Blogueir@s e ativistas digitais apoiam Fachin para o STF

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As entidades, movimentos de blogueiros e blogueiras e ativistas digitais e blogs abaixo-assinados apoiam o nome do Prof. Dr. Luiz Edson Fachin, indicado pela Presidência da República, para compor como Ministro o Supremo Tribunal Federal.

Fachin é Professor Titular da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná, Doutor em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Pós-Doutor no Canadá, Pesquisador convidado do Instituto Max Planck (Hamburgo) e Professor Visitante do King’s College London.

Queremos Fachin no STF porque ele é um defensor da liberdade de expressão, da Democracia, é um dos maiores juristas brasileiros, e vai ser um grande, equilibrado e imparcial magistrado.

O Professor Fachin atende plenamente a exigência constitucional que exige notório saber jurídico e reputação ilibada, por mais que setores autoritários e retrógrados da sociedade e da imprensa tentem dizer o contrário.

Assim, solicitamos que a maioria absoluta dos Senadores da República aprovem a indicação de Fachin, para o bem do ordenamento jurídico e da sociedade brasileira.

Brasil, 12 de maio de 2015

Comissão Nacional de Blogueiros e Ativistas Digitais

Associação dos Blogueiros e Ativistas Digitais do Paraná – ParanáBlogs

Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé

Centro de Estudos da Mídia Alternativa Baronesa de Itararé – Núcleo do Barão de Itararé no Paraná

Blog da Cidadania – Eduardo Guimarães

Blog do Tarso – Tarso Cabral Violin

O comum – André Vieira

O Charuto – Tânia Mandarino

Blog da Tânia

Terras sem males

Acorda Paraná

Assembleia Popular de Curitiba

MegaCidadania – Alexandre Teixeira

Blog do Agenor Bevilacqua Sobrinho – Agenor Bevilacqua Sobrinho

Blog Educação é Política – Arfetzner

Blog do Vato

Inclua nos comentários seu apoio como entidade, blog ou ativista digital.

Mande de forma automática e-mails para os senadores, em apoio ao Fachin, aqui.

Professora com dedo quebrado no massacre não tem dinheiro para pagar despesas

Professora Rafaelin Poli. Foto de Brunno Covello/Gazeta do Povo

Professora Rafaelin Poli. Foto de Brunno Covello/Gazeta do Povo

Hoje na Gazeta do Povo

Professora conta como teve o dedo quebrado

“No dia 29 pela manhã, eu já estava há quase dois dias sem dormir. Os helicópteros começaram a dar rasantes sobre o acampamento, levantando poeira e as barracas. Quando o caminhão de som avisou que estavam começando a votar o projeto do ParanaPrevidência houve muita confusão. Começou a vir pancada de tudo quanto é lado. Coloquei a mão no rosto e nisso veio um cassetete no meu braço, que acabou quebrando meu dedo. Por sorte tinha amarrado papelão como uma ‘armadura’ na perna. Mas não adiantou: senti muita dor e saí correndo. Quando cheguei no bosque da praça fiquei tentando apagar o fogo das bombas que caíam nas barracas. Os policiais corriam e parecia um videogame de guerra. Absurdo. Caí, inconsciente. Acordei perto de uma parede e só lembro de um menino de olhos verdes que estavam vermelhos de fumaça. Ele chorava e me arrastava. Mesmo machucada, fui ajudar outras pessoas no acampamento. Minha vida mudou muito depois disso. Eu ando com medo. Sinto cheiro de gás, de pólvora estourando. E com qualquer barulho eu fico pensando ‘meu Deus, é aqui? Não é?’. Fui três vezes no posto de saúde 24h do Boa Vista e fiquei quatro horas esperando. Meu dedo ficou uns cinco dias inchado até colocarem a tala. Sou do PSS, não tenho sistema de saúde e vou ter que ir num hospital particular. Não sei como vou pagar, porque ainda não recebi salário este ano. Ainda estou me recuperando dos fungos no pé do primeiro acampamento da greve, lá em fevereiro.”

Rafaelin Poli, professora de artes nos colégios estaduais Maria Teixeira Braga e Ivanete Martins de Souza, em Piraquara.

