Datafolha: Beto Richa 44%, Requião 28% e Gleisi 10%

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Para quem acredita em pesquisas:

Acabou de ser divulgada a mais nova pesquisa Datafolha/RPC/Globo, com o governador Beto Richa (PSDB) com 44%, o senador Roberto Requião (PMDB) com 28%, a senadora Gleisi Hoffmann (PT) com 10%, Ogier Buchi (PRP) 1% e os demais candidatos Bernardo Pilotto (PSOL), Geonisio Marinho (PRTB), Rodrigo Tomazini (PSTU) e Tulio Bandeira (PTC) sem nem um por cento, Brancos/nulos 5% e não sabem 10%.

No segundo turno Beto tem 53% e Requião 33%.

No levantamento anterior, realizado pelo instituto entre os dias 12 e 14 de agosto, Richa tinha 39%, seguido por Requião (33%), Gleisi (11%) e Buchi (1%).

Se a pesquisa estiver certa, o que muitos duvidam, Beto tem desempenho melhor entre moradores do interior e eleitores de Aécio Neves, com crescimento entre os mais pobres, os mais instruídos, no eleitorado masculino, moradores de cidades com até 50 mil habitantes e entre os evangélicos pentecostais; e Requião teve redução entre eleitores mais instruídos, evangélicos pentecostais e mais velhos.

Pesquisa realizada entre os dias 8 e 9 de setembro, com 1.201 eleitores em 46 municípios do estado, com mergem alta de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O tal nível de confiança é de 95% (se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de três pontos prevista). Registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo número PR-00031/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo número BR-00584/2014.

Paranaense pagará conta da má gestão na COPEL até 2017

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Salva de uma desastrada tentativa de privatização pela movimentação da sociedade paranaense no início dos anos 2000, a Companhia Paranaense de Eletricidade (COPEL), novamente vai chamar a atenção da população do Paraná neste final de gestão do governo do estado. E, de novo, a população paranaense está sendo convocada para salvar a empresa. Mas, desta vez, e de forma injusta, para pagar a conta pela má administração e erros de gestão que estão trazendo prejuízos imensos à companhia, considerada a joia da coroa entre as estatais do Estado e uma das maiores do país.

Trata-se de socorrer a Copel Distribuição, a principal empresa da holding, e por onde entra todo o faturamento pela cobrança da tarifa sobre o fornecimento de energia elétrica da população e das empresas. Esta empresa vem apresentando elevados prejuízos nos últimos anos: em 2012 foram R$ 50 milhões e em 2013, R$ 70 milhões. No primeiro trimestre de 2014, os prejuízos já alcançaram a R$ 14 milhões.

A estratégia foi definida pelo Governador Beto Richa: aplicar na população paranaense um “tarifaço” na conta de luz neste e nos próximos dois anos para que a empresa não quebre. A ANEEL – Agencia Nacional de Energia Elétrica, que cuida da regulamentação do setor no país, enviou, em 30/07/2013, um ofício a diretoria da Copel questionando o elevado endividamento de R$ 2 bilhões em 2013, pressionando por soluções e dando um prazo ao governo paranaense para que prove até 2017 que a Copel Distribuição é uma companhia viável. Caso contrário, o estado perderá para a União a concessão que vence em 2015.

Para este ano, o reajuste decidido é de 25% na conta de luz, dentro de um total necessário para resolver os problemas financeiros da empresa de 39,71%, o que significa que existe ainda um acumulado de quase 15% para reajuste em 2015. Na previsão de continuidade dos prejuízos, é de se prever que o reajuste necessário em 2015 poderá também se aproximar dos 30%.

O de 2014 é o maior reajuste promovido por uma companhia de distribuição de energia entre todas as que operam no Brasil. E este “tarifaço” promete ser contínuo na conta de luz do PSDB, atingindo diretamente o bolso do cidadão. E isso vai acontecer por dois caminhos inevitáveis, se nada for feito. O primeiro é o aumento puro e simples com as despesas mensais das famílias no pagamento da conta de luz. O segundo é o aumento de preços que virá decorrente do efeito do reajuste do insumo sobre a economia. Milhares de pequenas e médias empresas do Estado vão ter seu custo de produção elevado e irão repassá-los aos seus produtos para não quebrar. E aí, novamente, o consumidor paranaense vai tirar do seu próprio bolso, comprometendo ainda mais sua renda.

E como a Copel Distribuição chegou a esta situação?

Depois de sofrer um processo de saneamento durante o Governo Roberto Requião, a Copel foi entregue ao novo governo apresentando lucros anuais próximos a R$ 1 bilhão, com R$ 2 bilhões em caixa e endividamento de 17% sobre o Patrimônio Líquido, contra uma média de 40% do setor. A Copel Distribuição, por exemplo, apresentou lucratividade de R$ 500 milhões em 2010 e 2011. No entanto, bastaram três anos para que fosse levada ao prejuízo e transformada numa empresa estatal inviável sob o ponto de vista econômico e financeiro. Estão longe os bons tempos como os do Governo Roberto Requião quando a empresa se preocupou com investimentos sociais, com a criação do Programa Luz Fraterna, que beneficiou quase 1,2 milhão de paranaenses e onde o governo paga a conta de luz das famílias carentes

regularmente inscritas no Bolsa Família, ou no cadastro social da Copel. O dinheiro que elas deixam de gastar com a conta de luz pode ser utilizado em outras coisas essenciais, como alimentação, saúde ou educação. Atualmente, a Copel passou a se ocupar ostensivamente com a remuneração dos seus acionistas, aumentando de 25%, no Governo de Roberto Requião para 50% atuais, a destinação do lucro.

