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Hoje: plenária dos movimentos sociais com os Ministros da Justiça e Planejamento, pró Fruet e Mirian

Folha de S. Paulo e José Serra pressionam Fernando Haddad pela manutenção da privatização da saúde via OS

Hoje na Folha de S. Paulo

Haddad atacou ‘privatização’ na saúde

No ano passado, quando ainda era pré-candidato, petista defendeu gestão de hospitais pelo ‘próprio poder público’

Serra leva filme fala do rival ao programa de TV; petista diz que ‘nunca falou em romper contratos’ com OSs

DE SÃO PAULO

Ainda pré-candidato a prefeito, Fernando Haddad (PT) atacou, em vídeo veiculado pela TVPT, “a privatização da gestão” da saúde em São Paulo, numa referência ao modelo de organizações sociais. No filme, ele diz que “quem tem de administrar os hospitais é o próprio poder público”.

Hoje, na gestão de Gilberto Kassab (PSD), hospitais e outras unidades de saúde são comandadas por OSs -entidades privadas que recebem recursos da prefeitura para gerir o equipamento público.

“Quem tem de administrar os hospitais é o próprio poder público e não a privatização da gestão e muito menos a privatização dos leitos”, diz Haddad no filme.

Rival do petista na eleição, José Serra (PSDB) transformou o tema em um dos principais focos de sua campanha no segundo turno. Ele tem dito que Haddad vai “eliminar” o sistema de organizações sociais na saúde. O rival nega.

Ontem, Serra levou um trecho do vídeo com a fala de Haddad a seu programa eleitoral e disse, à imprensa, que o petista levará o sistema de saúde à “anarquia”.

Serra defende as OSs. Afirma que elas melhoram os serviços e diz que as parcerias são feitas com instituições renomadas. Cita, por exemplo, o hospital Albert Einstein.

O tucano sustenta os ataques com base em trecho do programa de governo de Haddad que sugere que o petista irá alterar o modelo atual.

No capítulo da saúde, ao abordar a “gestão do sistema”, o programa do PT apresenta a proposta de “retomar (…) a direção pública da gestão regional e microrregional do sistema de saúde”.

Quando Serra trouxe o assunto à campanha, Haddad passou a negar intenção de acabar com o sistema atual.

O petista tem dito que não romperá contratos com as OSs. Na propaganda eleitoral, afirmou que manterá o sistema e que Serra mente para confundir o eleitor.

Procurada para comentar o vídeo, a assessoria de Haddad afirmou que, então pré-candidato, o petista defendeu “o princípio de que os hospitais públicos devem ter gestão pública”. “Por isso, sua intenção é manter sob gestão pública os três novos hospitais que prometeu”.

“Durante toda a sua pré-campanha e campanha, Haddad nunca defendeu o rompimento”, disse, em nota.

A campanha afirmou que a gestão de Haddad no Ministério da Educação prova que ele não tem preconceito com as OSs.

(DANIELA LIMA)

Assista o debate da RIC/Record por link na internet

Clique no link:

http://ricmais.com.br/pr/noticia/assista-ao-vivo/

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Bresser-Pereira defende Hugo Chávez e a esquerda na Venezuela

Hoje na Folha de S. Paulo

LUIZ CARLOS BRESSER-PEREIRA

A luta de Chávez

Sua retórica dá a impressão de que ele vá implantar o socialismo, mas seus atos deixam claro que não

Se as liberdades e o sufrágio universal estão assegurados, a democracia, garantida, e os cidadãos não estão ameaçados de expropriação por políticos revolucionários, não há razão para cidadãos com espírito republicano votarem em candidatos que defendem interesses dos ricos.

Eles estarão agindo de acordo com princípios de justiça se escolherem candidatos razoavelmente competentes que estejam comprometidos com os interesses dos pobres.

Estas considerações podem ser relevantes para eleitores de classe média decidirem seu voto, mas o que decide eleições é o voto dos pobres, como acabamos de ver na reeleição de Hugo Chávez na Venezuela.

Sua nova vitória comprova que a Venezuela é uma democracia e que os pobres lograram votar de acordo com seus interesses. Mas mostra também que os venezuelanos de classe média que nele votaram não defenderam seus interesses oligárquicos, mas os da maioria. Agiram conforme o critério republicano.

Chávez não é um revolucionário, mas um reformador. Sua retórica relativa ao “socialismo bolivariano” dá a impressão de que está prestes a implantar o socialismo no país, mas seus atos deixam claro que não tem essa intenção nem esse poder.

