Gleisi “dá pito” em Beto Richa

Gleisi: “Beto Richa é incapaz e incompetente”

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Na Gazeta do Povo de domingo (ontem, 29), dia da semana de maior tiragem de forma disparada, foi divulgada entrevista com o governador do Paraná, Carlos Alberto Richa (PSDB), vulgo Beto Richa. Hoje, dia de menor tiragem, foi a vez da entrevista com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT), que volta a assumir sua cadeira no senado no início de 2014. Ele será candidata ao governo do Estado. A pergunta é se a Gazeta vai fazer uma entrevista com o senador e ex-governador Roberto Requião (PMDB), também pré-candidato ao governo com chances de vencer Richa.

Veja os principais trechos da entrevista:

“Infelizmente, o governo Beto Richa (PSDB) do estado não tem dado os estímulos necessários nem tem feito as concertações necessárias para ampliar esse potencial de desenvolvimento.”

“Uma grande colaboração que o governo do estado poderia dar, em primeiro lugar, é pagar em dia seus fornecedores. Em segundo lugar, deveria estimular principalmente a micro e pequena empresa e rever sua política de substituição tributária. Em terceiro, enfrentar de vez a questão dos pedágios distorcidos e que tanto contribui para onerar a nossa produção.”

Eu lamento que se tente justificar a incapacidade e a incompetência administrativa do governo estadual e do chefe do Executivo colocando a culpa em outras situações e outras pessoas. Os empréstimos do Paraná só não saíram porque o estado estava com pendências no Cadastro Único de Convênios da União e não respeitava a Lei de Responsabilidade Fiscal, já demonstrando uma desgovernança.”

Faltou na realidade gestão financeira e administrativa para o estado. O governo da presidenta Dilma tem se pautado por ter uma administração republicana. Todos os estados brasileiros são contemplados com recursos, programas, com os projetos que o governo federal coloca à disposição da sociedade brasileira. Fizemos um grande esforço para que o Paraná pudesse ser contemplado na maioria desses programas. E o estado foi contemplado com investimentos em rodovias, nas BRs-153, 163 a 487, que são trechos com infraestrutura finalizada. Vamos fazer a licitação da BR-163, de Cascavel a Marmelândia. Finalizamos o contorno oeste de Cascavel. Em janeiro vamos entregar o contorno de Maringá. Estamos fazendo um grande investimento em mobilidade urbana em Curitiba. Temos grandes investimentos para o porto de Paranaguá, para os nossos aeroportos, em São José dos Pinhais, no Bacacheri, em Foz do Iguaçu, em Londrina. O programa Minha Casa, Minha Vida tem um dos maiores investimentos no Paraná. Há entregas de máquinas e equipamentos, reformas de unidades básicas de saúde de unidades de pronto atendimento. Colocamos duas universidades no estado. Ou seja, o governo federal tem feito grandes investimentos no Paraná.”

“Há uma baixa iniciativa do governo do estado em relação à captação de recursos federais e de ampliação de programas e projetos.”

“Eu espero que a campanha para o governo do Paraná, quem quer que sejam os candidatos que participem, possa se pautar por um debate propositivo para o nosso estado. O Paraná é um estado muito pujante. Se tiver boas iniciativas e uma boa coordenação de governo, é um estado que pode despontar ainda mais no cenário nacional e internacional.

