Paraná, com Beto Richa, fica apenas em 14º no ranking nacional de investimentos

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O Governo de Carlos Alberto Richa, vulgo Beto Richa (PSDB), ficou em 14º no ranking nacional de investimentos, em 2013, segundo estudo do Dieese – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socio­­econômicos.

Investimentos são os gastos com obras ou aquisições de bens.

Estados bem mais pobres e com menor população ficaram na frente do Paraná.

Informações da Gazeta do Povo de hoje (12).

Por favor outubro de 2014, chega logo!

Média de investimentos no Paraná: Requião 6,6% X Beto Richa 4,4%

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Reportagem na Gazeta do Povo de hoje (12) mostra que a média de investimentos no governo de Roberto Requião (PMDB) no Paraná, entre 2003 e 2010, foi de 6,6% das despesas totais, com pico de 9,3% em 2006.

No governo atual, de Carlos Alberto Richa, vulgo Beto Richa (PSDB), a média é de apenas 4,4%.

Com esse percentual baixo de investimento, Beto vai ter dificuldades de vencer Requião ou Gleisi Hoffmann (PT) nas eleições para o governo.

Por favor outubro de 2014, chega logo!

Requião detona governo Beto Richa, veja a entrevista

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O senador Roberto Requião (PMDB-PR) teceu severas críticas à gestão do atual governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), que segundo Requião quebrou o Paraná. Sobrou também para o ex-governador Jaime Lerner (ex-PFL) e o secretário Cassio Taniguchi (DEMO).

Requião quer ser candidato à presidência da República ou ao governo do Estado. Disse que se ele for candidato ganha ainda no primeiro turno e que o único projeto de Beto Richa é passar o ano novo em hotel cinco estrelas de Foz do Iguaçu.

Disse que escolhe a presidenta Dilma Rousseff (PT), por mais que tenha algumas críticas ao seu governo, em detrimento ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) e governador Eduardo Campos (PSB-PE).

Veja a entrevista no programa Conversa Política com a jornalista Cristina Graeml, na ÓTV:

Para quem está com dificuldades de acessar a entrevista, clique aqui.

Gleisi: “Beto Richa é incapaz e incompetente”

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Na Gazeta do Povo de domingo (ontem, 29), dia da semana de maior tiragem de forma disparada, foi divulgada entrevista com o governador do Paraná, Carlos Alberto Richa (PSDB), vulgo Beto Richa. Hoje, dia de menor tiragem, foi a vez da entrevista com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT), que volta a assumir sua cadeira no senado no início de 2014. Ele será candidata ao governo do Estado. A pergunta é se a Gazeta vai fazer uma entrevista com o senador e ex-governador Roberto Requião (PMDB), também pré-candidato ao governo com chances de vencer Richa.

Veja os principais trechos da entrevista:

“Infelizmente, o governo Beto Richa (PSDB) do estado não tem dado os estímulos necessários nem tem feito as concertações necessárias para ampliar esse potencial de desenvolvimento.”

“Uma grande colaboração que o governo do estado poderia dar, em primeiro lugar, é pagar em dia seus fornecedores. Em segundo lugar, deveria estimular principalmente a micro e pequena empresa e rever sua política de substituição tributária. Em terceiro, enfrentar de vez a questão dos pedágios distorcidos e que tanto contribui para onerar a nossa produção.”

Eu lamento que se tente justificar a incapacidade e a incompetência administrativa do governo estadual e do chefe do Executivo colocando a culpa em outras situações e outras pessoas. Os empréstimos do Paraná só não saíram porque o estado estava com pendências no Cadastro Único de Convênios da União e não respeitava a Lei de Responsabilidade Fiscal, já demonstrando uma desgovernança.”

