ObsCena: governo Beto Richa deixa carro da PM sem gasolina

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Fabio Camargo diz que é impossível a realização de nova eleição para o TC

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O ex-advogado, ex-deputado estadual pelo PTB e ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Paraná, atual empresário Fabio Camargo, disse ontem (17) que é “impossível” a realização de nova eleição para a Corte de Contas.

Mesmo com duas decisões judiciais contrárias a ele, além de uma ação no Superior Tribunal de Justiça e uma investigação no Conselho Nacional de Justiça.

Será que ele tem alguma informação privilegiada?

O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Valdir Rossoni (PSDB), que inicie a realização de nova eleição, como fez quando Mauricio Requião perdeu a vaga liminarmente na Justiça.

Sou candidato novamente, já tive dois votos na última eleição e pretendo conquistar mais 26 votos dos deputados, para renovar e dar um caráter mais técnico para o TCE-PR.

TC para o TC!

Celso Antônio Bandeira de Mello diz que liberdade de imprensa não é para fins capitalistas

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Para Bandeira de Mello, liberdade de imprensa não é para fins capitalistas

Por  no Jornal GGN do Luis Nassif

Jornal GGN – Na versão paulista do Seminário “Democracia Digital e Poder Judiciário”, o professor titular de Direito Administrativo da PUC-São Paulo, Celso Antônio Bandeira de Mello, abordou o tema “Lei de Imprensa, Marco civil e direito de resposta na mídia”. Ele disse que, como cidadão, sente-se preocupado com a atuação da mídia em geral. E, por outro lado, ficou confortado com a vinda da internet, que ofereceu aos cidadãos uma oportunidade de informação muito maior do que aquela que a grande imprensa proporciona.

O texto constitucional prevê a liberdade de opinião e a liberdade de imprensa, como todos bem sabem mas, diz ele, “os dispositivos constitucionais que tratam desta matéria têm que ser inseridos, como tudo o mais na vida, dentro de um contexto constitucional”. Bandeira de Mello aponta para o fato de que a Constituição tem diretrizes nítidas e claras nesta matéria que “evocá-las é a coisa mais simples possível”.

Como exemplo citou o artigo 3º, um dos principais artigos de toda a Constituição, porque diz quais são os princípios fundamentais da República Federativa do Brasil. “É a partir desses objetivos que se há de entender aquele conjunto”, diz ele, enfatizando a diminuição da desigualdade social e a construção de uma sociedade livre, justa e solidária.  Se este é o objetivo da República Federativa do Brasil, a liberdade de imprensa e o direito de informação, “se encartam dentro deste panorama”. Ele expõe que, essa liberdade que existe para esta matéria não é para “fins capitalistas”. “Quando se fala nestas coisas o objetivo não é o fortalecimento do empresariado, não é de modo algum, e tanto não é que quando o texto constitucional coloca, lado a lado, o tema da livre iniciativa o tema da valorização do trabalho, ele realça a valorização do trabalho e não a livre iniciativa”. E explica que o texto constitucional do Brasil tem diretrizes claríssimas ao tratar da ordem econômica e social “ele nos mostra quais as diretrizes que a Constituição quis traçar”.

“Se é assim, nós temos que encarar o tema liberdade de imprensa e da liberdade de comunicação muito mais do prisma do direito do cidadão a ser informado, muito mais do prisma do direito do cidadão saber o que se passa à volta dele, do que do ponto de vista do ganho que o empresário possa ter com a liberdade de informação”, alerta. E continua dizendo que isto lhe causa estranheza, bastando ver os dispositivos constitucionais mencionados.

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ObsCenas: STJD mantém Fluminense na primeira divisão e rebaixa a Lusa no tapetão

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Enquanto um torcedor do Fluminense ironiza, torcida da Lusa chora de verdade com a decisão do STJD de rebaixar a Portuguesa no tapetão e manter o Flu na primeira divisão.

Vergonha!

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CPI do ICI

Paulo Salamuni, presidente da Câmara Municipal de Curitiba, disse  neste domingo no programa Jogo do Poder Paraná do advogado Luiz Carlos da Rocha que pode ocorrer uma CPI do ICI – Instituto Curitiba de Informática.