Observação do Blog do Tarso: ela pode ser uma testemunha para o Impeachment de Beto Richa

O relato de mais um estudante ferido no Massacre do Centro Cívico

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Ícaro Grassi

 

Hoje na Gazeta do Povo

Cicatriz na testa e dificuldades para dormir

“Por volta de 14h10 eu estava lá, no meio do povo, próximo ao cordão de isolamento dos policiais. De repente, estava todo mundo correndo, gritando ‘sem violência, sem violência’. Eu estava de pé quando falaram no carro de som que era para sentar no chão, para mostrar que a gente não estava reagindo. Quando fui me sentar, com as mãos levantadas, uma granada explodiu no meu pé. Foi estilhaço na perna, na coxa e no rosto, testa e sobrancelha. Eu não ouvia nada em volta de mim, tudo muito abafado, achei que estava surdo. O sangue desceu no meu olho e achei que tinha ficado cego. Comecei a correr, pedindo água. Não sentia dor, só um desespero muito grande. Minha amiga me encontrou e falou ‘cara, você está muito machucado’. Fomos até a prefeitura e vi que tinha gente desmaiada, passando mal, pensei ‘deixa essa galera ir primeiro para o hospital, eu posso esperar’. Fizeram um curativo na minha cabeça, para estancar o sangramento. Voltei para o colégio, liguei para a minha mãe e até peguei o telefone do lado direito. É o costume, né, e por um momento eu esqueci que não estava ouvindo direito. No hospital levei cinco pontos na testa. Na sobrancelha não teve o que fazer porque ‘comeu’ um pedaço, não tem pele para costurar. O zunido no ouvido ainda não passou e dói um pouco. Na primeira noite eu acordava a todo momento e pensava ‘não, isso não aconteceu’. Eu passava a mão no rosto para ter certeza que era real. No segundo dia também não consegui dormir muito bem e estou tomando um calmante. De lá para cá a gente tenta se manter ativo, porque a greve não acabou.”

Ícaro Grassi, 17, estudante do 2.º ano do Colégio Estadual do Paraná.

Observação do Blog do Tarso: ele pode ser uma testemunha para o Impeachment de Beto Richa

Aluna do Colégio Estadual perdeu 60% da audição no Massacre de Curitiba

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Taciane Grassi, 17 anos. Foto de Aniele Nascimento/Gazeta do Povo

Hoje na Gazeta do Povo

Estudante de 17 anos perdeu 60% da audição

“Eu estava na frente do prédio do Tribunal de Justiça quando a confusão começou e a gente ergueu as mãos, gritando ‘sem violência’. Um objeto que eu acho que era uma pedra veio voando de onde estavam os policiais. Meu amigo falou ‘não se desespere, mas sua cabeça está sangrando’. Coloquei a mão, vi o sangue, e fiquei desesperada, é claro. Na ambulância o rapaz me deu iodo e disse ‘não tem mais como te ajudar, porque caiu bomba nos equipamentos’. Aí voltei para o bosque, porque sentia a necessidade de estar ali. O choque avançou jogando bombas no acampamento e a gente corria para tampar as bombas com a caixa de papelão, para não explodir na galera. Na hora que eu cobri uma com a caixa, uma moça caiu do meu lado. Me abaixei para arrastar ela e vieram três bombas. Só ouvi aquele pow, um zunido, e um ‘pi’ eterno. Saí correndo, sem respirar, e fiz um gesto para um amigo mostrando que não conseguia ouvir nada. Cheguei na prefeitura com o meu ouvido já sangrando, e também passaram iodo. Fui para o 24 horas do HC, mas não tinham equipamento para ver meu ouvido. No outro dia minha mãe me levou no médico e ele deu o laudo: perdi 60% da audição no ouvido esquerdo. Vou ter que esperar de três a quatro meses para diminuir a inflamação, ver se a audição melhora. Mas tudo indica que queimou o tímpano, e aí só cirurgia resolve. Na hora a gente não pensa muito. Vi professor meu caído no chão. Eu olhava para as pessoas e dizia ‘me dá um abraço agora’, no meio das bombas. Elas me abraçavam e a gente continuava. Só o que eu consigo pensar é por quê? Qual a necessidade daquilo?”

Taciane Grassi, 17, aluna do 3.º ano do Colégio Estadual do Paraná.

