1º de maio com menos bala e mais giz

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Foto de Tarso Cabral Violin

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Foto de Tarso Cabral Violin

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A filha do meu xará. Foto de Tarso Cabral Violin

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Professor de Geografia que foi agredido gravemente no Massacre do Centro Cívico. Foto de Tarso Cabral Violin

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Foto de Tarso Cabral Violin

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Foto de Gilnei Machado

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Blogueiros e militantes do Paraná

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Com a Meg Thai e João Bello. Foto de Tania Mandarino

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Foto de Théa Tavares

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Doutor Rosinha. Foto de Théa Tavares

 

Após o Massacre do Centro Cívico em Curitiba que ocorreu no histórico dia 29 de abril de 2015, e manifestação dia 30 com os estudantes de preto, que pediram a prisão do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), ontem (1º de maio), Dia do Trabalhador, ocorreu nova manifestação na capital.

Mais de 10 mil estudantes, professores, servidores, blogueiros e cidadãos manifestara-se em apoio aos professores e em repúdio ao massacre comandado pelo governo do estado.

O lema, repetido nacionalmente, foi “menos bala, mais giz”, no dia do trabalho que no qual também foi ressaltada a Democratização da Mídia e a luta contra o PL 4330 das terceirizações de atividades-fim.

No dia 05 de maio ocorrerá um grande ato nacional “Somos Todos Professores”, 9h, na Praça 19 de Dezembro. Esperasse um número ainda maior de participantes.

Tinta vermelha no lago do Palácio Iguaçu. Foto de Pamela Katherlyn Lopes

Tinta vermelha no lago do Palácio Iguaçu. Foto de Pamela Katherlyn Lopes

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Zé Maria, presidente nacional do PSTU, discursa no caminhão de som com a faixa da Associação ParanáBlogs

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“Fora Beto Richa” em vários cartazes e palavras de ordem. Foto de Tarso Cabral Violin

 

 

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Um comentário sobre “1º de maio com menos bala e mais giz