O Paraná só está crescendo no ritmo que está crescendo graças à política econômica feita pelo governo federal. Quem faz política econômica não é o governo do estado. Se a agricultura teve esse desenvolvimento, é porque fizemos investimentos fundamentais. Hoje nós financiamos a agricultura brasileira com juros subsidiados, de no máximo 5,5% ao ano. Nós temos um programa de investimentos em máquinas e equipamentos com juro de 3,5% ao ano. E colocamos agora, no Plano Safra 2013/2014, um programa de financiamento de armazenagem também com juro de 3,5% ao ano, três anos de carência e 15 anos para pagar. O Paraná é o estado que tem mais projetos em análise na área de agricultura no Banco do Brasil e que mais liberou recursos até agora. Essa pujança da agricultura, que é um dos fatores que levantam a economia paranaense, tem a ver com uma política de estímulo a crédito e investimentos na agricultura. Se nós formos olhar Mato Grosso, com certeza vai ter o mesmo desempenho. O emprego está bom no Paraná porque está bom no Brasil. Nós temos a menor taxa de desemprego nacional da nossa história. É óbvio que tudo isso tem reflexo no Paraná e se deve a uma política de defesa da produção nacional e, principalmente, da indústria. Não podemos esquecer que o Paraná recebeu três grandes empresas na área de indústria automobilística, a Audi, a Volkswagem e a DAF Caminhões, graças ao estímulo da desoneração de 30% no Imposto sobre Produtos Industrializados. Aqui não tem estímulo do governo do estado. Portanto, a política de proteção de emprego tem a ver com medidas nacionais e não locais.”

O crescimento do Paraná é por conta das políticas que estamos desenvolvendo de proteção do nosso emprego, da nossa renda, da nossa indústria e da produção agrícola. Eu poderia dizer que, a despeito do que o governo do Paraná está fazendo, nós crescemos. Porque nós temos no Paraná um pedágio caro, nós temos fornecedores sem receber e tivemos agora uma política de substituição tributária que praticamente afoga nossas pequenas e micro empresas.

“A economia paranaense é diferente, é diversificada. Tem agricultura, grande, média e familiar, tem indústria, comércio desenvolvido, um bom setor de serviços. Mesmo assim, o governo do estado não consegue captar essa pujança para que a gestão possa ser melhorada. Me preocupa muito. Mostra a falta de zelo, a incompetência, a incapacidade administrativa do governo.

Perfis falsos nas redes sociais foram feitos e estimulados por servidores do governo do estado, o que eu lamento muito.”

“Eu fiz questão de visitar uma unidade de saúde em Curitiba, no Tatuquara, para saber como na prática estava sendo um programa [Programa Mais Médicos] que estávamos começando a discutir em 2012. Foi emocionante ver a população dizer: o médico me atende [nesse momento da entrevista, Gleisi começa a chorar]. Eu acho que isso é dar resultado às pessoas.

Gleisi ou Requião vão disputar 2º turno com Carlos Alberto

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Veja qualquer pesquisa sempre com desconfiança. Normalmente quem paga mais vai melhor nas pesquisas. Se os empresários contratam uma pesquisa, normalmente essa pesquisa vai mostrar que os candidatos do grande capital e do mercado financeiro vão estar na frente.

Não que eu esteja acusando o instituto de pesquisa X ou Y.

A pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas/Gazeta do Povo que será divulgada amanhã indica segundo turno no Paraná na disputa para o governo.

Na margem de erro o governador Carlos Alberto Richa, vulgo Beto Richa (PSDB), pode ter entre 40,5% e 45,5%, Gleisi Hoffmann (PT) entre 26,5% e 21,5% e Roberto Requião (PMDB) entre 22,5% e 17,5%.

Assim, na margem de erro (e as pesquisas erram muito no Paraná) pode ser que a oposição enteja com 49%, e Richa pode estar com apenas 40,5%.

Com mais candidatos a situação é ainda mais preocupante para Richa (39,5% a 45,5%), Gleisi (25,5% a 20,5%), Requião (21,5% a 16,5%), Silvio Barros (PHS) de 6,5% a 1,5%), Joel Malucelli (PSD) e Rosane Ferreira (PV) de 3,5 ou 1%.

Nesse caso, na margem de erro, a oposição pode ter 60,5% e Richa apenas 39,5%. 

 

No 2º turno entre Richa e Gleisi 54% X 32%, entre Richa e Requião é 57% X 28%.

Na espontânea Richa tem 15%, Requião (PMDB) 5%, Gleisi 3%.

