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Mujica, Kirchner, Lula e Dilma em encontro nacional de blogueiros em BH

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O 5º Encontro Nacional de Blogueiros e Ativistas Digitais #5BlogProg ocorrerá entre os dias 20 e 22 de maio de 2016 em Belo Horizonte, capital das Minas Gerais, para mais de mil pessoas, com o intuito de debater a Democracia, a liberdade de expressão e a democratização da mídia.

A presidenta Dilma Rousseff (PT) fará a abertura do evento no dia 20 (sexta-feira), pela noite, com posterior debate sobre as iniciativas para democratizar a comunicação entre os ministros Edinho Silva (Comunicação Social), André Figueiredo (Comunicações) e Juca Ferreira (Cultura).

No sábado, dia 21, pela manhã ocorrerá uma mesa sobre a democracia na América Latina com os ex-presidentes Pepe Mujica (Uruguai), Cristina Kirchner (Argentina) e Luiz Inácio Lula da Silva (Brasil).

Pela tarde existirão rodas de conversas com todos os participantes para trocas de experiências entre blogueiros, com a participação de Luiz Carlos Azenha, Paulo Henrique Amorim, Luis Nassif, Rodrigo Vianna, Paulo Moreira Leite, Cynara Menezes, Hildegard Angel, Renato Rovai, Eduardo Guimarães,  Paulo Nogueira, Conceição Oliveira, Maria Ines Nassif, Fernando Brito, Miguel do Rosário, Leandro Fortes, Tereza Cruvinel, Marcos Weissemer, Elaine Tavares, Tarso Cabral Violin (autor do Blog do Tarso e presidente da ParanáBlogs), entre outros blogueiros e ativistas digitais do Paraná, do Brasil e do mundo.

No dia 22 pela manhã será aprovada a Carta de Belo Horizonte e eleita a nova Comissão Nacional de Blogueiros.

Será organizado um grupo de ativistas digitais do Paraná, inclusive com um ônibus especial para o evento. Se você tem interesse, clique aqui.

O evento será realizado pela Comissão Nacional de Blogueiros, pelo Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, pelos blogueiros progressistas e dezenas de ativistas digitais de todo o país. Contará com o apoio da Associação dos Blogueiros e Ativistas Digitais do Paraná – ParanáBlogs, do Blogoosfero, de centrais sindicais e estudantis, movimentos sociais, o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação – FNDC, entidades de jornalistas, entre outras

O primeiro encontro nacional de blogueiros ocorreu em 2010 em São Paulo, o segundo em 2011 em Brasília, o terceiro em 2012 em Salvador, o quarto em 2014 em São Paulo, sempre com a participação de blogueiros e ativistas digitais do Paraná.

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Privatização das ferrovias na Argentina não deu certo e será revertida

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O contrato da Argentina com a empresa brasileira América Latina Logística – ALL foi rescindido no último dia 4 pelo governo da presidenta Cristina Kirchner, pois a empresa privada abandonou 60% da malha ferroviária de 8 mil quilômetros, privatizada desde 1999 para transporte de carga. A ALL ainda rejeitou novos clientes e prejudicou a economia argentina, para beneficio da sua própria frota de caminhões brasileiros, que faziam o mesmo trajeto que os trens.

A privatização da rede ferroviária argentina ocorrida nos anos 1990 é questionada porque as empresas privadas que ganharam as concessões têm sido acusadas de investir pouco em manutenção. O contrato com uma empresa privada argentina também foi rescindido por descumprimento e o Estado não terá que pagar indenização.

Debate entre Roberto Gargarella e Edgardo Mocca sobre a política na Argentina

Em espanhol:

Debatem sobre a Lei dos Medios e democratização das mídias. Tratam ainda das alianças liberais da presidenta Dilma Rousseff (PT) nesta segunda parte:

Veja o Blog do jurista argentino Roberto Gargarella, clique aqui.

