Quer ser mestre ou doutor em Políticas Públicas pela UFPR?

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As inscrições no Processo Seletivo 2015 para os cursos de Mestrado e Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas, que é multidisciplinar nas áreas do Direito, Economia, Ciência Política e Administração Pública, serão recebidas na Secretaria do PPPP no período de 29 de setembro a 31 de outubro de 2014, das 12h30 às 18h30.

Entre os consagrados professores do programa estão Adriano Nervo Codato, Eneida Desiree Salgado, Vera Karam de Chueiri, Huáscar Fialho Pessali, Alexsandro Eugenio Pereira, Noela Invernizzi, Victor Manoel Pelaez Alvarez, Fabiano Abranches Silva Dalto, Fabio Doria Scatolin, entre outros.

Confira os editais:
Edital 01/2014 – Mestrado
Edital 02/2014 – Doutorado

Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas
Avenida Prefeito Lothário Meissner, 632 – Jardim Botânico
Setor de Ciências Sociais Aplicadas – Térreo
CEP 80210-170 – Curitiba/PR
(41) 3360-4354
politicaspublicas@ufpr.br

Nova pesquisa aponta para 2º turno entre Beto Richa e Requião

boxe_requiao_richa-300x217-2O instituto Radar/Bem Paraná acabou de divulgar pesquisa que aponta Beto Richa (PSDB), o candidato oficial da reeleição, com 46% das intenções de voto, o senador Roberto Requião (PMDB) 28%, a senadora Gleisi Hoffmann (PT) com 14%, o servidor público Bernardo Pilotto (PSOL) com 1% e o professor de educação física Ogier Buchi (PRP) 1%. Os candidatos Rodrigo Tomazzini (PSTU), Tulio Bandeira (PTC) e Geonísio Marinho (PRTB) somados não têm 1%, não sabem ou não responderam 10%.

Com isso a chance é grande de segundo turno entre Beto e Requião, pois como a margem de erro é grande (2,9 pontos), Richa pode ter apenas 43,1% e os demais candidatos podem ter somados até 64,3%.

O instituto Radar entrevistou 1199 eleitores em 45 municípios do Paraná, entre os dias 09 e 13 de setembro, com margem de erro de erro de 2,9 pontos percentuais para mais ou menos, com nível de confiança de 95,5%, com registro da pesquisa no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) é PR-00034/2014.

Jantar de André Vieira 1303 lotado

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Jantar de André Vieira 1303 lotado

Ontem (13) ocorreu o jantar de confraternização da campanha do candidato ao cargo de deputado federal pelo Paraná, André Vieira 1303, pelo Partido dos Trabalhadores (PT).

André Vieira 1303 deputado federal

André Vieira 1303 deputado federal

O tradicional restaurante Bife Sujo de Curitiba ficou lotado em seus dois pavimentos, com familiares, amigos e militantes apoiadores da candidatura de André Vieira, que é servidor do Tribunal de Justiça e blogueiro progressista.

André Vieira pretende se eleger para fiscalizar os Poderes da República, lutar por uma reforma política, pela democratização da mídia e contra as terceirizações e privatizações.

Estava presente a vereadora de Curitiba e candidata a deputada estadual Professora Josete 13613, que conquistou muitos votos no evento.

André votará na presidenta Dilma Rousseff (PT) 13, Gleisi Hoffmann (PT) 13 para governadora e Ricardo Gomyde (PCdoB) 650 para senador.

Curta o Facebook de André Vieira, clique aqui.

Veja mais imagens do jantar aqui:

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Folha manipula ao informar que Dilma defende a mesma autonomia do BC proposta por Marina Silva

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Faz muito tempo que a Folha de S. Paulo não é mais confiável, motivo pelo qual deixei de ser assinante há muitos anos.

O jornal, famoso por ser um panfleto político em defesa dos tucanos de São Paulo, hoje publicou matéria dizendo que a presidenta Dilma Rousseff (PT), que atualmente critica proposta de Marina Silva, já apoiou liberdade do Banco Central na fixação de juros.

