Ministério Público Federal requer fim do pedágio em estrada no Paraná

O Ministério Público Federal propôs ação civil pública contra a concessionária do pedágio responsável pela estrada que liga os municípios de Piraí do Sul e Jaguariaíva, no Paraná. O MPF alega que há atraso no início das obras de duplicação da via, que tem extensão de 46 km, pediu o fim da cobrança do pedágio e multa que pode chegar a R$ 215 milhões.

A privatização das estradas do Paraná e cobrança dos pedágios com valores absurdos foram realizadas pelo governador Jaime Lerner (DEMO), com apoio do PSDB.

Obscenas

Na eleição de 1996 o prefeito de Curitiba eleito Cassio Taniguchi (PDT, depois PFL, depois DEMO) e o vice, Algaci Tulio, juntos com Jaime Lerner, Rafael Greca e familiares. Carlos Simões (PSDB) ficou em segundo, Angelo Vanhoni (PT) em terceiro e Max Rosenmann (PMDB) em quarto. Hoje na Gazeta do Povo

Beto Richa escolhe cunhado de Jaime Lerner para cargo de presidente do Conselho de Administração do ParanaPrevidência

O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), mostrando que é “unha-e-carne” com o ex-governador Jaime Lerner (DEMO), nomeou o ex-conselheiro do Tribunal de Contas Henrique Naigeboren como novo presidente do Conselho de Administração da ParanaPrevidência. Naigeboren é cunhado de Lerner e foi indicado pelo ex-governador para o TC.

Requião tocou o Cachoeira de sua sala. Lerner contratou com ele. E-mails informam que supostamente Beto Richa o recebeu de braços abertos. Veja vídeo.

Enquanto isso a Bandnews informa que Cachoeira pretendia processar o governo do Paraná:

“Um grupo ligado ao bicheiro Carlinhos Cachoeira pretendia processar o governo do Paraná. Isto por causa do fim do contrato de exploração do serviço de loteria eletrônica. Segundo o próprio grupo um contrato havia sido firmado em 2003 entre o Executivo estadual e uma empresa ligada ao bicheiro, a Larami Diversões e Entretenimento Limitada. Porém um ano depois o então governador Roberto Requião rescindiu o contrato com a empresa. Requião proibiu jogos eletrônicos no estado. Em 2007 a Assembleia Legislativa do Paraná aprovou a extinção do Serviço de Loterias do Estado do Paraná, que gerenciava os jogos. O processo de indenização contra o governo do estado foi descoberto por meio de interceptações de e-mails feitas pela Polícia Federal na operação Monte Carlo. Cachoeira e o empresário argentino Roberto Copolla fazem parte da empresa Larami.”

Bicheiro xinga a mãe de Requião. Encontro com Beto Richa deu esperanças para a legalização do jogo no Paraná. Lerner que implantou a jogatina

O nome do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), aparece em e-mails trocados entre o ex-cunhado do bicheiro Carlinhos Cachoeira, Adriano Aprigio de Souza, e o argentino Ricardo Coppola, sócio da Larami (empresa que comandou o serviço de loterias on-line do Paraná entre 2002 e 2004). Nas conversas, de outubro de 2010, eles tratavam da reativação da loteria estadual do Paraná e sobre um suposto encontro com Beto Richa.

Souza pergunta a Coppola no dia 5 de outubro de 2010 se um suposto encontro com Beto Richa “foi bom”. Na resposta, Coppola também escreve palavras em português e espanhol e xinga a mãe de Requião, fala que ainda bem que Requião saiu do governo, porque ele “enche o saco” dos bicheiros.

Os e-mails deixam claro que ele diz que se encontrou com Beto Richa. Adriano pergunta expressamente se foi bom o encontro com o governador do Paraná Beto Richa. Coppola responde também de forma clara que falou com Beto Richa, num portunhol: “em Paraná fale (hablé – falei, em espanhol) com Beto Richa e o problema é que Requião por ter fechado a loteria vai demorar, pois tem que fazer uma nova lei, esse Requião $#@%&* ainda bem que foi embora, enchia o saco”. Ou seja, Beto Richa, segundo e-mail, teria dado esperanças para o bicheiro de retornar com o jogo no Paraná.

O Serviço de Loterias do Paraná (Serlopar) funcionou como uma autarquia até 2007, quando foi extinto por uma lei proposta pelo então governador Roberto Requião (PMDB).

Em 1995 o governo Jaime Lerner (DEMO) autorizou a Serlopar a explorar bingos e videoloterias on-line (caça-níqueis). Em 2001 Jaime Lerner contratou a empresa Larami, cujos sócios são Carlinhos Cachoeira e Roberto Coppola, para operar o Serlopar (Cachoeira e Coppola entraram na empresa dias antes da licitação).

Em 2003 o então governador Roberto Requião (PMDB) revogou as resoluções de Lerner que permitiam o funcionamento de bingos e caça-níqueis no estado e em 2004 rescindiu por decreto o contrato com a Larami devido a suspeitas de irregularidades na licitação.

O que mais é estranho é que ninguém da imprensa está informando que o jogo foi implantado no Paraná pelo ex-governador Jaime Lerner (DEMO), que era apoiado pelo PSDB e pelo atual governador Beto Richa. Inclusive, Beto Richa foi deputado estadual da base de apoio de Lerner.