 

Lei dos meios – Vladimir Safatle

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Nas últimas semanas, a Argentina voltou ao noticiário brasileiro devido aos imbróglios relativos à aplicação da chamada “Lei dos meios”, responsável pela nova regulamentação dos serviços de comunicação. Alguns viram, no caráter antimonopolista da Lei, a expressão de uma sanha estatal visando limitar a liberdade de expressão, principalmente devido à arquirrivalidade entre o governo Kirchner e o maior grupo de mídia do pais: o grupo Clarín.

No entanto, há um debate importante que deve ser feito de maneira desapaixonada. Ele passa pela resposta à pergunta: “Precisamos ou não de leis que restrinjam a concentração da propriedade de canais de comunicação?”. Ou seja, podemos afirmar que a concentração da mídia não afeta necessariamente o funcionamento da democracia? Continuar lendo

Utilidade para a camisa do Boca Juniors

Há 20 anos Cristina Kirchner apoiou a privatização da YPF. As pessoas evoluem!

A revista Carta Capital desta semana, sempre imperdível, informa que a presidenta argentina, Cristina Kirchner, que acabou de reestatizar a primeira empresa estatal petrolífera do mundo, a Yacimientos Petrolíferos Fiscales – YPF, em 1992, junto com o seu marido o ex-presidente Néstor Kirchner, então governador de Santa Cruz, apoiaram o projeto privatizante do presidente Carlos Menem (o FHC argentino). Cristina era deputada provincial.

Mas se aqui no Brasil o ex-ministro da administração e reforma do estado de FHC, Bresser-Pereira, se arrependeu do período neoliberal, porque a presidenta não pode ter mudado nesses 20 anos?

Então vamos começar a campanha: tucanos, se arrependam das políticas neoliberais-privatizantes da década de 90 ou então se unam ao DEMO e se assumam de vez como o partido da direita brasileira!

O economista e ex-tucano Bresser-Pereira defende retomada do controle da YPF pela Argentina

A Argentina tem razão

Luiz Carlos Bresser-Pereira

Hoje na Folha de S. Paulo

Não faz sentido deixar sob controle estrangeiro um setor estratégico para o desenvolvimento do país

A Argentina se colocou novamente sob a mira do Norte, do “bom senso” que emana de Washington e Nova York, e decidiu retomar o controle do Estado sobre a YPF, a grande empresa petroleira do país que estava sob o controle de uma empresa espanhola. O governo espanhol está indignado, a empresa protesta, ambos juram que tomarão medidas jurídicas para defender seus interesses. O “Wall Street Journal” afirma que “a decisão vai prejudicar ainda mais a reputação da Argentina junto aos investidores internacionais”. Mas, pergunto, o desenvolvimento da Argentina depende dos capitais internacionais, ou são os donos desses capitais que não se conformam quando um país defende seus interesses? E, no caso da indústria petroleira, é razoável que o Estado tenha o controle da principal empresa, ou deve deixar tudo sob o controle de multinacionais?

Em relação à segunda pergunta parece que hoje os países em desenvolvimento têm pouca dúvida.

Quase todos trataram de assumir esse controle; na América Latina, todos, exceto a Argentina.

Não faz sentido deixar sob controle de empresa estrangeira um setor estratégico para o desenvolvimento do país como é o petróleo, especialmente quando essa empresa, em vez de reinvestir seus lucros e aumentar a produção, os remetia para a matriz espanhola.

Além disso, já foi o tempo no qual, quando um país decidia nacionalizar a indústria do petróleo, acontecia o que aconteceu no Irã em 1957. O Reino Unido e a França imediatamente derrubaram o governo democrático que então havia no país e puseram no governo um xá que se pôs imediatamente a serviço das potências imperiais.

Mas o que vai acontecer com a Argentina devido à diminuição dos investimentos das empresas multinacionais? Não é isso um “mal maior”? É isso o que nos dizem todos os dias essas empresas, seus governos, seus economistas e seus jornalistas. Mas um país como a Argentina, que tem doença holandesa moderada (como a brasileira) não precisa, por definição, de capitais estrangeiros, ou seja, não precisa nem deve ter deficit em conta corrente; se tiver deficit é sinal que não neutralizou adequadamente a sobreapreciação crônica da moeda nacional que tem como uma das causas a doença holandesa.