O ICI é uma entidade privada que lida com um orçamento semelhante ao da Câmara Municipal de Curitiba, mas de forma totalmente não transparente.

Além disso o ICI foi citado na CPI da Urbs, pois recebeu R$ 32 milhões sem licitação da Prefeitura de Curitiba e quarterizou para a empresa privada Dataprom, e repassou R$ 29 milhões, tudo sem licitação.

O ICI é uma OS – organização social, um modelo totalmente inconstitucional.

Salamuni diz que a eleição para Ouvidor de Curitiba será em fevereiro de 2014

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O presidente da Câmara Municipal de Curitiba, Paulo Salamuni, que está moralizando a Câmara Municipal, informou neste domingo no programa Jogo do Poder Paraná do advogado Luiz Carlos da Rocha que a eleição para Ouvidor de Curitiba será em fevereiro de 2014.

Primeiro será formada uma lista tríplice com a escolha de três vereadores, três secretários municipais e três representantes da sociedade civil organizada, como por exemplo a OAB/PR.

Depois serão os vereadores que escolherão o primeiro ouvidor eleito de Curitiba, que terá mandato de dois anos, prorrogável por mais dois.

Sou candidato e conto cada vez mais com o apoio de professores, advogados, juristas, jornalistas, políticos, estudantes e políticos.

O dinheiro do voto – Janio de Freitas

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Hoje na Folha de S. Paulo

Não tem fundamento dizer que substituir as doações empresarias por pessoais vai aumentar o caixa dois

O argumento mais forte contra a provável proibição, pelo Supremo Tribunal Federal, de doações eleitorais por empresas, é pobre de seriedade e paupérrimo de inteligência. Não tem fundamento afirmar que substituir as doações empresariais por pessoais vai aumentar ameaçadoramente o caixa dois nas campanhas, o dinheiro de doações encobertas, dada a óbvia razão de que não se tem nem estimativa da proporção dessa ilegalidade nas eleições passadas.

O chute, difundido pelo PSDB, expressa a preocupação dos grandes beneficiários de doações empresariais. Mas implica acusar seus doadores publicamente: se as pessoas não precisam fazer doações ilegais, o aumento de caixa dois em campanhas só pode ser feito por doações clandestinas de empresas, em prática criminosa de empresários. Gente mal-agradecida, esses peessedebistas.

Na preocupação dos partidos identificados com o empresariado percebe-se também o medo de que, permitidas apenas doações pessoais, os partidos mais populares levem vantagem. Os fatos não apoiam tal medo: o PT sempre precisou buscar, e recebeu, doações empresariais para suprir a estrangulante modéstia das doações pessoais, apesar do esforço para incentivá-las. Era o efeito de um condicionante econômico que pode estar mudado, mas não extinto.

Por isso mesmo, as doações apenas individuais são potencialmente capazes de surpreender quem hoje as teme. Os partidos populares podem esperar maior quantidade de doadores. Mas, para cada real vindo dos seus, os do PSDB, do DEM e dos centuriões do agronegócio estão prontos para doar na proporção de dez reais por aquele real, cem por um, mil por um, sem que a carteira sequer o perceba.

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo, está tão irritado quanto os peessedebistas mais irritados com a perspectiva da mudança de doadores. Chama a ação da OAB, pelo fim das doações de empresas, de estudantada. Com uma pergunta assim, por exemplo: “Essa gente fica fora da política?” É uma sagração da empresa que nem os neoliberais fizeram: a empresa vista como gente. E portadora de cidadania, para ser parte da política. Muito original.

Não tanto, porém, quando, em crítica aos quatro colegas que já votaram pela mudança, diz que “estamos [lá o Supremo] fazendo um tipo de lei para beneficiar quem estiver no poder”. Dá oportunidade para observar-se uma reação fraudulenta cometida por muitos, inclusive pelos presidentes da Câmara e do Senado. O Supremo não está absorvendo função do Congresso, não está fazendo lei. Está, como lhe compete, examinando e vai decidir a compatibilidade, ou sua falta, entre a Constituição e a participação de empresas em eleições como financiadoras de candidatos, além do mais, selecionados a critério empresarial.