Por fim, é vergonhoso o que o “jornalista” Fábio Campana, o presidente da Assembleia Legislativa Valdir Rossoni e o deputado federal delegado perdigueiro de Beto Richa, Fernando Francischini (PSDB), estão fazendo em defesa de Beto Richa e ataques a Requião.

Requião botou os bicheiros para correrem, Beto Richa supostamente deu esperanças do retorno do jogo no Paraná. E Lerner foi quem implantou o jogo.

Só falta o Fábio Campana, o Francischini e o Rossoni dizerem que a turma do Beto Richa é contra o jogo e foi oposição ao governo Jaime Lerner

Governo Beto Richa imita Lerner e pratica ilegalidade

Não são apenas as privatizações e o desmonte do Estado e da Administração Pública que o governador Beto Richa (PSDB) copia do ex-governador Jaime Lerner (DEMO). O símbolo (acima) do governo Beto Richa, com uma bandeira do Paraná tremulando é praticamente igual ao do governo Lerner (logo abaixo).

O problema é que essa prática, a partir de 2011, é ilegal no Paraná. A Lei 15.538/2007, assinada pelo ex-governador Roberto Requião (PMDB), dispõe que os bens públicos estaduais, móveis e imóveis, incluídos veículos, equipamentos urbanos, sinalização de logradouros, placas, painéis e cartazes sinalizadores ou informativos de obras públicas estaduais e municipais, serão identificados pelo Brasão do Estado, instituído pelo Decreto-Lei nº 2.457/47:

Veja o discusro de Beto Richa em sua posse: “A marca de um governo não pode ser pessoal de cada governante”.

Será que o governador Carlos Alberto Richa é tão mal assessorado juridicamente, que ninguém o avisou que está se transformando num “contra a lei”? Ou essa gente se acha acima de todos e da própria lei? Ministério Público e Tribunal de Contas do Estado, aguardo uma iniciativa contundente contra os agentes que desprezam a lei.

Beto Richa, questionado pela Gazeta do Povo, disse que não iria se manifestar sobre essa flagrante ilegalidade.

Símbolo do Governo Jaime Lerner (DEMO)

Governo Beto Richa volta ao tempo de Jaime Lerner e tercerizará/privatizará na Celepar sem licitação

Em 2006, durante o governo Roberto Requião (PMDB), a diretoria executiva da Companhia de Informática do Paraná – Celepar expediu resolução de diretoria 11/2006, com o intuito de proibir contratações de serviços e fornecimento de bens na área de Tecnologia da Informação (informática) sem licitação (inexigibilidade) de empresas com fins lucrativos e de entidades sem fins lucrativos (do Terceiro Setor).

Ou seja, ficou proibida a contratação sem licitação por inviabilidade de competição.

O motivo foi que durante o governo Jaime Lerner (DEMO) existem vários questionamentos judiciais e do Tribunal de Contas contra contratações realizadas pela Celepar, na época. A Celepar servia apenas como intermediária de terceirizações com empresas e ONGs privadas, muitas vezes sem licitação.

Em um dos casos famosos, a Justiça Estadual aceitou denúncia do Ministério Público contra o ex-governador Jaime Lerner e o ex-secretário de Governo José Cid Campelo Filho, por contratação ilegal da Associação dos Diplomados da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (Adifea), por parte da Celepar. A denúncia envolve crimes como formação de quadrilha, peculato e lavagem de dinheiro e aponta prejuízos aos cofres públicos de, no mínimo, R$ 628 mil. O MP destaca que a Adifea – pela “aura de credibilidade” – foi utilizada como “testa de ferro” para as ações criminosas: “Servia-se a Adifea/USP como sumidouro dos recursos auferidos, pela organização criminosa, ao erário de empresas ligadas à administração pública paranaense, absorvendo o pagamento de contratações realizadas à margem da legalidade e serviços não prestados ou porcamente prestados”, diz a denúncia. A Adifea fora contratada pela Celepar para, entre 2001 e 2002, realizar serviços de “levantamento, revisão e recuperação de tributos, contribuições e ativos financeiros”. Firmado em 2001, o contrato durou até 2002, quando foi rescindido, por aconselhamento do Tribunal de Contas do Estado, que já constatara irregularidades. Por esses serviços, a Celepar pagou à Andifea R$ 291.911,06. A companhia obteve, de fato, compensações tributárias, no valor de R$ 1.621.728,16, demonstra a denúncia. Entretanto, os mecanismos que levaram a essas compensações foram, posteriormente, questionados pelo Fisco, e a Celepar se viu obrigada a restituir R$ 1.957.183,98 em salário-educação (ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) e em Imposto de Renda, Confins e Pasep, à Secretaria de Receita Federal (SRF). “Em razão de inspeção realizada pelo FNDE e dos procedimentos administrativos instaurados pela SRF para a recuperação dos valores compensados indevidamente, a Celepar arcou com um hipotético prejuízo final da ordem de R$ 627.366,88 (…) Como sempre ocorre quando não há uma cristalina diferenciação entre público e privado, referido prejuízo segue, até o presente, pendente de ressarcimento”, salienta a denúncia do MP. O MP evidencia ainda indícios de lavagem de dinheiro. Levantamento que consta na denúncia mostra que dos R$ 291.911,06 recebidos pela Andifea, da Celepar, quase 90% (R$ 256.712,66) foram parar em contas de pelo menos 11 pessoas, entre físicas e jurídicas. “Paulatinamente sacramentado o desvio de recursos da Celepar, cumpria aos denunciados a ‘lavagem’ do dinheiro obtido no golpe, para posterior repartição entre os integrantes da organização criminosa.” Resumo da denúncia:  – Denunciados: além do ex-governador Jaime Lerner e do ex-secretário José Cid Campelo Filho, a denúncia envolve os seguintes integrantes do governo Lerner: Mário Edson Pereira Fischer da Silva, Lúcio Alberto Hansel, Gilmar Santos Pereira e Eluani de Lourdes Snege; e ainda Maurício Roberto Silva, à época, sócio-proprietário da empresa Embracon; Antônio Pinheiro Sampaio Menezes, sócio-proprietário da consultoria Exitus; Pedro Antônio Bittencourt Pacheco, e atuava em conjunto com os dois anteriores; e José Guilherme Hausner e Gil José Pace, respectivamente presidente e diretor administrativo da Andifea. – Crimes denunciados: associação em quadrilha ou bando; crime da lei de licitações, peculato e lavagem de dinheiro.