Isso se chama desonestidade!

Durante a campanha de 2010 Dilma defendeu a mesma autonomia do BC do governo Lula (PT), ou seja, uma autonomia operacional. Isso quer dizer que Dilma respeita as posições do BC.

O problema é que a candidata Marina Silva (PSB, ex-PT, ex-PV, futura Rede Sustentabilidade) propõe conceder independência ao BC, com mudança na legislação para conceder mandatos fixos a seus dirigentes, que extrapolam o próprio mandato do presidente da República.

Isso é um golpe contra a Democracia apoiado apanes por neoliberais-gerenciais!

Um presidente é eleito democraticamente, na Democracia representativa, para tomar decisões conforme suas propostas nas eleições.

Aprovar mandato fixos para dirigentes do BC faz com que esses dirigentes não sofram mais controle popular e nem do Poder Executivo nas suas atuações, o que gera um risco de captura por parte dos interesses dos bancos.

Luis Fernando Verissimo NÃO votará em Marina Silva porque ela é uma “revolucionária conservadora”

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Luis Fernando Verissimo, intelectual e um dos maiores escritos brasileiros, na coluna de amanhã (14) em vários jornais brasileiros diz que não votará na candidata Marina Silva (PSB, ex-PT, ex-PV, futura Rede Sustentabilidade) porque ela, mesmo não sendo um Jânio Quadros ou Fernando Collor de Mello, é uma “revolucionária conservadora”.

Verissimo acha que dificilmente Marina ganhe, porque ela é muito contraditória.

Entende que a oposição à pesquisa com células-tronco, que pode levar à cura de várias doenças hoje mortais é criminosa.

Verissimo vai votar em seu coração, Verissmo não vai votar em Marina Silva.

A minha dúvida é se ele vai votar na gaúcha conterrânea de esquerda Luciana Genro (PSOL) no primeiro turno e na presidenta de centro-esquerda, gaúcha por adoção, Dilma Rousseff (PT) no segundo turno, ou se votará já no primeiro turno em Dilma.

Médicos com Dilma 13

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Conheça na íntegra a Carta dos Médicos em Apoio à reeleição da Presidenta Dilma!

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1. No nosso trabalho como médicos e médicas, seja atendendo diretamente a população ou em outras funções no Sistema Único de Saúde (SUS), percebemos claramente o impacto das políticas públicas nas condições de vida do povo brasileiro nos últimos anos. Acompanhamos com empatia e senso de responsabilidade as dores e a vida sofrida do povo, os ganhos sociais e as alegrias do povo. Arregaçamos as mangas fazendo o nosso melhor. E assim como participamos das transformações pelas quais o Brasil passou nos últimos anos e não deixamos de nos posicionar em defesa dos interesses nacionais, hoje novamente o fazemos.

2. Na saúde o saldo é positivo. Somos o maior sistema de saúde público universal do mundo, com um SUS que pertence a 200 milhões de brasileiros. Com a lei do Mais Médicos promulgada pela presidenta Dilma, hoje o país ampliou o atendimento médico diretamente a 50 milhões de brasileiros. Além da ampliação do acesso ao atendimento médico, numa só tacada a Lei do Mais Médicos ampliou também o envolvimento dos serviços de saúde na formação dos jovens médicos e o acesso ao ensino superior. Dilma efetivou como nunca a formação de profissionais de saúde enquanto responsabilidade do Estado Brasileiro, como previsto em nossa Constituição. Estamos diante da mais importante ação de ampliação de acesso à saúde desde a criação do SUS.

3. A candidatura da presidenta Dilma Rousseff (PT) é a candidatura que representa as mudanças que aconteceram no Brasil a partir das políticas sociais desenvolvidas desde os governos Lula na saúde, educação, economia, diplomacia, meio ambiente, geração de energia, na exploração do pré-sal, no combate a miséria e a fome, direito à memória e à verdade, bem como na ampliação dos direitos das minorias.

