Dilma fará a democratização da mídia. Globo, Veja e Folha se desesperam

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Ontem (6) a presidenta reeleita Dilma Rousseff (PT) disse em entrevista coletiva, sobre a regulação da mídia, que a liberdade de imprensa é “uma pedra fundadora da democracia” e que isso é completamente diferente de regulação econômica: “Regulação econômica é outro assunto. Regulação econômica diz respeito a processos de monopólio ou oligopólio, que pode ocorrer em qualquer setor econômico onde se visa o lucro e não a benemerência. (…) Por que os setores de energia, de petróleo e de transportes têm regulações, mas a mídia não pode ter?”. Dilma ainda lembrou que processos semelhantes ocorrem nos Estados Unidos e na Inglaterra e que repudia a censura. Segundo ela a luta pelo Marco Civil passou por resistência semelhante, pois diziam que era “restritivo, encapsulador”, mas depois se mostrou a importância da neutralidade.

No último dia 28 de outubro, em entrevistas na Band e no SBT, Dilma já havia tratado da regulação econômica da mídia, e não regulação editorial: “Não vou regulamentar a mídia no sentido de interferir na liberdade de expressão. Vivi sob a ditadura. Sei o imenso valor da  liberdade de imprensa. Agora, como qualquer setor econômico, ela [a mídia] tem que ter regulações econômicas”.

Leia a entrevista de ontem, completa: Continuar lendo

O Brasil e as urnas

A vitória de Dilma Rousseff neste segundo turno encerra a mais longa e mais renhida disputa eleitoral da nossa história moderna

A vitória de Dilma Rousseff neste segundo turno encerra a mais longa e mais renhida disputa eleitoral da nossa história moderna. Foto de Ricardo Stuckert / Instituto Lula

Quem queria tirar Dilma Rousseff do poder, sepultar Lula e varrer o PT do mapa sofreu uma derrota vexaminosa

por Marcos Coimbra na Carta Capital

A vitória de Dilma Rousseff neste segundo turno encerra a mais longa e mais renhida disputa eleitoral da nossa história moderna

A bela vitória de Dilma Rousseff no domingo 26 encerra a mais longa e mais renhida disputa eleitoral de nossa história moderna. Estivemos a vivê-la nos últimos três anos. Logo após a curta fase de lua de mel com a presidenta, que mal chegou ao fim de 2011, nada aconteceu na política brasileira sem ter relação com a eleição concluída agora.

As oposições nunca perdoaram a ousadia de Lula em lançar Dilma como sua candidata à sucessão. Tinham certeza de que a derrotariam, apesar de conhecerem a popularidade do ex-presidente. Com a empáfia de sempre, julgavam que qualquer um dos nomes de seus quadros era melhor.

A derrota para Dilma doeu mais do que aquelas duas infligidas por Lula. Ela não era uma liderança carismática ou figura extraordinária. Perder para ela significava que poderiam perder outras vezes e que não era necessário um (ou uma) Lula para vencê-las.

Quando ficou evidente o fato de Dilma, ao longo do primeiro ano de governo, conquistar a simpatia da larga maioria da população, tornando-se uma presidenta com avaliação em constante crescimento, desenhou-se um quadro inaceitável para as lideranças antipetistas na política, na sociedade e nos oligopólios midiáticos conservadores. O desfecho que temiam era o ocorrido neste segundo turno: a sua reeleição e a continuação do PT no comando do governo federal.

Chega a ser cômica a queixa dos adversários dirigida à presidenta neste ano, chorosos da “desconstrução” sofrida na campanha. Em nossa história política, não houve uma chefe de governo tão sistemática e impiedosamente “desconstruída” quanto Dilma.

Em 2012, a oposição inventou o circo do julgamento do “mensalão”, transformando irregularidades eleitorais praticadas por lideranças do PT, absolutamente comezinhas na vida política brasileira, no “maior escândalo” da história brasileira. Com o apoio de figuras patéticas no Judiciário, fizeram um escarcéu midiático para atingir a imagem do partido, de Lula e, por extensão, da presidenta. Mal encerrado o capítulo anterior, procuraram nova estratégia para prejudicá-la. Desta feita, buscaram atingi-la em sua qualificação gerencial e mostrar a sua “incompetência”. A prova estaria no insucesso na luta contra a inflação.

A mesma orquestração utilizada para apresentar o “mensalão” como o “maior escândalo” de todos os tempos passou a ser feita para, a partir do início de 2013, convencer a sociedade de que vivíamos um surto inflacionário agudo e não a crônica inflação que nossa economia enfrenta desde 1994.

