Todas as pesquisas apontam crescimento de Dilma e declínio de Marina Silva

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Todas as recentes pesquisas sobre a corrida presidencial apontam crescimento da presidenta Dilma Rousseff e declínio de Marina Silva (PSB, ex-PT, ex-PV, futura Rede Sustentabilidade).

O Datafolha/Folha de S. Paulo/TV Globo de ontem (10) mostra Dilma com 36% (subiu um ponto) das intenções de voto, Marina com 33% (caiu um ponto) e Aécio Neves (PSDB) 15%. No segundo turno Marina caiu 2 pontos e tem 47% e Dilma subiu 2 pontos e tem 43%, o que é um empate técnico, dentro da margem de erro de dois pontos.

Foram 10.568 entrevistas entre os dias 9 e 10 e com registro no (TSE) Tribunal Superior Eleitoral BR-00584/2014.

A pesquisa Vox Populi/CartaCapital também de ontem (10) mostra Dilma com 36%, Marina com 28% e Aécio 15%. No segundo turno há empate entre Marina e Dilma: 42% a 41%.

Instituto MDA/Confederação Nacional dos Transportes – CNT mostra Dilma com 38,1% (subiu 3,9%), Marina 33,5% (subiu 5,3%) e Aécio 14,7% (caiu 1,3%).

Dilma e Marina estão empatadas tecnicamente no 2º turno: Dilma subiu de 37,8% para 42,7% e Marina de 43,7% para 45,5% (2,2 pontos de margem de erro).

Datafolha: Beto Richa 44%, Requião 28% e Gleisi 10%

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Para quem acredita em pesquisas:

Acabou de ser divulgada a mais nova pesquisa Datafolha/RPC/Globo, com o governador Beto Richa (PSDB) com 44%, o senador Roberto Requião (PMDB) com 28%, a senadora Gleisi Hoffmann (PT) com 10%, Ogier Buchi (PRP) 1% e os demais candidatos Bernardo Pilotto (PSOL), Geonisio Marinho (PRTB), Rodrigo Tomazini (PSTU) e Tulio Bandeira (PTC) sem nem um por cento, Brancos/nulos 5% e não sabem 10%.

No segundo turno Beto tem 53% e Requião 33%.

No levantamento anterior, realizado pelo instituto entre os dias 12 e 14 de agosto, Richa tinha 39%, seguido por Requião (33%), Gleisi (11%) e Buchi (1%).

Se a pesquisa estiver certa, o que muitos duvidam, Beto tem desempenho melhor entre moradores do interior e eleitores de Aécio Neves, com crescimento entre os mais pobres, os mais instruídos, no eleitorado masculino, moradores de cidades com até 50 mil habitantes e entre os evangélicos pentecostais; e Requião teve redução entre eleitores mais instruídos, evangélicos pentecostais e mais velhos.

Pesquisa realizada entre os dias 8 e 9 de setembro, com 1.201 eleitores em 46 municípios do estado, com mergem alta de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O tal nível de confiança é de 95% (se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de três pontos prevista). Registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo número PR-00031/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo número BR-00584/2014.

Desemprego na indústria do Paraná de Beto Richa é quase o dobro do Brasil

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Não há dúvida que o mundo vive uma grave crise que repercutiu um pouco no Brasil governado pela presidenta Dilma Rousseff (PT). O problema é que essa crise é ainda maior no Paraná do governador Beto Richa (PSDB).

A quantidade de trabalhadores empregados na indústria do Paraná caiu 5,6% em julho de 2014, se comparado com julho de 2013, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, bem pior do que a média nacional (retração de apenas 3,6%).

No estado do Paraná o número de trabalhadores empregados nas indústrias de máquinas e aparelhos eletrônicos e de comunicação caiu 36,5%, na indústria de transformação a retração foi de 13,8%, no setor de vestuário 11,1% e nos meios de transporte 6,7%.

No acumulado de janeiro a julho de 2014 o emprego na indústria paranaense caiu 3,9%, a terceira maior queda do país entre os estados pesquisados.

No estado do Paraná o número de horas pagas pela indústria no mês de julho foi reduzido em 7%, por causa do recuo de 44,2% no número de horas pagas; na indústria de transformação a redução foi de 15,8%, vestuário 11,4% e meios de transporte 9,2%.

No acumulado dos sete primeiros meses do ano a quantidade de horas pagas caiu 5,1%.

No Paraná a folha de pagamento reduziu 3,4% em relação a julho/2013, no setor de aparelhos eletrônicos e de comunicação a retração foi de 45,4%, nas indústrias de refino de petróleo e de produção de álcool a retração foi de 30,2% e nas indústrias de transformação 10,3%.

