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ObsCena: made in China

Jurídico do Boqueirão de Gustavo Fruet também atuante

O Comitê Jurídico do Boqueirão de Gustavo Fruet (PDT) também está atuante hoje, como o do Bairro Novo. O professor e advogado Cristiano Dionísio e demais advogados do comitê acabaram com as placas irregulares do bairro.

 

Atuação do comitê jurídico do Bairro Novo de Gustavo Fruet desmonta comitê irregular

Anderson Rodrigues Ferreira, Jorge Wilson Brandão Michalowski e mais três advogados voluntários do comitê do Bairro Novo desmontaram comitê irregular na frente ao Colégio Benedito João Cordeiro, no Bairro Novo. Vejam as fotos do antes e do depois.

Serra e o caos na saúde em SP

Por Altamiro Borges

O tucano José Serra não sabe mais o que fazer para reverter os resultados desfavoráveis das pesquisas eleitorais. A ajuda da TV Globo, com o midiático julgamento do “mensalão”, aparentemente não surtiu o efeito desejado. Já o apoio do “pastor” Silas Malafaia foi um tiro no pé e assustou até os evangélicos. Desesperado, o eterno candidato do PSDB insiste no diversionismo mais grosseiro para atacar Fernando Haddad. Afirma que o petista demitirá milhares de profissionais das chamadas Organizações Sociais da Saúde (OSs).

A tática marqueteira é terrorista. Serra tenta vender a imagem de que a situação da saúde em São Paulo está ótima e que o seu rival vai implodir o setor. A realidade, porém, desmente esta manobra diversionista. Várias pesquisas apontam que os paulistanos reprovam os serviços prestados pela prefeitura nesta área tão sensível. Como Serra é Kassab e Kassab é Serra, o caos na saúde na capital paulista acaba tirando mais votos do tucano. A reprovação do prefeito, também neste quesito, acaba elevando o índice de rejeição de Serra.

Pesquisas confirmam as críticas
Pesquisas realizadas pelo Datafolha mostram que a saúde sempre foi considerada um dos principais problemas da metrópole. Só que a situação piorou muito nos últimos anos. Em 2008, segundo o instituto, 16% dos paulistanos apontaram o tema como prioritário – já numa pesquisa mais recente do mesmo Datafolha, este percentual saltou para 29%. Longas filas, ausência de médicos, atendimentos nos corredores e práticas discriminatórias nos hospitais, entre outros fatores, são apontadas como causas desta situação dramática.
Neste cenário, nada mais justo de que os candidatos à prefeitura da capital discutam com seriedade novas soluções para a saúde – não com as costumeiras baixarias do tucano. Isto torna obrigatório avaliar o desempenho das OSs. A ideia de repassar a saúde pública às entidades privadas surgiu no reinado neoliberal de FHC. Na época, em 1998, PT e PDT criticaram a privatização do setor e ingressaram com uma ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF), que até hoje não julgou o mérito da questão.
OSs mandam no setor na capital
Com o tempo, as OSs se alastraram por várias cidades – não apenas em São Paulo. Hoje elas dominam o setor na capital paulista. Com um orçamento de R$ 1,1 bilhão em 2011, elas detêm quase metade da receita da Secretaria Municipal da Saúde, administram 60% das suas unidades (238 de um total de 396) e realizam 75% dos atendimentos. A maior parte (52,7%) dos 79.017 funcionários da área da saúde é contratada por estas organizações privadas. Qualquer proposta de melhoria do setor terá que reavaliar o papel das OSs.
Do ponto de vista da sociedade, as OSs não convenceram. Pesquisa recente mostra que 60% dos paulistanos consideram ruim/péssimo o atendimento na saúde – em 2007, antes dos primeiros contratos com estas entidades privadas na capital paulista, o índice negativo era de 51%. Já para os movimentos sociais, a experiência das OSs é um desastre. Segundo Ângelo D’Agostini, dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde de São Paulo (Sindsaúde), elas só agravaram o caos no setor, penalizando a população mais carente da cidade.
Rediscutir a privatização na saúde
Entre outros problemas, o sindicalista critica as práticas discriminatórias e elitistas destas organizações. “O contrato de gestão das OSs criou os hospitais de portas fechadas. O SAMU, inclusive, é orientado para não levar mais pessoas para estes hospitais”, explica. Para ele, “o nome Organização Social da Saúde é um nome fantasia para entidades privadas e sem fins lucrativos, o que é muito relativo. O Hospital Sírio Libanês, por exemplo, é uma entidade sem fins lucrativos, mas não quer dizer que não tenha hospitais particulares”.
Ângelo D’Agostini também afirma que as OSs representaram maior arrocho e precarização dos trabalhadores da saúde. “Como é uma entidade privada, não há necessidade de concurso público, não há critério de estabilidade no emprego, os salários são diferentes, os médicos correm atrás das maiores remunerações, mudam de entidades. Isso para o serviço de saúde é extremamente negativo”. Por estas e outras razões, o sindicalista defende que o novo prefeito de São Paulo rediscuta a parceira com as OSs. Nada mais justo!