4. Esse ciclo de desenvolvimento trouxe grandes ganhos sociais, como redução das desigualdades, melhoria dos indicadores de saúde (como a mortalidade infantil, que reduziu enormemente), baixos índices de desemprego, ampliação do acesso à saúde e educação, aumento da participação popular e da transparência na gestão pública, redução do desmatamento florestal, reativação de vários segmentos da indústria nacional, baixa inflação, aumento do investimento público e importante redução dos juros da dívida pública.

5. As duas principais candidaturas da oposição, Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB) cada uma a sua maneira, flertam com a demagogia que tenta esconder quais seriam as consequências para o país das políticas de governo que ambos propõem com tanta semelhança, bradando “choque de gestão” de cá e “nova política” de lá. Num Brasil que quer seguir reduzindo desigualdades sociais, e ampliando e melhorando os serviços públicos não pode ser admissível propostas econômicas que gerem desemprego, aumento de impostos, mais poder aos bancos, perda dos aumentos anuais do salário mínimo ou violações dos direitos das minorias.

6. Dilma é a presidenta que representa o novo ciclo para o Brasil. É um ciclo democrático, com disposição para apoiar a ampliação da participação do povo nas decisões do Estado brasileiro, e também uma Reforma Política que estabeleça no mínimo: a) limites a influência do dinheiro dos bancos e das empresas sobre o processo eleitoral (proibindo assim as suas doações para as campanhas eleitorais), b) reduza as distorções que mantém certas populações sub-representadas nos processos decisórios e c) avance nos mecanismos de participação direta na democracia.

7. A disposição em promover tal Reforma Política ficou clara com o apoio ao “Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político” que colheu votos de 1º a 7 de setembro em todo o país e já aponta para um novo cenário na luta dos movimentos sociais nos próximos períodos, onde se quer mais participação social nas decisões sobre a Reforma Política.

8. Por tudo isso, os médicos e médicas abaixo assinados apoiam a reeleição da presidenta Dilma Rousseff, que hoje representa o projeto nacional que vem transformando o Brasil!

Veja a lista de assinaturas e assine no www.medicoscomdilma.med.br

Relembrar é viver: é Fantástico!

“Peço aos paranaenses: leiam a entrevista de Richa na Gazeta antes de definir voto”, diz Gleisi

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Como paranaense fiquei envergonhada com o teor da entrevista do governador Beto Richa, publicada na edição desta sexta-feira (12) no jornal Gazeta do Povo.

Faço um apelo a todos para que leiam a entrevista antes de definir em quem votar.

Mais uma vez, o atual governador demonstrou incapacidade e desconhecimento para responder perguntas em relação as suas ações no comando do Paraná.

A sequência de respostas vazias, sem nenhum conteúdo, explica porque o Paraná vem sendo tão mal administrado nos últimos anos. Isso se reflete agora na vergonhosa queda do Paraná no índice de Desenvolvimento da Educação Básica(Ideb), no sucateado sistema de saúde que sequer recebeu do governo estadual o investimento mínimo de 12% previsto na constituição, no caos vivenciado no sistema penitenciário que, sem nenhum investimento e criação de vagas, resultou em três rebeliões no interior do Estado nos últimos 20 dias.

Mais uma vez, se mostrou surpreso ao ser questionado por situações ocorridas em seu governo. Total falta de compromisso.

A entrevista veiculada pela Gazeta do Povo só reforça esse fato. A falta de competência e de comprometimento em trabalhar para o desenvolvimento do Estado ficam evidentes nas frases do governador que, por muitas vezes, utiliza da desfaçatez e até mesmo da ironia para esquivar-se de perguntas. Sem a ajuda da publicidade e do marketing eleitoral que sempre o acompanharam, o governador revelou despreparo para lidar com assuntos que envolvem o Estado.

