Finlândia: a melhor educação do mundo é 100% estatal, gratuita e universal

28 mar

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A Finlândia tem a melhor educação do mundo. Lá todas as crianças tem direito ao mesmo ensino, seja o filho do empresário ou o filho do garçom. Todas as escolas são públicas-estatais, eficientes, profissionalizadas. Todos os professores são servidores públicos, ganham bem e são estimulados e reconhecidos. Nas escolas há serviços de saúde e alimentação, tudo gratuito.

Na Finlândia a internet é um direito de todos.

A Finlândia se destaca em tecnologia mais do que os Estados Unidos da América.

Sim, na Finlândia se paga bastante imposto: 50% do PIB.

O país dá um banho nos Estados Unidos da América em matéria de educação e de não corrupção.

Na Finlândia se incentiva a colaboração, e não a competição.

Mas os neoliberais-gerenciais, privatistas, continuam a citar os EUA como modelo.

Difícil o Brasil chegar perto do modelo finlandês? Quase impossível. Mas qual modelo devemos perseguir? Com certeza não pode ser o da privatização.

Veja o seguinte documentário, imperdível, elaborado por estadunidenses:

Em inglês:

Legendas em espanhol:

Documentário divulgado pelo Diário do Centro do Mundo e pelo Diário de Classe.

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105 Respostas to “Finlândia: a melhor educação do mundo é 100% estatal, gratuita e universal”

  1. Nelson 28/03/2013 at 15:00 #

    Tarso poderia analisar esses dados, por favor?!
    Peço a gentileza que analise o edital que saiu na Gazeta do Povo, de hoje 28/03/2013, na página 09 da empresa Ambiental Paraná Florestas ( entenda-se antiga Banestado Reflorestadora ).
    Trata-se de um chamamento dos acionistas da Ambiental para deliberar sobre vendas de algumas propriedades dessa empresa, mas sem especificar quais propriedades seriam passíveis de alienação ( ou privatização ). Essa falta de transparência por quem administra a estatal, e creio que seja a mesma pessoa que fez o chamamento pra essa Assembléia que reformaria o estatuto social da empresa, prejudica o governo e a sociedade, sendo que deve-se tomar cuidado, pois algumas áreas da Ambiental foram transformadas em reserva ambiental, conforme matéria veiculada neste link:

    http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?id=964408

    O que significa esse movimento do governo do estado?

    • Vantuir 08/04/2013 at 12:12 #

      Esse chamamento é para formalizar a privatização dessa empresa do governo, que se encontra falida. No site da empresa, na parte de contratos, dá para ver perfeitamente porque está acontecendo, pois são poucos compradores e preços fora do mercado, em resumo a diretoria dessa empresa junto com o Secretário Ricardo Barros e o Procurador do Estado estão trabalhando para acabar com ela, sem chamar a atenção da sociedade. Quem é do ramo madeireiro já sabe que a privatização já vem acontecendo desde o início do governo Richa, por isso não há nenhuma fiscalização dos órgãos de controle sobre ela, ficando fácil a arredação para caixa de campanha. O pior, conforme o Nelson observou é que essas áreas de conservação vão ficar abandonadas, à deriva do governo.

  2. Márcio Almeida 29/03/2013 at 10:28 #

    Bela reportagem!
    Há anos eu cultivo uma grande admiração pela Finlândia, embora AINDA não tenha ido conhecer.
    Mas, veja bem algumas das minhas razões:
    1) Eles só têm sol no máximo 6 meses por ano (os outros 6 meses permanecem congelados até a -15º), No entanto ostentam uma das maiores produtividades agrícolas do planeta!
    2) Tiveram suas florestas nativas totalmente devastadas no passado, Mas hoje são os maiores produtores mundiais de madeira de qualidade, proporcionalmente ao território.

    Com relação ao fantástico sistema de ensino, que você mostra tão bem, há ainda outra peculiaridade bastante curiosa que não é sequer mencionada pela grande maioria dos meios de comunicação. Trata-se do fato de que na Finlândia apenas os professores são avaliados. Não os alunos!
    Na minha opinião, essa prática seria a grande solução dos problemas relacionados aos sistemas de ensino no mundo inteiro. Na verdade, as primeiras grandes Universidades europeias que deram início à era do Renascimento, entre os séculos XIII e XV, se institucionalizaram segundo esse princípio, segundo o qual o aluno era a parte passiva no processo educacional, cabendo ao mestre e à escola a responsabilidade e a obrigação de promover os resultados esperados na sua formação, de acordo com as suas habilidades específicas.
    Ou seja, desenvolvia-se o potencial do aluno, sem forçá-lo a se enquadrar em padrões exógenos e sem puni-lo por eventuais fracassos no processo.
    Faz muito sentido, uma vez que o mestre e a instituição de ensino, a rigor, são “contratados” para promoverem o processo de ensino. Portanto, cabe a estes a responsabilidade pelos resultados!
    Voltando à Finlândia, ainda há um outro fator interessante: eles adoram o Brasil, sobretudo a música e a cultura brasileira! tanto que, há alguns anos, houve uma verdadeira proliferação de bandas de MPB, Bossa Nova, Samba, até escolas de samba completas.

    • Maria de Fátima Batista 05/04/2013 at 10:26 #

      Gostaria que me informassem qual a dimensão do país, quantos milhões de habitantes e quanto é o PIB. Aguarado resposta.

    • Portugues 06/04/2013 at 12:49 #

      as temperaturas podem passar dos -35. depende onde estas. Depois, posso dizer que como Portugues, estou-me a mudar para aqui pois o frio nao supera o modo de vida. Claro que adoro sol e praia mas nada melhor que saber que a vida aqui pode correr bem melhor que em muitas partes do globo. Venham experimentar, e metam o frio de lado. ;)

      • Stephan Maroschek 08/05/2013 at 16:43 #

        Sou Austriaco, vivi em Portugal cerca de 10 anos e mudei para a Finlandia ha uns dez anos. Tirei um curso de enfermagem aqui, gratis (e ate algo subsidiado por raçoes familiares), tenho um filho com 10 anos e trabalho; ele esta feliz na escola dele, aprende 3 idiomas no ensino basico e esta na escola de musica. Sinto que este pais esta a funcionar, ganho a vida com trabalho. Resta algo para ir ver os avos e amigos uma vez por ano…fora do pais e com sol ou montanhas… Sei que nao vivemos em mais do que condiçoes basicas… mas nunca tenho a casa fria, embora ha meio ano em que falta a luz do sol. Quem estará a vir para cá precisa estofo para isso!… Cidadao do Mondo sou.

      • Pedro 18/06/2013 at 17:58 #

        Há trabalho para mim ??

    • mauricio 27/09/2013 at 11:44 #

      O interessante é que socialistas e liberais se entendem nos países nórdicos..

      Aqui tanto esquerda quanto direita se matam criticando e viajando nas suas idéias..

      além de ambas serem corruptas….

  3. silvana dias coelho 03/04/2013 at 12:41 #

    A Educação finlandesa é ,seguramente,o sonho de todos nós professores!Entretanto,devemos lembrar que o sucesso atual é resultado de um processo de longa duração!No Brasil a universalização do Ensino Público e Gratuito só teve início,efetivamente,na última década do século passado.Isto nos leva a um conjunto de problemas a ser enfrentado,a começar pela cultura geral da população,que não valoriza o conhecimento.São raras as famílias que incentivam ou acompanham a evolução educacional dos filhos-pelos mais diversos motivos.Nosso sistema educacional também é um entrave,que não cabe ser tratado aqui pois exigiria um longo discurso.
    Quero destacar,no entanto,algumas frases que me parecem fundamentais e esclarecedoras.Enquanto na Finlândia uma cidadã se dispõe a pagar mais impostos em favor da Educação,aqui impera a cultura da sonegação.A população ainda não sabe cobrar o retorno das contribuições.Na classe média-média mesmo-a maioria é contra o estado responsabilizar-se por todos os custos que envolvem uma Educação de qualidade,como ocorre na Finlândia!
    Teria ainda inúmeras outras comparações a tecer,porém,creio que neste pequeno texto encontram-se questões de alta relevância,que podem suscitar reflexões acerca do tema.

    • helene 13/04/2013 at 13:14 #

      Amei o que vc disse sobre a Finlândia…

      uma coisa que eu falo para vc, é q todo o sistema educacional na Finlândia, foi feito pelos próprios professores, eles se uniram, mobilizando todos os professores, foram até o Governo e falaram assim: Nós é q atuamos na sala de aula, nós conhecemos a realidade do dia a dia dos alunos, e nós achamos que o Sistema de Ensino deve ser assim, entregaram ao Governo Finlandês o modelo de como deveria ser o Sistema de Ensino, o governo acatou o que os professores propuseram….pois a uns 50-60 anos atrás era diferente….
      Mas cada a uniao da classe dos professores aqui no Brasil? Sou professora e vejo sempre uma querendo puxar o tapete da outra…uma pena. E os brasileiros aqui tem medo de investir mais, ou pagar mais impostos para a educação, pois ja tem aquilo, pq vou fazer se é tudo desviado os impostos, já na Finlândia, a 10 anos atras foi considerado o país menos corrupto do mundo,….

  4. Gabriel Vince 03/04/2013 at 13:15 #

    Não entendi essa alfinetada nos EUA…

    Das 20 instituições que mais produziram artigos científicos nos últimos dez anos, nada menos que 13 são norte-americanas… e nenhuma finlandesa…

    Segue a lista:
    1) Academia Russa de Ciências (Rússia) – http://www.ras.ru
    A instituição, espalhada em inúmeros centros pelo território russo, tem grande produção científica nas áreas de geociência, química e ciência dos materiais. O site central só está disponível em russo, mas vários centros regionais possuem páginas com versão em inglês.