20h12, bate papo de Gustavo Fruet com eleitores no Twitcam

Imagem da Twitcam que Gustavo Fruet fez no sábado, antes do primeiro turno

Hoje, 20h12, o Gustavo Fruet (PDT) fará um bate papo com os curitibanos via Twitcam. Perto do horário acesse o twitter do candidato https://twitter.com/gustavofruet, no qual será informado o link.

Imagem do dia: Gustavo Fruet nos braços do povo

Panfleto do PT critica parcerias na saúde

Hoje na Folha de S. Paulo

Corrente minoritária do partido distribui material em que propõe fim de contratos com organizações sociais

Campanha do petista afirma que conteúdo dos folhetos não representa posição da campanha de Haddad

DE SÃO PAULO

Panfleto editado por uma corrente do PT pede votos para Fernando Haddad (PT) dizendo que, com ele eleito, haverá o “fim das organizações sociais” no sistema municipal de saúde de São Paulo.

O texto, é assinado por integrantes do diretório da sigla e tem data de 23 de outubro. Ele começa com uma convocação: “[Vamos] Levar o PT à prefeitura para salvar a saúde. Dia 28 votar 13 pelo fim das Organizações Sociais em São Paulo”.

O coordenador-geral da campanha de Haddad, Antonio Donato, diz que o texto foi produzido por uma corrente minoritária do PT que historicamente defende o fim das OSs. Ele afirma que o material não representa a posição da campanha nem a de Haddad, que tem dito que manterá as OSs.

“A vitória de Haddad do PT, derrotando o Serra do PSDB, é o caminho que o povo trabalhador da cidade tem para prosseguir e reforçar sua luta por serviços públicos, em particular da saúde”, diz o texto. Ele diz ainda que o PT já havia decidido pelo fim das OSs em junho deste ano.

“O encontro municipal do PT de São Paulo definiu a situação e decidiu: ‘A saúde está entregue ao setor privado, onde proliferam as organizações sociais. O governo do PT deve reverter essas privatizações. Os equipamentos e serviços de saúde devem ter gerência pública”, afirma.

A posição do PT sobre o tema foi trazida ao centro do debate eleitoral pelo adversário de Haddad, José Serra (PSDB). Com base num trecho do programa de governo do petista, Serra passou a afirmar que, se eleito, o rival irá acabar com as OSs.

Hoje, o sistema municipal de saúde mescla unidades administradas pela prefeitura e pelas OSs, entidades privadas sem fins lucrativos, como o Albert Einstein.

Serra defende as OSs e diz que, sem elas, o sistema entraria em colapso.

Após os ataques do rival, Haddad deu duas explicações sobre o tema. Primeiro, disse que faria concurso público nos hospitais geridos por OSs -o que contraria a lógica das organizações. Depois, que manteria o sistema atual, mas ampliaria a fiscalização. Ele acusou o Serra de fazer “terrorismo” com o tema.

O panfleto critica o recuo de Haddad. “É um equívoco achar que a situação pode melhorar com fiscalização”. “O sangue do PSDB tem a marca da privatização. (…) Com a vitória do PT podemos reverter essa situação.”

O texto termina dizendo que, Haddad eleito, é preciso mobilização para que ele “cumpra a decisão partidária de fim das OSs”.

