Juliano Breda toma posse amanhã como novo presidente da OAB/PR

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A sessão solene de posse da nova diretoria da OAB Paraná acontecera amanhã (15) às 19h30, no Teatro Guaíra, em Curitiba. Toma posse como presidente da Seccional, em substituição a José Lucio Glomb, o advogado Juliano José Breda, meu amigo desde os tempos de movimento estudantil. Também tomam posse os diretores eleita para o triênio 2013-2015, os advogados Cássio Lisandro Telles (vice-presidente), Eroulths Cortiano Júnior (secretário-geral), Iverly Antiqueira Dias Ferreira (secretária-geral adjunta) e Oderci José Bega (diretor tesoureiro). Na mesma cerimônia serão empossados os novos conselheiros federais e estaduais, os presidentes das 47 subseções do estado e os advogados que compõem a diretoria da Caixa de Assistência dos Advogados do Paraná (CAA-PR).

Estão confirmadas as presenças dos ministros Paulo Bernardo (Comunicações, do PT) e Aldo Rebelo (Esporte, do PCdoB), do presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, e do prefeito de Curitiba e também advogado Gustavo Fruet (PDT), entre outras autoridades.

Na última gestão participei das comissões de Estudos Constitucionais e e Gestão Pública e Assuntos da Administração, e a experiência é gratificante. Já participei também das comissões de Direito do Terceiro Setor e dos Direitos da Criança e do Adolescente.

Confira a relação dos que serão empossados:

OAB Paraná
Presidente: Juliano José Breda
Vice-presidente: Cássio Lisandro Telles
Secretário-geral: Eroulths Cortiano Júnior
Secretária-geral adjunta: Iverly Antiqueira Dias Ferreira
Tesoureiro: Oderci José Bega

Conselheiros Federais – Titulares
Alberto de Paula Machado
Cesar Augusto Moreno
José Lucio Glomb
Conselheiros Federais – Suplentes
Flavio Pansieri
Helio Gomes Coelho Junior
Manoel Caetano Ferreira Filho

Caixa de Assistência dos Advogados
Jose Augusto Araújo de Noronha – Presidente
Eliton Araújo Carneiro – Vice-Presidente
Maria Regina Zarate Nissel – Secretária-Geral
Luis Alberto Kubaski- Secretário-Adjunto
Fabiano Augusto Piazza Baracat – Tesoureiro
Diretores suplentes:
Claudia Barroso de Pinho Tavares Montanha Teixeira
Iolanda Maria Gomes
José Carlos Dias Neto
Luciana Carneiro de Lara
Mario Jorge Sobrinho

Conselheiros Estaduais titulares
Alexandre Hellender de Quadros
Carlos Roberto Scalassara
Celso Augusto Milani Cardoso
Cicero Jose Zanetti de Oliveira
Ciro Alberto Piasecki
Claudionor Siqueira Benite
Daniela Ballao Ernlund
Edni de Andrade Arruda
Elizandro Marcos Pellin
Eunice Fumagalli Martins e Scheer
Evaristo Aragão Ferreira dos Santos
Fabio Luis Franco
Gabriel Soares Janeiro
Gilder Cezar Longui Neres
Guilherme Kloss Neto
Gustavo Souza Netto Mandalozzo
Helcio Silva Orane
Ivo Harry Celli Junior
João de Oliveira Franco Junior
João Everardo Resmer Vieira
José Carlos Cal Garcia Filho
José Carlos Sabatke Sabóia
Juarez Cirino dos Santos
Juliana de Andrade Colle Nunes Bretas
Lauro Fernando Pascoal
Lauro Fernando Zanetti
Lucia Maria Beloni Correa Dias
Luiz Fernando Casagrande Pereira
Marcia Helena Bader Maluf Heisler
Marilena Indira Winter
Marlene Tissei São José
Neide Simões Pipa Andre
Nilberto Rafael Vanzo
Oksandro Osdival Gonçalves
Paulo Charbub Farah
Paulo Rogerio Tsukassa de Maeda
Rafael Munhoz de Mello
Renato Cardoso de Almeida Andrade
Rita de Cassia Lopes da Silva
Rogel Martins Barbosa
Rogeria Fagundes Dotti
Rubens Sizenando Lisboa Filho
Silvio Martins Vianna
Vera Grace Paranagua Cunha
Wascislau Miguel Bonetti
Conselheiros Estaduais suplentes
Abner Wandemberg Rabelo
Alaim Giovani Fortes Stefanello
Alberto Rodrigues Alves
Alessandro Panasolo
Alexandre Salomão
Aline Graziele de Oliveira
Almir Machado de Oliveira
Clodoaldo de Meira Azevedo
Debora de Ferrante Ling Catani
Dicesar Beches Vieira Junior
Edward Fabiano Rocha de Carvalho
Emerson Gabardo
Emerson Norihiko Fukushima
Estefania Maria de Queiroz Barboza
Fabio Artigas Grillo
Fernando Previdi Motta
Gilberto Tadeu Dombroski
Gilvan Antonio Dal Pont
Graciela Iurk Marins
Henrique Gaede
Joel Macedo Soares Pereira Neto
Julio Martins Queiroga
Leila Cuellar
Leonardo Ziccarelli Rodrigues
Luiz Sergio de Toledo Barros
Mariantonieta Ferraz Portela
Maurício Barroso Guedes
Melissa Folmann
Paulo Giovani Fornazari
Pedro da Silva Queiroz
Regiane de Oliveira Andreola Rigon
Rodrigo Luis Kanayama
Rodrigo Pironti Aguirre de Castro
Valmir de Souza Dantas
Veronica Matulaitis Ratuchenei

Presidentes eleitos nas subseções para o triênio 2013-2015: Continuar lendo

Lula vai para Cuba no lançamento do livro “Os últimos soldados da guerra fria”, de Fernando Morais

images-44O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) viajará para Cuba no dia 28 de janeiro de 2013, para participar da III Conferência Internacional pelo Equilíbrio do Mundo, evento que marca as comemorações dos 160 anos do nascimento do político e escritor cubano Jose Martí. Lula esta totalmente recuperado do câncer e está pronto para concorrer, com sucesso, das eleições de 2014 ou 2018.