Paranaense pagará conta da má gestão na COPEL até 2017

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Salva de uma desastrada tentativa de privatização pela movimentação da sociedade paranaense no início dos anos 2000, a Companhia Paranaense de Eletricidade (COPEL), novamente vai chamar a atenção da população do Paraná neste final de gestão do governo do estado. E, de novo, a população paranaense está sendo convocada para salvar a empresa. Mas, desta vez, e de forma injusta, para pagar a conta pela má administração e erros de gestão que estão trazendo prejuízos imensos à companhia, considerada a joia da coroa entre as estatais do Estado e uma das maiores do país.

Trata-se de socorrer a Copel Distribuição, a principal empresa da holding, e por onde entra todo o faturamento pela cobrança da tarifa sobre o fornecimento de energia elétrica da população e das empresas. Esta empresa vem apresentando elevados prejuízos nos últimos anos: em 2012 foram R$ 50 milhões e em 2013, R$ 70 milhões. No primeiro trimestre de 2014, os prejuízos já alcançaram a R$ 14 milhões.

A estratégia foi definida pelo Governador Beto Richa: aplicar na população paranaense um “tarifaço” na conta de luz neste e nos próximos dois anos para que a empresa não quebre. A ANEEL – Agencia Nacional de Energia Elétrica, que cuida da regulamentação do setor no país, enviou, em 30/07/2013, um ofício a diretoria da Copel questionando o elevado endividamento de R$ 2 bilhões em 2013, pressionando por soluções e dando um prazo ao governo paranaense para que prove até 2017 que a Copel Distribuição é uma companhia viável. Caso contrário, o estado perderá para a União a concessão que vence em 2015.

Para este ano, o reajuste decidido é de 25% na conta de luz, dentro de um total necessário para resolver os problemas financeiros da empresa de 39,71%, o que significa que existe ainda um acumulado de quase 15% para reajuste em 2015. Na previsão de continuidade dos prejuízos, é de se prever que o reajuste necessário em 2015 poderá também se aproximar dos 30%.

O de 2014 é o maior reajuste promovido por uma companhia de distribuição de energia entre todas as que operam no Brasil. E este “tarifaço” promete ser contínuo na conta de luz do PSDB, atingindo diretamente o bolso do cidadão. E isso vai acontecer por dois caminhos inevitáveis, se nada for feito. O primeiro é o aumento puro e simples com as despesas mensais das famílias no pagamento da conta de luz. O segundo é o aumento de preços que virá decorrente do efeito do reajuste do insumo sobre a economia. Milhares de pequenas e médias empresas do Estado vão ter seu custo de produção elevado e irão repassá-los aos seus produtos para não quebrar. E aí, novamente, o consumidor paranaense vai tirar do seu próprio bolso, comprometendo ainda mais sua renda.

E como a Copel Distribuição chegou a esta situação?

Depois de sofrer um processo de saneamento durante o Governo Roberto Requião, a Copel foi entregue ao novo governo apresentando lucros anuais próximos a R$ 1 bilhão, com R$ 2 bilhões em caixa e endividamento de 17% sobre o Patrimônio Líquido, contra uma média de 40% do setor. A Copel Distribuição, por exemplo, apresentou lucratividade de R$ 500 milhões em 2010 e 2011. No entanto, bastaram três anos para que fosse levada ao prejuízo e transformada numa empresa estatal inviável sob o ponto de vista econômico e financeiro. Estão longe os bons tempos como os do Governo Roberto Requião quando a empresa se preocupou com investimentos sociais, com a criação do Programa Luz Fraterna, que beneficiou quase 1,2 milhão de paranaenses e onde o governo paga a conta de luz das famílias carentes

regularmente inscritas no Bolsa Família, ou no cadastro social da Copel. O dinheiro que elas deixam de gastar com a conta de luz pode ser utilizado em outras coisas essenciais, como alimentação, saúde ou educação. Atualmente, a Copel passou a se ocupar ostensivamente com a remuneração dos seus acionistas, aumentando de 25%, no Governo de Roberto Requião para 50% atuais, a destinação do lucro.

E também em aumentar suas despesas desnecessárias, elevando de oito para 17 o números de diretorias com altos salários. Antes capitalizada e com um dos melhores desempenhos do país, o Governo Roberto Requião pode adotar medidas na Copel como a de não repassar vários aumentos de tarifa de energia aprovados pela ANEEL, o que resultou em mais de R$ 3 bilhões mantidos no bolso da população paranaense.