A melhor prova do que estou afirmando é a China, que cresce com enormes superavits em conta corrente. Mas a Argentina é também um bom exemplo. Desde que, em 2002, depreciou o câmbio e reestruturou a dívida externa, teve superavits em conta corrente. E, graças a esses superavits, ou seja, a esse câmbio competitivo, cresceu muito mais que o Brasil. Enquanto, entre 2003 e 2011 o PIB brasileiro cresceu 41%, o PIB argentino cresceu 96%.

Os grandes interessados nos investimentos diretos em países em desenvolvimento são as próprias empresas multinacionais. São elas que capturam os mercados internos desses países sem oferecer em contrapartida seus próprios mercados internos. Para nós, investimentos de empresas multinacionais só interessam quando trazem tecnologia, e a repartem conosco. Não precisamos de seus capitais que, em vez de aumentarem os investimentos totais, apreciam a moeda local e aumentam o consumo. Interessariam se estivessem destinados à exportação, mas, como isso é raro, eles geralmente constituem apenas uma senhoriagem permanente sobre o mercado interno nacional.

Esquerda espanhola critica reação do governo após expropriação da YPF

O deputado da Esquerda Unida, Alberto Garzón, lembrou que a Repsol é controlada pelo capital estrangeiro.

Veja no Opera Mundi

Cristina Kirchner pode estatizar empresa petrolera. Essa mulher é porreta!

O governo argentino estuda expropriar parte das ações da maior produtora de petróleo do país, a YPF, subsidiária da espanhola Repsol. A Casa Rosada já até enviou um projeto de lei ao Congresso para tornar “de utilidade pública e sujeito à expropriação” 50,01% das ações da YPF.

A companhia vem sendo acusada pelo governo de formação de cartel e de não ter investido o suficiente para enfrentar uma provável carência energética no próximo inverno.

A presidenta argentina Cristina Kirchner disse ontem: “Estou disposta a pagar todos os preços que tiver que pagar para seguir sustentando esse modelo de crescimento”.

Com isso o governo Espanhol começa a ameaçar: “O governo da Espanha defende os interesses de todas as empresas espanholas, dentro e fora [do país]. Se em alguma parte do mundo há gestos de hostilidade contra esses interesses, o governo os interpreta como gestos de hostilidade à Espanha e ao governo da Espanha”, disse o ministro da Indústria, José Manuel Soria.

A es-empresa estatal argentina YPF – Yacimientos Petrolíferos Fiscales foi privatizada em 1999 pelo presidente neoliberal Carlos Menem, da mesma linha entreguista do tucano FHC no Brasil. FHC quase vendeu a Petrobras, chegou a querer transformá-la em Petrobrax.

Na Argentina, Cristina Kirchner intervêm no trem privatizado por Menem (FHC de lá)

Da Rede Brasil Atual

Governo argentino anuncia intervenção na empresa que administrava trem acidentado

Por: Monica Yanakiew, da Agência Brasil

Buenos Aires – Seis dias após o acidente de trem em Buenos Aires que matou 51 pessoas e feriu mais de 700, o governo argentino anunciou hoje (28) a intervenção, por duas semanas, na empresa Trens de Buenos Aires (TBA).

A empresa obteve em 1995 concessões do Estado para operar as linhas Sarmiento e Mitre, que transportam 300 mil passageiros por dia. O acidente, o terceiro pior desde 1970, ocorreu na linha Sarmiento, no último dia 22, quando um trem não conseguiu frear a tempo e bateu na barreira da plataforma da estação do bairro Once – uma das mais movimentadas da capital argentina.

Em entrevista coletiva, o ministro do Planejamento, Júlio de Vido, explicou que a intervenção, decidida pela própria presidenta Cristina Kirchner, tem por objetivo garantir a segurança dos passageiros enquanto a Justiça investiga os motivos do acidente. Além de nomear um interventor, Raul Barido, o governo mobilizou a Comissão Nacional de Regulamentação do Transporte, empresas estatais do setor ferroviário e prefeitos dos municípios por onde passam as duas linhas de trem.

“O sistema ferroviário argentino vem sofrendo uma gigantesca deterioração desde 1958 até 2003”, disse De Vido. “Quase meio milhão de pessoas usam essas duas linhas diariamente. É nossa obrigação velar pela segurança dos usuários”.