Faltou na realidade gestão financeira e administrativa para o estado. O governo da presidenta Dilma tem se pautado por ter uma administração republicana. Todos os estados brasileiros são contemplados com recursos, programas, com os projetos que o governo federal coloca à disposição da sociedade brasileira. Fizemos um grande esforço para que o Paraná pudesse ser contemplado na maioria desses programas. E o estado foi contemplado com investimentos em rodovias, nas BRs-153, 163 a 487, que são trechos com infraestrutura finalizada. Vamos fazer a licitação da BR-163, de Cascavel a Marmelândia. Finalizamos o contorno oeste de Cascavel. Em janeiro vamos entregar o contorno de Maringá. Estamos fazendo um grande investimento em mobilidade urbana em Curitiba. Temos grandes investimentos para o porto de Paranaguá, para os nossos aeroportos, em São José dos Pinhais, no Bacacheri, em Foz do Iguaçu, em Londrina. O programa Minha Casa, Minha Vida tem um dos maiores investimentos no Paraná. Há entregas de máquinas e equipamentos, reformas de unidades básicas de saúde de unidades de pronto atendimento. Colocamos duas universidades no estado. Ou seja, o governo federal tem feito grandes investimentos no Paraná.”

“Há uma baixa iniciativa do governo do estado em relação à captação de recursos federais e de ampliação de programas e projetos.”

“Eu espero que a campanha para o governo do Paraná, quem quer que sejam os candidatos que participem, possa se pautar por um debate propositivo para o nosso estado. O Paraná é um estado muito pujante. Se tiver boas iniciativas e uma boa coordenação de governo, é um estado que pode despontar ainda mais no cenário nacional e internacional.

O Paraná só está crescendo no ritmo que está crescendo graças à política econômica feita pelo governo federal. Quem faz política econômica não é o governo do estado. Se a agricultura teve esse desenvolvimento, é porque fizemos investimentos fundamentais. Hoje nós financiamos a agricultura brasileira com juros subsidiados, de no máximo 5,5% ao ano. Nós temos um programa de investimentos em máquinas e equipamentos com juro de 3,5% ao ano. E colocamos agora, no Plano Safra 2013/2014, um programa de financiamento de armazenagem também com juro de 3,5% ao ano, três anos de carência e 15 anos para pagar. O Paraná é o estado que tem mais projetos em análise na área de agricultura no Banco do Brasil e que mais liberou recursos até agora. Essa pujança da agricultura, que é um dos fatores que levantam a economia paranaense, tem a ver com uma política de estímulo a crédito e investimentos na agricultura. Se nós formos olhar Mato Grosso, com certeza vai ter o mesmo desempenho. O emprego está bom no Paraná porque está bom no Brasil. Nós temos a menor taxa de desemprego nacional da nossa história. É óbvio que tudo isso tem reflexo no Paraná e se deve a uma política de defesa da produção nacional e, principalmente, da indústria. Não podemos esquecer que o Paraná recebeu três grandes empresas na área de indústria automobilística, a Audi, a Volkswagem e a DAF Caminhões, graças ao estímulo da desoneração de 30% no Imposto sobre Produtos Industrializados. Aqui não tem estímulo do governo do estado. Portanto, a política de proteção de emprego tem a ver com medidas nacionais e não locais.”

O crescimento do Paraná é por conta das políticas que estamos desenvolvendo de proteção do nosso emprego, da nossa renda, da nossa indústria e da produção agrícola. Eu poderia dizer que, a despeito do que o governo do Paraná está fazendo, nós crescemos. Porque nós temos no Paraná um pedágio caro, nós temos fornecedores sem receber e tivemos agora uma política de substituição tributária que praticamente afoga nossas pequenas e micro empresas.

“A economia paranaense é diferente, é diversificada. Tem agricultura, grande, média e familiar, tem indústria, comércio desenvolvido, um bom setor de serviços. Mesmo assim, o governo do estado não consegue captar essa pujança para que a gestão possa ser melhorada. Me preocupa muito. Mostra a falta de zelo, a incompetência, a incapacidade administrativa do governo.

Perfis falsos nas redes sociais foram feitos e estimulados por servidores do governo do estado, o que eu lamento muito.”

“Eu fiz questão de visitar uma unidade de saúde em Curitiba, no Tatuquara, para saber como na prática estava sendo um programa [Programa Mais Médicos] que estávamos começando a discutir em 2012. Foi emocionante ver a população dizer: o médico me atende [nesse momento da entrevista, Gleisi começa a chorar]. Eu acho que isso é dar resultado às pessoas.

