Revista Ideias de Fábio Campana. Fraca, tendenciosa, nepotista e com muito dinheiro público!

Minha amiga Joice Hassalmann que me perdoe. Comprei a Revista Ideias do “jornalista” e blogueiro “PIG” Fábio Campana, para ver a entrevista com ela, mas o que vi foi uma revista muito fraca, tendenciosa, nepotista e tudo regado com muito dinheiro público!

Propagandas com dinheiro público da Revista Ideias nº 126: Prefeitura de Curitiba (2 folhas), Bienal de Dança de Curitiba (evento da prefeitura de Curitiba), Prefeitura de Maringá, Prefeitura de Almirante Tamandaré, Itaipu Binacional (2 folhas), Prefeitura de São José dos Pinhais, Prefeitura de Colombo (contracapa). Propagandas privadas: apenas quatro páginas! #epicfail

Algo tem que ser rediscutido no Brasil com relação aos gastos de verbas públicas com publicidade nos meios de comunicação. A democratização radical das verbas publicitárias é algo urgente. Para se ter uma “ideia”, a própria revista “Ideia” (desculpe o trocadilho) informa que seu público é 87% da classe A, 13% da classe B e 0% das classes C e D. Será que o povo que paga impostos e passa necessidades de todos os municípios acima citados sabem desse tipo de gasto de seus prefeitos? #ficadica

Na “entrevista” com Joice Hasselmann, na verdade, Fábio Campana apenas apanhou pequenas frases da jornalista e blogueira, e o resto foi um texto do próprio Campanha desancando o ex-governador Roberto Requião (PMDB) e endeusando o atual governador do Paraná, Sr. Carlos Alberto Richa.

Mas isso não é tudo: além de empregar o próprio Fábio Campana, a revista ainda tem como colunistas o Rubens Campana e a Izabel Campana. Acho que alguém aqui tem telhado de vidro para chamar outra pessoa de nepotista! #prontofalei

E para terminar, o excelente advogado de Direito Eleitoral, Luiz Fernando Pereira, colunista da revista, errou feio ao escrever um texto defendendo “O Fim da História” de Francis Fukuyama e o neoliberalismo e atacando tudo o que é pensador progressista de esquerda, sem qualquer fundamentação. Lamentável! #vergonhalheia

“TOP SECRET” – A Conspiração contra o Brasil

Pergunta que não quer calar: os parentes serão demitidos se não cumprirem o “contrato” de gestão?

Light e Eletropaulo privatizadas são ineficientes. Copel seria privatizada pelos demotucanos no Paraná

O temporal que caiu na Grande São Paulo na tarde de ontem deixou milhares de pessoas, mais uma vez, sem energia, por causa da ineficiência da AES Eletropaulo que levou, em muitos casos, mais de 24 horas para enviar equipes de manutenção nos locais atingidos. A empresa estadunidense, que era estatal e foi privatizada pelo então governador Mario Covas (PSDB) em 1999, por causa das frequentes interrupções de energia na capital já sofreu multas milionárias.

A Light no Rio de Janeiro, foi privatizada pelo governador Marcello Alencar, também tucano, em 1996, e é um exemplo de ineficiência e é a causadora das explos˜òes de bueiros no Rio, inclusive com a morte de pedestres.

E pensar que o governador Jaime Lerner (DEMO) quase vendeu a Copel em 2001, com apoio do PSDB de Beto Richa. Enquanto isso o atual governador Beto Richa vem aumento os lucros da Copel para os investidores privados e diminuindo a participação nos lucros dos trabalhadores, vai comprar um avião de luxo com dinheiro da Copel para seu uso, vem terceirizando atividades-fim da Copel, a Copel está participando como investidora minoritária em negócios com altos lucros para privados, entre outros absurdos.

Beto Richa quer matar dois coelhos com uma cajadada só

Aécio Neves quer ser presidente. Beto Richa quer ser vice-presidente. Os dois são os cabos eleitorais número um de José Serra para prefeito de São Paulo. Porque são bonzinhos e pensam no bem do PSDB? Não, apenas querem o vampiro fora do baralho em 2014.

Os dois mauricinhos pretendem agora detonar Fernando Haddad (PT), o principal de rival de Serra em SP, conforme informa o jornalista Josias de Souza.

Aécio e Beto querem que o PSB de Eduardo Campos, governador de Pernambuco e presidente do PSB federal, fique neutro em SP.