Lula participará da Conferência no dia 29 de janeiro. No mesmo dia estará no lançamento do livro “Os últimos soldados da guerra fria”, de Fernando Morais, em um debate com o autor do livro e Ricardo Alarcón, presidente da Assembleia Nacional de Cuba. Se você ainda não leu esse livro, é imperdível.

Uma comparação entre o Diário do Nordeste e O Povo, jornais de Fortaleza, Ceará

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Vou fazer uma comparação entre os jornais Diário do Nordeste e O Povo, edições de domingo, dia 14 de janeiro de 2013. É uma análise de quem não acompanha diariamente os jornais e de quem não é do Ceará, mas estava de passagem.

O Diário do Nordeste é do mesmo grupo da TV Verdes Mares, a TV Globo de Fortaleza. Os dois jornais têm um perfil conservador.

Os dois jornais custam R$ 3,00, empate, portanto.

Para sabermos se um jornal é bom ou ruim a parte da política é a primeira e mais importante a ser analisada.

No jornal O Dia há um colunista, o senhor Lúcio Brasileiro, que defende o golpe militar de 1964, cujo cearense Castello Branco assumiu o poder logo após, e elogia o ex-governador tucano coronel neoliberal Tasso Jereissati (PSDB), que nem conseguiu se reeleger senador em 2010. É tão equivocado que prefere Maradona a Pelé.

O Povo faz um importante debate entre o grupo da ex-prefeita Luizianne Lins (PT) e seu candidato derrotado Elmano Freitas (PT) e o prefeito recentemente empossado Roberto Cláudio (PSB).

A parte política do Diário é mais fraca, não tem um caderno específico, e pareceu defensora da atual gestão do PSB, tanto do governo do Ceará quanto da prefeitura de Fortaleza, contra a gestão da prefeitura que acabou agora, depois de 8 anos.

O Povo tem uma grande vantagem: a figura do Ombudsman.

A parte de notícias do Brasil e do Mundo dos dois jornais é bem fraca.

No Diário há um caderno sobre temas de determinadas regiões do estado do Ceará. Com uma interessantíssima matéria sobre a Coluna Prestes e Luiz Carlos Prestes, o Cavaleiro da Esperança, que passou pela cidade de Crateus, onde há um monumento desenhado por Oscar Niemeyer sobre a Coluna, inclusive com um livro publicado sobre a passagem de Prestes no Ceará com a Coluna.

Os cadernos de empregos e concursos dos dois jornais se equivalem, com relação às matérias e número de empregos e concursos.

O caderno de esportes do O Povo é bem melhor do que o do Diário do Nordeste, com mais páginas, matérias mais interessantes, inclusive uma sobre a Maratona de Fortaleza.

O que há de pior no O Povo é o caderno Buchicho Estrelas, sobre as personalidades da TV, coluna social de Fortaleza de gosto duvidoso e fofocas de baixíssima utilidade. No jornal há ainda o caderno People!, também com coluna social e temas sobre famosos. Um pouco menos pior são os cadernos com as mesmas funções do Diário do Nordeste, o Zoeira (TV) e o Gente (coluna social).

No Diário há uma interessante revista chamada Siará, sobre questões gerais e saúde, com um papel especial. Caderno semelhante tem o Povo (Ciência & Saúde), com menos qualidade gráfica de qualidade editorial semelhante. Ponto para o Diário.

Os classificados dos dois jornais se equivalem, com pequena vantagem para O Povo. Inclusive nos dois há classificados de prostituição, o que já não existe mais faz tempo em jornais de sul e sudeste.

Os cadernos de economia (Povo) e negócios (Diário) também se equivalem.

Não sei se o Povo tem um caderno infantil em outro dia, mas no domingo apenas o Diário tem o caderno chamado Diarinho, parecido com a Folhinha da Folha de S. Paulo. Ponto para o Diário.

Junto com o Diário veio o jornal AL Notícia, da Assembleia Legislativa do Ceará, uma edição de dezembro exaltando o então presidente Roberto Cláudio (PSB), eleito prefeito de Fortaleza. É um absurdo que dinheiro público seja utilizado para fazer propaganda pessoal para os deputados estaduais. Não sei se o AL Notícias também é distribuído no Povo, mas a simples existência desse jornal deveria ser questionada pelo Ministério Público estadual e Tribunal de Contas.

O caderno do Povo “Vida & Arte Cultura” é melhor do que o Caderno 3 do Diário, pois aquele tem mais literatura e uma agenda mais completa. Ponto para O Povo.

Conclusão: O Povo é um pouco melhor do que o Diário do Nordeste. Mas hoje em dia, confie mais em blogs independentes.

Charge: o Paixão não viu as pesquisas favoráveis ao Lula para presidente em 2014?

