Do democrata Barack Obama para o petista Lula em uma roda de líderes mundiais, na reunião do G20, em Londres:
“Esse é o cara! Eu adoro esse cara!”
“Esse é o político mais popular da Terra”
“É porque ele é boa pinta”

Do democrata Barack Obama para o petista Lula em uma roda de líderes mundiais, na reunião do G20, em Londres:
“Esse é o cara! Eu adoro esse cara!”
“Esse é o político mais popular da Terra”
“É porque ele é boa pinta”


O prefeito eleito Gustavo Fruet (PDT) e o atual prefeito derrotado nas eleições ainda no primeiro turno, Luciano Ducci (PSB), se encontram, na manhã desta terça-feira (6), na primeira reunião para tratar da transição.
Fruet estará acompanhado do coordenador da equipe de transição, professor Fábio Scatolin.
Gustavo atenderá a imprensa ao final do encontro, por volta das 11h45, no Gabinete do Prefeito Ducci.
Uma coisa é certa: veja a lista dos que não serão os secretários de Gustavo Fruet.

O prefeito eleito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), que se elegeu em aliança com o PT e PV, acabou de participar de uma entrevista na Rede Mercosul, Canal 21, no Jornal Mercosul. Disse que todos seus secretários serão de sua confiança, e mesmo os indicados pelo PT e PV devem ter competência técnica e confiança política.
Disse também que seus secretários deverão trabalhar em conjunto com os servidores públicos da prefeitura de Curitiba.
Gustavo disse que divulgará a lista de secretários apenas em dezembro, e não quis antecipar nem os nomes praticamente certos como o de sua irmã, Eleonora Fruet, para a secretaria de educação, e da sua vice, a advogada Mirian Gonçalves (PT), que têm tanto a capacidade técnica como a confiança política.
Veja a lista divulgada pelo Blog do Tarso dos nomes que não serão secretários nem diretores-presidentes de entidades da gestão Gustavo Fruet, clique aqui.
Por fim, Gustavo confirmou que irá a posse em 1º de janeiro de 2013 de bicicleta.


Neoliberais estão vendendo o Paraná
A Lei Estadual 14.058/2003, da época do governador Roberto Requião (PMDB), determina que a Administração Pública do Paraná utilizará, preferencialmente, programas abertos de computador e softwares livres.
Ou seja, nada de rios de dinheiro para a Microsoft e outras empresas estrangeiras, quando é possível desenvolver software livre no Brasil e de forma aberta e colaborativa. O que também é mais barato.
O governador Beto Richa (PSDB), que está terceirizando/privatizando os serviços, as atividades-fim, da Companhia de Informática do Paraná – Celepar, e está precarizando a empresa, agora quer dar o tiro de morte contra a tecnologia de cooperação.
Carlos Alberto Richa encaminhou para a Assembleia Legislativa do Paraná o Projeto de Lei 494/2012 (clique aqui), que dispõe sobre o Sistema Estadual de Informação e cria o Conselho Estadual de Tecnologia de Informação e Comunicação e o Programa Estadual de Informação Integrada.
O PL, além de deixar às claras a intenção de privatização de serviços (art. 5º, II), ainda deixa de forma expressa no parágrafo 4º do art. 5º que “no cumprimento de suas competências, o CETIC-PR poderá deliberar sobre a utilização e adoção de qualquer recurso de TIC disponível no mercado, independentemente do regime de licenciamento, podendo ser livre ou proprietário, fundamentada a opção em motivos de conveniência e oportunidade administrativa”.
Ou seja, vai acabar a política implementada por Requião de cooperação, de priorização ao software livre e à mão-de-obra do Paraná e do Brasil.
Ganhará os interesses da Microsoft e das grandes empresas de softwares proprietários, que recebem milhões com as licenças de uso. O que poderia ser utilizado de graça pala Administração Pública paranaense, apenas com o custo de mão-de-obra de profissionais do Paraná, será pago a peso de ouro pelo governo Beto Richa, que tem por trás dessas propostas neoliberais o Secretário de Planejamento e presidente do Conselho de Administração da Celepar, Cassio Taniguchi, e os neoliberais diretores e assessores da Celepar.
Beto Richa: mande embora os assessores comissionados da Celepar que não sabem o que estão fazendo lá, pare as privatizações de serviços que deveriam ser realizados por servidores concursados e desista do PL 494/2012. Não desmonte a Celepar. Chega de privatização! Fora neoliberalismo! O ano de 2014 está chegando, sua hora vai chegar!