E Beto Richa apoiaria em Curitiba a reeleição de Luciano Ducci, também do PSB, cuja candidatura está a deriva segundo a última pesquisa Ibope.

As vitória de Serra em São Paulo e de Ducci em Curitiba alavancariam Beto Richa como vice na chapa Aécicha. Apenas faltou combinar com o Bispo… quer dizer, com a presidenta Dilma Rousseff, franca favorita em 2014. Acontecendo tudo isso, Beto Richa seria o Índio do Aécio (lembram do ex vice do Serra?).

É preciso tratar da democracia socialista – Tarso Genro

Folha de S. Paulo de domingo

Não há debate sobre socialismo, pois governos de esquerda tem de lidar com alianças amplas e “resolver coisas”. E existiriam dificuldades com os eleitores

Mesmo as democracias consolidadas são ameaçadas, hoje, pela crise do sistema financeiro global. É clara a incompatibilidade objetiva entre o processo de enriquecimento sem trabalho, da atual fase do capitalismo global, com os sistemas socialdemocráticos estabelecidos, responsabilizados falsamente pela crise.

Nesse contexto, pergunto: não se deve abrir um debate honesto sobre democracia e a ideia do socialismo, tomando este não mais como modo de produção “pré-configurado”, mas como ideia reguladora?

Sustento que socialistas e comunistas não têm feito este debate por dois motivos.

Primeiro, porque, nos governos, enfrentam a questão da governabilidade, a partir de alianças muito amplas, às quais esse tema arrepiaria.

Segundo, porque as tarefas de governo tendem a promover a abdicação da reflexão teórica pela necessidade empírica de “resolver coisas”. Resolvê-las para responder exigências alheias às questões concretas do socialismo, que não estão em jogo em nenhum lugar do Ocidente, com exceção de Cuba e, aliás, em sentido inverso.

Mas há uma razão de fundo, que encobre as duas acima citadas e imprime passividade às culturas socialistas partidárias, na atual conjuntura mundial.

É a recusa, consciente ou inconsciente -por incapacidade ou opção-, de abordar a questão do socialismo, em conjunto com a questão democrática.

Através desse exercício ficaria clara a dificuldade de manter bases eleitorais afinadas com um regime de acumulação ou distribuição socialista, dentro da democracia política. É preciso encarar esta verdade.

A socialdemocracia reformista, que assumiu os governos de esquerda neste período, recuou, em consequência, da “utopia socialista”, para se preservar na “utopia democrática”. Abdicou, assim, da ideia da “igualdade” -presente nas propostas socialistas- para assumir a ideia da “fraternidade” em abstrato, presente na ideia de solidariedade, na constituição política do Estado social de Direito.

Só que essa fraternidade funciona, no sistema global em curso, como pura exigência de renúncia para os “de baixo”. Não como sacrifício para os “de cima”.

E funciona em momentos de bonança, como distribuição limitada de recursos “para os de baixo”, (através de salário e outras prestações sociais) e como acumulação ilimitada de riqueza para os “de cima” (através do lucro e da especulação financeira).

É isso que gera incompatibilidade, globalmente, entre capitalismo e democracia, promovendo grandes dúvidas sobre o futuro da democracia, inclusive na Europa.

As experiências socialistas “reais” resolveram este dilema (“da máxima desigualdade” aceitável e da “mínima igualdade exigível”) através dos privilégios regulados no aparato de Estado e do partido.

Esses quadros foram se liberando dos seus compromissos originários e simulando que a “igualdade verdadeira” estava logo ali. E não estava. A socialdemocracia “de esquerda”, na Suíça, Suécia, Dinamarca, Noruega, regularam a desigualdade máxima e organizaram a economia para um modo de vida mais duradouro e menos renunciável, pelos seus destinatários, do que as experiências soviéticas.

Pode-se dizer que ambas as experiências -formas específicas de capitalismo de “Estado” ou “regulado”- promoveram paradigmas modernos, à sua época, de igualdade social.

Deixaram, porém, em aberto a questão da democracia socialista como modelo universal, na qual a diferença entre “máxima desigualdade aceitável” e a “mínima igualdade exigível” seja estabelecida como projeto universal para uma humanidade fundada na paz e na justiça.

A esquerda pensante, pelos seus partidos, tem o dever ético de retomar este debate e esta utopia.


