As imagens da vergonha na Assembleia Legislativa do Paraná

O deputado estadual Fábio Camargo (PTB) foi eleito nesta segunda-feira (15) para o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Paraná na vaga aberta com a aposentadoria de Hermas Brandão. Ele teve 27 votos contra os 22 dados ao seu colega Plauto Miró Guimarães (DEM), 1º secretário da Mesa Executiva. Os dois deputados que disputavam o posto se abstiveram de votar. O advogado Tarso Cabral Violin recebeu dois votos e Paulo Drabik, um. Vários postulantes acompanharam a sessão nas tribunas de honra. Ao final, o povo se manifestou: “vergonha, vergonha!”

Vergonha na Assembleia

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Editorial de hoje da Gazeta do Povo

O candidato mais despreparado acabou eleito para o Tribunal de Contas. Mas a eleição para o TC atraiu um nível inédito de interesse popular; esperamos que esse nível de mobilização possa perdurar

Não causou surpresa a proclamação do deputado Fabio Camargo como novo conselheiro do Tribunal de Contas do Paraná, anteontem, pela Assembleia Legislativa. Era a notícia aguardada havia meses, desde o dia em que se revelou a intenção do parlamentar – filho do presidente do Tribunal de Justiça – de disputar a vaga com o colega Plauto Miró, tido até então como o candidato in pectore dos poderosos que mantêm sob controle os cordéis do teatro encenado no plenário.

Protegido sob o manto das disposições constitucionais, o processo eleitoral guardou quase toda a aparência de legalidade. Candidataram-se todos os que se dispuseram a tanto e puderam comprovar, documentalmente, o cumprimento das regras regimentais. Foram todos sabatinados, todos puderam discorrer livremente sobre suas qualidades para que, em seguida, secretamente, 52 dos 54 deputados (Camargo e Miró não votaram, embora pudessem fazê-lo) votassem naqueles que suas consciências indicassem como os melhores para ocupar o cargo.

Ledo engano. Ainda que na aparência não se tenha agredido a processualística legal e regimental, as cartas estavam previamente marcadas para que, vergonhosamente, fosse eleito exatamente o candidato mais despreparado para integrar o conselho do Tribunal de Contas – tanto por seu pífio histórico profissional e parlamentar quanto pelas pobres manifestações que fez em defesa da própria candidatura na tribuna da Casa ou em declarações públicas ao longo de sua campanha.

Persistem, porém, algumas dúvidas sobre a decisão do presidente da Assembleia, deputado Valdir Rossoni, ao proclamar a vitória de Camargo por 27 votos – um a menos do que prevê o regimento interno, que leva em conta o número de eleitores presentes em plenário e se omite em relação às abstenções. Ora, presentes estavam os 54 deputados e, nesse caso, a maioria só estaria assegurada com 28 votos, ou seja, 50% mais um. Mas há controvérsias: o corpo jurídico da Assembleia entende que a composição da maioria se faz pelo número de votos encontrados na urna. Nesse caso, como os dois deputados candidatos não votaram, os 27 votos dados a Camargo lhe confeririam a maioria dos 52 que depositaram votos.

Independentemente desta controvérsia, que poderá ser levada à Justiça e até mesmo provocar a anulação do pleito, o que de mais lastimável resulta desse episódio é o fato de a Assembleia Legislativa ter perdido a chance de melhorar sua imagem perante os eleitores – tarefa de que não deram totalmente conta muitas das providências elogiáveis tomadas pela atual direção. Se a revelação dos descalabros administrativos e morais que se perpetravam nos porões da Casa, denunciados na série Diários Secretos, fez com que o Legislativo paranaense procurasse elevar seu conceito sob aqueles aspectos, a eleição para o Tribunal de Contas o fez cair de patamar.