Em menos de um ano o governo Beto Richa perdeu duas montadoras de automóveis importados para outros estados, o que mostra uma inabilidade e um rumo a desindustrialização do estado do Paraná.
O Paraná poderia ter recebido a primeira fábrica da montadora alemã BMW no Brasil, mas a fábrica será instalada em Araquari, Santa Catarina, que vai receber um investimento de R$ 1 bilhão. Na primeira etapa devem ser gerados 1,5 mil empregos diretos e a fábrica produzirá três modelos: Sedan Série 3, Hatch Série 1 e X1 Crossover. No 1° semestre de 2012 o governador Beto Richa cogitou a vinda da BMW para o estado.
Se não bastasse isso, a Nissan acabou de anunciar que vai abandonar o Paraná e vai instalar sua montadora no Rio de Janeiro. A fábrica da montadora será em Resende e será inaugurada em janeiro de 2014, ao custo de R$ 2,6 bilhões.
Perguntas para Beto Richa: incompetência, ou vossa excelência preferiria a fábrica da Ferrari no Paraná?

Ferrari pilotada por Beto Richa em sua terra natal, Londrina

Entrevista da atriz global Regina Duarte para Mônica Bergamo na Folha de S. Paulo de hoje:
DILMA
“Nossa, eu tenho encantamento por ela, desde o início, sabe? Na política internacional, me impressionou muito como ela entrou firme defendendo umas coisas legais. Tem uma frase dela de que eu gosto: o controle da mídia é o controle remoto. É uma postura democrática que tem que ser louvada. E dá uma coisa bacana, a gente fica orgulhosa de ter uma mulher ali.”


Pegou mal para o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), a possibilidade dele viajar para o oriente médio especialmente para a corrida de Formula 1 que está ocorrendo neste momento em Abu Dhabi.
Ele não foi, chega em Dubai apenas hoje à noite. Não sei se desmarcou por pressão dos paranaenses, ou se ele já queria ficar na China no domingo.
Segundo Celso Nascimento da Gazeta do Povo, Beto tem o dia livre hoje em Xangai na China. E, pasmem, hoje tem corrida do WTCC em Xangai, China. Uma corrida de ferraris, porches, carros do gosto do governador.
A pergunta que não quer calar: foi coincidência? Teria trocado o governador a popular Formula 1 pelo elitizado WTCC?


O site G1/Globo, divulgado por Esmael Morais, apresentou a posição de professores e de seus jornalistas sobre quem subiu e que desceu nas eleições de 2012.
César Romero Jacob: Lula, PT e PSDB subiram, José Serra desceu.
Cristina Lôbo: Lula e Eduardo Campos subiram e Lula desceu.
Luiz Werneck Vianna: PT, PSDB e Eduardo Campos subiram, e Beto Richa e Serra desceram.
Gerson Camarotti: Lula, Aécio, Eduardo Campos e Gleisi Hoffmann subiram, Lula, Serra e Beto Richa desceram.
Marco Aurélio Nogueira: Dilma, Aécio Neves e Eduardo Campos subiram, Serra desceu.
Merval Pereira: Eduardo Campos, Lula e Aécio subiram, Lula e Serra desceram.
Milton Lahuerte: Aécio Neves, Eduardo Campos e Gustavo Fruet subiram, Serra e Beto Richa desceram.
Renata Lo Prete: Dilma, Lula, Aécio Neves e Fruet subiram, Serra e Geraldo Alckmin desceram.
Não há qualquer razão para que Aécio Neves tenha subido, já que foi o PT, e não o PSDB, o partido mais votado em Minas Gerais. Esta certo que como Serra se enfraqueceu muito, acaba sobrando espaço para Aécio. Mas ele não pode ser considerado um vencedor.
E é um absurdo que alguém tenha dito que Lula está em baixa, já que o PT foi o campeão de votos no Brasil em 2012. O PT também foi o vencedor de votos no nordeste, onde se diz que Eduardo Campos é forte.

