Em 1985 eu era FHC em São Paulo… o Chico Buarque também!

Em 1985, São Paulo, Fernando Henrique Cardoso, então no PMDB e chamado apenas de Fernando Henrique, perdeu a eleição para Jânio Quadros (PTB) depois de se sentar na cadeira do prefeito antes da eleição. Não havia segundo turno e Eduardo Suplicy (PT) ficou em terceiro. Seus votos dariam a vitória a FHC. Jânio venceu com 39,3% dos votos válidos, contra 35,3% de FHC e 20,7% de Eduardo Suplicy. A campanha de Suplicy também foi emocionante, com vários artistas. A atriz Regina Duarte, já se preparando para a campanha do “Medo” de 2002 pró-José Serra, pediu para Suplicy não ser votado e comparou Jânio a Hitler.

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A Democracia Corinthiana era Suplicy

EUA: Obama 49, Romney 46. Fortaleza: Elmano 42, RC 37. SP: Haddad 49, Serra 33. Cascavel: Lemos 52, Bueno 47. Cuiabá: Cabral 47, Mendes 41

A três semanas das eleições nos Estados Unidos, o presidente democrata/progressista Barack Obama tem 49% e o republicano/conservador Mitt Romney tem 46%, segundo a pesquisa ABC/The Washington Post.

Em Fortaleza Elmano (PT) tem 42% e Roberto Claudio 37%, segundo O Povo/DataFolha. O Datafolha ouviu 1.281 eleitores de Fortaleza. A margem de erro máxima é de três pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRECE) com o número CE-00180/2012.

Em São Paulo Fernando Haddad (PT) tem 49% e José Serra (PSDB) tem 33%. Encomendado pela TV Globo, ouviu 1.204 pessoas em São Paulo entre segunda-feira e terça. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo, sob o número SP-01864/ 2012.

Em Cascavel o Instituto Exatta aponta Professor Lemos (PT) com 52,29% e Edgar Bueno (PDT) com 47,71%. A margem de erro é de 4 pontos para mais ou para menos. Foram entrevistadas 562 pessoas na cidade e 42 no interior. O levantamento foi encomendado pelos Jornais Hoje e O Paraná (RCK Comunicações Ltda). O Instituto Exatta ouviu 604 pessoas, de 10 a 13 de outubro. A consulta foi registrada no TRE com o número 00676/2012.

Uma pesquisa da Gazeta Dados, divulgada nesta segunda-feira no jornal A Gazeta, de Cuiabá (MT), aponta que o médico Lúdio Cabral (PT) lidera as intenções de voto para a prefeitura de cidade com 47%, contra 41% de o empresário Mauro Mendes (PSB). Foram ouvidas 800 pessoas no último domingo e a pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número 00672/2012.

PT foi o partido mais votado também no Paraná

Da Liderança do PT na ALPR

Tal como aconteceu em todo o Brasil, o Partido dos Trabalhadores foi o partido mais votado no primeiro turno das eleições municipais de 2012 no Paraná. O cálculo leva em conta os votos dados aos candidatos a prefeito.

O PT recebeu 776.828 votos, ou 12,95% do total, ficando à frente do PMDB (765.157 votos), PDT (764.773) e PSDB (613.002). O total de votos válidos, em todo o Paraná, foi de 5.997.066.

No total de votos dados ao PT, não está incluída a votação a candidatos apoiados pelo partido, mas pertencentes a outra agremiação, como no caso de Curitiba, onde Gustavo Fruet (PDT), em coligação com o PT, está no segundo turno.

Abaixo, o quadro completo da votação para prefeito nas eleições de 7 de outubro:

Votos para PREFEITO- 07/10/2012
Partido Qt Votos Válidos Percentual de votos válidos
PT 776828 12,95%
PMDB 765157 12,76%
PDT 764773 12,75%
PSDB 613002 10,22%
PSC 519612 8,66%
PSB 507232 8,46%
PP 450852 7,52%
PSD 375896 6,27%
PPS 341775 5,70%
DEM 268060 4,47%
PTB 130553 2,18%
PR 126842 2,12%
PV 77227 1,29%
PC do B 65313 1,09%
PHS 42923 0,72%
PSDC 35228 0,59%
PSOL 26753 0,45%
PMN 22455 0,37%
PSL 18141 0,30%
PRB 16067 0,27%
PRTB 12223 0,20%
PTC 10938 0,18%
PPL 10016 0,17%
PRP 6359 0,11%
PTN 5867 0,10%
PSTU 2531 0,04%
PT do B 2525 0,04%
PCB 1918 0,03%
 

Foto do dia: agronegócio matou a Branca de Neve!