A Assembleia e seus deputados mostraram-se evidentemente surdos aos protestos nascidos nas ruas. Preferiram, em sentido diametralmente contrário à indisfarçável ojeriza popular aos vícios da política que se pratica no país, manter o velho corporativismo e dar as costas para o anseio da sociedade que clama por mais qualidade, honestidade e seriedade das instituições republicanas e de seus gestores.

Nem tudo, entretanto, é motivo de decepção e entristecimento. Esta eleição para conselheiro do Tribunal de Contas provocou um debate sem precedentes na história desse tipo de escolha. A população despertou e se conscientizou sobre a importância de escolhas técnicas e politicamente isentas para melhor fiscalizar as contas públicas. O que pode significar que, da batalha agora perdida, se tire lição positiva para as próximas eleições.

Editorial da Gazeta do Povo pede que deputados não votem em Fábio Camargo e Plauto Miró

Na Gazeta do Povo de hoje

Eleição no TC, chance de moralização

O novo conselheiro do Tribunal de Contas precisa ser escolhido por critérios técnicos, e não por conveniência política

Ocorre nos próximos dias a eleição de novo conselheiro do Tribunal de Contas do Paraná para preencher a vaga aberta em maio, com a aposentadoria compulsória de um dos sete membros do colegiado. Na semana passada, foram sabatinados os 42 candidatos ao cargo – número recorde na história das “competições” por este cargo quase vitalício que, além da alta remuneração, garante aos seus ocupantes poder, status social e vantagens fora do alcance da maioria dos trabalhadores.

Dentre os candidatos, dois deputados (Plauto Miró e Fabio Camargo) são desde já considerados favoritos, pois a escolha é feita pelos membros da mesma corporação a que pertencem, a Assembleia Legislativa. E a tradição é inexorável: independentemente do número de candidatos, recai sempre sobre um de seus pares a preferência absoluta dos deputados-eleitores. Os próprios parlamentares já admitiram, sem pudores, que a disputa real se dará apenas entre Miró e Camargo, pouco se levando em consideração os demais candidatos – muito embora entre eles possam figurar pessoas que apresentem em escala maior e de modo inquestionável os atributos que a lei exige daqueles que pretendem se habilitar ao cargo de conselheiro, como notório saber e ilibada reputação. Mas, na prática, as exigências acabam servindo apenas para excluir os indesejados, e não para reprovar o colega que se pretende eleger.

Se Miró tem contra si o fato de não ter curso superior (o que, entretanto, não é impedimento para assumir o cargo), o candidato que realmente não apresenta as condições desejadas para o posto é Fabio Camargo. O simples fato de a OAB paranaense ter resolvido cassar seu registro profissional por falsidade ideológica (decisão da qual Camargo está recorrendo, com efeito suspensivo, no Conselho Federal da entidade) já mostra que não se pode esperar dele uma atuação correta caso chegue ao TC. Como confiar a prestação de contas do poder público à avaliação de alguém que não goza da confiança sequer de seus pares? Em seu voto no processo de cassação do registro de Camargo, que em 1999 pediu inscrição na OAB sem informar que exercia à época função incompatível com a advocacia (no caso, a de funcionário concursado do Tribunal de Justiça do Paraná, cedido à Secretaria de Estado do Esporte e Turismo), o conselheiro relator Oderci José Bega afirmou que as justificativas de Camargo – que alegou não ter agido de má fé – não se sustentavam, pois, como diz a Lei de Introdução ao Código Civil, “ninguém se escusa de cumprir a lei alegando que não a conhece”. “Ainda mais na situação do recorrente, bacharel em Direito”, acrescentou Bega, que em seu voto ainda solicita a averiguação da idoneidade moral de Camargo caso ele venha a solicitar novo registro na OAB.

Apenas esse fato já comprovaria que reputação ilibada não é algo de que Fabio Camargo goze. Infelizmente, na triste tradição política, “notório saber” e “reputação ilibada” são meras formalidades; a real exigência é que o deputado-candidato se comprometa em livrar os colegas que usam mal os recursos públicos. E assim caminha, historicamente, a renovação das sete cadeiras de conselheiro do Tribunal de Contas, um sistema favorecido pelas normas constitucionais que regulam as escolhas.