Donato afirmou que não poderia proibir a corrente do partido de manifestar opinião. “Mas a posição deles não prevaleceu. Ela não expressa a decisão da campanha nem a de Haddad.”

Sindicalistas farão encontro pelo fim das OSs

FABIO LEITE
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Sindicatos ligados ao PT farão em novembro um encontro nacional para definir ações da campanha pelo fim das OSs (Organizações Sociais) no país.

O evento será no dia 24 em São Paulo e reunirá ativistas na área da saúde e militantes petistas.

Em 2011, um primeiro encontro em Florianópolis (SC) resultou num abaixo-assinado, com mais de dez mil adesões, entregue ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, pedindo a revogação da lei federal que criou as OSs, em 1998.

Os organizadores são os mesmos que divulgaram panfleto pedindo voto no candidato do PT a prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, “pelo fim das organizações sociais”. O grupo considera que a gestão de hospitais por OSs é a “privatização da saúde”.

“Nós queremos acabar com as organizações sociais e vamos tentar convencer o Haddad porque só ele pode mudar isso”, disse João Batista Gomes, secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Municipal.

Haddad prometeu manter os contratos após José Serra (PSDB) dizer que ele iria rompê-los se eleito.

O destino do “in dubio pro reo”

Hoje na Folha de S. Paulo

ANTONIO CLÁUDIO MARIZ DE OLIVEIRA

TENDÊNCIAS/DEBATES

A jurisprudência do mensalão cria precedentes perigosos na segurança processual e nos direitos do acusado?

SIM

O destino do “in dubio pro reo”

Alvo de televisionamento, contendo o envolvimento de figuras proeminentes do mundo político, financeiro e publicitário. Colocado como um julgamento do comportamento ético de um partido político e dos seus governos. Posto como teste da imparcialidade do STF, pois a maioria dos seus integrantes foi nomeada pelos dois últimos governos. Envolvendo a sedimentada ideia de que no país as classes privilegiadas não são punidas.

O julgamento do chamado mensalão, com tudo isso, deixará marcas profundas no comportamento dos que operam o direito, como nos tribunais inferiores, e no próprio (in)consciente coletivo. Assim, certos aspectos de maior repercussão podem ser apontados, sem embargo de outros e dos efeitos do julgamento que só o futuro mostrará.

Para alguns ministros, nos crimes de difícil comprovação, o juiz não precisa de provas cabais, bastando indícios ou até a sua percepção pessoal para proferir uma condenação.

Em outras palavras, permite-se que o magistrado julgue por ouvir dizer, com base na verdade tida como sabida, mas não provada. Estará assim, na verdade, julgando com os sentidos e não com as provas.

É da tradição do direito penal dos povos civilizados a necessidade da certeza para uma condenação. Caso o juiz não tenha a convicção plena da responsabilidade do acusado, deverá absolve-lo. Trata-se do consagrado “in dubio pro reo” -na dúvida, absolve-se. Mais do que jurídica, essa máxima atende ao anseio natural de liberdade e de justiça. Não é justo punir-se com dúvida.

Alguns ministros, porém, pregaram a responsabilidade objetiva, com desprezo ao comportamento e à vontade do acusado.

Autoria criminal implica em um comportamento comissivo ou omissivo e na vontade dirigida à prática criminosa. Exemplificando para explicar: a condição pessoal, digamos, do dirigente de uma empresa, por si só, não o torna culpado por crimes cometidos em prol de tal empresa.

Utilizou-se a teoria já antiga do domínio do fato para justificar punições incabíveis. No entanto, ao contrário do propalado, essa teoria exige justamente que o autor vincule-se ao crime pela ação e pela vontade de agir criminosamente.

Alguns pronunciamentos trouxeram preocupante imprecisão ao conceito de lavagem de dinheiro. Consiste na conduta utilizada para emprestar aparente licitude ao produto de um crime, ocultando e dissimulando a sua origem. Há a necessidade de uma ação concreta, diversa do crime anterior.

No entanto, alguns julgadores, de forma imprecisa, parecem querer considerar lavagem a mera utilização do produto do outro delito.

Usar o dinheiro sem a simulação de sua origem não é lavagem, mas natural decorrência do crime patrimonial. Considerar o mero uso como outra figura penal é admitir crime sem conduta própria e permitir dupla punição a só uma ação.