Da coluna Vamos Combinar, da revista Época
O alvoroço provocado pela notícia de que Marcos Valério pode ter informações comprometedoras contra Lula, Antônio Palocci e até sobre o caso Celso Daniel chega a ser vergonhoso.
Desde a denuncia de Roberto Jefferson que Valério tem demonstrado grande disposição para colaborar com a polícia.
Foi ele quem entregou a relação de 32 beneficiários das verbas do mensalão, inclusive Duda Mendonça.
Conforme os advogados de um dos réus principais, ao longo do processo Valério fez quatro tentativas de oferecer novas delações em troca de uma redução de sua pena. As quatro foram rejeitadas.
O estranho, agora, não é a iniciativa de Valério, mais do que compreensível para quem se encontra numa situação como a sua. Não estou falando apenas dos 40 anos de prisão. Continuar lendo

Hoje na Gazeta do Povo
O conceito do movimento antropofágico, lançado durante a Semana de Arte Moderna de 1922, defende uma apropriação de múltiplas culturas para a construção de uma arte plural, aproveitando-se, principalmente, da diversidade étnica e cultural do país. Fora do ambiente artístico, porém, o conceito é prejudicial para as tradições indígenas. “Durante a ditadura, falava-se em ‘emancipar’ os índios. O termo, que é generoso para nós, era um anátema para eles, pois significava no contexto a morte da cultura nativa, inserindo-os completamente na sociedade”, explica Carlos Marés, ex-presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai) e professor de direito sócio ambiental do mestrado e doutorado da PUCPR. “Os índios guaranis-kaiowás sofrem hoje por continuarem índios. Há uma prepotência da população em não conceber outro modo de vida fora da lógica capitalista. Se a gente oferece um trabalho para o índio e ele não quer, então ele é considerado vagabundo. Mas o que, concretamente, nossa civilização tem a oferecer a eles que não sejam futilidades?”, indaga.
A diferença, portanto, vai além da cultura, e passa, antes de tudo, por ideologias divergentes. Enquanto a nossa civilização trabalha com o conceito de igualdade, que anula diferenças, e só supõe igualdade entre humanos, todas as tribos latino-americanas adotam o conceito de equilíbrio, que procura compensar as desigualdades e harmonizar o humano com o não humano.”
A mudança de pensamento é uma saída que Marés consegue vislumbrar nas transformações correntes na América andina, que estão dando mais autonomia aos povos indígenas. “Nossa sociedade vê na livre concorrência a criação do bem-estar, ao passo que, para os índios, é a cooperação a causadora desta satisfação. A nossa relação com a natureza continua sendo a de concorrência. Mas o mundo ocidental está percebendo que esta disputa causará, invariavelmente, a derrota humana”, acredita Carlos Marés. Para um mundo cada vez mais carente do conceito de sustentabilidade, o pensamento indígena, ainda que pouco compreendido, tem muito a nos ensinar.
Veja a materia completa, clique aqui.

Fotos: Reuters/ Ueslei Marcelino

Reconhece alguém?

Torcedores no treino de classificação do GP de F1 de Abu Dhabi, no Emirados Árabes Unidos. Foto de Christopher Pike / The National

Achou?

Será que não quis se misturar com a ralé?
A corrida será amanhã. Quem achar ganha um picolé de chuchu.
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Por Ricardo Kotscho, do Balaio do Kotscho, do R7
Pouco antes do segundo turno das eleições presidenciais de 2006, o sujeito viu a manchete do jornal na banca e não se conformou.
“Esse aí, só matando!”, disse ao dono da banca, apontando o resultado da última pesquisa Datafolha que apontava a reeleição de Lula.
Passados seis anos desta cena nos Jardins, tradicional reduto tucano na capital paulista, o ódio de uma parcela da sociedade _ cada vez menor, é verdade _ contra Lula e tudo o que ele representa só fez aumentar.
Nem se trata mais de questão ideológica ou de simples preconceito de classe. Ao perder o poder em 2002, e não conseguir mais resgatá-lo nas sucessivas eleições seguintes, os antigos donos da opinião pública e dos destinos do país parecem já não acreditar mais na redenção pelas urnas.
Montados nos canhões do Instituto Millenium, os artilheiros do esquadrão Globo-Veja-Estadão miraram no julgamento do chamado mensalão, na esperança de “acabar com esta raça”, como queria, já em 2005, o grande estadista nativo Jorge Bornhausen, que sumiu de cena, mas deixou alguns seguidores fanáticos para consumar a vingança.
A batalha final se daria no domingo passado, como consequência da “blitzkrieg” desfechada nos últimos três meses, que levou à condenação pelo STF de José Dirceu e José Genóino, duas lideranças históricas do PT.
Faltou combinar com os eleitores e o resultado acabou sendo o oposto do planejado: o PT de Lula e seus aliados saíram das urnas como os grandes vencedores em mais de 80% dos municípios brasileiros. E as oposições continuaram definhando.
Ato contínuo, os derrotados de domingo passado esqueceram-se de Dirceu e Genoíno, e mudaram o alvo diretamente para Lula, o inimigo principal a ser abatido, como queriam aquele personagem da banca de jornal e o antigo líder dos demo-tucanos.
Não passa um dia sem que qualquer declaração de qualquer cidadão contra Lula vá para a capa de jornal ou de revista, na tentativa de desconstruir o legado deixado por seu governo, ao final aprovado por mais de 80% da população _ o mesmo contingente de eleitores que votou agora nos candidatos dos partidos por ele apoiados.
Enganei-me ao prever que teríamos alguns dias de trégua neste feriadão. Esta é uma guerra sem fim. Quanto mais perdem, mais furiosos ficam, inconformados com a realidade que não se dobra mais aos seus canhões midiáticos movidos a intolerância e manipulação dos fatos.
O país em que eles mandavam não existe mais.

