Governo Beto Richa desrespeita a lei e gasta menos do que deveria em saúde pública

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Apenas em 2012, R$ 326 milhões deixaram de ser investidos

O setor da saúde é um dos mais prejudicados com a irresponsabilidade do governador Beto Richa com as contas do Estado. Por lei, o governo deveria destinar 12% do orçamento anual na área da saúde. Em 2012, a gestão investiu apenas 9,94%. Isso significa que R$ 326 milhões deixaram de ser investidos.

Desde o ano 2000, quando a Emenda Constitucional – EC 29 passou a estabelecer um percentual mínimo para investimento em saúde, o Estado deixou de cumprir com a Lei por várias vezes, sendo réu de diversas ações civis públicas instauradas pelo Ministério Público Estadual. Algumas já foram declaradas procedentes e o Estado terá de recompor o valor na saúde.

Mesmo com as medidas judiciais, o governo não aprende a lição e continua a aplicar menos do que deveria em saúde. A falta de dinheiro aplicado em ações de saúde, aliada à falta de organização da rede de atenção integral à saúde, impossibilita avanços no setor que é um dos mais importantes para população.

Siemens admite devolver dinheiro da corrupção do governo tucano de São Paulo

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Infográfico da Folha de S. Paulo

A empresa privada multinacional Siemens, em reunião com o Ministério Público, admitiu devolver aos cofres públicos do Estado de São Paulo parte do valor que teria sido superfaturado no fornecimento de equipamentos de trens e metrô ao governo de São Paulo, no período de Mário Covas, Geraldo Alckmin e José Serra, todos do PSDB.

A própria Siemens confessou a existência de um cartel em licitações para compra de equipamento ferroviário e construção e manutenção de linhas de trens e metrô em São Paulo e no Distrito Federal (governos de José Arruda ex-DEM/PFL e Joaquim Roriz ex-PMDB).

O esquema de corrupção envolve a francesa Alstom, a canadense Bombardier, a espanhola CAF e a japonesa Mitsui e outras sete empresas: TTrans, Tejofran, MGE, TCBR Tecnologia, Temoinsa, Iesa e Serveng-Civilsan.

Graças ao esquema de corrupção entre os governos tucanos e as empresas privadas, a população paulista pagou 20% a mais nas obras.

Enquete sobre a eleição para governador do Paraná em 2014. Participe!

O futuro do Direito Público no Brasil – Celso Antônio Bandeira de Mello

Celso Antônio Bandeira de Mello e Tarso Cabral Violin na Universidade Positivo

Publicado no GGN

Celso Antônio Bandeira de Mello – advogado e Professor Emérito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, é o maior nome do Direito Administrativo brasileiro de todos os tempos

Conquanto seja sempre temerário opinar sobre o futuro do Direito, há sempre uma diretriz de fácil verificação que pode orientar com segurança ao menos as linhas mestras daquilo que mais cedo ou mais tarde, virá inevitavelmente a ocorrer. Esta diretriz resulta da simples observação histórica dos rumos evolutivos até então reconhecíveis na trajetória do Direito. Ela revela, para além de qualquer dúvida, dois aspectos inequívocos. A saber: um, a progressiva   –  e até recentemente lentíssima –  transformação e declínio do patrocínio que o Direito oferecia para a opressão das camadas sociais inferiores, característica esta que só foi arrefecendo nos últimos tempos. Outro: o período histórico gigantesco ao longo do qual ocorreu este fenômeno de dominação, em contraste com o curto período dentro do qual se conseguiu, se não reverter, ao menos mitigar significativamente a orientação anterior. O Direito, sob o influxo de novas idéias, fruto de transformações econômicas de grande monta, veio a proporcionar aos grupos sociais mais desfavorecidos uma proteção muitas vezes maior, de par com o fenômeno, em grande parte responsável por isto: o advento de uma notável modificação política, qual seja, a irrupção da democracia, isto é, de um sistema no qual a escolha dos governantes deixou de ser decidida pelos poderosos e passou a ser fruto de uma escolha dos próprios governados.

Não é o caso de pretender investigar aqui as possíveis causas mais profundas, nem a extensão deste evento, pois, no momento, o que se quer é simplesmente encarecer tanto a existência e direcionamento de um processo histórico claramente evolutivo neste sentido, quanto a espantosa aceleração das transformações que desde então o  acompanharam.

