Folha de S. Paulo fez um “pente-fino” nas gestões de Gleisi no MS e em Londrina

O jornal Folha de S. Paulo fez um “pente-fino” nas gestões da Ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann, de quando ela atuou na Administração Pública no Mato Grosso do Sul e em Londrina. Publicou o resultado das suas investigações hoje e, ao que parece, se decepcionou por não achar nada que denegrisse a imagem de Gleisi.

A Folha encaminhou seus repórteres para Campo Grande e Londrina, e verificou que a Ministra participou do governo do PT em Mato Grosso do Sul, de 1999 a 2001, e em 2022 foi Secretária em Londrina, no Paraná.

O jornal apurou que ela era “dura, mas doce”. Parece até o slogan do Blog do Tarso “ácido, mas sem perder a ternura jamais”.

No governo sul-mato-grossense de Zeca do PT, ela fez uma reforma administrativa que incluía cortes de gastos e de pessoal, fusões e extinções de empresas públicas e mudanças no sistema previdenciário estadual. Sofreu resistência natural do movimento sindical que dava suporte ao governo. “Nós a víamos como uma tecnocrata que defendia uma reforma neoliberal, aos moldes do governo de FHC”, disse para a Folha o secretário-geral da CUT-MS, Alexandre Costa. A reforma pretendia implantar conceitos como metas e prêmios por mérito.

Depois Gleisi foi nomeada secretária de Gestão Pública de Londrina em abril de 2002, na gestão do prefeito Nédson Micheleti (PT). De lá, só saiu para integrar a equipe de transição de Lula. A principal ação dela foi iniciar um plano de cargos e salários em meio a um cenário de enxugamento de gastos, como ocorreu em MS. As contas foram equilibradas no segundo ano de mandato.

A Folha apurou que Gleisi Hoffmann é “dura, mas justa” e muito competente, segundo o ex-governador de MS José Orcírio Miranda dos Santos (PT), o Zeca do PT: “Ela era dura e cobrava muito, mas era justa. E sempre soube dialogar com as forças políticas e os movimentos sindicais.”

Segundo o ex-presidente do PT de Londrina Jacks Dias, Gleisi despertava muita “ternura e empatia”. O atual prefeito da cidade, Barbosa Neto (PDT), diz que Gleisi tem jeito “muito educado, angelical”.

Gleisi será a Gleisi da Gleisi

Dilma é considerada “o Temer da Dilma"

Do The Piauí Herald

A imprensa brasileira reuniu-se ontem num resort de Campos de Jordão para definir quais serão os novos lugares-comuns a serem empregados pelos jornais e revistas no segundo semestre do ano. Merval Pereira, “a Eliane Cantanhêde do Globo”, anunciou que, pelo menos até dezembro, só se referirá a Sergio Cabral como “a Yeda Crusius do Rio”. A notícia, que se espalhou rapidamente pela internet, provocou a reação imediata do Governador: “Esse Merval não passa de um Anastasia do Aécio.” Como ninguém entendesse, Cabral explicou: “Eu sou o Djavan do Executivo”.

Ficou acertado que Palocci não será mais tratado de “o Delúbio da Dilma”, nem Gilberto Carvalho de ”o Dirceu do Lula”. Em decisão considerada dura, a expressão “Fulano é a Dilma da Dilma” foi proscrita; sete usuários pesados foram encaminhados a clínicas de recuperação. Um deles se atirou do alto de um pinheiro, aos gritos de “eu sou o Tiradentes do jornalismo”.

Não houve consenso quanto ao modo de se referir à nova ministra da Casa-Civil. “Não conseguimos encontrar uma só fonte que a conhecesse”. Alguém propôs a fórmula “a Gleise é a singularidade do espaço-tempo”, mas não houve entusiasmo. Como a noite apertava, ficou acertado que, por enquanto, “Gleisi será a Gleisi da Gleisi”. “Não quer dizer muita coisa”, disse a colunista Renata Lo Prete, “portanto não destoa muito do que escrevemos”.

Charge: PT rosa

Hoje na Gazeta do Povo

Charge: melhorou a foto!

Hoje na Gazeta do Povo

Folha de S. Paulo questiona gastos totalmente legais e morais de Gleisi no Senado

A Folha de S. Paulo de hoje questionou contratação de respeitável escritório de advocacia na área de Direito Público de Curitiba, que Gleisi Hoffmann fez quando Senadora.

O escritório, que é composto por notáveis juristas na área de Direito Público, foi contratado pelo Gabinete de Gleisi para prestar serviços jurídicos para a elaboração de projetos de lei.

Esse tipo de contratação é totalmente compatível com o ordenamento jurídico, não sendo um ato ilegal nem imoral. Esta dentro da rubrica para contratação de consultorias, assessorias, pesquisas, trabalhos técnicos e outros serviços de apoio ao exercício do mandato parlamentar.

A Folha questiona que o escritório já atendia a atual Ministra antes dela ser Senadora. Será que o respeitável jornal pretende que Gleisi contrate um escritório que não seja de sua confiança?