Rejeição: Requião 28%, Richa 14%, Gleisi 11%, Orlando Pessuti (PMDB) e Silvio Barros (PHS) 10%, Joel Malucelli (PSD) 8% e Rosane Ferreira (PV) 7%.

Foram entrevistados 1.665 eleitores, entre os dias 12 e 16 de dezembro, em 75 cidades, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos.

 

Posse da nova direção do PT do Paraná ocorrerá amanhã

O PT-PR pretende eleger Gleisi Hoffmann governadora e ajudar a reeleger Dilma como presidenta

O PT-PR pretende eleger Gleisi Hoffmann governadora e ajudar a reeleger Dilma Rousseff como presidenta da República

O Partido dos Trabalhadores do Paraná realiza amanhã (7) a posse do presidente reeleito do partido, deputado estadual Enio Verri, além das novas composições da Executiva e do Diretório Estadual. A solenidade de posse da nova direção do PT-PR ocorre a partir das 9 horas, na sede do Diretório Estadual, em Curitiba. 

Toda a militância está convidada para participar do evento que irá marcar o início da gestão 2014/2017 do PT paranaense.

PED – Verri foi reeleito presidente estadual do PT nas eleições internas de novembro com 9.423 votos (72,20% dos votos válidos). Em segundo lugar ficou o candidato Dr. Rosinha, com 2.373 votos (18,18%), seguido de Ulisses Kaniak, com 825 votos (6,32%) e Roberto Elias Salomão, com 430 votos (3,29%).

Na disputa para a formação do Diretório e da Executiva, a chapa “O Partido que Muda o Brasil” foi a mais votada, com 9.435 votos (74,09%). Em segundo lugar ficou a chapa “Mensagem ao Partido”, com 1.906 votos (14,97%); seguida pela “Luta Socialista”, com 999 votos (7,85%) e “Constituinte, Terra, Trabalho e Soberania”, com 394 votos (3,09%). Houve 1.203 votos em branco e 169 nulos.

Segundo a Comissão de Organização Eleitoral (COE) do PT-PR, a composição do novo Diretório Estadual será realizada da seguinte forma: 2 representantes da chapa “Constituinte, Terra, Trabalho e Soberania”; 5 da chapa “Luta Socialista”; 9 da chapa “Mensagem ao Partido” e 44 representantes da chapa “O Partido que Muda o Brasil”, totalizando 60 membros.

Já a nova Executiva do PT-PR, formada por 20 membros, será composta por 1 representante da chapa “Constituinte, Terra, Trabalho e Soberania”; 1 da chapa “Luta Socialista”; 3 da chapa “Mensagem ao Partido” e 15 representantes da chapa “O Partido que Muda o Brasil”.

Serviço:

Posse das novas Executiva e Diretório Estadual do PT-PR
Quando: 7 de dezembro (sábado)
Horário: 9 horas
Local: Sede do PT-PR – Alameda Princesa Isabel, 160, São Francisco – Curitiba

Folha diz que comissionado de Beto Richa fake é proibido pela Justiça de atacar Gleisi

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Atualizado às 23h20

A Folha de S. Paulo informou hoje que a Justiça Eleitoral do Paraná suspendeu um perfil fake no Facebook denominado “Gleisi não”, que tinha ataques à ministra da Casa Civil e pré-candidata do PT ao governo do Estado, Gleisi Hoffmann, e determinou a identificação dos responsáveis pela página.

Eis que a quebra de sigilo mostrou que o responsável por bancar links patrocinados no perfil falso era José Gilberto Maciel, jornalista que segundo a Folha é comissionado da Agência Estadual de Notícias do Paraná, no governo Beto Richa (PSDB). A Secretaria de Comunicação do Paraná desmentiu que o fake é servidor da Agência Estadual.

De qualquer forma ele já foi comissionado na Assembleia Legislativa durante a gestão de Nelson Justus (DEMO) e também na prefeitura de Curitiba, durante a gestão de Luciano Ducci (PSB).