Manifestantes protestam contra o agronegócio no Dia Mundial da Alimentação

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Grande abraço!

Vandalismo no DCE da UFPR

Eduardo Suplicy, Gleisi e Cristovam Buarque amanhã em Curitiba em apoio a Gustavo Fruet

Ato Político na Sociedade Thalia com a presença do Ministro da Saúde Alexandre Padilha; do Ministro das Comunicações Paulo Bernardo, da Ministra-Chefe da Casa Civil Gleisi Hoffmann, dos senadores Cristovam Buarque e Eduardo Suplicy e do prefeito eleito de Porto Alegre José Fortunati, ocorrerá amanhã, 19h30, na Sociedade Thalia.

Cenas quentes: tirem as crianças da sala

O deputado Cleiton Kiélse (PEN) usou a tribuna da Assembleia Legislativa do Paraná, durante a sessão plenária desta segunda-feira (15), para denunciar um esquema que teria favorecido as empresas concessionárias de pedágio no estado. De acordo com Kielse, o deputado Ney Leprevost (PSD) teria recebido 1 milhão de reais de uma empresa do setor. Também foram acusados de participar do esquema os deputados Valdir Rossoni (PSDB), presidente da Assembleia, e outros parlamentares.Todos negaram envolvimento no caso.

ObsCenas: pé-frio

 

Meus professores

Celso Antônio Bandeira de Mello e Tarso Cabral Violin na Universidade Positivo, em 2011, em evento paralelo à Conferência Nacional da OAB que ocorreu no Teatro Positivo

Meus primeiros professores foram os meus pais, que eram pais e professores, ele de física na USP, ela professora de crianças, mas também professores em casa.

Tive vários bons professores nos colégios Miguel de Cervantes, Pueri Domus e Dom Bosco. Neste momento em especial me lembro do meu grande professor de história do terceirão, o Ari Herculano, que também foi meu professor na Oficina de Estudo, e junto com os professores Daniel Medeiros e Luís Fernando Lopes Pereira, me ajudaram a confirmar minhas preferências ideológicas atuais, no “lado bom da força”.

Na minha jornada também sou grato a minha grande professora particular de redação, Leonor do Rocio Demeterco Corrêa de Oliveira.

No Curso de Direito da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, meu grande professor de Direito Agrário e Ambiental, Carlos Frederico Marés de Souza Filho, que foi o professor que aliou teoria e a vontade de discutir e pesquisar.

No Curso de Especialização em Direito Administrativo no IBEJ minha grande professora foi a Angela Cassia Costaldello, responsável pelo meu amor ao Direito Administrativo, desde os tempos do estágio no Tribunal de Contas do Estado do Paraná e estágio e trabalho na Consultoria Zênite.

No mestrado em Direito do Estado na Universidade Federal do Paraná, meu orientador e grande professor foi o Romeu Felipe Bacellar Filho, professor que faz todos os seus pupilos crescerem como pessoas e profissionais.

Por fim, o professor de todos nós, em suas palestras, livros e conversas, Celso Antônio Bandeira de Mello, o maior nome do Direito Administrativo Brasileiro, que alia teoria jurídica e atuação como cidadão. Obrigado professor doutor Celso Antônio!

Anderson Leandro, militante dos movimentos sociais e imprensa alternativa, está desaparecido desde o dia 10

Anderson Leandro, da Quem TV, imprensa alternativa dos movimentos populares e entidade promotora de comunicação popular no Paraná, está desaparecido há mais de cinco dias. Anderson deixou a produtora em que trabalha no seu carro Renault Kangoo de cor branca, placa AON 8615, que também está sumido, para ir fazer um trabalho em Quatro Barras. Ele vestia camisa azul e calça jeans, calçava sapatênis de couro marrom.

Se alguém tiver notícias, por favor entre em contato.

Cefuria: 3322-8487, Ângela (irmã): 9947-9051, Quem TV: 3093-9151. O telefone da DVC – Delegacia de Vigilância e Capturas: (41) 3815-3000.

Feliz dia do professor!