A sociedade não ficou inerte e nem apática. Reagiu ao julgamento, em regra aplaudindo condenações e criticando absolvições. Conclui-se que a expectativa é pela culpa e não pela inocência. Isso é fruto da disseminação de uma cultura punitiva, de intolerância raivosa e vingativa, que tomou conta da nossa sociedade, fazendo-a apenas clamar por punição, sem pensar em prevenir o crime, combater suas causas.

Não pode passar sem registro um outro aspecto extraído ou confirmado pelo julgamento do mensalão: o poder da mídia para capturar a vaidade humana e torná-la sua refém.

Nesse sentido, um alerta: todos nós, integrantes da cena judiciária, deveremos administrar as nossas vaidades, para que ela não se sobreponha às responsabilidades que temos para com o seu principal protagonista, o cidadão jurisdicionado.

ANTONIO CLÁUDIO MARIZ DE OLIVEIRA, 67, é advogado criminalista. Foi presidente da OAB-SP (1987-1990) e defende Ayanna Tenório no julgamento do mensalãoAbus

63ª Caravana da Anistia chegou a Curitiba

Na manhã da sexta-feira (26) ocorreram sessões públicas de julgamentos de diversos pedidos de anistia política, com 42 processos de indenização de ex-presos políticos e familiares, que serão julgados pela comissão de anistia. O objetivo é reparar o que foi causado aos perseguidos políticos da ditadura militar.

 

Veja a entrevista com o Presidente da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, Paulo Abrão, que também é Secretário nacional de Justiça, na RPC (clique aqui). Ouça outra matéria na rádio BandNews (clique aqui). Por fim uma matéria sobre a Caravana da Anistia que inaugura marcos históricos (clique aqui).

Compõe a Comissão a jurista paranaense Carol Proner.

O jurista paranaense René Ariel Dotti, membro da Comissão da Verdade do Conselho Federal da OAB, falou em nome da OAB Paraná, da Seccional e da Comissão Nacional presidida pelo ex-presidente do Conselho Federal da OAB Cezar Britto, na abertura solene. O presidente da OAB Paraná, José Lucio Glomb, compôs a mesa de abertura presidida por Paulo Abrão, que também foi composta pelo reitor da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Zaki Akel Sobrinho; pela secretária de Estado da Justiça, Maria Tereza Uille Gomes; pelo promotor público Olympio de Sá Sotto Maior Neto; pelo presidente da Comissão da Verdade da OAB Paraná, Daniel de Oliveira Godoy Junior; Wilson Ramos Filho da UniBrasil; Janeslei Aparecida Albuquerque, da APP Sindicato; o procurador da cidade de Curitiba, Luiz Miguel Gutierrez; o ex-preso político e diretor da Itaipu Binacional, Edésio Passos; e o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), deputado estadual Tadeu Veneri.

Na ocasião também foram lançadas as obras “Justiça de Transição e Estado Constitucional de Direito- Perspectivas teórico-cooperativa e análise do caso  brasileiro”, de Marcelo Torelly e  “Os direitos de transição e a Democracia no Brasil – Estudos sobre a justiça de transição e teoria da democracia” de Paulo Abrão e Tarso Genro (Editora Fórum).

Juliano Breda será o próximo presidente da OAB/PR

Revista Ações Legais

Dono da OS SPDM faz campanha para Serra e manda carta a funcionários

Rubens Belfort Jr., apresentado no programa de Serra apenas como oftamologista, é presidente da SPDM e apoia o tucano

Por Igor Carvalho do Spresso, divulgado por Renato Rovai

A Organização Social SPDM encaminhou, na última quinta-feira (25), a todos os seus funcionários, em São Paulo, uma carta onde pede para que comparem, no momento de decidir o voto, os programas de governo dos candidatos José Serra (PSDB) e Fernando Haddad (PT), na área da saúde. Com o título “2 Turno – Eleições 2012 – Outro momento de reflexão”, o documento chama a atenção para o fato de estarem em disputa “propostas muito diferentes nos programas de Governo dos candidatos em relação à participação das Organizações Sociais de Saúde na construção do Sistema Único de Saúde – SUS”.