TARSO GENRO, 65, é governador do Rio Grande do Sul; foi ministro da Justiça (2007-2010), ministro da Educação (2004-2005) e prefeito de Porto Alegre pelo PT (1993-1996 e 2001-2002)

Comissão da Verdade: afirmação dos valores democráticos e dos direitos humanos – Milton Alves

Nas últimas semanas o debate acerca da implantação da futura Comissão da Verdade ganhou espaço nos meios de comunicação, nas redes sociais e nas ruas, manifestações foram realizadas em diversas capitais. Iniciativas parlamentares, movimentos e comitês de apoio favoráveis à implantação da Comissão da Verdade surgiram em todo o país nos últimos meses. Em contraposição, surgiram também as vozes do porão da ditadura, notadamente pequenos grupos de militares da reserva, saudosistas do regime de força.

Sancionada pela presidenta Dilma Rousseff a lei que criou a Comissão Nacional da Verdade significou um passo a mais na consolidação do longo e acidentado percurso democrático do país. Uma afirmação dos valores democráticos e dos direitos humanos no país. Continuar lendo

Colunista da revista Época critica privatização da saúde, educação e segurança

A perspectiva história do conservadorismo é diminuir o Estado. Quer tirá-lo da economia, se possível da educação e também da saúde. Concorda em privatizar até mesmo uma parte da segurança pública e é claro que sonha em transformar nossa sociedade de cabelos brancos num mercado cativo para a previdência privada.

Se isso é difícil mesmo nos países avançados, que assiste hoje ao doloross ajuste de contas da desregulamentação e do fim dos empregos produtivos, imagine no Brasil, este país onde o salário médio gira em trono de R$ 1500 mensais.
Saúde privada? Escola particular? Segurança privada?

Não tem como. Não tem renda suficiente e aquela que está aí continua difícil de distribuir na base da caridade.

Demóstenes e a fatalidade conservadora

PAULO MOREIRA LEITE, no blog Vamos Combinar da Revista Época

Confesso que nada era tão previsível quanto o destino de Demóstenes Torres. Como até os petistas aprenderam com a própria pele, nada é tão enganoso nem tão pode ser tão autodestrutivo como o discurso moralista. Continuar lendo

Alagamento em Curitiba: moradores reclamam da Prefeitura comandada por Luciano Ducci (Beto Richa abandonou o cargo depois de reeleito)

Mazzaropi faria hoje 100 anos. Parabéns!

O Corintiano é o 19º filme de Mazzaropi, que vive um barbeiro fanático pelo Corinthians que faz de tudo para torcer pelo seu time de coração. Foi sucesso de bilheteria. Contém cenas de jogos reais do Corinthians, nas quais aparecem os jogadores Rivellino e Dino Sani dentre outros. Locações na Vila Maria Zélia e Estádio do Pacaembu (São Paulo) e cenas interiores na Fazenda Santa, em Taubaté.

Terceirização e precarização: Folha de S. Paulo ensina como “dar um jeitinho” de fugir do vínculo empregatício e contratar PJ

Júnior Pamplona, 38, sócio-gerente do bufê Bela Sintra, prefere autônomos conhecidos. Foto de Gabo Morales/Folhapress

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Hoje na Folha de S. Paulo

Pequenas empresas também têm dúvidas na opção entre CLT ou PJ

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O início da decadência tucana no Paraná – Edson Feltrin

O grupo político do PSDB do Paraná, comandado pelo governador Beto Richa, está em franca decadência depois de uma rápida ascensão. Senão vejamos: Como sabemos, Richa se elegeu prefeito de Curitiba em 2.004, foi reeleito em 2.008 e, logo em seguida, 2.010, foi eleito governador do estado do Paraná.

Ao assumir o governo em 1° de janeiro de 2.011 em seu discurso de posse, não faltaram arroubos de que, o Paraná, a partir daquele instante viveria uma nova era de realizações. Ledo engano.

Constatar-se-ia mais tarde que o discurso era vazio, cheio de promessas demagógicas, muito engodo e nada de concreto. Naquela oportunidade, para enganar a torcida, não faltaram críticas ácidas contra seus antecessores, Roberto Requião e Orlando Pessuti.