Observação do Blog do Tarso: ela pode ser uma testemunha para o Impeachment de Beto Richa

Alguns deputados riam após o Massacre do Centro Cívico

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Foto: Daniel Castellano/Gazeta do Povo

 

“Parei para transmitir algumas fotos para o jornal e ao cair da noite percebi pelos alto-falantes do prédio anexo que a sessão continuava normalmente dentro do plenário, fui até lá e o cenário que encontrei foi de um dia normal de votação, sem que nada tivesse acontecido lá fora, deputados agiam normalmente, se cumprimentando e alguns inclusive com um sorriso no rosto, fotografei porque era muito contrastante ter vivido horas de conflito e presenciar a normalidade dentro do prédio. Não suportei ficar…”

Daniel Castellano – Gazeta do Povo

A foto do Massacre do Centro Cívico em Curitiba: um relato

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Foto: Daniel Castellano/Gazeta do Povo

 

“No dia 29 de Abril, cheguei um pouco mais cedo do que o costume no jornal e me dirigi para o Centro Cívico, logo ao chegar me deparei com o aparato policial fora do normal, centenas de policiais militares tomavam os prédios do TJ, da assembleia e do Palácio Iguaçu. Percebi que alguma coisa não iria acabar bem quando vi as máscaras de gás usadas pelos policiais e algumas bombas já em suas mãos. As 14h14 vi e fotografei uma professora chorando, parecia que pressentia que algo de ruim viria. E não demorou muito, por volta das 15h o conflito começou, o cordão de isolamento foi quebrado e logo surgiram as primeiras bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo, logo a tropa de choque se posicionou em um grande cordão de isolamento que ia do Palácio Iguaçu até em frente ao prédio anexo da Assembleia, consegui chegar no tubo do Centro cívico e fiquei por ali durante alguns minutos fotografando e me protegendo dos disparos das balas de borracha e das bombas. Depois de 1 hora e meia, a tropa de choque ainda avançava em direção a rotatória da prefeitura com a intenção de dispersar os grevistas, de repente uma professora surgiu correndo na minha direção aos prantos gritando: Sou professora, tenho filhos em casa!!! por favor parem de atirar!! Estou desarmada!!! Fui correndo de costas mas não parei de fotografar, tinha que registrar aquele momento e o fiz, ela prosseguiu pedindo clemência ao batalhão de choque até ficar de joelho no meio da Av Cândido de Abreu, ficou por alguns segundos mas quando viu que a barreira de escudos era intransponível, parou. E junto parei de fotografar também, logo encontrei o companheiro Henry Milleo que estava ferido por um estilhaço de bomba. Quando os ânimos se acalmaram, a Policia militar refez o cordão de isolamento e os manifestantes perceberam que nada poderiam fazer para evitar a votação…”

Daniel Castellano – Gazeta do Povo

Beto Richa se esconde para evitar o Impeachment

Falta transparência no Governo Beto Richa

Beto Richa

Após o relatório da Comissão de Julgadores que decidiu pelo Impeachment de Beto Richa e denúncia do Estado do Paraná, o governador pretende ficar calado e escondido por um bom tempo, até a “poeira baixar”.

No mesmo dia do Massacre do Centro Cívico ele chegou a defender o massacre, dizendo que foi causado pelos black blocs, mas depois foi forçado a demitir os secretários de segurança, educação e o Comando da PM no Paraná.

Um deputado da base de apoio disse para a Folha de S. Paulo que “é o maior desgaste político da história do Paraná”.

Ele não aparece mais no Palácio Iguaçu, quando vai trabalhar vai para o Chapéu Pensador, um prédio afastado que também era utilizado para as gugas do ex-governador Jaime Lerner (ex-PFL).

Caso Beto saia às ruas eles escutaram “Beto Hitler”, “Fora Beto Richa”, “exterminador do futuro”, “renúncia já”, “Impeachment”, entre outros adjetivos não publicáveis.

Além disso a campanha “menos bala, mais giz, somos todos professores” está espalhada por todo o Paraná e os professores continuam em greve.

Globo, Folha e RPC escondem decisão pelo Impeachment de Beto Richa

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Toda a velha mídia brasileira, como a Rede Globo, Folha de S. Paulo, RPC TV, Gazeta do Povo, Revista Veja, entre outras TVs, rádios, jornais e revistas, e seus representantes no mundo virtual, como UOL e blogs conservadores, esconderam a decisão da comissão de juristas julgadores que decidiram pelo Impeachment do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB).