Estadão divulga para todo o Brasil que o Paraná de Beto Richa é caloteiro

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Depois da Folha de S. Paulo detonar Beto Richa (PSDB), agora foi a vez de outro famoso jornal brasileiro, O Estado de S. Paulo, mostrar as incompetências e desmandos do governo tucano de Carlos Alberto. Veja a matéria completa do Estadão de ontem:

Em crise, Paraná para de pagar fornecedores

Gastos do Estado com pessoal chegam a 48,8% (o máximo é 49%) e governador interrompe pagamentos da gestão

Julio Cesar Lima / Curitiba, especial para o Estado – O Estado de S.Paulo

A crise financeira que desequilibrou as contas do governo do Paraná neste ano teve mais um capítulo no final do ano.

Beto Richa, governador do Paraná - Rafael Arbex/Estadão

Rafael Arbex/Estadão
Beto Richa, governador do Paraná

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Estudar faz com que paranaenses não gostem de Beto Richa

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Quem estuda desaprova Beto Richa

Antes de divulgar qualquer pesquisa no Paraná devemos levar em conta duas informações importantes: os paranaenses normalmente são governistas, e em regra avaliam muito bem seus governadores; e pesquisas nunca são muito confiáveis, ainda mais quando distantes de períodos eleitorais.

Deixando essa preliminar clara, é importante informar pesquisa divulgada ontem do instituto Paraná Pesquisas pela Gazeta do Povo: 71% dos paranaenses aprovam o governo Beto Richa (PSDB) e 25% desaprovam.

A margem de erro da pesquisa é muito grande, de 4,5% para Curitiba e região metropolitana e 3% para o resto do Paraná.

De setembro de 2011 para os dias de hoje, a desaprovação subiu de 21% para 25%.

Curitiba e RMC não está tão feliz com o governo, pois 36% dos curitibanos desaprovam Beto Richa, bem acima da média do Paraná.

Mas o que mais alarma Beto Richa é que quem mais estuda menos gosta de seu governo. A aprovação entre os paranaenses que têm ensino superior despenca de 71% para 58%, e 39% dos paranaenses que mais estudaram não aprovam o governo de Carlos Alberto.

A tendência é que as informações sobre o péssimo governo de Beto chegue ao interior e aos paranaenses com menos estudo durante o ano de 2014, o que dificultará a reeleição do governador e ajudará a eleição de Roberto Requião (PMDB) ou Gleisi Hoffmann (PT).

Os bons tempos que vivem o Brasil nos últimos dez anos devidos aos presidentes Lula PT, de 2003-2010) e Dilma Rousseff (PT, de 2011-2014) acabam beneficiando a aprovação do governador.

Mas com os programas eleitorais será fácil mostrar que o grupo de Beto Richa é contrário aos avanços econômicos e sociais do Brasil nos últimos 10 anos, e que ele apoia o que há de mais retrógrado e coronelista na política brasileira.

Beto Richa nomeia Secretário Sogra Fantasma como Conselheiro da Sanepar

Cartaz da manifestação que ocorreu na frente da residência de Beto Richa contra o Secretário da Sogra Fantasma

Enquanto a Sanepar está sendo precarizada e privatizada pela gestão Beto Richa (PSDB), inclusive com falta de água em várias cidades do Paraná, o governador Carlos Alberto Richa nomeou para o Conselho de Administração da Sanepar o réu confesso do caso da sogra fantasma, Ezequias Moreira.

Ezequias ocupava a diretoria de Relações com Investidores da Sanepar até junho de 2013, quando saiu para assumir a secretaria especial do cerimonial e de Relações Internacionais do governo do estado.

Na época, durante as manifestações de junho e julho, foram feitas manifestações contra essa nomeação na frente do apartamento luxuoso onde mora o governador no Ecoville, mas a manifestação foi dispersada por uma troca de choque contratada por aliados de Beto, que chegou a lançar fogos de artifício contra os manifestantes.

A sogra de Ezequias, que foi chefe de gabinete de Beto Richa quando ele era deputado estadual, recebeu salários da Assembleia Legislativa por 11 anos sem trabalhar. Ezequias confessou o crime e devolveu R$ 539,4 mil aos cofres públicos espontaneamente, mas mesmo assim foi condenado por improbidade administrativa em 2012 e responde a uma ação criminal por peculato.