Agora a situação é muito diferente. O que mais contribuiu para a Copel Distribuição chegar a quase insolvência foram às operações de compra de energia no mercado livre, altamente especulativo e onde o consumidor pode negociar preços, prazos e quantidades com a empresa que preferir. No Brasil existe um déficit enorme para as distribuidoras atenderem seus mercados e a Aneel promoveu no final de 2013 um leilão para compra de energia das geradoras que possuíam sobras para venda. A Copel se habilitou com geração das Usinas Governador Bento Munhoz da Rocha (Foz do Areia) para contratos de 12 meses e a Tradener um intermediário do setor, também se habilitou com energia desta mesma Usina e da Usina Governador Ney Braga (Segredo) para contratos de 12 e 36 meses. O resultado é que no espaço de tempo em que a ANEEL anunciou o leilão, em outubro para sua realização em dezembro, a Copel Geração vendeu parte da sua energia para Tradener a preços inferiores ao teto máximo fixado no leilão. No entanto, a Copel Distribuição necessitou adquirir energia no mercado livre, e acabou comprando da Tradener esta mesma energia a preços muito maiores do que os cobrados pela Copel Geração na venda ao intermediário, resultando em um lucro de milhões para a empresa privada. O desfecho de tudo isso é que a Tradener acabou vendendo mais energia da Copel do que a própria Copel, com lucros elevados na intermediação. Outra grande contribuição ao agravamento da situação foi a saída dos 15 maiores consumidores da Copel Distribuição, que passaram para o mercado livre, fuga até agora não explicada e que provocou uma queda enorme de receitas e consequentemente impacto mais elevado nos preços que compõe a tarifa.

As saídas para a Copel não serão fáceis. É preciso começar tudo de novo e realizar uma operação de saneamento na empresa a exemplo da que foi realizada no Governo de Roberto Requião. Para começar, a promoção de uma redução das atuais 17 diretorias da empresa para apenas 8, como no governo passado, mais compatível com a realidade da companhia. Voltar a pagar os dividendos mínimos legais de 25% e avaliar com cuidado todas as participações em empreendimentos fora do Estado do Paraná, principalmente os valores investidos em projetos de Usinas Eólicas e em Linhas de Transmissão, cujo cronograma já se encontra atrasado devido a situação precária da empresa.

 

Justiça nega direito de resposta a Álvaro Dias

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A Justiça Eleitoral negou direito de resposta ao candidato Álvaro Dias (PSDB) no horário eleitoral de Ricardo Gomyde (PC do B), que disputa cadeira no Senado pela Coligação “Paraná Olhando Pra Frente”.

O candidato à reeleição entrou com representação contra propaganda veiculada na TV no dia 05 de setembro, onde ele é criticado por ter se posicionado contra o programa de profissionalização do Governo Federal intitulado “Pronatec”.

Em sua decisão, o juiz auxiliar Guido José Döbeli assinala que não verificou a presença de afirmação inverídica, julgando a representação improcedente. “Pelo exposto, julgo extinta a representação, sem resolução do mérito, no que tange a qualquer forma de irregularidade da propaganda como a utilização de montagem e trucagem e, no que tange ao pedido de direito de resposta, julgo improcedente a presente Representação e indefiro o pedido de direito de resposta, ante não caracterização de afirmação sabidamente inverídica.”

A assessoria jurídica da Coligação “Paraná Olhando Pra Frente” destaca que o candidato Álvaro Dias tanto se posicionou contra o Pronatec que há link específico em seu site intitulado “Adin contra medida provisória” que se refere a MP 548/2011. Além disso, notícias e documentos comprovam a intervenção judicial capitaneada pelo candidato para barrar recursos do Pronatec.

“A propaganda está estritamente dentro do que permite o bom debate político no que tange a críticas a oposição veemente de Álvaro Dias em relação a programas e projetos do Governo Federal”, explica o coordenador jurídico da coligação Paraná Olhando pra Frente, Luiz Fernando Pereira.

Confira a íntegra da decisão: Continuar lendo

Dilma disparada na frente no 1º turno e empatada com a decadente Marina Silva no 2º turno

Os jovens estão estudando mais e se informando sobre o quanto o Brasil melhorou com Lula e Dilma

Os jovens estão se informando mais e viram o quanto o Brasil melhorou com Lula e Dilma

Pesquisa Vox Populi/CartaCapital divulgada hoje para a corrida eleitoral ao cargo de presidente da República, a presidenta Dilma Rousseff (PT) aparece com 36%, Marina Silva (PSB, ex-PT, ex-PV, futura Rede Sustentabilidade) tem 28%, Aécio Neves (PSDB) 15% e os demais candidatos 2%, brancos/nulos 7% e 13% não souberam indicar um candidato ou não quiseram responder.

No segundo turno há empate entre Marina e Dilma: Marina 42% Dilma 41%, Dilma 44% e Aécio 36%.

49% do eleitorado aposta na vitória de Dilma Rousseff, 31% em Marina e apenas 8% ainda acredita em Aécio.

Aécio tem a maior rejeição (45%) seguido de Dilma 42% e Marina 40%, o que é um empate técnico.

Foram entrevistadas 2000 pessoas em 147 cidades, entre segunda-feira (8) e ontem (9), com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e o número de registro na Justiça Eleitoral é BR- 00588/2014.

