Velha mídia silencia sobre assassinato de colaborador do PT por raiva ao partido, à política e aos cavaletes

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Hiago era da paz

Conforme divulgou o Blog do Tarso para todo o Brasil com exclusividade, o cantor de Hip Hop com várias músicas gravadas sobre paz e esperança Hiago Augusto Jatoba de Camargo (nome artístico Hiago 100 Caos) foi assassinado em Curitiba por causa do discurso de ódio contra o PT, contra a política e contra os cavaletes, ao estar atuando na campanha da candidata ao governo do Paraná, Gleisi Hoffmann (PT), e da presidenta Dilma Rousseff (PT). Veja mais sobre ele, suas músicas e vídeos aqui.

A história é simples: um morador de Curitiba com raiva do PT, da política e dos cavaletes enfiou uma faca em Hiago, que tentou defender o dano a um cavalete de Gleisi e Dilma. O homicida e seus colegas queriam destruir os cavaletes do PT, o que é crime, clique aqui.

Quem fez uma campanha de ódio ao PT, à política e aos cavaletes foram os candidatos à presidência Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB, ex-PT, ex-PV, futura Rede Sustentabilidade), o candidato à reeleição ao governo do Paraná Beto Richa (PSDB), a velha mídia como a revista Veja, a TV Globo, a rádio BandNews, entre outros meio de comunicação, assim como setores da sociedade elitistas, conservadores e retrógrados.

Mas infelizmente a velha mídia silenciou sobre o fato.

Alguns falam em simples briga entre militantes, o que é MENTIRA!

Alguns falam em briga por espaço de cavaletes de candidaturas antagônicas, o que é MENTIRA!

Alguns falam que o crime se deveu à falta de segurança pública, o que é MENTIRA, por mais que a segurança pública do Paraná seja um desatre por causa do governador Beto Richa (PSDB).

E a grande maioria da mídia simplesmente silenciou, o que é vergonhoso.

#HiagoPresente

Veja um clip com uma das músicas de Hiago:

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88% dos brasileiros preferem a nova mídia, a internet. A velha mídia, TV, rádio, jornais e revistas, vai acabar

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Segundo o site Brasil 247, a internet é a mídia mais importante para a grande maioria dos brasileiros, segundo pesquisa realizada pela comScore/Interactive Advertising Bureau (IAB), com duas mil pessoas. Para 88% dos entrevistados, a internet, rede mundial de computadores, é a preferida, seguida da televisão (55%), jornais (44%), rádio (28%) e revistas (27%). Os anúncios na web influenciam 66% das pessoas a buscarem mais informações sobre a marca anunciada.

TV Globo, revista Veja, jornais O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo vão acabar, é apenas uma questão de tempo.

 

Paulo Bernardo, II ato – Editorial da Carta Capital

Paulo Bernardo, II ato, na Carta Capital

Proponho um teste aos leitores. Qual é o país onde a mídia está na mão dos oligopólios? Qual é o país onde esta mesma mídia alinha-se de um lado só, sistematicamente contrária a qualquer esforço igualitário e, portanto, a favor da reação? Qual é o país onde os profissionais do jornalismo chamam o patrão de colega? Qual é o país onde nas redações ainda se afirma o diretor por direito divino? Evitarei fornecer a resposta certa ao pé da página, eventualmente impressa de cabeça para baixo. De fato, a resposta é do conhecimento até do mundo mineral.

Paulo Bernardo,  apressa-se a informar que um projeto de regulação ainda sairá. Foto: Yasuyoshi Chiba/ AFP e Istock Photo

Paulo Bernardo, apressa-se a informar que um projeto de regulação ainda sairá. Foto: Yasuyoshi Chiba/ AFP e Istock Photo

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Carta Capital critica Paulo Bernardo e Helena Chagas

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Na matéria de capa da revista Carta Capital, a melhor revista semanal de notícias do Brasil, a revista critica o Ministro das Comunicações Paulo Bernardo (PT) e a secretária de comunicação Helena Chagas. O ministro é marido da Ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT), a primeira senadora eleita do Paraná (licenciada) e pré-candidata ao governo do Estado do Paraná, que concorrerá provavelmente contra o atual governador Beto Richa (PSDB) e o senador e ex-governador Roberto Requião (PMDB).

Carta Capital diz que Paulo Bernardo enterrou o projeto de lei das comunicações elaborado pelo ex-secretário de comunicação Franklin Martins, do governo Lula (PT, 2003-2010). Paulo Bernardo acha desnecessária a regulamentação da mídia, pois para ele isso iria contra a ideia de mídia livre e liberdade de expressão.

Enquanto isso os políticos e as igrejas dominam as TVs e rádios. E a Inglaterra está prestes a criar órgão regulador da mídia (conforme texto de Gianni Carta), enquanto no Brasil a velha mídia fala de forma mentirosa que isso seria censura. Projetos que limitam a propriedade cruzada (mesmo grupo controlar TV, rádio, revistas, jornais e internet) estão parados no Congresso Nacional.

Os Estados Unidos da América e Europa ocidental limitam a propriedade cruzada, mas qualquer tentativa no Brasil faz com que a velha mídia diga que é censura e coisa de “países bolivarianos”.

A secretária de comunicação atual, Helena Chagas, que substituiu Martins, também estaria atuando a favor da velha mídia.

A revista ainda informa que a política de democratização da propaganda oficial, instituída pelo então secretário de comunicação Luiz Gushiken e mantida por Martins, acabou com Chagas no governo Dilma.

Na matéria da Carta Capital, Samuel Possebon vê com receio a ideia da Anatel de acabar com os serviços públicos de telecomunicação e transformar tudo em atividades econômicas, sem obrigação de universalização, sem os chamados bens reversíveis (devolvidos à União com o fim do prazo das concessões) e sem controle tarifário.

Opinião do Blog do Tarso: a liberdade de expressão será garantida apenas com a regulamentação da mídia, pois a Constituição da República obriga o equilíbrio entre TVs e rádios públicas, estatais e privados, veta o monopólio e oligopólio das comunicações e não prevê liberdade para os serviços públicos de comunicação nas mãos da iniciativa privada. A democratização da mídia e liberdade de expressão será garantida apenas com a regulamentação da mídia para que a Constituição seja cumprida, assim como o incentivo da liberdade das novas mídias, a internet e redes sociais. A Globo, a revista Veja e os jornais Folha De S. Paulo e Estadão são contra, pois elas defendem o oligopólio da velha mídia e a liberdade de empresa, ao invés da liberdade de imprensa. Como diz Franklin Martins: “nada além da Constituição”!