Caiu a máscara do Rossoni

O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Valdir Rossoni (PSDB), acabou de defender o direito dos parlamentares de ter uma falta não justificada por mês sem o desconto no salário, e ainda ficou irritado com as perguntas dos jornalistas sobre o assunto.

Qualquer trabalhador com falta injustificada tem desconto em seu salário.

Caiu a máscara do Rossoni!

Charge: Rio e o “mensalão do tráfico”

Charge: Para Lobão a ditadura militar brasileira “só arrancou umas unhazinhas”!

Carlos Latuff detona privatização dos aeroportos do Governo Dilma

Nova York é uma beleza mas Wall Street é uma m*!

Milhares de manifestantes "anti-Wall Street" marcharam nesta quarta-feira (05 de outubro) em Nova York pela primeira vez apoiados por sindicatos, o que ampliou o protesto contra o corporativismo e a cobiça do mundo das finanças nos Estados Unidos, que já ocorre há mais de duas semanas. - por Hajo de Reijger (HOLANDA). Divulgado no Humor Político

Charge: o Deputado, o Professor e o Carteiro

Charge: parece homenagem ao Derosso e à Câmara Municipal de Curitiba!

Steve Jobs X Colaboração

Steve Jobs: inimigo da colaboração

Por Rodrigo Savazoni, no sítio NovaE: (divulgado no Paraná Blogs, por Sergio Bertoni)

Steve Jobs morreu, após anos lutando contra um câncer que nem mesmo todos os bilhões que ele acumulou foram capazes de conter. Desde ontem, após o anúncio de seu falecimento, não se fala em outra coisa. Panegíricos de toda sorte circulam pelos meios massivos e pós-massivos. Adulado em vida por sua genialidade, é alçado ao status de ídolo maior da era digital. É inegável que Jobs foi um grande designer, cujas sacadas levaram sua empresa ao topo do mundo. Mas há outros aspectos a explorar e sobre os quais pensar neste momento de sua morte.

Jobs era o inimigo número um da colaboração, o aspecto político e econômico mais importante da revolução digital. Nesse sentido, não era um revolucionário, mas um contra-revolucionário. O melhor deles.

Com suas traquitanas maravilhosas, trabalhou pelo cercamento do conhecimento livre. Jamais acreditou na partilha. O que ficou particularmente evidente após seu retorno à Apple, em 1997. Acreditava que para fazer grandes inventos era necessário reunir os melhores, em uma sala, e dela sair com o produto perfeito, aquele que mobilizaria o desejo de adultos e crianças em todo o planeta, os quais formam filas para ter um novo Apple a cada lançamento anual.

A questão central, no entanto, é que o design delicioso de seus produtos é apenas a isca para a construção de um mundo controlado de aplicativos e micro-pagamentos que reduz a imensa conversação global de todos para todos em um sala fechada de vendas orientadas.

O que é a Apple Store senão um grande shopping center virtual, em que podemos adquirir a um clique de tela tudo o que precisamos para nos entreter? A distopia Jobiana é a do homem egoísta, circundado de aparelhos perfeitos, em uma troca limpa e “aparentemente residual”, mediada por apenas uma única empresa: a sua. Por isso, devemos nos perguntar: era isso que queríamos? É isso que queremos para o nosso mundo?

Essa pergunta torna-se ainda mais necessária quando sabemos que existem alternativas. Como escreve o economista da USP, Ricardo Abramovay, em resenha sobre o novo livro do professor de Harvard Yochai Benkler The Penguin and the Leviathan, a cooperação é a grande possibilidade deste nosso tempo.

“Longe de um paroquialismo tradicionalista ou de um movimento alternativo confinado a seitas e grupos eternamente minoritários, a cooperação está na origem das formas mais interessantes e promissoras de criação de prosperidade no mundo contemporâneo. E na raiz dessa cooperação (presente com força crescente no mundo privado, nos negócios públicos e na própria relação entre Estado e cidadãos) estão vínculos humanos reais, abrangentes, significativos, dotados do poder de comunicar e criar confiança entre as pessoas.”