Charge Laerte: eleições, mercado financeiro, igrejas e militares

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Autonomia do Banco Central proposta por Marina Silva é golpe contra a democracia

A independência do Banco Central proposta por Marina Silva (PSB, ex-PT, ex-PV, futura Rede Sustentabilidade) é golpe contra a democracia. O BC deixa de ser controlado por quem foi eleito pelo povo e é capturado pelos interesses dos banqueiros.

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Pesquisa: Dilma sobe 4,9 pontos e alcança Marina Silva no 2º turno

Marina em queda

A campanha de Marina Silva em decadência

O Instituto MDA divulgou pesquisa contratada pela Confederação Nacional dos Transportes – CNT sobre a corrida presidencial na data de hoje (9), que mostra Dilma Rousseff (PT) em primeiro lugar com 38,1% (subiu 3,9%) das intenções de voto, Marina Silva (PSB, ex-PT, ex-PV, futura Rede Sustentabilidade) em segundo lugar com 33,5% (subiu 5,3%) e em terceiro lugar Aécio Neves (PSDB) com 14,7% (caiu 1,3%), com 5,7% de indecisos (era 10,4%), e brancos/nulos 5,9% (era 8,7%).

Dilma e Marina estão empatadas tecnicamente no 2º turno. Dilma subiu de 37,8% para 42,7% e Marina de 43,7% para 45,5%. Na margem de erro Dilma pode estar com 44,9% e Marina com apenas 43,3%.

Dilma vence fácil Aécio no 2º turno (47,5% a 33,7%).

Maioria dos brasileiros acha que Dilma vai ganhar: 49%, com apenas 34,9% para Marina e 6,2% Neves.

Pesquisa com 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 unidades da federação das cinco regiões entre os dias 5 e 7 de setembro, com margem de erro de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos.

Mauro Iasi: Marina Silva e a despolitização do Brasil

Beto Richa destroi o ensino básico do Paraná

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O Ministério da Educação divulgou hoje (05) o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2013 que mostra que o Paraná, que já esteve em primeiro lugar, agora é o nono colocado. O Índice reúne dois conceitos importantes para a qualidade da educação: fluxo escolar e médias de desempenho nas avaliações.

O Índice começou a ser calculado no mesmo período da gestão Requião 2003-2010. Em 2005, o Paraná estava em 6º lugar com pontuação 3,6. Dois anos depois, em 2007, o Estado tinha subido para segunda posição, com 4. Em 2009, o Paraná alcançou o 1º lugar, com pontuação 4,2. Até aqui, a prioridade do Governo do Estado era a educação.

O então governador Roberto Requião determinou que 30% do orçamento seria destinado para a educação. E uma revolução no ensino público começou. Livros didáticos eram feitos pelos professores e distribuídos de graça. As escolas começaram a ser reformadas, ganharam quadras cobertas e novos colégios foram construídos.

Os professores ganharam atenção especial: salários revistos e um programa de qualificação continuada, o PDE. Por dois anos poderiam ficar fora das salas de aula estudante e se atualizando. Também foram comprados 1.100 ônibus para o transporte escolar e retomados os Jogos Colegiais e criadas as Patrulhas Escolares.

Dentro das escolas tecnologia com as TVs multimídias e internet gratuita. Fora das escolas, incentivos como o festival Fera com Ciência. O ensino público foi valorizado. Os professores tinham boas condições de trabalho. Os funcionários da educação tinham orgulho de serem funcionários do governo do Paraná.

No entanto, em 2011 o Paraná começou a cair na colocação do Ideb. Neste ano, a pontuação registrada foi 4 e o Paraná ficou em terceiro lugar. E o índice divulgado hoje – 3,8 – derrubou o Paraná para a nona posição e comprova o que os professores e a APP-Sindicato comandada pela Professora Marlei têm dito em greves e protestos: a educação está abandonada.

Uma greve neste ano parou o ensino público por uma semana no Paraná, reuniu 30 mil educadores e teve a solidariedade de alunos e da sociedade. Escolas com problemas de infraestrutura, pagamentos atrasados, contratos temporários precários, problemas com a merenda escolar, retrocesso. “Vamos trocar de governo”, apelou o senador Roberto Requião pelo Twitter ao saber da nova colocação do Paraná no ranking.

A senadora Gleisi Hoffmann (PT) informou que o Paraná atingiu a nota de 3,4 no Índice de Desenvolvimento da Educação Básico (Ideb) de 2013, caindo  de 3º para 8º na posição do ranking do ensino médio. Em 2011, o estado havia alcançado nota 3,7 no Ideb. 2011.

Isso comprova que os alunos tiveram pior desempenho neste último período.

Gleisi Hoffmann,, que é candidata na coligação Paraná Olhando Pra Frente, lamentou a notícia e alerta a falta de compromisso do governo com o ensino e relembra que o Paraná descumpriu o investimento mínimo em outras duas pastas, Saúde e Segurança.