Eis que agora o governo Beto Richa voltou a permitir as contratações sem licitação (inclusive por inexigibilidade) de bens e serviços de TI. A diretoria executiva atual expediu a resolução de diretoria 001/2012, que permite além de terceirizar/privatizar, vai permitir que a Celepar faça isso sem licitação. Note-se que o presidente do Conselho de Administração da Celepar é o Secretário Cássio Taniguchi (DEMO). E um dos membros da diretoria atual da Celepar foi citado pelo MP na ação judicial acima. Ministério Público e Tribunal de Contas, fiquem de olho!

Vejam as imagens da norma antiga e da norma em vigência.

Ricardo Teixeira 23 anos. Derosso 14 anos. Grupo Lerner/Beto Richa 23 anos

Os maias estavam errados! 2012 não é o ano do fim do mundo. No Brasil e em especial em Curitiba é o ano da renovação. Ricardo Teixeira renunciou à presidência da CBF após 23 anos. João Cláudio Derosso renunciou à presidencia da Câmara Municipal de Curitiba após 14 anos.

Luciano Ducci se desesperou.

A previsão agora é que 2012 será o ano que o grupo do ex-governador Jaime Lerner (DEMO) e do atual governador Beto Richa (PSDB), também ex-prefeitos da capital, após 23 anos perderá o poder em Curitiba. Outubro vem ai!

Governo Jaime Lerner lesou usuários do pedágio e foi favorável às concessionárias, diz TCU

Jaime Lerner e Beto Richa, criador e criatura

O governo Jaime Lerner (DEMO, com apoio do PSDB) lesou usuários do pedágio e foi favorável às concessionárias, diz o Tribunal de Contas da União, conforme a Gazeta do Povo da última quinta-feira.

Além de privatizar as estradas do Paraná e implementar um dos pedágios mais caros do mundo, entre 1997 e 1998, o ex-governador Jaime Lerner (1995-2002), com o apoio do PSDB do atual governador Beto Richa, fez modificações nos contratos com as concessionárias em 2000 e 2002 que geraram benefícios indevidos às empresas privadas.

O TCU ainda aponta que os contratos celebrados por Lerner em 1997 desrespeitaram a Lei de Concessões de 1995.

O levantamento do TCU foi solicitado pela Senadora Gleisi Hoffmann (PT) em 2011, atual Ministra da Casa Civil da presidenta Dilma Rousseff.

O governo Roberto Requião (2003-2010) tentou judicialmente acabar com as ilegalidades e imoralidades dos contratos celebrados por Lerner, mas o Poder Judiciário sempre deu ganho de causa às concessionárias, de forma liminar, ou ainda não julgou as demandas definitivamente.

Beto Richa suspendeu 140 ações contra as concessionárias para iniciar negociações com as concessionárias. Por enquanto essas negociações não surtiram efeito: a tarifa continua estratosférica, as concessionárias continuam não fazendo investimentos, duplicações e obras, e o povo paranaense continua a mercê da incompetência do governo.

Maiores informações na matéria da Gazeta do Povo.

“Grupos econômicos que apoiam Jaime Lerner não desejam o avanço político e social, mas a volta da política de compadrio, das benesses e da corrupção” Maurício Fruet em 1988

Hoje na Gazeta do Povo, em matéria sobre a eleição para prefeito de Curitiba de 1988, na qual infelizmente Maurício Fruet perdeu na campanha dos 12 dias de Jaime Lerner, que venceu e começou o domínio da direita na prefeitura de Curitiba, desde então.

Gazeta do Povo exalta governo Lerner por ele ter reduzido gasto com pessoal. A que custo?

Os neoliberais Jaime Lerner e FHC comemorando as privatizações. Beto Richa no mesmo caminho.

Na Gazeta do Povo de ontem, a colunista Rosana Félix exalta o governo de Jaime Lerner (1995-2002) por ele ter reduzido o gasto de pessoal no Estado do Paraná. Disse textualmente que “a gestão Lerner não foi muito boa para os servidores, que não tiveram reajustes significativos, mas foi importante para equilibrar um pouco mais as finanças”. Ora, a que custo? A jornalista se esqueceu de dizer, culposa ou dolosamente.

Jaime Lerner (DEMO) terceirizou atividades-fim do Estado do Paraná para empresas privadas e entidades do Terceiro Setor. É claro, ao pagar (caro) para entidades privadas, o governo deixou de contratar servidores públicos por meio de concurso público.