E também em aumentar suas despesas desnecessárias, elevando de oito para 17 o números de diretorias com altos salários. Antes capitalizada e com um dos melhores desempenhos do país, o Governo Roberto Requião pode adotar medidas na Copel como a de não repassar vários aumentos de tarifa de energia aprovados pela ANEEL, o que resultou em mais de R$ 3 bilhões mantidos no bolso da população paranaense.

Agora a situação é muito diferente. O que mais contribuiu para a Copel Distribuição chegar a quase insolvência foram às operações de compra de energia no mercado livre, altamente especulativo e onde o consumidor pode negociar preços, prazos e quantidades com a empresa que preferir. No Brasil existe um déficit enorme para as distribuidoras atenderem seus mercados e a Aneel promoveu no final de 2013 um leilão para compra de energia das geradoras que possuíam sobras para venda. A Copel se habilitou com geração das Usinas Governador Bento Munhoz da Rocha (Foz do Areia) para contratos de 12 meses e a Tradener um intermediário do setor, também se habilitou com energia desta mesma Usina e da Usina Governador Ney Braga (Segredo) para contratos de 12 e 36 meses. O resultado é que no espaço de tempo em que a ANEEL anunciou o leilão, em outubro para sua realização em dezembro, a Copel Geração vendeu parte da sua energia para Tradener a preços inferiores ao teto máximo fixado no leilão. No entanto, a Copel Distribuição necessitou adquirir energia no mercado livre, e acabou comprando da Tradener esta mesma energia a preços muito maiores do que os cobrados pela Copel Geração na venda ao intermediário, resultando em um lucro de milhões para a empresa privada. O desfecho de tudo isso é que a Tradener acabou vendendo mais energia da Copel do que a própria Copel, com lucros elevados na intermediação. Outra grande contribuição ao agravamento da situação foi a saída dos 15 maiores consumidores da Copel Distribuição, que passaram para o mercado livre, fuga até agora não explicada e que provocou uma queda enorme de receitas e consequentemente impacto mais elevado nos preços que compõe a tarifa.

As saídas para a Copel não serão fáceis. É preciso começar tudo de novo e realizar uma operação de saneamento na empresa a exemplo da que foi realizada no Governo de Roberto Requião. Para começar, a promoção de uma redução das atuais 17 diretorias da empresa para apenas 8, como no governo passado, mais compatível com a realidade da companhia. Voltar a pagar os dividendos mínimos legais de 25% e avaliar com cuidado todas as participações em empreendimentos fora do Estado do Paraná, principalmente os valores investidos em projetos de Usinas Eólicas e em Linhas de Transmissão, cujo cronograma já se encontra atrasado devido a situação precária da empresa.

 

Beto Richa destroi o ensino básico do Paraná

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O Ministério da Educação divulgou hoje (05) o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2013 que mostra que o Paraná, que já esteve em primeiro lugar, agora é o nono colocado. O Índice reúne dois conceitos importantes para a qualidade da educação: fluxo escolar e médias de desempenho nas avaliações.

O Índice começou a ser calculado no mesmo período da gestão Requião 2003-2010. Em 2005, o Paraná estava em 6º lugar com pontuação 3,6. Dois anos depois, em 2007, o Estado tinha subido para segunda posição, com 4. Em 2009, o Paraná alcançou o 1º lugar, com pontuação 4,2. Até aqui, a prioridade do Governo do Estado era a educação.

O então governador Roberto Requião determinou que 30% do orçamento seria destinado para a educação. E uma revolução no ensino público começou. Livros didáticos eram feitos pelos professores e distribuídos de graça. As escolas começaram a ser reformadas, ganharam quadras cobertas e novos colégios foram construídos.

Os professores ganharam atenção especial: salários revistos e um programa de qualificação continuada, o PDE. Por dois anos poderiam ficar fora das salas de aula estudante e se atualizando. Também foram comprados 1.100 ônibus para o transporte escolar e retomados os Jogos Colegiais e criadas as Patrulhas Escolares.

Dentro das escolas tecnologia com as TVs multimídias e internet gratuita. Fora das escolas, incentivos como o festival Fera com Ciência. O ensino público foi valorizado. Os professores tinham boas condições de trabalho. Os funcionários da educação tinham orgulho de serem funcionários do governo do Paraná.

No entanto, em 2011 o Paraná começou a cair na colocação do Ideb. Neste ano, a pontuação registrada foi 4 e o Paraná ficou em terceiro lugar. E o índice divulgado hoje – 3,8 – derrubou o Paraná para a nona posição e comprova o que os professores e a APP-Sindicato comandada pela Professora Marlei têm dito em greves e protestos: a educação está abandonada.

Uma greve neste ano parou o ensino público por uma semana no Paraná, reuniu 30 mil educadores e teve a solidariedade de alunos e da sociedade. Escolas com problemas de infraestrutura, pagamentos atrasados, contratos temporários precários, problemas com a merenda escolar, retrocesso. “Vamos trocar de governo”, apelou o senador Roberto Requião pelo Twitter ao saber da nova colocação do Paraná no ranking.

A senadora Gleisi Hoffmann (PT) informou que o Paraná atingiu a nota de 3,4 no Índice de Desenvolvimento da Educação Básico (Ideb) de 2013, caindo  de 3º para 8º na posição do ranking do ensino médio. Em 2011, o estado havia alcançado nota 3,7 no Ideb. 2011.

Isso comprova que os alunos tiveram pior desempenho neste último período.

Gleisi Hoffmann,, que é candidata na coligação Paraná Olhando Pra Frente, lamentou a notícia e alerta a falta de compromisso do governo com o ensino e relembra que o Paraná descumpriu o investimento mínimo em outras duas pastas, Saúde e Segurança.

“O resultado do Ideb mostra que a falta de compromisso do atual governo do estado não se restringe a Saúde e Segurança com o não investimento mínimo de 12%. Ou ainda as viaturas sem combustível, mas se espraia pela educação comprometendo o futuro dos nossos jovens e do nosso estado. Isso envergonha o Paraná” lamenta Gleisi.