    2) Universidade do Texas (EUA) – http://www.utexas.edu
    Os vários campi da universidade têm diversos de seus cursos de pós-graduação (como os de engenharia, história latino-americana e astronomia) entre os melhores dos EUA, além de ter destaque em biologia, em especial nos estudos sobre evolução.

    3) Universidade Harvard (EUA) – http://www.harvard.edu
    A mais tradicional universidade norte-americana, fundada em 1636, também prima pelo ecletismo. Contudo medicina, odontologia e direito ocupam posição de destaque nos programas de pós-graduação. Cada faculdade ou escola tem seu sistema de inscrição on-line diferenciado.

    4) Universidade de Tóquio (Japão) – http://www.u-tokyo.ac.jp
    Distribuída por três campi, além de diversos centros de pesquisa, a instituição tem reputação de excelência em praticamente todas as áreas do conhecimento, embora a maior distinção fique com os cursos de ciências exatas e biológicas. Dominar o idioma japonês é requisito básico para a pós-graduação.

    5) Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA) – http://www.ucla.edu
    Os programas de pós-graduação englobam todas as áreas do conhecimento, mas a universidade destaca as pesquisas médica, educacional, literária e astronômica.

    6) Universidade de Illinois (EUA) – http://www.uillinois.edu
    Com três campi principais (em Chicago, Urbana-Champaign e Springfield), a instituição tem entre seus pontos fortes a produção científica em química e engenharia. Os candidatos aos programas de pós-graduação devem procurar informações no campus de interesse.

    7) Universidade de Michigan (EUA) – http://www.umich.edu
    A instituição tem numerosos programas de pesquisa em áreas de ponta da engenharia e da ciência médica, além de um enfoque especial em ciências sociais. Praticamente todas as áreas, porém, estão bem representadas. Cada área tem seu próprio sistema de admissão para a pós-graduação.

    8) Universidade de Wisconsin (EUA) – http://www.wisc.edu
    Ciências agrárias e sociais são as áreas em que a produção científica da universidade mais se destaca, estando entre as dez primeiras do mundo. Candidatos estrangeiros aos cursos de pós-graduação podem se inscrever on-line.

    9) Universidade de Washington (EUA) – http://www.washington.edu
    Os programas mais procurados por estudantes de pós-graduação na universidade estão na Faculdade de Artes e Ciências e incluem, principalmente, ciências biológicas e humanidades. Para avaliar os candidatos estrangeiros ao seu programa de pós-graduação, a universidade tem um sistema especial disponível no site.

    10) Universidade de Toronto (Canadá) – http://www.utoronto.ca
    A instituição canadense ocupa posição importante graças à excelência na pesquisa médica, nas neurociências e na psicologia. Mas a universidade oferece cursos de praticamente qualquer área. Os candidatos aos programas de pós-graduação devem falar diretamente com o departamento de interesse.

    11) Universidade Johns Hopkins (EUA) – http://www.jhu.edu
    A tradicional instituição de Maryland, na Costa Leste americana, tem a pesquisa em biologia, bioquímica e medicina como seus pontos fortes. Os candidatos aos programas de pós-graduação são aconselhados a procurar diretamente seu departamento de interesse.

    12) Universidade de Minnesota (EUA) – http://www.umn.edu
    Química, ciências ambientais e ciência da computação estão entre as áreas nas quais os quatro campi da instituição são líderes em pesquisa. Cada um dos campi tem sistemas de admissão próprios para a pós-graduação, todos já disponíveis on-line.

    13) Universidade de Kyoto (Japão) – http://www.kyoto-u.ac.jp
    Química e farmacologia são os destaques da produção científica dessa universidade japonesa fundada em 1897. A instituição exige domínio do idioma japonês. Cada departamento tem seu próprio sistema de admissão.

    14) Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA) – http://www.berkeley.edu
    Pesquisas nas áreas de física, economia e química são áreas em que a produção científica da instituição está entre as dez maiores do mundo. O sistema de inscrição para a pós-graduação está centralizado e vale para todos os cursos, exceto para a Escola de Direito e para a Escola Haas de Negócios.

    15) Universidade Stanford (EUA) – http://www.stanford.edu
    Engenharia, ciência da computação e economia são as áreas nas quais os pesquisadores de Stanford (foto) mais produzem. Os requisitos para a inscrição variam consideravelmente de departamento para departamento.

    16) Universidade Cornell (EUA) – http://www.cornell.edu
    A universidade está entre as dez maiores produtoras de pesquisa do mundo nas áreas de matemática, ciências agrárias e ecologia. A inscrição on-line para a pós-graduação está centralizada, embora alguns cursos requeiram uma pré-inscrição.

    17) Universidade de Cambridge (Reino Unido) – http://www.cam.ac.uk
    As ciências exatas são o reduto da única instituição britânica da lista, especialmente a ciência espacial, a química, a física e a engenharia. Ao contrário das suas contrapartes americanas, Cambridge não exige taxa de inscrição.

    18) Universidade da Pensilvânia (EUA) – http://www.upenn.edu
    Outra das universidades americanas a refletir a supremacia do país na pesquisa biológica, a instituição também ocupa papel importante na área econômica. Para os interessados em seus cursos de pós-graduação, a universidade sugere como primeira providência o contato com o grupo ou o programa específico que o candidato quer cursar, já que o sistema varia bastante.

    19) Centre National de la Recherche Scientifique (França) – http://www.cnrs.fr
    O Centro Nacional da Pesquisa Científica, formado por uma série de núcleos de pesquisa espalhados pela França, se destaca, em termos de produção científica, na química e nas ciência dos materiais, mas também abrange as ciências humanas. As oportunidades para cientistas estrangeiros em busca de aperfeiçoamento no CNRS são basicamente para pós-doutorado.

    20) Universidade de Osaka (Japão) – http://www.osaka-u.ac.jp
    A tradição japonesa de produzir boa ciência exata se reflete no desempenho da instituição, uma das líderes mundiais nos campos da química e da ciência dos materiais. O método de admissão varia muito de acordo com a área escolhida para a pós-graduação. A universidade recomenda que o candidato entre em contato com o departamento de interesse.

    • rafael 03/04/2013 at 13:51 #

      Amigo, desde quando o índice de produção científica num país tem relação com a qualidade da educação do mesmo?
      Isso só demonstra que estão investindo mais em pesquisa científica. Não é a toa que “importam” cientistas do mundo inteiro para trabalhar lá…

      • Ulisses A. Nenê 04/04/2013 at 17:18 #

        Boa!

      • Gabriel Vince 09/04/2013 at 12:32 #

        e como não tem ? já viu algum país produzir conhecimento sem educação ? como um país com uma educação tão ruim quanto os EUA (assim como fala o artigo) conseguem ter uma produtividade científica tão grande ?

      • helene 13/04/2013 at 13:14 #

        Amei a sua resposta

      • Robert Martim 18/09/2013 at 7:45 #

        Faz tempo que não lia algo tão estúpido na minha vida! O fato de importarem mão-de-obra não muda a qualidade de ensino básico ou superior. Apenas indica o compromisso do país em estar na linha de frente do conhecimento. Os países de onde tal mão-de-obra é quem falham em dar-lhes as condições para que exerçãm a função lá e evitem o “brain drain”. Há falhas no sistema? Sim, mas falha não quer dizer falência. O sistema de ensino fundamental no Brasil é falido.

    • Saulo 03/04/2013 at 14:09 #

      E pra que serviu tanto conhecimento? Ou melhor para quem (banqueiros, mega corporações, petrobilionários)???
      E o povo americano recebe o quê?
      Abandono no Katrina…
      Perda da casa própria na bolha imobiliária e multiplicação no número de sem-tetos…
      Ter de mandar os filhos para guerras do outro lado do mundo…
      Perda da liberdade individual nos Atos Patrióticos…
      Saúde pública paga e pior do que o nosso SUS…
      e isso é só o começo do que vai piorar ainda mais…

      • Pecador 18/09/2013 at 0:19 #

        Isso é porque o melhor conhecimento lhes foi negado. Como evitar os golpes, artimanhas, fraudes intelectuais e a doença do Esquerdismo / Socialismo / Comunismo. Obama mandou um beijo.

      • Robert Martim 18/09/2013 at 7:51 #

        As pessoas que resumem tudo ao dinheiro, como você está fazendo, são as mesmas que perderam tudo. Elas vivem para o dinheiro ou invés de fazerem o dinheiro viver por elas. Esquerdista reclama de banqueiro porque quer viver igual a um. As pessoas que visam o lucro fácil são aquelas que mais perdem. Afinal, mesmo dinheiro tem uma base total, não é infinita. Se uns enriquecem, muitos precisam empobrecer… ou todos empobrecem. Não como dar uma festa de anivérsário para 1000 pessoas com um bolo para 100. Ou os 100 comem bem ou os 1000 comem migalhas. Dividir melhor entre 200? Não rola, ainda temos 800 com fome… Finalmente, só perde teto quem o tem. No Brasil existe uma massa maior de sem tetos do que os que perderam nos EUA… Ao menos no Brasil não há o que perder… irônico.

      • Vito Genovese 23/10/2013 at 3:11 #

        O culpado da bolha imobiliária é o intervencionismo excessivo do FED(banco central americano), regulando juros, inflacionando o mercado e sendo o salvador final dos bancos. Esses expandido crédito sem ter lastro para tanto, criando artificialidade em setores do mercado, no caso de 2008, o setor imobiliário.
        A culpa da crise de 2008 foi do governo e dos bancos, e não do sistema capitalista. Primeiro que a gente não vive no real capitalismo, a pelo menos100 anos. Enquanto não acabarmos com o último bastião do socialismo, o banco central, instituir o ouro como lastro físico da moeda de papel, ainda viveremos no que chamo de socialismo capitalista.

        O livre mercado é livre para o bem e para o mal. É sem regulação e sem salvação, isto é, se um banco quebra, o certo é deixar ele quebrar e não usar o dinheiro do povo pra salvar quem comete erros. Socialista é quem gosta de salvar bandido, corrupto e fraudador.

