Presidenta Dilma Rousseff homenageia as mulheres na TV

Datafolha: Dilma vence fácil no 1º turno com 47%. Aécio, Marina e Campos caem

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O Instituto Datafolha divulgou hoje pesquisa que indica que a presidenta Dilma Rousseff (PT) vai vencer a eleição presidencial já no primeiro turno, com 47% dos votos.

O senador Aécio Neves (PSDB) teria apenas 17% e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), míseros 12%. Branco ou nulos 18% e 6% não sabem.

A pesquisa entrevistou 2.614 pessoas em 161 municípios entre os dias 19 e 20, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

De outubro para cá Dilma subiu de 42% para 47%.

Aécio caiu de 19% para 17%, Campos de 15% para 12%.

Dilma venceria no primeiro turno também Marina Silva (ex-PT, ex-PV, ex-Rede, atual PSB), por 43% a 23% (tinha 26%).

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceria ainda com mais facilidade: 54%, 15% para Aécio e 9% Campos. Vence fácil Marina por 51% a 19% de Marina e Aécio com 14%.

Datafolha desmente Ibope: popularidade de Dilma não caiu

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O Instituto de Pesquisas Datafolha, da Folha de S. Paulo, desmentiu hoje o Instituto Ibope.

O Datafolha aponta que a aprovação ao governo da presidenta Dilma Rousseff (PT) ficou estável.

A taxa de aprovação do governo Dilma é de 41%, taxa IGUAL ao do levantamento de dezembro de 2013.

A pesquisa entrevistou 2.614 pessoas em 161 municípios nos dias 19 e 20, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

De junho/2013 para hoje o governo Dilma subiu de 30% de “ótimo” ou “bom” para 36% (agosto), 38% (outubro) e 41% em novembro.

O Datafolha, que é mais confiável, desmentiu o nada confiável Ibope, que divulgou ontem no jornal O Estado de S. Paulo, com ampla divulgação hoje em todos os telejornais da Rede Globo de Televisão, que a taxa de aprovação ao governo Dilma teve queda de 43% para 39% entre o início de dezembro e a metade de fevereiro.O levantamento do nada confiável Ibope, que apontou derrota do atual prefeito de Curitiba Gustavo Fruet (PDT) ainda no primeiro turno, foi feito em 141 municípios, com 2.002 eleitores e margem de erro é de dois pontos porcentuais.

Gleisi começa caminhada para ser a primeira governadora do Paraná

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A ex-ministra da Casa Civil e senadora Gleisi Hoffmann (PT) começou hoje sua caminhada para ser a primeira governadora do Paraná. No restaurante Madalosso lotado recebeu apoio do prefeito de Curitiba Gustavo Fruet (PDT), dos deputados federais e estaduais do Partido dos Trabalhadores e de toda a militância do partido.

Gleisi chamou o governador Beto Richa (PSDB) de incompetente, irresponsável, mentiroso e que não gosta de trabalhar. E disse que nenhum governo federal fez tanto pelo Brasil como nos últimos 11 anos com Lula e presidenta Dilma Rousseff.

Gleisi vai esperar apoio do PMDB do Paraná, ou que o partido tenha uma candidatura forte para que o PT ou PMDB vençam a eleição contra o governo neoliberal de Beto, considerado o pior governador do Paraná de todos os tempos.

Por favor outubro de 2014, chega logo!

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Pesquisa CNT: Dilma sobe e vence já no 1º turno

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Hoje (18) foi divulgada pesquisa Confederação Nacional do Transporte – CNT/Instituto MDA que mostra que a presidenta Dilma Rousseff (PT) seria eleita no primeiro turno com 43,7% dos votos, com Aécio Neves (PSDB) apenas com 17%, Eduardo Campos (PSB) com ínfimos 9,9% e o Levy Fidélix com 0,4%. Brancos e nulos são 20,4%, e não souberam ou não responderam são 9% dos eleitores.