Enquanto os professores de um país receberem menos do que a média dos servidores comissionados e demais servidores dos Poderes Executivo, Judiciário, Legislativo, Ministério Público e Tribunais de Contas, menos do que o juiz, o promotor, o médico, o advogado, o engenheiro, o Brasil não será um país a ser levado a sério!

Professores de todo o Brasil, parabéns pelo seu dia!

Para entender o julgamento do “mensalão” – Fábio Konder Comparato

Fábio Konder Comparato. Foto de Tarso Cabral Violin

Na Carta Capital

O julgamento de casos com importante componente político ou religioso não se faz por meio do puro silogismo jurídico tradicional: a interpretação das normas jurídicas pertinentes ao caso, como premissa maior; o exame dos fatos, como premissa menor, seguindo logicamente a conclusão. O procedimento costuma ser bem outro. Em casos que tais, salvo raras e honrosas exceções, os juízes fazem interiormente um pré-julgamento, em função de sua visão de mundo. O artigo é de Fábio Konder Comparato.

Fábio Konder Comparato

Ao se encerrar o processo penal de maior repercussão pública dos últimos anos, é preciso dele tirar as necessárias conclusões ético-políticas.

Comecemos por focalizar aquilo que representa o nervo central da vida humana em sociedade, ou seja, o poder.

No Brasil, a esfera do poder sempre se apresentou dividida em dois níveis, um oficial e outro não-oficial, sendo o último encoberto pelo primeiro.

O nível oficial de poder aparece com destaque, e é exibido a todos como prova de nosso avanço político. A Constituição, por exemplo, declara solenemente que todo poder emana do povo. Quem meditar, porém, nem que seja um instante, sobre a realidade brasileira, percebe claramente que o povo é, e sempre foi, mero figurante no teatro político.

Ainda no escalão oficial, e com grande visibilidade, atuam os órgãos clássicos do Estado: o Executivo, o Legislativo, o Judiciário e outros órgãos auxiliares. Finalmente, completando esse nível oficial de poder e com a mesma visibilidade, há o conjunto de todos aqueles que militam nos partidos políticos.

Para a opinião pública e os observadores menos atentos, todo o poder político concentra-se aí.

É preciso uma boa acuidade visual para enxergar, por trás dessa fachada brilhante, um segundo nível de poder, que na realidade quase sempre suplanta o primeiro. É o grupo formado pelo grande empresariado: financeiro, industrial, comercial, de serviços e do agronegócio.

No exercício desse poder dominante (embora sempre oculto), o grande empresariado conta com alguns aliados históricos, como a corporação militar e a classe média superior. Esta, aliás, tem cada vez mais sua visão de mundo moldada pela televisão, o rádio e a grande imprensa, os quais estão, desde há muito, sob o controle de um oligopólio empresarial. Ora, a opinião – autêntica ou fabricada – da classe média conservadora sempre influenciou poderosamente a mentalidade da grande maioria dos membros do nosso Poder Judiciário.

Tentemos, agora, compreender o rumoroso caso do “mensalão”.

Ele nasceu, alimentou-se e chegou ao auge exclusivamente no nível do poder político oficial. A maioria absoluta dos réus integrava o mesmo partido político; por sinal, aquele que está no poder federal há quase dez anos. Esse partido surgiu, e permaneceu durante alguns poucos anos, como uma agremiação política de defesa dos trabalhadores contra o empresariado. Depois, em grande parte por iniciativa e sob a direção de José Dirceu, foi aos poucos procurando amancebar-se com os homens de negócio.

Os grandes empresários permaneceram aparentemente alheios ao debate do “mensalão”, embora fazendo força nos bastidores para uma condenação exemplar de todos os acusados. Essa manobra tática, como em tantas outras ocasiões, teve por objetivo desviar a atenção geral sobre a Grande Corrupção da máquina estatal, por eles, empresários, mantida constantemente em atividade magistralmente desde Pedro Álvares Cabral.

Quanto à classe média conservadora, cujas opiniões influenciam grandemente os magistrados, não foi preciso grande esforço dos meios de comunicação de massa para nela suscitar a fúria punitiva dos políticos corruptos, e para saudar o relator do processo do “mensalão” como herói nacional. É que os integrantes dessa classe, muito embora nem sempre procedam de modo honesto em suas relações com as autoridades – bastando citar a compra de facilidades na obtenção de licenças de toda sorte, com ou sem despachante; ou a não-declaração de rendimentos ao Fisco –, sempre esteve convencida de que a desonestidade pecuniária dos políticos é muito pior para o povo do que a exploração empresarial dos trabalhadores e dos consumidores.