Com isso Jaime Lerner precarizou a Administração Pública estadual, ao tentar implementar o neoliberal-gerencialismo. Burlou a legislação licitatória ao contratar entidades privadas sem licitação. Burlou a Constituição da República ao deixar de realizar concursos públicos ao implementar as terceirizações ilícitas de atividades-fim.

Quase vendeu a Copel, queria privatizar a Procuradoria Geral do Estado para o escritório do seu advogado, foi condenado por aditivar contratos de concessão/privatização com empresas concessionárias, etc.

Não contratou policiais, não contratou professores, não contratou profissionais da saúde por meio de concurso público. Assim fica fácil gastar menos com pessoal.

É uma pena que o governador atual, Beto Richa (PSDB), esteja indo pelo mesmo caminho.

Governo Beto Richa repete Jaime Lerner e enfraquece o software livre e a Celepar com privatizações

Após 8 anos de software livre, Celepar busca soluções no mercado

Hoje na Gazeta do Povo

Por BRENO BALDRATI

Após passar oito anos focada no uso do software livre, durante o governo Roberto Requião, a Companhia de Informática do Paraná (Celepar) está voltando ao mercado em busca de soluções de Tecnologia da Informação (TI). Ainda prejudicada pela falta de confiança das empresas, que em alguns casos tiveram seus contratos rompidos unilateralmente, a companhia passou o primeiro ano do novo governo estruturando as ações para os próximos três, segundo o diretor-presidente, Jacson Carvalho Leite. “Se a melhor tecnologia estiver no mercado, não sei por que não podemos ir até lá em busca dessa solução. Não dá para pensar que temos a capacidade de desenvolver tudo sozinhos”, diz Leite.

Responsável por fornecer a infraestrutura de tecnologia de 106 órgãos do governo, a empresa quer melhorar a coleta de informações sobre as diversas aéreas do estado e atuar como uma central estratégica para o governo, ajudando na tomada de decisões. Um exemplo de como isso está sendo feito é um programa usado pelo secretário de Estado da Fazenda, Luiz Carlos Hauly, que permite acompanhar em tempo real, pelo iPad, a movimentação do caixa do estado. “De 15 em 15 minutos ele recebe um relatório com tudo que está entrando e saindo dos cofres do governo”, conta Leite.

Um dos projetos mais importantes em discussão na empresa é o de biometria, que usa dados de diferentes órgãos do governo para facilitar a identificação dos cidadãos. O programa teria, inclusive, acesso ao banco de dados de endereços da Copel, e serviria para agilizar o atendimento de serviços públicos, como do Detran, eliminando a necessidade de papel. A área de segurança também poderia se beneficiar do projeto, com a busca rápida por antecedentes criminais, por exemplo. “Ainda é um projeto piloto, estamos testando. Mas ele poderá unificar o acesso a diferentes informações apenas pela leitura da digital do polegar de um cidadão”, diz Leite.

Outro programa em estudo é a instalação de uma rede Voip (voz sobre IP) para todos os órgãos governamentais. O objetivo é baixar os custos de comunicação do estado. Os telefones de todas as repartições públicas estaduais funcionariam como se fossem ramais. O custo para a implementação está avaliado entre R$ 27 milhões e R$ 30 milhões.

Qualificação

Segundo Leite, a empresa vai investir R$ 3,3 milhões em treinamento para os funcionários em 2012, o maior investimento da Celepar nos últimos anos. Em 2011, o governo de Beto Richa gastou R$ 265 mil em treinamentos. Para o presidente da estatal de informática, os recursos são necessários para atualizar os funcionários com os últimos lançamentos do mercado.

Relembrar é viver: reportagem bomba da Carta Capital “A conexão Paraná” de 2010 cita Lerner, Taniguchi e Beto Richa

Atualmente Taniguchi é secretário de Beto Richa e Jaime Lerner é condecorado pelo governo

Na Carta Capital de setembro de 2010

A conexão Paraná

As investigações das falcatruas do DEM de Brasília, no mandato do governado cassado José Roberto Arruda (foto), ainda não terminaram. Agora miram Paulo Rocha, acusado de operar o esquema na DFTrans. Foto: Gustavo Moreno/D.A.Press

Na manhã de 23 de agosto, um pequeno grupo de funcionários do DFTrans, órgão responsável pela fiscalização e controle do transporte urbano do Distrito Federal, reuniu-se para esperar uma visita do ex-diretor do órgão Paulo Henrique Munhoz da Rocha. Ex-dirigente do DEM do Paraná, Rocha teve uma trajetória trepidante no mandato do governador cassado José Roberto Arruda, com quem caiu em desgraça ao também ser flagrado no festival de propinas revelado em áudio e vídeo pela Operação Caixa de Pandora, em novembro de 2009. Sumido desde então, o ex-diretor não deu as caras em Brasília. Não foi por menos.

Rocha, chamado pelos amigos de “Pile”, era esperado na sede do DFTrans, em Brasília, para responder a nada menos que dez sindicâncias internas referentes a assinaturas de contratos fraudulentos, multas ilícitas, extravio de equipamentos, superfaturamento, convênios fantasmas e mais uma dúzia de irregularidades administrativas. Citado em três ocasiões pelo inquérito da Caixa de Pandora, o político aparece em uma das fitas de Durval Barbosa a receber estimados 20 mil reais para, segundo o delator, direcionar licitações de interesse de empresas de informática, muitas das quais apontadas pelo Ministério Público Federal como principais lavanderias de dinheiro do esquema de corrupção do DEM.