A pesquisa boicotou a esquerda e não incluiu o nome do senador Randolfe Rodrigues como candidato pelo PSOL.

Mesmo com a improvável candidatura de Marina Silva (PSB, ex-PT, ex-PV, ex-Rede), Dilma teria 40,7% e também ganharia no 1º turno, com Marina Silva na faixa dos 20,6%, Aécio 15,1% e Levy 0,4% (brancos e nulos 14,9%, não souberam ou não responderam 8,3%).

Em novembro de 2013 Dilma tinha 43,5%, Aécio 19,3%, e Campos 9,5%.

Provavelmente nem haverá segundo turno. Mas caso isso ocorra, tanto Aécio quanto Marina perdem de lavada de Dilma: Dilma 46,6% X Aécio 23,4%, Dilma 44,6% X Marina 26,6%, Dilma 48,6% X Campos 18%.

Na espontânea, quando o eleitor apenas responde em quem vai votar sem que seja apresentado um candidato, Dilma tem 21,3%, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) 5,6%, Aécio 5,6%, Marina Silva 3,5%, Campos 1,6%, o ex-governador José Serra (PSDB) 0,5% e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), 0,4%.

Foram entrevistadas 2.000 pessoas, em 137 municípios de 24 unidades federativas, das cinco regiões, entre os dias 9 e 14 de fevereiro de 2014, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais. A pesquisa foi registrada no TSE – Tribunal Superior Eleitoral sob o número 12/2014.

Dilma, Aécio Neves ou Eduardo Campos?

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Discuto política desde 1982, ininterruptamente, quando com oito anos de idade apoiei Franco Montoro (PMDB) para governador de São Paulo, contra o candidato da direita e da ditadura militar-empresarial, Reinaldo de Barros (PDS, ex-ARENA, atual Democratas e PP). Eram candidatos também Jânio Quadros (PTB), Lula (PT) e Rogê Ferreira (PDT).

Portanto, não sou daqueles que discutem política apenas em ano eleitoral ou perto das eleições.

Mas o que vemos neste janeiro de 2014 são pessoas na internet e na velha mídia (Globo, Veja, etc), sem qualquer fundamentação, começando a atacar a presidenta Dilma Rousseff (PT) da mesma forma como atacavam o segundo mandato de Getúlio Vargas, os presidentes Jango e Lula, e agora Dilma.

É claro que o governo federal tem problemas. Algumas privatizações desnecessárias, dependência de um congresso nacional que reflete o poder financeiro do grande capital, escolha de alguns ministros incompetentes, algumas concessões ao mercado financeiro, falta de um maior diálogo com os movimentos sociais, etc.

Devemos manter a crítica, mas com a noção de que 2014 é um ano eleitoral. Devemos analisar as alternativas e, atualmente, as alternativas à Dilma são desanimadoras.

Aécio Neves (PSDB), se vitorioso, seria um desastre para o país. Com a linha “coronel playboy”, levaria o Brasil para um caos a la FHC, com privatarias, redução dos programas sociais, precarização da Administração Pública, venda do país ao grande capital, cassete nos movimentos sociais. Ou seja, neoliberalismo puro.

Uma improvável vitória de Eduardo Campos (PSB) seria ainda pior. O governador de Pernambuco é tão neoliberal quanto Aécio. Viria com um discurso de mudança mas seria uma decepção grande, com mais neoliberalismo, ainda menos apoio no congresso, com possibilidade de um governo semelhante ao de Fernando Collor de Mello (PRN).

É claro que o ideal seria um governo mais a esquerda. Mas atualmente não há partidos e nem pessoas que poderiam sagra-se vencedores com uma política mais progressista.

O PSOL, partido que respeito, que terá Randolfe Rodrigues como candidato, além de infelizmente muitas vezes fazer o jogo da direita, se fosse vencedor não teria apoio necessário do Congresso Nacional para governar.