    • Ricardo 03/04/2013 at 14:43 #

      Tarso, se eles são tão bem educados por eles ainda votam na direita golpista neoliberal imperialista?

      http://sol.sapo.pt/inicio/Internacional/Interior.aspx?content_id=16991

      http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=26&did=9141

      • Luis 25/07/2013 at 10:18 #

        A tal da direita golpista teve menos de 20% dos votos pelas duas reportagens. Realmente é muito, mas 80% votaram em outras opções, incluindo esquerda, centro-esquerda, centro e centro-direita democrática (por incrível que pareça, na Finlândia existe direita democrática). Claro que é lamentável a direita racista ter quase 20% dos votos, mas não esqueçam que 80% não votaram por essa opção, que pelo que entendi, estão excluídas abstenções, nulos e brancos; incluindo estas, ainda seria menor.

        Acho difícil a centro-direita ganhar eleição criticando o ensino público, universal e gratuito, provavelmente nem vão mexer nisso, são de direita mas nem tanto rs. Quero ver alguém ganhar eleição na Finlândia prometendo privatizar a educação e o sistema de saúde.

    • Gray Fox 03/04/2013 at 14:56 #

      Olá, amigo. Pelo que eu entendi, o artigo fala da educação de uma forma geral, desde a educação básica até a formação superior, como forma de inclusão social e seu reflexo na qualidade de vida das pessoas.

    • André 03/04/2013 at 15:28 #

      Exatamente,,,devemos aos Estados Unidos uma enormidade de avanços que abrangem,,da Medicina ás ciencias exatas e tecnologicas, sem citar o que a corrida espacial deixou de legado.,nao discordo a respeito da Finlandia,,mas poxa,,por que será que tudo que é patente importante e que realmente muda nossas vidas vem dos norte-americanos ? Quantas empresas fora a Nokia sao significantes em nossas vidas ?quantas revoluçoes tecnologicas devemos aos finlandeses?

    • Thiago de Paula 03/04/2013 at 16:22 #

      A questão aqui não é quem produz mais conhecimento… e sim quem foram os responsáveis pelas pesquisas? Os brancos ricos filhos de empresários ou os pobres extratificados historicamente? Os EUA tem um sério problema de extratificação ainda hoje, onde a gigantesca maioria dos universitários, assim como no Brasil, é de classe alta.

      • Gabriel Vince 09/04/2013 at 12:34 #

        a comparação nesses aspectos entre EUA e países com população pequena, homogênea é absurdamente injusta …
        os EUA precisam oferecer não apenas educação básica de qualidade para os seus compatriotas… mas para todo filho de imigrante (legal e ilegal) que entra lá… talvez… o pais com maior fluxo migratório da história…

      • Pecador 18/09/2013 at 0:26 #

        Gabriel Vince…vc ainda acha que isso é um debate? Com esquerdista não se debate, SE DESMASCARA….Veja por exemplo O tal de Luis e esse Thiago de Paula — pra eles não tem importância algumas dados quantitativos (citados por você) ou qualitativos (os quais também são superiores) — o que importa pra eles é manter esse ideologia de bosta, que matou mais de 100 milhões de pessoas, afirmando que as classes estão em guerra, as raças estão em guerra, os gêneros estão em guerra.

        Chamar a direita de golpista é o ápice da falácia do espantalho. Que direita??? onde tem direita no brasil??? Chamar a direita de racista, é como se xingar sua própria imagem no espelho. Afinal as piores ideologias racistas (nazismo) e autoritárias (fascismo) são por princípio DE ESQUERDA.

        Ad hominem, espantalho, rotulagem e mimim esquerdista começando em:

        1…
        2…

    • Cecilia Maria Silva 03/04/2013 at 22:13 #

      Conhece o documentário : “Waiting for superman” (2010) . É de chorar.
      E aí de que valem todos esses artigos científicos, se uma criança pra ter acesso ao ensino, tem que ser sorteada? Assista , se ainda não conhece. Pra quem não conhece, principalmente professores, pode-se baixar grátis no omelhordatelona.biz. Vale a pena conhecer o que não é divulgado pelo Tio Sam.

    • Gustavo 04/04/2013 at 13:42 #

      O seu argumento reflete exatamente o modelo americano de pensar a educação como mercadoria. Você compara os dados de maneira quantitativa, exibindo um ranking de quem mais produziu. O interessante seria analisar o diálogo que os centros de ensino possuem com a comunidade que o sustenta.

      • felipe 17/08/2014 at 8:47 #

        Educação nao é mercadoria? E desde quando o material pra construir os prédios das salas de aula são de graça? E as carteiras e cadeiras? E o quadro? Acabamento? Sem falar nos salários dos funcionários… E da onde vão tirar recursos para aumentar a oferta do ensino sem o lucro do serviço prestado? Por favor que gente mais ignorante alienada da realidade!

      • Tarso Cabral Violin 17/08/2014 at 11:16 #

        Quanta besteira neoliberal

    • Marcos 05/04/2013 at 0:46 #

      Mas as high schools públicas dos EUA são tão ruins quanto as latinas.

    • Luis 25/07/2013 at 10:29 #

      Ops, e as melhores Universidade dos países capitalistas são … públicas, retirando a bem afamada Harvard, quase todas as outras (ou todas, não me dei ao trabalho de pesquisar todas) são públicas.

      A Cambridge, pelo que entendi, não é pública nem privada, é auto-governada sem dono, as outras são públicas com orçamento público.

      Além do que, Harvard e Cambridge têm muita verba pública em diversos dos projetos e pesquisas existentes.

      O mesmo acontece no Brasil, são as públicas (federais e algumas estaduais) que se destacam. Belo exemplo da necessidade da ação pública na educação.

    • ejedelmal 21/09/2013 at 5:53 #

      O SUCESSO EDUCACIONAL DOS EUA É ESTRANGEIRO!!! Segue vídeo abaixo com legendas. REAÇÇÇÇÇÇÇINHA!!!

    • Andrey 13/01/2014 at 14:18 #

      Não entendi em que parte do artigo fala-se apenas do ensino superior. Também, não consegui entender como que o número de artigos científicos podem traduzir a qualidade da educação em todos os campos possíveis.
      Não entendi também o porquê de fingir que não viu que a notícia apresenta dados referentes ao ensino que atinge a toda, ou quase toda, população do país.
      O terceiro ponto que não entendi é como julgar a qualidade de ensino vendo somente os dados do ensino superior.
      De outro lado, ainda é possível entender, por quem sabe interpretar, que não há uma rejeição do autor por parte da qualidade de ensino estadunidense, que em nenhum momento foi colocada abaixo do limite do aceitável, pelo contrário, foi criticado a insistência em se tomar apenas o ensino dos Estados Unidos da América como modelo, principalmente quando os adoradores dessa prática utilizam apenas dados do ensino superior (privado e muito caro), como você acabou de fazer em sua resposta.

    • espadaneiranton 04/07/2014 at 8:03 #

      Não sei quanto ao resto, mas em Cambridge as equipas de investigação são, na sua maioria, compostas por indivíduos de diferentes nacionalidades. Apesar de estarem a concluir o PhD em Cambridge, a realidade é que o início dos seus estudos realizaram-se nos seus países de origem.
      Convém não esquecer que o artigo refere-se, sobretudo, à educação básica.

    • anton 04/07/2014 at 8:04 #

      Não sei quanto ao resto, mas em Cambridge as equipas de investigação são, na sua maioria, compostas por indivíduos de diferentes nacionalidades. Apesar de estarem a concluir o PhD em Cambridge, a realidade é que o início dos seus estudos realizaram-se nos seus países de origem.
      Convém não esquecer que o artigo refere-se, sobretudo, à educação básica.

  5. Vitor 03/04/2013 at 13:28 #

    Beleza. E de acordo com o raking das melhores universidades do mundo a melhor finlandesa está num excelente 109º lugar:http://www.timeshighereducation.co.uk/world-university-rankings/2012-13/world-ranking

    Os ~estadunidenses~ tem 10 entre as 15 melhores é poca zuêra?

    Além disso, a grande bolha de educação superior estatal finlandesa gerou uma massa de desempregados de curso superior: http://www.akava.fi/en/current_issues/record_number_of_highly_educated_people_are_unemployed.7722.news

    Pq isso? Pq a maravilhosa educação socialista levou a um boom de gente formada em estudos religiosos, literatura, história da arte e quetais. Ou seja: Um monte de finlandeses pagam até 50% do PIB do país para financiar uma educação pública que não leva a nada.

    Lindo. É esse modelo que você quer no BR, amigo? Um bando de desempregados com anel de doutor?

    Uma última correção: Os escandinavos pagam muito imposto sim, mas a liberdade econômica deles é maior que a nossa (muito maior). Portanto eles são muito mais ~neoliberais~(risos) que a gente. Nossa.

    http://www.heritage.org/index/ranking

    • Gustavo 03/04/2013 at 20:53 #

      Por que as pessoas deveriam atender a demanda do mercado ao invés de fazer o elas gostam e o que traz felicidade para elas? Então quer dizer que educação de qualidade é aquela que aliena o indivíduo para se tornar mais um servo do sistema mercantil? Priorizar apenas as áreas que são interessantes ao mercado em detrimento das outras áreas de conhecimento (humanas de modo geral)?
      Concordo que no sistema capitalista industrial uma amplificação da liberdade de mercado frequentemente gera benefícios tecnológicos e sociais, mas isso não significa que as pessoas precisam ser educadas para satisfazer os interesses do mercado. A educação deve ser focada primariamente no desenvolvimento pessoal e na demanda social. O que eu quero dizer com isso é que tem que ser dada a liberdade, o acesso a conhecimento livre e recursos para cada indivíduo descobrir o que gosta realmente de fazer, e desenvolver aquilo que quiser desenvolver, despertar sua criatividade e com isso aplicá-la na melhoria da sociedade, sem coerção a partir do mercado.