Hoje no tendências e debates da Folha de S. Paulo
NÃO
Cid Carvalhaes
Terceirização sucateia a saúde pública
O gerenciamento de unidades de saúde por Organizações Sociais (OSs) é desastroso, antidemocrático e antissocial. A terceirização da saúde pública cria diversos problemas, pois gera a mercantilização de um sistema que por dever é de responsabilidade do poder público e por direito, da população, que deve ter acesso a uma saúde de qualidade, ágil e resolutiva.
Desde que foram implantas no Estado, em 1998, as OSs tem apresentado fragilidades. Com a privatização dos serviços públicos, os médicos, os profissionais da saúde e os usuários assistiram a um processo acelerado de sucateamento da saúde, artifício utilizado pelo gestor público para justificar a manutenção do serviço de privatização.
A discrepância pode ser vista em números. De acordo com o Tribunal de Contas do Município de São Paulo, somente na capital, em 2011, o governo repassou quase 40% de seu orçamento de mais de R$ 5 bilhões destinados à saúde para as OSs. No Estado de São Paulo, a situação não é diferente: estão sobre gerenciamento de OSs quase 40 hospitais, 44 unidades de saúde.
Temos consciência de que as organizações sociais aprofundaram os problemas da saúde pública do país e de São Paulo. As empresas maquiaram vários pontos de atendimento com pintura de paredes e modificação de pisos, mas o atendimento continua defasado, ineficiente e deficitário. No aspecto da prestação de contas, as OSs têm demonstrado dificuldades em apresentar eficiente controle do destino do dinheiro público para o privado.
Além disso, a terceirização gera uma rotatividade desastrosa nas contratações. Profissionais são contratados sem concurso público, sendo muitos deles sem qualificação adequada, o que gera grande desassistência aos usuários do sistema.
A lei das OSs se assemelha a outra experiência já rechaçada pela população de São Paulo anos atrás: o PAS (Plano de Atendimento à Saúde), do ex-prefeito Paulo Maluf. A alegação de que as empresas não têm fins lucrativos é desculpa para pagar polpudos salários a diretores e criar cargos em comissão por interesses administrativos, levantando a hipótese de benefícios eleiçoeiros e outros não declarados.
Após muitas lutas, em maio deste ano conseguimos sensibilizar a Justiça do Trabalho, que proibiu todas as contratações de funcionários nas parcerias entre a Secretaria de Saúde e as OSs por suposta terceirização irregular de mão de obra, mas a Procuradoria do Estado de São Paulo tenta desde o início de outubro reverter essa decisão.
Desde 1998, tramita uma ação direta de inconstitucionalidade para julgar a validade desses convênios. Nos últimos anos, houve também outras tentativas de impedir judicialmente os contratos com as OSs, mas uma definitiva do Supremo Tribunal Federal (STF) é aguardada.
O Brasil precisa ter um orçamento realista para a saúde e uma gestão eficiente, focada na melhoria da qualidade dos serviços prestados para todos os brasileiros, sem distinção. Para tanto, é necessário auscultar todos os representantes envolvidos com a saúde e direcionar soluções concretas, eficientes e definitivas de sorte a garantir à população brasileira uma saúde mais sadia.
Há que se fazer valer o direito de todo cidadão a um sistema de saúde de qualidade. Garantir a todos um ambiente de trabalho seguro e consistente. A verdadeira justiça só se faz pela equidade! Afinal de contas, a saúde é um bem público e não deve ter intermediários.
CID CARVALHAES, 66, neurocirurgião e advogado, é presidente do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp). Foi presidente da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia
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Veja o texto pelo
SIM Continuar lendo
O deputado federal João Arruda (PMDB-PR) protocolou, esta semana na Câmara Federal, projeto de lei que prevê a anistia de profissionais e grupos (empresas) de comunicação que tenham sido multados pela Justiça Eleitoral durante a campanha eleitoral. A proposta, que inclui jornalistas, blogueiros, emissoras de rádio e tevê e portais de notícias, é retroativa às eleições de 2008, 2010 e 2012.
Na avaliação de João Arruda, a Justiça Eleitoral, ao punir os profissionais e grupos de comunicação, às vezes com multas desproporcionais e descabidas, ataca o direito elementar à liberdade de expressão garantida no artigo 5º da Constituição Federal. Continuar lendo

