Após pressão dos trabalhadores o prefeito de São Paulo Fernando Haddad acaba com privatização da saúde via OS

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O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), acabou com a privatização via Organização Social da Saúde (OSS) do Ambulatório de Especialidades do Jardim Peri-Peri

Trabalhadores organizados pelo Sindsep – Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública e Autarquias no Município de São Paulo, iniciaram greve e conseguiram que a entidade privada Fundação Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FFMUSP), qualificada como OS, deixe de gerir o ambulatório

 em 90 dias.

Agora o Sindsep quer o fim de todas as privatizações via OS.

O Tribunal de Contas do Município de São Paulo – TCM/SP analisou 5 de 28 contratos de OSs e todos os analisados estavam comprometidos e inadequados quanto ao uso da verba de forma irregular.

Além disso o TCE/SP fez um estudo e aponta que a privatização via OS é mais cara e menos eficiente.

Parabéns prefeito pelo fim dessa privatização inconstitucional.

Foto do dia: Haddad é o cara!

Prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, recebe João Pedro Stédile do MST

Prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), recebe João Pedro Stédile do MST

Nos 100 dias como prefeito, aprovação de Fernando Haddad (PT) em São Paulo é bem maior do que seus dois antecessores

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Em pesquisa do Datafolha divulgada pela Folha de S. Paulo.

 

Haddad vai privatizar alguns serviços de saúde, mas apenas temporariamente e em caráter emergencial

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O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), vai celebrar convênios com a iniciativa privada para tentar reduzir a fila de espera na rede municipal de saúde. Graças à incompetência das gestões dos ex-prefeitos José Serra (PSDB) e Gilberto Kassab (PSD), são 661 mil pedidos de consultas, exames e cirurgias que estão na fila do serviço médico da prefeitura (em outubro de 2012). A incompetência neoliberal fez com que, por exemplo, um procedimento de eletroneuromiograma (diagnostica problemas em músculos e nervos) demora até 35 meses para ser feito; e uma ultrassonografia transvaginal (detecta câncer de ovário) tem 72.517 pedidos na fila e demora de seis meses.

O prefeito petista, que não pretende realizar um governo neoliberal-gerencial, quer realizar as parcerias apenas emergencialmente, com verba de programa do Ministério da Saúde para reduzir filas de espera. São R$ 90 milhões para todo o estado de São Paulo que o governo da presidenta Dilma Rouseff (PT) encaminhará.

Haddad é contra o modelo das organizações sociais – OS (privatização via Terceiro Setor) e fará a privatização emergencial apenas até funcionar a Rede Hora Certa, que implementará 31 unidades de saúde.

Segundo a Folha de S. Paulo, o professor do departamento de Medicina Preventiva da USP, Mário Scheffer, é contra qualquer privatização, pois segundo ele há risco de usuários do SUS serem tratados de forma pior do que os pacientes particulares na rede privada, já que o valor repassado pela prefeitura para os atendimentos é menor. Antônio Carlos Lima (conselheiro municipal de saúde e diretor do sindicato dos servidores municipais) entende que essas medidas paliativas não são ideais, pois defende o investimento em projetos permanentes de forma rápida.

Entendo que a terceirização apenas em situação temporária é possível, desde que em paralelo sejam criadas estruturas estatais com servidores concursados.

Uma ótima medida de Haddad, em defesa da transparência, pretende tornar os dados da fila da saúde públicos e respeitará a Lei de Acesso à Informação.

Haddad não vai privatizar a saúde via OS e pode rescindir alguns contratos

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O prefeito eleito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), acabou de dizer ao vivo no programa Roda Viva da TV Cultura que não vai privatizar a saúde via organizações sociais – OS. Declarou ainda que pode rescindir alguns contratos de gestão que não estiverem regulares, segundo o Tribunal de Contas.

Parabéns prefeito Haddad! Dá um ótimo exemplo para prefeitos neoliberais que privatizam os hospitais públicos de forma inconstitucional. Inclusive alguns que se dizem de centro-esquerda.