No dia 8 de maio foi realizado grande evento na UFPR sobre o Massacre de Curitiba do dia 29 de abril de 2015, no qual foi emitido Relatório da Comissão de Julgadores que decidiu pelo Impeachment de Beto Richa e denúncia do Estado do Paraná em cortes internacionais.

Alguns meios de comunicação chegaram a divulgar o evento, mas sem informar a decisão pelo Impeachment.

Isso mostra que estamos nas mãos desses meios de comunicação, que foram decisivos para a reeleição do governador Richa ainda no primeiro turno em 2014. Por algum motivos esses meios foram críticos ao governador apenas depois das eleições, mas se negam a tocar no assunto do Impeachment.

Maiores juristas do Brasil e do mundo apoiam Fachin no STF

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O que os juristas Celso Antônio Bandeira de Mello, José Joaquim Gomes Canotilho, Miguel Reale Júnior, José Afonso da Silva, Dalmo de Abreu Dallari, René Ariel Dotti, António Manuel Hespanha, Ives Gandra Martins, Clèmerson Merlin Clève, Paulo de Barros Carvalho, Marçal Justen Filho, Lenio Streck, Carlos Mario da Silva Veloso, Sepulveda Pertence, Francisco Rezek,  José Eduardo Martins Cardoso, Joaquim Barbosa, entre vários outros grandes juristas, professores e advogados paranaenses, brasileiros e internacionais, têm em comum?

Todos apoiam o Prof. Dr. Luiz Edson Fachin para que ele seja aprovado pelo Senado Federal para ser Ministro do Supremo Tribunal Federal.

Ver mais apoios:

Movimento Fachin Sim

Petição Pública

Vai Fachin

Blog do Tarso

Mande automaticamente um e-mail de apoio para Fachin a todos os senadores de uma vez

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Agora, você tem uma ferramenta rápida e democrática para dizer ao seu senador e à sua senadora #FachinSim

Basta acessar o site www.fachinsim.com.br, botar seu nome e e-mail, e pronto! 

Com um clique, os 81 senadores vão saber da sua vontade de levar a experiência e o conhecimento jurídico do professor Luiz Edson Fachin para o STF.

Participe do Movimento #FachinSim!

Beto Richa coloca a culpa em Francischini para fugir do Impeachment

Beto Richa culpou o ex-secretário Fernando Franscischini, atual deputado federal (Solidariedade), pelo Massacre de Curitiba

Beto Richa culpou o ex-secretário Fernando Franscischini, atual deputado federal (Solidariedade), pelo Massacre de Curitiba, para fugir do Impeachment

No julgamento simbólico realizado na UFPR no dia 8 de maio sobre o Massacre de Curitiba de 29 de abril de 2015, em que uma Comissão de Julgadores decidiu pelo Impeachment do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), o advogado Arnaldo Busato defendeu a pessoa física Carlos Roberto Richa, chamado erroneamente por ele de “Roberto Richa”. Veja a fala completa do advogado:

Busato comparou o evento ao Tribunal Jacobino Revolucionário, disse que “houveram” (sic) excessos e que Richa coloca toda a culpa pelo massacre no ex-secretário de segurança, Fernando Francischini, atual deputado federal (Solidariedade).

Arnaldo Busato

Arnaldo Busato

Com isso quase todos os presentes ficaram de costas para o advogado e começaram a gritar “renúncia, renúncia” e “Fora Beto Richa”.

Evento completo:

Tarso palestrará na Unespar sobre o Massacre de Curitiba e o Impeachment de Beto Richa

Cartaz - O que restou da ditadura

Na Unespar em Paranaguá, no dia 14 de maio, 19h, no auditório Manoel Viana, ocorrerá o evento “O que restou da ditadura: o Massacre do dia 29 de abril em debate”, com o advogado e professor Tarso Cabral Violin, autor do Blog do Tarso, e Narciso Pires, do grupo Tortura Nunca Mais do Paraná.

Tarso, que foi ferido no massacre, falará sobre o triste evento para a história de Curitiba, do Paraná e do Brasil, e sobre a possibilidade jurídica do Impeachment do governador Beto Richa (PSDB).

O evento é organizado pelo DCE da Unespar.