Entretanto, as ruas também começam a dar seu recado: não é conveniente que a fiscalização das contas públicas seja feita por “companheiros” politicamente comprometidos com os fiscalizados. Assim como juízes – e os conselheiros dos TCs o são – ética e moralmente muitas vezes se declaram sob suspeição para julgar causas que envolvam suas relações pessoais; assim como é comum também que as partes possam arguir a suspeição de seus julgadores, também a sociedade tem o direito de colocar sob suspeição os atos de julgamento das contas públicas pelos “companheiros” políticos de quem as prestam.

A eleição que se aproxima, então, oferece uma oportunidade ímpar aos deputados estaduais: a de finalmente abandonar o corporativismo e escolher alguém que realmente possua o notório saber e a reputação ilibada, entre os candidatos disponíveis – o que não exclui a priori a escolha de um político, desde que seja feita pelos critérios de moralidade que se espera dos representantes do povo. Se a função de um conselheiro é eminentemente técnica e se ligações políticas podem ser deletérias quando se trata de fiscalizar o bom e honesto emprego do dinheiro público, é necessário que o novo conselheiro do TC seja alguém escolhido por critérios técnicos, e não por conveniência política. É um bem que se faz quando se trata de combater a corrupção, um dos motivos que levaram o povo as ruas.

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TC: AL decide que dois deputados têm idoneidade moral, reputação ilibada e notórios conhecimentos

Membros da Comissão Especial entrega relatório final ao presidente do Legislativo, deputado Valdir Rossoni. / Foto: Nani Gois/Alep (crédito obrigatório)

Membros da Comissão Especial entregam relatório final ao presidente do Legislativo, deputado Valdir Rossoni. Foto: Nani Gois/Alep

O deputado estadual Valdir Rossoni (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, recebeu ontem (11) o relatório final da Comissão Especial criada para organizar o processo de escolha do novo conselheiro do Tribunal de Contas. Dos 45 candidatos inscritos, três desistiram de concorrer e dois foram eliminados por não apresentarem todos os documentos exigidos. Portanto, 40 candidatos estão habilitados a participar da eleição, dois deputados e 38 técnicos.

O candidato deputado Fábio Camargo (PTB) recebeu 3 impugnações, questionando sua idoneidade moral e reputação ilibada e seu notório conhecimento, mas seus termos foram negados e ele foi habilitado.

O deputado Plauto Miró (DEMO), que é agropecuarista e não tem formação universitária, foi considerado como alguém com notório conhecimento jurídico, contábil, econômico, financeiro ou de Administração Pública.

Veja o relatório final, clique aqui.

Presidente da Assembleia Legislativa é contrário às candidaturas de Plauto Miró e Fábio Camargo

Após as várias manifestações nas ruas e na internet, de pressão de suas bases e verificaçao do ótimo nível de vários candidatos técnicos, os deputados estaduais do Paraná começam a desistir de eleger os deputados Fábio Camargo (PTB) ou Plauto Miró (DEM) para o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Paraná.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Valdir Rossoni (PSDB), sugeriu aos dois deputados candidatos que abandonem a disputa (veja o vídeo). Ele disse que quer que a Assembleia “saia dessa enrascada”.

Deputado Tadeu Veneri já havia dito que não votaria nos deputados.

A chance de vitória de um não-deputado está crescendo.

Amanhã tem debate entre os candidatos no Salão Nobre da UFPR, na Praça Santos Andrade, com início da mobilização às 18h e do debate às 19h.

Rossoni quer os dois deputados fora da disputa ao TC

Rossoni quer os dois deputados fora da disputa ao TC

83% dos leitores do Blog do Tarso não querem os dois deputados no TC. Participe da enquete!