Hoje, já passados mais de 15 meses de gestão, o que vemos é uma grande decepção, que atinge todas as camadas da população. O governo Beto Richa nada apresentou de concreto, a não ser correr à Brasília com o pires na mão, em busca de recursos do governo federal. E, a cada volta de Brasília o que percebemos é um “sorriso” amarelo do governador que, por não conseguir nada, passou a tecer ácidas críticas ao governo federal. Continuar lendo

Campanha de popularização do livro “A Privataria Tucana”

Licitações: Presidenta Dilma quer estimular indústria a fabricar produtos sustentáveis, o que pode baratear preços ao consumidor

Segundo a Folha de S. Paulo de hoje, a presidenta Dilma Rousseff (PT) pretende estimular a indústria a fabricar produtos sustentáveis, o que pode baratear preços ao consumidor. Um decreto regulará as “compras verdes” da Administração Pública federal. Na Rio+20 (conferência de desenvolvimento sustentável da ONU que ocorre em junho no RJ), o governo federal vai defender que empresas também adotem percentual mínimo de compras sustentáveis.

Dilma pretende valorizar nas licitações públicas a contratação de produtos e serviços que gerem menos resíduos e que tenham menor consumo de água, matérias-primas e energia em sua fabricação. Com isso o governo pretende “dar o exemplo” e obter o compromisso público de alguns dos maiores consumidores do planeta -empresas, escolas, hotéis, hospitais, shoppings, setor público e outros- de adotarem cotas mínimas de compra de “produtos verdes” que agridam menos o ambiente.

O objetivo é criar economia de escala de produção para esses produtos, que hoje custam mais caro por conta da demanda ainda muito restrita.

Em 2011 apenas 0,07% das compras governamentais foram de produtos considerados sustentáveis. Segundo o Ministério do Planejamento, o governo já fez R$ 22,2 milhões em compras de produtos sustentáveis em 1.546 processos licitatórios desde 2010. O Programa de Contratações Públicas Sustentáveis tem 548 produtos considerados “verdes” no catálogo de materiais do Comprasnet. A primeira fase de implementação focará os produtos de almoxarifado (papelaria, embalagens e insumos do dia a dia), em seguida, deve se estender para a compra de eletroeletrônicos, e a terceira etapa envolverá produtos de limpeza.

O ex-presidente Lula já havia assinado a Lei 12.349/2010, que alterou a Lei Nacional de Licitações e Contratos Administrativos (8.666/93, art. 3º), no sentido de fixar que uma das funções da licitação é a garantia do desenvolvimento nacional sustentável.

Folha de S. Paulo utiliza TV Cultura, pública, para criticar povão “brega” nos aeroportos

Luiz Felipe Pondé

O jornal Folha de S. Paulo, que utiliza espaço na TV Cultura de São Paulo, uma TV Pública, por meio do programa TV Folha, via reportagem do filósofo e autor de livros Luiz Felipe Pondé, critica o aeroporto de Guarulhos, dizendo que parece um “churrasco na laje”, uma “rodoviária”, por causa de pessoas que compram muito nos Estados Unidos. Só faltou o jornalista dizer que isso não é “chique”, mas disse que isso é “brega”. Uma reportagem com a cara da elite paulistana. Eles podem fazer compras no exterior, classes antigamente subalternas não podem.

A Paixão segundo Marx

Hoje na Folha de S. Paulo

O turismo religioso a Jerusalém era lucrativo. A crise culminou quando Jesus ousou bagunçar a entrada do templo. Xingou, revirou bancas. Foi executado

Jesus chegou a Jerusalém no Domingo de Ramos, que aliás então nem se chamava assim: afora sábado, nenhum dia tem nome na semana judaica.

Aristocratas saduceus (grupo de judeus de então) logo detectaram pregação subversiva: forasteiro com intenção de criar mais uma seita? Como se já não lhes bastasse aturar fariseus demagogos, essênios santarrões e zelotes fanáticos! Viria agora perturbação no modus vivendi tão custosamente negociado com os dominadores romanos?

Herodes continuava sibarítico rei da Judeia. Precisava apenas pagar a Roma parte dos impostos que arrecadava. A eles, saduceus, cabia proveitosa exploração comercial da peregrinação. Atração turística suprema no país, o templo magnífico estimulava a economia local, sobretudo na Páscoa.

Em termos políticos de hoje, saduceus e fariseus representariam a direita nacionalista, fascista, teocrática. Jesus, a esquerda universalista, democrática, até secularista (“a César…”). Referia como iguais os samaritanos, que os conservadores detestavam como hereges. Assistia mendigos, escravos, leprosos, até mulher do mau passo (“vai, e não peques mais”).

