“O cenário pornopolítico foi dominado pelo massacre dos professores no Paraná. Depois do “prendo e arrebento”, temos Bato Racha, vulgo Beto 9.9 em violência na escala Richa. Bato Racha levou nove dias para se arrepender, e com a frase mais — desculpem, não há outra palavra — escrota que pode brotar da boca de um covarde: “Machucou mais a mim…” O perdigoto não agradou, Racha deu ré e agora aprova de novo a pancadaria sanguinolenta, balas na cara, bombas, pitbulls… Foi um tremendo rasgo na Cortina de Penas do bom-mocismo tucano. Eles são aquilo mesmo. Bato Racha mandou fitas para jornalistas comprovarem a ação de “elementos infiltrados” no protesto. Ninguém encontrou um único agente provocador. Bato Racha é também um deslavado mentiroso.”
Os professores Pierre Cardoso Pinto (UTFPR) e Nilsa Barbosa da Paz e a estudante Júlia Campos (Unespar) pedem em carta para os senadores Roberto Requião (PMDB) e Gleisi Hoffmann (PT) que haja uma intervenção federal no Paraná. Informam que apenas vão parar a greve de fome se o governador Beto Richa (PSDB) sofrer o Impeachment pedido pelo advogado e professor universitário Tarso Cabral Violin (Blog do Tarso), pelos juristas e mais de 9 mil apoiadores. Curta o protesto da greve de fome aqui.
Terça-Feira (2) haverá grande plenária dos movimentos sociais para discutir as atividades pelo Impeachment de Richa, às 19h, na APP-Sindicato. Confirme presença aqui.
Parabéns pela luta! Muita saúde para os manifestantes!
Vídeo transmitido na abertura do evento “Julgamento: Curitiba 29 de Abril de 2015”, ocorrido dia 08 de maio do mesmo ano e promovido pela Universidade Federal do Paraná, trazendo grandes nomes do Direito brasileiro.
Hoje faz um mês que ocorreu o Massacre do Centro Cívico de Curitiba, quando em 29 de abril de 2015, professores, servidores públicos, estudantes e cidadãos foram agredidos pelo governo Beto Richa (PSDB).
Uma singela homenagem a todos e todas que sofreram a violência física e pscicológica.
Impeachment já!
Assine a petição com mais de 8 mil assinaturas aqui.
Os movimentos sociais do Paraná e os signatários do pedido de Impeachment protocolado na Assembleia Legislativa – veja aqui (apoiados por mais de 8 mil cidadãos – assine aqui) chamam para uma grande reunião plenária em defesa da renúncia ou do Impeachment do governador Beto Richa (PSDB), em decorrência do Massacre do Centro Cívico de Curitiba de 29 de abril de 2015.
Acreditamos que, no mínimo, Richa tolerou e não tentou repreender que agentes públicos praticassem abuso do poder e uso de meios violentos contra professores, servidores, estudantes e cidadãos, o que fere a Lei 1.070/50, a lei que trata do Impeachment e dos crimes de responsabilidade.
A plenária será no dia 02 de junho, 19h, na sede da APP-Sindicato.
Clique aqui e confirme presença no evento do Facebook.
O vídeo-documentário “Massacre 29” sobre o Massacre do Centro Cívico de Curitiba do dia 29 de abril de 2015 foi produzido por professores e estudantes da Universidade Estadual de Ponta Grossa, em parceria com projetos de extensão e com a TVCOM.
O Blog do Tarso, em parceria com o Blog do Esmael e a Seção Sindical dos Docentes da Universidade Estadual de Ponta Grossa – Sinduepg, divulga o primeiro documentário sobre o massacre.
A produção é do projeto de extensão do curso de Jornalismo da UEPG Lente Quente, em parceria com Agência de Jornalismo da UEPG, TV Comunitária de Ponta Grossa, Sinduepg e com a iniciativa de financiamento coletivo do livro de fotografias ‘Massacre 29 de abril’.