      • Pecador 18/09/2013 at 0:30 #

        “Por que as pessoas deveriam atender a demanda do mercado ao invés de fazer o elas gostam e o que traz felicidade para elas?”

        Porque o que as pessoas gostam e traz felicidade pra elas, também é uma demanda que gera um mercado. estúpido.

        “Então quer dizer que educação de qualidade é aquela que aliena o indivíduo para se tornar mais um servo do sistema mercantil?”

        Não, educação de qualidade é aquela que ensina o sujeito a não ser mais um servo do socialismo à troca ilusões delirantes e um lugar reservado no pelotão de fuzilamento, ou prisão aos moldes de cuba, cambodja, coréida do norte e china. Educação de qualidade é aquela que não forma militantes fraudadores. Educação de qualidade como esta falta aqui no brasil, onde os alunos são logo cedo doutrinados na porcaria do marxismo.

      • Gustavo Zeitgeist Avelar Molina 18/09/2013 at 8:32 #

        “Porque o que as pessoas gostam e traz felicidade pra elas, também é uma demanda que gera um mercado. estúpido.”

        Errado. O que você acabou de dizer é uma mentira esfarrapada. Não existem argumentos para justificar o que você acabou de dizer. A realidade é cristalina quanto a este fato: Se o meu trabalho não corresponde à demando do mercado, eu passo fome. Então eu sou obrigado a atingir esta demanda em algum nível para que eu possa sobreviver e garantir uma vida digna à minha família. Da mesma maneira, se o que me traz felicidade é simplesmente fazer o que eu gosto sem ter que trabalhar ou servir alguém, eu não conseguirei sobreviver, pois o atual sistema socioeconômico não me permite tal luxo.
        Um exemplo claro é a ciência. Os pesquisadores se matam de estudar, tentar compreender a natureza, passam a vida toda lendo artigos científicos difíceis e realizando experimentos para gerar conhecimento útil à humanidade… No entanto, o salário deles é risível na maioria das nações do mundo. Enquanto isso, um indivíduo qualquer que faz uma faculdade meia boca de alguma área de grande interesse no mercado (amd, por exemplo) consegue ganhar muito mais estudando e trabalhando muito menos, executando uma função de valor social muito menor do que o do cientista. Então, não, você está completamente enganado.
        E por que o xingamento? Quando lhe faltam argumentos você parte para ataques pessoais? Parece que sim. Aposto que é mais um discípulo do Olavo de Carvalho.

        “Não, educação de qualidade é aquela que ensina o sujeito a não ser mais um servo do socialismo à troca ilusões delirantes e um lugar reservado no pelotão de fuzilamento, ou prisão aos moldes de cuba, cambodja, coréida do norte e china. Educação de qualidade é aquela que não forma militantes fraudadores. Educação de qualidade como esta falta aqui no brasil, onde os alunos são logo cedo doutrinados na porcaria do marxismo.”

        Em primeiro lugar, o socialismo ou marxismo nem eram o assunto da discussão. Nem Cuba, Coreia do Norte ou o que for. Isso é só mais um espantalho seu.
        Quer dizer que eu não posso discordar de certas características do capitalismo sem ser acusado de socialista? Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Desonestidade intelectual é o que não falta no seu “argumento”.
        Não adianta inventar desculpas. Colocar o socialismo no meio da disussão para desviar o foco não irá neutralizar os problemas inerentes do capitalismo. Sinto muito. Cabe a você começar a raciocinar de maneira não binária e responder direito um comentário que eu fiz.

      • Pecador 28/09/2013 at 1:49 #

        Desculpe a demora em responder, é que não pretendia mais voltar a este lugar.

        “Se o meu trabalho não corresponde à demando do mercado, eu passo fome”

        Argumento típico de quem não estudou a história da revolução industrial e a evolução das trocas de trabalho, e ignora TOTALMENTE a LIVRE INICIATIVA. Demandas (e consequentemente mercados) criam-se a todo o momento. Não há qualquer indício de que toda demanda que não pertença a um mercado já formado seja igual a passar fome…..e vc ainda quer me falar de mentira esfarrapada?? toma vergonha na cara.

        ” Então eu sou obrigado a atingir esta demanda em algum nível para que eu possa sobreviver e garantir uma vida digna à minha família.”

        Isso no caso da livre iniciativa, por outro lado vc ainda tem a possibilidade de trabalhar pra outros. Sempre haverá um ônus e bônus em qualquer ação, é isto o que a mente esquerdista reluta em compreender. Seu draminha de alegria x exploração de mercado, não vai colar comigo. A realidade simulada da tua mente é cristalina, mas tua mente deturpada.

        “Um exemplo claro é a ciência. Os pesquisadores se matam de estudar, tentar compreender a natureza, passam a vida toda lendo artigos científicos difíceis e realizando experimentos para gerar conhecimento útil à humanidade… No entanto, o salário deles é risível na maioria das nações do mundo.”

        É muito óbvio, pois a pesquisa científica em princípio não tem função prática. O que tem valor é o conhecimento APLICADO. Há um longo caminho entre o estudo científico (descoberta, estudo, teoria), até a sua aplicação, seja em qualquer campo do saber. Uma descoberta científica não possui valor algum (além do conhecimento acumulativo), enquanto não há condições necessárias para sua aplicação. O salário das maiorias da pessoas é rísivel, e o motivo não é o mercado, como você quer dar a entender. O motivo é simplesmente o valor perceptivo das pessoas, e àquilo à que elas dão valor. (Nesse ponto a crítica ao consumismo exacerbado é pertinente) Mas sempre é mais fácil jogar a culpa em um vilão não é mesmo??? No mais se um cientista não está contente com seu salário, ele tem a liberdade de procurar algo que lhe agrade, e que pague melhor. Nos países que citei, não há tal liberdade.

        “Enquanto isso, um indivíduo qualquer que faz uma faculdade meia boca de alguma área de grande interesse no mercado (amd, por exemplo) consegue ganhar muito mais estudando e trabalhando muito menos, executando uma função de valor social muito menor do que o do cientista. Então, não, você está completamente enganado.”

        Sua conclusão não tem ligação alguma com sua premissa…
        Valor social????? Explique esse valor social maior do cientista.
        Você quer dizer que um cientista por estudar muito e fazer descobertas cientificas tem um maior valor social do que o carinha que trabalha na amd????? olha a igualdade socialista se desfazendo!!!

        Quem é que investe no maquinário, na universidade, no laboratória do cientista pra ele estudar?, onde foi que ele arrumou o livro pra estudar? quem financia a pesquisa? quem financia a aquisição de amostras?…Quantas pessoas consomem DIRETAMENTE o tal conhecimento do dito Cientista???
        Cientista não descobre nada sozinho. Aliás o carinha lá da amd, é um dos responsáveis pelo maquinário que o cientista estudioso usa tanto na academia, quanto no trabalho.
        Uma vez que as industrias dominam a TÉCNICA, ou seja a aplicação do conhecimento segundo uma metodologia, ela são especialistas nisso, algo que nem o cientista poderia fazer.

        Então a sua pergunta: “Por que as pessoas deveriam atender a demanda do mercado ao invés de fazer o elas gostam e o que traz felicidade para elas? ” – Não faz o menor sentido.
        É uma FALSA DICOTOMIA, colocar a demanda do mercado como a opositora do gosto e felicidade das pessoas. Isso até poderia acontecer, caso o indivíduo se obrigue a permanecer naquele tipo de trabalho por “n” motivos, que corresponde à SUA PRÓPRIA condição. Inferir que a existência de uma demanda de mercado é o motivo único e principal da infelicidade de uma pessoa é uma falácia tão grotesca que escapa da realidade racional. Sem contar que é um princípio fundamental do esquerdismo marxista.

        “Em primeiro lugar, o socialismo ou marxismo nem eram o assunto da discussão. Nem Cuba, Coreia do Norte ou o que for. ”

        Em primeiro lugar….Seria demais esperar que você estivesse atento às entrelinhas do post do blog….. ou isso ou está fingindo.
        Socialismo se tornou o assunto desde que o ‘cumpanheiro’ do blog emprega um pilha de falácias pra afirmar que a educação de um país dito de políticas socialistas “(…) dá um banho nos Estados Unidos da América em matéria de educação e de não corrupção.” E depois que foi achovalhado com estatísticas que faziam contra ponto à realidade que ele pretender fazer verdadeira, vieram outros “cumpanheiros” cheios de mimimi esquerdista.
        Em outros países tais políticas foram aplicadas até a chegada do comunismo…depois que ele foi aplicado acabou tudo, porque aí só os filhos da elite militar, ou do partidão estudam, o resto tá passando fome e morrendo…..viva a revolução. :)
        Isso não é espantalho, espantalho é vc achar que iria conseguir dissociar o socialismo e comunismo deste assunto. Mas falhou.

        “Quer dizer que eu não posso discordar de certas características do capitalismo sem ser acusado de socialista?”

        Eu discordo de várias características do capitalismo….a diferença é que não emprego falácias, retórica vitimista e nem falsa dicotomia para fazê-lo. A acusação de ser um socialista é apenas um bônus – visto que os mesmos empregam a mesma retórica falaciosa e vitimista, porque apesar de discordar e criticar o capitalismo, rejeito COMPLETAMENTE o socialismo. Socialismo e comunismo são empulhações que não servem nem de papel higiênico (isso em países que ainda possuem papel higiênico).

        “Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Desonestidade intelectual é o que não falta no seu “argumento”.

        Você bem que tentou. Mas a dissociação não vai funcionar. Desonestidade é você achar que funcionaria.

        “Não adianta inventar desculpas. Colocar o socialismo no meio da disussão para desviar o foco não irá neutralizar os problemas inerentes do capitalismo.”