Beto Richa defende Ezequias dizendo que “perdoa o pecador e não o pecado”. Com a nomeação de Ezequias como secretário, ele passou a ter foro privilegiado na ação criminal.

Agora Ezequias, além de receber R$ 20 mil como secretário, vai receber aproximadamente mais R$ 10 mil para participar de apenas uma reunião por mês na Sanepar.

Por favor 2014, chega logo!

Gleisi ou Requião vão disputar 2º turno com Carlos Alberto

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Veja qualquer pesquisa sempre com desconfiança. Normalmente quem paga mais vai melhor nas pesquisas. Se os empresários contratam uma pesquisa, normalmente essa pesquisa vai mostrar que os candidatos do grande capital e do mercado financeiro vão estar na frente.

Não que eu esteja acusando o instituto de pesquisa X ou Y.

A pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas/Gazeta do Povo que será divulgada amanhã indica segundo turno no Paraná na disputa para o governo.

Na margem de erro o governador Carlos Alberto Richa, vulgo Beto Richa (PSDB), pode ter entre 40,5% e 45,5%, Gleisi Hoffmann (PT) entre 26,5% e 21,5% e Roberto Requião (PMDB) entre 22,5% e 17,5%.

Assim, na margem de erro (e as pesquisas erram muito no Paraná) pode ser que a oposição enteja com 49%, e Richa pode estar com apenas 40,5%.

Com mais candidatos a situação é ainda mais preocupante para Richa (39,5% a 45,5%), Gleisi (25,5% a 20,5%), Requião (21,5% a 16,5%), Silvio Barros (PHS) de 6,5% a 1,5%), Joel Malucelli (PSD) e Rosane Ferreira (PV) de 3,5 ou 1%.

Nesse caso, na margem de erro, a oposição pode ter 60,5% e Richa apenas 39,5%. 

 

No 2º turno entre Richa e Gleisi 54% X 32%, entre Richa e Requião é 57% X 28%.

Na espontânea Richa tem 15%, Requião (PMDB) 5%, Gleisi 3%.

Rejeição: Requião 28%, Richa 14%, Gleisi 11%, Orlando Pessuti (PMDB) e Silvio Barros (PHS) 10%, Joel Malucelli (PSD) 8% e Rosane Ferreira (PV) 7%.

Foram entrevistados 1.665 eleitores, entre os dias 12 e 16 de dezembro, em 75 cidades, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos.

 

Os “presentes de natal” de Beto Richa

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Por Bernardo Pilotto

2011. Dezembro. Em menos de 2 semanas entre o envio do projeto pelo Poder Executivo e a sua apreciação pela Assembleia Legislativa (ALEP), é aprovado o PL 915/11, que permite a gestão dos serviços de saúde e de cultura por Organizações Sociais (OS’s). Para tal, o governo Beto Richa fez valer sua maioria na ALEP, além de usar de métodos, digamos, menos nobres. O projeto foi aprovado na calada da noite de uma segunda-feira, mostrando que os deputados trabalham quando é para precarizar a qualidade do serviço público. A votação não foi no plenário da ALEP, visto que este estava ocupado por manifestantes.

De lá pra cá, pouco se avanço na prática na cessão de serviços para as Organizações Sociais, mostrando a falta de projeto e a fragilidade administrativa do governo. Mas a aprovação de um projeto polêmico como o das OS’s em tempo recorde, no mês de dezembro do primeiro ano de governo, mostrou a que estava disposto o governo Beto Richa.

Na área de saúde, a experiência mais concreta de cessão de serviços, o Centro Hospitalar de Reabilitação (CHR), gerido pela Associação Paranaense de Reabilitação (APR), convive com diversos problemas, como atrasos salariais mensais.

2012. Dezembro. Seguindo o modelo do ano anterior, o governo estadual envia projeto mudando regime de aposentadoria dos trabalhadores do serviço público estadual, que é aprovado pela maioria da ALEP em poucos dias e quase sem discussão. A Lei 17.435/12 aumentou a alíquota de contribuição dos trabalhadores (de 10% para 11%), não democratizou a gestão do fundo previdenciário e ainda facilitou o uso do dinheiro das aposentadorias para outros fins. Mais uma vez, a culpa da má gestão financeira do governo Richa recaiu sobre os trabalhadores.

