Pedro Doria da CBB, Globo e Estadão, na quinta sobre Fascismo, Integralismo e Bolsonarismo

Pedro Doria participará na quinta-feira, 04.02, 19h, do primeiro programa do ano “Estado e Administração Pública em Debate”, de Tarso Cabral Violin, pela TV do Instituto Edésio Passos (YouTube e Facebook), sobre Fascismo e Integralismo. Doria é colunista da CBN, O Globo e Estadão, Knight Fellow pela Universidade de Stanford e autor do livro “Fascismo à brasileira: como o integralismo, maior movimento de extrema-direita da história do país, se formou e o que ele ilumina sobre o bolsonarismo”. Tarso é Advogado, Mestre e Doutor (UFPR) e Professor de Direito Administrativo. Parceria com CAHS-UFPR, CASP-PUCPR e DACP-UniCuritiba. Solicitamos que marque na sua agenda e siga nossas redes. Links da IEPTV: http://www.youtube.com/c/InstitutoEdésioPassos ou https://www.facebook.com/InstitutoEdesioPassos/

Jurista e Psicanalista Agostinho Ramalho Marques Neto vai falar sobre Trumpismo, Bolsonarismo, Neoliberalismo e Fascismo

Agostinho Ramalho Marques Neto participará na quinta-feira, 12.11, 19h, do programa “Estado e Administração Pública em Debate”, do Prof. Dr. Tarso Cabral Violin, pela TV do Instituto Edésio Passos (YouTube e Facebook), sobre Trumpismo, Bolsonarismo, Neoliberalismo e Fascismo. Agostinho Ramalho é Psicanalista, Professor Universitário de Filosofia do Direito e Política, Mestre em Direito (PUC-RJ) e Membro Fundador do Núcleo de Direito e Psicanálise do PPGD-UFPR. Tarso é Advogado, Doutor (UFPR), Vice-Coordenador do Núcleo de Pesquisa em Direito do Terceiro Setor e Políticas Públicas do PPGD-UFPR, Árbitro da Câmara de Arbitragem e Mediação da Federação das Indústrias do Estado do Paraná e Professor de Direito Administrativo. Parceria com CASP-PUCPR, CAHS-UFPR e DACP-UniCuritiba. Solicitamos que marque na sua agenda e siga nossas redes. Links da IEPTV: http://www.youtube.com/c/InstitutoEdésioPassos ou https://www.facebook.com/InstitutoEdesioPassos/

Amanhã Fernando Horta fala sobre o Fascismo. O que é? Trump e Bolsonaro são fascistas?

Fernando Horta participará na quinta-feira, 05.11, 19h, do programa “Estado e Administração Pública em Debate”, do Prof. Dr. Tarso Cabral Violin, pela TV do Instituto Edésio Passos (YouTube e Facebook), sobre FASCISMO. Horta é historiador (UFRGS), mestre e doutor em Relações Internacionais (UnB), com período na Universidade de Denver e um dos maiores estudiosos sobre o fascismo no Brasil. Tarso é Advogado, Doutor (UFPR), Vice-Coordenador do Núcleo de Pesquisa em Direito do Terceiro Setor e Políticas Públicas do PPGD-UFPR, Árbitro da Câmara de Arbitragem e Mediação da Federação das Indústrias do Estado do Paraná e Professor de Direito Administrativo. Parceria com CASP-PUCPR, CAHS-UFPR e DACP-UniCuritiba. Solicitamos que marque na sua agenda e siga nossas redes. Links da IEPTV: http://www.youtube.com/c/InstitutoEdésioPassos ou https://www.facebook.com/InstitutoEdesioPassos/