As manifestações de junho daquele ano, que começaram de forma legítima, caíram do céu como uma dádiva para as oposições conservadoras. Fizeram o possível para assumir seu controle e dirigi-las contra Dilma e o governo federal.

No início de 2014, julgavam preparado o palco para a derrota da petista, com a Copa do Mundo no centro da ribalta. O vexame de um fracasso retumbante na organização do evento seria a pá de cal.

Os pretensos entendidos em política foram afoitos ao decretar que Dilma estava fadada à derrota. Primeiro, ao acreditar que enfrentava níveis de rejeição impeditivos de qualquer possibilidade de sucesso. Segundo, ao supor haver na sociedade um “desejo de mudança” avassalador. Terceiro, ao acreditar na aniquilação do PT e sua militância depois da batalha do “mensalão”.

A vitória de Dilma Rousseff mostra que a maioria da população soube compreender as dificuldades enfrentadas por ela em seus primeiros quatro anos. Indica que a desaprovação decorria do bloqueio da mídia conservadora e que os eleitores não se dispuseram a substituí-la por um sentimento apenas negativo. Revela que a sociedade valoriza e preza o amplo conjunto de iniciativas colocadas em movimento pelos governos petistas desde 2003.

A vitória de Dilma é uma vitória dela e de seu governo, que chega ao fim da eleição com níveis de aprovação inferiores tão somente aos de Lula em seu segundo mandato. E é uma vitória do ex-presidente, que se renovou na eleição e se reafirmou como a maior liderança política de nossa história (aceitem ou não aqueles que não gostam dele).

E é uma grande vitória do PT, de seus militantes e simpatizantes. O partido sai fortalecido da eleição em um sentido muito mais profundo. O partido reencontrou o ânimo de sua juventude.

Quem queria tirar Dilma Rousseff do poder, sepultar Lula e varrer o PT do mapa sofreu uma derrota vexaminosa.

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Partido dos Trabalhadores) comenta a eleição da Presidenta Dilma Rousseff (PT)

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“Neste momento, passados dois dias das eleições, eu tenho que agradecer a Deus pelo comportamento do povo brasileiro. Eu acho que o povo brasileiro, com todas as divergências, com todos os seus votos diferenciados, deu uma lição de política nos políticos”. Esta é parte da mensagem de Lula sobre as eleições realizadas no último domingo.

“Não existe nenhuma possibilidade de imperar neste país qualquer tentativa separatista. Isso só demonstra ignorância de quem pensa assim, só demonstra falta de sabedoria política. Porque o povo brasileiro acata o resultado eleitoral”, é o que diz Lula sobre a tentativa de dividir o Brasil.

Veja a mensagem dele.

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Todo o Brasil votou em Dilma e Aécio

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Os dois candidatos do segundo turno das eleições presidenciais no Brasil em 2014 receberam votos em todo o Brasil. É claro que alguns estados votaram mais em termos numéricos ou percentuais. O mapa acima mostra em rosa os estados que votaram mais em Dilma Rousseff (PT), com diferentes gradações, e em azul os que votaram mais em Aécio Neves (PSDB).

Note que Dilma foi a mais votada nos dois estados mais ricos do Brasil, Minas Gerais e Rio de Janeiro, que estão entre os três com o maior PIB.

Além disso as regiões que mais votaram em Dilma, em números totais, foram a região Sudeste e Nordeste.

Dilma recebeu mais votos nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste (54,82%) do que das regiões Norte e Nordeste (45,08%).

O Brasil está unido, apenas uma minoria fascista/nazista está fazendo uma campanha racista, homofóbica e separatista pela internet, por não se conformar com a vitória de Dilma.

Se liga Brasil!

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Dilma não perdeu de 7 a 1 para o Aécio

O genial cartunista Jean na Folha de 27.10.2014

O genial cartunista Jean na Folha de 27.10.2014

Por Georghio Tomelin, advogado em São Paulo

A reeleição do projeto do PT para o Brasil foi muito sofrida. Lembrou bastante a tragédia do sete a um para a Alemanha na Copa. Digo isto porque a seleção brasileira sofreu um apagão igual aos petistas de carteirinha e os sem bandeira.

O PT construiu um discurso de oposição, com propostas sólidas, nos anos que antecederam à primeira eleição de Lula. Na PUC/SP assistimos, em paralelo a isso, o desmonte dos núcleos do PT e o fim dos debates internos. No último dia em que fizemos campanha pela Erundina (ainda no PT) lá na PUC tivemos que segurar os alunos (hoje eleitores do Aécio) que queriam jogar rolos de papel higiênico molhado nela, quando entrava no Centro Acadêmico de Serviço Social (os badboys estavam no 3º andar).