E o Judiciário nisso tudo?
Sabe-se, tradicionalmente, que nesta terra somente são condenados os 3 Ps: pretos, pobres e prostitutas. Agora, ao que parece, estas últimas (sobretudo na high society) passaram a ser substituídas pelos políticos, de modo a conservar o mesmo sistema de letra inicial.

Pouco se indaga, porém, sobre a razão pela qual um “mensalão” anterior ao do PT, e que serviu de inspiração para este, orquestrado em outro partido político (por coincidência, seu atual opositor ferrenho), ainda não tenha sido julgado, nem parece que irá sê-lo às vésperas das próximas eleições. Da mesma forma, não causou comoção, à época, o fato de que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso tivesse sido publicamente acusado de haver comprado a aprovação da sua reeleição no Congresso por emenda constitucional, e a digna Procuradoria-Geral da República permanecesse muda e queda.

Tampouco houve o menor esboço de revolta popular diante da criminosa façanha de privatização de empresas estatais, sob a presidência de Fernando Henrique Cardoso. As poucas ações intentadas contra esse gravíssimo atentado ao patrimônio nacional, em particular a ação popular visando a anular a venda da Vale do Rio Doce na bacia das almas, jamais chegaram a ser julgadas definitivamente pelo Poder Judiciário.

Mas aí vem a pergunta indiscreta: – E os grandes empresários? Bem, estes parecem merecer especial desvelo por parte dos magistrados.

Ainda recentemente, a condenação em primeira instância por vários crimes econômicos de um desses privilegiados, provocou o imediato afastamento do Chefe da Polícia Federal, e a concessão de habeas-corpus diretamente pelo presidente do Supremo Tribunal, saltando por cima de todas as instâncias intermediárias.

Estranho também, para dizer o mínimo, o caso do ex-presidente Fernando Collor. Seu impeachment foi decidido por “atentado à dignidade do cargo” (entenda-se, a organização de uma empresa de corrupção pelo seu fac-totum, Paulo Cezar Farias). Alguns “contribuintes” para a caixinha presidencial, entrevistados na televisão, declararam candidamente terem sido constrangidos a pagar, para obter decisões governamentais que estimavam lícitas, em seu favor. E o Supremo Tribunal Federal, aí sim, chamado a decidir, não vislumbrou crime algum no episódio.

Vou mais além. Alguns Ministros do Supremo Tribunal Federal, ao votarem no processo do “mensalão”, declararam que os crimes aí denunciados eram “gravíssimos”. Ora, os mesmos Ministros que assim se pronunciaram, chamados a votar no processo da lei de anistia, não consideraram como dotados da mesma gravidade os crimes de terrorismo praticados pelos agentes da repressão, durante o regime empresarial-militar: a saber, a sistemática tortura de presos políticos, muitas vezes até à morte, ou a execução sumária de opositores ao regime, com o esquartejamento e a ocultação dos cadáveres.

Com efeito, ao julgar em abril de 2010 a ação intentada pelo Conselho Federal da OAB, para que fosse reinterpretada, à luz da nova Constituição e do sistema internacional de direitos humanos, a lei de anistia de 1979, o mesmo Supremo Tribunal, por ampla maioria, decidiu que fora válido aquele apagamento dos crimes de terrorismo de Estado, estabelecido como condição para que a corporação militar abrisse mão do poder supremo. O severíssimo relator do “mensalão”, alegando doença, não compareceu às duas sessões de julgamento.

Pois bem, foi preciso, para vergonha nossa, que alguns meses depois a Corte Interamericana de Direitos Humanos reabrisse a discussão sobre a matéria, e julgasse insustentável essa decisão do nosso mais alto tribunal.

Na verdade, o que poucos entendem – mesmo no meio jurídico – é que o julgamento de casos com importante componente político ou religioso não se faz por meio do puro silogismo jurídico tradicional: a interpretação das normas jurídicas pertinentes ao caso, como premissa maior; o exame dos fatos, como premissa menor, seguindo logicamente a conclusão.