Hoje na Gazeta do Povo

Quem abre a caixa preta? – Celso Nascimento

Hoje na Gazeta do Povo

Imagine o seguinte: você vai a um posto de saúde e pede para agendar uma consulta. Telefona para o 156 e faz uma simples reclamação. Já o servidor quer calcular o tempo que falta para requerer a aposentadoria. A Urbs, por sua vez, precisa saber quantos passageiros andaram de ônibus em determinado dia. A prefeitura precisa emitir as guias do IPTU e saber quantos são os inadimplentes; ou ainda fazer a folha de pagamentos e controlar o orçamento municipal.

Nos tempos modernos, todos esses serviços são feitos, claro, por computadores que processam softwares desenvolvidos especialmente para cada finalidade. Agora imagine que todos esses serviços de informática estão concentrados numa só empresa, dona dos computadores e dos programas. E imagine também o que acontecerá se, de repente, essa empresa fechar ou a prefeitura romper o contrato com ela. É fácil saber o o resultado: o grau de dependência é tão grande que o colapso será imediato.

Pois este é o caso do ICI (Instituto Curitiba de Informática), instituição de direito privado e administração autônoma, que cobra um dinheirão da prefeitura sem explicar exatamente como gasta. É a isto que se dá o nome de “caixa preta” – difícil de ser aberta porque nem o prefeito tem tanto poder para isso. E agora, Gustavo?

Obrigado pelos mais de um milhão e seiscentos mil acessos ao Blog do Tarso

ICI escolhe novo presidente no próximo dia 15

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Do Blog do Esmael

O conselho deliberativo do Instituto Curitiba de Informática (ICI), uma das caixas-pretas que o prefeito Gustavo Fruet (PDT) prometeu abrir, realizará eleição para escolha de seu novo presidente no próximo dia 15 de janeiro.

O blog apurou que Luís Mário Luchetta, presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, era cotado para assumir o comando do ICI, mas houve mudanças nos planos do Palácio 29 de Março. Outros três nomes “correm por fora” da disputa.

O colegiado do ICI, que é uma Organização Social (OS), tem dez membros. A maioria deles foi indicada, no final de dezembro de 2012, pelo ex-prefeito Luciano Ducci (PSB). A priori, os atuais conselheiros do órgão são homens do ex-mandatário.

Interlocutores do prefeito Gustavo Fruet vêm trabalhando incansavelmente, nos bastidores, para modificar a correlação de forças. A intenção é fazer um aliado presidente. A guerra pelo posto promete ser cruenta.

O ICI é estratégico para a administração municipal, pois, além de consumir boa parte do orçamento público, é quem armazena informações relativas a tributos, folha de pagamento, agendamentos de consultas médicas, etc.

Garibaldis e Sacis vem aí: Lançamento do Pré Carnaval de Curitiba no próximo sábado

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Um das novidades do calendário oficial do Pré Carnaval de 2013 é que pela primeira vez um bairro da cidade receberá o evento. No dia 02 de fevereiro o bloco carnavalesco estará no Sitio Cercado.

Garibaldis e Sacis é formado por artistas curitibanos que desde 1999 realizam o Pré Carnaval na cidade. Desde lá muita coisa mudou. De uma brincadeira de amigos, o evento hoje faz parte do calendário oficial da cidade. De um megafone usado nas primeiras incursões no Largo da Ordem quando reuniam cerca de 100 pessoas, alcançaram no último de 2012 mais de 10 mil pessoas estiveram presentes na festa proporcionada por estes revolucionários da alegria.

2013 vêm com muitas novidades e mais apoios do que em outros anos. No próximo dia 12, para dar o pontapé inicial acontece a Festa à Fantasia do Garibaldis e Sacis, batizada pelo bloco como Grito do Pré Carnaval. Será na Sociedade 13 de maio com o lançamento da camiseta do bloco e a apresentação de novas marchinhas participantes do 3º Concurso de Marchinhas e Zoeiras Carnavalescas do BLOCO GARIBALDIS E SACIS – “Prêmio OLGA ROMERO”! (ver regulamento do concurso)

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CALENDÁRIO OFICIAL DO PRÉ CARNAVAL:

Depois da festa, o bloco sairá oficialmente no domingo, 20 de janeiro, e depois dia 27 e 03 de fevereiro, sempre a partir das 16 horas, no Largo da Ordem.  Como já é tradicional, cada domingo os foliões brincam com um tema diferente.  Confira o calendário:

20 de janeiro – Garibaldis e Sacis Tradicional (Venha com a fantasia de “outros carnavais” Pierrô, Arlequim, Palhaço, etc..)

27 de janeiro – Garibaldis vai à praia (Com chuva ou sol “vamos a La playa”)

02 de fevereiro – Garibaldis e Sacis no bairro Sítio Cercado

03 de fevereiro – Garibaldis e Sacis Invertido – (mulher vai de homem, home vai de mulher porque vale, vale tudo!)