Lula criticou os 300 picaretas e depois fez um acordo com eles. Isto não impediu o Brasil de mudar. Rompemos brancamente com o FMI. Criou-se uma economia solidária e o impulso do bolsa-família nas pequenas comunidades é notável e passível de ser medido. O impacto nos aeroportos (com a direita sofrendo com o “pobre-agora-voa”) e no acesso aos bens de raiz e de consumo é algo maravilhoso (o sonho do carro zero e da casa própria foi realizado para milhares de pessoas). O acesso à universidade (com o ProUni), às escolas técnicas, e a possibilidade real de algum tipo de atendimento de saúde público (com SAMU, Mais-Médicos, etc, etc.) têm ampla aprovação social.

Se tudo isso é verdade, porque então os petistas quase morreram de infarto ontem? Quem estava na sala sigilosa do TSE viu Aécio “matematicamente quase eleito” até 89% das urnas apuradas, e ele foi mesmo avisado disso, mandando chamar FHC, Serra et caterva para a “festa da vitória”. O que de errado o PT fez, que não conseguiu comunicar todas as melhorias para a sociedade? O curioso é que estas melhorias impactam mais na classe rica do que na menos favorecida, pois o entorno social mais justo diminui criminalidade e melhora a qualidade dos serviços.

Ao lacerdismo da imprensa (com discurso maniqueísta e moralista) o PT respondeu com a idealização da corrupção. Os números, é claro, estão a favor do PT (mensalão 70 milhões vs. Metro de São Paulo com sumiço de 500 milhões; Petrobras/Passadena com 1 Bi contra 4 Bi entregues aos acionistas da Sabesp no lugar de investir em água). Claro que não adiantou gritar isso, pois contra a mídia a gente no máximo empata: não ganha nunca!

Houve então falha de comunicação do PT para com a sociedade? Ou a direção se acabrunhou? O Prefeito Haddad escondido embaixo das faixas vermelhas derrapantes de bicicleta pouco fez pela campanha (só apareceu depois da vitória para discursar). Em São Paulo poucos eram os adesivos do PT ou faixas em carros. Eu mesmo tive grandes problemas ao comunicar sozinho e muitas vezes isolado minha opinião (sobretudo em frente aos clientes, pois sou advogado em São Paulo que é a sede da Veja). Houve até um episódio de um ex-advogado de Lula (que se fantasiava de Karl Marx e só por isso foi nomeado ao STF) que fez um vídeo declarando apoio a “Aécio pelo fim da corrupção do Governo Lula”. Uma vergonha. Uma dupla vergonha: Lula nomeou um cara desse, que sempre fingiu ser de esquerda, e agora como advogado manda mensagens para a sua “nova” clientela apoiando-se nas costas de Lula: “venham a mim, sou ex-ministro, mas estou aqui para orientar vocês sobre as verdades internas do PT”. Apostasia pura que a cegueira de Lula consentiu!

A verdade é que o Governo Lula foi sucedido por uma geração de assessores (sem base popular, sem formação em política, sem estímulo ou necessidade para dar a cara para bater) que ficaram inebriados pela legitimidade popular do Chefe (e os frutos fáceis que daí recolheram). Ao menor aperto, saem todos correndo (ou correm para debaixo da saia do novo chefe-de-mercado, como fez o Karl Marx tupiniquim do STF). O Governo “Dilma 1” foi o Governo Porta-Fechada. Não recebeu Congressistas, não conversou com os Sindicatos, não debateu com a Academia, não discutiu com as forças sociais reais.

Durante a campanha conversei com muita gente afinada com o PT e outros com o PSDB. É uma tragédia o que os orgânicos do PT pensam do próprio PT. Muitos não têm densidade para defender os programas do próprio Governo. Assim também os tucanos de ocasião: a grande maioria apoia as ideias e projetos do PT mas está completamente cega ou desinformada pelo trabalho da mídia em favor dos interesses corporativos dos patrões e patrocinadores. A falta de formação da militância levou a isso, pois o embate se deu no corpo a corpo nas redes sociais e poucos dos que apoiavam Dilma ou Aécio sabiam realmente defender ou diferenciar os dois modelos. Virou porradaria total, como bem representou o cartunista Jean.

Hoje é o primeiro dia depois da eleição. Ou bem as pessoas que estão perto do Governo acordam para a necessidade de requalificar a militância e repensar a legitimidade do PT perante a sociedade, ou 01.01.2019 será ainda mais tenebroso, até porque, nesse ritmo, parece claríssimo para mim que este é o último mandato do PT na Presidência da República.

Boa sorte a Dilma no novo Governo !

Dilma fará a reforma política por meio de plebiscito popular

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A Presidenta Dilma Rousseff (PT), reeleita ontem, fará a reforma político-eleitoral, conforme prometeu na campanha e reafirmou em seu discurso da vitória.