        Não adianta inventar mais asneiras. Os problemas inerentes do capitalismo serão neutralizados por quem???? Desculpa, acho que me perdi agora….não estamos em um blog esquerdista????
        Não é o socialismo que se põe como crítico do capitalismo e espera que sua ideologia seja a salvação do homem?? Ou todos aqui são capitalistas??? …[ é...isso não tem a ver mesmo com socialismo], só que não.

        “E por que o xingamento? Quando lhe faltam argumentos você parte para ataques pessoais? Parece que sim. Aposto que é mais um discípulo do Olavo de Carvalho.”

        Meus argumentos são reservados para as pessoas que pensam, e não a propagadores de fraudes, nem os seus apoiadores.
        Eu discípulo de Olavo de carvalho??? hahahah….vocês estão ficando paranoicos com o velho. Cuidado, isso está parecendo paixão reprimida. Mas se eu fosse qual seria o problema???? de quem seria o problema??? viva a liberdade individual….inclusive a sua, pois se você é escravo sexual do PT, PSOl, do ex-presidente, ou da atual, pouco me interessa, se esta for a sua vontade, é claro.

        Já que você citou o velho….fica a dica aí pra você, aproveita que tá baratinho e a burguesia….a odiada classe média.. não comprou tudo.

        http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/5093597/o-minimo-que-voce-precisa-saber-para-nao-ser-um-idiota

        Carpie diem my friend.

      • Leonardo Fratini 08/05/2014 at 17:32 #

        Então Pecador, você acha que detém a verdade absoluta e quem discorda de você é taxado como um completo idiota?

        Esse por sí só já não é um pensamento muito inteligente.

        Pessoas inteligentes tem por características extrair. A você, dedico apenas um link:

        http://www.forbes.com/sites/specialfeatures/2013/08/07/how-the-college-debt-is-crippling-students-parents-and-the-economy/

        Você, de fato, parece um cara inteligente, entretanto um cara inteligente que não lê o caderno internacional do seu jornal.

        Então você acha que o modelo ideal de educação é um que endivida seus estudantes, para, posteriormente, “escravizá-los” (lá, é chamado de wage slavery)?

        http://www.ilo.org/global/about-the-ilo/newsroom/news/WCMS_071326/lang–en/index.htm

        http://www.forbes.com/sites/carminegallo/2011/11/11/your-emotionally-disconnected-employees/

        E, por favor, não sou socialista, nem perca seu tempo me rotulando.

  6. Daniel Rae Lopes 03/04/2013 at 14:04 #

    Moro na Finlandia e concordo em termos com a materia. no lance onde fala que nao tem muitoa competitividade, eu discordo. Finlandes adora competir e infelizmente sao muito duros para com os estrangeiros, alem de ser um povo realmente dificil de se conviver. No lance de educacao, isso é no quesito escolas publicas, ate o ensino medio,excluindo quando parte para o assunto( faculdades e universidades). E tem muitoa curiosidade pra informar a respeito desse país,mas por falta de tempo nao posso. abraços.

    • helene 13/04/2013 at 13:18 #

      Mora em que cidade na Finlândia? Tenho parentes brasileiros q vive ai na Finlândia, sou finlandesa, não falo a língua, e concordo com vc, um povo difícil de se conviver….

  7. Eduardo Damazio 03/04/2013 at 14:20 #

    MAs tem que ver a qualidade e utilidade destes artigos, nao apenas a quantidade….

  8. Jaime Pinho 03/04/2013 at 14:36 #

    Um dos segredos do sistema de ensino básico finlandês é que os alunos não podem reprovasr! Ningué é deixado para trás. Considera-se um grave erro obrigar o aluno a deixar o seu grupo de idade natural.
    Em Portugal, ao contrário, reprovar alunos é muitíssimo frequente. Resultado: os alunos repetentes-revoltados constituem grande parte da turma/classe. O sistema de ensino português é um dos piores da Europa – o oposto da Finlândia. Os países da Europa mais avançados sõa em geral aqueles onde reprovar é exceção.

    • Pecador 18/09/2013 at 0:16 #

      Entendi, então não devemos reprovar alunos para que eles não fiquem revoltadinhos. Isso explicaria o baixo indice de pesquisas cientificas finlândia, um monte de gente feliz, alienada …..E BURRAS, votando no partidão esquerdista de lá. Lindo!!!!

      • Andrey 13/01/2014 at 14:32 #

        “Entendi, então não devemos reprovar alunos para que eles não fiquem revoltadinhos. Isso explicaria o baixo indice de pesquisas cientificas finlândia, um monte de gente feliz, alienada …..E BURRAS, votando no partidão esquerdista de lá. Lindo!!!!”

        Essa foi a melhor argumentação encontrada por você?

  9. David 03/04/2013 at 14:37 #

    Ótimo artigo!
    Está de parabéns!
    É bom ver pessoas que têm senso crítico em um mundo tão alienado. Isso prova que nem tudo está perdido.
    Aqui também tem um texto bom sobre esse assunto, como suplemento:

    http://anonymousnow.wordpress.com/2013/02/19/privatizacao-e-a-melhor-saida

  10. Mageste 03/04/2013 at 15:06 #

    A Finlandia é maravilhosa!!! Mas nao entendo o porque de falar das universidades americanas e do ensino americano. Isso soa mais como dor de cotovelo… Antes de falar dos EUA fale do seu proprio pais, será mais digno!!!

    • Eduardo Araújo 18/09/2013 at 14:47 #

      Mageste, você está num espaço esquerdista, ou seja, um depósito de lixo mental onde reianm imbecilidades como o antiamericanismo idiota, que põe culpa de todos os males nos Estados Unidos. Esquerdista que se preze é uma espécie de indigente intelectual, quiçá mental, que odeia os “imperalistas” e o livre mercado ao mesmo tempo que reclama do embargo americano contra Cuba, a menina dos olhos dos idiotas socialistas (ops, sorry pelo pleonasmo). Assim: poxa, que sacanagem de vocês capitalistas não deixarem as empresas capitalistas de vocês praticarem livre comércio com o país comunista que não precisa de vocês (rsrsrsrs).

  11. Fabio Milan 03/04/2013 at 15:12 #

    Bom, eu sou brasileiro e vivo nos EUA. Pago imposto americano, sabe, ou seja: 20% do q ganho (incluindo impostos nos niveis local, estadual e federal). Mas como sabemos do problema dos deficits q existem por aqui, esse percentual vai subir para 25%, isso e por causa da adocao da saude universal. Mas nao me importo, pois aqui tudo funciona e todos (inclusive os funcionarios publicos) se preocupam em fazer o dinheiro publico render mais.

    Existe corrupcao, pois o sistema e tao desburocratizado q nao consigo acreditar como todo o dinheiro publico nao e desviado. Todos assumem q vc vai cuidar bem do dinheiro publico. Eu, com minha mentalidade de brasileiro, custei muito a entender pq q nao se rouba mais aqui. A resposta e q as pessoas nao aspiram serem funcionarios publicos. Por duas razoes:

    1. Nao ha estabilidade no emprego, entao se riqueza das pessoas diminue (como diminuiu a minha nessa recente recessao) os impostos diminuem. Sem dinheiro, os programas sao cortados e as pessoas sao despedidas. Simples assim.

    2. A iniciativa privada paga bem melhor q a publica e tem impregos mais interessantes. Dai as pessoas nao aspiram serem funcionarios publicos, elas querem ser da iniciativa privada. Claro, nao ha garantias, nao ha estabilidade, se rala muito, os feriados sao raros e os feriados prolongados mais ainda (isso e uma coisa q sinto falta muito, feriados longos e uma atmosfera mais relaxada. Mesmo eu q era da iniciativa privada sinto isso).

    Vc mencionou a Finlandia como exemplo, existem regioes como a Finlandia nos EUA, alguns estados. Geralmente estados pequenos, com comunidades estaveis e consolidadas, lugares para onde gostariamos de nos mudar quando fossemos mais velhos ou lugares bons pra criar os filhos. Vermont, New Hampshire, etc. Claro, como um todo os EUA nao chegam aos pes da Europa em termos de educacao.

    Mas sou engenheiro e tenho muitos colegas de trabalhos europeus, e todos tem uma atitude muito similar a dos Americanos: querem vir pra ca, ganhar dinheiro e depois voltar pros paises deles (no caso dos americanos, voltar pra Ohio, Maine ou qualquer outro estado onde se paga muito imposto e se tem uma qualidade de vida muito alta).

    O meu ponto e q esses paises europeus sao como os EUA: eles so aceitam pagar impostos altos pq veem os resultados e pq eles entendem q em algumas circunstancias, sim, o servico comunitario e recompensador e necessario e melhor q uma solucao de mercado.

    Mas nao se engane, todos eles entendem q as inovacoes e a geracao de valor e conhecimento vem sempre do mercado. Esses meus amigos europeus (e americanos desses estados caros e de alta qualidade de vida) dissem sempre a mesma coisa: abrir uma empresa la nao da, eles vem pra ca pra trabalhar, pagar pouco imposto, se arriscar fazendo coisas inovadoras, economizar para a velhice, constituir familia, talvez comecar uma empresa, talvez ficar rico, viver, errar e viver.

    Enfim, ter uma vida profissional plena. Depois eles voltam. Por isso Google, Apple, e Microsoft estao na California e nao no Maine (ou Finlandia).

  12. Mauricio 03/04/2013 at 15:19 #

    Fala serio !!!! Querer comparar um sistema que funciona no contexto de uma FInlandia com os EUA so’ pode ser piada de mau gosto. EUA e’ multi-cultural, multi-etnico, dimensoes continentais, geografia variada, e possui um bem fundamental inexistente na FInlandia : LIBERDADE INDIVIDUAL!!! Continuo achando que o modelo americano e’ o mais proximo do contexto Brasileiro.