Colaboração: essa, e não outra, é a palavra revolucionária. E Jobs não gostava dela.

RPC/Globo desrespeita a campanha “Esta vaga não é sua nem por um minuto!”

Foto de Claudio d' Oliveira, pai de Marco Staut

Marco Staut, no Facebook, denunciou que um veículo da RPC/Globo foi flagrado estacionado em vaga reservada a deficientes, no Park Shoping Barigui as 14h30 do dia 08/10/2011.

Que mau exemplo, mesmo após a campanha “Esta vaga não é sua nem por um minuto!” da agência TheGetz.

As contas da privatização – Brizola Neto do Tijolaço

Contribuição de Nelba Nicz

O Globo publica hoje matéria sobre os vinte anos de privatização de empresas estatais e diz que as empresas privatizadas responderam por um faturamento de R$ 3oo bilhões em 2010. A dólar de dezembro do ano passado, US$ 177 bilhões.

O total da receita com as privatizações, de 1991 a 2002, somou US$ 87,5 bilhões: US$ 59,5 bilhões em privatizações federais e US$ 28 bilhões em privatizações estaduais. Ou seja, metade do faturamento de um só ano destas empresas.

Diz o jornal que as empresas foram vendidas para reduzir o endividamento do Estado brasileiro. A dívida líquida do setor público no Brasil, em 1991, era de US$ 144 bilhões. Em 2002, com tudo que a privatização deveria ter “abatido” deste valor, era de US$ 300 bilhões.

Nem privatizar, nem dever, em si, são, em si, pecados. Vender mal, seja entregando o que é estratégico, seja fazendo isso na bacia das almas, por valores irrisórios, são. Dever, quando se paga juros módicos, pode ser o caminho para o desenvolvimento e o progresso. A juros extorsivos, porém, é apenas o caminho da escravidão ao rentismo.

A grande maioria das privatizações foi feita com financiamento público, com uma elevação brutal das tarifas cobradas nos servilos públicos, não se conservou participação do Estado nem para dirigir estrategicamente as suas atividades, nem para participar dos lucros que produziam.

Estamos pagando caro, muito caro, e ainda pagaremos por muitos anos por este período de vergonha da história brasileira.

Não foi uma estratégia, foi uma liquidação, uma entrega desavergonhada do que pertencia ao povo brasileiro.

Hoje é o último dia da enquete sobre a eleição para Governador do Paraná. Por enquanto Gleisi em 1º, Requião em 2º e Beto Richa em 3º.

Luciano Ducci deixou Curitiba esburacada

Abranches: Caminhões vilões - O técnico eletrônico Marcio Henrique Pereira, de 37 anos, considera os caminhões os vilões dos buracos. A imagem acima, na Rua Rodolpho Nunes Pereira, no Abranches, mostra a situação de vias trafegadas por veículos pesados. “Antipó não é adequado para ruas onde passam caminhões e ônibus. A situação é ainda mais grave em regiões com solo mais mole”, diz Valter Fanini. Foto de Albari Rosa/ Gazeta do Povo

Jardim das Américas: cimento em vez de asfalto - O professor universitário Benjamin Martins André, de 67 anos, cansou de esperar pela prefeitura de Curitiba e tapou com cimento alguns dos buracos da Rua André Petrelli, no Jardim das Américas. “Para mim, os administradores das regionais estão cegos ou não estão preocupados com os buracos das ruas”, diz. Na avaliação dele, a prefeitura deveria fazer varreduras temporárias e solucionar os problemas antes das reclamações surgirem. Foto de Marco André Lima/ Gazeta do Povo

Cidade Industrial: material impróprio - Não apenas pelo desconforto e pelos danos aos automóveis, o antipó é inadequado à cidade por segurança. “Quando não há pavimentação definida com meio-fio e calçada, há mistura de pedestres, bicicletas e veículos. Por esse motivo, ele é sempre inadequado”, diz o engenheiro Valter Fanini. Curitiba ainda conta com 461 quilômetros de saibro em sua malha viária