Bisneto e neto de ex-governadores paranaenses (Caetano e Bento Munhoz da Rocha, respectivamente), “Pile” é, porém, o elo mais visível de uma conexão montada por Arruda e o DEM do Paraná desde os primeiros dias de governo. Rocha tem a vida e a carreira política ligadas a dois dos principais caciques do DEM paranaense, o ex-governador Jaime Lerner e o deputado federal e ex-prefeito de Curitiba Cássio Taniguchi. Este último, secretário de Desenvolvimento Urbano do DF até a derrocada do governador, era apontado como “cérebro” da administração Arruda e peça fundamental na sustentação do mais lucrativo movimento político do período, a aprovação do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) de Brasília.

A linha de investigação da PF e do Ministério Público em relação ao PDOT se baseia em um depoimento de Barbosa sobre a votação do projeto na Câmara Legislativa do Distrito Federal. Aos procuradores federais, Barbosa afirmou que a aprovação do PDOT rendeu 20 milhões de reais ao esquema de corrupção do DEM. O dinheiro, afirmou, foi repartido entre um grupo ligado ao governador Arruda, outro ao então vice-governador Paulo Octávio Pereira (também do DEM), e um terceiro, formado por deputados distritais. Segundo o delator, José Geraldo Maciel, à época chefe da Casa Civil de Arruda, pagou propinas de 420 mil reais a cada um dos 18 deputados da base aliada que votaram a favor do PDOT. Contra o projeto ficaram apenas quatro deputados do PT e um do PDT.

Rocha conseguiu montar um esquema periférico no DFTrans. Com base apenas nos contratos detectados até agora pela comissão de sindicância do órgão, o esquema pode ter arrecadado cerca de 50 milhões de reais. Expulso do partido depois de flagrado no vídeo da propina, o ex-diretor do DFTrans sumiu de circulação e nunca conseguiu ser localizado pela comissão de sindicância. Também passou a ser renegado pelos padrinhos políticos, embora os fatos façam essa ligação por si.

Entre 1995 e 1997, no governo paranaense de Jaime Lerner, Rocha foi diretor do Departamento de Administração do Instituto de Previdência e Assistência aos Servidores do Estado (IPE). Depois, passou a trabalhar diretamente na prefeitura de Curitiba, nos dois mandatos de Taniguchi, entre 1997 e 2004. Lá, foi diretor-administrativo-financeiro do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), superintendente do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Município de Curitiba (IPMC), além de presidente do Instituto Curitiba de Saúde (ICS) e da Companhia de Desenvolvimento de Curitiba (CIC).

Taniguchi não quis falar diretamente sobre Rocha. Conselheiro informal da campanha do tucano Beto Richa ao governo do Paraná, ele desistiu de se candidatar novamente à Câmara dos Deputados, oficialmente para retomar seus trabalhos como urbanista em Curitiba. O fato é que Taniguchi virou ficha suja ao ser condenado, em 20 de maio deste ano, no Supremo Tribunal Federal, por crime de responsabilidade. Quando prefeito de Curitiba, entre 1997 e 1998, ele usou 4,9 milhões de dólares do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), destinado à melhoria de transportes na capital paranaense, para -pagar precatórios (dívidas judiciais) a credores escolhidos de forma seletiva.

Segundo Patrício Macedo, seu assessor de imprensa, embora Rocha tenha mesmo trabalhado com o ex-prefeito, a indicação dele para a direção do DFTrans foi feita por outro demista do Paraná, Alberto Lupion. Já o deputado Lupion afirma ter indicado o nome de Rocha ao então secretário de Transportes do DF, Alberto Fraga, durante uma reunião na Câmara na qual Taniguchi estava presente. “Falei com ele (Rocha), há dois meses, e ele me disse que estava montando uma empresa em Camboriú (litoral de Santa Catarina)”, conta Lupion.

A Conexão Paraná montada no governo Arruda, também investigada pela Caixa de Pandora, foi reflexo direto da situação política do DEM pós-eleições de 2006. Em 1º de janeiro de 2007, o Distrito Federal se transformou na meca do partido, cuja sobrevivência sempre dependeu da adesão aos cargos e recursos do governo federal. Asfixiado política e financeiramente pela distância do poder desde a chegada do PT ao Palácio do Planalto, em 2003, o DEM vislumbrou na eleição de Arruda um porto seguro para o renascimento da sigla. O problema, como demonstrou a operação da PF, foi a sede excessiva.

A convocação dos demistas paranaenses por Arruda foi uma tentativa de fazer do assédio aos cofres públicos do Distrito Federal uma ação qualitativa, tocada por quadros descolados da tradicional estrutura nordestina do DEM, mais do que manjada pela mídia e pelo Judiciário. Assim foram acertadas as nomeações dos deputados Alceni Guerra, que chegou a ser secretário especial de Educação Integral, e Taniguchi, herdeiro político do ex-governador paranaense Jaime Lerner. Uma das primeiras medidas tomadas por Taniguchi foi, aliás, arranjar um bom contrato para o badalado escritório de arquitetura do mentor político.