Dilma disse que a reforma política será “a primeira e mais importante”, que é “responsabilidade constitucional do Congresso e que deve mobilizar a sociedade num plebiscito por meio de uma consulta popular”. Disse ainda que “como instrumento dessa consulta, o plebiscito, nós vamos encontrar a força e a legitimidade exigida nesse momento de transformação para levarmos a frente a reforma política. Quero discutir esse tema profundamente com o novo Congresso Nacional e com toda a população brasileira. E tenho convicção de que haverá interesse de setores do congresso, dos setores da sociedade, de todas as forças ativas na nossa sociedade para abrimos a discussão e encaminhar as medidas concretas. Quero discutir igualmente com todos os movimentos sociais e as forças da sociedade civil”.

Os pontos principais da reforma eleitoral:

1. Financiamento público de campanha. De preferência com o fim do financiamento por pessoas jurídicas e limitação com os das pessoas físicas. Não acabará com o Caixa 2, mas o reduzirá, e proporcionará que quem não tem dinheiro possa concorrer com mais chances de vitória. A melhoria das instituições e do controle popular na fiscalização das eleições continua sendo essencial.

2. Voto em lista fechada. Fortalecerá o debate de propostas e ideológico para o parlamento. Deve vir junto com uma obrigatoriedade da democratização dos partidos políticos, com prévias amplas e democráticas para a escolha da lista, com cotas para as mulheres, jovens, negros e índios, assim como limitação de reeleições.

3. Fim das coligações partidárias.

Não é democrática a centralização das eleições, pois se hoje os brasileiros já não “dão muita bola” para as eleições para senadores, deputados e vereadores, se unificarmos as eleições, a eleição para prefeito também ficará em segundo plano, e faz bem para a democracia eleições de dois em dois anos. Devem ser implementados instrumentos de controle para que a Administração Pública e os parlamentos não parem de dois em dois anos, por causa das eleições.

Também não é democrático o voto distrital, que simplesmente elimina as minorias e transforma os deputados em um “vereadorzão”.

O distritão também á absurdo, que é o fim da eleição proporcional e implementação do voto majoritário para os deputados.

Manutenção da obrigatoriedade do voto também é essencial, até quando nossa democracia estiver consolidada.

Sobre o fim da reeleição, não tenho opinião 100% formada, mas me parece que quatro ou cinco anos é pouco para um governo conseguir implementar todas as suas políticas públicas. Outra vez, é essencial que o controle da Administração Pública seja cada vez mais efetivo para evitar abusos dos governantes.

Que venha a reforma política, que venha o plebiscito!

Tarso Cabral Violin – advogado, professor de Direito Administrativo e autor do Blog do Tarso

Dilma venceu o ódio e o golpismo e ganhou as eleições presidenciais

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A presidenta Dilma Rousseff (Partido dos Trabalhadores) venceu hoje as eleições por 51% a 48% e governará o Brasil por mais quatro anos. Em 2018 o candidato provável será Luiz Inácio Lula da Silva.

Dilma derrotou o senador Aécio Neves (PSDB), Marina Silva (PSB, ex-PT, ex-PV, futura Rede Sustentabilidade), Eduardo Jorge (PV), Levy Fidelix (PRTB), Eymael (PSDC) e Pastor Everaldo (PSC).

O PT derrotou o PSDB.

O amor venceu o ódio.

Os trabalhadores venceram a elite financeira.

A solidariedade venceu o egoísmo.

O compartilhamento venceu o individualismo.

O respeito venceu o preconceito.

A verdade venceu a mentira.

A Democracia venceu a opressão.

A República venceu o patrimonialismo.

O Estado Laico venceu o fundamentalismo religioso.

A senzala venceu a Casa Grande.

A igualdade venceu o privilégio.

A mudança para melhor venceu o retrocesso.

O desenvolvimento nacional sustentável venceu o neoliberalismo.

O voto venceu o golpismo.

A militância venceu a velha mídia.

Os movimentos sociais derrotaram o mercado financeiro.

A política venceu o grande capital.

A América Latina derrotou o imperialismo.

Os pequenos empresários venceram o monopólio privado.

O interesse público venceu os interesses dos poderosos.

A burocracia-deliberativa venceu o gerencialismo.

A diversidade venceu a homofobia.

A democratização da mídia venceu a Globo, a Veja, a Folha, a Band, a CBN…

A reforma política com financiamento público e voto em lista fechada ganhou do voto distrital misto e do poder do dinheiro nas eleições.

Parabéns ao povo brasileiro!