  13. Isabella Sarkis De Carvalho 03/04/2013 at 16:34 #

    Infelizmente, não podemos dizer que os modelos estatais funcionariam no Brasil. Nosso país não tem herança cultural para se autovalorizar a ponto de o Estado não nos fazer de idiotas. Nós pagamos MUITOS impostos aqui, e os serviços que deveriam ser oferecidos pelos governos (não importando o partido que esteja nele) não funcionam, em grande maioria.

    Eu acredito que as coisas funcionam nesses países nórdicos porque nenhum deles tem o nosso complexo de vira-latas. Sim, porque o brasileiro aceita se diminuir, aceita que qualquer um bote banca em cima dele. Por isso é muito difícil termos esse tipo de coisa por aqui. E não exatamente por conta de privatizações.

    • Ricardo 03/04/2013 at 17:29 #

      Tarso, se eles são tão bem educados por que eles ainda votam na direita golpista neoliberal imperialista?

  14. Mikael 03/04/2013 at 17:22 #

    A mensagem nas entrelinhas, com viés esquerdista, absolutamente não é verdadeira. A Finlândia, a exemplo de qualquer outro país com altíssimo índice de desenvolvimento humano (Japão, Canadá, Austrália, Coreia do Sul, Itália, Alemanha, Reino Unido da Grã-Bretanha, Suíça, Áustria etc.) é um país capitalista, totalmente aberto e economicamente liberal, tendo realizado uma série de privatizações desde os anos 80. A alta carga tributária dos países nórdicos não se relaciona com o modelo econômico do socialismo. Avaliar os EUA – um país continental com mais de 300 milhões de habitantes, ainda em formação e sempre um destino de imigrantes – a partir do contexto finlandês, então, beira a desonestidade intelectual. Se é o caso, compare-se os EUA ao Brasil, riquíssimo em tributos!

  15. Mikael 03/04/2013 at 17:25 #

    Ah, e respondendo… Votarei no Aécio Neves, é óbvio!

  16. Ricardo 03/04/2013 at 17:29 #

    Tarso, se eles são tão bem educados por que eles ainda votam na direita golpista neoliberal imperialista?

    http://sol.sapo.pt/inicio/Internacional/Interior.aspx?content_id=16991

    http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=26&did=9141

  17. José Crisóstomo de Souza 03/04/2013 at 19:06 #

    Acho meio furada a mania (que marca desnecessariamente, a matéria e parte da discussão dela) de, virar, mexer, e ir bater lá nos EUA pro-ou-contra, fla-flu. Os americanos, os pensadores e as autoriddades educacionais do páis consideram que a educação pré-universitária dos EUA vai muito mal. Estão muito mal no ranking internacional, saem-se mal nas provas, atrás principalmente dos asiáticos. Alguns até a comparam com a brasileira. Esquerda, centro, liberais e direita neo-liberal têm a mesma posição quanto a isso. As soluções diferem, naturalmente..

  18. Viktor Spínola 03/04/2013 at 22:21 #

    Existe um certo perigo nessa abordagem de pegar um exemplo, olhar a partir de um único ângulo, e tirar conclusões.

    O que notei desse artigo foi que o cara pegou esse exemplo para destilar suas idéias estatistas/socialistas:
    “Mas os neoliberais-gerenciais, privatistas, continuam a citar os EUA como modelo.
    Difícil o Brasil chegar perto do modelo finlandês? Quase impossível. Mas qual modelo devemos perseguir? Com certeza não pode ser o da privatização.”

    Por que não citou o exemplo da Coréia do Sul, que é considerado um exemplo na área de educação, e é pago. A Coréia do Sul evoluiu LOUCAMENTE nesses últimos 20 anos.
    O que era a Coréia do Sul há 20 anos atrás?
    Hoje conhecemos: Samsung, LG, Kia, Hyundai…
    Fora indústria pesada, que a gente não houve falar (ex: expoente em indústria naval… equipamentos para construção, etc)

    Não vou comparar com a Coréia do Norte (estatista)… até porque nem cabe… tem outros fatores em jogo.

    A Finlândia é foda… mas “se destaca em tecnologia mais que os EUA” ficou forçado… ehhehe (só conheço a Nokia).

    Os países escandinavos têm um povo educado, honesto, ordeiro, trabalhador e que não se envolveu em guerras. Com todos esses fatores, ficaram ricos. Mas agora estão só “mantendo”. Uma carga tributária alta assim é boa para isso… distribuir a riqueza existente e manter um nível alto de igualdade e ordem social. (mas só funciona se não houver corrupção!)

    Mas para um país crescer (CRIAR riqueza, e não apenas “distribuir”), precisa de uma liberdade econômica maior e menos “direitos” (“direitos” que coloco entre aspas são direitos “fake”, como: “saúde”, “educação”, etc… como reza a nossa constituição de ilusão).

    Finlândia e Suécia são países para admirarmos, com certeza. Principalmente a honestidade do povo e dos políticos. Que, aliás, permite esses países funcionarem tão bem com 50% de carga tributária. O Brasil com 50% de carga tributária hoje, seria com certeza bem pior do que é!

    Alguns links para se aprofundar nesse raciocínio:

    O mito do assistencialismo escandinavo reexaminado:

    http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=632

    O estagnado socialismo sueco:

    http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=872

    Como o assistencialismo corrompeu a Suécia:

    http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=113

    Abraços,
    Viktor

    • Louzada 23/01/2014 at 10:48 #

      Tu é da área de jornalismo Viktor Spínola? Show de comentário o seu! Nem vou dizer mais nada, pois vc já disse tudo, exceto que no Brasil nada vai dar certo nunca, pelo baixo Q.I. do povo, culpa em grande parte da descendência portuguesa, pois jamais dará conta que no mínimo 70% da taxação pública é surrupiada pós ou anterior a arrecadação. Com impostos em cascata e principalmente associando a isso a arrecadação indireta, não impostos como multas, pagamos a maior carga financeira pró estado, da terra. Aqui não se é multado para parar de errar, mas para arrecadar, entenda desviar, designação para roubo praticado por empregado público de escalão elevado, e alguma coisa der errada pra ele é só fazer como o genoino (g minúsculo proposital), conseguir “doações” para pagamento de fiança – kkkk, depois do trabalho árduo do único cara sério que já ví exercer trabalho público, o Ministro Joaquim Barbosa conseguir coloca-lo na cadeia, apesar do advogado dos larápios atuar como vice no STF, o tal do Lewandowski. Isso é Brasil! Falando em roubo, quanto vc paga de IPVA aí nos EUA? Quais as condições das vias públicas? Qual o critério para se estabelecer imposto para veículo rodar? Quanto ele vale ou peso do carro, única coisa que pode fazer com que ele provoque maior ou menor desgaste ao utilizar uma via? Quanto custa um Honda Civic aí? Qual o menor salário na área automobilística? Qual o salário médio pago pela industria automobilística? Qual o salário mínimo norte americano? Vc leitor, analise isso comparando com o custo da industria automobilística daqui e veja quanto se cobra a mais por um carro neste país, mesmo com o cidadão ganhando muito menos, ok?

  19. Fábio Soldá 03/04/2013 at 23:00 #

    A Finlândia realmente é um país exemplar, e é bem verdade que o ideal é que a educação de base (infantil, fundamental e média), bem como a saúde, deveria ser pública, gratuita e de qualidade, igual para todo mundo. Oportunidades devem iguais para todos. Mas *SÓ* a educação e a saúde. Todo o resto tem que ficar a cargo da iniciativa privada.

  20. fernancio 03/04/2013 at 23:07 #

    A educação deve seguir a trilha de Paulo Freire, mas o Brasil ainda não acordou e investe no juiz e no político que não prioriza a educação!

  21. Luciano HaLewi de Lopes 03/04/2013 at 23:39 #

    Boa matéria, além de totalmente verdadeira. Na Finlândia, os professores estão no mesmo nível dos cientistas. Apesar do que muita gente fala dos EUA, tanto “tendenciosa de esquerda” ou “tendenciosa de direita”, a realidade educacional nos EUA é muito distinta, em qualidade humana, da praticada na Europa.

    Aqui nos EUA, há algo muito positivo, que é a liberdade dos pais em escolherem o sistema em que terào os filhos educados. Além dos tradicionais público e privado, têm sistemas subsidiados pelos governo federal, as chamadas charter schools, que podem ser vocacionais, linguísticas, culturais… Por exemplo, um escola destas pode ensinar turco ou chinês como língua paralela de ensino, além do currículum do estado. Para além destas, há o chamado homeschooling ou educação doméstica mesmo, na qual, os pais ou grupos de educadores quedam-se responsáveis pelo currículum, velocidade e grau nos estudos. Ou seja, uma aluno que poderia na educação regular pública ou privada, estar na 5ª série, na educação caseira, pode estar ao nível de 7ª.

    No caso do homeschooling, a cada ano, os pais devem entregar um resultado ao governo do condado, que pode composto de provas dos vários testes administráves em appel ou internet, avaliações da material produzido pelos pais ou associações etc. É, sem dúvidas, a forma mais livre de educar os filhos sem passar por currículuns com que os pais descordem. Então, antes de ir ao college, faz-se um exame chamado GED e tal. Muito semelhante os que passa na Finlândia nesta caso.

    O ponto negativo do sistema público vem que, em áreas onde há mais negros, latinos ou uma massa grande de imigrantes, mesmo nascidos, em sua maioria nos país, mas de cultura não-estadounidense, as verbas são menores e o ensino deficitário. O grande problema educacional aqui está mais ligado a duas questões:

    1- Educação que valoriza o aspecto operário, não humanizador;

    2- Chegar às universidades, pois mesmo as estatais são privadas e, muita gente, mesmo num curso de artes, pode levar décadas pagando pelos estudos.

    Alguém mais acima falou que o sitema “socialista” (pois, tal qual os meus amigos americanos, não sabe diferenciar socialista de socializador), produz diplomas que de nada servem. Pois bem, boa parte dos graduados aqui são de cursos como artes gráficas, musicologia, ciências políticas, culinária, diplomas religiosos e artes no geral. Nem por isso, as pessoas são consideradas, como parece dizer a pessoa acima, inúteis.