Gleisi Hoffmann

Leia a entrevista completa: Continuar lendo

“Marina é contra o casamento civil igualitário, mas quer casar de papel passado com os banqueiros” diz Luciana Genro a universitários da PUC-SP

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A candidata do PSOL à Presidência da República, Luciana Genro, participou na manhã desta sexta-feira (12) do debate “Só a Luta muda A vida” na PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo). No evento, que contou com a participação de mais de 500 estudantes, Luciana apresentou suas propostas em áreas de interesse da juventude, como educação, economia e segurança pública, com ênfase na política de drogas. A candidata também relembrou as manifestações de junho de 2013, quando os jovens tomaram as ruas para exigir mais e melhores direitos. Na mesa, estiveram presentes também outros candidatos do partido em São Paulo: Isa Penna, candidata estadual, e Plínio Gentil e Thiago Aguiar, postulantes a deputado federal.

As questões econômicas ocuparam boa parte do evento, no momento em que a candidata do PSB, Marina Silva, declarou que dará autonomia total ao Banco Central. Sobre a polêmica, Luciana chamou a atenção para o discurso contraditório de sua adversária. “Marina nega os direitos LGBTs, não defendendo o casamento civil igualitário, mas defende o casamento de papel passado com os banqueiros, defendendo a autonomia formal, em lei, do Banco Central” afirmou a presidenciável do PSOL.

O candidato ao governo do estado do Paraná pelo PSOL é Bernardo Pilotto.

Ibope: Dilma disparada na frente de Marina Silva, que caiu, e avaliação positiva do governo federal melhora

Dilma e Lula estarão hoje, 19h, no Teatro Positivo, em Curitiba

Dilma e Lula estarão hoje, 19h, no Teatro Positivo, em Curitiba

O Ibope divulgou hoje (12) pesquisa sobre a corrida presidencial que mostra subida da presidenta Dilma Rousseff (PT), que tinha 37% e agora tem 39%, queda de Marina Silva, que tinha 33% e agora tem 31%, Aécio Neves (PSDB) com 15%, Pastor Everaldo (PSC) 1% das intenções de voto e os demais somados 1%, 8% branco/nulo e 5% não souberam ou não responderam.

No segundo turno há empate técnico entre Marina (despencou de 46% para 43%) e Dilma (subiu de 39% para 42%), já que a margem de erro é de 2 pontos. Contra Aécio Dilma vence fácil por 48% (subiu um ponto) a 33% (caiu um ponto).

A avaliação do governo Dilma subiu de 36% para 38% (ótima/boa), regular caiu de 37% para 33%, ruim/péssimo são 28% dos eleitores.

48% afirmaram que aprovam o governo Dilma e os que desaprovam são 46%.

O instituto Ibope Inteligência entrevistou 2.202 pessoas entre os dias 5 e 8 de setembro em 144 municípios, contratada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) e registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-00593/2014.

Poeta Onildo Barbosa homenageia Lula e Dilma

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Carreata de Dilma e Gleisi em Curitiba no sábado, com a presença do prefeito Gustavo Fruet

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Dilma está na frente no Paraná e avaliação ao seu governo melhora

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Requião e Gleisi vão votar em Dilma

A pesquisa Datafolha/RPC TV/Globo/Folha de S. Paulo sobre a corrida presidencial divulgada hoje (11) aponta a liderança da presidenta Dilma Rousseff (PT) no estado do Paraná com 32%, Marina Silva (PSB, ex-PT, ex-PV, futura Rede Sustentabilidade) com 28%, Aécio Neves (PSDB) 22%, Pastor Everaldo (PSC) 2%, os demais candidatos Levy Fidelix (PRTB), Luciana Genro (PSOL), Mauro Iasi (PCB), Eduardo Jorge (PV), Rui Costa Pimenta (PCO), Eymael (PSDC) e Zé Maria (PSTU) não atingem 1%, brancos/nulos 7% e não sabe/não respondeu 9%.

Dilma se destaca entre os menos instruídos (38%), Marina ganha entre os mais jovens (37%) e entre os evangélicos pentecostais (37%).