O PDT e o PMDB de Roberto Requião vão de Dilma. Não há outro partido ou candidato que garanta uma continuidade de tudo de bom que ocorreu no Brasil de 2003 para cá, e com a coragem ou potencial de melhorar o que não deu tão certo.

A tendência, para o bem do Brasil, é uma vitória de Dilma, já que não teremos a candidatura de Lula, ou de pessoas como um Leonel Brizola ou um Carlos Marighella.

Luta de classes – Paul Singer

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Na Folha de S. Paulo de 14.01.2013

Reconhecer a pancadaria ao redor de nossa política econômica como luta de classes é necessário para que o público que vai decidir essa parada nas urnas não seja levado a pensar que se trata de uma contenda entre peritos e jovens ingênuos

Desde que a presidenta Dilma Rousseff denunciou a “guerra psicológica” que estaria sendo travada contra os esforços de seu governo para acelerar o crescimento da economia brasileira, os adversários acirraram suas críticas à política econômica vigente, tornando o debate sobre essas questões um dos mais importantes pomos de discórdia que animam os embates entre os candidatos à Presidência nas próximas eleições.

É interessante observar como esses debates –travados num país como o nosso, em pleno emprego há cinco anos– não se distinguem na essência dos debates travados na maioria dos países capitalistas que são democráticos.

Nestes países, quase sempre o desemprego é o mais importante problema social, causa de profundo sofrimento dos que se sustentam mediante trabalho assalariado, tanto dos que têm emprego e temem perdê-lo como dos que foram demitidos e enfrentam grandes dificuldades em conseguir outro.

Isso se aplica tanto a países tidos como “falidos”, como a Grécia e outros da periferia sul da Europa, como aos Estados Unidos e outros que hospedam poderosas multinacionais financeiras e utilizam seu poderio político-econômico para impor a países esmagados por portentosas dívidas públicas ruinosas políticas de “austeridade”, cujo efeito é produzir recessões sucessivas, que ampliam o desemprego e a desgraça dos que não são donos de empresas nem sequer de instrumentos de trabalho que lhes permitiriam ganhar a vida por conta própria.

A maior parte das divergências que atualmente alimentam as controvérsias giram ao redor da questão do emprego e do tamanho e destino do gasto público e de como o ônus dele decorrente é repartido entre as classes sociais que compõem o universo dos contribuintes.

Ao lado desses dois temas, aparecem assuntos correlatos: como os ganhos de produtividade do trabalho são repartidos entre lucros e salários, como a inflação responde ou não aos aumentos de salários e como a valorização cambial da moeda nacional afeta as exportações e as importações.

A base da maioria dessas controvérsias está no tamanho do poder do Estado em controlar e conduzir a economia nacional, tendo por objetivo atender mais ou menos as reivindicações da maioria pobre da população, que constitui também a maioria do eleitorado.

A classe dominante é formada pelos capitalistas que têm por objetivo a sua “liberdade” de fazer o que quiserem com o câmbio, com a localização geográfica de seus investimentos, com os preços e juros que eles cobram dos clientes. Para tanto, eles reivindicam a exclusão do Estado da arena econômica.

A esse respeito, os interesses dos capitalistas e das classes trabalhadores não podem deixar de se contrapor. O povo trabalhador depende das políticas ditas “sociais” que tomam a forma de serviços públicos essenciais: saúde, segurança, transporte, energia, telecomunicações, educação de crianças, jovens, adultos e idosos, habitação social, previdência, cultura etc..

Embora os serviços públicos estejam à disposição de toda a população, somente os pobres dependem deles. As classes abastadas não os usam, porque quase todos eles têm como contraparte serviços análogos prestados por empresas capitalistas privadas.

O entrechoque de interesses fica flagrante no caso do transporte urbano: o espaço de circulação é disputado por automóveis de passageiros e ônibus e outras modalidades de transporte público.