NOVIDADES: SITIO CERCADO RECEBE GARIBALDIS E SACIS

Segundo o músico Marcel Cruz, um dos coordenadores do bloco, “neste ano temos um forte apoio da Fundação Cultural de Curitiba e já acertamos todos os detalhes com a polícia e outros órgãos para garantir a segurança. Vamos desde já, reiniciar a campanha pela paz, conscientizando os foliões para que façam sua parte também.” Nas conversas com a nova gestão da Fundação Cultural de Curitiba, o grupo de artistas que comanda o Garibaldis e Sacis recebeu uma proposta de descentralizar em pelo menos um fim de semana o pré carnaval. Com a proposta aceita, no sábado dia 02, Garibaldis e Sacis realiza pela primeira vez o evento em um bairro da cidade, no Sitio Cercado. “Este é o começo. Queremos incentivar que outros blocos surjam e façam seus pré-carnavais,” explica Marcel

SERVIÇO:

“FESTA A FANTASIA – GRITO DO PRÉ CARNAVAL GARIBALDIS E SACIS”

Será na Sociedade 13 de Maio que fica na Rua Clotário Portugal, 274, bairro do São Francisco. A casa abrirá às 22h e os ingressos custarão R$15 para os que chegarem até as 00h e R$20 para os que chegarem depois.

E PARA QUEM NÃO CONHECE… UM POUCO DA HISTÓRIA DO GARIBALDIS E SACIS: Continuar lendo

Anteprojeto de Lei sobre Terceiro Setor/ONGs. Sou contra

Hoje na Gazeta do Povo

Terceiro Setor

Projeto regulamenta repasses

Documento, que aguarda aval da Presidência, define que dirigentes de associações sem fins lucrativos deverão ter ficha limpa na Justiça

OSNY TAVARES

Chegou à mesa da presidente Dilma Rousseff o anteprojeto de lei que promete regulamentar o repasse de verbas públicas para as entidades do terceiro setor. Entre os pontos mais importantes, o texto define que aportes acima de R$ 600 mil por ano deverão ser fiscalizados por uma auditoria externa; que os salários dos dirigentes serão pagos diretamente pelo governo e respeitarão o teto constitucional; e que estes deverão ter ficha limpa na Justiça.

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Aécio Neves anuncia pré-candidatura ao BBB

Aécio foi flagrado combinando votos com FHC para colocar Alckmin e Serra no paredão

Aécio foi flagrado combinando votos com FHC para colocar Alckmin e Serra no paredão

No The piauí Herald

LEBLON – Pressionado por Fernando Henrique Cardoso, Geraldo Alckmin, Luciano Huck, Otavio Leite e Regina Duarte, o senador Aécio Neves finalmente assumiu sua pré-candidatura. “Cogitei concorrer a prefeito da Cidade da Música, a governador de Ipanema e a presidente do Cordão do Bola Preta. Mas o dever cívico falou mais alto”. Após uma pausa para conter a emoção, Aécio empostou a voz e concluiu: “Serei pré-candidato ao elenco do Big Brother Brasil“.

A notícia se espalhou rapidamente. Do bar do hotel Fasano, no Arpoador, aos quiosques de água de coco do Leblon não se falava em outra coisa.

Merval Pereira foi visto assinando o pacote pay-per-view do BBB. Inconformado, José Serra candidatou-se à Fazenda de Verão.

Procurado pela reportagem do piauí Herald para comentar o assunto, o ex-presidente em exercício Lula demonstrou estupefação: “Aécio? Quem é esse rapaz? Vai jogar no Corinthians?”, perguntou.

Pelo twitter, Pedro Bial negou sua candidatura ao governo de Minas.

Charge: Lula e Dilma dominam o Paraná

Charge de hoje do Benett na Gazeta do Povo

Charge de hoje do Benett na Gazeta do Povo

Veja o post Lula e Dilma são franco favoritos para a presidência, no Paraná

Falta de transparência no ICI: venho avisando há anos. TC: antes tarde do que nunca

No limbo: Fruet ainda não indicou nova direção do instituto, localizado no Cabral. Foto de André Rodrigues/Gazeta do Povo

No limbo: Fruet ainda não indicou nova direção do instituto, localizado no Cabral. Foto de André Rodrigues/Gazeta do Povo

Veja matéria de hoje na Gazeta do Povo

Falta de informações sobre o ICI põe prefeitura da capital na mira do TC

Instituto Curitiba de Informática recebeu R$ 150 milhões do município em 2012; situação prejudica acesso a informações

Por KARLOS KOHLBACH

O prefeito Gustavo Fruet (PDT) terá de correr contra o tempo para evitar problemas da prefeitura com o Tribunal de Contas do Estado (TC). Isso porque a gestão passada, de Luciano Ducci (PSB), não prestou informações ao tribunal sobre os contratos mantidos com o Instituto Curitiba de Informática (ICI) – o prazo é até fevereiro de 2013. Sem os dados, o cidadão e os demais órgãos de controle não têm como saber a destinação final de R$ 150 milhões repassados pela prefeitura ao ICI ao longo do ano passado.

Diante da falta de informações, o TC deve encaminhar já neste mês ofício para a administração municipal cobrando explicações. Se persistir o problema, a prefeitura pode sofrer penalidades podendo até deixar de receber recursos públicos por causa de pendências com o tribunal. Elias Gandour Thomé, da Diretoria de Análise de Transferências (DAT) do TC, informou que ICI e prefeitura não alimentaram o Sistema Integrado de Transferências (SIT), modelo de transparência implantado pelo tribunal em 2012.

Necessariamente, porém, a prefeitura deve dar o primeiro passo, para só depois o instituto inserir as informações sobre os gastos realizados para cumprir os contratos. “Eles têm até fevereiro de 2013 para prestar informações sobre os contratos de gestão, caso contrário poderão sofrer penalidades como, por exemplo, deixar de receber recursos públicos”, disse Thomé. Segundo ele, como a implantação do SIT é recente, as regras têm sido mais flexíveis até para que os gestores aprendam a lidar com o sistema do tribunal.