Essa mesma retórica alimenta a oposição local e dos Estados Unidos -uma potência imperial que, desde que ele foi eleito pela primeira vez, procura desestabilizá-lo.

Mais importantes, porém, são suas ações de governo. Essas apresentaram resultados impressionantes.

A renda per capita, que em 1999 era de US$ 4.105, passou a US$ 10.810 em 2011; a pobreza extrema foi de 23,4% da população para apenas 8,8%; e o índice de desigualdade caiu de 55,4% em 1998 para 28%, em 2008, com Chávez.

A Venezuela é um país muito difícil de governar porque é pobre e heterogêneo. E os interesses em torno do petróleo são enormes.

Nesse quadro de dificuldades, Chávez vem representando de forma exemplar a luta de uma coalizão política desenvolvimentista formada por empresários (poucos), trabalhadores e burocracia pública contra uma coalizão liberal e dependente formada por capitalistas rentistas, financistas, e pelos interesses estrangeiros. A luta de um país pobre para realizar sua revolução nacional e capitalista e melhorar o padrão de vida de seu povo.

Nas últimas eleições, o establishment internacional voltou a apoiar o candidato da oposição. Mas o que tem sido a oposição “liberal” na Venezuela desde a Segunda Guerra?

Essencialmente, uma oligarquia corrupta que se alternou no poder por 50 anos em um simulacro de democracia; uma elite econômica que reduziu a política à partilha das rendas do petróleo entre seus membros; um governo de ricos que sempre se submeteu às recomendações de política econômica do Norte, e exibiu, entre 1950 e 1999, o mais baixo crescimento de PIB da América Latina.

O establishment internacional ainda não foi vencido, e a nação venezuelana não está consolidada. Chávez contou com a ajuda dos preços elevados do petróleo para realizar um governo desenvolvimentista e social. Não a terá sempre.

Mas as últimas eleições mostraram que o povo venezuelano construiu uma democracia melhor do que aquela que o nível de desenvolvimento do país deixaria prever.

E que esta democracia é o melhor antídoto contra a oligarquia interna e o neoliberalismo importado.

Beto Richa: “fomos pegos de surpresa com a derrota de Luciano Ducci em Curitiba”

Hoje no O Estado de S. Paulo (divulgado pela Roseli Abrão), Beto Richa reconhece que o resultado na capital deixou os adversários “alvoroçados”:

“Foi uma injeção de ânimo para eles”.

“Em Curitiba, fomos pegos de surpresa na apuração. O prefeito fez um bom mandato, mas não se traduziu em votos. Aqui no Paraná o eleitor esteve mais focado nos candidatos do que nos padrinhos políticos. Em cidades menores, o deputado, o governador têm bastante peso, mas não na capital”.

Folha de S. Paulo pressiona para que Haddad mantenha a privatização da saúde via OS

A Folha de S. Paulo vem sistematicamente pressionando Fernando Haddad (PT), candidato a prefeito de S. Paulo favorito para vencer José Serra (PSDB), a prometer que vai manter a privatização inconstitucional da saúde de São Paulo via organizações sociais – OS. O modelo existe para burlar o concurso público e já foi atestado como mais caro e menos eficiente pelo Tribunal de Contas de São Paulo. O STF pode ainda em 2012 considerá-lo como inconstitucional. Mas para a Folha falta apenas mais fiscalização.

Veja parte do editorial da Folha de S. Paulo de hoje:

“Saúde – Carência de médicos e especialistas, dificuldade para marcar exames, demora em atendimentos e falta de comunicação entre as diversas portas de entrada no sistema são deficiências que tornam a saúde a área mais mal avaliada. Haddad e Serra dedicam boa parte das promessas ao setor, mas com algumas divergências.

O petista é ambíguo em seu programa quanto a abandonar o modelo das organizações sociais (OS), pelo qual entidades privadas recebem dinheiro da prefeitura e gerenciam equipamentos municipais de saúde. Em entrevistas, Haddad tem negado a intenção, mas afirma que vai submeter a contratação de funcionários a concursos públicos -o que anularia muitos ganhos de eficiência das OS.

Serra não aborda o tema diretamente, mas já deixou claro que manterá o modelo atual.

Há críticas à atuação das OS por exemplo, fiscalização insuficiente-, mas parece inegável que elas acrescentam agilidade a um serviço essencial para a população.