A doação pessoal não assegura o fim do caixa dois, o dinheiro não declarado pelo candidato ou pelo partido à Justiça Eleitoral. Mas dificulta e, portanto, reduz essa violação do processo de composição do Congresso e dos governos. Logo, colabora para maior higiene política. E tende a reduzir o custo, hoje imoral, da eleição a qualquer cargo. Logo, colabora para a democratização eleitoral e para a maior legitimidade da composição dos poderes. Democratização eleitoral e legitimidade hoje degeneradas.

PS — Alguma boa alma precisa avisar aos Estados Unidos que o financiamento eleitoral deles ainda não passa de estudantada.

Nova enquete do Blog do Tarso: Quem você quer que seja eleito presidente do Brasil em 2014?

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Você quer a reeleição da presidenta Dilma Rousseff (PT), a eleição do tucano Aécio Neves (PSDB), do socialista Randolfe Rodrigues (PSOL) ou do “socialista” Eduardo Campos (PSB)?

Participe da enquete do Blog do Tarso ao lado. Informamos que se for utilizada fraude e votação ilícita repetida em um candidato, a enquete será anulada e será divulgado o resultado de antes da fraude.

 

Leitores querem Pilotto, Gleisi ou Requião como novo governador do Paraná

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No resultado final da enquete do Blog do Tarso, o resultado foi o acima informado.

Beto Richa tem o dobro de desaprovação de Dilma

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A pesquisa CNI/Ibope aponta que apenas 11% dos brasileiros acham que o governo da presidenta Dilma Rousseff (PT) é péssimo, enquanto que quase o dobro dos paranaenses, 20%, acham que o governo Beto Richa (PSDB) é péssimo.

Além disso a aprovação do governo Dilma é maior do que a do governo Beto (56% a 54%) e mais paranaenses não confiam em Beto (45%) do que brasileiros não confiam em Dilma (41%).

Para piorar ainda mais a situação de Beto, enquanto governadores anteriores do Paraná sempre foram os melhores avaliados do Brasil, entre 1º e 2º, Richa está apenas em 7º, o que é um desastre, levando-se em conta que o Paraná sempre é governista.

A pesquisa, feita pelo Ibope sob encomenda da Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizada entre os dias 23 de novembro e 2 de dezembro. Foram entrevistadas 15.414 pessoas com mais de 16 anos de idade, em 727 municípios. A margem de erro máxima estimada é de 2 pontos percentuais para o resultado Brasil e 4 pontos no Paraná.

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Charge: Beto Richa = Privatização

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Charge: Beto Richa e a saúde pública do Paraná

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Juiz anula eleição de Fabio Camargo e Assembleia fará nova escolha. Me mantenho candidato

O juiz Roger Vinícius Pires de Camargo Oliveira, da 3ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba, anulou a eleição do ex-deputado estadual Fabio Camargo (PTB) para o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Paraná. No dia 15 de julho Camargo teve apenas 27 votos, o deputado estadual Plauto Miró (DEMO) teve 22 votos, eu tive dois votos dos deputados estaduais Tadeu Veneri (PT) e Luciana Rafagnin (PT) e Paulo Roberto Drabik um voto. Para ter a maioria do voto dos presentes Camargo precisava ter 28 votos. A ação judicial é do ex-vereador de Castro Edson Benedito Teixeira Strickert (DEMO), que ingressou com uma ação popular pedindo a anulação da nomeação.

 

Fabio Camargo enfrenta ainda um Mandado de Segurança no Tribunal de Justiça a pedido de um dos candidatos, um inquérito a pedido da Procuradoria-Geral da República no Superior Tribunal de Justiça, e um procedimento no Conselho Nacional de Justiça.

O caminho natural é a Assembleia Legislativa do Paraná realizar nova eleição. Eu me mantenho candidato. TC para o TC!

Saúde: Administração direta, fundação estatal de direito privado ou privatização via OS?