Entre as nove unidades federativas que apresentaram crescimento, Goiás pulou do quinto lugar em 2011, com Ideb de 3,6, para o topo do ranking, em 2013, com 3,8. O Rio de Janeiro saltou da 15ª posição (com 3,2) para a quarta (com 3,6), empatado com Santa Catarina, Minas Gerais e Pernambuco. São Paulo se manteve na segunda posição, apesar da queda na nota, de 3,9 para 3,7. O Rio Grande do Sul pulou de 10º (com 3,4) para o terceiro, 3,7. O Paraná estava em 3º e agora caiu para 8º.

Os dados de Requião e Gleisi são um pouco diferentes, mas os dois apontam que Beto Richa destruiu o ensino básico do Paraná.

Gleisi comemora redução da pobreza no Brasil graças a Lula e Dilma

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A candidata ao governo pela Coligação Paraná Olhando Pra Frente, Gleisi Hoffmann, comemora a redução no índice de pobreza do país. De acordo com estudo do Banco Mundial, a pobreza crônica no Brasil, que considera privações além da renda, caiu de 6,7% para 1,6% da população no período de oito anos – entre 2004 e 2012 –, segundo estudo do Banco Mundial. A queda é de 76%.

Gleisi destaca que o resultado do estado é reflexo das políticas sociais dos governos Lula e Dilma, como o Plano Brasil Sem Miséria, organizado de forma a enfrentar a pobreza em suas diferentes dimensões, garantindo renda, mas também cuidando de melhorar as oportunidades para inserção econômica dessas famílias, assim como o seu acesso a serviços.

“O processo de ascensão social dos mais pobres, iniciado com o nosso querido presidente Lula, está acelerado, fazendo do Brasil uma nação dominantemente de classe média. Nos últimos anos, os governos do PT conseguiram tirar 36 milhões de pessoas da extrema pobreza; outros 42 milhões de brasileiros ascenderam à classe média. A verdade é que nós estamos mudando a nossa realidade e as nossas políticas sociais são exemplo para todo o mundo”, comemora Gleisi.

O estudo foi apresentado por economistas do Banco Mundial e considerou pobres de renda aqueles que ganham até R$ 140 mensais. O valor é maior do que a linha de extrema pobreza brasileira, de R$ 77 mensais (equivalente a US$1,25 diário). Se a pobreza crônica considerasse apenas a população em situação de miséria, o percentual da redução seria ainda menor do que o 1,6% da população identificada pelos autores do trabalho.

O trabalho, focado na pobreza multidimensional, considerou, além da renda, sete dimensões da pobreza: se as crianças e adolescentes até 17 anos estão na escola, os anos de escolaridade dos adultos, o acesso à água potável e saneamento, eletricidade, condições de moradia e, finalmente, a bens, como telefone, fogão e geladeira.

A pobreza é considerada crônica quando são registradas privações em pelo menos quatro das sete dimensões. O estudo utilizou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), produzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Ibope: vai ter segundo turno no Paraná, provavelmente entre Beto Richa e Requião

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Não podemos confiar no Ibope, ainda mais aqui no Paraná!

Veja: Denúncia contra o Ibope no Paraná, que aponta Beto Richa na frente.

Esse nada confiável Ibope divulgou hoje (4) que na corrida pela cadeira de governador do Estado do Paraná Beto Richa (PSDB) teria 44% (teria subido um ponto) das intenções de voto, Roberto Requião (PMDB) subiu dois pontos e teria 28%, Gleisi Hoffmann (PT) se manteve com 14%, Ogier Buchi (PRP) 1% e os outros quatro candidatos somados Bernardo Pilotto (PSOL), Geonisio Marinho (PRTB), Rodrigo Tomazini (PSTU) e Tulio Bandeira (PTC) não chegariam a 1%, indecisos permaneceu em 7%, e branco/nulo passou de 8% para 5%.

Como a pesquisa não é confiável e como a mergem de erro é altíssima, Beto pode estar com 41%, Requião com 31%, Gleisi com 17%, Ogier 4%, Pilotto 3%, Geonisio 3%, Tomazini 3% e Tulio 3%. Com isso seria 64% contra 44%, o que garantiria um segundo turno.

No segundo turno, o nada confiável Ibope diz que Beto teria, supostamente, 51%, e Requião 35%; Richa 56% e Gleisi 28%; Requião 47% e Gleisi 31%. Sabemos que não é isso.

Pesquisa realizada entre os dias 1º a 3 de setembro com 1.008 eleitores em 58 municípios do estado, com altíssima margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) sob o número 00029/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR- 00523/2014.

Sabatina UP: Gleisi diz que governo Beto Richa é incompetente e não cumpriu promessas

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Hoje (4), às 19h30, a sabatina com os candidatos ao governo do Paraná realizada pela Universidade Positivo em parceira com o portal RIC Mais contará com Roberto Requião (PMDB) e Bernardo Pilotto (PSOL). Será transmitida ao vivo no site da RIC Mais.

Estou levando meus alunos para assistirem as sabatinas.

Ontem (3), a candidata à governadora Gleisi Hoffmann (PT) afirmou que seu governo vai dar respostas rápidas e efetivas no combate à criminalidade e violência no estado. Ela disse que a falta de vontade política, a incompetência administrativa e as promessas não cumpridas pelo atual governo são as principais razões pela grave crise na segurança pública do Paraná.

Gleisi afirmou que o descaso do governo com a segurança pública, evidenciado nas viaturas sem combustível, policiais desmotivados, delegacias sem estrutura e rebeliões nas penitenciárias, transmite uma mensagem de desordem para a sociedade, de que o estado não está preparado para investigar e punir os criminosos.