Com uma semana de gestão, Fruet ainda não indicou ninguém para comandar o ICI, que é responsável pelo desenvolvimento de dezenas de sistemas de informática que ajudam a manter os serviços da prefeitura. Os nomes para o instituto devem ser anunciados pelo prefeito nesta semana.

Custo

Os contratos mantidos com o ICI em 2012 custaram R$ 10,7 milhões por mês para a administração municipal. O montante representou 2,8% do orçamento da prefeitura, que foi de R$ 5,1 bilhões. A aplicação destes recursos e a execução dos contratos são fiscalizados pela secretaria municipal de Administração e, desde 2005, também pelo TC, que desde então tem aprovado as contas do ICI.

Pelas regras do SIT, explica Thomé, o ICI deve, por exemplo, informar ao TC quem são as empresas subcontratadas para prestação de serviços previstos no contrato com a prefeitura. O diretor-presidente do ICI, Renato José de Almeida Rodrigues, disse à Gazeta do Povo que o ICI tem pouco mais de mil fornecedores ativos, mas que não pode divulgar a relação dessas empresas por se tratar de uma relação privada. “O ICI é uma empresa privada e mantém relações privadas com as subcontratadas que lhe prestam serviços e ainda por não ter autorização de seus fornecedores para divulgação”.

Ele explica que os recursos vindos da prefeitura foram usados no desenvolvimento e manutenção de quase 200 sistemas de informática que são utilizados diariamente pela prefeitura. E que o custo para a administração do município é inferior ao praticado no mercado. O presidente cita ainda serviços como o 156, um dos principais canais de comunicação com o cidadão, e a capacitação e treinamento de funcionários, entre outras atividades.

Instituto mapeia quase todos os curitibanos

O Instituto Curitiba de Informática (ICI) gera uma quantidade imensa de informações que podem ser úteis para uma boa gestão na prefeitura de Curitiba. Os potentes bancos de dados mantidos pelo instituto são ferramentas que permitem elaborar planos de governo específicos para solução de eventuais problemas na cidade.

Para se ter uma ideia do detalhamento de informações, com 72 horas de vida, uma criança recém-nascida num hospital de Curitiba já tem os dados cadastrados nos bancos de dados desenvolvidos pelo ICI e mantidos pela prefeitura. Se anos depois essa mesma criança morrer, e for enterrada no cemitério municipal, um servidor da prefeitura vai acessar um sistema do ICI para encontrar um túmulo vago.

Ao longo de toda a vida, praticamente todos os moradores de Curitiba, nascidos aqui ou não, terão seus dados pessoais inseridos nos sistemas de informática da prefeitura. A explicação é simples. Quase 100% de todos os serviços disponibilizados pela prefeitura de Curitiba, de diferentes 34 secretarias, passam pelos sistemas do ICI.

Apesar desses serviços, a prefeitura e o ICI são constantemente alvos de críticas. Na última eleição, o ICI foi criticado pela falta de transparência e falaram em “caixa-preta”. “Não existe caixapreta. Muitas pessoas desconhecem o serviço prestado”, rebate o diretor-presidente do ICI, Renato José de Almeida Rodrigues.

Os contratos entre a prefeitura e o ICI, que vêm desde 1998, diz ele, podem ser rompidos a qualquer momento – sob a simples justificativa de “razões de interesse público”, como está descrito nos contratos. Na prática, se os serviços prestados pelo ICI para a prefeitura forem cortados há risco da administração entrar em colapso, tamanha é a “dependência” aos sistemas desenvolvidos pelo ICI.

Futuro

Fruet diz que vai manter uso do órgão, mas com mais transparência

O prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), adiantou, antes mesmo de tomar posse, que vai fazer uso do Instituto Curitiba de Informática (ICI) durante a sua gestão na prefeitura da capital. Porém, ressaltou que pretende dar mais oxigenação e transparência aos dados colhidos pelos sistemas do ICI e acompanhar de perto, “de dentro do gabinete”, os serviços contratados.

“O ICI é um instrumento muito importante e indispensável para a gestão. Com a base de georreferenciamento que eles têm nos permite uma visão das necessidades da cidade”, disse Fruet. Um dos projetos que o órgão está desenvolvendo diz respeito à Copa do Mundo de 2014. O instituto trabalha na implantação da tecnologia 4G e no desenvolvimento de ferramentas para monitorar um raio de 2 km em torno do estádio da Arena da Baixada.

Já a secretaria de Governo na gestão anterior informou que o volume de informações contidas no banco de dados é tamanho que é muito difícil quantificar o que é divulgado. E que grande parte dos dados gerados pelo ICI está disponível nos sites de cada secretaria e no portal da transparência da prefeitura.

O diretor-presidente do ICI, Renato José de Almeida Rodrigues, afirmou que como neste caso o instituto presta serviço para a prefeitura de Curitiba, caberia ao município a decisão de divulgar os dados. “Por força dos contratos de gestão, as informações pertencem à prefeitura de Curitiba. Portanto, a decisão de publicá-los é do município”, disse.

Nova gestão desconhece problema e antiga nega pendência

A falta de informações da prefeitura de Curitiba junto ao Tribunal de Contas do Estado (TC) sobre os contratos com o Instituto Curitiba de Informática (ICI) ainda não são do conhecimento da nova equipe comandada pelo prefeito Gustavo Fruet (PDT). O secretário de Planejamento e Administração, Fábio Scatolin, afirmou que quando chefiou a equipe de transição não recebeu informações sobre a situação, mas adiantou que representantes da prefeitura irão ao TC para se interar do caso.