Empossado como secretário de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente, Taniguchi tratou de fechar, sem licitação, um contrato de 2 milhões de reais com a empresa Jaime Lerner Arquitetos Associados para a “prestação de serviços de consultoria em desenvolvimento”. Fechado em maio de 2007, o contrato previa a realização de estudos e pesquisas para a implantação do Parque Burle Marx, uma área de Cerrado localizada, coincidentemente, ao lado do Setor Noroeste de Brasília, principal tesouro levantado pelo PDOT. Trata-se, atualmente, do metro quadrado mais caro do País, onde o ex-vice-governador Paulo Octávio investiu mais de 30 milhões de reais.

Entre os contratos assinados por Rocha no DFTrans há um relativo à compra de 800 câmeras de vídeo a serem instaladas nos ônibus do DF para combate à criminalidade no transporte público. Valor: 8,5 milhões de reais. A empresa Sync, contratada por Rocha, pertence ao ex-presidente da Câmara Distrital Leonardo Prudente, o deputado do DEM notabilizado ao ser flagrado em um dos vídeos de Barbosa enquanto colocava maços de dinheiro nas meias.

A Sync participava ainda de consórcios em parceria com a Minauro Informática, do Paraná, contratada pelo DFTrans para criar, a um custo de 21 milhões de reais ao ano, uma “solução tecnológica integrada de gestão de informações de transporte”. Na verdade, um nome pomposo para denominar um programa de computador considerado ruim pelos administradores do órgão. A Minauro Informática não aparece no esquema à toa: é uma velha conhecida de administrações do DEM no governo do Paraná e na prefeitura de Curitiba.

Outra empresa contratada por Rocha, a Flexdoc, forneceu arquivos, estantes e armários ao DFTrans por 2,6 milhões de reais, sem licitação. A sindicância descobriu que os móveis nem sequer pertenciam à empresa – haviam sido terceirizados. Por essa razão, o órgão foi obrigado a renovar de forma emergencial o contrato para não ficar sem ter onde guardar papéis e documentos até conseguir resolver o problema.

Todos os demais contratos fechados na gestão de Rocha foram suspensos. De acordo com a assessoria de imprensa do DFTrans, cujo diretor atual é Marcos Antônio Nunes de Oliveira, mesmo sem ter aparecido para prestar esclarecimentos, Rocha não vai se livrar do processo administrativo decorrente das sindicâncias, com previsão de término para daqui a três meses. Caso constatada a responsabilidade do ex-dirigente, informa a assessoria, o processo resultará em “tomadas de contas especial” com o objetivo de garantir ressarcimento aos cofres públicos do dinheiro usado irregularmente.

Gazeta do Povo diz que Requião venceu em 1985 graças a Richa. Sebastiani conta outra história

Comício de Requião na Vila São Pedro, em 20 de outubro de 1985: peemedebista largou com 18% das intenções de voto contra 40% de Lerner. Mas conseguiu a virada.

Em matéria da Gazeta do Povo de domingo, o jornal apresentou matéria dizendo que Roberto Requião (PMDB) venceu a eleição para prefeito de Curitiba do favorito Jaime Lerner em 1985 sob o comando e com o apoio decisivo do então governador do Paraná pelo PMDB, José Richa, pai do atual governador Beto Richa (PSDB).

Lerner, que havia sido prefeito duas vezes por indicação do governo militar golpista,  tinha vantagem sobre Requião de 40% a 18%, caiu para 38% a 26% e um mês antes empate com 37% cada. No fim de outubro ocorreu a virada: 42% a 37%.

A matéria ainda noticiou a tensão que chegou ao ápice dois dias antes do pleito, quando a Polícia Federal apreendeu cerca de 100 mil panfletos apócrifos feitos pela turma de Lerner contra a candidatura de Requião, que mesmo assim venceu com 227.248 votos contra 208.364 do candidato da direita

Os candidatos a prefeito de Curitiba em 1985: Jaime Lerner (PDT), Roberto Requião (PMDB), Paulo Pimentel (PDS) e Edésio Passos (PT)

O jornalista Sylvio Sebastiani contestou a matéria em seu Blog, com o seguinte post:

A HISTÓRIA “DAS ELEIÇÕES CURITIBANAS” É PURA FANTASIA !

O jornal Gazeta do Povo de domingo, 29 de janeiro de 2011, inicia uma reportagem com o título acima, destacando”SOB O COMANDO DE RICHA, REQUIÃO VENCE”.

A minha “história” é diferente, tenho obrigação de fazer aqui um pequeno relato, mas antes, convoco as personagens importantes de minha “história”: Roberto Requião, Jaime Lerner, Saul Raiz e Osmann de Oliveira. Outros já faleceram.

“Em certa 6a. feira, na semana anterior à eleição, recebi, indicado por um amigo, o jornalista Joaquim Zeferino Nascimento, afirmando ter sido coordenador da Campanha Eleitoral de Jaime Lerner, candidato à Prefeito e queria gravar um depoimento sobre a campanha. Com o jornalista Nuevo Baby, que comandava o programa “O Repórter”, da TV Paraná , nós dois gravamos o programa para ser levado ao ar na 2a.feira. Na tarde mostramos a gravação à diversas pessoas, entre elas o Governador José Richa, o Senador Álvaro Dias, e muitos outros da campanha de Roberto Requião, que poderão também testemunhar. A gravação iria ao ar na 2a.feira às 12 horas. Nesse período houve comentários, corridas por todos os lados. No domingo fui chamado para uma conversa com o Martinez, proprietário da TV Paraná, o próprio Nascimento, Osmann de Oliveira e um representante do Comité do Lerner, Eduardo Pacyornik, para  eu concordar de não ir ao ar a tal gravação. “NÃO CONCORDEI”. Na saída da reunião, solicitei ao Nascimento que estivesse em minha sala da Televisão, na manhã de 2a.feira e ele concordou.