Haddad aprendeu bem com o professor de Direito Administrativo Celso Antônio Bandeira de Mello.

Prefeito eleito Fernando Haddad já escolheu a maioria dos secretários em São Paulo

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O prefeito eleito de São Paulo, Fernando Haddad (PT) já escolheu a maioria dos seus secretários:

Antonio Donato Madormo (Governo)

Marcos de Barros Cruz (Finanças)

Leda Maria Paulani (Planejamento)

Luis Fernando Massonetto (Negócios Jurídicos)

Fernando de Mello Franco (Desenvolvimento Urbano)

José de Filippi Junior (Saúde)

Jilmar Tatto (Transportes)

Eliseu Gabriel (Desenvolvimento Econômico e Trabalho)

Francisco Macena (Coordenação das Subprefeituras)

João Antonio (Relações Governamentais)

Netinho de Paula (Promoção da Igualdade Racial)

Luciana Temer (Assistência Social)

Marianne Pinotti (Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida)

Cesar Callegari (Educação)

Celso Jatene (Esporte, Lazer e Recreação)

Rogério Sottili (Direitos Humanos)

Leonardo Barchini (Relações Internacionais)

Nunzio Briguglio Filho (Comunicação)

Denise Motta Dau (Políticas para as Mulheres)

Paula Motta Lara (Controle Urbano)

Roberto Trípoli (Verde e Meio Ambiente)

Juca Ferreira (Cultura)

Sua vice é Nádia Campeão, do PCdoB.

Haddad não vai privatizar a saúde via OS

Da Rede Brasil Atual, divulgada por Luis Nassif

Haddad diz que novas unidades de saúde em São Paulo terão administração pública

Prefeito eleito apresentou seus futuros secretários dos Transportes, Jilmar Tatto, e da Saúde, José de Filippi Júnior, ambos deputados federais pelo PT paulista

Por: Raimundo Oliveira, da Rede Brasil Atual

São  Paulo – O prefeito eleito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), reafirmou em entrevista coletiva no final da tarde de hoje (14) que novas unidades de saúde construídas pela prefeitura durante sua gestão serão administrada pelo poder público. Ao anunciar os novos secretários de Saúde e de Transportes, ele esclareceu ainda que um provável aumento no valor da tarifa de ônibus no transporte público no próximo não deverá ficar acima da inflação.

Questionado pelos jornalistas presentes ao anúncio, Haddad voltou a um debate surgido durante o segundo turno da campanha eleitoral para afirmar que não tem nenhum problema em relação às Organizações Sociais de Saúde (OSS), que administram hospitais e unidades saúdes no estado e na cidade, e que algumas delas prestam serviços de excelente qualidade, mas reiterou a necessidade de fazer ajustes. “O sistema de regulação entre estado e município, por exemplo, não conversa, e aí tem um absenteísmo tremendo, em cerca de 30% das consultas as pessoas faltam. Na contratação dos médicos não há padrão, não tem um mecanismo para evitar canibalismo entre as OSS”, disse.

Haddad também afirmou que até que seja encontrado um padrão ideal de atuação pelas OSS, novas unidades de saúde terão exclusivamente administração pública. “Tem uma série de providências que devem ser tomadas (na área da Saúde). No caso de unidades de atendimento, se formos ampliar com centro cirúrgico e diagnóstico por imagem talvez não seja recomendado que seja pelo atual sistema de gestão.Vamos buscar eficiência”, disse.

Secretários

Ele explicou que a escolha dos deputados federais Jilmar Tatto e José de Filippi Júnior, respectivamente para as pastas de Transportes e de Saúde, foi uma decisão pessoal, tomada em função das qualidades em gestão pública dos indicados Tatto foi secretário de Transportes na gestão de Marta Suplicy (PT) à frente da prefeitura de São Paulo (2001 a 2004) e também comandou as pastas de Abastecimento, Implantação das Subprefeituras e de Governo. Filippi Júnior foi três vezes prefeito de Diadema (entre 1993 e 1996, de 2001 a 2004 e de 2005 a 2008). “Ele [Tatto] foi um dos responsáveis pela implantação do Bilhete Único na cidade, pelos corredores de ônibus durante o governo da Marta. Conheço o trabalho do Filippi e do Tatto, sou admirador dos dois”, disse.