Com aproximadamente 32 mil funcionários, a SPDM administra 17 centros de saúde e seu presidente, o oftalmologista Rubens Belfort Jr., aparece no programa eleitoral de José Serra, do dia 16 de outubro, manifestando seu apoio ao candidato. Porém, Belfort não é apresentado, no vídeo, como dirigente da OS.

Um funcionário da SPDM, que preferiu não se identificar, por receio de ser demitido, afirmou que “internamente o recado foi entendido, é um pedido de voto no José Serra”, disse, lembrando, em seguida, que há “assédio moral e espalha-se o medo de que se Haddad assumir perderemos o emprego.” Em um trecho da carta, a SPDM pede: “Verifique qual Programa de Governo garantirá a continuidade dos seus serviços”.

Em um trecho da carta, a SPDM diz: “Há um discurso difundido entre os nossos colaboradores e de outras Organizações Sociais de Saúde, em particular entre os Agentes Comunitários de Saúde – ACS, de que os mesmos possam migrar para o quadro de funcionários públicos, SEM CONCURSO.” O trecho faz referência, erroneamente, a um discurso frequente de Haddad, em que o candidato se propõe a ampliar as contratações por concursos públicos, mas não a inserção de funcionários conveniados a OSs no setor público.O campanha de José Serra tem espalhado o boato de que o petista pretende acabar com as parcerias com as OS. Haddad desmentiu e em seu programa de governo, apresentado no dia 13 de agosto, não há menção a isso.

Para Paulo Spina, militante do Fórum Popular de Saúde, as parcerias com OSs são prejudiciais ao sistema de saúde de São Paulo. “É um modelo atrelado apenas aos interesses econômicos e não dos pacientes, elas fazem mal uso do dinheiro público, contratando sem licitação e ‘quarteirizam’ o trabalho”, critica.

Veja abaixo a carta enviada aos funcionários:

Em São Paulo a privatização da saúde via OS aumentou o caos

Segundo a Folha de S. Paulo da última quarta-feira (24), em 2004 e 2008, 16% dos paulistanos diziam que o maior problema da cidade de São Paulo era a saúde.

Hoje, após a privatização da saúde via organizações sociais – OS, 29% dos moradores acham que o maior problema é a saúde.

Mesmo com pressão de José Serra (PSDB) e da própria Folha de S. Paulo pela manutenção da privatização, o provável próximo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), pode não prorrogar os inconstitucionais contratos de gestão com as OSs, que tiverem seus prazos vencidos.

O correto é que hospitais públicos sejam geridos pelo Poder Público, com profissionais da saúde contratados por concurso público.

Ministro da Justiça de Dilma e Movimentos Sociais apoiam Gustavo Fruet

Foto de Walter Alves/Gazeta do Povo

“Meu pai, Maurício Fruet, foi o primeiro prefeito de Curitiba a abrir o salão nobre da prefeitura para os movimentos populares e sociais. Terei o mesmo princípio e manterei diálogo com todos os movimentos sociais da capital, uma relação aberta que será a favor da cidade”, afirmou Gustavo Fruet em um grande evento de apoio a sua candidatura promovido por entidades sociais e sindicais de Curitiba, realizado na noite de quarta-feira (24), na Sociedade Morgenau.

O encontro contou com a participação especial do ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, de deputados federais e estaduais e vereadores da Coligação Curitiba Quer Mais, e de lideranças locais e integrantes da Femotiba (Federação dos Moradores de Curitiba), Femoclam-Fecampar (Federação Comunitária das Associações de Moradores de Curitiba e Região Metropolitana), Famopar (Federação das Associações de Moradores de Bairros do Estado do Paraná Movimentos Sociais), Conam (Confederação Nacional das Associações de Moradores), CUT (Central Única dos Trabalhadores), Força Sindical e UGT (União Geral dos Trabalhadores).

“Estou muito emocionado com a presença de todos vocês. A grande receptividade que estamos tendo neste momento mostra que nosso projeto, construído com muita convicção, respeito e confiança, foi entendido pela população curitibana”, revelou Fruet à multidão que lotou o principal salão do Morgenau. “Agradecemos a todos vocês que acreditam nas nossas propostas para Curitiba e que vão torná-la uma cidade mais justa. Faremos um governo para quem mais dele precisa”, completou Mirian Gonçalves, candidata à vice-prefeita.