Na manhã de 2a. feira, Baby, Nascimento  eu ficamos aguardando, pois tivemos conhecimento que o Comité de Lerner foi ao Tribunal Eleitoral, ingressar com pedido de suspender a divulgação da gravação.

Ao meio-dia, de fato chegou um Telex, com uma Liminar “proibindo levar ao ar a gravação”.

Fomos para o Estúdio começar o programa “O Repórter”, junto foi o jornalista Nascimento. Nuevo Baby abriu o programa, lendo a “Liminar” e com ataques à ditadura, afirmou que iria cumprir a decisão judicial, mas com a presença de Joaquim Nascimento, faria a entrevista, “ao vivo”.

Joaquim Nascimento fez um relato do Comité, quem deu o dinheiro, quanto, as contra propagandas que foram feitas em Londrina,na Gráfica Leal, enfim, tudo que aconteceu na campanha. Foi um desastre total!

Jaime Lerner estava com 23% acima de Requião!

O Comité do Requião, colocou as partes importantes no Horário Gratuito do TRE.

Houve uma reação do Comitê de Lerner: o então vereador Algaci Tulio foi à televisão, afirmar que estava com o advogado Osmann de Oliveira para processar Nascimento, que era estelionatário. O Deputado Norton Macedo disse ter contratado o advogado Renê Dotti para processar o Nascimento e até o candidato Jaime Lerner, foi em defesa de Saul Raiz. afirmando que o Requião era louco.

TENHO TODAS AS GRAVAÇÕES EM DVD!

Nuevo Baby e eu fomos presos pela Policia Federal, fichados, fotografados e processados. O Presidente do Tribunal Eleitoral do Paraná, disse as certas pessoas:”Vou por o Baby e o Sebastiani, na cadeira”.

Os jornais publicaram, afirmando que teríamos de 3 a 5 anos de prisão.

ROBERTO REQUIÃO, NO DOMINGO VENCEU A ELEIÇÃO PARA PREFEITO DE CURITIBA.

ESTA É A VERDADE!

Sylvio Sebastiani

Entrevista com o pré-candidato a prefeito de Curitiba Mauricinho Tucanus

Divulgo a entrevista que um importante meio de comunicação de Curitiba fez ao pré-candidato a prefeito de Curitiba, Mauricinho Tucanus:

O senhor prefere se ir para o trabalho de Ferrari ou Harley Davidson?

Então, tipo assim… Não gosto muito de trabalhar, aprendi isso com o papai e com o vovô. Uso minha Ferrari nos dias chuvosos e a Harley nos dias de sol.

O que o senhor costuma ler?

Não gosto muito de ler, vejo mais televisão, principalmente o BBB, o Manhattan Connection e o programa do Tucano Huck. Adoro o Diogo Mainardi. Mas leio a revista Veja e a Caras.

Como o senhor se define?

Não sou nem de esquerda, nem de centro, nem de direita.

Do que o senhor mais gosta na cidade?

Quando entro no elevador e ninguém me dá bom dia.

Do que menos gosta?

Do povão com dinheiro, quando invade os locais que costumo frequentar.

Qual o seu lugar favorito em Curitiba?

Minha cobertura no Batel.

E para o senhor, quem é o curitibano?

O meu clube.

E como definir Curitiba?

É o melhor restaurante da cidade, o Bar Curityba.

Do que o senhor sente falta quando está fora de Curitiba?

Do meu papai.

Existe algo que o senhor viu em outra cidade e que adaptaria a Curitiba?

Estátua da Liberdade e Torre Eiffel.

O curitibano é fechado?

O Clube Curitibano não fechou não, está aberto. Vou lá jogar golf.

Em qual época a cidade é mais bonita?

Não leio a Época, leio a Veja.

Alguma lembrança de infância?

Quando meu papai me deu o primeiro carro aos 12 anos.

Qual a sua praça favorita?

Nenhuma, todas são publicas. Posso citar a praça do meu condomínio?

Alguma feira que frequenta?

As feiras de carros, são as melhores.

Existe algum local pouco conhecido de Curitiba que o senhor indicaria a um amigo visitar?

Posso indicar ótimos restaurantes.

Existe um personagem histórico da cidade que o senhor admira?

Jaime Lerner.

E da atualidade?

Beto Richa.

Se um gênio da lâmpada concedesse um pedido para o senhor fazer uma única mudança em Curitiba, o que mudaria?

A transformaria em Nova York.

Alguma proposta de inovação para a cidade?

Transformar o Batel e o Ecoville em condomínios fechados.

Como melhorar o trânsito da cidade?

Proibindo pobres de terem carros.

É possível fazer ciclofaixas em toda a cidade?

Concordo com as ciclofaixas de final de semana do atual prefeito Luciano Ducci (PSB). Bicicleta é para diversão, e não para ir ao trabalho.

Qual meta social o senhor gostaria de atender?

Então, tipo assim… As colunas sociais dos grandes jornais poderiam aumentar né?.

O que mais o irrita no trânsito como motorista?

Detesto encontrar fuscas pela rua.

Qual a opinião do senhor sobre o metrô?

Vou instalar os trens da Disney aqui.

Lula ou FHC?

FHC, claro!