Segundo ele, a orientação agora é que o vereador petista Antonio Donato, futuro secretário de Governo e coordenador da equipe de transição, coloque Tatto e Filippi em contato com os atuais secretários de Transportes e da Saúde para que eles se informem sobre as pastas e sobre os programas e projetos em andamento. Na área de Transportes, por exemplo, Haddad citou as licitações em andamento para a construção de 66 quilômetros de corredores e as parcerias entre a prefeitura e o governo estadual nas obras de construção do monotrilho e de linhas do Metrô.

Imagem do dia: postes iluminados

Panfleto do PT critica parcerias na saúde

Hoje na Folha de S. Paulo

Corrente minoritária do partido distribui material em que propõe fim de contratos com organizações sociais

Campanha do petista afirma que conteúdo dos folhetos não representa posição da campanha de Haddad

DE SÃO PAULO

Panfleto editado por uma corrente do PT pede votos para Fernando Haddad (PT) dizendo que, com ele eleito, haverá o “fim das organizações sociais” no sistema municipal de saúde de São Paulo.

O texto, é assinado por integrantes do diretório da sigla e tem data de 23 de outubro. Ele começa com uma convocação: “[Vamos] Levar o PT à prefeitura para salvar a saúde. Dia 28 votar 13 pelo fim das Organizações Sociais em São Paulo”.

O coordenador-geral da campanha de Haddad, Antonio Donato, diz que o texto foi produzido por uma corrente minoritária do PT que historicamente defende o fim das OSs. Ele afirma que o material não representa a posição da campanha nem a de Haddad, que tem dito que manterá as OSs.

“A vitória de Haddad do PT, derrotando o Serra do PSDB, é o caminho que o povo trabalhador da cidade tem para prosseguir e reforçar sua luta por serviços públicos, em particular da saúde”, diz o texto. Ele diz ainda que o PT já havia decidido pelo fim das OSs em junho deste ano.

“O encontro municipal do PT de São Paulo definiu a situação e decidiu: ‘A saúde está entregue ao setor privado, onde proliferam as organizações sociais. O governo do PT deve reverter essas privatizações. Os equipamentos e serviços de saúde devem ter gerência pública”, afirma.

A posição do PT sobre o tema foi trazida ao centro do debate eleitoral pelo adversário de Haddad, José Serra (PSDB). Com base num trecho do programa de governo do petista, Serra passou a afirmar que, se eleito, o rival irá acabar com as OSs.

Hoje, o sistema municipal de saúde mescla unidades administradas pela prefeitura e pelas OSs, entidades privadas sem fins lucrativos, como o Albert Einstein.

Serra defende as OSs e diz que, sem elas, o sistema entraria em colapso.

Após os ataques do rival, Haddad deu duas explicações sobre o tema. Primeiro, disse que faria concurso público nos hospitais geridos por OSs -o que contraria a lógica das organizações. Depois, que manteria o sistema atual, mas ampliaria a fiscalização. Ele acusou o Serra de fazer “terrorismo” com o tema.

O panfleto critica o recuo de Haddad. “É um equívoco achar que a situação pode melhorar com fiscalização”. “O sangue do PSDB tem a marca da privatização. (…) Com a vitória do PT podemos reverter essa situação.”

O texto termina dizendo que, Haddad eleito, é preciso mobilização para que ele “cumpra a decisão partidária de fim das OSs”.

Donato afirmou que não poderia proibir a corrente do partido de manifestar opinião. “Mas a posição deles não prevaleceu. Ela não expressa a decisão da campanha nem a de Haddad.”

Sindicalistas farão encontro pelo fim das OSs

FABIO LEITE
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Sindicatos ligados ao PT farão em novembro um encontro nacional para definir ações da campanha pelo fim das OSs (Organizações Sociais) no país.