“O resultado do Ideb mostra que a falta de compromisso do atual governo do estado não se restringe a Saúde e Segurança com o não investimento mínimo de 12%. Ou ainda as viaturas sem combustível, mas se espraia pela educação comprometendo o futuro dos nossos jovens e do nosso estado. Isso envergonha o Paraná” lamenta Gleisi.

Entre as nove unidades federativas que apresentaram crescimento, Goiás pulou do quinto lugar em 2011, com Ideb de 3,6, para o topo do ranking, em 2013, com 3,8. O Rio de Janeiro saltou da 15ª posição (com 3,2) para a quarta (com 3,6), empatado com Santa Catarina, Minas Gerais e Pernambuco. São Paulo se manteve na segunda posição, apesar da queda na nota, de 3,9 para 3,7. O Rio Grande do Sul pulou de 10º (com 3,4) para o terceiro, 3,7. O Paraná estava em 3º e agora caiu para 8º.

Os dados de Requião e Gleisi são um pouco diferentes, mas os dois apontam que Beto Richa destruiu o ensino básico do Paraná.

Gleisi comemora redução da pobreza no Brasil graças a Lula e Dilma

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A candidata ao governo pela Coligação Paraná Olhando Pra Frente, Gleisi Hoffmann, comemora a redução no índice de pobreza do país. De acordo com estudo do Banco Mundial, a pobreza crônica no Brasil, que considera privações além da renda, caiu de 6,7% para 1,6% da população no período de oito anos – entre 2004 e 2012 –, segundo estudo do Banco Mundial. A queda é de 76%.

Gleisi destaca que o resultado do estado é reflexo das políticas sociais dos governos Lula e Dilma, como o Plano Brasil Sem Miséria, organizado de forma a enfrentar a pobreza em suas diferentes dimensões, garantindo renda, mas também cuidando de melhorar as oportunidades para inserção econômica dessas famílias, assim como o seu acesso a serviços.

“O processo de ascensão social dos mais pobres, iniciado com o nosso querido presidente Lula, está acelerado, fazendo do Brasil uma nação dominantemente de classe média. Nos últimos anos, os governos do PT conseguiram tirar 36 milhões de pessoas da extrema pobreza; outros 42 milhões de brasileiros ascenderam à classe média. A verdade é que nós estamos mudando a nossa realidade e as nossas políticas sociais são exemplo para todo o mundo”, comemora Gleisi.

O estudo foi apresentado por economistas do Banco Mundial e considerou pobres de renda aqueles que ganham até R$ 140 mensais. O valor é maior do que a linha de extrema pobreza brasileira, de R$ 77 mensais (equivalente a US$1,25 diário). Se a pobreza crônica considerasse apenas a população em situação de miséria, o percentual da redução seria ainda menor do que o 1,6% da população identificada pelos autores do trabalho.

O trabalho, focado na pobreza multidimensional, considerou, além da renda, sete dimensões da pobreza: se as crianças e adolescentes até 17 anos estão na escola, os anos de escolaridade dos adultos, o acesso à água potável e saneamento, eletricidade, condições de moradia e, finalmente, a bens, como telefone, fogão e geladeira.

A pobreza é considerada crônica quando são registradas privações em pelo menos quatro das sete dimensões. O estudo utilizou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), produzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Quanto o paranaense já pagou para a família Richa até agosto de 2014

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A família Richa já custou aos cofres públicos municipais, estadual e federal mais de R$ 31,5 milhões até o último mês de agosto. Dentre os quatro integrantes do clã paranaense que atualmente recebem rendimentos do erário, Arlete Richa lidera a lista de ganhos, com pensões que somam os R$ 43.101,77 mensais. Em seguida vem o filho, Beto Richa, com salário de governador de R$ 29.462,25 por mês. O irmão do governador, o secretário de Infraestrutura e Logística, Pepe Richa e a primeira-dama Fernanda Richa, recebem cada um R$ 20.623,57 por mês, com direito a 13º salário, sem contar os benefícios do cargo.

Viúva de José Richa e mãe do atual governador Beto Richa, Arlete Richa já recebeu até hoje, em valores atualizados, mais de R$ 6,2 milhões do Senado Federal e do Governo do Paraná, mesmo sem nunca ter sido senadora ou governadora de estado. Conforme o contra-cheque que pode ser acessado através do Portal da Transparência (www.portaldatransparencia.pr.gov.br), Arlete Vilela Richa recebe mensalmente os R$ 26.589,68 da aposentadoria do ex-governador José Richa. A viúva acumula o benefício desde janeiro de 2004, e já retirou dos cofres públicos R$ 3,6 milhões até agosto deste ano. Outra pensão que Arlete Richa recebe é a do Senado Federal, da época do senador José Richa. São R$ 16.512,09 por mês ou R$ 2,6 milhões acumulados de janeiro de 2004 a agosto de 2014 (considerando que até a aprovação da lei que acabou com o 14º e 15º salários dos senadores, em 2013, o benefício do Senado era pago em 15 parcelas por ano). O curioso é que Dona Arlete, mesmo vivendo uma relação estável com o segundo marido, não formalizou a união para continuar recebendo o benefício dos cofres públicos.