As OS não têm como resolver, porém, a desorganização estrutural da saúde municipal. Os diversos níveis de atendimento (básico, emergencial, hospitalar) não conversam entre si. Essa é uma questão central que Serra aborda de forma superficial, enquanto Haddad propõe medidas mais concretas.”

Luti Promessinha virou o Tom Ligado

Gazeta do Povo, Globo, Veja e o neoliberalismo na comunicação

Eu sou controlado pelo Estado e pelo Mercado. A Receita Federal sabe quanto eu ganho. A Setran – Secretaria de Trânsito de Curitiba e a Consilux sabem por onde anda meu automóvel (a não ser o de alguns poderosos). O ICI – Instituto Curitiba de Informática controla e sabe sobre o que eu reclamo na prefeitura. O Google e o Facebook sabem as minhas preferências pessoais e políticas. A Justiça Eleitoral controla e aplica multa quando meu Blog divulga uma enquete política entre os meus leitores. O Serasa utiliza de dados públicos para fins privados. O Poder Judiciário é controlado pelo Conselho Nacional de Justiça. O Ministério Público é controlado pelo Conselho nacional do MP. O Poder Executivo é controlado pelo Poder Legislativo. O Tribunal de Contas fiscaliza a Administração Pública. A sociedade civil, o povo, controla, ou poderia controlar, tanto o Estado quanto o mercado (a não ser o ICI).

Mas a Gazeta do Povo, juntamente com a rede Globo, a revista Veja, a Folha de S. Paulo, a Rede Record, não querem saber do Controle/Regulação Social da mídia. Se acham acima da lei, acima da Constituição, acima de qualquer suspeita. Vejam o editorial da Gazeta do Povo de hoje.

Defendem o livre mercado, a liberdade de imprensa, como se não existissem outros princípios fundamentais na Constituição. Como se Rádio e TV não fossem concessões públicas.

Não, exercer controle social sobre a mídia, sobre os grandes meios de comunicação, não é censura prévia, não é um atentado contra a liberdade de expressão.

Pelo contrário: se queremos um Brasil realmente democrático e republicano, precisaremos democratizar os meios de comunicação, acabar como cartéis, monopólios e oligopólios.

Precisamos aplicar os arts. 220 a 224 da Constituição Social e Democrática de Direito de 1988:

“Os meios de comunicação social não podem, direta ou indiretamente, ser objeto de monopólio ou oligopólio”.

Apenas existir como canais abertos a Globo, Record, SBT e Band não é oligopólio?

Existir apenas a Gazeta do Povo como grande jornal de Curitiba não é monopólio?

Por que não há grandes redes de TV, rádio, ou jornais impressos públicos, estatais, ou controlados por movimentos sociais?

“A produção e a programação das emissoras de rádio e televisão atenderão aos seguintes princípios: preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas;”

Programas religiosos de TV e rádio que pregam que pagar dinheiro para as Igrejas é o caminho da salvação é educativo, cultural ou informativo?

“Compete ao Poder Executivo outorgar e renovar concessão, permissão e autorização para o serviço de radiodifusão sonora e de sons e imagens, observado o princípio da complementaridade dos sistemas privado, público e estatal.”

Há complementariedade entre as redes privadas, públicas e estatais? Ou as redes privadas exercem amplo domínio?

“Para os efeitos do disposto neste capítulo, o Congresso Nacional instituirá, como seu órgão auxiliar, o Conselho de Comunicação Social, na forma da lei.”

Há previsão constitucional da existência do Conselho de Comunicação Social que serve para controlar a mídia.

O problema é que se o William Bonner no Jornal Nacional ou a Carminha na novela da Globo disserem que o controle da mídia é coisa de comedor de criancinha, isso vira lei.

Infelizmente Fernando Haddad vai manter a privatização inconstitucional via OS da saúde em São Paulo

Bicicletada com Gustavo Fruet arrasta multidão pelas ruas de Curitiba

Fotos: Everson Bressan

O candidato a prefeito Gustavo Fruet (PDT) comandou, neste domingo (21), um passeio ciclístico pelas ruas da capital e reafirmou seu compromisso com os ciclistas e a proposta de campanha de construir 300 km de ciclorrotas.

Partindo da Praça Santos Andrade, o grupo de dezenas de ciclistas percorreu as principais ruas centrais da cidade com destino ao tradicional Parque Barigui. No trajeto, o candidato da Coligação Curitiba Quer Mais recebeu diversas manifestações de apoio da população curitibana, nas ruas, nos carros, nas estações tubo, nos prédios.