Veja texto do Chico Marés na Gazeta do Povo de hoje:

Atuação de entidade municipal divide opiniões

Apresentada como modelo para a Fundação Estatal em Saúde que o governo paranaense quer criar, a atuação da Fundação Estatal de Atenção Especializada em Saúde de Curitiba (Feaes) divide opiniões. Para o presidente do Sindicato dos Médicos do Paraná (Simepar), Mário Ferrari, a criação da Feaes foi um avanço em relação ao modelo de terceirização praticado anteriormente, envolvendo as organizações sociais (OSs) – que, para ele, foi uma “experiência ruim”. Na sua avaliação, a Feaes tem conseguido dar agilidade aos processos, o que seria uma vantagem em relação à administração direta da prefeitura, sem que isso cause distorções, falta de pagamento e outros problemas verificados com a terceirização privada. “Não foi exatamente a mudança que pretendíamos, mas melhorou muito”, afirma. Já a diretora do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Curitiba (Sismuc), Irene Rodrigues, defende que o serviço de saúde deve ser prestado pela administração direta, e que as práticas da Feaes não diferem da terceirização por instituições privadas. “Nos preocupa a presença de trabalhadores da mesma instituição com vínculos diferentes e tratamento diferente, e como isso repercute na ponta. Entendemos que há uma diferença de salário, jornada de trabalho e envolvimento [entre servidores da administração direta e indireta]”, afirma. Ela diz, ainda, que o argumento da agilidade não é cabível, e cita a demora no início do funcionamento do Hospital do Idoso Zilda Arns como exemplo.

Ex-delegado-geral da Polícia Civil do governo Beto Richa é preso

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O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado – Gaeco, do Ministério Público do Paraná, iniciou uma operação hoje e prendeu vários policiais civis e militares suspeitos de envolvimento com o jogo ilegal no caso da “mansão cassino” de 2012.

Um dos presos é o ex-delegado-geral da Polícia Civil durante o atual governo Beto Richa (PSDB), Marcus Vinicius Michelotto, suspeito de ligação com grupos que exploravam jogos de azar em Curitiba. Seus advogados são Rodrigo Sánchez Rios e Marlos Arns.

Veja o que o professor Dalmo de Abreu Dallari entende do julgamento do “mensalão” pelo STF

PSOL, PT, PMDB e PSTU estão na frente de Beto Richa. Participe da enquete!

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Por que o governador Beto Richa não demitiu?

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Cada vez mais a classe política perde credibilidade, e um dos motivos é a dificuldade de vários políticos falarem a verdade.

Dois dias depois do governador Beto Richa (PSDB) ficar sabendo que um membro de seu governo estava na briga das torcidas organizadas de Atlético Paranaense e Vasca da Gama em Joinville, o governador não demitiu seu servidor comissionado.

Conforme o governador avisou no twitter, o ex-vereador Juliano Borghetti, até então servidor de confiança de Beto, pediu demissão do cargo de superintendente da Paraná Projetos, entidade vinculada à Secretaria de Planejamento.

A pergunta que não quer calar: por que Beto Richa não demitiu Borghetti?

Por favor 31.12.2014, chega logo!

Foto do dia: que tal o fim do embargo?

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Governo Beto Richa não entende nada de Administração Pública

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Não é apenas o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), que é fraco politicamente e despreparado para dirigir o Paraná.

Seu governo, incluindo os membros de seu governo, não entendem nada de Administração Pública. políticos despreparados ou que participaram de governos desacreditados, parentes despreparados, cabos eleitorais incompetentes. Há de tudo na gestão.

O perfil de quase todos é gerencial-neoliberal, salvo raríssimas exceções. Ou seja, não sabem administrar e querem privatizar quase tudo, por meio de concessões, PPPs, parcerias com OS – organizações sociais, etc.

E estão totalmente perdidos. Nas áreas sociais não sabem se privatizam via OS – organizações sociais, via serviços sociais autônomos ou se criam fundações estatais de direito privado.

Isso já deveria ter sido decidido no início do governo, e não agora, no apagar das luzes dessa desastrosa gestão.

Enquanto isso Roberto Requião (PMDB), Gleisi Hoffmann (PT) e Bernardo Pilotto (PSOL), com um discurso de organizar a Administração Pública bagunçada e precarizada por Richa, prometem dar trabalho nas eleições do ano que vem.

Por favor 2014, chega logo!