Na Gazeta do Povo de quinta-feira (01)
No dia 8 de outubro, o Brasil tomou conhecimento, por carta dirigida ao governo e à Justiça Federal, de uma declaração de “morte coletiva” de 170 homens, mulheres e crianças da etnia indígena guarani-kaiowá, em resposta a uma ordem de despejo decretada pela Justiça de Naviraí (MS), onde estão acampados às margens do Rio Hovy, aguardando a demarcação das suas terras tradicionais, ocupadas por fazendeiros e vigiadas por pistoleiros. Continuar lendo

O governador Beto Richa (PSDB) abriu uma licitação na modalidade concorrência internacional, do tipo menor preço, para adquirir um helicóptero novo e super equipado no valor de R$ 13 milhões.
Além de ser um equipamento caríssimo, Beto Richa ainda não vai promover o desenvolvimento nacional como manda a Constituição e a Lei de Licitações (Lei 8.666/93), pois fornecedores de fora do país também podem participar. Ou seja, se uma empresa de fora do país vencer a licitação, Beto Richa estará exportando empregos com o dinheiro suado do povo paranaense.
O art. 3º, II, da Constituição Social e Democrática de Direito, dispõe o seguinte:
Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: (…)
II – garantir o desenvolvimento nacional;
O art. 3º da Lei de Licitações ainda prevê:
Art. 3o A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos. (Redação da Lei nº 12.349/2010)
Se não fosse um absurdo o gasto estratosférico em helicóptero, Carlos Alberto poderia comprar um helicóptero da indústria brasileira mesmo.
Um dos únicos deputados de oposição ao governo na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Tadeu Veneri (PT) criticou a atitude de Beto Richa de fazer uma compra cara em um momento de contenção de gastos.
Beto Richa, que adora a velocidade e seu hobby principal é a corrida de carros esportivos, ainda pretende comprar mais dois helicópteros, um jato e um turboélice, sendo que já comprou um turboélice de R$ 16,9 milhões.

Os tucanos Aécio Neves e Beto Richa gostam de andar de helicópteros.

O governador Beto Richa, tentando desesperadamente reeleger o prefeito Luciano Ducci (PSB) em Curitiba, priorizou a capital e abandonou o interior do Paraná. Com isso o descontentamente com relação ao governo estadual cresce a cada dia. Beto não conseguiu reeleger Ducci e, segundo a Gazeta do Povo de hoje, a taxa de homicídios dolosos cresceu no interior do Paraná.
O número de homicídios dolosos caiu 11,5% em Curitiba, de janeiro a setembro de 2012, segundo a Secretaria de Segurança Pública do Paraná.
Mas os casos somados do interior do Paraná e da Região Metropolitana de Curitiba (RMC) apontam um aumento de 4% no índice de homicídios.
Beto Richa nasceu em Londrina, mas seus conterrâneos estão muito descontentes com o governador. Tanto é que ele não conseguiu eleger o seu candidato Marcelo Belinati (PP). Na região de Londrina, o número de homicídios dolosos subiu 58,45% nos nove primeiros meses do ano em relação ao mesmo período de 2011. Os crimes contra a pessoa subiram 8,75%. Segundo a Gazeta os números foram classificados pelo delegado chefe da Divisão Policial do Interior, Júlio Reis, como “críticos”.
Saiba em quais áreas integradas de segurança do Paraná o índice de homicídios aumentou:
Londrina: 58,5%
Paranaguá: 57%
Pato Branco: 26%
Maringá: 23%
Campo Mourão: 17,8%
Foz do Iguaçu: 16%