De fato, desde as primeiras civilizações orientais, durante milênios, ou seja até os séculos XIX e XX, as autocracias dominaram avassaladoramente as camadas sociais despojadas de recursos econômicos ou de posição social privilegiada. Até que se implantasse a democracia, o sistema anterior prevaleceu e sua marca mais expressiva era a irrefreada dominação sobre os mais pobres. Este predomínio só foi constitucionalmente repudiado pela primeira vez com a afirmação dos direitos sociais na Constituição mexicana de 1917 e depois na Constituição de Weimar em 1919.  A partir daí inaugurou-se um período histórico profundamente distinto dos tempos precedentes, pois a sociedade como um todo e não apenas o segmento que lhe ocupava a cúspide é que veio a postular a assunção da senhoria sobre os assuntos que a todos interessavam. Este novo período, ademais, tem se revelado rapidíssimo na efetivação de suas conquistas sociais.

De então para cá, salvo um hiato quase que irrelevante   – que coincide com o apogeu do neo-liberalismo e da crise econômica dos EEUU e da Europa, fenômenos não apenas concomitantes mas umbilicalmente inter relacionados –  implantou-se o chamado Estado Social de Direito ou Estado Providência. Seu recente arrefecimento será, por certo, brevemente superado ante o fracasso rotundo das políticas que buscaram eliminá-lo da linha crescente e progressiva da História que, como foi apontado, caminha em sentido inverso.

De par com a afirmação dos direitos sociais e intimamente relacionado com ela, há, do mesmo passo, um aprofundamento da democracia, expressado na tendência de participação popular mais acentuada. Há um sincronismo entre uma coisa e outra. É isto que autoriza a prever uma possível intensificação dos institutos do plebiscito, da iniciativa popular legislativa, do referendo legislativo popular e o advento do chamado “recall” (ou seja revocação dos mandatários), o que demandará  uma reforma no sistema eleitoral.  Em suma: a evolução histórica indica que o futuro está a reservar, em toda parte e também no Brasil, portanto, um espaço cada vez mais amplo para um direito público crescentemente participativo da cidadania.

Dir-se-á que nestas assertivas há, sobretudo, um “wishful thinking” Parece-nos, entretanto, que a linha histórica apontada não é suscetível de desmentido e que sem dúvida alguma, goste-se ou não disto, esta é a direção para a qual ela caminha, ora mais, ora menos rapidamente, porém de modo inexorável.

Papa Francisco faz discurso revolucionário anti-capitalismo

entrevista

Atualizado às 23h46

O Papa Francisco I, o argentino Jorge Mario Bergoglio, em entrevista veiculada no Fantástico da Rede Globo, para o repórter Gérson Camarotti, da GloboNews, criticou a globalização mundial ao dizer que é contrário à busca desenfreada de dinheiro por parte da humanidade:

“feroz idolatria ao dinheiro”

“política mundial pelo protagonismo do dinheiro, economicista, sem qualquer controle ético”

“quem manda é o dinheiro”

“se priorizam os centros e se descartam as pontas”

“humanismo desumano”

O Papa disse que não podemos descartar os jovens e os idosos, e que não podemos dormir enquanto existir fome e pessoas sem educação e saúde.

Criticou a imprensa ao dizer que a pobreza e injustiças sociais não são notícia, mas a queda na bolsa sim.

Criticou o egoísmo.

O torcedor do San Lorenzo ainda disse que “um jovem que não protesta não me agrada. Porque o jovem tem a ilusão da utopia, e a utopia não é sempre ruim. A utopia é respirar e olhar adiante”.

Não vou discutir aqui as mazelas da Igreja Católica e do Vaticano, algumas posições conservadoras injustificadas da Igreja e possíveis denúncias do passado do Papa na Argentina. Mas foram belas palavras.

Veja o vídeo, clique aqui.

Beto Richa burla Lei de Licitações e Constituição e celebra convênio sem licitação com Votorantim

Beto Richa e representantes da Votorantim

Beto Richa e representantes da Votorantim

O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), e a empresa privada Votorantim assinam amanhã (29), às 15h, em Rio Branco do Sul, um convênio para o início das obras de duplicação da Rodovia dos Minérios (PR 092), que liga Curitiba, Almirante Tamandaré, Itaperuçu e Rio Branco do Sul. O convênio autorizará que o Grupo Votorantim invista na infraestrutura do Estado e a obtenha descontos do ICMS futuro (crédito outorgado de ICMS). Será na Associação dos Servidores Municipais de Rio Branco do Sul, na Rua Domingos Alessandro Nodari, 61, em frente à Câmara Municipal.