Seu nome aparece em arquivo da Gazeta do Povo sobre o escândalo dos diários secretos: http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/diariossecretos/pordentro/arquivos

Gleisi Hoffmann vai processar José Gilberto Maciel e pedir para averiguar se os endereços de IP usados eram do governo estadual.

O cidadão é o blogueiro Zé Beto Maciel, conhecido por espalhar boatos contra os adversários de Beto Richa.

Beto Richa perde da oposição em Curitiba

Pesquisa do instituto Souza Lopes em Curitiba informa que o governador Beto Richa (PSDB) não vai bem em Curitiba. Se somados os votos da oposição da ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT), que tem entre 17,9% e 24,1%, e do senador Roberto Requião (PMDB), que tem entre 11,9% e 18,1%, eles vencem Beto que tem entre 31,9 e 38,1%. Foram entrevistados 1001 eleitores nas 10 zonais de Curitiba com margem de erro de 3,1% para mais ou para menos, entre os dias 13 e 18 de novembro.

Pesquisa em Curitiba: curitibanos rejeitam Beto Richa e oposição derrota o governador (58% X 42%)

Pesquisa do Instituto IRG em Curitiba, sobre a eleição para governador do Estado do Paraná:

Beto Richa (PSDB); 32,20%

Gleisi Hoffmann (PT): 26,40%

Roberto Requião (PMDB): 18%.

Não sabem ou não responderam 16,70%, 4,5% não votarão em ninguém e 1,8% afirma que anulará ou votará em branco.

Se contarmos apenas os votos válidos, Beto tem 42%, Gleisi 34,5% e Requião 23,5%. Com isso a oposição tem 58% e venceria o atual governador em Curitiba.

Em Curitiba, região metropolitana e nas grandes cidades do Paraná o governador Beto Richa vai muito mal. Sua última esperança é o interior, com as pequenas cidades.

O instituto IRG Consultoria & Pesquisa é de Ricieri Garbelini e a pesquisa ocorreu entre 9 e 13 de outubro, com 1024 eleitores curitibanos, com margem de erro de 3,06%.

Presidenta Dilma vai estar nos palanques de Gleisi e Requião

O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Rui Falcão, disse que a presidenta Dilma Rousseff (PT), em 2014, vai estar nos palanques dos candidatos ao governo pertencentes à base de apoio do governo federal.

A senadora licenciada e ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT), e o senador e ex-governador, Roberto Requião (PMDB), fazem parte da base de apoio de Dilma.

Assim, Dilma estará nos dois palanques, de Requião e Gleisi, ambos com grandes chances de vencer o atual governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), cujo governo ainda não aconteceu e vai ter dificuldades em se reeleger.

Ainda mais porque Carlos Alberto Richa vai ser apoiado por Aécio Neves (PSDB), que pode nem ficar em segundo lugar na corrida presidencial.

Paraná Pesquisa: oposição com Gleisi ou Requião vence Beto Richa em 2014

Segundo o Instituto Paraná Pesquisas, o governador Beto Richa (PSDB) tem 43,8% das intenções de votos para o governo, a Ministra-Chefe da Casa Civil Gleisi Hoffmann (PT) tem 23,2% e o senador Roberto Requião (PMDB) 20,7%.

Somando os votos na oposição, Gleisi ou Requião no segundo turno vencem Beto Richa, com 43,9%.

Beto Richa ainda vai ser prejudicado pois fará dobradinha com Aécio Neves (PSDB), que esta em baixa, enquanto Gleisi e Requião farão dobrada com a presidenta Dilma Rousseff (PT), que está em ascendência.

A Paraná Pesquisas entrevistou 2.512 eleitores entre 30 de setembro e 6 de outubro, em 90 municípios do Paraná, com margem de erro de 2%. Veja a pesquisa completa divulgada pelo Blog do Esmael, clique aqui.

