
O Senhor Barriga do seriado mexicano Chaves, o ator Edgar Vivar, foi até a sede do Corinthians, seu time brasileiro de coração. Ele já se declarou torcedor do timão no seu twitter e em programas brasileiros de TV.


O Senhor Barriga do seriado mexicano Chaves, o ator Edgar Vivar, foi até a sede do Corinthians, seu time brasileiro de coração. Ele já se declarou torcedor do timão no seu twitter e em programas brasileiros de TV.


No dia 3 de agosto de 2012, às 19h, teremos um dos lançamentos mais esperados no circuito cultural e político do Paraná, o livro SYLVIO SEBASTIANI: UM NOME, MUITAS HISTÓRIAS. Trata-se de uma obra de cunho biográfico deste que foi e é um dos maiores defensores da ética na política paranaense. Uma figura única, um exemplo dignificante. A narrativa foi escrita por ele e Sandra Regina Klippel. Local: Clube Sociedade Thalia, rua Comendador Araújo, nº 338 – Centro – Curitiba / Entrada franca.
Por Elton Bezerra
![Celso Antônio Bandeira de Mello - 24/07/2012 [Spacca]](https://i0.wp.com/s.conjur.com.br/img/b/celso-antonio-bandeira-mello-240.jpeg)
Para Celso Antonio Bandeira de Mello, a sociedade contemporânea vive um drama. Se por um lado o acesso de grandes contingentes aos bens produzidos reflete um ganho democrático, por outro, implica inevitavelmente perda de qualidade.
“Os americanos andam com essa porcaria chamada tênis e usam calça jeans. É quase como um uniforme. Ricos e pobres podem usar as mesmas coisas. É A Rebelião das Massas”, diz ele, referindo-se à obra de Ortega y Gasset.
Publicado pela primeira vez apenas alguns anos antes da 2ª Guerra Mundial, o livro é considerado pelo advogado obra fudamental para a compreensão do mundo atual.
“A produção era sofisticada porque era para gente sofisticada. Hoje, você tem que atender ao gosto de milhares. De milhões, na verdade. Que vai desde o mais sofisticado ao mais rústico. É evidente que você perde qualidade”, insiste.
Professor da PUC-SP, “Bandeirinha” — como é conhecido — é um dos maiores nomes do Direito Administrativo nacional. Tem seis livros publicados, fora as obras coletivas. Sua influência é grande também no meio político. Atribui-se a ele a indicação, a pedido do ex-presidente da República Luís Inácio Lula da Silva, do hoje presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Carlos Ayres Britto, para integrar a corte.
Influência do Pai
Quando iniciou sua vida profissional, Bandeira de Mello tinha muitas dúvidas sobre o mundo jurídico. Ele, porém, contava com uma vantagem em relação aos seus colegas de profissão: tinha um professor em casa para orientá-lo.
Foi seu pai, Oswaldo Aranha Bandeira de Melo, reitor da PUC-SP, quem lhe apresentou Hans Kelsen, autor de Teoria Pura do Direito e o jurista que mais o influenciou em sua formação.
“Eu estava quebrando a cabeça para descobrir o que é o Direito, e um cara já tinha feito tudo isso um milhão de vezes melhor do que eu. Foi como se o mundo tivesse se aberto para mim. Fiquei deslumbrado com aquilo”, diz Bandeira.
Apesar da admiração por Kelsen e por seu rigor técnico, o advogado não se considera um seguidor de seu pensamento. “Para ele, a norma é apenas um esquema de interpretação. E eu não penso assim”, diz.
Declarando-se positivista, Bandeira diz que não se considera menos tributário de Kelsen pelo fato de considerar que o Direito absorve valores de cada tempo histórico. “Não me considero moralista quando digo que aqueles valores da sociedade estão dentro do sistema jurídico.”
Obras Jurídicas
Bandeira de Mello diz que um jurista que o influenciou bastante foi Rui Cirne Lima, autor de Princípios do Direito Administrativo. Além dele, seu pai, de quem foi assistente, são suas grandes referências na área. “Nossas diferenças [entre ele e o pai] são muito mais nominais do que essenciais.”
Primeiras letras
O gosto pela leitura se deve a Monteiro Lobato. A coleção é a primeira que o advogado lembra ter lido. O personagem Pedrinho, diz, era o seu favorito. “Aos oito anos, já lia bastante. Era fácil me identificar com Pedrinho, pelo fato de ele ser um menino como eu. Mas me agradava muito o Visconde de Sabugosa. Sentia-me encantado.”
Li e Recomendo
Mais tarde, seu pai acabou abrindo para Bandeira um universo até então desconhecido: o da sociedade de massas. O primeiro contato com esse universo foi pela obra A Psicologia das Multidões, de Gustave Le Bron, sugerida pelo pai. Ainda hoje ele lembra da frase: “Uma assembleia de sete sábios equivale a um idiota”.
Segundo Bandeira, o trecho significa que as multidões reagem segundo impulsos psicológicos profundamente diferentes dos de uma pessoa isolada. “Quando você está tomado pelo espírito de multidão, você não segue mais a racionalidade, mas certos impulsos inconscientes do ser humano”, diz.
Infância e Juventude
Ao relembrar sua infância, o advogado resgata que a leitura era um hábito comum das crianças e adolescentes de sua época, pois não havia tantas distrações eletrônicas como hoje em dia. Dentre as obras que leu nesse período, ele destaca Winnetou, do alemão Karl May, Os Três Mosqueteiros, de Alexandre Dumas, e O Cão dos Baskervilles, deArthur Conan Doyle.
Na obra que narra uma das aventuras mais famosas de Sherlock Holmes, o ambiente de terror fascinou Bandeira. “Tudo se passava onde havia alguns quadros de nobres de corpo inteiro que tinham morado lá. Havia um clima bastante sedutor. Tudo [em Sherlock Holmes] é um clima de raciocínio, de deduções”.
Cinema
Apesar de ser um crítico ferrenho da sociedade americana, em especial do uso da violência nos filmes, Bandeira se diz admirador da obra de Woody Allen. “Ele é a prova de que existe vida inteligente nos Estados Unidos da América do Norte.”
Para Bandeira, no entanto, o cinema italiano é imbatível, especialmente os filmes de Federico Fellini. “Gostava imensamente do neorrealismo italiano e dos filmes com a Giuleta Masina. Que coisa linda!”
Elton Bezerra é repórter da revista Consultor Jurídico.
Revista Consultor Jurídico, 25 de julho de 2012