O procedimento mental costuma ser bem outro. De imediato, em casos que tais, salvo raras e honrosas exceções, os juízes fazem interiormente um pré-julgamento, em função de sua mentalidade própria ou visão de mundo; vale dizer, de suas preferências valorativas, crenças, opiniões, ou até mesmo preconceitos. É só num segundo momento, por razões de protocolo, que entra em jogo o raciocínio jurídico-formal. E aí, quando se trata de um colegiado julgador, a discussão do caso pelos seus integrantes costuma assumir toda a confusão de um diálogo de surdos.

Foi o que sucedeu no julgamento do “mensalão”.

Charge: mercado = financiamento privado = corrupção X financiamento público de campanha

Luciano Ducci dodododo doce, doce e o camaro amarelo

Vejam a coluna do Celso Nascimento da Gazeta do Povo de hoje. Será que não vaza o vídeo deste tipo de coisa?

Deu zebra

Na campanha de Ducci, outra surpresa: dois dias antes da eleição, o comando da campanha foi convocado para assistir às peças de propaganda já produzidas para o segundo turno. O jingle principal seria uma animada paródia da música “Camaro Amarelo”, da dupla Munhoz & Mariano, cujo refrão “agora eu fiquei dodododo doce, doce” tinha sido adaptado para refletir o nome Ducci.

Amanhã, 10h, carreata de Gustavo Fruet e Gleisi no Terminal do Pinheirinho

Feliz dia das crianças!

Hoje fui entrevistado pelos estudantes de jornalismo da Universidade Positivo sobre as eleições em Curitiba

O Tela UN Eleições, realizado pelos estudantes de jornalismo da Universidade Positivo, apresenta edições especiais sobre as eleições municipais de 2012. No vídeo acima fui entrevistado para tratar das mudanças no jogo político para o segundo turno. A apresentação do Tela UN Eleições é de Thomas Mayer Rieger e Ana Krüger.

III Congresso Brasileiro de Sociologia do Direito e I Simpósio do Núcleo de Direito do 3º Setor, Risco e Políticas Públicas

III Congresso Brasileiro de Sociologia do Direito – ABRASD e I Simpósio do Núcleo de Direito do Terceiro Setor, Risco e Políticas Públicas – PPGD/UFPR

Maiores informações, clique aqui

Serei o responsável pelo seguinte Grupo de Trabalho, junto com o Prof. Leandro Gorsdorf:

GT MOVIMENTOS SOCIAIS E TERCEIRO SETOR
O objetivo do GT é debater estudos sobre movimentos sociais e terceiro setor que abordem, especialmente, os seguintes núcleos temáticos: demandas sociais e novos direitos; movimentos sociais e políticas públicas; terceiro setor e marco legal; teorias sociológicas e jurídicas sobre movimentos sociais; saber popular e conhecimento jurídico;  metodologia e pesquisa jurídica sobre movimentos sociais e terceiro setor.

LEANDRO GORSDORF

Professor de Direito da UFPR, doutorando do Programa de Pós Graduação em Direito da UFPR, pesquisador do IPDMS e Observatorio das Metropoles, Conselheiro da organização não governamental Terra de Direitos e Relator Nacional do Direito a Cidade da Plataforma Dhesca Brasil.

TARSO CABRAL VIOLIN
Professor de Direito Administrativo da Universidade Positivo, Professor de Pós-Graduação da ABDConst, UniCuritiba e UniBrasil, mestre em Direito do Estado pela UFPR, membro do Conselho Editorial da Revista de Direito do Terceiro Setor

Datafolha em São Paulo: Fernando Haddad (PT) tem 56% e José Serra (PSDB) 44%

Fernando Haddad (PT) está 10 pontos na frente de José Serra (PSDB) na primeira pesquisa Datafolha realizada sobre a disputa no segundo turno na cidade de São Paulo: 47% a 37%

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. 8% não sabem em quem votar, brancos, nulos e eleitores que afirmam que não votarão em nenhum também somam 8%.

Considerando os votos válidos a diferença é de 12 pontos: Haddad 56% e Serra 44%.

No último levantamento do Datafolha antes do primeiro turno (dia 6), Haddad tinha 45% e Serra 39%.

No primeiro turno, Serra foi o mais votado, com 30,75% dos votos válidos, enquanto Haddad obteve 28,98% dos votos.

A pesquisa foi realizada entre ontem e hoje e ouviu 2.090 pessoas e está registrada no Tribunal Regional Eleitoral com o número SP-01851/2012.