Alguns cartazes da manifestação da última quinta-feira contra os dois deputados estaduais no TC. Foto de Tarso Cabral Violin

83% dos leitores do Blog do Tarso não querem os dois deputados no TC. Participe da enquete!

Na enquete da RPC TV/Globo, 98% dos telespectadores não querem Fábio Camargo (PTB) ou Plauto Miró (DEM) como Conselheiro do Tribunal de Contas do Paraná: 98% não quer um deputado como Conselheiro do TC.

Até o Presidente da FIEP pede para que deputados desistam de suas candidaturas para o TC.

Presidente da FIEP pede para que deputados desistam de suas candidaturas para o TC. OAB pede transparência

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O Presidente da FIEP – Federação das Indústrias do Estado do Paraná, Edson Campagnolo, pede para que deputados estaduais Fábio Camargo (PTB) e Plauto Miró (DEM) desistam de suas candidaturas para o cargo de Conselheiro do Tribunal de Contas do Paraná. O presidente da OAB/PR pede transparência. Veja o vídeo, clique aqui

Sabatinas para TC: Fábio Camargo fala 2ª e Plauto Guimarães na 3ª

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As sabatinas de alguns candidatos ao cargo de Conselheiro do Tribunal de Contas do Paraná foram marcadas. No dia 8 de julho (segunda-feira), 10h, haverá a sabatina do deputado estadual Fábio de Souza Camargo (PTB). Na terça-feira (9), 9h, sabatina com o deputado estadual Plauto Miró Guimarães Filho (DEM).

A sabatina do advogado, professor universitário e blogueiro Tarso Cabral Violin será também no dia 9 (terça), 11h. O advogado da União Amaury Jose Soares no dia 8, 9h, o advogado e professor Daniel Ferreira dia 8, 10h e a procuradora do Estado Jozelia Nogueira no dia 9, 9h.

Outros candidatos que entregaram a documentação no prazo também tiveram suas sabatinas marcadas, conforme publicação do dia 3 no Diário Oficial da Assembleia Legislativa. Os demais candidatos que entregaram seus documentos até ontem (4), vão ter suas sabatinas marcadas oportunamente.

As sabatinas serão públicas, com livre acesso, na sala das comissões no terceiro andar do prédio da Administração.

O Blog do Tarso apoia Tarso Cabral Violin, assine o manifesto de apoio: Manifesto TARSO CABRAL VIOLIN Conselheiro do Tribunal de Contas do Paraná. TC para o TC!

Veja a programação completa:

Segunda-feira, 08 de julho
9 h – Alexandre Antonio dos Santos, Amaury José Soares, Andrey Marzanatti Bornia e Antonio Spolador Junior
10 h – Daniel Ferreira, Eduardo Kardush, Erli de Pádua Ribeiro e Fábio Camargo
11 h – Flávia Freire e Francisco de Assis Inocêncio

Terça-feira, 09 de julho
8 h – Ivoney Masi, Jozélia Nogueira, Plauto Miró Guimarães Filho e Prescila Alves Pereira Francioli
10 h – Roberto Bohlen Seleme, Sérgio Augusto Kalil, Sérgio Luiz Libel e Sílvia Kasmirski
11 h – Tarso Cabral Violin e Zoraide Piemonte de Oliveira

Candidatos que ainda precisam entregar documentação

Adriane Fidelis Leite Aschembrener
Andréa Ricetti Bueno Fusculim
Antonio Gonçalves de Oliveira
Beatriz Soek Pepes Athanásio
Bruno Maurizzio Tosin
Carlos Alberto da Costa Macedo
Cléis Maria Heim Weber
Edson Navarro
Eliana Carvalho dos Santos
Henderson Flávio Raimundo
Joel Melo Cordeiro
Jorge Luiz Zuch
Jozélia Nogueira
Luciano Pereira Mewes
Luiz Guilhermino Rorato
Maria das Dores Moreira Alves
Melissa Folmann Alínea
Rosane de Oliveira Couso
Silvana do Rocio Oliveira Geara Alínea
Vorni Rogério Ferreira

Quem será o próximo Conselheiro do Tribunal de Contas do Paraná?