O prefeito Luciano Ducci, candidato a reeleição, é do Partido Socialista Brasileiro. Quem está mentindo, o PSB ou o próprio Luciano Ducci? Luciano Ducci não fala em socialismo, esconde o nome “socialista” de seu partido, e defende o neoliberalismo igual aos demotucanos. O PSB não é um partido socialista? Então que mude de nome! O PSB é socialista? Estão Luciano Ducci, por que Vossa Excelência está no partido?
São as mesmas perguntas para o vice de Ducci, Rubens Bueno. Faz parte do Partido Popular Socialista – PPS, mas também é neoliberal.
A chapa Ducci/Bueno é tão demotucana que sua cor é azul e amarelo.
Isso é coerência? Eu chamaria de despolitização da política.
Alguém está mentindo!

“Estado de Exceção no Brasil?”
Carl Schmitt, jurista e filósofo alemão de formação católica que deu sustentação às teses do nazismo, foi o grande inspirador da teoria do “estado de exceção permanente”. Dizer que no Brasil vivemos num estado de “exceção permanente” é um arroubo esquerdista e não uma formulação teórica séria. Validada a ideia de que estamos num “estado de exceção permanente” nos restaria, como estratégia central, buscar a quebra do atual Estado Democrático de Direito, pois este Estado seria em si mesmo um “estado de exceção”. O artigo é de Tarso Genro.
Na Carta Maior
Por Tarso Genro (Governador do Estado do Rio Grande do Sul pelo Partido dos Trabalhadores – PT)
Leio um texto de Bia Barbosa na “Carta Maior”, cujo título é “Brasil forjado na ditadura representa estado de exceção permanente”. Ele cobre um Seminário realizado em São Paulo, com a participação de importantes personalidades da esquerda intelectual do país e ativistas dos direitos humanos. A matéria informa que ali foi consagrado que o Brasil vive um “estado de exceção permanente”, condição ensejada pela própria Constituição de 88 ; que a “elite brasileira branca” permitiu-se molhar a mão de sangue e freqüentar e financiar câmaras de tortura; que a ditadura se retirou, não porque foi derrotada, mas porque cumpriu os seus objetivos; e que paira no Brasil, sobre os mortos e desaparecidos, um grande acordo do “não esclarecimento”.
Veja no site a situação lastimável das calçadas de Curitiba após as gestões de Cassio Taniguchi (DEMO), Beto Richa (PSDB) e Luciano Ducci (PSB). Faça sua denúncia no site Minha Calçada.