Dois erros jurídicos crassos. O instrumento jurídico deveria ser o contrato administrativo, e não o convênio, pois o objeto nada mais é do que a contratação de serviços de obras.

E esse contrato, segundo a Constituição da República e a Lei 8.666/93, deveria ser precedido, como regra, de licitação. A não ser que ficasse claro algum caso de dispensa de licitação ou inexigibilidade por inviabilidade de competição.

Com a palavra o governo do Estado, o Tribunal de Contas e o Ministério Público do Estado do Paraná.

Por favor 2014, chega logo!

Nova enquete do Blog do Tarso: em quem você votará para governador do Paraná em 2014?

Vota na enquete na coluna da direita.

66% dos leitores do Blog do Tarso querem financiamento público de campanha

Enquete. Sobre o financiamento público de campanha:

Resposta Porcentagem
A favor, e exclusivamente público 49%
Contra, defendo o financiamento exclusivo por pessoas físicas e com limite 27%
A favor, com possibilidade de financiamento de pessoas físicas com limite de valor 17%
Contra, defendo o modelo de financiamento atual 7%

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CPI questiona burla à licitação por meio da organização social “ICI”

Vereadores durante a CPI da Urbs

Vereadores durante a CPI da Urbs

A CPI da Urbs da Câmara Municipal de Curitiba vai propor que seja feita uma licitação para contratar uma empresa de bilhetagem eletrônica para o transporte coletivo de Curitiba e região metropolitana.

Hoje quem presta o serviço é a empresa privada Dataprom, contratada sem licitação pelo Instituto Curitiba de Informática – ICI, uma organização social criada na gestão do ex-prefeito Cassio Taniguchi (PFL/DEMO).

Segundo o presidente da CPI, vereador Jorge Bernardi (PDT), o valor cobrado por mês pela Dataprom é R$ 500 mil maior que a antiga empresa.

O vereador Bruno Pessuti (PSC), relator da comissão, informa que o contrato entre o ICI e a Da­­taprom acaba em agosto, e a CPI não quer sua renovação, pois o custo é muito alto e não tem transparência. Segundo ele a Dataprom cobra três vezes mais que o valor de mercado da bilhetagem eletrônica, que seria de R$ 70 mensais por ônibus, mas o valor cobrado é de R$ 200 por mês por ônibus.

Pessuto exige uma licitação.

O presidente da empresa privada Dataprom, que recebe muito dinheiro público sem licitação, Alberto Abujamra, disse que na verdade, a empresa cobra “apenas o dobro” do preço porque “faz bem o serviço”.

Ele ainda dá a entender que Curitiba é refém da empresa privada, pois a tecnologia foi desenvolvida pela Dataprom: “Se tivesse licitação, eu tenho certeza de que não teria concorrência, mas eles podem ficar à vontade para fazer”, ameaça.

Informações da Gazeta do Povo.

O Blog do Tarso parabeniza a CPI e os vereadores de Curitiba.

O ICI e as organizações sociais – OSs foram criados no governo do ex-presidente FHC (PSDB) para que fossem utilizados para burlar as licitações, os concursos públicos e o regime jurídico-administrativo.

Em Curitiba, o ICI é utilizado simplesmente para intermediar contratos entre o Município de Curitiba e empresas privadas de informática, sem licitação.

Uma vergonha.

Espero que a CPI sirva de pressão para que a prefeitura de Curitiba acabe com o modelo de privatização via ICI.

Desaprovação de Curitiba à Beto Richa aumenta 22,86 pontos

Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas/Gazeta do Povo em Curitiba mostra que a gestão do governador Beto Richa (PSDB) foi aprovada por apenas 53,37%. Em abril de 2011 a aprovação de Richa em Curitiba era de 74,8%, em dezembro de 2011 o índice foi de 71,08%.

A desaprovação subiu bastante, pois em abril de 2011 era de 19,77%, subiu para 23,98% em dezembro de 2011 e agora é de 42,63%.