Leitores do Blog do Tarso acham que Requião vence Beto Richa para o governo do Paraná

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O governo Beto Richa (PSDB) está em franca decadência e quase todos os analistas políticos do Paraná entendem que ele perde na sua tentativa de reeleição em 2014. Roberto Requião (PMDB) e Gleisi Hoffmann (PT) são os favoritos para desbancarem Richa.

Entre os leitores do Blog do Tarso, em enquete realizada, Requião leva pequena vantagem sobre Gleisi. A pergunta era: quem vai vencer Beto Richa em 2014?

Requião teve 411 votos (52%) e Gleisi 378 votos (48%).

Requião e Gleisi têm vantagem sobre Beto Richa também na questão dos apoios dos candidatos à presidência. Requião e Gleisi vão de presidenta Dilma Rousseff (PT), e Dilma vai de Gleisi e Requião. Beto Richa vai de Aécio Neves (PSDB), que está em franca decadência. Eduardo Campos (PSB) por enquanto não tem candidato no Estado, mas não apoiará Richa, a não ser que o PSDB não tenha candidato.

Por favor 2014, chega logo!

Governo quer mexer na Lei de Responsabilidade Fiscal

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Na Carta Maior

Objetivo é garantir mais recursos para o setor da educação. Ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann reconhece que o país precisa rediscutir os limites rígidos de gastos de custeio nesse setor. Conforme “Carta Maior” apurou, ainda não há qualquer proposta pronta sobre o assunto.

Em reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social nesta quinta (22/8), a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, reconheceu que o país precisa rediscutir os limites rígidos de gastos de custeio quando o assunto é educação. Pagar professores e comprar livros didáticos devem ser vistos não como gastos, mas como um investimento no futuro do país, disse a ministra.

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Nova enquete: quem vencerá o governador Beto Richa em 2014?

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Nova enquete do Blog do Tarso: quem vencerá o governador do Paraná Beto Richa (PSDB) em 2014, a ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann (Partido dos Trabalhadores) ou o senador Roberto Requião (MDB velho de guerra)?

A verdade e a publicidade

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Caderno Vida Pública da Gazeta do Povo e a revista do governo do Estado

A Gazeta do Povo de hoje é o retrato do Governo Beto Richa (PSDB). A capa do caderno Vida Pública mostra uma verdade apontada pelo Tribunal de Contas do Paraná: o Governo Beto Richa cumpre apenas 54% das metas estipuladas.

É um governo desprezado em Curitiba e nas grandes cidades do Paraná, e aos poucos os moradores das pequenas cidades vão perceber o quanto o governo é despreparado, incompetente, inexpressivo e inexistente.

Enquanto isso a própria Gazeta do Povo divulga uma revista que é propaganda de 26 folhas do governo estadual, que gasta milhões de reais mensais para divulgar fantasias na TV, rádios e jornais. Nosso dinheiro, dinheiro dos nossos impostos, que vão para o ralo da publicidade enquanto Beto Richa reclama da falta de dinheiro nos cofres estaduais.

O governo Beto Richa é o pior governador do Paraná de todos os tempos e terá sérias dificuldades até de ir para o segundo turno na sua tentativa de reeleiçao em 2014. Seu co-irmão Luciano Ducci (PSB), ex-prefeito de Curitiba, já perdeu no primeiro turno em Curitiba em 2012 e o destino de Richa tende a ser o mesmo.

Com o senador Roberto Requião (PMDB) e a ministra Gleisi Hoffmann (PT) na disputa, as coisas ficarão complicadas para Beto. Requião será candidato se o fisiológico PMDB deixar. Gleisi será candidata se quiser e a presidenta Dilma Rousseff (PT) deixar.

Nota de desagravo

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A secretária municipal da mulher de Curitiba, Roseli Isidoro. Foto de Edson Rimonatto

Tenho acompanhado com muita preocupação nos últimos dias a repercussão do caso que envolve o ex- prefeito de Realeza e ex-assessor do governo federal. Os fatos e a gravidade dos crimes imputados a ele, que se tornaram públicos e que motivam a Justiça a determinar a prisão do acusado, exigem apuração rigorosa e punição exemplar.