“O candidato à reeleição se elegeu dizendo que iria criar mais 10 mil vagas no sistema penitenciário do Paraná e até agora não criou sequer uma nova vaga. Desde 2011, o governo federal liberou R$ 137 milhões para que o estado fizesse novas penitenciárias. O governador diz que contratou 390 novos agentes penitenciários, mas 400 saíram do sistema. Precisa ter força de vontade e competência administrativa para fazer, de fato, novas penitenciárias, contratar pessoal e esvaziar as delegacias.”

Na avaliação da candidata da coligação Paraná Olhando Pra Frente, a rebelião de Cascavel era uma situação anunciada, que poderia ter sido evitada. “Desde que o governador assumiu já se sabia que era uma situação que precisava ter uma rápida intervenção. É lamentável que nada tenha sido feito, pois havia recursos”, afirmou Gleisi. Somente em 2014, o Paraná já registrou 18 rebeliões, sendo que 23 agentes penitenciários foram feitos reféns.

Gleisi destacou a importância da integração das polícias no combate à violência e criminalidade e a construção de centros de controle e monitoramento regionais. “Em Pinhais temos um exemplo de integração das polícias militar e civil, guarda municipal e Polícia Rodoviária Federal. Por toda a cidade existem câmeras que fazem o monitoramento 24 horas das praças, ruas e avenidas. A Prefeitura conseguiu reduzir em mais de 50% o índice de criminalidade. Podemos fazer isso regionalmente, por todo o Paraná.”

Ela anunciou que irá criar um patrulhamento policial específico para casos de violência contra a mulher, a Patrulha Maria da Penha, inspirado no modelo da Brigada Militar do Rio Grande do Sul e do policiamento comunitário exercido em Curitiba. “As mulheres são as vítimas mais fáceis. Ter uma patrulha que possa ser acionada e rapidamente chegar ao local para auxiliar a vítima é fundamental.” A candidata destacou a incapacidade do governo estadual em mobilizar as forças policiais para solucionar crimes contra as mulheres, como o assassinato da menina Tayná.

A candidata também se comprometeu a criar a Casa da Mulher Paranaense, um centro de atendimento a mulheres vítimas de violência. “O ideal é ter uma casa deste tipo em casa região do estado”, disse Gleisi.

Durante uma hora de conversa com os estudantes, Gleisi falou ainda sobre propostas para saúde, educação, infraestrutura, governo digital e combate à discriminação. “Temos ainda muita intolerância. Vamos instituir o Conselho Estadual de Direitos Humanos, debater com a sociedade formas de se combater todo tipo de discriminação. Também vamos capacitar os servidores públicos da saúde, educação, segurança e outras áreas para que possamos ter políticas afirmativas de tolerância.”

Na terça-feira (2) foi a vez de Beto Richa justificar o injustificável: por que ele fez o pior governo do Paraná de todos os tempos?

 

Pesquisa Ibope: Beto Richa 43%, Requião 26%, Gleisi 14%. Você confia?

O Ibope acabou de divulgar pesquisa na RPC-Globo para a corrida eleitoral para governador do Paraná. O candidato da reeleição Beto Richa tem 43%, o senador Roberto Requião (PMDB) tem 26% e a senadora Gleisi Hoffmann (PT) 14%.

3% de margem de erro, o que é muito.

Tulio Bandeira (PTC) tem 1%, Bernardo Pilotto (PSOL), Geonisio Marinho (PRTB), Ogier Buchi (PRP) e Rodrigo Tomazini (PSTU) somaram juntos 1%, brancos e nulos 8% e 7% não responderam.

Rejeição:

– Requião: 30%
– Beto Richa: 20%
– Gleisi Hoffmann: 20%
– Tulio Bandeira: 8%
– Bernardo Pilotto: 7%
– Geonisio Marinho: 6%
– Ogier Buchi: 6%
– Rodrigo Tomazini: 6%
– Poderia votar em todos: 10%
– Não sabe ou não respondeu: 18%

Realizada entre os dias 21 e 23 de agosto, com 1.008 eleitores em 59 municípios, registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) sob o número 00411/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR- 00411/2014.

No Datafolha do dia 15 de agosto Beto tinha 39%, Requião 33% Gleisi 11%, Bernardo Pilotto (PSOL) e Ogier Buchi (PRP) 1% cada um, e os candidatos Geonisio Marinho (PRTB), Rodrigo Tomazini (PSTU) e Tulio Bandeira (PTC) não chegam a 1%. Brancos e nulos 5% e não sabe ou não respondeu 10%. De rejeição Requião tinha 27% e Beto 23%.

Em dezembro de 2013, o Instituto Paraná Pesquisas/Gazeta do Povo apontava o governador Beto Richa (PSDB) com 42%, a senadora Gleisi Hoffmann (PT) 23% e o senador Roberto Requião (PMDB) 19%, com margem de erro de 2,5 pontos porcentuais. Requião tinha 28% de rejeição, Richa 14% e Gleisi 11%. No 2º turno: Richa 54% X Gleisi 32%, Richa 57% X Requião 28%. Espontânea: Richa 15%, Requião 5%, Gleisi 3%.

Em outubro/2013 o Instituto Paraná Pesquisas apontava Richa com 43,8%, Gleisi 23,2% e Requião 20,7%. A Paraná Pesquisas entrevistou 2.512 eleitores entre 30 de setembro e 6 de outubro, em 90 municípios do Paraná, com margem de erro de 2%.

Em agosto/2013 o mesmo Instituto apontava Beto com 39%, Gleisi 24% e Requião 21%. Pesquisa realizada nos dias 10 a 14 de agosto, em 72 municípios do Paraná, com 1.503 eleitores, e margem de erro de 2,5 pontos porcentuais.