    É um grave erro pensar que todo estudo tem que ser de engenharia, medicina ou direito, como quase sempre ronda a cabeça dos brasileiros. Anteriormente, era ter também um padre. A mentalidade educacional é praticamente a mesma do período colonial, excluindo-se, o padre, colocando-se o engenheiro.

    Outro grave erro no Brasil é pensar que o governo federal é o responsável pela educação de base. Há anos que, foi acordado, que estados e municípios seriam responsáveis entre o ensino básico e o fundamental. Entretanto, os desvios de verba, politicagem, sindicatos que servem muito mais aos interesses partidários que aos professores e alunos, total falta de vontade, completo desrespeito para com os professores e planejamento político da vasta maioria dos administradores públicos do país, perpetuam o círculo de péssima formação inicial, repetências, falsidades curriculares, como as perpetradas no RJ.

    O que impera no Brasil é uma sociedade acostumada e não participar da vida dela mesma. Os pais, muitas vezes eles mesmos, sem educação, não acompanham o desenvolvimento dos filhos nem têm interesse nisto, mesmo nas classes médias, pois o sistema adotado do sitema privado é o americano, onde joga-se lá os filhos e a escola que os crie. Isto, desde bebês. Por isso, muitos escolhem o homeschooling.

    Os pais não conhecem as escolas, nem os professores. Não vão às câmeras de vereadoes das cidades pressionar por mínimas coisas. As cidades brasileiras não têm piscinas públicas, nem complexos, por pequenos que fossem, mas minimamente adequados, ao desporto, às artes, às ciências. Seja esquerda ou direita, a mentalidade é muito tosca nestas aspectos, seguindo um sistema quantitativizador, e não qualificador.

    O ensino é massante, desinstrumentalizado, deslocado das realidades dos alunos, isto mesmo a nível universitário. Vejamos os exemplos dos médicos, que só sabem fazer cesáreas nos dias de hoje. Isto, aqui, também é quase lei e os brasileiros, copiam do mesmo sistema.

    Tudo isso, com todos os impostos que são pagos no país, desde os impostos municipais, chega a ser um absurdo. Para piorar, como falaei acima, os sindicatos de professores praticamente são suporte dos políticos e, muitos dos colaboradores, terminam em cargos comissionados ou como diretores de escolas. Praticamente minando um dos poucos intrumentos teoricamente independizadores da classe.

    A nível universitário, o Brasil segue com desnecessários cursos de até 5 anos, quando poderiam adotar um sistema como o adotado de Bologna, pela UE, cuja graduação é de três anos para a maioria dos cursos, com dois de mestrado e, se a pessoa quiser, dois de doutorado e tal.

    Concluindo, diferentemente do que os mais fanatizados de direita ou esquerda queiram fazer parecer, o sistema americano tem suas coisas muito ruins, mas também tem suas coisas excelentes. Na Europa, dependendo do país, o sistema é muito bom, mas ainda sofre do academicismo, aquela ideia que as pessoas têm quase obrigação de ter um diploma universitário, quando poderiam, numa sociedade mais equilibrada, simplesmente ter um curso técnico e vivem bem de seu talento ou aptidão.

    De maneira geral, o estudante europeu é mais educado. O americano é mais técnico. Em países como a Finlândia, os estudantes podem ser os dois, sem alimentar este pobre maniqueísmo.

  22. André 04/04/2013 at 12:26 #

    “Mas os neoliberais-gerenciais, privatistas, continuam a citar os EUA como modelo.”

    O legal de entender um pouco sobre economia é que você aprende na faculdade que uma educação eficiente e 100% pública não cai do céu. Aí você pesquisa mais um pouquinho e encontra aspectos interessantes:

    “Entre 1970 e 1990, a Finlândia construiu um Estado de bem-estar social. Depois de uma grave depressão no início de 1990, os sucessivos governos do país reformaram o sistema econômico finlandês através de privatização, desregulamentação e de cortes de impostos.” Fonte: CE

    Legal, né?

  23. Afinal, estamos falando de educação 04/04/2013 at 15:25 #

    Há um erro de concordância na frase “Sim, na Finlândia se paga bastante impostos: 50% do PIB.” O correto é “bastanteS impostos”, pois sendo “bastante” adjetivo no caso, ele se flexiona.

    Referência: http://www.recantodasletras.com.br/gramatica/993874

    • jose 29/04/2013 at 21:12 #

      Mais um fora da casinha…

  24. Cris 05/04/2013 at 11:39 #

    Só acho que este tipo de transformação é a longo prazo, pois delegar a educação das crianças aos professores já é equivocado. Quem educa é a família. Atualmente ao pagar pelo ensino, os pais tentam garantir, além de um ensino de melhor qualidade, que seus filhos conviverão com crianças de nível social semelhante. Exatamente porque o resultado é demorado, há que começar a mudança já.

  25. espadaneiraAnton 05/04/2013 at 16:56 #

    Os Finlandeses que conheci eram boas pessoas. Muito “pão sem sal” e pouco estimulantes. Mas boas pessoas.

  26. Ju Ferreira 06/04/2013 at 0:50 #

    Li todos os comentários e estou aqui refletindo: O que importa mesmo para as crianças e jovens do mundo atual:O exemplo da Finlândia? O extenso currículo dos EUA exposto aqui? Educar para o mercado ou para ser feliz? Quem é responsável pela eduacação desses jovens? Pais? Escola? Estado? Nossas crianças e jovens estão no centro desses questionamentos. Penso que o importante não é o exemplo da Finlãndia em si ou dos EUA, é o que podemos tirar de bom de qualquer contexto que possa permitir a evolução da educação em nosso País (Brasil). Discutir quem é melhor, dá a impressaõ de paixão e paixão embota o pensamento. Quem sabe o bom é ir em busca do que a Finalandia ou os EUA ou qualquer outro País possa nos oferecer de bom para a evolução da nossa educação? Se os jovens tem acesso a informações coerentes na escola ou na família, certamente saberão as necessidades do mercado! Educação que incite à leitura do Mundo.Ja dizia Pauo Freire, faz tempo!

  27. Raquel de Oliveira 06/04/2013 at 11:13 #

    Pois é, a Finlândia obteve o primeiro lugar nas três primeiras avaliações do PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), com enfoque em leitura, matemática e ciências. No PISA 2009, a Finlândia só perdeu para a península de Xangai, embora eu ache controversa essa participação de apenas uma parte do país e não do país inteiro (China). Enquanto isso, no Brasil as crianças ainda não sabem o que significa água potável, não sabem ler as horas em um relógio de parede (pois não sabem a tabuada de 5) e, pasmem, ainda não sabem que a terra gira em torno do Sol. São dados do PISA.
    Sabiam que foram os finlandeses que inventaram as mensagens de texto por celular? A Nokia, uma empresa finlandesa e não japonesa, como muitos pensam, teve essa ideia, porque os jovens de lá estavam muito tímidos…
    1) No Brasil, qualquer pessoa pode ser um professor, como bico, como quebra-galho, como solução transitória para uma carreira profissional que não decolou em outra área, etc. Sabiam que apenas 2% dos alunos brasileiros gostariam de ser professores? E sabiam que, dentre esses 2%, estão aqueles alunos com pior desempenho escolar no ensino fundamental e médio? Sabiam que as notas de corte para quem quer prestar vestibular para áreas ligadas à docência, como Letras e Pedagogia, são praticamente as mais baixas de todas? Veja a nota de corte da UEG 2013 para Letras em Anápolis: 28, e em Campos Belos, Goiás e Iporá é 13. Veja a nota de corte da UEG 2013 para Engenharia Civil em Anápolis: 54. Ou seja, você não precisa saber nada para ser professor. Agora na Finlândia, de acordo com o vídeo, milhares de pessoas querem ser professores e em torno de 90% dos que se candidatam a uma vaga na universidade NÃO ENTRAM, porque lá se exige ALTO DESEMPENHO para se entrar na universidade.
    2) Na maioria das universidades aqui no Brasil, os professores ficam quatro anos dentro de uma sala de aula aprendendo sobre teorias e pensadores e mais um monte de conhecimentos interessantes, mas que não têm quase valor nenhum na hora de dar uma aula séria. Na Finlândia, realmente existe um ESTÁGIO, não essa coisa chamada de estágio que existe aqui no Brasil. A ênfase na formação do bom professor está na PRÁTICA, na observação MINUCIOSA de sua aula, no PLANEJAMENTO detalhado de cada etapa, de tudo que será dito, mostrado, comentado e noções claras de AONDE SE QUER CHEGAR COM AQUILO QUE SE ESTÁ ENSINANDO. Basicamente, pode-se resumir isso no seguinte: na Finlândia, um professor é um PROFISSIONAL da educação, ser professor não é uma coisa que qualquer um consegue fazer e você pode até ter conseguido entrar na universidade, mas isso não quer dizer que você estará automaticamente apto a dar aulas. Você deverá ser testado NA PRÁTICA, e mostrar sua COMPETÊNCIA para o serviço. Você deverá mostrar que consegue “planejar seu trabalho e trabalhar seu plano”, como dizia Mary Kay Ash. Na Finlândia, eu nem poderia ser professora, pois lá, só se pode dar aulas no ensino fundamental com Mestrado.
    3) HaHaHa :-) Agora uma coisa que o vídeo faz é contrastar a educação na Finlândia com a educação nos Estados Unidos e salientar o quanto a educação do primeiro é melhor do que a do último (e é mesmo!). Mas achei muito engraçado um aluno do nono ano ter dito que queria trabalhar na Coca-cola quando crescesse e que muitos alunos usavam tênis da NIKE. Outra coisa muito curiosa é que praticamente todos os entrevistados, inclusive os jovens, falavam inglês fluentemente, com algum sotaque, é claro, alguns melhores do que os outros, mas dava para entender. E, acredito, eles aprenderam inglês na escola. Agora, aqui no Brasil, a gente fica estudando inglês na escola regular durante uns 12 anos e não consegue nem falar “E aí, como foi seu fim de semana?” em inglês.