No Governo Beto Richa tudo é lento.
A Lei 12.687, sancionada pela Presidenta Dilma Rousseff (PT) em 18 de julho de 2012, alterou o art. 2o da Lei 7.116/83 e determinou que “É gratuita a primeira emissão da Carteira de Identidade”. A lei passou a vigorar no dia de sua publicação, dia 19.
O Governo Beto Richa, por meio da Secretaria Estadual de Segurança Pública e da Polícia Civil começou a emitir apenas ontem (24) a primeira via da carteira de identidade de graça.
Lento, tudo muito lento…



A Professora Josete (PT) é a vereadora de Curitiba com a menor rejeição. Segundo enquete do Blog do Tarso, apenas 106 cidadãos escolheram Josete como vereadora em quem não votariam de jeito nenhum. O ex-vereador João Cláudio Derosso (ex-PSDB) foi o mais rejeitado, com 254 votos.
Os vereadores da oposição e da base de apoio do candidato Gustavo Fruet (PDT/PT/PV) foram os menos rejeitados.
Veja a lista completa:
| João Cláudio Derosso (ex-PSDB) | 254 | 4% | |
|---|---|---|---|
| João do Suco (PSDB) | 216 | 3% | |
| Denilson Pires (DEMO) | 216 | 3% | |
| Pastor Valdemir Soares (PRB) | 215 | 3% | |
| Renata Bueno (PPS) | 204 | 3% | |
| Odilon Volckmann (PSDB) | 202 | 3% | |
| Algaci Tulio (PMDB) | 201 | 3% | |
| Francisco Garcez (PSDB) | 199 | 3% | |
| Roberto Hinça (PSD) | 199 | 3% | |
| Professor Galdino (PSDB) | 197 | 3% | |
| Julieta Reis (DEMO) | 195 | 3% | |
| Emerson Prado (PSDB) | 194 | 3% | |
| Julião Sobota (PSC) | 193 | 3% | |
| Beto Moraes (PSDB) | 190 | 3% | |
| Jair Cézar (PSDB) | 188 | 3% | |
| Nely Almeida (PSDB) | 188 | 3% | |
| Edson do Parolin (PSDB) | 186 | 3% | |
| Felipe Braga Cortes (PSDB) | 185 | 3% | |
| Sabino Picolo (DEMO) | 185 | 3% | |
| Juliano Borghetti (PP) | 181 | 3% | |
| Jairo Marcelino (PSD) | 178 | 3% | |
| Serginho do Posto (PSDB) | 177 | 3% | |
| Zezinho do Sabará (PSB) | 177 | 3% | |
| Jorge Yamawaki (PSDB) | 176 | 3% | |
| Aldemir Manfron (PP) | 172 | 3% | |
| Zé Maria (PPS) | 170 | 3% | |
| Tito Zeglin (PDT) | 169 | 3% | |
| Tico Kuzma (PSB) | 166 | 2% | |
| Caíque Ferrante (PRP) | 165 | 2% | |
| Dona Lourdes (PSB) | 162 | 2% | |
| Dirceu Moreira (PSL) | 161 | 2% | |
| Celso Torquato (PSD) | 155 | 2% | |
| Pedro Paulo (PT) | 137 | 2% | |
| Noemia Rocha (PMDB) | 135 | 2% | |
| Jonny Stica (PT) | 127 | 2% | |
| Aladim Luciano (PV) | 127 | 2% | |
| Paulo Salamuni (PV) | 110 | 2% | |
| Professora Josete (PT) | 106 | 2% |
Essa enquete não se trata de pesquisa eleitoral (prevista no art. 33 da Lei 9.504/97), e sim mero levantamento de opiniões, sem controle de amostra, o qual não utiliza método científico para a sua realização, dependendo, apenas, da participação espontânea do interessado.
Aproveite e veja a Lista Proibida do Blog do Tarso, dos vereadores de Curitiba que não merecem ser reeleitos: https://blogdotarso.com/lista-proibida
Divulgado agora pela Ordem dos Advogados do Brasil e pela Fundação Getúlio Vargas o padrão de resposta da peça processual da prova prático-profissinal do VII Exame de Ordem Unificado de 8/7/2012:
http://www.oab.org.br/arquivos/padrao-de-resposta-vii-eou-administrativo.pdf