Rádio BandNews mente ao dizer que segundo pesquisa Beto Richa será eleito e esconde Requião

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A rádio BandNews está entrevistando os candidatos ao governo do Estado do Paraná.

Na primeira entrevista o senador Roberto Requião (PMDB) foi bastante questionado e o candidato se saiu bem, ouça aqui. Requião foi bastante incisivo com o entrevistador, e por isso a BandNews não fez grande divulgação da entrevista no seu site e ainda disponibilizou a entrevista com problemas e barulhos no áudio.

Veja nas imagens abaixo, aparece a divulgação apenas das entrevistas com Gleisi e Beto, e não a de Requião do dia 20 para hoje.

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Na entrevista com Gleisi Hoffmann (PT) a senadora também foi questionada com perguntas incisivas, e ela se saiu bem dizendo que Beto Richa é mentiroso e incompetente (ouça aqui).

Já na entrevista com Beto Richa (PSDB), os entrevistadores foram “uma mãe”, com perguntas que eram mais para “levantar a bola” para o governador, sendo que as vezes as perguntas ajudavam o governador a lembrar argumentos em sua defesa, com por exemplo na questão da agência reguladora.

Além de ter sido uma entrevista para “inglês ver”, sendo que até a da RPC-Globo foi mais contundente com o governador, no final o entrevistador ainda mentiu dizendo que as pesquisas apontam vitória de Beto Richa.

Mentira, a pesquisa Datafolha aponta que Beto e Requião vão para o segundo turno, e não há pesquisa para a disputa no segundo turno, mas a tendência é que os votos de Gleisi sejam transferidos todos para Requião, o favorito para vencer as eleições. Richa aparece com 39%, Requião 33% e Gleisi 11%. É 44% de votos para o oposição, que tende a vencer Beto, considerado o pior governador de todos os tempos do Paraná.

Gleisi chama Beto Richa de mentiroso e ineficiente

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A BandNews FM Curitiba entrevistou hoje (22) a senadora e candidata ao governo do Paraná, Gleisi Hoffmann (PT). Ouça a entrevista, clique aqui.

“Gleisi é parceira de Curitiba e a melhor opção para o Paraná” garante Gustavo Fruet

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O prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), afirmou nesta quarta-feira (20) que a eleição de Gleisi Hoffmann ao governo estadual é decisiva para que Curitiba continue avançando. Fruet disse que entra na campanha de Gleisi porque acredita no projeto de desenvolvimento que a candidata tem para o Paraná. Ele convocou os correligionários para que se comprometam com a campanha da petista ao Palácio Iguaçu.

Fruet participou na noite desta quarta-feira (20), junto com a candidata da coligação Paraná Olhando Pra Frente, de um jantar com lideranças, no Clube 3 Marias.

Também estiveram presentes o candidato a vice-governador, Haroldo Ferreira, o candidato ao Senado, Ricardo Gomyde, e a vice-prefeita, Mirian Gonçalves.

“As pessoas votam pela esperança e pelo futuro, que a eleição pode melhorar a vida delas. Entro na campanha, e peço que entrem na campanha, porque confio e acredito neste projeto, porque é o melhor para o Paraná, porque tem o foco no bem estar da população. É por isso que estou com a Gleisi”, afirmou Fruet.

O prefeito elogiou a capacidade de gestão e experiência que a petista acumulou ao longo da carreira política. Ele destacou que a candidata tem uma das trajetórias políticas mais consistentes da história recente do Paraná. “Eleger a Gleisi é um fator decisivo para o futuro de Curitiba. Temos que dialogar com os eleitores, nestes 46 dias até a eleição, e fazer um trabalho de multiplicação dos votos e de mobilização da sociedade”.

Ele destacou a atuação de Gleisi pela liberação de investimentos para a capital. “Não foram poucos os recursos que recebemos, para a saúde, área social, projetos de mobilidade, como o metrô. Se não fosse o governo federal não teríamos conseguido fazer a Copa do Mundo. A Gleisi foi peça-chave neste processo. Desde a minha posse, ela tem sido também uma ‘prefeita’ para Curitiba. Agradeço muito a Gleisi por ter sido decisiva para conseguimos os recursos federais”.

A candidata parabenizou a gestão do pedetista à frente da prefeitura da capital. Gleisi disse que tem o objetivo de fazer no Paraná o que o prefeito executou com sucesso em Curitiba. “Se tem uma gestão que pode espelhar uma prática no governo do Estado, pelos projetos e qualidade de trabalho é a Prefeitura de Curitiba. Nós temos uma gestão de excelência aqui”.

Ela apresentou as propostas o governo estadual na área de mobilidade, saúde e educação e pediu o apoio dos trabalhadores.

“Peço a oportunidade de fazermos um grande projeto de desenvolvimento para o Paraná. Podemos dar um grande salto de qualidade, fazer do Paraná um Estado referência para o Brasil. É possível fazer mais, fazer diferente e fazer melhor pelo nosso Estado”.

Justiça enquadra Beto Richa por propaganda ilegal com dinheiro público

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Governador pode responder ainda por improbidade administrativa

O candidato à reeleição, governador Beto Richa (PSDB), foi condenado ao pagamento de multa de R$ 17 mil por propaganda eleitoral antecipada, paga pelos cofres do Governo do Estado do Paraná.

A decisão da Corte do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/PR), que atende a pedido da coligação Paraná Olhando Pra Frente, que tem Gleisi Hoffmann como candidata à governadora, fixa ainda multa, no mesmo valor, ao secretário de Estado da Comunicação Social, Marcelo Catani.

Em 30 de junho de 2014, um dia após a convenção do PSDB apontar Richa como candidato à reeleição, circulou em Curitiba um caderno publicitário de 50 páginas, encartado e distribuído gratuitamente junto com os 30 mil exemplares da edição do Jornal Metro.