2013. Dezembro. O filme se repete: mostrando que nem para terceirizar a saúde o governo tem projeto, o Poder Executivo encaminhou projeto à ALEP que permite criar a Fundação Estatal de Saúde (FUNAES), deixando a SESA (Secretaria Estadual de Saúde) como uma simples gerenciadora de contratos. A FUNAES poderá requerer trabalhadores concursados do atual quadro, além de herdar os equipamentos e demais espaços construídos com dinheiro público. Além disso, é uma forma de facilitar a compra de serviços e convênios com entidades privadas da saúde.

projeto, de 17 páginas, iria ser votado em menos de 24 horas. Indignados, trabalhadores ligados ao SindSaúde e outros sindicatos ocuparam o plenária da ALEP no dia da votação e conseguiram adiar a votação para a próxima segunda-feira, 16 de dezembro.

O método anti-democrático de Beto Richa e de sua base aliada de deputados está associado a uma política de retirada de direitos dos trabalhadores e de precarização dos serviços públicos. Infelizmente, esta é a tônica da grande maioria dos governos no Brasil, que diferem muito pouco entre si neste quesito. A nós, que estamos do outro lado, resta mobilizar a população para ocuparmos os espaços políticos e mostrar que não aceitamos mais a perda dos nossos já tão pequenos direitos.

Por isso, vamos todos para a Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) na próxima segunda-feira, 16 de dezembro, para barrar mais um presente indigesto de natal do governador Beto Richa.

Observação do Blog do Tarso: os movimentos sociais conseguiram barrar o projeto e o jogaram para 2014

Aprovação de Beto Richa cai 12 pontos de fevereiro para hoje

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O Ibope não é nada confiável. O instituto apontou derrota do atual prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), ainda no primeiro turno na eleição de 2012, errando inclusive na pesquisa de boca-de-urna. Atrapalhou Fruet e beneficiou o candidato do governador Beto Richa (PSDB), o ex-prefeito Luciano Ducci (PSB).

Agora o Ibope diz que 61% dos paranaenses aprovam a maneira como o governador Beto Richa (PSDB) administra o Estado. A avaliação do governo em dezembro é a melhor desde as manifestações populares de junho, pois a porcentagem de paranaenses que considera o governo ótimo ou bom é de 54%. O mesmo questionável Ibope indicou que 66% podem votar em Richa nas eleições do ano que vem e 27% não votam de jeito nenhum nele.

A aprovação do tucano era de 73% em fevereiro.

Ouvidas 2002 pessoas entre os dias 10 e 14 de dezembro, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O governador Beto Richa vem sendo considerado a pior de todos os tempos. Ele quebrou e privatizou o Estado. São favoritos para derrotá-lo em 2014 Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB).

 

ObsCena: governo Beto Richa deixa carro da PM sem gasolina

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Beto Richa tem o dobro de desaprovação de Dilma

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A pesquisa CNI/Ibope aponta que apenas 11% dos brasileiros acham que o governo da presidenta Dilma Rousseff (PT) é péssimo, enquanto que quase o dobro dos paranaenses, 20%, acham que o governo Beto Richa (PSDB) é péssimo.

Além disso a aprovação do governo Dilma é maior do que a do governo Beto (56% a 54%) e mais paranaenses não confiam em Beto (45%) do que brasileiros não confiam em Dilma (41%).

Para piorar ainda mais a situação de Beto, enquanto governadores anteriores do Paraná sempre foram os melhores avaliados do Brasil, entre 1º e 2º, Richa está apenas em 7º, o que é um desastre, levando-se em conta que o Paraná sempre é governista.

A pesquisa, feita pelo Ibope sob encomenda da Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizada entre os dias 23 de novembro e 2 de dezembro. Foram entrevistadas 15.414 pessoas com mais de 16 anos de idade, em 727 municípios. A margem de erro máxima estimada é de 2 pontos percentuais para o resultado Brasil e 4 pontos no Paraná.