  1. Matéria sobre a omissão na apuração das overdoses de Aécio e reabertura do caso da morte da modelo une Polícia Civil e MPMG contra o Novojornal.Via NovojornalEra previsível a retaliação por parte de integrantes do MPMG e da Polícia Civil, que após a tramitação irregular de uma denúncia apócrifa, tenta envolver o portal jornalístico por defender o denunciante da Lista de Furnas e do mensalão, Nilton Monteiro. Tudo ocorreu após a recusa pelo diretor responsável do Novojornal a um interlocutor do Governo de Minas em retirar de pauta duas matérias envolvendo três ex-governadores, um ex-vice-governador de Minas e o presidente da Cemig.Sabe-se hoje que a retaliação contra o portal jornalístico foi conduzida pelo Procurador André Estevão Ubaldino Pereira, chefe do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Combate ao Crime Organizado e de Investigação Criminal (CAO Crimo) e Coordenadorias Regionais de Combate às Organizações Criminosas (CRCOCs), todos os órgãos ligados ao MPMG.A primeira matéria ainda não publicada narrará o que vem ocorrendo na Coordenadoria de Combate e Repressão ao Tráfico Ilícito de Entorpecentes, mais conhecida como Coordenadoria Antidrogas, que além de sua inércia em apurar, desapareceu com o procedimento instaurado em função das overdoses que quase levaram a óbito Aécio Neves, quando o mesmo exercia o Governo de Minas Gerais.É necessário destacar que tais overdoses ocorreram dentro do Palácio das Mangabeiras, residência oficial do governador de Minas guarnecido pela Polícia Militar, 24 horas por dia. Corporação Militar que cumpriu sua obrigação entregando através de seu serviço reservado um detalhado relato do ocorrido a Coordenadoria Antidrogas, inclusive, sobre a transferência de Aécio Neves em helicóptero operado pela Polícia Militar para o Hospital Mater Dei em Belo Horizonte.A matéria do Novojornal não tem como destaque o fato de Aécio Neves ser um dependente químico, pois além de não ser novidade, trata-se de uma doença tratável. O objetivo é demonstrar que em função de seu vício, houve a tomada do Poder por setores da área criminal do MPMG, assim como, ligada à defesa na justiça de grandes traficantes, culminando com a nomeação do ex-secretário de Defesa Social o advogado Mauricio Campos.Refém de seu vício, o ex-governador Aécio Neves viu-se envolvido, mesmo que para alguns involuntariamente, na defesa de um afrouxamento por parte das autoridades públicas na repressão e combate ao tráfico de drogas, com a justificativa da introdução de uma política pública no Estado visando à descriminalização das drogas, mesmo antes da aprovação de leis neste sentido.A matéria mostrará ainda que tal política pública visava manter uma Apartheid do vício. Enquanto para as classes sociais mais elevadas, onde o preço da droga chega a ser três vezes maior, o consumo é considerado “recreativo”, nas classes menos favorecidas, onde predomina a droga de baixo custo desta maneira com pequeno lucro, é tratado com prisão. Evidente que independente do mérito da legalização ou não das drogas, o que será abordado é a necessidade de combate a quem fornece a droga, o traficante e as organizações criminosas a que pertencem.Mostraremos que nos últimos dez anos não houve em Minas Gerais através da Coordenadoria de Combate e Repressão ao Tráfico Ilícito de Entorpecentes, qualquer operação de destaque com a desarticulação de grandes quadrilhas e apreensão proporcional, fruto de um trabalho de inteligência que merecesse o mesmo cuidado obtido no combate a crimes fiscais.O Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Combate ao Crime Organizado e de Investigação Criminal, foi transformado em um braço auxiliar e arrecadatório do Executivo através da Secretaria da Fazenda, que mesmo ao arrepio da Lei, forneceu e mantém os equipamentos de escuta telefônica e outras tecnologias utilizadas de maneira irregular, conforme denunciado porNovojornal na matéria “PGJ/MG serve apenas de fachada para Central de Grampo Clandestino”. Fato reconhecido em relatório pelo CNMP– Conselho Nacional do Ministério Público.A segunda matéria, esta já publicada, foi “Juíza do mensalão mineiro manda investigar morte de modelo” diz respeito à morte da modelo Cristiane Aparecida Ferreira. Após sua publicação acompanhada dos documentos exibidos na reportagem do mensalão tucano comprovando que modelo assassinada recebera R$1.800.000,00 de Walfrido dos Mares Guia, obrigou a Juíza Neide da Silva Martins e o Promotor João de Medeiro à abrirem nova linha de investigações para analisar nova vertente criminal.Depoimentos informam que Cristiane Aparecida Ferreira atuou transportando valores milionários a serviço do esquema do mensalão tucano.No entender de diversos criminalistas que se dedicam ao caso, a morte da modelo não foi um crime passional em relação ao seu namorado, Cristiane estaria jurada de morte por esposas de diversos figurões da sociedade mineira. Segundo um dos criminalistas que atua no caso, o assassinato da modelo realmente foi cometido por Reinaldo Pacífico, conforme sua condenação, porém, provas e evidências demonstram que houve um ou mais mandantes, porque Cristiane tornara-se “perigosa”, para o esquema, pois além de conhecer toda operação mantinha relação amorosa com os principais operadores do esquema, desta forma, no entendimento destes criminalistas, a morte da modelo foi uma queima de arquivo.Como narrado anteriormente, diante das provas existentes nos autos, a Juíza da 9ª Vara Criminal de Belo Horizonte determinou a abertura de um novo inquérito para apurar exclusivamente a participação de Cristiane no esquema conhecido como mensalão tucano.O processo tramita em Belo Horizonte por decisão do ministro Joaquim Barbosa. Segundo os criminalistas, comprovadamente Cristiane mantinha um caso amoroso com o atual presidente da Cemig Djalma Moraes, com o ex-ministro e ex-vice-governador Walfrido dos Mares Guia e com o ex-governador Newton Cardoso e Itamar Franco.“Com a abertura deste novo inquérito, quebra-se a resistência do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Combate ao Crime Organizado e de Investigação Criminal dirigido pelo Procurador André Estevão Ubaldino Pereira, que recusava reabrir o caso da morte da modelo”, conclui um dos criminalistas ouvidos porNovojornal.A matéria noticiava ainda que o inquérito que apurou o crime ocorrido no San Francisco Flat, um aparte hotel de luxo da capital mineira, teve várias de suas páginas arrancadas se transformando em ação penal com a condenação do despachante Reinaldo Pacifico, que até hoje continua solto sem qualquer explicação das diversas autoridades envolvidas.Infelizmente, fazer jornalismo em Minas Gerais onde o Estado foi capitulado pelo pior lado da classe política do Ministério Público e da Polícia Civil, tornou-se profissão de alto risco. A matéria relativa às overdoses de Aécio Neves será publicada simultaneamente com o lançamento de um livro que abordará seu comportamento desde que veio para Belo Horizonte em 1983 da Cidade do Rio de Janeiro até sua gestão frente o Governo de Minas Gerais.A reportagem do Novojornal procurou em janeiro de 2013 o ex-governador e atual senador Aécio Neves e o Hospital Mater Dei por duas vezes e os mesmos recusaram-se a comentar as internações ocorridas. O Procurador André Estevão Ubaldino Pereira, chefe do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Combate ao Crime Organizado e de Investigação Criminal (CAO Crimo), foi consultado sobre possíveis ocorrências de overdose do ex-governador e até o fechamento desta matéria nada respondeu.Documentos citados na matéria
    E-mail encaminhado ao Hospital Mater Dei em 9 de janeiro de 2013
    Reenvio do e-mail ao Hospital Mater Dei em 17 de janeiro de 2013
    E-mail encaminhado ao ex-governador e atual senador Aécio Neves em 9 de janeiro de 2013
    E-mail encaminhado ao procurador André Estevão Ubaldino Pereira em 18 de novembro de 2013***Leia também
    ● Minas Gerais: Em xeque, o “choque de gestão” do PSDB
    ● Suiçalão: Aécio lidera doações de donos de contas secretas do HSBC
    ● Recordar é viver: 14 escândalos de corrupção envolvendo Aécio, o PSDB e aliados
    ● Assista ao vídeo em que o doleiro Youssef acusa Aécio de arrecadar dinheiro em Furnas
    ● Por que não vazou antes o que Youssef disse de Aécio?
    ● Deputado Rogério Correia: “Se Janot não tem provas para
    Date: Sat, 2 May 2015 04:17:02 +0000
    To: mauriciomscavassa@hotmail.com

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