Além de condenação, o TRE determina ainda que cópias do processo sejam encaminhadas ao o Ministério Público para que o órgão avalie a possibilidade de mover uma ação por improbidade administrativa contra Beto Richa.

A promoção pessoal com dinheiro público é proibida pela Constituição Federal (art. 37, §1º) e agravada pelo caráter de favorecimento eleitoral.

Em seu relatório, o juiz Lourival Pedro Chemin confirma que recursos públicos foram usados para promover Beto Richa. “O desvirtuamento da propaganda institucional em promoção pessoal da figura do Governador do Estado e candidato à reeleição está evidente na medida em que o encarte em questão não se limita, simplesmente, a informar a realização de obras ou a promoção de serviços, mas promove insistente – embora velada – comparação entre a gestão do atual Governador do Estado e as gestões de seus antecessores”.

Para o coordenador jurídico da campanha de Gleisi, Luiz Fernando Pereira, o conteúdo divulgado enquadra-se perfeitamente  no conceito de propaganda eleitoral, com o firme propósito de persuasão do eleitor. “Foram extrapolados os limites de divulgação de publicidade institucional utilizando-se da estratégia de mensagem subliminar  e da propaganda dissimulada para promoção de sua pré-candidatura a custas de supostas obras e realizações supostamente  executadas pelo então governador”, explica Pereira.

O advogado lembra que até investimentos da Prefeitura de Curitiba nas obras de mobilidade urbana para a Copa do Mundo foram citados como “grandes” feitos da administração Beto Richa.

Leia aqui a íntegra da decisão

Maringá: Oposição 47,9% X Beto Richa 37,6%

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Segundo pesquisa do Instituto Visão/Impacto Paraná, em Maringá o governador Carlos Alberto Richa (PSDB), vulgo Beto Richa, o candidato da reeleição, tem apenas 37,6% das intenções de voto, o senador Roberto Requião (PMDB) 27,5%, a senadora Gleisi Hoffmann (PT) 20,4%, não sabem/não responderam/branco/nulo 12,4%, Ogier Buchi (PRP) 0,6%, Bernardo Pilotto (Psol) 0,6%, Geonisio Marinho (PRTB) 0,6%, Tulio Bandeira (PTC) 0,1% e Rodrigo Tomazini (PSTU) 0,1%.

Foram ouvidas 800 pessoas entre 8 e 13 de agosto, o registro no TRE é PR-00012/2014 e a margem de erro de 3% para mais ou para menos.

Quando o Blog do Tarso fala em “oposição”, é a soma dos votos de Requião e Gleisi, pois a tendência é que a grande maioria dos votos de Requião vá para Gleisi no segundo turno, assim como a grande maioria dos votos de Gleisi vai para Requião no 2º turno.

Datafolha: Beto Richa cai e está empatado com Requião

O instituto de pesquisas Datafolha, contratado pela RPC/Globo e Folha de S. Paulo, acabou de divulgar pesquisa para a disputa ao governo do Estado do Paraná.

Há empate técnico!

O governador Beto Richa (PSDB), que tenta a reeleição, está com 39% (pode estar com 36% pela margem de erro), o senador e ex-governador Roberto Requião (PMDB) tem 33% (pode estar com 36% na margem de erro), a senadora e ex-Ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT), tem 11% (pode estar com 14% na margem de erro), Bernardo Pilotto (PSOL) e Ogier Buchi (PRP) 1% cada um, e os candidatos Geonisio Marinho (PRTB), Rodrigo Tomazini (PSTU) e Tulio Bandeira (PTC) não chegam a 1%. Brancos e nulos 5% e não sabe ou não respondeu 10%.

Na rejeição os dois também estão empatados: Requião tem 27% (pode estar com apenas 24%pela margem de erro) e Beto tem 23% (pode estar com 26% pela margem de erro).

A tendência é de Beto Richa perder as eleições, pois os votos de Gleisi iriam todos para Requião no segundo turno.

Pesquisa realizada entre os dias 12 e 14 de agosto, com 1.226 eleitores em 46 municípios do Paraná, com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança de 95%. Registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) sob o número 00014/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00358/2014.

Na última pesquisa publicada, em dezembro de 2013, o Instituto Paraná Pesquisas/Gazeta do Povo apontava o governador Beto Richa (PSDB) com 42%, a senadora Gleisi Hoffmann (PT) 23% e o senador Roberto Requião (PMDB) 19%, com margem de erro de 2,5 pontos porcentuais. Requião tinha 28% de rejeição, Richa 14% e Gleisi 11%. No 2º turno: Richa 54% X Gleisi 32%, Richa 57% X Requião 28%. Espontânea: Richa 15%, Requião 5%, Gleisi 3%.

Em outubro/2013 o Instituto Paraná Pesquisas apontava Richa com 43,8%, Gleisi 23,2% e Requião 20,7%. A Paraná Pesquisas entrevistou 2.512 eleitores entre 30 de setembro e 6 de outubro, em 90 municípios do Paraná, com margem de erro de 2%.

Em agosto/2013 o mesmo Instituto apontava Beto com 39%, Gleisi 24% e Requião 21%. Pesquisa realizada nos dias 10 a 14 de agosto, em 72 municípios do Paraná, com 1.503 eleitores, e margem de erro de 2,5 pontos porcentuais.

Ministério Público Federal quer que Beto Richa seja investigado por suposto Caixa 2 de campanha

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O candidato à reeleição, governador Beto Richa (PSDB), deve ser investigado por suposto caixa dois por não ter apresentado à Justiça Eleitoral a prestação de contas dos primeiros 30 dias de campanha.

É o que recomenda parecer da Procuradoria Regional Eleitoral – órgão vinculado ao Ministério Público Federal (MPF) – encaminhado na manhã desta quinta-feira (14) a Corte do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/PR).