Entretanto, não podemos silenciar diante da forma oportunista com que adversários políticos do governo vêm explorando o caso, na tentativa de responsabilizar a ministra chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, buscando a todo custo manchar sua imagem de mulher pública e macular sua trajetória política. Continuar lendo

Enquete: quem é o melhor vice para Gleisi Hoffmann (PT) para o governo do Paraná?

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Beto Richa vai permitir mais um aumento do pedágio

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Quando um governante tem medo de decidir ele se autodenomina como uma pessoa de diálogo.

O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), já está há dois anos e sete meses no poder, iniciou “negociação” com as empresas privadas concessionárias do pedágio em 2010 e até hoje as empresas mandam e desmandam no governo, e aumentam as tarifas com valores já absurdos o quanto querem.

As concessionárias e Beto Richa querem até prorrogar os contratos de pedágio, mas não fizeram por medo das ruas, da opinião pública e das eleições de 2014.

Os responsáveis por esse absurdo que está acontecendo são principalmente o governador e o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, irmão de Beto.

Enquanto isso as concessionárias ficam cada vez mais milionárias e a economia do Paraná cada vez mais pobre.

Além disso as concessionárias não fazem obras de duplicação.

A culpa de tudo isso que está ocorrendo é do ex-governador Jaime Lerner (ex-PFL), dos deputados que aprovaram a privatização das estradas na década de 90 (Beto Richa era deputado estadual e também é responsável) e do atual governo, que só conversa e pouco faz.

O diálogo como ferramenta de negociação com as concessionárias, ao invés da via judicial ou ações unilaterais de redução nas tarifas, é elogiado pelas empresas concessionárias. Claro, lucro fácil em cima dos paranaenses, sem interferência do Estado.

O ex-governador Roberto Requião (PMDB) foi eleito prometendo que o pedágio ou baixava ou acabava. Ele tentou baixar ou acabar com o pedágio mas o conservador Poder Judiciário paranaense sempre impediu, decidindo pró-concessionárias, que têm o poder financeiro.

Em 2014 o tema será novamente debatido nas eleições.

Beto Richa será o defensor do pedágio e dos interesses das concessionárias.

Requião será o crítico aos absurdos valores do pedágio e dos imorais lucros das concessionárias.

Qual será a posição de Gleisi Hoffmann (PT)? A maioria dos membros do Partido dos Trabalhadores do Paraná são contrários à privatização das estradas com esses pedágios absurdos. O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), teve coragem e não renovou os absurdos contratos de pedágio e criou uma empresa estatal para gerir as estradas do estado, com tarifas mais baratas.

A briga vai ser boa em 2014!

As eleições para governador do Paraná em 2014

Já estão definidos os três candidatos com chances de vitória para o governo do Paraná em 2014: o atual governador Beto Richa (PSDB), a senadora licenciada e atual Ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann (PT) e o senador e ex-governadsor Roberto Requião (PMDB).

Beto Richa está fazendo um péssimo governo e terá dificuldades em se reeleger. Ele está na briga se é ou não é o pior governador do Paraná de todos os tempos (veja a enquete ao lado). Alguns leitores entendem que ele é muito ruim, mas Jaime Lerner (PFL) e Moysés Lupion podem ter sido piores.

Se Beto perceber que não se reelege e com medo de entrar para o limbo da política, como ocorreu com o ex-prefeito de Curitiba derrotado na tentativa de reeleição, Luciano Ducci (PSB), pode ser que Richa saia candidato ao senado e Alvaro Dias (PSDB) entre na disputa para o governo.

Gleisi não será candidata apenas se não quiser. Não será candidata só se a presidenta Dilma Rousseff (PT) estiver mal nas pesquisas, o que é improvável, pois sua aprovação começa a melhorar. Nesse caso pode Osmar Dias (PDT) deixar de ser candidato ao senado e tentar o governo.