A margem de erro da pesquisa é de 4 pontos.

Excessos cometidos – Luiz Edson Fachin

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TENDÊNCIAS/DEBATES

A PM pode prender manifestante para averiguação?

NÃO

Na Folha de S. Paulo de sábado

Não é legal a detenção aleatória de manifestantes pela força policial. E é indisfarçável violação a direitos fundamentais a exposição promovida pela Polícia Militar na internet da imagem de cidadão detido.

O conjunto das ações repressivas da PM tem sido prova do colapso ético e jurídico vivenciado especialmente nos últimos episódios transcorridos no Rio de Janeiro e agora em protesto ocorrido na celebrada presença papal.

A prisão antes da condenação transitada em julgado somente se justifica se for eminentemente cautelar. Seja preventiva ou temporária, em qualquer hipótese, é necessária prévia ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente. Há a exceção da prisão em flagrante, mas somente se pode considerar como tal ocorrência típica aquela cuja execução esteja em andamento.

Participação em manifestação popular não é crime, ao revés é direito fundamental coerente com o Estado democrático de Direito.

A atuação da PM do Rio viola premissas básicas do estado de inocência. Essa condição pessoal impõe dever de consideração de inocente tanto ao juiz, quanto a todos, pessoas físicas ou entes públicos, inclusive os órgãos de persecução penal.

A abominável “prisão para averiguação”, além de absurdo jurídico, é uma reminiscência autoritária e faz do aparato policial uma afronta ao regime democrático.

A Constituição brasileira segue a mesma trilha da Convenção Americana sobre Direitos Humanos ao garantir a toda pessoa direito à liberdade e de não ser privada dessa liberdade física, salvo nas causas e nas condições previamente fixadas em lei. Não há crime nem pena sem lei que previamente defina o fato como criminoso, afirmação que se tornou cláusula pétrea da Constituição brasileira.

É criticável a atuação da PM do Rio de Janeiro ao promover prisões arbitrárias de manifestantes, bem como ao divulgar indevidamente imagens nas redes sociais. É abusiva essa prática de expor manifestantes pelo Twitter, Facebook e outros meios, pois os transforma em instrumentos nocivos e fomentadores de estigma, além de afrontar a presunção de inocência.

Tal divulgação é um desvio que se agrava quando praticado por órgão estatal, como se fez na página do Twitter da PMERJ. A publicação de imagem é reveladora de compreensão equivocada sobre os limites e o sentido institucional do emprego de mídias por entes estatais e ainda é desprezo pelos direitos básicos das pessoas.

Isso também se dá quando a autoridade política, no exercício administrativo de funções, passa a exigir de empresas de telefonia e de provedores de internet informações sobre participantes dos protestos.

Sem prévia autorização judicial, há notória violação da privacidade, razão provável da revisão determinada pelo governador Sérgio Cabral do decreto que continha tal ilegalidade. A proteção dos direitos da personalidade implica a vedação à exposição indevida e obsta iniciativas de obtenção não autorizada de dados pessoais.

Portanto, é igualmente ofensiva aos direitos da pessoa a exposição pública da imagem dos detidos pela PM e a busca direta de dados relativos a comunicações telefônicas e virtuais de investigados.

Os abusos cometidos devem ser rigorosamente apurados pela respectiva corregedoria e também pelo Ministério Público, que não podem nem devem se omitir. O sentimento cidadão é de ausência de punição como regra e de alguma punição como exceção.

Não se nega à PM, nos limites constitucionais, o uso controlado da força. Mas é preciso distinguir uso de abuso. O direito de opor-se integra essa diferença. É seu dever garantir –e não violar– tal direito.

LUIZ EDSON FACHIN, 55, é advogado, professor de direito da Universidade Federal do Paraná, professor visitante do King’s College (Londres) e presidente da Academia Paranaense de Letras Jurídicas

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SIM

Mais que um direito, um dever – DIRCÊO TORRECILLAS RAMOS: clique aqui

Especialistas dizem que dificilmente Beto Richa se reelege

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Gleisi Hoffmann (PT), Beto Richa (PSDB) e Roberto Requião (PMDB) são os favoritos para a corrida eleitoral para governador do ano que vem

A Pesquisa Ibope/CNI mostra que o governador Beto Richa (PSDB) é aprovado por apenas 41% dos paranaenses, sendo que no mesmo período o ex-governador Roberto Requião (PMDB) tinha 74%; que 73% acham que o governo Beto Richa utiliza os recursos públicos mal ou muito mal; e que  Beto Richa caiu 32 pontos percentuais, enquanto a presidenta Dilma Rousseff (PT).