O evento será no dia 24 em São Paulo e reunirá ativistas na área da saúde e militantes petistas.

Em 2011, um primeiro encontro em Florianópolis (SC) resultou num abaixo-assinado, com mais de dez mil adesões, entregue ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, pedindo a revogação da lei federal que criou as OSs, em 1998.

Os organizadores são os mesmos que divulgaram panfleto pedindo voto no candidato do PT a prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, “pelo fim das organizações sociais”. O grupo considera que a gestão de hospitais por OSs é a “privatização da saúde”.

“Nós queremos acabar com as organizações sociais e vamos tentar convencer o Haddad porque só ele pode mudar isso”, disse João Batista Gomes, secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Municipal.

Haddad prometeu manter os contratos após José Serra (PSDB) dizer que ele iria rompê-los se eleito.

Manifesto dos Juristas com Haddad

Clique na imagem

 

Celso Antônio Bandeira de Mello e professores da PUCSP apoiam Fernando Haddad do PT em São Paulo

Folha de S. Paulo pressiona para que Haddad mantenha a privatização da saúde via OS

A Folha de S. Paulo vem sistematicamente pressionando Fernando Haddad (PT), candidato a prefeito de S. Paulo favorito para vencer José Serra (PSDB), a prometer que vai manter a privatização inconstitucional da saúde de São Paulo via organizações sociais – OS. O modelo existe para burlar o concurso público e já foi atestado como mais caro e menos eficiente pelo Tribunal de Contas de São Paulo. O STF pode ainda em 2012 considerá-lo como inconstitucional. Mas para a Folha falta apenas mais fiscalização.

Veja parte do editorial da Folha de S. Paulo de hoje:

“Saúde – Carência de médicos e especialistas, dificuldade para marcar exames, demora em atendimentos e falta de comunicação entre as diversas portas de entrada no sistema são deficiências que tornam a saúde a área mais mal avaliada. Haddad e Serra dedicam boa parte das promessas ao setor, mas com algumas divergências.

O petista é ambíguo em seu programa quanto a abandonar o modelo das organizações sociais (OS), pelo qual entidades privadas recebem dinheiro da prefeitura e gerenciam equipamentos municipais de saúde. Em entrevistas, Haddad tem negado a intenção, mas afirma que vai submeter a contratação de funcionários a concursos públicos -o que anularia muitos ganhos de eficiência das OS.

Serra não aborda o tema diretamente, mas já deixou claro que manterá o modelo atual.

Há críticas à atuação das OS por exemplo, fiscalização insuficiente-, mas parece inegável que elas acrescentam agilidade a um serviço essencial para a população.

As OS não têm como resolver, porém, a desorganização estrutural da saúde municipal. Os diversos níveis de atendimento (básico, emergencial, hospitalar) não conversam entre si. Essa é uma questão central que Serra aborda de forma superficial, enquanto Haddad propõe medidas mais concretas.”

Infelizmente Fernando Haddad vai manter a privatização inconstitucional via OS da saúde em São Paulo

Haddad vai manter privatização inconstitucional da saúde via OS em São Paulo

Segundo a Folha de S. Paulo desta sexta-feira, o candidato a prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), vai manter as parcerias com organizações sociais que atualmente administram boa parte do sistema de saúde do município, Afirmou que é “mais aberto” que o PT e vai trabalhar para “fortalecer” a privatização via OS, criadas pelo governo FHC e infestado por José Serra (PSDB) e Gilberto Kassab (PSD) em São Paulo.

No plano de governo de Haddad é dito que vai retomar a “direção pública” da gestão do sistema de saúde da cidade, mas diz que isso será feito “sem prejuízo dos condicionantes contratuais e após providências administrativas”.

Haddad vem dizendo que apenas vai fiscalizar mais as OS e vai adotar o concurso público para “não contratar amigos para as OSs”.