Requião quer a candidatura e não será apenas se o PMDB não deixar, o que seria um equívoco do partido. Há três correntes no PMDB do Paraná. A corrente da maioria dos deputados estaduais, que quer que o PMDB apoie Beto Richa em 2014, com a indicação do vice-governador no lugar de Flávio Arns (PSDB). A segunda corrente é a de Orlando Pessuti, que pretende apoiar Gleisi ou Beto, dependendo das conversas e das pesquisas. A terceira corrente é a que quer Requião candidato, composta pelo deputado federal João Arruda, pelo ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca e por militantes do velho MDB de guerra. Requião no páreo é a garantia de segundo turno, o que é desesperador para Beto Richa, que vai fazer de tudo para deixar Requião de lado.

Beto fará dobradinha com Aécio Neves (PSDB). Gleisi com Dilma. Requião provavelmente também estará no palanque de Dilma, mas pode ainda ser o candidato de Marina Silva (PV ou Rede), caso Marina venho com um discurso de esquerda ou centro-esquerda, e não apolítico como fez em 2010.

2014 promete!

Nova enquete do Blog do Tarso: em quem você votará para governador do Paraná em 2014?

Vota na enquete na coluna da direita.

Especialistas dizem que dificilmente Beto Richa se reelege

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Gleisi Hoffmann (PT), Beto Richa (PSDB) e Roberto Requião (PMDB) são os favoritos para a corrida eleitoral para governador do ano que vem

A Pesquisa Ibope/CNI mostra que o governador Beto Richa (PSDB) é aprovado por apenas 41% dos paranaenses, sendo que no mesmo período o ex-governador Roberto Requião (PMDB) tinha 74%; que 73% acham que o governo Beto Richa utiliza os recursos públicos mal ou muito mal; e que  Beto Richa caiu 32 pontos percentuais, enquanto a presidenta Dilma Rousseff (PT).

Em matéria da Gazeta do Povo, o cientista político da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Emerson Cervi, informa que os resultados da pesquisa Ibope-CNI mostram uma das piores avaliações do governo do estado nos últimos anos: “A aprovação dos oito anos de governo do [Roberto] Requião ficavam em torno de 55% e 60%, nunca baixou disso”. De acordo com um estudo realizado pelo sociólogo Carlos Alberto Almeida, governantes com mandatos avaliados como ótimos e bons por 40% dos eleitores dificilmente são reeleitos.

Gustavo Fruet fala sobre o ICI e diz que vota em Gleisi em 2014

Conheça o jornal virtual “A Gralha” e veja entrevista com o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT):

A Gralha – Outra caixa-preta de campanha é o Instituto Curitiba de Informática. A prefeitura tem quatro votos em dez no Conselho de Administração do ICI. Está dentro da lei, não dá para ampliar o número de votantes, e são de empresários do setor os outros seis votos. A Prefeitura tem acesso aos contratos do ICI. Ela sabe quanto paga.

Gustavo Fruet – Isso é importante deixar claro. A engenharia do ICI é interessante. A criação foi na gestão do Cassio e eu votei contra na época ao modelo dela. Pegando meu voto hoje, de 97, as mesmas dúvidas que levantei lá estão acontecendo. A ideia é dar agilidade à gestão, ter um fator de incentivo à pesquisa, ter um fator de inovação e busca de novas tecnologias. O que aconteceu ao longo do tempo? A ideia do ICI é que é para que ele preste o serviço, não necessariamente seja um agente que contrate soluções no mercado. Ao longo do tempo, o que vem acontecendo? O ICI vem quarteirizando os serviços. A Prefeitura de Curitiba contrata o ICI, que por sua vez contrata uma empresa. Essa quarteirização, nós não sabemos. Essa informação a Prefeitura tem que ter. E o Tribunal de Contas tinha definido no ano passado que o ICI se enquadra como organização social, portanto tinha que ser informado de tudo. E agora o ICI fica desobrigado.