Marcia Tiburi conversará sobre FASCISMO com Tarso na quinta

Marcia Tiburi participará na quinta-feira, 17.09, 18h, do programa “Estado e Administração Pública em Debate”, do Prof. Dr. Tarso Cabral Violin, pelo Instagram do Instituto Edésio Passos, sobre FASCISMO. Tiburi é filósofa, professora da Universidade Paris 8, doutora e pós-doutora, foi do programa Saia Justa, e escritora de diversos livros, entre eles “Como Conversar Com Um Fascista”. O Professor Tarso é Advogado, Escritor, Mestre e Doutor pela UFPR, Professor de Direito Administrativo e Sócio-Fundador do IEP. Programa em parceria com CAHS-UFPR e DACP-UniCuritiba. Solicitamos que marque na sua agenda e siga nossas redes. Saliente-se que, excepcionalmente, o programa será no Instagram do IED e às 18h. Link: https://www.instagram.com/institutoedesiopassos/

5ª na UFPR: Ato em Defesa da Constituição e da Democracia

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Os Advogados e Advogadas pela Democracia organizam para o dia 6 (quinta-feira) o Ato em Defesa da Constituição e da Democracia, às 18h30 no Salão Nobre da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná.

O grupo de juristas do qual fazemos parte entende que o Brasil caminha para a consolidação de um regime de exceção.

Grampos em escritório de advocacia, divulgação de interceptações telefônicas ilegais envolvendo autoridades com foro privilegiado, e utilização de provas obtidas no exterior sem a autorização necessária, mostram a atual fragilidade das instituições políticas nacionais.

A defesa da Constituição e da Democracia – com uma firme posição contra a redução de direitos sociais – exige uma reflexão pública sobre o funcionamento do sistema de justiça brasileiro.

Os “Advogados pela Democracia”, com apoio da Frente Brasil de Juristas, Rede Nacional de Advogados e Advogadas Populares, Direito Pra Todxs, Frente Brasil Popular, Povo Sem Medo, CWB Contra Temer, Declatra e Terra de Direitos, convidam todas e todas para o ato.

Entre os convidados confirmados estão o ex-ministro da Justiça e Procurador da República, Eugênio Aragão, o ex-presidente do Conselho Federal da OAB, Cezar Britto, a desembargadora aposentada e professora da Unicamp, Magda Barros Biavaschi e o juiz e professor de Direito do Trabalho, Reinaldo Melhado.

Serviço:
6 de outubro
18h30
Salão Nobre da Faculdade de Direito da UFPR
Entrada livre
Curitiba – Paraná

O pêndulo

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A política é um pêndulo.

Nada mais normal que de tempos em tempos as elites econômicas e midiáticas consigam vitórias eleitorais.

Infelizmente não era para acabar com a corrupção, era para eleger partidos neoliberais afinados com os interesses das elites econômicas e midiáticas para eliminar os direitos trabalhistas, os interesses nacionais, os direitos sociais e os interesses das minorias.

Eles tem o capital e a grande mídia.

Foi assim na década de 1990.

Está sendo assim agora.

Cabe aos movimentos sociais, partidos políticos de esquerda e centro-esquerda e demais setores progressistas da sociedade se unirem, se organizarem e conseguirem barrar o poderio do neoliberalismo e do fascismo.

A saída é “simples”: mais Política, mais Democracia, mais debate, mais Estado laico, mais transparência, mais pluralidade de ideias na TV, rádio e internet, menos poder do dinheiro, menos fundamentalismo religioso, menos analfabetismo político, menos senso comum.

A luta continua!

Fascistas de Curitiba perseguindo “comunistas”

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Tentam transformar uma briga em fato político

Os fatos ocorridos na madrugada do último dia 3 de maio estão sendo distorcidos e narrados de forma tendenciosa com o único intuito de manchar a minha vida pessoal e a minha carreira profissional. Ter um direcionamento ideológico, hoje, é crime neste país. A intolerância com as diferenças de pensamento é tratada como moeda de troca para interesses políticos/partidários e pessoais. Manchar a história de uma pessoa com mentiras e ilações sem nexo é a regra para conquistar mais e mais votos.