Vox Populi: Dilma disparada na frente

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No Vox Populi de sábado (25) a presidenta Dilma Rousseff (PT) está disparada na frente com 48% (dois pontos a mais) contra apenas 41% (baixou dois pontos) de Aécio Neves (PSDB).

Nos votos válidos Dilma passou de 52% para 54% e Aécio caiu de 48% para 46%.

No Norte/Centro-Oeste Dilma tem 48% e Aécio 44%, Nordeste 67% X 26%, Sudeste 40% a 47%, e Sul 39% versus 49%.

Pesquisa realizada no sábado com 2.000 eleitores de 147 municípios, registrada no TSE com o número BR-01185/2014.

Ibope e Datafolha apontam vitória de Dilma 13 amanhã

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O Ibope de hoje aponta a presidenta Dilma Rousseff (PT) com 53% e Aécio Neves (PSDB) com 47%.

O Datafolha de hoje mostra Dilma com 52% e Aécio com 48%.

Com isso, se não houver um golpe da direita, Dilma se reelegerá amanhã.

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Celso Antônio Bandeira de Mello vota Dilma 13

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Ele foi o primeiro a assinar o nosso manifesto dos juristas Dilma 13, clique aqui.

Prefeitos do Paraná divulgam manifesto em apoio à reeleição de Dilma

Dilma e Lula estarão hoje, 19h, no Teatro Positivo, em Curitiba

Prefeitos do Paraná estão com Dilma

Um grupo de prefeitos do Paraná divulgou nesta sexta-feira, 24, um manifesto em apoio à reeleição da presidenta Dilma Rousseff. Entre os prefeitos que assinam o documento está o presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), Luiz Sorvos, de Nova Olímpia; e Gustavo Fruet, de Curitiba.

Assinam o manifesto gestores de 17 partidos (PT, PMDB, PSD, PP, PR, PDT, PRB, PSB, PSC, PTdoB, PHS, PTB, PTC, PSL, DEM, PV e PPS) de todas as regiões do estado.

No documento, os prefeitos enfatizam que nos últimos 12 anos milhões de pessoas conquistaram um novo patamar de cidadania. “As políticas sociais, voltadas à melhoria da qualidade de vida dos brasileiros, beneficiaram a população das grandes, pequenas e médias cidades do Paraná.”

Os gestores destacam o caráter municipalista, republicano e desenvolvimentista do governo Dilma na relação com os municípios paranaenses. “Sua gestão foi marcada por avanços na relação democrática entre União, Estados e Municípios”.

Leia abaixo a íntegra do manifesto e a lista de prefeitos que referendam o documento.

Manifesto em apoio à reeleição de Dilma Rousseff

O Brasil viveu nos últimos 12 anos uma profunda transformação social. Milhões de pessoas tiveram acesso à economia formal e conquistaram um novo patamar de cidadania.

Estas transformações foram fundamentadas no modelo de desenvolvimento econômico com inclusão social inaugurado pelo ex-presidente Lula, que teve sequencia durante quatro anos do governo da presidenta Dilma Rousseff.

Os paranaenses experimentaram com muita vivacidade estas mudanças históricas. As políticas sociais, voltadas à melhoria da qualidade de vida dos brasileiros, com ênfase na promoção da igualdade de oportunidades, beneficiaram a população das grandes, pequenas e médias cidades do Paraná.

É notável o caráter municipalista, republicano e desenvolvimentista do governo da presidenta Dilma na relação com os municípios paranaenses. Sua gestão foi marcada por grandes avanços na relação democrática entre União, Estados e Municípios.

Os prefeitos paranaenses que subscrevem este Manifesto acreditam que a continuidade do governo da presidenta Dilma Rousseff é determinante para o aprofundamento dos avanços sociais e econômicos do país e declaram apoio irrestrito à sua reeleição. Continuar lendo

O SUS e as eleições de 2014

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Jorge Solla, médico, ex-secretário de Saúde do estado da Bahia e Deputado Federal eleito pelo mesmo estado, escreveu uma Carta Aberta aos Usuários do SUS e profissionais de saúde (incluso médicos) que defendem o SUS. Na carta, o ex-secretário reflete sobre o significado das eleições para o SUS, seus usuários e para os profissionais de saúde.
Prezados,

Todos devem estar acompanhando as mensagens nos espaços virtuais de Médicos que apoiam Aécio e reagem de forma agressiva e antiética. Esta ação raivosa da coorporação Médica contra Dilma possui dois motivos principais:

1. Revogação de artigos da Lei do ato Médico; e,
2. Projeto Mais Médicos.

O que significa para a coorporação estes atos de Dilma:
– perda de poder;
– autonomia das outras profissões;
– não mais subserviência das profissões de saúde;
– menor procura e maior oferta de médicos (quebra de uma lógica de mercado que levava ao enriquecimento rápido, visto que agora existem espaços ocupados por profissionais do Mais Médicos);
– necessidade de cumprimento de carga horária.