A Gralha – Ou seja, volta-se à situação anterior?

Gustavo Fruet – Não, a gente está fortalecendo o grupo, não se trata de ruptura, mudou o presidente, mudou o diretor. O que nós estamos fazendo é promover o diálogo, que por vezes esteve em questionamento. Não é interessante também para o ICI romper o contrato com a Prefeitura. Empresarialmente, imagino que essas empresas estejam com a tecnologia e já estão vendendo no mercado, não precisam necessariamente vender através do ICI, já têm o know-how. Para o ICI também, perder essa estrutura não é interessante, é bom lembrar que parte do prédio, parte do pessoal é do Ippuc ou da Prefeitura. Hoje o grande movimento do ICI é a Prefeitura, quer dizer, o ICI não é um grande prestador de serviço no mercado. Pode ser, e aqui estou levantando um indício de que as empresas que prestam serviço para o ICI estejam prestando serviço no mercado e que essas empresas já não dependam tanto do ICI. Isso é uma suposição. Mas não seria interessante para o ICI simplesmente romper. Para a Prefeitura, se isso der transparência e agilidade, é um bom instrumento.

A Gralha – E a questão da informação, de ter a informação?

Gustavo Fruet – São várias coisas. A primeira delas, eu preciso ter todas as informações on-line no meu terminal. Segundo, tornar isso público, até porque é uma exigência legal. Hoje nós temos que dar acesso às fontes primárias. Terceiro, isso é estratégico numa gestão, a gente tem a tendência de crescimento na cidade, isso serve muito como fator de incentivo ao empreendimento, principalmente considerando o poder de compra da prefeitura. Nós estamos falando de contratos anuais próximos de 130, 150 milhões de reais, imagine direcionar isso para o pequeno empresário de Curitiba e da região. Quarto, incentivo à pesquisa: muitos desses projetos, desses temas, foram desenvolvidos pela prefeitura, mas não estão no nome da prefeitura, estão no nome do ICI. Pegue toda a evolução na Secretaria de Finanças, toda a evolução na área de georreferenciamento do urbanismo, quem que controla isso? Tudo começou aqui. A estrutura do 156 está onde? Começou com meu pai, aqui. Era o CPD da Prefeitura.

A Gralha – Fica tudo na mão do ICI?

Gustavo Fruet – Também não quero usar essa expressão. Mas esta é uma relação morde e assopra. Eu quero uma relação profissional. E quando a gente fala em profissional, eu quero olhar para a frente. Os contratos… Sei que os valores são altos, mas tudo pode ser feito em outro patamar, outra relação custo-benefício. Eu acho que algumas pessoas já ganharam o suficiente para poderem dar essa contribuição para a cidade. É muito simples, a hora que a gente tiver essa informação, a gente vai saber. A prefeitura contratou o ICI para solução em determinada área, o ICI contratou uma empresa, essa empresa está prestando serviço para outras prefeituras. É ético o sistema que a prefeitura contratou pelo ICI ser utilizado e apropriado pelo setor privado, sem que a prefeitura receba por isso? O correto não seria o ICI vender esses serviços também para outras prefeituras? Se o serviço é tão bom, porque o ICI depende mais de 95% dos seus contratos com a prefeitura de Curitiba? A prefeitura só gasta para contratar o serviço. Qual é o ganho que a gente está tendo?

A Gralha – O que o Sr., acha que vai acontecer nas eleições do ano que vem?

Gustavo Fruet – A gente pode especular um pouco agora. Não é fugir da pergunta. O cenário possível, natural hoje, é Gleisi e Beto, numa eleição muito competitiva.

A Gralha – Seu voto é bem claro?

Gustavo Fruet – Gleisi. É natural, é um processo que vem sendo construído.

Veja mais da entrevista no jornal A Gralha.