Xaxim: Contrário ao antipó - Antonio Marques França, de 48 anos, é contrário ao antipó. É um paliativo de baixa qualidade, critica. A Rua Enrico Fonseca dos Santos, no Xaxim, mostra exatamente o que acontece, especialmente em períodos de chuva. Se a manutenção não for feita, os buracos pequenos ficam grandes com meia-dúzia de chuvas, diz o diretor Valter Fanini, do Sindicato dos Engenheiros do Paraná (Albari Rosa/ Gazeta do Povo)

Curitiba tem buracos em ruas de norte a sul

Hoje na Gazeta do Povo

Desgaste do piso de antipó deixa vias intransitáveis na maioria dos bairros da capital. Prefeitura afirma que prioriza conserto em ruas do transporte coletivo

Por Vinicius Boreki

Veja a matéria completa: Continuar lendo →

Terceiro Setor: Gestão Luciano Ducci celebrou contrato milionário sem licitação com ONG indígena para cursos de qualificação

Página da ONG: link da prestação de contas não leva a informação alguma

ONG indígena é contratada para cursos de qualificação

Publicado hoje na Gazeta do Povo, por Euclides Lucas e Sandro Moser

Sem licitação, prefeitura de Curitiba escolheu entidade especializada em índios para ministrar qualificação profissional para jovens. Valor dos contratos é de R$ 5,4 milhões

A prefeitura de Curitiba fechou no ano passado dois contratos com a organização não governamental (ONG) Associação de Defesa do Meio Ambiente Reimer, especializada no atendimento à população indígena, para qualificar jovens ao mercado de trabalho. No valor total de R$ 5,4 milhões, os contratos foram fechados por meio de inexigibilidade da licitação – quando, de acordo com a legislação brasileira, a competição é inviável. O site da Reimer, porém, não traz nenhuma prestação de contas da aplicação dos recursos recebidos do poder público.

Veja a matéria completa:

Continuar lendo →

Diretora da Urbs, escolhida por Luciano Ducci, admite que não precisa cumprir a lei

Dr. Rosinha falou, Dr. Rosinha avisou, um prefeito picareta com anel de doutor!

Beto Richa repete Jaime Lerner e esconde negociação e benefícios concedidos à Renault

Sempre entendi que a guerra fiscal e a luta entre os estados pela implementação de montadoras em seus territórios é uma “licitação ao contrário”. Ou seja, ao invés de uma empresa privada competir com outras para que seja verificada qual a melhor proposta atenderá o interesse público, o que ocorre é uma competição entre os estados para que se verifique quem garantirá mais lucros para as empresas multinacionais.

Por isso é discutível o atendimento do interesse público nesses negócios nebulosos.

Além disso, um erro se repete aqui no Paraná. Um dos princípios constitucionais que regem a Administração Pública brasileira é o princípio da publicidade, conforme o art. 37 da Constituição de 1988, que por sinal ontem fez aniversário. Esse princípio exige a exibição em público dos atos do Poder Público, ou seja, a transparência deve ser a regra.

Excepcionalmente se admite sigilo dos atos dos governos, apenas no caso de imprescindibilidade à segurança da sociedade e do Estado, nos termos do art. 5º, inc. XXXIII, da Constituição.

O governo neoliberal de Jaime Lerner (PFL, atual DEMO) escondeu os contratos com os benefícios que concedeu à Renault.

O governador Beto Richa está indo pelo mesmo caminho. Além de perder a maior parte dos investimentos da Renault/Nissan para o Rio de Janeiro, o nosso governador vai conceder à Renault benefícios como a prorrogação dos prazos de pagamento do ICMS para os novos veículos e alíquota reduzida de ICMS na importação.

Mas por enquanto tudo é sigiloso. Será que Beto Richa, Taniguchi e Hauly acham que estão lidando com seus negócios particulares?