Na espontânea os percentuais são Dilma 24%, Marina 19% e Aécio 16%.

Dilma tem rejeição de 38%, Marina 19%, Aécio 14%, Pastor Everaldo 14%, Zé Maria 10%, Eymael 8%, Levy 8%, Luciana Genro 8%, Rui Costa Pimenta 7%, Eduardo Jorge 7% e Mauro Iasi 7%. Votariam em qualquer candidato 11%, rejeitam todos 3%, e não souberam responder 9%.

Se Dilma não vencer no primeiro turno, no segundo turno no Paraná Dilma e Marina estão quase empatadas tecnicamente, pois Marina tem 46% (pode estar com 43%) e Dilma 37% (pode estar com 40%), brancos/nulos 0% e indecisos 6%.

Dilma ganha de Marina no 2º turno entre os mais velhos (44% a 38%), entre os instruídos com ensino fundamental (45% a 38%), entre os que recebem até dois salários mínimos (42% a 40%), entre os que têm simpatia pelo PT (85% a 13%), entre os que avaliam o governo Dilma ótimo/bom (75% a 19%) e entre os eleitores de Gleisi (59% a 37%).

A maioria dos paranaenses acham que Dilma vai ganhar (42%), apenas 31% acham que Marina ganha e 9% Aécio.

A avaliação ao governo Dilma subiu no Paraná subiu de 31% para 32%, a avaliação como regular subiu de 36% para 40%, despencou de 33% para 26% o ruim/péssimo e 2% não souberam responder.

As taxas mais altas de aprovação ao governo Dilma são observadas entre os simpatizantes do PT (75%) e entre os eleitores de Gleisi (49%).

As taxas mais altas de reprovação ao governo federal ocorrem entre os moradores da capital (34%), entre os moradores de cidades com mais de meio milhão de habitantes (34%), entre os mais instruídos (39%), entre os eleitores de Aécio (45%), entre os que pretendem votar em branco ou nulo na eleição estadual (47%) e entre os mais ricos (55%).

A nota média do governo Dilma subiu de 5,2 para 5,6.

Veja a pesquisa presidencial completa no Paraná, clique aqui.

Realizada entre os dias 8 e 9 de setembro com 1.201 eleitores em 46 municípios do estado do Paraná, com margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%, registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo número PR-00031/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo número BR-00584/2014.

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Retorno do voto censitário: senhores de engenho não querem que escravos votem

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Proposta totalmente inconstitucional, segundo o art. 14 da Constituição, que é cláusula pétrea. Essa gente está atrasada mais de duzentos em termos mundiais (1789) e mais de cem anos em relação ao Brasil (1891).

Presidenciáveis encaram debate da CNBB na terça-feira, ao vivo pela TV Aparecida

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Os candidatos à Presidência da República estarão frente-a-frente em Aparecida (SP) na próxima terça-feira (16), às 21h30, para participarem do debate da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

O debate está na responsabilidade da TV Aparecida e terá transmissão simultânea da TV Canção Nova; Imaculada; TV Nazaré; Rede Vida de Televisão; Rede Século 21; TV 3º Milênio; TV Horizonte e TV Evangelizar, Rede Católica de Rádio e portais de inspiração católica.

O Debate será dividido em 5 blocos com os seguintes tempos e conteúdos:

O primeiro bloco terá pergunta única da CNBB para todos os candidatos,a duração do bloco está estimada em 20 minutos.

No segundo bloco, 8 bispos do Brasil farão perguntas aos 8 candidatos, um bispo sorteado fará a pergunta ao candidato também sorteado, o tempo estimado do bloco é de 25 minutos.

O terceiro bloco, será a vez de 8 jornalistas convidados realizarem perguntas aos candidatos, também em forma de sorteio, o estimado deste bloco é de 25 minutos.