A crise culminou quando Jesus ousou bagunçar a lucrativa bolsa de câmbio instalada na entrada do templo. Ali afluíam peregrinos com moedas provindas do comércio nas lonjuras. Iam trocá-las para pagar incenso, animais dos sacrifícios rituais, bordéis, hospedagem, refeições. (Quem terá pago a Santa Ceia?)

Jesus vociferou contra a profanação. Xingou cambistas, revirou bancas, esparramou moedas escadaria abaixo.

Foi a conta. O sumo sacerdote convocou reunião de emergência do Sinédrio, que logo condenou à morte o Messias impostor.

Problema: execução era privilégio romano. Seria preciso, portanto, sanção do governador Pilatos. Levá-lo a crer, por exemplo, que o subversivo Jesus ambicionava ser rei da Judeia.

A Pilatos pouco importava quem fosse rei, desde que pagasse em dia. Percebeu a intriga e seus interesses. Mas, enfim, convinha manter a paz do status quo. Sem dizer que crucificação era um dos poucos divertimentos naquela cidade de bárbaros que nem circo tinha. Condenou.

Mesmo aturdidos, os apóstolos conseguiram se reorganizar em uma seita marginal chefiada por Tiago, um dos irmãos de Jesus. Pedro, obtuso e obstinado, preferia o cristianismo como seita judaica, interdita a incircuncisos.

Mas Paulo discordou resolutamente. (Só patrícios romanos tinham sobrenome; a qualificação “de Tarso” é gentílica.) Converter o mundo em reino de Cristo requeria sobretudo aliciamento das massas de plebeus e escravos do império romano. Embora miseráveis, sabia Paulo, a maioria deles não se sujeitaria a mutilar o pênis pela esperança de entrar no céu.

Três séculos depois, o imperador Constantino (272-337), hoje santo, admitia: o futuro estava mesmo naquele contagioso delírio coletivo. Mais astuto que reprimi-lo seria cooptar para o império aquela cruz, a infâmia sublimada em glória.


ALDO PEREIRA, 79, é ex-editorialista e colaborador especial da Folha aldopereira.argumento@uol.com.br

Feliz Páscoa!

“Tínhamos Chico Anysio, temos o Big Brother. Tínhamos Guimarães Rosa, Graciliano Ramos, Erico Verissimo, Jorge Amado, temos Paulo Coelho” – Mino Carta

“Os pensadores agora atendem pelo sobrenome de Magnoli ou Mainardi, e já foram Gilberto Freire, Raymundo Faoro, Sérgio Buarque de Hollanda. Ao sair do curso noturno da Faculdade do Largo de São Francisco comprava a Última Hora e no bonde, de volta para casa, lia Nelson Rodrigues, com sua A Vida como Ela É, como anos após leria Stanislaw Ponte Preta a falar do Febeapá, o festival de besteiras que assola o país.”

Mino Carta, no editorial da Carta Capital de 04 de abril de 2012

III Encontro Nacional de Blogueir@s (BlogProg) ocorrerá em Salvador/BA – 25 a 27.05.2012

O III Encontro Nacional de Blogueir@s (BlogProg) ocorrerá em Salvador, Bahia, nos dias 25, 26 e 27 de maio de 2012, e deve contar com cerca de 500 ativistas digitais de todo o país. A inscrição para encontro vai até o dia 11 de maio, e o valor é de R$ 60,00 para os ciberativistas e de R$ 30,00 para estudantes.

O Blog do Tarso e diversos blogueiros paranaenses do Paraná Blogs estarão presentes, participe você também!

Ocorrerá o lançamento oficial do Blogoosfero, uma Plataforma Livre e Segura para blogosfera e redes sociais

Foram convidados figuras como Michel Moore (diretor de cinema e escritor dos Estados Unidos), Franklin Martins (ex-secretário da Secretária de Comunicação da Presidência da República), Gilberto Gil (cantor e ex-ministro da Cultura), Ignácio Ramonet (criador do Le Monde Diplomatique e autor do livro “A explosão do jornalismo”), Amy Goodman (fundadora do movimento Democracy Now e ativista do Ocupe Wall Street), entre outros importantes nomes.

Os contatos com os convidados já foram feitos, mas nem todos os convidados confirmaram a presença. Veja a Programação: Continuar lendo

Pergunta que não quer calar: Beto Richa vai começar a censurar as pesquisas?