O que significa para as outras profissões da Saúde a eleição de Aécio:
– rediscussão dos artigos vetados do ato médico;
– empoderamento da coorporação médica que quer manter as outras profissões como subservientes a eles; e,
– priorização dos ganhos dos médicos em detrimento ao dos outros profissionais de saúde.

O que significa para os Médicos estrangeiros do Mais Médicos:
– Alteração da Carta Acordo com a OPAS, a ponto de causar sua revogação, com a justificativa de que Cuba não aceitou os novos termos;
– Inviabilidade da permanência dos Médicos Cubanos;
– Aplicação do Revalida para todos os Médicos com diploma de outros países (prova que historicamente aprova menos de 10% dos candidatos devido ao nível de exigência e pressão da coorporação Médica, para não perder espaço de mercado).
– Término do Projeto Mais Médicos.

O que significa para a população em geral:
– falta de médicos nos locais de difícil acesso e em municípios pobres;
– desassistência;
– consultas relâmpagos, pois o médico trabalhará em vários estabelecimentos ganhando rios de dinheiro;
– consultas caras (lei de mercado da oferta e procura, quanto menos médicos e maior a procura, mais caro é para contratá-lo);
– retorno as condições de Saúde do período de FHC.

Considerando tais apontamentos, todas as Profissões da Saúde tem o dever de confrontar a coorporação médica e, com isso, defender sua autonomia, a qualidade da assistência prestada e o direito à saúde da população, votando em Dilma 13

Dilma venceu o debate da TV Globo e se reelegerá domingo

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Dilma Rousseff (PT) venceu o debate na Rede Globo o seu adversário Aécio  Neves (PSDB) e tende a ganhar a eleição de domingo. Ela é líder em todas as pesquisas.

Dilma mostrou que ela e Lula fizeram os melhores governos dos últimos tempos, que tem as melhores propostas e que Aécio e FHC representam o retrocesso, o neoliberalismo, o desemprego, a dilapidação da Administração Pública, a redução dos direitos trabalhistas e o fim das políticas sociais.

Amanhã é dia da militância conquistar mais alguns votinhos e domingo fiscalizar para uma eleição calma e democrática.

 

 

Hoje reunião em Curitiba entre os advogados Dilma 13 para o dia da eleição

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Hoje, às 19h, reunião entre os advogados de Curitiba que apoiam a presidenta Dilma Rousseff (PT) 13, para organização do dia D (domingo).

Até lá!

Professora Gabriela Zancaner vota Dilma 13

Professoras de Direito Pública Carolina, Weida e Gabriela Zancaner

Professoras de Direito Pública Carolina, Weida e Gabriela Zancaner

Por Gabriela Zancaner – advogada e professora de Direito Constitucional da PUC-SP