O governador do Paraná Beto Richa (PSDB) realmente é prepotente e autoritário. Chamou de “descabida” a decisão do juiz eleitoral Marcelo Wallbach Silva que suspendeu a divulgação de comerciais do governo do estado referentes à instalação das Unidades Paraná Seguro – UPSs em Curitiba.
O Poder Judiciário entendeu que os comerciais beneficiavam o prefeito Luciano Ducci (PSB), candidato à reeleição, pois as UPSs são uma parceria do governo com a prefeitura, e a campanha de Ducci estaria usando o programa em sua campanha.
A ação foi proposta pela coligação de Gustavo Fruet (PDT), adversário de Ducci na disputa pela prefeitura.
Richa alega que a Lei Eleitoral não proíbe a divulgação de propaganda institucional e ainda criticou a presidenta Dilma Rousseff (PT): “Se o governo federal pode, porque o estadual não? Ninguém está acima da lei. Nem o juiz”, segundo a Gazeta do Povo.
E Vossa Excelência, Governador Carlos Alberto Richa, se acha acima da lei?

José Simão tirou sarro do candidato a vereador pelo PT de Piraquara/Paraná, o Dísney, que segundo ele é o candidato dos patetas. Disse que seria melhor ele ser candidato por Orlando, que teria mais brasileiros do que em Piraquara. Entrou para o PGN – Partido da Genitália Nacional.
Andressa Mendonça, esposa do bicheiro Carlinhos Cachoeira, está indignada por ter perdido o posto de musa da CPI do Cachoeira, para Denise Leitão Rocha, advogada e assessora parlamentar do senador Ciro Nogueira (PP-PI), que teve um vídeo com cenas de sexo explícito vazado na internet, também chamada de Furacão da CPI. A Playboy preferiu Denise Rocha.

Marcio Lacerda (PSB), prefeito de Belo Horizonte, do mesmo partido do prefeito de Curitiba Luciano Ducci, colocou pedras embaixo dos viadutos para que os sem-teto não pudessem ali se proteger da chuva e do frio.

Hoje na Folha de S. Paulo
Por Richa, PSDB deixa de lançar candidatos no PR
DE CURITIBA
Sob o comando do governador Beto Richa, o PSDB do Paraná deixou de lançar candidatos à prefeitura nas principais cidades do Estado para fortalecer a aliança em torno da reeleição do tucano, em 2014.
O plano incluiu abdicar de candidaturas até na capital Curitiba. Londrina, Maringá, Cascavel e Foz do Iguaçu também não terão candidatos tucanos. Em troca, o partido apoia políticos do PP, DEM, PPS, PSB e PDT, entre outros.
A estratégia rachou o PSDB local. Enquanto Richa sustenta o “respeito” aos partidos aliados, alguns tucanos acusam-no de autoritarismo.
Do ano passado para cá, citam os contrariados, foram extintos diretórios municipais em 128 cidades, substituídos por comissões provisórias -nas quais a escolha de candidatos é feita por cinco membros nomeados pela executiva estadual.
“Fui minha vida inteira do PSDB. O pai de Richa [José Richa] comia quibe lá em casa”, diz Hussein Bakri, ex-prefeito de União da Vitória -onde o diretório também foi extinto- e hoje filiado ao PSC.
Richa rechaça as acusações e diz que não teme a perda de lideranças -o caso mais lembrado é a saída do ex-deputado Gustavo Fruet, hoje postulante à Prefeitura de Curitiba pelo PDT. “O partido vem crescendo. Queremos passar de 40 para 80 prefeitos eleitos neste ano.”
(ESTELITA HASS CARAZZAI)