Em matéria da Gazeta do Povo, o cientista político da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Emerson Cervi, informa que os resultados da pesquisa Ibope-CNI mostram uma das piores avaliações do governo do estado nos últimos anos: “A aprovação dos oito anos de governo do [Roberto] Requião ficavam em torno de 55% e 60%, nunca baixou disso”. De acordo com um estudo realizado pelo sociólogo Carlos Alberto Almeida, governantes com mandatos avaliados como ótimos e bons por 40% dos eleitores dificilmente são reeleitos.

OAB/PR consegue que CNJ suspenda novamente o CU de Beto Richa e Clayton Camargo

Captura de Tela 2013-07-12 às 00.38.13 Gov. Beto Richa participa da posse de novos Desembargadores do T

A Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional do Estado do Paraná, presidida por meu amigo desde os tempos do movimento estudantil de Direito, Juliano Breda, conseguiu junto ao Conselho Nacional de Justiça – CNJ uma liminar que proíbe qualquer transferência de depósitos judiciais para o Caixa Único – CU do governo Beto Richa (PSDB). O termo CU foi criado pelo blogueiro Luiz “Polaco Doido” Skora e amplamente divulgado pelo blogueiro Esmael Morais e pelo senador Roberto Requião (PMDB).

O magistrado e professor de Direito Administrativo, conselheiro Silvio Luís Ferreira da Rocha do CNJ, proibiu que qualquer autoridade do Tribunal de Justiça do Paraná, inclusive o seu Presidente Clayton Camargo, de transferir para o Poder Executivo do Paraná valores relativos aos depósitos judiciais recolhidos na Caixa Econômica Federal, até que o julgamento do mérito.

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Conselheiro do CNJ Silvio Rocha

Beto Richa traiu o seu amigo, o deputado Plauto Miró (DEM), e não o apoiou na eleição para Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. Em seu lugar, venceu o deputado e ex-advogado não atuante Fábio Camargo (PTB), com apoio da bancada de apoio de Richa. Fábio é filho de Clayton Camargo, presidente do TJ, e muitos dizem que foi uma troca de favores.

Beto Richa chegou a mandar que os deputados estaduais voltassem do recesso para aprovar o CU às pressas em sessão extraordinária.

Veja a decisão do CNJ:

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73% acham que o governo Beto Richa utiliza os recursos públicos mal ou muito mal

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Na Pesquisa Ibope/CNI que mostra que o governador Beto Richa (PSDB) é aprovado por apenas 41% dos paranaenses, sendo que no mesmo período o ex-governador Roberto Requião (PMDB) tinha 74%; e que  Beto Richa caiu 32 pontos percentuais, enquanto a presidenta Dilma Rousseff (PT) caiu 24; aponta que 73% dos paranaenses acreditam que Beto Richa e seus secretários utilizam os recursos públicos mal ou muito mal.

Beto vai ter dificuldades em se reeleger em 2014.

 

Beto Richa cai 32 pontos e Dilma 24

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Segundo o Ibope/CNI o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), é aprovado por apenas 41% dos paranaenses. O ex-governador Roberto Requião (PMDB), em 2005, com o mesmo tempo de governo, tinha 74%.

Há cinco meses o Ibope disse que Beto Richa era aprovado por 73% dos paranaenses.

Na pesquisa divulgada hoje (25) a popularidade da presidenta Dilma Rousseff (PT) caiu de 55% (junho) para 31%.

Beto Richa é aprovado por apenas 41% dos paranaenses. Requião tinha 74%

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A pesquisa Ibope/CNI divulgada hoje (25) mostra que após dois anos e meio de governo apenas 41% dos paranaenses avaliam como “bom ou ótimo” o governo Beto Richa (PSDB).

Foram ouvidos 602 eleitores no Paraná entre 9 e 12 de julho.

Em junho de 2005, após o mesmo período de dois anos e meio de governo Roberto Requião (PMDB), sua aprovação era de 74%, segundo o instituto Databrain/Istoé.