Gleisi Hoffmann, uma Ministra moderna

A recém empossada Ministra Gleisi Hoffmann, em seu discurso de despedida do Senado, se utilizou de um I-Pad para discursar. Primeira Diretora da Itaipu Binacional, primeira Senadora eleita do Estado do Paraná, a nova Ministra da Casa Civil tem tudo para ser uma ótima Ministra, pois alia competência técnica e política, juventude com experiência pública. Boa sorte Ministra Gleisi Hoffmann!

Veja ao vivo a posse da Ministra Gleisi Hoffmann na Casa Civil

http://www.ebcservicos.ebc.com.br/veiculos/nbr/nbr-ao-vivo

Gleisi Hoffmann toma posse hoje como Ministra da Casa Civil às 16h

 

Abalado emocionalmente

Encaminhado por Cleverson Lima

Eleição 2014 já começou: no páreo Gleisi Hoffmann, Roberto Requião e Beto Richa

A eleição para o Governo do Paraná de 2014 começou hoje. O atual Governador Carlos Alberto Richa (PSDB) será o candidato natural a reeleição, a não ser que surjam escândalos semelhantes ao da ex-Governadora tucana Yeda Crusius no Rio Grande do Sul.

Os constantes ataques que o Governo Beto Richa vem fazendo sobre o Governo anterior, de Roberto Requião (PMDB), fez com que nos últimos dias o Senador tenha colocado seu nome na disputa. A Senadora Gleisi Hoffmann (PT), que já era a pré-candidata natural das oposições, com sua indicação para a Casa Civil, passou a ser favorita para ir para o 2º turno em 2014. A briga vai ser boa!

Advogado Sérgio Souza, suplente de Gleisi, será o novo Senador da República

Foto: Adriano Rabiço

Sérgio Souza (PMDB) é formado pela Universidade Tuiuti do Paraná, em 2000, pós-graduado em Direito Eleitoral, membro do Instituto Paranaense de Direito Eleitoral – IPRADE e membro da Comissão de Direito Eleitoral da OAB-PR. Foi indicado pelo então Governador Orlando Pessuti (PMDB) para a vaga de primeiro suplente de Gleisi Hoffmann (PT). O segundo suplente de Gleisi é o petista histórico Pedro Tonelli.

Senadora paranaense Gleisi Hoffmann é a nova Ministra da Casa Civil da Presidenta Dilma Rousseff

Gleisi critica a Câmara dos Deputados e a oposição

Gleisi fala em “projeto pessoal” de Palocci, mas nega ter pedido sua saída

 Do Blog Caixa Zero de Rogério Galindo, da Gazeta do Povo

Gleisi sugere saída de Palocci

Hoje na Folha de S. Paulo

Senadora petista defende saída de Palocci do governo

Gleisi diz a Lula que, ao contrário do mensalão, enriquecimento é projeto pessoal

Ao pressionar o governo para tentar aprovar lei, Garotinho afirma que Palocci é um “diamante de R$ 20 milhões”

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Hoje é o Dia Nacional de Luta contra o abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes


Veja artigo da Senadora Gleisi Hoffmann sobre o tema:

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Paraguaios querem TV Senado ao vivo, sobre Itaipu

Hoje na Folha de S. Paulo: “O presidente Fernando Lugo procurou Gleisi Hoffmann (PT-PR), relatora do projeto que revê os valores pagos ao Paraguai pela energia de Itaipu, para dizer que seu país quer obter da TV Senado o direito de receber a transmissão ao vivo da votação da matéria, marcada para o próximo dia 18”.

Adequar o Tratado de Itaipu eleva o Brasil

Por GLEISI HOFFMANN


O debate vai além disso, mas ressalte-se desde já: o Brasil paga preço abaixo da média de mercado pela energia do Paraguai, mesmo com reajuste


Hoje na Folha de S. Paulo

O que o bem-estar dos brasileiros tem a ver com o Tratado de Itaipu, cujas alterações serão decididas pelo Senado nos próximos dias?
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É fácil levantar a voz com uma mulher não é?

Uma ferida aberta

Senadora Gleisi Hoffmann, discursando no comício de 2010 em Curitiba

Publicado hoje na Gazeta do Povo

Por GLEISI HOFFMANN

A Corte do STJ deliberou que a Lei Maria da Penha é compatível com a Lei dos Juizados Especiais, que permite suspender da pena o acusado, caso a sentença seja inferior a um ano

A cada dois minutos, cinco mulheres são vítimas de algum tipo de violência no Brasil. A estatística chocante é resultado de uma pesquisa da Fundação Perseu Abramo e do SESC. Realizada em 25 estados, ouviu, em agosto do ano passado, 2.365 mulheres e 1.181 homens com mais de 15 anos. Para chegar à estimativa de mais de duas mulheres agredidas por minuto, os pesquisadores partiram da amostra para fazer uma projeção nacional e concluíram: 7,2 milhões de brasileiras acima de 15 anos já sofreram agressões. Sendo que 1,3 milhão delas foram agredidas nos 12 meses que antecederam a pesquisa.

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