O quarto bloco haverá o confronto direto entre os candidatos um perguntando ao outro, a duração do bloco está estimada em 41 minutos

Durante o quinto e último bloco, cada candidato apresentará suas considerações finais, a duração do bloco está estimada em 24 minutos.

Os candidatos ocuparão o cenário de acordo com a ordem sorteada, no início da transmissão o cardeal arcebispo de Aparecida (SP), Dom Raymundo Damasceno Assis, presidente da CNBB irá proferir uma mensagem.

Todas as pesquisas apontam crescimento de Dilma e declínio de Marina Silva

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Todas as recentes pesquisas sobre a corrida presidencial apontam crescimento da presidenta Dilma Rousseff e declínio de Marina Silva (PSB, ex-PT, ex-PV, futura Rede Sustentabilidade).

O Datafolha/Folha de S. Paulo/TV Globo de ontem (10) mostra Dilma com 36% (subiu um ponto) das intenções de voto, Marina com 33% (caiu um ponto) e Aécio Neves (PSDB) 15%. No segundo turno Marina caiu 2 pontos e tem 47% e Dilma subiu 2 pontos e tem 43%, o que é um empate técnico, dentro da margem de erro de dois pontos.

Foram 10.568 entrevistas entre os dias 9 e 10 e com registro no (TSE) Tribunal Superior Eleitoral BR-00584/2014.

A pesquisa Vox Populi/CartaCapital também de ontem (10) mostra Dilma com 36%, Marina com 28% e Aécio 15%. No segundo turno há empate entre Marina e Dilma: 42% a 41%.

Instituto MDA/Confederação Nacional dos Transportes – CNT mostra Dilma com 38,1% (subiu 3,9%), Marina 33,5% (subiu 5,3%) e Aécio 14,7% (caiu 1,3%).

Dilma e Marina estão empatadas tecnicamente no 2º turno: Dilma subiu de 37,8% para 42,7% e Marina de 43,7% para 45,5% (2,2 pontos de margem de erro).

Datafolha: Beto Richa 44%, Requião 28% e Gleisi 10%

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Para quem acredita em pesquisas:

Acabou de ser divulgada a mais nova pesquisa Datafolha/RPC/Globo, com o governador Beto Richa (PSDB) com 44%, o senador Roberto Requião (PMDB) com 28%, a senadora Gleisi Hoffmann (PT) com 10%, Ogier Buchi (PRP) 1% e os demais candidatos Bernardo Pilotto (PSOL), Geonisio Marinho (PRTB), Rodrigo Tomazini (PSTU) e Tulio Bandeira (PTC) sem nem um por cento, Brancos/nulos 5% e não sabem 10%.

No segundo turno Beto tem 53% e Requião 33%.

No levantamento anterior, realizado pelo instituto entre os dias 12 e 14 de agosto, Richa tinha 39%, seguido por Requião (33%), Gleisi (11%) e Buchi (1%).

Se a pesquisa estiver certa, o que muitos duvidam, Beto tem desempenho melhor entre moradores do interior e eleitores de Aécio Neves, com crescimento entre os mais pobres, os mais instruídos, no eleitorado masculino, moradores de cidades com até 50 mil habitantes e entre os evangélicos pentecostais; e Requião teve redução entre eleitores mais instruídos, evangélicos pentecostais e mais velhos.

Pesquisa realizada entre os dias 8 e 9 de setembro, com 1.201 eleitores em 46 municípios do estado, com mergem alta de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O tal nível de confiança é de 95% (se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de três pontos prevista). Registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo número PR-00031/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo número BR-00584/2014.

Desemprego na indústria do Paraná de Beto Richa é quase o dobro do Brasil

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Não há dúvida que o mundo vive uma grave crise que repercutiu um pouco no Brasil governado pela presidenta Dilma Rousseff (PT). O problema é que essa crise é ainda maior no Paraná do governador Beto Richa (PSDB).

A quantidade de trabalhadores empregados na indústria do Paraná caiu 5,6% em julho de 2014, se comparado com julho de 2013, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, bem pior do que a média nacional (retração de apenas 3,6%).