Ministério Público e Tribunal de Contas: favor façam algo! Ou vou ter que entrar com mais uma Ação Popular contra o Governador Beto Richa?

Com Beto Richa, o Paraná perde investimentos da Nissan para o Rio de Janeiro

O governo Beto Richa (PSDB) perdeu investimentos da Nissan no Estado do Paraná. Será o Estado do Rio de Janeiro que contará com investimentos para uma linha de montagem com capacidade de 200 mil veículos ano, no município de Resende/RJ.

Em tempo (15h10): A unidade paranaense da Renault/Nissan receberá apenas R$ 500 milhões para ampliar a produção, e a fluminense ficará com R$ 2,9 bilhões.

Charge: apolítico

Após pressão dos internautas e blogueiros progressistas, governo Beto Richa manda desbloquear o Blog do Tarso

Ontem o Blog do Tarso foi bloqueado pelo governo Beto Richa para acesso dos servidores nos computadores da Administração Pública paranaense. Após denúncia do Blog do Tarso, com o apoio do Blog do Esmael, o governo desbloqueou no mesmo dia.

Obrigado a todos pelo apoio!

Beto Richa celebra acordo sem licitação que pode gerar lucro para entidade privada de mais de R$ 1 milhão

Ontem o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), assinou protocolo de intenções com a entidade privada Movimento Brasil Competitivo, cujo presidente é empresário milionário Jorge Gerdau Johannpetter (que também é presidente do conselho de administração da Gerdau).

A meta é que o MBC arrecade R$ 16,7 milhões com empresários paranaenses para contratar três empresas de consultoria, que fariam um diagnóstico sobre a Administração Pública estadual e proporiam medidas neoliberais-gerenciais, como privatizações, PPPs, contratos de gestão, revisão (para baixo) dos vencimentos dos servidores e demais providências cujo o foco é a fuga do regime jurídico-administrativo.

O MBC arrecadará dinheiro doado pelos empresários e contratará as consultorias privadas Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG), PWC e KPMG. O MBC cobrará uma taxa de administração por esse serviço. Não foi divulgado o percentual da taxa de administração, mas normalmente essas taxas são de 6 a 10%. Caso a taxa seja de 10%, a previsão é que o MBC lucre 1,67 milhão nesse negócio.

A Constituição da República e a Lei 8.666/93 (Lei Nacional de Licitações e Contratos), exigem que qualquer acordo de vontade assinado entre o Poder Público e uma entidade privada que obtenha vantagens financeiras desse acordo seja realizada licitação prévia.

Mesmo se esse acordo fosse um convênio, a Lei Estadual 15.608/2007 (Lei de Licitações do Paraná), exige que na realização de convênios o Estado deve respeitar os princípios inerentes às licitações.

Tribunal de Contas e Ministério Público, atenção! Ou vou ter que entrar com outra Ação Popular contra o Governador Beto Richa?

Beto Richa vai liberar R$ 300 mil para cada Deputado Estadual. PMDB quer R$ 1,5 milhão

Notas políticas de hoje na Gazeta do Povo

Apoio caro

A aproximação entre a bancada do PMDB na Assembleia Legislativa e o governo do Paraná pode pesar no bolso do governador Beto Richa (PSDB). Num primeiro momento, o Executivo pretende liberar R$ 300 mil a cada um dos 54 deputados para emendas individuais ao orçamento do ano que vem. O PMDB, porém, acha o valor muito baixo e exige pelo menos R$ 1,5 milhão por parlamentar. “Com R$ 300 mil, vou destinar R$ 10 mil para os 35 municípios que atendo e ainda vou ter de completar com R$ 50 mil do meu bolso. Isso os vereadores de Curitiba têm”, ironizou o peemedebista Nereu Moura (foto). Líder do governo na Assembleia, Ademar Traiano (PSDB) negou que o governo já tenha fixado o valor das emendas e disse que, dentro do orçamento, o Executivo vai trabalhar para atender às demandas dos parlamentares.