A mesma disputa fica tristemente óbvia quando os porta-vozes da classe capitalista encenam campanhas contra o tamanho dos impostos, quando todos sabem que o SUS, o Sistema Único de Saúde do qual dependem os trabalhadores, carece de meios para curar e salvar vidas porque o Orçamento do governo federal não dispõe de recursos para tanto.

A luta de classes até o fim do século passado se travava entre liberais extremados, conhecidos como neoliberais, e partidários de diferentes socialismos então sendo praticados em diversos países. Atualmente, a maioria desses socialismos “realmente existentes” não existe mais. A plataforma dos críticos e adversários do capitalismo hoje é inspirada tanto no marxismo como em autores profundamente comprometidos com a democracia como Keynes, Gramsci, Karl Polanyi, Rosa Luxemburgo e Baruch Spinoza.

O que atualmente surge como alternativa mais significativa ao capitalismo é a economia solidária, praticada por setores organizados em movimentos sociais em todos os continentes, geralmente sob a forma do cooperativismo.

A economia solidária é um modo de produção que surgiu nos alvores da primeira revolução industrial, no início do século 19, na Grã-Bretanha e na França, como reação aos salários miseráveis pagos então aos operários, operárias e crianças nas fábricas por jornadas extenuantes de 15 ou mais horas…

Ocorrendo conflitos com os patrões, os grevistas eram despedidos e, em reação, formavam suas próprias oficinas, uma vez tendo aprendido os segredos do ofício.

Desse modo surgiram as primeiras cooperativas de trabalho, empresas pertencentes aos trabalhadores, que as administravam coletivamente, cada sócio tendo um voto nas assembleias em que as decisões eram adotadas. Os ganhos resultantes do trabalho comum eram repartidos por critérios de justiça distributiva entre os sócios, adotados por maioria ou unanimidade nas assembleias.

Esse modelo aperfeiçoado pelos Pioneiros de Rochdale, em 1844, continua sendo praticado, com aprimoramentos de todas as filiadas à Aliança Internacional de Cooperativas, inclusive as agrárias, de consumo, de crédito, de moradia e de diversas outras modalidades.

Hoje, 170 anos depois, o cooperativismo surge como um modo de organizar atividades de produção, comércio justo, poupança e crédito, consumo consciente e responsável e sob a forma de movimento social dedicado à luta contra a miséria e naturalmente como alternativa ao modo de produção dominante –o capitalismo.

Com a difusão da democracia como modelo de normalidade politica, a economia solidária torna-se cada vez mais atraente para os que almejam igualdade e justiça para suas comunidades.

Os seus partidários defendem em geral políticas econômicas inspiradas pelo keynesianismo, cujo objetivo maior é o pleno emprego e a eutanásia do rentista, o que significa o fim da hegemonia global do capital financeiro, que é o maior responsável pelas frequentes crises internacionais, das quais os trabalhadores são as principais vítimas.

O trágico fiasco que precipitou o fim pacífico da maioria dos regimes ditos comunistas abriu um imenso vazio ideológico, político e, por que não, ético que o novo papa Francisco começa a preencher em nome da Igreja Católica.

Por tudo isso, reconhecer a pancadaria ao redor de nossa política econômica como luta de classes é necessário para que o público que vai decidir essa parada nas urnas não seja levado a pensar que se trata de uma contenda entre peritos (experts em inglês) e jovens ingênuos que pouco entendem do que está em jogo.

Os que reagimos aos excessos do neoliberalismo temos em vista, acima de tudo, preservar e enriquecer a democracia em nosso país, como garantia de que a luta por uma sociedade mais justa poderá prosseguir até que seus frutos possam ser usufruídos por todos.