O procurador regional eleitoral, Alessandro José Fernandes de Oliveira, afirma que o caso precisa ser investigado por conta da “existência de indicativos probatórios iniciais da ocorrência de ilícitos eleitorais nas contas dos representados, como caixa dois e abuso do poder econômico, que necessitam de aprofundamento investigatório, haja vista que os elementos iniciais não são suficientes para uma análise exauriente”.

Em outro trecho do parecer, novamente o procurador reafirma que a postura de Beto Richa ao esconder a prestação de contas aponta para existência de um caixa-dois de campanha. “Ao postergar a prestação das devidas informações por exigência legal a todos os candidatos imposta, para além de violarem a legislação eleitoral relativa à prestação de contas, a conduta dos representados dá fortes indicativos probatórios iniciais de ocorrência de caixa dois (movimentação de gastos sem tramitação na conta bancária específica)”.

Além de se manifestar pela abertura da investigação por suposto caixa dois, o procurador recomenda que seja fixada multa diária caso Richa não apresente a prestação de contas dos primeiros 30 dias de campanha.

Na última sexta-feira (8), em decisão inédita no país, a Justiça Eleitoral determinou que, no prazo máximo de 48 horas, o governador Beto Richa apresentasse os valores arrecadados e gastos por sua campanha no primeiro mês.

Contrariando a legislação eleitoral, Richa entregou zerada a primeira prestação de contas, alegando que não arrecadou e nem gastou nada nos primeiros 30 dias de campanha.

A decisão da juíza Renata Estorilho Baganha atendeu a representação da coligação Paraná Olhando pra Frente, que tem Gleisi Hoffmann (PT) como candidata à governadora.

Para comprovar que Richa havia realizado gastos no primeiro mês de campanha, a coligação de Gleisi Hoffmann apresentou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR) adesivos, panfletos, fotos e notícias veiculadas na internet que mostram o governador inaugurando comitês e participando de eventos de campanha em diversas regiões do Paraná.

Até hoje, a coligação de Richa não explicou à Justiça Eleitoral os gastos dos primeiros 30 dias.

Confira aqui a íntegra do parecer do MPF que pede que Richa seja investigado por suposto caixa 2

Gleisi acabou de lançar seu site de campanha, dia 13, aos 13 minutos

Acesse: gleisi13.com.br

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Fruet, Gleisi, Gomyde, Tadeu Veneri e Professora Josete caminham por Dilma

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Hoje houve uma grande caminhada entre o Prédio Histórico da UFPR e a Boca Maldita em apoio à reeleição da presidenta Dilma Rousseff (PT).

Estavam presente o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), a senadora e candidato ao governo do Paraná, Gleisi Hoffmann (PT), o candidato ao senado Ricardo Gomyde (PCdoB), o candidato a deputado estadual Tadeu Veneri (13131) e a candidata a deputada estadual Professora Josete (13613).

Também estavam presentes o candidato a deputado estadual, Ulisses Kaniak (1357), a professora Marlei, também candidata a deputada federal (1313), o candidato a vice-presee o Haroldo Ferreira (PDT), e o coordenador de campanha da presidenta Dilma, o atual deputado federal Doutor Rosinha, que infelizmente não será candidato ao cargo de deputado federal e nem ao senado. Também presentes outros candidatos e militantes da esquerda de Curitiba.

O senador Roberto Requião (PMDB), candidato ao cargo de governador, também vai votar na presidenta Dilma, mas estava fazendo campanha no interior.

São grandes as chances de Requião e Gleisi irem juntos para o segundo turno, eles que apoiam e são apoiados por Dilma. Enquanto o governador Beto Richa (PSDB), considerado como o pior governador do Paraná de todos os tempos, que apoia e é apoiado por Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), pode nem ir para o segundo turno, como ocorreu com o ex-prefeito Luciano Ducci (PSB) em 2012.

Justiça dá 48 horas para Richa apresentar gastos de campanha

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Em decisão inédita no país, a Justiça Eleitoral determinou que, no prazo máximo de 48 horas, o candidato à reeleição, governador Beto Richa (PSDB), apresente os valores arrecadados e gastos por sua campanha no primeiro mês.

Contrariando a legislação eleitoral, Richa entregou zerada a primeira prestação de contas, alegando que não arrecadou e nem gastou nada nos primeiros 30 dias de campanha.

Esta é a primeira vez que a Justiça Eleitoral brasileira entra em ação para obrigar um candidato a apresentar seus gastos parciais de campanha.

A decisão da juíza Renata Estorilho Baganha atende a representação da coligação Paraná Olhando pra Frente, que tem Gleisi Hoffmann (PT) como candidata à governadora.

“Verifico pela documentação acostada aos autos, que houve despesas contratadas pelos representados. Houve um descumprimento do dever legal de prestar contas parciais pelos representados, do que, por si só, decorre a quebra dos princípios de isonomia e transparência necessária à Democracia e à condução do pleito eleitoral, o que ocasiona a ausência de igualdade de oportunidade entre os candidatos”, confirma a magistrada.

Para comprovar que Richa havia realizado gastos no primeiro mês de campanha, a coligação de Gleisi Hoffmann apresentou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR) adesivos, panfletos, fotos e notícias veiculadas na internet que mostram o governador inaugurando comitês e participando de eventos de campanha em diversas regiões do Paraná.

“É muito evidente que o candidato à reeleição teve gastos de campanha neste primeiro mês. Notícias de jornais e do próprio site de campanha mostram o candidato em eventos no interior e inaugurando comitês. Nas ruas, carros circulam com adesivos do candidato. Além disso, ele já lançou o site e um espaço chamado de “Tenda Digital”, que inclusive oferecia internet gratuita para visitantes. Tem equipe de imprensa que o acompanha e viaja pelo estado. Se não é a campanha, quem está pagando por estes gastos?”, questiona o coordenador jurídico da coligação Paraná Olhando pra Frente, Luiz Fernando Pereira.