Qual sua opinião sobre o golpe de 1964?

Que golpe? A Veja disse que foi uma revolução gloriosa.

Quais suas principais propostas?

Pena de morte, redução da maioridade penal para 4 anos, fim do bolsa família, proibição da união estável entre homossexuais, obrigação do ensino religioso nas escolas públicas, privatização de tudo, fim dos concursos públicos e licitações.

Coxa ou Furacão?

Prefiro o São Paulo.

Praias do Paraná ou Santa Catarina?

Nunca fui, adoro Miami, onde há mais anticastristas no mundo.

Para turismo Foz do Iguaçu ou Rio de Janeiro?

Disney.

Um lugar que nunca iria?

Cuba, o Jornal Nacional e o pastor disse que lá é coisa do capeta.

Se eleito quem serão seus secretários?

Cassio Taniguchi, Fernando Francischini, Jair Bolsonaro, minha esposa, meu irmão, meu filho e toda a família do meu ídolo, Beto Richa.

Beto Richa entrega condecoração do Estado à Aécio Neves para fazer propaganda política

Carlos Alberto, Aécio e Durval Amaral, que pretende ser o próximo Conselheiro do TC

Desculpe a minha ignorância. Resido desde 1986 em Curitiba e nunca tinha ouvido falar na “Ordem Estadual do Pinheiro”.

Hoje o governador Beto Richa (PSDB) gastou dinheiro público e entregou a condecoração da Ordem Estadual do Pinheiro ao Senador Aécio Neves (PSDB), provável candidato a presidente em 2014 pelo partido, já que José Serra acabou de ser eliminado da disputa depois de publicado o livro “A Privataria Tucana”.

Mais 46 pessoas receberam a condecoração, com a justificativa de que se destacaram em suas áreas de atuação, pela notoriedade do saber ou por serviços relevantes prestados ao Paraná.

Algumas condecorações foram merecidas, como por exemplo as condecorações para Félix Fischer, René Ariel Dotti, Olympio de Sá Sotto Maior Neto e o lutador corinthiano campeão mundial Anderson Silva.

Instituída em 1972, a Ordem do Pinheiro é a mais alta comenda do Estado e é atribuída em cinco graus: Grã-Cruz, Grande Oficial, Comendador, Oficial e Cavaleiro. As homenagens marcaram as comemorações de 158 anos da emancipação política do Paraná.

Beto Richa disse que “homenageamos figuras ilustres pelas contribuições que deram para o desenvolvimento social e econômico do Estado e do País, com ética e civismo”.

O que o ex-governador e Senador de Minas Gerais, Aécio Neves, já fez de bom pelo Paraná? Nada!

E o que fez de bom para Minas Gerais? Foi o governador coronel que domina os meios de comunicação e privatizou e precarizou o estado das Minas Gerais.

E o que fez de bom para o Brasil? Nada! Pelo contrário: deu um péssimo exemplo de ser pego em uma blitz no Rio de Janeiro e se recusar a assoprar o bafómetro.

E por falta de opções será o candidato do PSDB para o cargo de presidente do Brasil em 2014, para concorrer com a Presidenta Dilma Rousseff (PT).

Beto Richa, com o evento, pretende se cacifar para ser o candidato a vice de Aécio neves em 2014. Para isso pretende continuar fazendo eventos “tucanos” como esse e aplicar o ideário neoliberal tucano no Paraná, com as privatizações e precarização da Administração Pública.

Para terminar, a piada do dia: outro que foi agraciado foi Jaime Lerner (DEMO), o pior governador de todos os tempos do Paraná, que desmontou o Estado, criou o pedágio mais caro do Brasil, privatizou o Banestado e até tentou privatizar a Copel.

Acho que quem escolheu os nomes para a premiação foi Cássio Taniguchi (DEMO), ex-prefeito de Curitiba, ex-secretário de planejamento de Jaime Lerner e atual secretário de planejamento de Beto Richa. Foi ele que criou a privatização via OS em Curitiba e o principal articulador para a privatização da saúde e cultura via OS no Estado.

O lernista Beto Richa, Jaime Lerner e Durval Amaral, candidato ao cargo vitalício ao TC-PR

Charge: Lerner Business School

Do Cleverson Lima (Rodopiou)

Amanhã, 13h, na Assembleia Legislativa, manifestação contra a privatização via OS da saúde, informática e cultura

O DEMO Jaime Lerner ensinando seu aprendiz tucano, Beto Richa, em como privatizar o Paraná

Para os que têm saudades das manifestações contra a privatização da Copel, amanhã, 13h, na Assembleia Legislativa do Paraná ocorrerá uma manifestação contra o projeto de lei das organizações sociais – OS encaminhado pelo governador Beto Richa (PSDB), que permitirá a privatização da saúde, da informática, da cultura e quase todas as demais áreas das atividades estatais.

Será na reunião da CCJ.

Estudantes, professores e demais cidadãos conscientes estão convidados.

O governo Beto Richa está cada vez mais parecido com o de Jaime Lerner (ARENA, PFL, DEMO), com tentativa de privatização e precarização do serviço público.

Estaremos lá!

Prefeito Jaime Lerner permitiu demolição de prédio histórico em Curitiba

Foto da coluna de Cid Destefani de ontem na Gazeta do Povo, com os dizeres: "Rua XV esquina com Oliveira Belo. Prédio do Café Paratodos, demolido em 1972. Lerner era o prefeito".