A pesquisa Istoé/Databrain entrevistou 1.100 eleitores e teve uma margem de erro de 3 pontos, para mais ou para menos.

O resultado da pesquisa mostra que Beto Richa terá dificuldades em se reeleger em 2014, quando concorrerá contra Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB).

ObsCenas: quem são os culpados pelo Fábio Camargo no TC?

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Foto de Daniel Castellano / Agência de Notícias Gazeta do Povo

Foto de Daniel Castellano / Agência de Notícias Gazeta do Povo

Gov. Beto Richa participa da posse de novos Desembargadores do T

 

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México

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Professor Doutor Jorge Fernández Ruiz, o maior nome do Direito Administrativo mexicano, e Tarso Cabral Violin, na UNAM, Cidade do México

Estou na Cidade do México para palestrar sobre Direito Público na Universidad Nacional Autónoma de México – UNAM. Ontem (23) lecionei no Curso Internacional de Actualización en Derecho Parlamentario, sobre Estado Liberal, Estado Social e neoliberalismo no Brasil.

Hoje (24) falarei no Curso Internacional de Actualización en Derecho Administrativo, na Facultad de Estudios Superiores Acatlán da UNAM, sobre o Terceiro Setor e as Parcerias com a Administração Pública, que é o tema do meu livro Terceiro Setor e as Parcerias com a Administração Pública: uma análise crítica (Fórum, 2ª ed., 2010), fruto da dissertação de Mestrado em Direito do Estado pela UFPR: Uma análise crítica do ideário do “Terceiro Setor” no contexto neoliberal e as Parcerias entre a Administração Pública e Sociedade Civil Organizada no Brasil.

Amanhã (25) ainda lecionarei no Curso Internacional de Actualización en Derecho Electoral, sobre a Lei de Acesso à Informação e transparência no Brasil.

 No ano passado já havia lecionado nos cursos de Direito Eleitoral e Direito Parlamentário, além do Seminário Binacional México – Brasil sobre o regime jurídico dos partidos políticos.

Fui convidado pelo Prof. Dr. Jorge Fernández Ruiz, Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Direito, e pelo professor Filiberto Otero Salas, por intermédio da Prof.ª Dr.ª Eneida Desiree Salgado (UFPR).

Entre as palestras e estudos, estou fazendo um pouquinho de turismo, conforme fotos divulgadas no Facebook e Instagram.

Cheguei domingo e na segunda fui conhecer o palácio presidencial, pois não havia conseguido visitá-lo no ano passado. Novamente não vou poder conhecê-lo, pois está ocorrendo uma manifestação e acampamento na frente, o que impossibilita o turismo. São várias as manifestações pela cidade, por mais educação pública e gratuita, contra os Estados Unidos da América, contra o presidente do México, entre outras.

Aproveitei para visitar novamente a Secretaria de Educação Pública com os maravilhosos murais de Diego Rivera e a maravilhosa Casa dos Azulejos. Depois uma corridinha de 8km até o belo e gigante parque Chapultepec.

Hoje depois da palestra aproveitei para conhecer o Museu Nacional de Arte.

Adoro a Cidade do México. Digo que é uma mistura de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Brasília, pois une o poder econômico, cultural, histórico e político do país.

Mural de Diego Rivera na Secretaria de Educação, com a imagem de Frida Kahlo

Mural de Diego Rivera na Secretaria de Educação, com a imagem de Frida Kahlo

Neve em Curitiba depois de 38 anos, na Universidade Positivo

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Hoje protestos na frente do TC contra a posse de Fábio Camargo

Foto de Daniel Castellano / Agência de Notícias Gazeta do Povo

Foto de Daniel Castellano / Agência de Notícias Gazeta do Povo

Hoje às 15h haverá a posse do ex-deputado Fábio Camargo (ex-deputado estadual pelo PTB, ex-empresário, ex-advogado não praticante) como novo conselheiro do Tribunal de Contas do Paraná.

Ele foi escolhido por 27 excelentíssimos deputados estaduais em eleição na Assembleia Legislativa.

Vários protestos na frente do TC ocorrerão contra a posse de Fábio Camargo, mesmo com chuva e frio, da hora do almoço até a hora da posse.

Veja os eventos no Facebook:

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