“Como me disse uma vez a ex-prefeita de São Paulo, Luiza Erundina. Não importam os resultados de pesquisas, o que vale é o olhar das pessoas na cidade estampando a alegria e a certeza da vitória, da transformação. Quando isso acontece, não há como perder. E eu pude conferir essa energia e alegria aqui, na campanha do Fruet pela cidade. Gustavo; prepare-se para ser o novo prefeito de Curitiba”, afirmou Cardozo.

O ministro confirmou que o governo federal apoia a candidatura de Fruet. “Tenho um profundo respeito pelo Gustavo que é um político sério, competente e ético. Estaremos juntos com ele em Curitiba e vamos construir boas políticas de governo para a cidade”, garantiu.

O candidato do PDT pediu a todos empenho redobrado na conquista de mais votos até o dia da eleição, no próximo domingo (28). “Não vamos perder a humildade nesta reta final. Vamos mostrar que Curitiba quer mais! Quer uma mudança segura, responsável e a favor de toda a população”, conclui.

Obscena: autoridades tucanas deixam o Paraná às moscas

A partir de domingo o governador Beto Richa (PSDB), o vice-governador Flavio Arns (PSDB) e o presidente da Assembleia Legislativa Valdir Rossoni (PSDB) estarão viajando pelo exterior. Assume a chefia do Poder Executivo o presidente do Tribunal de Justiça, Miguel Kfouri Neto.

Periga o povo paranaense verificar que os viajantes não fazem falta…

Manifesto dos Juristas com Haddad

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René Dotti apóia Gustavo Fruet

“Gustavo Fruet foi o parlamentar que melhor representou o Paraná”, afirmou o conceituado jurista e professor. Confira o que diz o advogado e professor universitário René Ariel Dotti, detentor da Medalha Mérito Legislativo da Câmara dos Deputados:

“Eu conheço bem o passado de Gustavo Fruet. E não é de hoje. Ele foi meu aluno e revelou excelente caráter, profunda dignidade pessoal e grande dedicação. Na Câmara dos Deputados, ele foi o parlamentar que melhor representou o Paraná, além de ter sido reconhecido pela imprensa especializada como um dos deputados mais dedicados e competentes. Ele é filho de um imortal prefeito de nossa cidade, Maurício Fruet, que dispensava o carro oficial para andar de ônibus junto com os demais cidadãos para saber como estava o serviço. Gustavo Fruet conhece bem Curitiba. E não é de hoje.”

Ivan Lins apoia Gustavo Fruet 12

Futuro do Blog do Tarso está nas mãos do Ministro Marco Aurélio

Tarso Cabral Violin e o Ministro Marco Aurélio Mello, na XXI Conferência Nacional dos Advogados, ocorrida em Curitiba nos dias 20 a 24 de novembro de 2011

Para quem acompanha a saga das duas multas aplicadas pelo TRE/PR a mim, Tarso Cabral Violin, editor-presidente do Blog do Tarso, no valor total de R$ R$ 106.410,00, os dois agravos de instrumento interpostos junto ao TSE pelo grande advogado Guilherme Gonçalves foram sorteados para o Ministro Marco Aurélio Mello, Ministro do TSE e do STF:

27.354/2012 AI-117471 117471.2012.616.0001

27.353/2012 AI-117556 117556.2012.616.0001

Você pode acompanhar o processo se registrando no link do TSE, clique aqui.

Agora é esperar a decisão pelo seguimento dos recursos especiais.

Quem diria, na XXI Conferência Nacional dos Advogados, ocorrida em Curitiba nos dias 20 a 24 de novembro de 2011, entreguei meu livro sobre Terceiro Setor para o Ministro Marco Aurélio, por ele ter pedido vista na ADIN das OS, com a esperança que ele vote pela inconstitucionalidade das organizações sociais.

Agora preciso de uma decisão do Ministro favorável pela continuidade da existência do Blog do Tarso.

Celso Antônio Bandeira de Mello e professores da PUCSP apoiam Fernando Haddad do PT em São Paulo