Um dos filhos de Beto e Fernanda Richa, Marcelo Richa, também já começou a se habituar aos rendimentos pagos pelos contribuintes. Entre 2010 e 2012, Marcelo recebeu aproximadamente R$ 230 mil como Secretário Municipal de Esporte lazer e Juventude da Prefeitura Municipal de Curitiba.

O apego da família Richa pelo Erário vem de longe. O pai de Beto Richa, José Richa, amealhou cerca de 6,2 milhões de rendimentos oriundos do Senado federal de 1978 a 2003. Do Governo do Paraná, José Richa acumulou ganhos de R$ 7,6 milhões, de 1983 até 2003, quando faleceu. Como prefeito de Londrina, de 1973 a 1977, José Richa recebeu aproximadamente R$ 728 mil e como deputado federal, de 1962 a 1970, conseguiu juntar R$ 2,7 milhões, em valores atualizados.

O filho Beto Richa seguiu os passos do pai. Além do que já recebeu como governador (R$ 1,3 milhão), Beto foi vereador de Curitiba e acumulou rendimentos de aproximadamente R$ 370 mil. Em seis anos como deputado estadual, Richa ganhou R$ 1,7 milhão e na Prefeitura de Curitiba, recebeu R$ 735 mil em quatro anos como vice-prefeito de Cássio Taniguchi, mais R$ 2,1 milhões em seis anos como prefeito da capital.

 

Ibope: vai ter segundo turno no Paraná, provavelmente entre Beto Richa e Requião

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Não podemos confiar no Ibope, ainda mais aqui no Paraná!

Veja: Denúncia contra o Ibope no Paraná, que aponta Beto Richa na frente.

Esse nada confiável Ibope divulgou hoje (4) que na corrida pela cadeira de governador do Estado do Paraná Beto Richa (PSDB) teria 44% (teria subido um ponto) das intenções de voto, Roberto Requião (PMDB) subiu dois pontos e teria 28%, Gleisi Hoffmann (PT) se manteve com 14%, Ogier Buchi (PRP) 1% e os outros quatro candidatos somados Bernardo Pilotto (PSOL), Geonisio Marinho (PRTB), Rodrigo Tomazini (PSTU) e Tulio Bandeira (PTC) não chegariam a 1%, indecisos permaneceu em 7%, e branco/nulo passou de 8% para 5%.

Como a pesquisa não é confiável e como a mergem de erro é altíssima, Beto pode estar com 41%, Requião com 31%, Gleisi com 17%, Ogier 4%, Pilotto 3%, Geonisio 3%, Tomazini 3% e Tulio 3%. Com isso seria 64% contra 44%, o que garantiria um segundo turno.

No segundo turno, o nada confiável Ibope diz que Beto teria, supostamente, 51%, e Requião 35%; Richa 56% e Gleisi 28%; Requião 47% e Gleisi 31%. Sabemos que não é isso.

Pesquisa realizada entre os dias 1º a 3 de setembro com 1.008 eleitores em 58 municípios do estado, com altíssima margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) sob o número 00029/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR- 00523/2014.

Leonardo Boff, sobre Marina: “Pobres perderam uma aliada e os opulentos ganharam uma legitimadora”

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por Conceição Lemes, no Viomundo

Leonardo Boff é um dos mais brilhantes e respeitados intelectuais do Brasil. Teólogo, escritor e professor universitário, expoente da Teologia da Libertação. Ficou conhecido pela sua história de defesa intransigente das causas sociais. Atualmente dedica-se sobretudo às questões ambientais.

Ele conhece Marina Silva, candidata do PSB à Presidência da República, desde os tempos em que ela atuava no  Acre e estava muito ligada à Teologia da Libertação. Acompanhou toda a sua trajetória.

Em 2010, chegou a sonhar com uma representante dos povos da floresta, dos caboclos, dos ribeirinhos, dos indígenas, dos peões vivendo em situação análoga à escravidão,  chegar a presidente do Brasil. Hoje, não.

“Está ficando cada vez mais claro que Marina tem um projeto pessoal de ser presidente, custe o que custar”, observa Boff em entrevista exclusiva ao Viomundo.

Para Boff, Marina acolheu plenamente o receituário neoliberal. 