Amigos que apoiam a candidatura de Dilma Rousseff para a Presidência,
Peço, aos que ainda não o fizeram, que declarem publicamente que votam no PT. É muito importante se posicionar nessa reta final. Sei que alguns poucos eleitores do candidato Aécio Neves irão agredir, intimidar e desqualificar nosso voto. Por isso peço que não reajam de forma violenta, nem agressiva. Não podemos deixar que meia dúzia de destemperados paute nosso comportamento. Temos que nos manter firme, porque, assim como a nossa candidata, temos coragem.
Ao invés dar uma resposta atravessada, diremos que votamos em Dilma Rousseff porque estamos vendo brilho nos olhos de quem nunca teve.
Porque sonhamos e aqueles que sonham podem fazer acontecer. Podem nos chamar de utópicos, de ingênuos, mas foram os sonhos que levaram os homens até as estrelas, foram os sonhos que fizeram o mundo pequeno, tão pequeno que hoje cabe na tela de um computador. Sonhamos porque queremos que aconteça e esses sonhos, assim como nossa capacidade de realização, não conhecem limites.
Votamos em Dilma porque protegemos nossas crianças, porque queremos vê-las estudando, aproveitando a juventude, crescendo e se desenvolvendo. Porque não queremos vê-las em cadeias lotadas, sofrendo com a precariedade, sendo intimidadas por serem jovens e vulneráveis. Porque a redução da maioridade penal não diminui a criminalidade.
Votamos em Dilma porque bebês não morrem mais de desnutrição no Nordeste. Porque milhares de pessoas saíram da linha pobreza, porque nossos olhos nos mostram que a desigualdade diminui. Porque o Brasil saiu do mapa da fome e o governo deu esperança a milhares de brasileiros que nunca tinham tido uma refeição completa. Porque o Nordeste mudou e se desenvolveu, basta visitá-lo para constatar essa inexorável verdade.
Votamos em Dilma porque o bolsa família incentiva a educação, porque o perfil da universidades mudou. Porque os jovens agora convivem com pessoas diferentes, com realidades diferentes e isso estimula a tolerância. Porque apoiamos o Pronatec, o Prouni, as quotas raciais. Porque o negro precisa de dignidade. Porque nós precisamos nos misturar e criar uma sociedade plural, sem preconceitos, sem segregação.
Votamos em Dilma porque nos lembramos das filas para conseguir empregos do passado, porque hoje ninguém fica mais de seis meses desempregado, porque novos postos de trabalho continuam sendo criados. Porque as taxas de desemprego são as menores da história. Porque os direitos trabalhistas, conquistados à duras penas, serão preservados. Porque o trabalhador brasileiro precisa desses instrumentos dignificantes. Porque as domésticas também são trabalhadoras e merecem ser valorizadas.
Votamos em Dilma porque o bolsa família deu poder de escolha as mulheres. Porque as tirou da dependência masculina e da obscuridade. Porque Dilma Rousseff é uma mulher e sabe que todas as mulheres precisam ser tratadas com respeito e dignidade. Porque foi durante o seu governo que o aborto do anencéfalo foi legalizado. Porque queremos mais feminilidade. Porque queremos um mundo mais cor de rosa, delicado e gentil. Porque não queremos ver homens insultando mulheres com o dedo do desrespeito e do machismo em riste. Porque queremos mais direitos, mais escolhas e mais poder para a mulher brasileira.
Votamos em Dilma porque não queremos a semente da homofobia sendo plantada em nossa sociedade. Porque opção sexual é um direito do cidadão. Porque hoje os homoafetivos podem constituir família e proteger seus companheiros através da união civil. Porque a disseminação de idéias homofóbicas têm contribuído para a morte de dezenas de pessoas, cujo o único crime que cometeram foi o de amar.
Votamos em Dilma porque queremos liberdade de expressão. Porque a censura prévia só caiu durante os anos do governo do PT. Porque queremos informação. Porque repudiamos a ditadura e o autoritarismo. Porque sabemos que nossa governante experimentou o que há de mais vil e intolerável em um regime de exceção e, portanto, garantirá que isso NUNCA MAIS se repita. NUNCA MAIS!
Votamos em Dilma porque também temos críticas, porque não endossamos todos os seus feitos, porque sabemos que poderemos cobrar e fiscalizar sem sofrer retaliações. Porque sob esta Administração, a corrupção é investigada e punida. Porque a sujeira está exposta. Porque as denúncias e investigações não são engavetadas ou varridas para baixo do tapete.
Votamos em Dilma por sua inquestionável coragem, por ser uma das poucas sobreviventes lúcidas de um regime que vilipendiava o ser humano, que o despia da humanidade e o reduzia à humilhação e à dor. Porque Dilma, já ministra do governo Lula, olhou de frente seu agressor na Comissão da Verdade e pode fazer as pazes com o seu passado. Porque essa mulher nunca abaixou a cabeça.
Votamos em Dilma porque também somos corajosos, porque não tememos intimidações, porque acreditamos em nossos ideais, porque acreditamos em um mundo mais solidário, porque nossa bandeira é verde e amarela, mas nosso sangue é vermelho, o vermelho da coragem, o vermelho da paixão, o vermelho da resistência, o vermelho de quem não se submete ao capital especulativo. O vermelho de quem acredita que uma economia forte se faz pela base da pirâmide social e não pelo seu cume.
Votamos em Dilma porque somos patriotas, porque somos brasileiros, porque não temos raça, nem cor, nem classe social.
Votamos em Dilma por nossos filhos, nossos pais e por nós mesmos.
Votamos em Dilma porque amamos o Brasil e queremos vê-lo sorrir. Sorrir através de sua gente, de suas riquezas, de sua diversidade étnica. Queremos ver os todos os rincões dessa terra desabrochar, florescer e prosperar.
Votamos em Dilma porque queremos mais amor!
Vamos lá! Vamos mostrar quem somos! Sem medo de ser feliz! ‪#‎dilma13‬‪#‎maisamorporfavor‬ ‪#‎chegadeagressividade‬ ‪#‎semmedodeserfeliz‬ ‪#‎vote13‬

Uma aula sobre Democracia e Política #DesçaDoMuro

http://youtu.be/wndJ9M0zZLQ

Eu sou de esquerda! #DesçaDoMuro

Alternância de poder e democracia

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É normal que quem seja de direita, conservador, reacionário e neoliberal vote em Aécio Neves (PSDB) no segundo turno das eleições presidenciais brasileiras de 2014.