PAUL SINGER, 81, é secretário nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego. Foi secretário municipal do Planejamento de São Paulo (gestão Luiza Erundina)

Pronunciamento otimista de final de ano da presidenta Dilma Rousseff (PT)

Até no Paraná a presidenta Dilma lidera com folga

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Antigamente o Paraná era um Estado conservador, com candidatos de direita com bastante votos, como o integralista Plínio Salgado, Fernando Collor de Mello (PRN), Afif Domingos (PL), Fernando Henrique Cardoso (PSDB), José Serra (PSDB) e Geraldo Alckmin (PSDB).

E o estado tinha preconceito contra o PT – Partido dos Trabalhadores.

Mas parece que as coisas estão mudando.

A presidenta Dilma Rousseff (PT), cuja tendência é explodir de votos em estados do Nordeste, Norte, Centro-Oeste e Sudoeste, e no Rio Grande do Sul, também vai ter muitos votos no Paraná e é a líder com folga no Estado.

O Paraná Pesquisas/Gazeta do Povo de amanhã, na corrida presidencial no Paraná, mostra a presidenta Dilma Rousseff (PT) com 40%, Aécio Neves (PSDB) 25% e Eduardo Campos com 15%.

Foram entrevistados 1.665 eleitores, entre os dias 12 e 16 de dezembro, em 75 cidades, com margem de erro de 2,5 pontos porcentuais para mais ou para menos.

Dilma vai ajudar muito as candidaturas de Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB) contra a reeleição de Beto Richa (PSDB).

Beto Richa tem o dobro de desaprovação de Dilma

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A pesquisa CNI/Ibope aponta que apenas 11% dos brasileiros acham que o governo da presidenta Dilma Rousseff (PT) é péssimo, enquanto que quase o dobro dos paranaenses, 20%, acham que o governo Beto Richa (PSDB) é péssimo.

Além disso a aprovação do governo Dilma é maior do que a do governo Beto (56% a 54%) e mais paranaenses não confiam em Beto (45%) do que brasileiros não confiam em Dilma (41%).

Para piorar ainda mais a situação de Beto, enquanto governadores anteriores do Paraná sempre foram os melhores avaliados do Brasil, entre 1º e 2º, Richa está apenas em 7º, o que é um desastre, levando-se em conta que o Paraná sempre é governista.

A pesquisa, feita pelo Ibope sob encomenda da Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizada entre os dias 23 de novembro e 2 de dezembro. Foram entrevistadas 15.414 pessoas com mais de 16 anos de idade, em 727 municípios. A margem de erro máxima estimada é de 2 pontos percentuais para o resultado Brasil e 4 pontos no Paraná.

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Foto do dia: que tal o fim do embargo?

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Foto do dia: presidentes do Brasil acompanharão velório de Mandela

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Foto: Roberto Stuckert

A presidenta Dilma Rousseff (PT, ex-PDT) embarcou esta manhã para a África do Sul acompanhada de todos ex-presidentes vivos do Brasil. Lula (PT), Fernando Henrique (PSDB, ex-MDB e PMDB), Sarney (PMDB, ex-PSD, PST, UDN, ARENA, PDS e PFL) e Collor (PTB, ax-ARENA, PDS, PMDB, PRN e PRTB) acompanharão a presidenta ao velório de Nelson Mandela, que acontece amanhã, em Joanesburgo.

Posse da nova direção do PT do Paraná ocorrerá amanhã

O PT-PR pretende eleger Gleisi Hoffmann governadora e ajudar a reeleger Dilma como presidenta

O PT-PR pretende eleger Gleisi Hoffmann governadora e ajudar a reeleger Dilma Rousseff como presidenta da República

O Partido dos Trabalhadores do Paraná realiza amanhã (7) a posse do presidente reeleito do partido, deputado estadual Enio Verri, além das novas composições da Executiva e do Diretório Estadual. A solenidade de posse da nova direção do PT-PR ocorre a partir das 9 horas, na sede do Diretório Estadual, em Curitiba. 

Toda a militância está convidada para participar do evento que irá marcar o início da gestão 2014/2017 do PT paranaense.