Isso é um absurdo! As OS foram criadas para burla do concurso público, burla da licitação, burla do controle social sobre as entidades, e em 1988, tanto o PT, PDT e OAB entraram com ADIns junto ao STF, contra a Lei das OS. O STF está prestes a julgar inconstitucional essa lei absurda, que os tucanos tanto adoram, mas que deveria ser combatida por todos os petistas.

Haddad: são possíveis as parcerias entre a Administração Pública e as entidades do Terceiro Setor, inclusive na saúde, mas com o Poder Público fomentando as entidades de interesse público, e não repassando hospitais estatais para a gestão das entidades privadas.

Datafolha em São Paulo: Fernando Haddad (PT) tem 56% e José Serra (PSDB) 44%

Fernando Haddad (PT) está 10 pontos na frente de José Serra (PSDB) na primeira pesquisa Datafolha realizada sobre a disputa no segundo turno na cidade de São Paulo: 47% a 37%

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. 8% não sabem em quem votar, brancos, nulos e eleitores que afirmam que não votarão em nenhum também somam 8%.

Considerando os votos válidos a diferença é de 12 pontos: Haddad 56% e Serra 44%.

No último levantamento do Datafolha antes do primeiro turno (dia 6), Haddad tinha 45% e Serra 39%.

No primeiro turno, Serra foi o mais votado, com 30,75% dos votos válidos, enquanto Haddad obteve 28,98% dos votos.

A pesquisa foi realizada entre ontem e hoje e ouviu 2.090 pessoas e está registrada no Tribunal Regional Eleitoral com o número SP-01851/2012.

Nilo não gosta de vampiro

O escritor Fernando Morais não vota Serra pq o conhece, não vota Russomano pq não o conhece. Ele vota Fernando Haddad

Acompanhe ao vivo o debate entre os prefeituráveis de São Paulo

http://www.youtube.com/watch?v=ZKSKih1d-50&feature=player_embedded

São Paulo caminha para segundo turno entre Haddad e Russomanno, com Serra fora

José Serra (PSDB) despencou de 26% para 20% e está empatado tecnicamente com Fernando Haddad (PT), que subiu de 9% para 16%, em segundo lugar nas eleições de São Paulo, segundo pesquisa Ibope/Estado/TV Globo. Celso Russomanno (PRB) tem 31%.

A margem de erro é de 3 pontos. Haddad cresceu ao ligar seu nome ao maior presidente do Brasil de todos os tempos, Luiz Inácio Lula da Silva, e a presidenta Dilma Rousseff.

Serra é o campeão da rejeição, 34%. Russomanno tem 8% e Haddad 13%.

São Paulo: Serra e Russomanno estagnados e Haddad sobe

Na pesquisa Ibope sobre a eleição para a prefeitura de São Paulo, José Serra (PSDB) e Celso Russomanno (PRB) estão empatados, e estagnados, na liderança com 26%. Fernando Haddad (PT) saltou de 6% para 9%.

Soninha Francine (PPS), Gabriel Chalita (PMDB) e Paulinho da Força (PDT) têm 5%, Carlos Giannazi (PSOL) e Ana Luiza (PSTU) têm 1%, José Maria Eymael (PSDC), Levy Fidélix (PRTB) e Miguel Manso (PPL) não pontuaram. Brancos e nulos somam 12% e 10% estão indecisos.

Serra é o campeão da rejeição, com 37%, Levy Fidelix 16%, Fernando Haddad, Paulinho da Força, Soninha Francine e Eymael têm 14%, Russommano 11%, Gabriel Chalita e Miguel (9%), Ana Luiza, Carlos Gianazzi e Anaí Caproni têm 7%.

No segundo turno entre Serra e Russomanno, o candidato do PRB vence por 42% a 35%.

Pesquisa do dia 16/08/2012, realizada entre os dias 13/05/2012 e 15/08/2012, Registro nº: SP-00311/2012,  Entrevistados: 805. Margem de erro: 3.0 pontos percentuais.

A coisa está feia para o tucano José Serra!