Ao chegar ao Barigui, Fruet encontrou-se com grupos de variados movimentos sociais, como o Movimento dos Direitos das Pessoas com Deficiência de Curitiba. O candidato do PDT conversou com portadores de deficiências e recebeu um documento de apoio do grupo, que luta pela inclusão e pela acessibilidade na capital.

Fruet também recebeu de presente uma muda de araucária, entregue por Rodolfo Jaruga e Vinícius Brand, representantes da associação Ciclo Iguaçu. O ato marcou a passagem de um ano de compromissos assumidos pelo candidato do PDT com o meio ambiente e com os ciclistas de Curitiba.

No Barigui, o candidato da Coligação Curitiba Quer Mais ainda recebeu apoio de instituições de proteção e defesa dos animais.

“É com muita satisfação que vejo a população de Curitiba se manifestando e colocando temas que considera importantes na pauta da cidade. Estamos antenados com este momento da capital, tanto que ações e projetos específicos para estas demandas já estão no nosso plano de governo. Em nossa gestão, vamos dialogar muito com os curitibanos sobre as questões mais importantes para a administração de Curitiba”, confirmou o futuro prefeito da capital paranaense.

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Oilman vota Gustavo Fruet 12

Nelson Rebelo, o “oilman”: “Eu voto no Fruet. Porque ele é bem sincero, um cara trabalhador, e não se inclina à força negativa, ele enfrenta o problema. E também porque ele está apoiando uma reforma nas ciclovias de Curitiba.” Hoje na Gazeta do Povo

Os candidatos: “ideias novas”

Assisti hoje o filme estadunidense “os candidatos”. Sim, eu sabia que seria um pastelão no estilo sessão da tarde, mas mesmo assim fui assistir por ser uma crítica aos candidatos fabricados e fantoches e da força do dinheiro nas eleições norte-americanas.

Eis que em determinado momento um deles é citado como o candidato das “ideias novas”.

Lembra algo?

Haddad vai manter privatização inconstitucional da saúde via OS em São Paulo

Segundo a Folha de S. Paulo desta sexta-feira, o candidato a prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), vai manter as parcerias com organizações sociais que atualmente administram boa parte do sistema de saúde do município, Afirmou que é “mais aberto” que o PT e vai trabalhar para “fortalecer” a privatização via OS, criadas pelo governo FHC e infestado por José Serra (PSDB) e Gilberto Kassab (PSD) em São Paulo.

No plano de governo de Haddad é dito que vai retomar a “direção pública” da gestão do sistema de saúde da cidade, mas diz que isso será feito “sem prejuízo dos condicionantes contratuais e após providências administrativas”.

Haddad vem dizendo que apenas vai fiscalizar mais as OS e vai adotar o concurso público para “não contratar amigos para as OSs”.

Isso é um absurdo! As OS foram criadas para burla do concurso público, burla da licitação, burla do controle social sobre as entidades, e em 1988, tanto o PT, PDT e OAB entraram com ADIns junto ao STF, contra a Lei das OS. O STF está prestes a julgar inconstitucional essa lei absurda, que os tucanos tanto adoram, mas que deveria ser combatida por todos os petistas.

Haddad: são possíveis as parcerias entre a Administração Pública e as entidades do Terceiro Setor, inclusive na saúde, mas com o Poder Público fomentando as entidades de interesse público, e não repassando hospitais estatais para a gestão das entidades privadas.

Parabéns aos profissionais de informática pelo seu dia. Lembrando que no dia 1.1.13 o ICI será transparente!

Fotos das eleições de São Paulo de 1950 a 1957

Acervo Folha

Blog do Tarso fará comentários ao vivo no debate da Band Curitiba pelo Facebook e Twitter

Conheça a militância da advogada trabalhista Mirian Gonçalves (PT), vice de Gustavo Fruet (PDT)

Feliz dia do médico!

O prefeito de Curitiba e médico, Luciano Ducci (PSB). Foto de Tarso Cabral Violin

Doe medula óssea

Seja um doador de medula óssea!

Vídeo elaborado por pacientes do setor de Hematologia e Transplante de Medula Óssea do Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba/PR, inspirado no vídeo das crianças do Seattle Children’s Hospital. Filmagem e edição: Voluntários Felipe Torres Gonçalves e Vicente Filizola.

Música “What doesn’t kill you make you stronger” (O que não te mata te faz mais forte), do hit “Stronger”.