No estado do Paraná o número de trabalhadores empregados nas indústrias de máquinas e aparelhos eletrônicos e de comunicação caiu 36,5%, na indústria de transformação a retração foi de 13,8%, no setor de vestuário 11,1% e nos meios de transporte 6,7%.

No acumulado de janeiro a julho de 2014 o emprego na indústria paranaense caiu 3,9%, a terceira maior queda do país entre os estados pesquisados.

No estado do Paraná o número de horas pagas pela indústria no mês de julho foi reduzido em 7%, por causa do recuo de 44,2% no número de horas pagas; na indústria de transformação a redução foi de 15,8%, vestuário 11,4% e meios de transporte 9,2%.

No acumulado dos sete primeiros meses do ano a quantidade de horas pagas caiu 5,1%.

No Paraná a folha de pagamento reduziu 3,4% em relação a julho/2013, no setor de aparelhos eletrônicos e de comunicação a retração foi de 45,4%, nas indústrias de refino de petróleo e de produção de álcool a retração foi de 30,2% e nas indústrias de transformação 10,3%.

Paranaense pagará conta da má gestão na COPEL até 2017

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Salva de uma desastrada tentativa de privatização pela movimentação da sociedade paranaense no início dos anos 2000, a Companhia Paranaense de Eletricidade (COPEL), novamente vai chamar a atenção da população do Paraná neste final de gestão do governo do estado. E, de novo, a população paranaense está sendo convocada para salvar a empresa. Mas, desta vez, e de forma injusta, para pagar a conta pela má administração e erros de gestão que estão trazendo prejuízos imensos à companhia, considerada a joia da coroa entre as estatais do Estado e uma das maiores do país.

Trata-se de socorrer a Copel Distribuição, a principal empresa da holding, e por onde entra todo o faturamento pela cobrança da tarifa sobre o fornecimento de energia elétrica da população e das empresas. Esta empresa vem apresentando elevados prejuízos nos últimos anos: em 2012 foram R$ 50 milhões e em 2013, R$ 70 milhões. No primeiro trimestre de 2014, os prejuízos já alcançaram a R$ 14 milhões.

A estratégia foi definida pelo Governador Beto Richa: aplicar na população paranaense um “tarifaço” na conta de luz neste e nos próximos dois anos para que a empresa não quebre. A ANEEL – Agencia Nacional de Energia Elétrica, que cuida da regulamentação do setor no país, enviou, em 30/07/2013, um ofício a diretoria da Copel questionando o elevado endividamento de R$ 2 bilhões em 2013, pressionando por soluções e dando um prazo ao governo paranaense para que prove até 2017 que a Copel Distribuição é uma companhia viável. Caso contrário, o estado perderá para a União a concessão que vence em 2015.

Para este ano, o reajuste decidido é de 25% na conta de luz, dentro de um total necessário para resolver os problemas financeiros da empresa de 39,71%, o que significa que existe ainda um acumulado de quase 15% para reajuste em 2015. Na previsão de continuidade dos prejuízos, é de se prever que o reajuste necessário em 2015 poderá também se aproximar dos 30%.

O de 2014 é o maior reajuste promovido por uma companhia de distribuição de energia entre todas as que operam no Brasil. E este “tarifaço” promete ser contínuo na conta de luz do PSDB, atingindo diretamente o bolso do cidadão. E isso vai acontecer por dois caminhos inevitáveis, se nada for feito. O primeiro é o aumento puro e simples com as despesas mensais das famílias no pagamento da conta de luz. O segundo é o aumento de preços que virá decorrente do efeito do reajuste do insumo sobre a economia. Milhares de pequenas e médias empresas do Estado vão ter seu custo de produção elevado e irão repassá-los aos seus produtos para não quebrar. E aí, novamente, o consumidor paranaense vai tirar do seu próprio bolso, comprometendo ainda mais sua renda.

E como a Copel Distribuição chegou a esta situação?