  28. LusoFinlandes 07/04/2013 at 12:52 #

    Vivi na Finlândia 25 anos e posso dizer que o grande travão em Portugal são os políticos que não tem visão construtiva para o futuro, governo muda e tudo volta ao piso zero. Tambem tem que haver mais apoios para quem quer estudar senão nunca vamos sair desta pobreza triste.

  29. Simone Lima 10/04/2013 at 23:59 #

    Que legal essa discussão! Me ajudou bastante a entender esse modelo de gestão publica tecnicista que só alimenta a desigualdade social.
    Parabéns!

  30. helene 13/04/2013 at 13:22 #

    Sou suspeita para falar da Finlândia, pois eu amo o Brasil como amo a Finlândia, ela é minha segunda pátria.
    Sistema educacional, sistema de transporte, sistema de saúde, tudo funciona, diferente do Brasil.
    Os professores até da educação infantil a partir dos 3 anos se quiser atuar, dar aulas em escola, necessita ter Mestrado, aqui no Brasil apenas a faculdade….

    Como disse minha segunda pátria, apesar de tudo no Brasil ser diferente, ter corrupção e tudo mais eu AMO O BRASIL!!!! Mas não posso deixar de mar o Finlândia, pois foi de onde originou parte da minha familia….

  31. Robert Martim 08/05/2013 at 15:03 #

    Há algo importante dito logo no início do documentário: “Na Finlância, as famílias valorizam a educação… Elas a acham importante”. Isso diz tudo sobre o sucesso. O segredo do sucesso futuro em termos de educação começa em casa. Se a família não valoriza, não é possível esperar que quem esteja de fora valorize.

  32. Fernanda 17/05/2013 at 23:33 #

    Já vi este documentário. Ele é ótimo! Já o post, uma tristeza! Confundir modelos econômicos com trabalho a ser feito é demais! Para começar, posso contar nos dedos os bons professores que tive. E estudei em uma das melhores escolas do país.
    Tristeza!

  33. Mugumbo 30/07/2013 at 0:16 #

    E o grande segredo deles é um só: AULA DADA HOJE È AULA ESTUDADA HOJE! Graças as Neurociências. Vejam Pierluigi Piazzi no youtube.

  34. Dois Centavos 17/10/2013 at 10:29 #

    Buscar entender o sistema educacional de um outro país é extremamente válido quando isto serve apenas para apontar possíveis falhas e propor alternativas ao modelo que se busca melhorar. Comparações deste gênero, contudo, de nada adiantam se antes não houver um claro entendimento das particularidades e dos contextos nos quais estão inseridos o modelo a ser analisado, neste caso o brasileiro. Antes de se gastar escassos recursos de tempo e dinheiro atrás de soluções alheias ao que se passa dentro de nossas fronteiras, é necessário que façamos uma revisão serena do debate sobre os problemas sistêmicos do ensino público brasileiro. Este sim é o primeiro passo daqueles que efetivamente se preocupam e buscam melhorar a educação pública no Brasil.

    • Luciano HaLewi de Lopes 17/10/2013 at 18:18 #

      Exatamente, Dois Centavos.

      Como já disse lá no começo, a educação nos EUA é relativamente boa, sobretudo a educação básica, mas cai nos bairros de negros e latinos com grande peso. A educação superior é boa e, em algumas instituições, é de excelência em muitas áreas, como na MIT, Harvard, FIU etc.

      Também nos EUA os pais têm a liberdade de até colocar os filhos em educação doméstica (homeschooling), escolhendo o material que desejar, seja religioso, linguístico ou laico.

      Na Europa, a educaçào é muito boa e, até certo ponto, melhor que nos EUA na parte de humanas, mas não há superioridade. Na Europa, ao menos nos países do Norte, há uma maior cuidado com as crianças e com os pais. Nos EUA, há um cuidado com as crianças, mas não com os pais ou a participação deles.

      O que derruba a educação americana é o sistema privado das universidades, pois elimana substancial parte da população, maioria de negros e latinos, que em boa parte, chega máximo ao college, que paga-se pouco.

      Acho que o Brasil tem muito o que aprender tanto com o sistema americano quanto os diversos adotados nos diferentes países da Europa. O sistema americano é muito focado, em boa parte dos casos, na criatividade individual. São muito criativos, os americanos em muitas coisas, por isso.

      Eu conheço bem o sistema francês porque estudei a graduação e faço mestrado lá. O sistema é gratuito e universal, mas já há muitas taxas extras cobradas por muitas universidades, mas que não chegam nem de longe ao que se cobra aqui nos EUA.

      Outra coisa que é boa de lembrar é que rankings de universidades sào feitos por empresas americanas, britânicas e até algumas universidades, logo, normal que as melhores sejam sempre as universidades daqui ou RU, o que não deixa, entretanto, de ser parcialmente verdade; mas isto se dá em áreas específicas em cada universidade. Entretanto, há uma tendência a focarem em universidades em que a língua geral ou específica de alguns curso é o inglês.

      Há pontos positivos e negativos seja na Finlândia, EUA, França ou Brasil. Há muitas variáveis, perspectivas e objetivos em cada país, de modo que não há como fazer comparações lineares, mas sim dentro de como cada sociedade trabalha e o que valoriza.

  35. Vito Genovese 23/10/2013 at 2:22 #

    Então me explica: porque as melhores universidades do mundo estão nos EUA, Inglaterra, Japão, Holanda e Alemanha? Países liberais.

    Para entender a Finlândia, basta ler “A Ilha” de Aldous Huxley.

  36. marco nogueira 23/10/2013 at 16:46 #

    A educação é a o alicerce da nação, ela precisar ser federalizada para garantir a todos educação do mesmo nível, voce entra numa caixa economica na avenida pulista ou em pirapora e ela é igualzinha, em relaçao as escolas o governo federal deixa a merce dos estados e dai voce tem otimas escolas nas regiões mais ricas e escolas em petiçao de miséria nos cantos mais pobres e afastados, isso sem falar nas creches que a Dilma prometeu e não cumpriu. Educação Federalizada com aulas no contraturno, alimentaçao , profissionalização e em 25 anos a nação estará evoluída. Acorda Brasil, mande a Dilma trabalhar pela federalização, não ficar dando dinheiro pra faculdades barbantes que oferecem cursos ridiculos de terceiro grau num verdadeiro caça níquel

  37. marco nogueira 23/10/2013 at 16:55 #

    A Finlândia tem alguma universidade entre as melhores do mundo? Talvez deva estar no mesmo rol das ótimas faculdades de Cuba, Rússia e demais países pseudo-socialistas. Por isto que todo americano da Flórida atravessa o mar de bote pra cursa comunicação em Cuba, país livre e democrático com ótima qualidade de vida. Viva a Educação Cubana, que preza pelo enciclopedismo em vez de incentivar o desenvolvimento sustentável e o empreendedorismo. Terra que é sonho de consumo de todo Funcionário Publico.

  38. Guilherme Santiago 16/11/2013 at 20:00 #

    A Finlândia possui um alto índice de liberdade econômica. Ocupa a 16ª posição no ranking de liberdade econômica. Neste mesmo índice, Brasil ocupa a 100ª posição.

  39. wilson Júnior 23/12/2013 at 15:26 #

    Quanta imbecilidade dita aqui!Quanto tempo eles levaram para chegar onde chegaram…são Nórdicos, outra cultura.O brasileiro não admite que o estrangeiro critique o Brasil, na Finlândia eles apreciam isso, pois, sabem que as criticas os fazem olhar para o próprio umbigo e isso só se aprende com o tempo e educacão de qualidade. Filandeses tem o forte sentimento de identidade nacional, igualzinho ao do brasileiro,de certo, Enfim, o Paraíso não é para todos, somente para quem merece.E o brasileiro não merece, pois, não sabe nem votar.

  40. Nathanael 15/04/2014 at 21:40 #

    UAU! EU NUNCA OUVI FALAR DESSE LUGAR!

  41. MATHEUS 15/04/2014 at 21:42 #

    VOU ARRUMAR MINHAS MALAS E IR PRA LÁ! KKK, EDUCAÇÃO AQUI NO BRASIL TA U BICHO!

  42. mokoloid 23/04/2014 at 5:40 #

    ola. eu. sou antonio massanga. sou. sidadao. angolano. e. resido. na. provincia. de. cabinda. trabalho. na. fabrica. de. cerveja. de. nome. cerbab ou. cuca. por sorte. eu. consegui. o. vosso. saite. eu. gosto. amo. adoro. a filander. se por ventura. o. vosso. centro de. formacao extiver. a precisar de. alguem. emtao. ja sabem. quem. devem com tactar. e comtao. com. o meu. apoio. se. for. posivel +244948737557 obrigado

  43. Pedro Henrique 27/06/2014 at 11:36 #

    Como seria bom se ao invés de “Finlândia” estivesse escrito “Brasil”.
    Eu acredito muito no potencial do nosso país e acho que é possível termos uma educação à essa altura.
    Dinheiro não falta. O que falta é a luta do povo contra a corrupção do governo.
    Com boa educação todo o resto pode ser resolvido de forma bem mais fácil.
    Obrigado pela informação de qualquer forma e sorte dos Finlandeses né? rs.
    Abraços, Pedro.

  44. Tarso Cabral Violin 17/09/2013 at 22:43 #

    Cada uma kkkk

  45. Eduardo Araújo 18/09/2013 at 14:58 #

    Excelente post, o do Luciano, claro. Quanto a isso, de nada adiantarão um milhão de “k” (a não ser para rir de si).

  46. Alex Mamed (@AlexMamed) 20/09/2013 at 9:28 #

    exato… cada delírio seu. espantoso.

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