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Charge: Beto Richa = Privatização

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Charge: Beto Richa e a saúde pública do Paraná

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Ex-delegado-geral da Polícia Civil do governo Beto Richa é preso

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O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado – Gaeco, do Ministério Público do Paraná, iniciou uma operação hoje e prendeu vários policiais civis e militares suspeitos de envolvimento com o jogo ilegal no caso da “mansão cassino” de 2012.

Um dos presos é o ex-delegado-geral da Polícia Civil durante o atual governo Beto Richa (PSDB), Marcus Vinicius Michelotto, suspeito de ligação com grupos que exploravam jogos de azar em Curitiba. Seus advogados são Rodrigo Sánchez Rios e Marlos Arns.

Por que o governador Beto Richa não demitiu?

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Cada vez mais a classe política perde credibilidade, e um dos motivos é a dificuldade de vários políticos falarem a verdade.

Dois dias depois do governador Beto Richa (PSDB) ficar sabendo que um membro de seu governo estava na briga das torcidas organizadas de Atlético Paranaense e Vasca da Gama em Joinville, o governador não demitiu seu servidor comissionado.

Conforme o governador avisou no twitter, o ex-vereador Juliano Borghetti, até então servidor de confiança de Beto, pediu demissão do cargo de superintendente da Paraná Projetos, entidade vinculada à Secretaria de Planejamento.

A pergunta que não quer calar: por que Beto Richa não demitiu Borghetti?

Por favor 31.12.2014, chega logo!

Governo Beto Richa não entende nada de Administração Pública

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Não é apenas o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), que é fraco politicamente e despreparado para dirigir o Paraná.

Seu governo, incluindo os membros de seu governo, não entendem nada de Administração Pública. políticos despreparados ou que participaram de governos desacreditados, parentes despreparados, cabos eleitorais incompetentes. Há de tudo na gestão.

O perfil de quase todos é gerencial-neoliberal, salvo raríssimas exceções. Ou seja, não sabem administrar e querem privatizar quase tudo, por meio de concessões, PPPs, parcerias com OS – organizações sociais, etc.

E estão totalmente perdidos. Nas áreas sociais não sabem se privatizam via OS – organizações sociais, via serviços sociais autônomos ou se criam fundações estatais de direito privado.

Isso já deveria ter sido decidido no início do governo, e não agora, no apagar das luzes dessa desastrosa gestão.

Enquanto isso Roberto Requião (PMDB), Gleisi Hoffmann (PT) e Bernardo Pilotto (PSOL), com um discurso de organizar a Administração Pública bagunçada e precarizada por Richa, prometem dar trabalho nas eleições do ano que vem.

Por favor 2014, chega logo!

Membro do governo Beto Richa estava na briga de torcidas organizadas

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O ex-vereador de Curitiba e atual superintendente no governo de Beto Richa (PSDB), Juliano Borghetti (PP), estava entre os torcedores do Atlético-PR que entraram em confronto com a torcida do Vasco, no último domingo (8), em Joinville/SC.

Borghetti, 42, membro da torcida organizada Os Fanáticos, foi fotografado e filmado entre os integrantes do grupo que partiu para cima dos vascaínos.

Relatos apontam que o membro do governo do Paraná deu toda a volta no estádio para brigar com a torcida do Vasco.

Borghetti, que perdeu em 2012 na sua tentativa de reeleição para vereador, é parente de poderosos da política paranaense. Além de já ter sido casado com a também derrotada nas urnas na tentativa de reeleição para a Câmara de Curitiba (separação informada pela Folha de S. Paulo), a atual deputada do Parlamento Italiano Renata Bueno (PPS), filha do deputado federal Rubens Bueno (PPS); é irmão da deputada federal Cida Borghetti (presidenta do Pros no Paraná), casada com o secretário estadual da Indústria e Comércio, Ricardo Barros (PP), ex-deputado federal.

Toda a família é aliada do governador Beto Richa. Além de pertencer ao governo atual, Borghetti foi comissionado em 2004 quando o tucano era prefeito de Curitiba.

E pasmen, quando vereador Borghetti foi um dos autores da lei municipal que obriga os torcedores de futebol a se cadastrarem ao comprar ingressos para os jogos em Curitiba.

Em julho deste ano assumiu o posto de superintendente da Ecoparaná, entidade ligada à Secretaria Estadual do Turismo que gerencia unidades de conservação do Estado.