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Hermas Brandão se aposentou e a Assembleia Legislativa do Paraná escolherá o novo conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Paraná.

Um juristas consagrado do Estado? Um especialista em Administração Pública? Não! Os deputados costumam escolher seus pares para o cargo vitalício com remuneração que beira os R$ 30 mil, mais as mordomias e grande poder. O escolhido não é um deputado estadual apenas quando o governador “manda” outro nome de sua confiança.

Já fui candidato há alguns anos, para questionar a eleição que sempre ocorre de forma pouco democrática e transparente, e normalmente com a escolha de pessoas que não atendem as exigências constitucionais. Mas nosso Poder Judiciário nunca tem coragem de barrar a escolha realizada pelo Poder Legislativo.

Quem será o próximo Conselheiro do Tribunal de Contas? Certeza apenas que será um deputado estadual. O advogado/empresário Fabio Camargo (PTB) ou o agropecuarista/empresário Plauto Miró Guimarães (DEMO)?

Contra Fabio Camargo pesa suas atividades empresariais e sua pouca experiência jurídica, pois por mais que seja advogado não atua na área.

Contra Plauto Miró Guimarães pesa ele ter votado pela privatização da Copel em 2001, o apoio do decadente governador Beto Richa (PSDB) e ele ser do Democratas, mais conhecido como DEMO, ex-PFL, ex-PDS e ex-ARENA, que foi o partido que apoiou a ditadura militar.

Fica a pergunta: por que empresários querem ser conselheiros?

A Constituição do Estado do Paraná, art. 77, § 1º, exige que os Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado do Paraná a serem nomeados satisfaçam os seguintes requisitos:

§ 1º. Os conselheiros e auditores do Tribunal de Contas do Estado serão nomeados dentre brasileiros que satisfaçam os seguintes requisitos:

I – mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade;

II – idoneidade moral e reputação ilibada;

III – notórios conhecimentos jurídicos, econômicos, financeiros, contábeis ou de administração pública;

IV – mais de dez anos de exercício de função ou de efetiva atividade profissional que exija os conhecimentos mencionados no inciso anterior.

Os dois candidatos não têm NOTÓRIOS conhecimentos jurídicos, econômicos, financeiros, contábeis ou de administração pública. E vão ter que demonstrar que têm idoneidade moral e reputação ilibada.

Volto a ser candidato apenas em 2015, quando Beto Richa não for mais governador do Estado do Paraná, com seus poderosos tentáculos na Assembleia Legislativa.

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Bibinho diz que Rossoni gastou mais do que a gestão Justus/Bibinho

 

O Abib Miguel, mais conhecido como Bibinho, ex-diretor-geral da Assembleia Legislativa do Paraná, entrou com um pedido de informações extrajudicial junto ao Valdir Rossoni e Plauto Miró, conforme o Blog Jogo do Poder. Bibinho questiona a divulgada economia de R$ 90 milhões anunciada pela gestão Rossoni/Miró. Para Bibinho a atual gestão gastou R$ 290 milhões, mais do que a de Nelson Justus (R$ 277 milhões). E agora Rossoni, vai encarar?

Bibinho questiona Rossoni e Plauto Miró

 

Abib Miguel, o Bibinho, ex-diretor geral da Assembleia Legislativa, protocolou pedido de informações extrajudicial contra Valdir Rossoni (PSDB), deputado estadual e presidente da Assembleia, e Plauto Miró (DEM), primeiro secretário. Bibinho está preso sob acusação de obstruir o trabalho das investigações nas ações que correm contra ele, acusado de comandar esquema que desviou R$ 200 milhões dos cofres da AL. Acho que essa briga vai ser boa e vai sobrar para muita gente importante. Mais informações daqui a pouco.