“Ela o diz com certo orgulho inconsciente, sem dar-se conta do que isso realmente significa: mercado livre, redução dos gastos públicos (menos médicos, menos professores, menos agentes sociais etc), flutuação do dólar e contenção da inflação com a eventual alta de juros”, alerta.  “Como consequência, arrocho salarial, desemprego, fome nas famílias pobres, mortes evitáveis. É o pior que nos poderia acontecer. Tudo isso vem sob o nome genérico de ‘austeridade fiscal’ que está afundando as economias da zona do Euro”.

Sobre a  autonomia do Banco Central prevista no programa de Marina, Boff detona:  “Acho uma falta total de brasilidade. Significa renunciar à soberania monetária do país e entregá-la ao jogo do mercado, dos bancos e do sistema financeiro capitalista nacional e transnacional. A forma como o capital se impõe é manter sob seu controle os Bancos Centrais dos países”.

Veja a íntegra da nossa entrevista. Nela, Leonardo Boff aborda o  recuo de Marina em relação à criminalização da homofobia, a sua trajetória religiosa, a influência de Silas Malafaia, Neca Setúbal (Banco Itaú), Guilherme Leal (Natura) e do economista neoliberal Eduardo Gianetti da Fonseca. Também a autonomia formal do Banco Central e o risco de ela sofrer impeachment.

Viomundo — Na última sexta-feira, Marina lançou o seu programa de governo, que previa o reconhecimento da união homoafetiva e a criminalização da homofobia. Bastou o pastor Malafaia tuitar quatro frases para ela voltar atrás. O que achou dessa postura? É cristão não criminalizar a homofobia, que frequentemente provoca assassinatos?

Leonardo Boff — Está ficando cada vez mais claro que Marina tem um projeto pessoal de ser presidente, custe o que custar. Numa ocasião, ela chegou a declarar que um dos objetivos desta eleição é tirar o PT do poder, o que faz supor mágoas não digeridas contra o PT que ajudou a fundar.

O Malafaia, líder da Igreja Assembleia de Deus à qual Marina pertence, é o seu Papa. O Papa falou, ela, fundamentalisticamente obedece, pois vê nisso a vontade de Deus. E, aí, muda de opinião. Creio que não o faz por oportunismo político, mas por obediência à autoridade religiosa, o que acho, no regime democrático, injustificável.

Um presidente deve obediência à Constituição e ao povo que a elegeu e não a uma autoridade exterior à sociedade. Continuar lendo

Ibope: PT é o partido preferido pelos brasileiros

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Segundo a pesquisa do Ibope divulgada ontem, o Partido dos Trabalhadores (PT) é o partido preferido entre os brasileiros (17%), com o PSDB e PMDB longe em 2º e 3º lugares (5% e 4%, respectivamente).

O que é preocupante é que 60% dos brasileiros não preferem nenhum ou não têm preferência. Partidos Políticos são essenciais para a Democracia. Recomendo meu texto sobre o regime jurídico dos partidos políticos no Brasil, clique aqui. Já foi traduzido para o espanhol (El régimen jurídico de los partidos políticos en Brasil), clique aqui.

59% dos brasileiros são contrários à privatização da Petrobras

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Segundo a pesquisa Ibope divulgada ontem, 59% dos brasileiros são contrários à privatização da Petrobras.

O percentual aumenta entre os que têm ensino superior (70%), e infelizmente diminui entre os moradores do sul (50%), mais privatistas.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) queria vender a empresa estatal e chegou a querer mudar o seu nome para Petrobrax, pois entendia que o “bras” do final do nome queimava a cara da empresa por ligá-la ao Brasil.

O Pastor Everaldo (PSC) é o único dos candidatos que confessa que quer vender a empresa, mas sabemos que os candidatos Aécio Neves (PSDB) e Maraina Silva (PSB, ex-PT, ex-PV, futura Rede Sustentabilidade) são contrários à atuação direta de empresas estatais na economia.

A Petrobras é essencial para a garantia do desenvolvimento nacional sustentável do Brasil, e aumento muito seus gastos em investimentos e diminuiu suas terceirizações durante os governos de Lula e Dilma, do Partido dos Trabalhadores.

Viva a Petrobras!

Sabatina UP: Gleisi diz que governo Beto Richa é incompetente e não cumpriu promessas

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Hoje (4), às 19h30, a sabatina com os candidatos ao governo do Paraná realizada pela Universidade Positivo em parceira com o portal RIC Mais contará com Roberto Requião (PMDB) e Bernardo Pilotto (PSOL). Será transmitida ao vivo no site da RIC Mais.

Estou levando meus alunos para assistirem as sabatinas.

Ontem (3), a candidata à governadora Gleisi Hoffmann (PT) afirmou que seu governo vai dar respostas rápidas e efetivas no combate à criminalidade e violência no estado. Ela disse que a falta de vontade política, a incompetência administrativa e as promessas não cumpridas pelo atual governo são as principais razões pela grave crise na segurança pública do Paraná.