Trata-se da primeira produção audiovisual documental de Ponta Grossa a reconstituir o trágico episódio de ataque ao movimento grevista estadual, de cerceamento à livre manifestação e ao direito de acompanhar votação na Assembleia Legislativa do Estado do Paraná.
Na sexta-feira, dia 29 de maio, completará um mês do covarde massacre autorizado pelo governador Beto Richa (PSDB).
Assista ao documentário especial para o Blog do Esmael com 45 minutos de duração:
Dos depoimentos impactantes:
“O governo Richa não queria que nós, professores, existíssemos!” Professora Rosângela Petuba
“Aquele armamento foi pago com dinheiro público, o nosso dinheiro, o nosso imposto, sendo devolvido em forma de bomba e de gás!” Professor José Gomes
“Ei, polícia, vai prender o Beto Richa!” Coro
Assine pelo Impeachment do governador Beto Richa (PSDB) aqui.
Advogados Tarso Cabral Violin, André Passos e Rogério Bueno, servidor público Bernardo Pilotto e professor do Curso de Direito da UFPR, Luiz Fernando Lopes Pereira
Você ainda pode assinar digitalmente a petição, clique aqui.
EXCELENTÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO PARANÁ
“Quem responde pelo Governo, pelo Estado, é a autoridade, é o governador, se o Estado fez o que fez, é ele que tem que responder, a sanção natural para o que aconteceu é o Impeachment do governador Beto Richa”
Celso Antônio Bandeira de Mello
TARSO CABRAL VIOLIN, professor universitário, advogado e autor do Blog do Tarso, inscrito junto à Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Paraná, sob o nº 29.416, com escritório profissional na Rua João Negrão, 731, 9º andar, Curitiba/PR, onde recebe as intimações e notificações, LUÍS FERNANDO LOPES PEREIRA, professor universitário, OAB 19.878, ANDRÉ FRANCO DE OLIVEIRA PASSOS, advogado, OAB/PR 27.535, NASSER AHMAD ALLAN, advogado e professor universitário, inscrito na OAB/PR 28.820, SANDRO LUNARD NICOLADELI, advogado e professor universitário, OAB/PR 22.372, SAMIR NAMUR, professor universitário e advogado, OAB/PR 40.852, HAROLDO ALVES RIBEIRO JR, advogado com a OAB/PR 23.150, BERNARDO SEIXAS PILOTTO, servidor público federal, ROGÉRIO BUENO DA SILVA, advogado inscrito na OAB/PR sob nº 25.961, JÚLIO CEZAR BITTENCOURT SILVA, advogado e professor universitário, LUDIMAR RAFANHIM, advogado e professor universitário, OAB/PR 33.324, MARCELO GIOVANI BATISTA MAIA, advogado e professor universitário, OAB/PR 27.184 e TODOS OS MAIS DE 6.000 APOIADORES NA LISTA EM ANEXO, vêm, mui respeitosamente, à presença de Vossa Excelência, com fundamento no artigo 51, inc. I e art. 86, da Constituição da República, e na Lei 1.079/50, oferecer a presente
DENÚNCIA POR CRIME DE RESPONSABILIDADE
e requerer o
IMPEACHMENT
do Excelentíssimo Senhor Governador do Paraná CARLOS ALBERTO RICHA, vulgo BETO RICHA, pelas razões que passam a expor: Continuar lendo →
A imprensa de todo o Brasil, seja a velha e nova mídia, divulgou sobre a petição de juristas, advogados e professores de Direito, junto com mais de 5 mil pessoas, que será protocolada amanhã, 13h30, na Assembleia Legislativa do Paraná, pelo Impeachment do governador Beto Richa (PSDB), por causa do Massacre do Centro Cívido de Curitiba de 29 de abril de 2015.
Ocorreu a divulgação nos sites Viomundo do Luiz Carlos Azenha e Conceição Lemes, Blog do Miro Borges, O Globo, GGN do Luiz Nassif, Gazeta do Povo, O Dia, PT Nacional, Diário do Centro do Mundo – DCM, UOL, Diário do Nordeste, Blog do Esmael Morais, Brasil 247, entre outros blogs e sites.