PED – Verri foi reeleito presidente estadual do PT nas eleições internas de novembro com 9.423 votos (72,20% dos votos válidos). Em segundo lugar ficou o candidato Dr. Rosinha, com 2.373 votos (18,18%), seguido de Ulisses Kaniak, com 825 votos (6,32%) e Roberto Elias Salomão, com 430 votos (3,29%).

Na disputa para a formação do Diretório e da Executiva, a chapa “O Partido que Muda o Brasil” foi a mais votada, com 9.435 votos (74,09%). Em segundo lugar ficou a chapa “Mensagem ao Partido”, com 1.906 votos (14,97%); seguida pela “Luta Socialista”, com 999 votos (7,85%) e “Constituinte, Terra, Trabalho e Soberania”, com 394 votos (3,09%). Houve 1.203 votos em branco e 169 nulos.

Segundo a Comissão de Organização Eleitoral (COE) do PT-PR, a composição do novo Diretório Estadual será realizada da seguinte forma: 2 representantes da chapa “Constituinte, Terra, Trabalho e Soberania”; 5 da chapa “Luta Socialista”; 9 da chapa “Mensagem ao Partido” e 44 representantes da chapa “O Partido que Muda o Brasil”, totalizando 60 membros.

Já a nova Executiva do PT-PR, formada por 20 membros, será composta por 1 representante da chapa “Constituinte, Terra, Trabalho e Soberania”; 1 da chapa “Luta Socialista”; 3 da chapa “Mensagem ao Partido” e 15 representantes da chapa “O Partido que Muda o Brasil”.

Serviço:

Posse das novas Executiva e Diretório Estadual do PT-PR
Quando: 7 de dezembro (sábado)
Horário: 9 horas
Local: Sede do PT-PR – Alameda Princesa Isabel, 160, São Francisco – Curitiba

Folha: Dilma sobe 5 pontos e tem 47%. Brasileiros amam Lula

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Em pesquisa Datafolha divulgada hoje pela Folha de S. Paulo, a presidenta Dilma Rousseff tem 47% (subiu 5 pontos de outubro para hoje), o senador Aécio Neves (PSDB) 19% (caiu dois pontos) e o governador de Pernambuco Eduardo Campos 11% (caiu 4 pontos).

A pesquisa mostra que Dilma também vence fácil Marina Silva (PSB), José Serra (PSDB) e Joquim Barbosa (STF).

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece amado pelos brasileiros. Ele vence qualquer adversário ainda no primeiro turno.

O Datafolha entrevistou 4.557 eleitores em 194 municípios na quinta e na sexta-feira, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

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Pesquisa Ibope: Dilma sobe dois pontos e vence fácil já no primeiro turno

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A pesquisa Ibope/Estadão/Globo divulgada ontem informa que a presidenta Dilma Rousseff (PT) vai vencer as eleições de 2014 ainda no primeiro turno.

Dilma vence com 43% (subiu 2 pontos), pois Aécio Neves (PSDB) tem apenas 14% e Eduardo Campos (PSB) 7% (caiu 3 pontos).

Mesmo se Marina Silva (PSB) for a candidata, Dilma vence com 42%, 16% de Marina e 13% de Aécio.

39% dos eleitores consideram o governo Dilma ótimo ou bom (subiu um ponto), acham a gestão regular 36% (subiu um ponto) e péssimo ou ruim apenas 24% (caiu dois opontos).

38% querem que o próximo presidente “mude muita coisa”, 24% que “mude totalmente o governo do país”, 23% querem “poucas mudanças” e 12% querem “total continuidade”.

