O ex-presidente disse que as manifestações representam a “sociedade em processo de evolução, tentando conquistar cada dia mais coisa. Aprendemos a fazer política, fazendo manifestação, fazendo greve. A democracia não é um pacto de silêncio”.

Sobre a reforma política, Lula disse que é favor de uma constituinte exclusiva para fazer a reforma Brasil. “A reforma política é a mais importante reforma que tem que acontecer neste país, sem ela todas as outras ficam muito mais difíceis”. Com relação ao financiamento público de campanha, o ex-presidente disse estar convencido que é “a forma mais barata, mais honesta, de fazer eleição no Brasil, para o cidadão saber quanto custa o voto”.

Entrevistaram o ex-presidente, os blogueiros Renato Rovai (Revista Fórum e Blog do Rovai), Altamiro Borges (Blog do Miro), Conceição Lemes (Viomundo), Fernando Brito (Tijolaço), Marco Weissheimer (Sul 21 e Carta Maior), Eduardo Guimarães (Blog da Cidadania), Rodrigo Viana (Escrivinhador), Kiko Nogueira (Diário do Centro do Mundo) e Miguel do Rosário (O Cafezinho).

Ouça a entrevista, clique aqui.

Acompanhe ao vivo a entrevista de Lula com os blogueiros

institutoLula_lulaaovivo_capasite

Clique aqui

Datafolha: Lula é o melhor cabo eleitoral do Brasil, já FHC o pior

img_8910

Segundo o Datafolha divulgado hoje, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o cabo eleitoral mais influente do país, e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) tende a não eleger quem apoia, por ter alta rejeição.

37% dos brasileiros votariam num candidato apoiado por Lula.

Os que tiveram menos oportunidades de estudar (49%), os mais pobres (47%) e os que vivem no Nordeste (55%) são os que mais amam Lula.

Os que mais rejeitam Lula fazem parte da elite econômica, são os privilegiados, os com mais escolaridade (58%) e os mais ricos (61%).

A rejeição a um candidato indicado por FHC é de 57%. Por isso que nenhum candidato quer apoio desse ex-presidente tucano. E essa rejeição é enorme em todos os estratos do eleitorado, inclusive entre os mais ricos (55%) e com mais escolaridade (58%).

A influência positiva de Marina Silva (ex-PT, ex-PV, ex-Rede, atual PSB) é pequena, de apenas 18%, e 41% não votariam de jeito nenhum em seu candidato.

A pesquisa foi feita entre quarta e quinta-feira em 162 municípios, com 2.637 entrevistados a partir de 16 anos, com margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

 

fhc_richa1