O secretário de Transporte, Juan Pablo Schiavi, lembrou que 80% dos passageiros “são trabalhadores” e precisam continuar usando o trem. Por isso, disse, “o Estado estará mais presente” até que os peritos determinem se os vagões e trilhos têm problemas e se podem operar normalmente.

Ontem (27), a presidenta Cristina Kirchner falou pela primeira vez sobre o acidente. “A perícia para determinar os responsáveis diretos e indiretos [do acidente] pode durar mais de 15 dias e não quero que digam que a presidenta está fixando os prazos da Justiça, mas os 40 milhões de argentinos e as vítimas precisam saber”, disse Cristina, em discurso.

O acidente reabriu o debate na Argentina sobre as privatizações das estatais, ocorridas na década de 90, durante o governo de Carlos Menem. Especialistas dizem que os contratos foram mal feitos porque beneficiaram as empresas que receberam concessões. As empresas que operam linhas de passageiros, como a TBA, não são obrigadas e investir em infraestrutura – os trens, os trilhos e a sinalização pertencem ao Estado, que também concede volumosos subsídios para manter os preços baixos. Mas o Estado tampouco tem os mecanismos para obrigá-las a cuidar da manutenção.

“Os inspetores da Comissão Nacional de Regulamentação do Transporte podem apontar falhas e recomendar consertos, mas as empresas podem recorrer à Justiça e dilatar os prazos”, explicou, em entrevista à Agência Brasil, o presidente do Instituto Argentino de Ferrovias, Pablo Martorelli. Segundo ele, o último programa de investimento no sistema ferroviário argentino data de 1999, época das privatizações. Somente em 2003, durante o governo de Nestor Kirchner – marido de Cristina, morto em outubro do ano passado –, o Estado rescindiu contratos de concessões com empresas privadas e investiu na recuperação de algumas linhas.

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Veja o acidente que matou 49 pessoas:

O câncer é neoliberal

Praça de Maio, Buenos Aires, Argentina. Foto de Tarso Cabral Violin

Buenos Aires, Argentina. Foto de Tarso Cabral Violin

Buenos Aires, Argentina. Foto de Tarso Cabral Violin

A presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, está com câncer na tireóide, detectado em exames de rotina, e será submetida a uma cirurgia. Não há comprometimento dos gânglios linfáticos e verificou-se a inexistência de metástase. Kirchner foi reeleita em outubro, com 54,11% dos votos, para um mandato que vai até 2015.

Outros presidente e ex-presidentes de esquerda ou de centro-esquerda da América do Sul tiveram tumores diagnosticados recentemente, como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que trata um câncer na laringe, a presidenta Dilma Rousseff (PT), que superou um câncer no sistema linfático, o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, que também teve um câncer linfático, e o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, também acometido pela doença.

Lula e Dilma

Discurso de posse de Cristina Kirchner, no qual cita a prisão de Dilma

Vídeo encaminhado pelo Senador Roberto Requião (PMDB-PR).

Cristina Kirchner será reeleita Presidenta da Argentina hoje. Eu apoio!

Fotos de Tarso Cabral Violin

Charge: Argentina hermosa

Em sua primeira viagem internacional como Presidenta, Dilma Rousseff visita Cristina Kirchner da Argentina

Fotos do próprio blogueiro!

Cristina Kirchner favorita!

Ontem foi publicada pesquisa apontando a Presidenta da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, como favorita nas eleições presidenciais de outubro deste ano. Cristina, que ainda não informou se tentará a reeleição, tem popularidade de 60% e 43,3% das intenções de voto, afirma o Centro de Estudos de Opinião Pública (CEOP).

O Prefeito de Buenos Aires, Mauricio Macri, do Proposta Republicana (PRO), tem 11,8%, e o Deputado Ricardo Alfonsín, filho do falecido ex-presidente Raúl Alfonsín, da União Cívica Radical (UCR), tem 10,4% dos votos. O Vice-Presidente, Julio Cobos, na oposição desde março de 2008, tem 7,8% das intenções de voto.