Ouvidas pessoas em 142 municípios de todas as regiões do Brasil, entre os dias 7 e 11 de novembro, com margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Dilma sobe 7 pontos e vence ainda no primeiro turno

Requião (PMDB) e Gleisi (PT), prováveis candidatos ao governo com apoio de Dilma no Paraná

Pesquisa da CNT – Confederação Nacional dos Transportes/Instituto MDA divulgada hoje informa que a presidenta Dilma Rousseff (PT) vencerá a eleição em 2014 com 43,5% ainda no primeiro turno, Aécio Neves (PSDB) tem 19,3% e Eduardo Campos (PSB) apenas 9,5%. Na pesquisa de setembro Dilma tinha 36,4%.

Mesmo se existir segundo turno Dilma vence fácil até a improvável candidatura da agora socialista Marina Silva (PSB) por 45,3% a  29,1%. Dilma vence Campos por 49,2% a 17,5% e Aécio por 46,6% a 24,2%.

Na espontânea Dilma tem 18,9%, Lula (PT) 7,5%, Aécio 6,7%, Marina 5,6%, Campos 2,2%, o tucano José Serra 0,6%, Geraldo Alckmin (PSDB) 0,2% e Joaquim Barbosa (STF) 0,1%.

Ouvidas 2.005 pessoas em 135 municípios de 21 estados, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.

Foto do dia: Dilma e o médico cubano

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A presidenta Dilma Rousseff (PT) sancionou hoje (22) a Lei do Programa Mais Médicos e aproveitou para homenagear os profissionais estrangeiros que integram o programa. Pediu desculpas, em nome do governo brasileiro, ao médico cubano Juan Delgado, que foi hostilizado ao desembarcar no aeroporto de Fortaleza em agosto deste ano.

Pesquisa Datafolha: Dilma vence fácil em 2014

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Em pesquisa Datafolha realizada na sexta-feira, a presidenta Dilma Rousseff (PT) será reeleita no primeiro turno. Dilma tem 42% das intenções de voto, Aécio Neves (PSDB) 21% e Eduardo Campos (PSB) 15%.

No segundo turno Dilma vence fácil Eduardo Campos por 54% a 28%. Contra Aécio também vence fácil por 54% a 31%.

O Datafolha fez 2.517 entrevistas em 154 municípios, com margem de erro de dois pontos para mais ou para menos.

Presidenta Dilma vai estar nos palanques de Gleisi e Requião

O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Rui Falcão, disse que a presidenta Dilma Rousseff (PT), em 2014, vai estar nos palanques dos candidatos ao governo pertencentes à base de apoio do governo federal.

A senadora licenciada e ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT), e o senador e ex-governador, Roberto Requião (PMDB), fazem parte da base de apoio de Dilma.

Assim, Dilma estará nos dois palanques, de Requião e Gleisi, ambos com grandes chances de vencer o atual governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), cujo governo ainda não aconteceu e vai ter dificuldades em se reeleger.

Ainda mais porque Carlos Alberto Richa vai ser apoiado por Aécio Neves (PSDB), que pode nem ficar em segundo lugar na corrida presidencial.

Pesquisa: Presidenta Dilma vence eleição até no Paraná

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O Instituto Paraná Pesquisa aponta vitória da presidenta Dilma Rousseff (PT) também no Paraná. Dilma tem entre 29,5 e 25,3%. Aécio Neves (PSDB) tem entre 21,3 e 16,1%. Eduardo Campos tem entre 6,4 e 3,4%.

O Paraná, reconhecidamente, tem um perfil um pouco mais conservador, já tendo votado em Plinio Salgado, Fernando Collor de Mello, Afif Domingos, José Serra e Geraldo Alckmin.

Dilma na frente é uma surpresa positiva para o governo federal, uma ótima notícia para as candidaturas de Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB), e uma péssima notícia para Beto Richa (PSDB).

A Paraná Pesquisas entrevistou 2.512 eleitores entre 30 de setembro e 6 de outubro, em 90 municípios do Paraná, com margem de erro de 2%. Veja a pesquisa completa divulgada pelo Blog do Esmael, clique aqui.