O problema é que há pessoas, que até são esclarecidas, que para não parecerem de direita, nem conservadoras, nem reacionárias ou neoliberais, alegam que vão votar em Aécio para gerar a alternância de poder, que seria bom para a Democracia e para o combate à corrupção.

Isso é um equívoco!

Os Estados Unidos são uma ditadura “bolivariana”? A Inglaterra é uma monarquia absolutista? A Suécia é um país corrupto? Me parece que não. Os Democratas ficaram no poder nos EUA com Franklin D. Roosevelt e Harry S. Truman de 1933 a 1953. Margaret Thatcher e John Major foram primeiro-ministros pelo Partido Conservador entre 1979 e 1997 no Reino Unido. O Partido Social Democrata na Suécia ficou no poder entre 1936 e 1976 com os primeiro-ministros Per Albin Hansson, Tage Erlander e Olof Palme.

São democracias consolidadas. São países com uma Administração Pública na qual há corrupção, mas em níveis aceitáveis.

Corrupção se combate com a implementação de uma burocracia-deliberativa, com servidores profissionalizados, com controles procedimentais e controle popular da Administração Pública, com transparência.

Democracia representativa não é a obrigatoriedade na mudança dos governantes, mas na abertura de possibilidade dessa mudança. Mas mudança pela mudança, mudança para pior, mudança com retrocesso, não é aceitável.

E é discutível o que é mudança. A mudança no Brasil começou a ocorrer com um trabalhador no poder. A mudança continuou com uma mulher no poder. E esse mudança deve continuar. Uma mudança com redução das desigualdades regionais e sociais, uma mudança com desenvolvimento nacional sustentável, uma mudança com o fortalecimento da classe-média e dos pequenos empresários.

E a mudança vai continuar, com a reforma política com redução do poder financeiro e com o aumento do debate programático, a democratização da mídia, conforme manda a Constituição, uma reforma tributária com a retirada do dinheiro dos ricos e distribuição para os pobres, e com a classe média pagando menos impostos.

Dilma 13.

Nutricionistas com Dilma 13

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Nutricionistas e estudantes de Nutrição com Dilma, por um Brasil sem Fome, com mais Saúde e Segurança Alimentar e Nutricional. Assine aqui e divulgue.

 

Dilma recebeu manifesto dos juristas com mais de 2 mil assinaturas

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Ontem (20), durante o ato político #PeriferiaComDilma e #ComunicadoresComDilma em Itaquera, na periferia de São Paulo, a presidenta Dilma Rousseff (PT) recebeu o manifesto dos juristas Dilma 13 do autor do Blog do Tarso, o advogado e professor universitário Tarso Cabral Violin. Muito simpática e atenciosa, ele agradeceu muito o apoio e fez um selfie com o Tarso.

O primeiro a assinar o manifesto foi o jurista Celso Antônio Bandeira de Mello, o maior administrativista do Brasil, acompanhado por advogados, professores universitários, membros do Ministério Público e estudantes de Direito de todo o país. O manifesto havia sido lançado em Curitiba, no dia 8 (Juristas lançam manifesto nacional em apoio à Dilma 13).

Ajude a divulgar o manifesto, pois ainda é possível que juristas e estudantes façam a adesão ao documento.

Logo depois do evento na periferia de São Paulo Dilma foi para o TUCA-PUC-SP e recebeu também o manifesto dos intelectuais e artistas, em evento com a presença do Prof. Celso Antônio e vários juristas, artistas, intelectuais e professores.

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Milhares de pessoas não conseguiram entrar no evento na PUC-SP, e no final do ato a presidenta ainda homenageou os militantes e apoiadores que ficaram de fora, com muita festa e alegria:

Presidenta recebeu o manifesto dos comunicadores com Dilma ontem em São Paulo

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Ativistas digitais, jornalistas e blogueiros entregaram ontem para a presidenta Dilma Rousseff (PT) um manifesto dos comunicadores em seu apoio, com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Foi em ato político no Itaquera, São Paulo, para milhares de moradores e membros dos movimentos sociais e culturais da juventude, do Hip Hop, do Funk, da CUT, dos artistas, dos blogueiros progressistas, entre outras parcelas importantes da sociedade. O evento foi chamado de #PeriferiaComDilma e #ComunicadoresComDilma.

O autor do Blog do Tarso, Tarso Cabral Violin, assinou o manifesto e estava presente no evento, assim como comunicadores de todo o Brasil.

Você também é comunicador? Assine o manifesto e divulgue esse importante documento em apoio à Dilma.

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