Gleisi afirmou que o descaso do governo com a segurança pública, evidenciado nas viaturas sem combustível, policiais desmotivados, delegacias sem estrutura e rebeliões nas penitenciárias, transmite uma mensagem de desordem para a sociedade, de que o estado não está preparado para investigar e punir os criminosos.

“O candidato à reeleição se elegeu dizendo que iria criar mais 10 mil vagas no sistema penitenciário do Paraná e até agora não criou sequer uma nova vaga. Desde 2011, o governo federal liberou R$ 137 milhões para que o estado fizesse novas penitenciárias. O governador diz que contratou 390 novos agentes penitenciários, mas 400 saíram do sistema. Precisa ter força de vontade e competência administrativa para fazer, de fato, novas penitenciárias, contratar pessoal e esvaziar as delegacias.”

Na avaliação da candidata da coligação Paraná Olhando Pra Frente, a rebelião de Cascavel era uma situação anunciada, que poderia ter sido evitada. “Desde que o governador assumiu já se sabia que era uma situação que precisava ter uma rápida intervenção. É lamentável que nada tenha sido feito, pois havia recursos”, afirmou Gleisi. Somente em 2014, o Paraná já registrou 18 rebeliões, sendo que 23 agentes penitenciários foram feitos reféns.

Gleisi destacou a importância da integração das polícias no combate à violência e criminalidade e a construção de centros de controle e monitoramento regionais. “Em Pinhais temos um exemplo de integração das polícias militar e civil, guarda municipal e Polícia Rodoviária Federal. Por toda a cidade existem câmeras que fazem o monitoramento 24 horas das praças, ruas e avenidas. A Prefeitura conseguiu reduzir em mais de 50% o índice de criminalidade. Podemos fazer isso regionalmente, por todo o Paraná.”

Ela anunciou que irá criar um patrulhamento policial específico para casos de violência contra a mulher, a Patrulha Maria da Penha, inspirado no modelo da Brigada Militar do Rio Grande do Sul e do policiamento comunitário exercido em Curitiba. “As mulheres são as vítimas mais fáceis. Ter uma patrulha que possa ser acionada e rapidamente chegar ao local para auxiliar a vítima é fundamental.” A candidata destacou a incapacidade do governo estadual em mobilizar as forças policiais para solucionar crimes contra as mulheres, como o assassinato da menina Tayná.

A candidata também se comprometeu a criar a Casa da Mulher Paranaense, um centro de atendimento a mulheres vítimas de violência. “O ideal é ter uma casa deste tipo em casa região do estado”, disse Gleisi.

Durante uma hora de conversa com os estudantes, Gleisi falou ainda sobre propostas para saúde, educação, infraestrutura, governo digital e combate à discriminação. “Temos ainda muita intolerância. Vamos instituir o Conselho Estadual de Direitos Humanos, debater com a sociedade formas de se combater todo tipo de discriminação. Também vamos capacitar os servidores públicos da saúde, educação, segurança e outras áreas para que possamos ter políticas afirmativas de tolerância.”

Na terça-feira (2) foi a vez de Beto Richa justificar o injustificável: por que ele fez o pior governo do Paraná de todos os tempos?

 

Datafolha e Ibope: Dilma sobe e continua na frente de Marina Silva, que tem aumento de rejeição

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Tanto nas pesquisas do Datafolha quanto do Ibope, divulgadas hoje (3), a presidenta Dilma Rousseff (PT) subiu e está na frente de Marina Silva (PSB, ex-PT, ex-PV, futura Rede Sustentabilidade) na corrida presidencial.

No segundo turno Marina e Dilma estão quase empatadas, pois existe margem de erro de dois pontos para mais ou para menos nas duas pesquisas.

No Datafolha Dilma subiu de 34% para 35%, Marina ficou estagnada em 34%, Aécio Neves (PSDB) caiu de 15% para 14%

No segundo turno Marina despencou de 50% para 48% e Dilma subiu de 40% para 41%, e Dilma venceria Aécio por 49% a 38%.

No Ibope Dilma subiu de 34% para 37%, Marina subiu de 29% para 33% e Aécio caiu de 19% para 15%.

No segundo turno: Marina subiu apenas 1 ponto e foi para 46% e Dilma subiu 3 pontos e tem 39%, Dilma 47% e 34% de Aécio.

Menos pessoas rejeitam Dilma (caiu de 36% para 31%), e a rejeição à Marina subiu de 10% para 12%.

A avaliação do governo Dilma melhorou de 34% para 36% (ótima ou boa).

Datafolha entrevistou 10.054 eleitores, foi registrada no TSE com o número BR-00517/2014. Veja a pesquisa completa aqui.

Ibope entrevistou 2.506 pessoas e foi registrada no TSE com o número BR-00514/2014. Veja a pesquisa completa aqui.

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Charge: Deus e Estado Laico X Religião na Política

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