“Não é do meu conhecimento. Quando o TC retomar as atividades vamos imediatamente entrar em contato para saber desta situação envolvendo os contratos com o ICI. Vamos nos interar e cumprir esta determinação do TC”, disse Scatolin.

O diretor-presidente do ICI, Renato José de Almeida Rodrigues, afirmou que quando o instituto for questionado irá informar ao TC porque não abasteceu o SIT. Ele sustenta que o ICI “não recebe recursos por meio de transferências financeiras, e sim, por intermédio de Contratos de Prestação de Serviços ou Contratos de Gestão”. E ressalta que todas as contas do ICI foram aprovadas pelo tribunal.

A assessoria do ex-prefeito Luciano Ducci (PSB) também informou que os repasses não se caracterizam transferências. Fábio Conte, assessor técnico da secretaria municipal da Administração, explicou que a prefeitura presta todas as informações dos contratos com o ICI num sistema chamado SIM-AM – que seria superior ao SIT. A assessoria esclareceu ainda que no mês de dezembro o TC forneceu uma certidão liberatória que atesta que a administração municipal está em dia com o tribunal – não havendo nenhuma pendência.

O TC, no entanto, mantém o entendimento de que tanto a prefeitura quanto o ICI devem abastecer o SIT e não o SIM-AM.

Publicidade escorrendo pelas torneiras

governo da propaganda

Por Manoel Ramires – jornalista Sismuc

Os cofres do governo do estado estão abertos. O dinheiro dos impostos parece escorrer pelas torneiras dos paranaenses. No entanto, os reais investidos pelo governador Beto Richa não são para incentivar a indústria paranaense, financiar o campo, resolver problemas estruturais e gerar empregos. O destino desta verba é utilizado em publicidade para que os paranaenses acreditem que algo estaria sendo feito. Isso não seria o conto do vigário?

O ano de 2013 mal começou e a busca pela reeleição estadual veio com força. No primeiro domingo do ano o jornal de maior circulação do estado estampava publicidade oficial do Governo do Paraná com palavras de efeito e falta de conteúdo ou informação. O mesmo ocorre em spots na televisão em que propagandas enaltecem a figura do paranaense, mas escondem a falta de realizações na saúde como construção de hospitais, o rebaixamento da nota no IDEB e explicação sobre fotos postadas nas redes sociais com UPS fechadas no fim de ano e feriados.

Os tucanos não estão para brincadeira. Se de um lado dizem que não poderão subsidiar os R$ 23 milhões do transporte coletivo de Curitiba, atrapalhando o governo Gustavo Fruet, de outro, fazem purpurina com o programa “Morar Bem Paraná”, versão estadual do “Minha Casa, Minha Vida” cujos recursos são exclusivos do Governo Federal. A façanha fez até a presidenta Dilma Rousseff cobrar explicações do ministro Aguinaldo Ribeiro (Cidades) e do presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, segundo a Folha de São Paulo.

Diante disso, é papel dos deputados estaduais e federais aumentarem a fiscalização do governo local. Questionar e fazer perdidos de informações detalhadas sobre os programas desenvolvidos no Paraná e com dinheiro de quem, indagar quanto está sendo gasto a mais com propaganda e, se for o caso, exigir que se feche a torneira. Os deputados não se podem apenas dar ao luxo de dar twitadas ironizando o “governo que inaugura placas”. É papel deles também propor e brigar pela melhoria do serviço prestado ao povo agora e não apenas em 2014.

Direito, Política, Futebol e BBB13

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Em época de férias e falta de assunto, vejam o que as notas políticas da Gazeta do Povo de domingo publicou:

Da Câmara para o BBB

Uma das seis participantes da Casa de Vidro, que serve como seleção para o Big Brother Brasil 13, é uma velha conhecida do recém-eleito presidente da Câmara de Vereadores de Curitiba, Paulo Salamuni (PV). Kelly Baron, 26 anos, trabalhou como secretária do vereador entre 2006 e 2008. Formada em Direito, ela já foi miss Paraná (2006), musa do Coritiba (2009) e uma das cinco finalistas do concurso Garota Verão 2010, promovido pela Gazeta do Povo. Salamuni diz que está na torcida pela ex-funcionária. “Quando ela ganhar uma bolada, aí eu é que viro assessor dela”, disse.

Pronto, a Gazeta do Povo juntou política, futebol, direito, mulher bonita e Big Brother Brasil 13. Querendo aumentar a audiência?

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A Miss Curitiba 2006, Kelly Baron, com o então prefeito de Curitiba, Beto Richa, e suas adversárias

Com o nosso dinheiro, Beto Richa faz propaganda de seu governo na capa da Gazeta do Povo

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“Nunca antes na história” do Paraná um governador gastou tanto com publicidade como Beto Richa (PSDB). Mas hoje ele exagerou. Na capa do jornal de domingo, logo abaixo do nome do jornal, acima da própria manchete! É um absurdo! Com o nosso dinheiro! É duplamente imoral: gasta dinheiro público para se auto-promover e ainda gasta muito dinheiro com o jornal de maior circulação do Paraná. Quer comprar apoio para 2014?