Depois de sofrer um processo de saneamento durante o Governo Roberto Requião, a Copel foi entregue ao novo governo apresentando lucros anuais próximos a R$ 1 bilhão, com R$ 2 bilhões em caixa e endividamento de 17% sobre o Patrimônio Líquido, contra uma média de 40% do setor. A Copel Distribuição, por exemplo, apresentou lucratividade de R$ 500 milhões em 2010 e 2011. No entanto, bastaram três anos para que fosse levada ao prejuízo e transformada numa empresa estatal inviável sob o ponto de vista econômico e financeiro. Estão longe os bons tempos como os do Governo Roberto Requião quando a empresa se preocupou com investimentos sociais, com a criação do Programa Luz Fraterna, que beneficiou quase 1,2 milhão de paranaenses e onde o governo paga a conta de luz das famílias carentes

regularmente inscritas no Bolsa Família, ou no cadastro social da Copel. O dinheiro que elas deixam de gastar com a conta de luz pode ser utilizado em outras coisas essenciais, como alimentação, saúde ou educação. Atualmente, a Copel passou a se ocupar ostensivamente com a remuneração dos seus acionistas, aumentando de 25%, no Governo de Roberto Requião para 50% atuais, a destinação do lucro.

E também em aumentar suas despesas desnecessárias, elevando de oito para 17 o números de diretorias com altos salários. Antes capitalizada e com um dos melhores desempenhos do país, o Governo Roberto Requião pode adotar medidas na Copel como a de não repassar vários aumentos de tarifa de energia aprovados pela ANEEL, o que resultou em mais de R$ 3 bilhões mantidos no bolso da população paranaense.

Agora a situação é muito diferente. O que mais contribuiu para a Copel Distribuição chegar a quase insolvência foram às operações de compra de energia no mercado livre, altamente especulativo e onde o consumidor pode negociar preços, prazos e quantidades com a empresa que preferir. No Brasil existe um déficit enorme para as distribuidoras atenderem seus mercados e a Aneel promoveu no final de 2013 um leilão para compra de energia das geradoras que possuíam sobras para venda. A Copel se habilitou com geração das Usinas Governador Bento Munhoz da Rocha (Foz do Areia) para contratos de 12 meses e a Tradener um intermediário do setor, também se habilitou com energia desta mesma Usina e da Usina Governador Ney Braga (Segredo) para contratos de 12 e 36 meses. O resultado é que no espaço de tempo em que a ANEEL anunciou o leilão, em outubro para sua realização em dezembro, a Copel Geração vendeu parte da sua energia para Tradener a preços inferiores ao teto máximo fixado no leilão. No entanto, a Copel Distribuição necessitou adquirir energia no mercado livre, e acabou comprando da Tradener esta mesma energia a preços muito maiores do que os cobrados pela Copel Geração na venda ao intermediário, resultando em um lucro de milhões para a empresa privada. O desfecho de tudo isso é que a Tradener acabou vendendo mais energia da Copel do que a própria Copel, com lucros elevados na intermediação. Outra grande contribuição ao agravamento da situação foi a saída dos 15 maiores consumidores da Copel Distribuição, que passaram para o mercado livre, fuga até agora não explicada e que provocou uma queda enorme de receitas e consequentemente impacto mais elevado nos preços que compõe a tarifa.

As saídas para a Copel não serão fáceis. É preciso começar tudo de novo e realizar uma operação de saneamento na empresa a exemplo da que foi realizada no Governo de Roberto Requião. Para começar, a promoção de uma redução das atuais 17 diretorias da empresa para apenas 8, como no governo passado, mais compatível com a realidade da companhia. Voltar a pagar os dividendos mínimos legais de 25% e avaliar com cuidado todas as participações em empreendimentos fora do Estado do Paraná, principalmente os valores investidos em projetos de Usinas Eólicas e em Linhas de Transmissão, cujo cronograma já se encontra atrasado devido a situação precária da empresa.