Cinco mil juristas, professores, advogados, estudantes, blogueiros, servidores públicos, jornalistas e cidadãos que não aceitam que o Estado bata em professores já assinaram a petição para Impeachment do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), que será protocolada amanhã (25), 13h30, na Assembleia Legislativa do estado.
O motivo é o Massacre do Centro Cívico de Curitiba, ocorrido em 29 de abril de 2015.
Todos que assinaram e demais interessados estão convidados para o ato de protocolo, junto com os juristas que serão pólo ativo na ação.
Por enquanto, os juristas e professores universitários de Direito que farão o protocolo da petição, juntamente com outros 5 mil cidadãos, são: TARSO CABRAL VIOLIN – advogado e professor universitário, LUÍS FERNANDO LOPES PEREIRA – professor universitário. ANDRÉ FRANCO DE OLIVEIRA PASSOS – advogado. NASSER AHMAD ALLAN – advogado e professor universitário, SANDRO LUNARD NICOLADELI – advogado e professor universitário, LINCOLN SCHROEDER SOBRINHO – professor universitário, SAMIR NAMUR – advogado e professor universitário, HAROLDO ALVES RIBEIRO JR – advogado, BERNARDO SEIXAS PILOTTO – servidor público federal, ROGÉRIO BUENO DA SILVA – advogado e JÚLIO CEZAR BITTENCOURT SILVA – advogado e professor universitário.
O 3º Encontro de Blogueiros e Ativistas Digitais do Paraná #3ParanáBlogs, que ocorrerá nos dias 12 e 13 de junho de 2015 em Curitiba (APP-Sindicato), capital do Paraná, está sendo organizado pela Associação dos Blogueiros e Ativistas Digitais do Paraná – ParanáBlogs.
Com a participação de Roberto Requião (Senador da República pelo PMDB, ex-governador do Paraná), Tadeu Veneri (Deputado Estadual pelo PT-PR), Ualid Rabah (diretor de Relações Institucionais da FEPAL – Federação Árabe Palestina do Brasil), Renata Mielli (Jornalista, Secretária-Geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação – FNDC e Diretora do Barão de Itararé), Palmério Dória (jornalista e escritor, autor do livro O Príncipe da Privataria), Beto Almeida (jornalista, diretor da Telesur, presidente da TV Cidade Livre, Brasil de Fato e TV Senado), Camila Marques (advogada formada pela PUC-SP, coordena o Centro de Referência Legal em Liberdade de Expressão e Acesso à Informação da ARTIGO 19), Karina Quintanilha (advogada formada pela PUC-SP, do Centro de Referência Legal em Liberdade de Expressão e Acesso à Informação da ARTIGO 19), Márcio Henrique dos Santos (professor e comunicador ferido no Massacre do Centro Cívico de Curitiba), Walkíria Olegário Mazeto (Secretaria Educacional da APP e membro do Comitê 29 de Abril) e Preto Zezé Das Quadras (Presidente da Central Única das Favelas – CUFA Brasil).
O tema do evento é “Democracia, Comunicação e Juventude: a luta contra a repressão no Paraná”, e os específicos são: “A ofensiva conservadora e o Massacre do Paraná”, “Democratização dos Meios de Comunicação”, “Fui processado. O que eu faço?”, “Comunicação e o Massacre do Centro Cívico” e “Novas estratégias de comunicação e a periferia no Brasil”.
No dia 12, 19h, o deputado estadual Tadeu Veneri (PT-PR) vai falar sobre o o Massacre do Centro Cívico.
No dia 13, 14h, ocorrerá a mesa “Comunicação e o Massacre do Centro Cívico”, com o professor ferido no massacre Márcio Henrique dos Santos e a Diretora da APP-Sindicato e membro do Comitê 29 de Abril, Walkíria Olegário Mazeto.