E será que é por causa desses gastos que as TVs, rádios e blogs do Paraná estão fazendo propaganda disfarçada para Beto Richa e atacando seus adversários? Até blogs que antes pareciam independentes agora parecem que foram comprados!

E Gazeta do Povo: francamente! Propaganda do governo é mais importante do que a manchete do jornal? Eu, como Ombudsman informal do jornal, sou obrigado a criticar!

Folha de S. Paulo critica criação de empresas estatais por Lula e Dilma. O jornal defende as privatizações e terceirizações ilícitas

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O jornal Folha de S. Paulo de hoje, acusado justamente desde o governo do presidente Fernando Hernqiue Cardoso (PSDB) de ser um folhetim tucano defensor do neoliberalismo, em matéria de capa, critica os governos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e da presidenta Dilma Rousseff (PT), pela criação de empresas estatais “que não geram receita”.

Ou o jornal é muito despreparado ou atua com má-fé.

A Folha informa que Lula e Dilma criaram dez empresas estatais, e que apenas a Hemobrás (fundada em 2004 para fabricar e vender medicamentos derivados do sangue) gera receita suficiente para financiar seus investimentos e operações.

Diz o jornal tucano que as demais ou não saíram do papel ou são mantidas com recursos do orçamento.

Lista a EPL (Empresa de Planejamento e Logística), a EPE (Empresa de Pesquisa Energética), a EBC (Empresa Brasil de Comunicação), o Ceitec (Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada), a EBSERH (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), a Amazul (Amazônia Azul Tecnologias de Defesa), a PPSA (para explorar o petróleo do pré-sal), a ABGF (para garantir obras de infraestrutura) e a Empresa Brasileira de Legado Esportivo.

A Folha de S. Paulo é uma defensora das privatizações e terceirizações, e junto com os tucanos FHC, José Serra, Geraldo Alckmin, Aécio neves e Beto Richa, gostariam que todas as empresas estatais fossem vendidas, inclusive a Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, inclusive a Copel e a Sanepar do Paraná.

Mas por que a Folhe age com despreparo ou má-fé?

Por exemplo, a EBSERH (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares) foi criada para gerir hospitais público-estatais federais por todo o Brasil.

A Folha e os tucanos gostariam que esses hospitais fossem privatizados e fossem geridos por organizações sociais – OS, as quais entendo que são inconstitucionais, e ainda em 2013 o STF pode tomar uma decisão nesse sentido.

Lula e Dilma não querem privatizar via OS, querem que os hospitais sejam geridos pela Administração Pública indireta, realizando concurso público, licitação e sofrendo o controle social.

A EBSERH nunca vai deixar de sobreviver com dinheiro do orçamento público. Ela vai ser sustentada com dinheiro público para que os cidadãos possam continuar a não pagar pela saúde pública.

A tendência é que a EBC (Empresa Brasil de Comunicação) também sempre receba dinheiro público. A Constituição exige que exista TV pública e estatal. A Folha e os tucanos gostariam que existissem apenas TVs e rádios privadas no Brasil, onde quem manda são os patrocinadores. Na TV Estatal quem manda é o governante democraticamente eleito e o cidadão.

Portanto, empresas estatais não existem apenas para prestar serviços remunerados para o cidadão e remunerados pelo cidadão, como o Banco do Brasil, Copel e Petrobras. Várias empresas existem para prestar serviços não remunerados para o cidadão ou prestar serviços para a própria Administração Pública. Tudo para evitar privatizações e terceirizações inconstitucionais. Por exemplo, no paraná quem presta serviços de informática para o Estado é a Celepar, uma empresa estatal.

Mas a Folha e os tucanos odeiam a ideia da existência das estatais. Porque defendem os interesses de grande empresas multinacionais que querem tomar conta do Brasil, como ocorreu na década de 90 no Brasil, com os governos dos Fernandos I e II (Collor e FHC).

Rezemos para que Aécio Neves (ou qualquer outro neoliberal privatizador) não se eleja presidente em 2014.

Lula e Dilma são franco favoritos para a presidência, no Paraná

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Hoje na Gazeta do Povo, pesquisa mostra que tanto a presidenta Dilma Rousseff (PT) quanto o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), considerado o melhor presidente do Brasil de todos os tempos, ganham de lavada a eleição presidencial, no Estado do Paraná. Vencem fácil Marina Silva (sem partido), Eduardo Campos (PSB), Joaquim Barbosa (ministro do STF, considerado o político do ano em 2012) e os tucanos neoliberais conservadores de direita Aécio Neves (que fugiu do bafômetro do Rio de Janeiro), Geraldo Alckmin, José Serra e Alvaro Dias, todos do PSDB.

O apoio de Lula e Dilma será essencial para a vitória de Gleisi Hoffmann para governadora em 2014, contra Beto Richa (PSDB).

Por favor 2014, chega logo!

Luis Fernando Verissimo voltou

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Na Gazeta do Povo

Desmoronando

Luis Fernando Verissimo

O prédio de lata estava desmoronando e eu estava dentro dele, desmoronando também. Caía de bruços como um super-herói que esqueceu como voar, com a cara virada para o chão, ou para o saguão do prédio, que se aproximava rapidamente. Se eu me espatifasse no saguão, certamente morreria, pois seria soterrado pela lataria em decomposição que acompanhava meu voo. O fim do sonho seria o meu fim também. Mas a queda era interrompida, a intervalos, como naquelas lojas de departamento em que o elevador parava, o ascensorista abria a porta e anunciava: “lingerie”, “adereços femininos” etc. Levei algum tempo para me dar conta que aquelas paradas não eram apenas para interromper o terror da queda. Eram oportunidades de fuga.