Beto Richa não quis se manifestar sobre o ocorrido, mas o jornalista Esmael Morais informa que ele pode demitir Borghetti. O governo se queimou com o ocorrido, mas se demitir Borghetti se queima com a poderosa família que domina várias regiões do interior do Paraná. O que dificultará ainda mais a reeleição de Richa.

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Torcedor fanático do clube, Borghetti viaja sempre para acompanhar o Atletico Paranaense. Na final da Copa do Brasil, em 27 de novembro, no Rio de Janeiro, foi flagrado pelo RJTV, telejornal local da Rede Globo do Rio de Janeiro, urinando em via pública antes de entrar no Maracanã.

Leia a íntegra de sua nota de esclarecimento:

NOTA DE ESCLARECIMENTO – JULIANO BORGHETTI:

Em relação ao ocorrido durante o jogo entre o Clube Atlético Paranaense e o Vasco da Gama, no dia 08.dez.2013, gostaria de que esclarecer que:

1- Frequento jogos do Atlético nos estádios há 30 anos. Já estive em diversas cidades no Brasil e fora do país e nunca estive envolvido em nenhum episódio de violência;

2- Acompanhávamos a partida próximos à divisa entre as torcidas e fomos surpreendidos com a eclosão da confusão generalizada próxima ao local em que estávamos acomodados.

3- Foi uma atitude da qual me arrependo e por isso venho a público pedir desculpas. Reforço, porém, que não agredi ninguém, nem tampouco sofri qualquer agressão física na situação;

4- Ressalto ainda que quando vereador propus, em conjunto com colegas, a lei municipal que obriga o cadastro de torcedores em estádios;

5- Lamento profundamente o ocorrido.

Atenciosamente,
Juliano Borghetti

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CPI do Transporte Público denuncia ex-prefeito Beto Richa

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O mandato da vereadora de Curitiba, Professora Josete (PT), aponta que o ex-prefeito e atual governador Beto Richa (PSDB) não só tinha conhecimento do edital de licitação, contendo diversas irregularidades, como aprovou o documento.

O relatório da CPI do Transporte Público foi apresentado ontem pelos vereadores que participaram da comissão de inquérito. Além das irregularidades já apontadas durante os interrogatórios, como as falhas jurídicas no edital de licitação, o mandato da Professora Josete fez outras denúncias e deu outros encaminhamentos.

Uma delas é o fato do ex-prefeito e atual governador Beto Richa ter conhecimento do edital de licitação que, como mostra o relatório, trazia diversas irregularidades. Durante os interrogatórios, o ex-presidente da URBS, Marcos Isfer, negou ou minimizou que o ex-prefeito tivesse acesso direto ao edital. Porém, em atas de reuniões do Conselho de Transporte Público de Curitiba na época da licitação, o mesmo Isfer afirma que o processo licitatório só avançaria com a aprovação do edital pelo então prefeito Beto Richa.

“Ao contrário do que foi dito durante a CPI, o prefeito tinha poder de decisão em relação ao relatório. Se a denúncia é que havia irregularidades no documento, elas foram sancionadas pelo gestor municipal da época”, aponta a vereadora.

Outro ponto incluído no relatório por Josete é o fato de um dos membros do Conselho Municipal de Transporte Público, Rodrigo Corleto Hoelzl, ser também representante do Consórcio Pioneiro, um dos vencedores da licitação. “Dentro dos preceitos da administração pública, essa prática afronta os princípios da moralidade, da igualdade e da competitividade. Dá a entender que este consórcio teve vantagens tendo um representante no Conselho”, acredita.

“Além disso, o advogado dos consórcios afirmou nos depoimentos que as empresas tiveram prejuízos desde o início dos contratos, em 2010. Nos estranha que, tendo um membro no Conselho e sabendo de todos os detalhes do edital, eles tenham participado da licitação, já que teriam prejuízo”, questiona a vereadora.

O relatório pede a nulidade imediata do edital de licitação. Também será proposto um termo de ajuste de conduta entre as empresas e a administração pública, para reduzir a tarifa enquanto uma nova licitação não é feita.

Requião pede prisão de Beto Richa