Nessa mesa pretendemos homenagear professores e estudantes que foram agredidos ou feridos no evento, em especial:
Angela Alves Machado (professora de história, foto do ano),
Rafaelin Poli (professora que quebrou o dedo),
Ícaro Grassi (estudante, feriu o rosto),
Taciane Grassi (estudante, perdeu a audição),
Luiz Carlos de Jesus (cinegrafista atacado por um Pitbull da PM),
Elaine Antunes (vídeo emocionante),
Cláudio Franco (agente penitenciário ferido no rosto),
Custo da inscrição: R$ 20,00. Como dia 12 é dia dos namorados, caso você venha com o seu namorado ou sua namorada, a inscrição delx será gratuita. Meia-entrada (R$ 10,00) para estudantes, professores, bicicleteiros e para quem autodeclarar que veio de transporte coletivo. Pagamento no dia do evento, na entrega das credenciais.
Por enquanto 2000 juristas, advogados, professores universitários e da rede pública, estudantes, servidores públicos, blogueiros, jornalistas e demais cidadãos assinaram a petição pelo Impeachment do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), por causa do massacre do Centro Cívico de Curitiba de 29 de abril de 2015.
Protocolaremos a petição na segunda-feira (25), 13h30, na Assembleia Legislativa do Paraná. Assine você também!
Hoje 30 mil professores, servidores públicos, estudantes e cidadãos saíram às ruas em Curitiba para pedir a renúncia ou o Impeachment do governador Beto Richa (PSDB).
Foto de Edson Rimonatto
São vários os motivos, desde corrupção e irregularidades graves financeiras-orçamentárias, mas o principal motivo é o Massacre do Centro Cívico de Curitiba no dia 29 de abril de 2015.
Foto de Ludimar Rafanhim
Os professores e educadores estão em greve porque Richa não quer nem recompor a inflação na remuneração dos agentes públicos.
A foto do ano no Massacre do Centro Cívico de Curitiba retrata a professora de História Angela Alves Machado, fugindo da tropa de choque do governo Beto Richa (PSDB).
Ele é professor em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, e é mãe de três filhos.
E deixa claro que não é black bloc e nem baderneira.
Após agredir gravemente os professores, estudantes e servidores no massacre do Centro Cívico de Curitiba no dia 29 de abril de 2015, ontem (14) o governo Beto Richa (PSDB) ameaçou os professores públicos do Paraná, com desconto de dias parados dos professores em greve, abertura de processos por insubordinação contra diretores que estimularam a greve, apenas 5% de reajuste, encerramento das negociações com os servidores e abertura de seleção de Processo Seletivo Simplificado (PSS) para contratação de novos professores temporários para retomada das aulas.
Nota oficial da Direção Estadual da APP-Sindicato
Nos manteremos mobilizados e ainda em greve. Governo escolheu o caminho da ameaça e do medo, comum a governantes déspotas
O governador Beto Richa instaurou no Paraná um “Estado de exceção”. Governa cassando direitos e colocando-se acima das leis estaduais e federais. Parece que não há limites para sua tirania. No dia 29 jogou a polícia contra professores, professoras, funcionários e funcionárias de escola e demais servidores e servidoras públicas. Numa sequência, tentando justificar o injustificável que foi a barbárie do dia 29, demitiu secretários e promoveu alteração na cúpula da polícia militar e numa jogada de puro marketing, deu entrevistas dizendo-se ferido e arrependido de que estaria aberto ao diálogo.
Pois bem, depois da retórica e do chororô das entrevistas, era de se esperar, e porque o bom senso indicava, de que as negociações seriam retomadas. Qual nossa primeira surpresa quando na reunião de negociação de terça feira (12) o governo fez cara de paisagem e não apresentou nenhuma proposta, numa atitude de completo descompromisso e descaso com os servidores e as servidoras públicos. A atitude da APP, bem como das demais entidades do Fórum das Entidades Sindicais (FES), foi exigir do governo uma proposta para o pagamento da data-base, de cumprimento da lei. Estas atitudes do governo só serviram para aumentar ainda mais o sentimento de indignação na categoria. O ataque de bom mocismo do governador Beto Richa, de um homem aberto ao diálogo e democrático que se espraiou no último final de semana na velha mídia, esvaiu-se com as atitudes de seus séquitos secretários e secretárias na reunião do dia 12.