O sonho me oferecia alternativas para a morte, se eu fizesse a escolha certa. Ou então me dava um minuto para pensar em todas as escolhas erradas que tinham me levado àquele momento e à morte certa: os exageros, os caminhos não tomados e as bebidas tomadas, as decisões equivocadas e as indecisões fatais, o excesso de açúcar e de sal, a falta de juízo e de moderação. Não posso afirmar com certeza, mas acho que ouvi o ascensorista fantasma dizer, em vez de “lingerie” e “adereços femininos”, “desce aqui e salva a tua alma” ou “pense no que poderia ter sido, pense no que poderia ter sido…” As paradas não eram para diminuir o terror, as paradas eram parte do terror! Eu não tinha tempo nem para a fuga nem para a contrição. E o saguão se aproximava. Decidi me resignar. É uma das maneiras que a morte nos pega, pensei: pela resignação, pela desistência.

Meu corpo não me pertencia mais, era parte de uma representação da minha morte, o protagonista de um sonho, absurdo como todos os sonhos. Talvez a morte fosse sempre precedida de um sonho como aquele, uma súmula de entrega e renúncia à vida, mais ou menos dramática, conforme a personalidade do morto. Um sonho com anjos e nuvens rosas ou um sonho de destruição, como eu merecia. Eu nunca saberia por que meu sonho terminal fora aquele, eu desmoronando junto com um prédio de lata. Nossas explicações morrem com a gente.

No fim do sonho me espatifei no chão do saguão e esperei que o prédio caísse nas minhas costas. Em vez disso, ouvi a voz do Dr. Alberto Augusto Rosa me perguntando se eu sabia onde estava. “Hospital Moinhos de Vento”, arrisquei. Acertei. Lá juntaram as minhas partes, me espanaram e me mandaram para casa. E eu não disse para ninguém que deveria estar morto.

Nota de Flavia Holleben Piana, filha da vereadora Ana Maria Holleben

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NOTA

Agradeço a todas as pessoas que por diversos meios tem se preocupado em manifestar solidariedade nesta hora tão grave para mim, para minha mãe, para toda minha família.

O que é preciso lhes dizer neste momento é que mais do que como filha, como cidadã e militante politica sinto-me profundamente triste e indignada ao perceber que, também neste caso, a imprensa, os poderosos, os mais fortes, os que não suportam o evidente êxito de uma politica a qual minha mãe dedicou-se a vida inteira, não medem esforços para macular toda uma trajetória de vida por conta de um episódio ainda não devidamente esclarecido.

Ana Maria ainda não foi ouvida, sua prisão é manifestamente ilegal, atropela direitos e garantias constitucionais e viola as mais comezinhas leis de direito penal e processual penal – o que vem se tornando triste rotina com a recente judicialização da atividade politica e parlamentar.

Espero e confio no desenrolar das investigações sem as pressões que até o momento vêm massacrando uma pessoa que, há mais de trinta anos, e em seu terceiro mandato seguido como vereadora pelo PT, não ostenta nenhum patrimônio que não seja o moral.

Conforta-me neste momento além das manifestações de solidariedade a que já me referi, a limpidez de sua trajetória e biografia politica, e sua diuturna dedicação sempre em prol do povo oprimido e sem voz.

Veja ainda:

Jurista entende que prisão em flagrante de vereadora de PG foi ilegal

Polícia de Beto Richa prende em flagrante vereadora ainda sedada e com estado de saúde “delicado”

Jurista entende que prisão em flagrante de vereadora de PG foi ilegal

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O advogado criminalista Francisco Monteiro Rocha Júnior, Doutor pela UFPR e Professor de Direito Penal e Processo Penal, entende que a prisão em flagrante, ainda no hospital, da vereadora de Ponta Grossa/PR, Ana Maria Branco de Holleben (PT), realizada no dia 3 (quarta-feira) pela Polícia Civil sob o comando do governador Beto Richa (PSDB), foi ilegal. O Blog do Tarso já havia questionado a prisão em post, clique aqui.

Segundo o jurista, não houve crime por parte da vereadora, e mesmo se tivesse ocorrido, não seria caso de prisão em flagrante.

A prisão em flagrante exige que os crimes estejam ocorrendo no momento da prisão. O que seria impossível, explica o advogado, no que diz respeito aos crimes de fraude processual e de auto-acusação falsa de crime, visto que, mesmo que a vereadora os tivesse cometido, já estariam exauridos no momento da prisão.

Quanto ao crime de quadrilha, que em tese comportaria a prisão em flagrante pelo fato de se constituir em um crime permanente, cuja execução se prolonga no tempo, tampouco seria a prisão legal. Como explica o jurista, a quadrilha se constitui na reunião de pessoas, com estabilidade, para o fim de cometerem crimes. E não existe, evidentemente, quadrilha para o fim de praticar uma série de auto-acusações falsas de crime, ou uma série de fraudes processuais.

O advogado acredita que sequer a hipótese de cometimento dos crimes de auto-acusação falsa e de fraude processual tenham ocorrido. “Fraude em que processo?” indaga o jurista. “E foi ela quem comunicou o seqüestro às autoridades?”, hipótese na qual, poderia, em tese haver o crime de auto-acusação falsa.

Seria mais uma trapalhada do governo Beto Richa (PSDB)? Com a palavra a polícia.

Por favor 2014, chega logo!