A Lei nº 9.504/97 dispõe, expressamente em seu artigo 28, a obrigatoriedade dos candidatos e comitês financeiros apresentarem sua prestação de contas parcial.

“Assim, havendo elementos fortes a indicar a existência de despesas já contratadas pela parte representada (Resolução TSE nº 23.406/2014, artigo 31, 14) e com a conseqüente apresentação de contas “zeradas”, a qual não corresponde, em tese, com a efetiva movimentação de recursos até a data prevista para a parcial, o caso é de ser concedida a medida requerida”, conclui a juíza.

Caixa 2

Na eleição de 2008, quando foi reeleito prefeito de Curitiba, Beto Richa foi investigado por suposto caixa dois de campanha.

A ação foi apresentada por partidos de oposição (PT, PMDB, PCdoB e PSC) a Richa no governo municipal.
As legendas questionavam a participação do Comitê Lealdade na campanha do tucano. O comitê era formado por integrantes do PRTB que decidiram abandonar a candidatura de Fábio Camargo (PTB), oficialmente apoiado pelo partido, para trabalhar em favor de Beto Richa.

O caso foi à Justiça depois da divulgação de um vídeo em que o coordenador do comitê, Alexandre Gardolinski, aparecia entregando dinheiro a vários ex-candidatos do PRTB a vereador. No total, 23 candidatos do partido abriram mão de suas campanhas em busca de uma vaga na Câmara depois que o partido decidiu não apoiar Richa.

Os partidos de oposição alegavam que o PSDB cometeu crime eleitoral ao não prestar contas à Justiça do dinheiro movimentado no comitê.

Segue a íntegra da decisão que obriga Richa a abrir as contas:

 

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Caminhada com Gleisi pela Dilma amanhã em Curitiba

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O comitê de campanha da presidenta Dilma Rousseff (PT) à reeleição prepara para amanhã (sábado, dia 9) atos de rua simultâneos em todo o país. A mobilização marcará o início da campanha de rua da coligação Com a Força do Povo, que reúne nove partidos (PT, PMDB, PR, PRB, PROS, PDT, PCdoB, PP e PSD).

Em Curitiba, está prevista uma caminhada ao longo do calçadão da Rua XV de Novembro, a partir da Praça Santos Andrade, em frente ao prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR), com a presença da candidata ao governo estadual pela coligação “Paraná Olhando Pra Frente”, Gleisi Hoffmann. A concentração está marcada para as 10 horas da manhã.

“Os filiados e simpatizantes de todos os partidos coligados estão convidados a participar desta grande mobilização nacional”, diz o deputado federal Dr. Rosinha (PT-PR).

O senador Roberto Requião (PMDB), também candidato ao governo, disse que vai votar na Dilma, mas que amanhã estará fazendo campanha no interior.

“O dia 9 marcará o lançamento da primeira semana de mobilização da campanha Dilma em todo o Brasil. Vamos pra rua para garantir a vitória já no primeiro turno.”

Confirme presença e convide seus amigos pelo Facebook:
https://www.facebook.com/events/284448228410508/?ref=22

#CaminhandoComDilma
10 horas da manhã deste sábado (9/8)
Praça Santos Andrade

Saiba mais:
http://mudamais.com/ruas-e-redes/dicamudamais-dia-9-em-todo-o-brasil-caminhadas-de-apoio-reeleicao-de-dilma-rousseff

Gleisi vai à Justiça exigir que Beto Richa apresente gastos de campanha

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A candidata à governadora, Gleisi Hoffmann (PT), entrou hoje (7) no Tribunal Regional Eleitoral (TRE/PR) com uma ação para que o candidato à reeleição, governador Beto Richa (PSDB), considerado o pior governador de todos os tempos, seja obrigado a apresentar imediatamente seus gastos de campanha até o momento.

Contrariando a legislação eleitoral, Richa entregou zerada a primeira prestação de contas, alegando que não arrecadou e nem gastou nada em um mês de campanha.

As regras de contabilidade de campanha – estabelecidas pela resolução 23.406 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – deixam claro que “os gastos eleitorais efetivam-se na data da sua contratação, independentemente da realização do seu pagamento”.

“Impossível dizer que o candidato à reeleição não teve gastos neste primeiro mês. Notícias de jornais e do próprio site de campanha mostram o candidato em eventos no interior e inaugurando comitês. Nas ruas, carros circulam com adesivos do candidato. Além disso, ele já lançou o site e um espaço chamado de “Tenda Digital”, que inclusive oferecia internet gratuita para visitantes. E os fotógrafos, cinegrafistas e jornalistas que o acompanham nas agendas? Não recebem salários?”, questiona o coordenador jurídico da coligação Paraná Olhando pra Frente, Luiz Fernando Pereira.

Além da ação no TRE, a coligação de Gleisi Hoffmann está entrando com pedido de providências no Ministério Público Eleitoral (MPE). “As prestações de contas parciais existem para garantir a transparência. Beto Richa esconde gastos e doações. Impede o controle pelo eleitor. E fere a isonomia, pois os principais candidatos cumpriram a regra”, completa Pereira.

Cumprindo o que determina a Lei, a primeira prestação de contas de Gleisi Hoffmann entregue à Justiça Eleitoral informa que foram arrecadados R$ 2,58 milhões e gastos R$ 1,55 milhão nos primeiros dias de campanha.

Roberto Requião (PMDB) também cumpriu a lei e apresentou a prestação de contas.

Vídeo viral de Gleisi mostra que Beto Richa deixou o Paraná com o nome sujo na praça

http://youtu.be/sfOrbddQ_TU