No entanto, seguindo o manual do bom tiranismo e atendendo ao Estado de exceção instaurado por ele, o que tinha sido feito até então, ainda não era suficiente, daí nossa segunda surpresa essa semana. No dia de ontem (14), uma nota publicada pela agência de noticias estadual traz que o governo encerrou as negociações e que encaminhará à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) reajuste da data-base em 5% divididos em duas vezes, sem data prevista para pagamento. Uma atitude unilateral, de um governo que não dialoga, que como sabemos, usa da violência para impor-se, tal qual ditadores fazem aqui e ali nesse mundo. Não obstante, a nota assedia os servidores e servidoras para que retornem ao trabalho como pena de prejuízos à carreira e promoção. Num ato ainda mais ditatorial indica abertura de processos contra diretores e diretoras que forem “insubordinados”. O termo da insubordinação até é previsto em códigos militares e não cabe para a sociedade civil, ainda mais em pleno regime democrático como é o Estado brasileiro, a não ser que se trate de um Estado de exceção.
É assim que o governador Beto Richa tratou e trata educadores e educadoras: primeiro com bombas, balas, depois o descaso, descompromisso, retirada de direitos, descumprimento de leis estaduais com a lei da data-base e lei nacional como a lei do piso e, agora, surgem as ameaças, a coação e assédio àqueles e àquelas que exercem o pleno direito constitucional de greve.
Mas ele não nos calará! Não calará os diretores e diretoras de escola e demais educadores e educadoras que continuam firmes no movimento de greve e resistirão às ameaças da exceção. Não nos calou quando fomos ameaçados que pela violência física das armas no dia 29 e muito menos nos calará pela violência simbólica do retorno à escola sob ameaça das faltas, possíveis processos administrativos, troca por PSS entre outras medidas.
Por tudo isso, cada vez mais a sociedade se coloca do lado dos educadores e educadoras, pois enxergam nesse senhor uma ameaça à democracia. É também por tudo isso que nos quatro cantos deste estado e do Brasil, pessoas das mais diferentes vertentes políticas gritam “Fora Beto Richa”, e ao dizerem isso, manifestam o descontentamento com policialesco estado de exceção criado no Paraná. Do lado de cá, nos manteremos atentos, vigilantes, mobilizados e ainda em greve porque o governo escolheu o caminho da exceção, da ameaça e do medo, comuns de governantes déspotas.
O Conselho Pleno da OAB Paraná aprovou na última sexta-feira (8) o relatório elaborado pelos observadores da OAB que acompanharam as manifestações no Centro Cívico nos dias 29 e 30 de abril, bem como no dia 1º de maio. O documento será enviado ao Ministério Público (MP), para subsidiar as investigações sobre os excessos praticados durante o Massacre do Centro Cívico e as demais manifestações públicas. O relatório concluiu que houve abusos na ação policial.
O Conselho aprovou o acompanhamento pela OAB Paraná de todos os processos referentes às prisões de manifestantes, bem como os trabalhos de apuração pelo MP quanto aos abusos praticados pelas autoridades. Os conselheiros reafirmaram a necessidade de que a apuração de responsabilidades seja feita em relação a todas as autoridades que tiveram participação na determinação dos atos contra os manifestantes, independentemente dos cargos que ocupam ou ocuparam. O trabalho realizado pelos advogados designados pela OAB para acompanhar as manifestações foi elogiado por todos os conselheiros.
Quando a OAB fala em “todas as autoridades”, trata, claro, principalmente do governador Beto Richa (PSDB), do ex-secretário Fernando Francischini (Partido Solidariedade) e do ex-Comandante-Geral da Polícia Militar, César Vinícius Kogut.
Há risco de Impeachment contra Richa. Além disso, essas autoridades e o Estado do Paraná podem ser processadas civil e criminalmente, assim como denunciadas em Cortes Internacionais de Direitos Humanos e OIT.