Fui abordado na fila de uma loja de conveniência do posto de gasolina TS Shell, localizado na esquina das ruas Tomazina e Anita Garibaldi, no bairro Ahu, em Curitiba. O casal visivelmente embriagado, ele com lata de cerveja e cigarro, o que é proibido por lei dentro do estabelecimento, ela na beirada da fila.

Dirigiu-se a mim sem nunca ter me visto, com ironia e dizendo “Chegou um comunista”. Eu não trajava nada que sequer lembrasse um comunista. Só a barba. Boné azul, blusa azul, calça jeans e tênis. Na fila, esperando a minha vez de ser atendido. Reagi como sempre faço nessas situações. Dei uma risada amarela pra ver se o assunto acabava por ali. Ela riu. Ele se dirigiu para a porta do estabelecimento e de novo soltou um “Comunista”. Eu, em tom de brincadeira, ainda com a risada amarela no rosto, disse “Tá, sou comunista” e ri. Ela, então, se colocando na minha frente na fila soltou um “então vamos socializar a fila, comunista”. Mais uma vez recuei e ela furou a fila.

Os fatos a seguir são de arrepiar qualquer estado democrático. Saí, entrei no carro e me dirigi à saída do posto. Eles estavam ali. Me chamaram de comunista corrupto. Abri a janela do carro e soltei um “Não vai ter golpe”, e fui embora. Levei a minha companheira até a casa dela e voltei pelo mesmo caminho para a minha casa. Como o estabelecimento é o único que permanece aberto por 24 horas, resolvi comprar mais algumas coisas para levar para casa. Parei no posto e, para a minha surpresa, o cidadão veio pra cima de mim assim que eu saí do carro.  Sem argumento, sem conversa. Só brutalidade. Recuei e ainda deu tempo de pegar a chave de roda, com intenção única de me defender. Levei um soco na lateral do rosto. Infelizmente fomos para vias de fato durante alguns segundos enquanto começaram a chegar pessoas em volta com chutes. Completamente assustado, desferi um golpe com a chave, que acertou o couro cabeludo do meu agressor. Caímos no chão. Senti duas mãos envolvendo a minha cabeça e dedos entrando nos meus olhos. A pessoa tentava enterrar os dedos em volta dos meus globos oculares, tentando ferir meus olhos, enquanto os outros continuavam a desferir chutes e socos. Rodei o braço direito para trás e desferi um golpe com a chave para tentar me desvencilhar daquela situação. Para a minha surpresa era ela. Me derrubaram no chão, me chutaram, tiraram a chave da minha mão. Os frentistas me tiraram dali, separaram a confusão e me dirigiram ao banheiro, onde fiquei esperando a polícia chegar. Nesse tempo, rasgaram os quatro pneus do meu carro com uma faca ou canivete.

Ou seja. Os fatos não têm nada a ver com política ou partidos. Têm a ver com a intolerância, com o preconceito. Infelizmente aconteceu de uma forma brutal.

Durante a minha vida profissional executei trabalhos para diversas entidades, pessoas físicas e jurídicas e partidos políticos, inclusive, que votaram em favor do impeachment da presidenta Dilma.

Estou sendo perseguido por meu posicionamento ideológico. Estou sendo perseguido por tentar me defender de agressões físicas e verbais durante uma compra em uma loja de conveniência. Estou sendo perseguido por tentar me salvar de um linchamento. Não abordei ninguém. Não ofendi ninguém. Não provoquei discussão. Para eles, meu único mal era parecer um comunista. Meu único mal é ter uma opinião diversa da deles e ter barba.

Me livrei do linchamento físico, mas promoveram esse linchamento imoral nas redes sociais, sites e blogues com incitação ao ódio.

Não me resignarei diante de falácias. Os provocadores, agora, se fazem de vítimas. Estão tentando transformar uma briga em fato político. Defendi a minha integridade física sem qualquer ligação ideológica. Defenderei a minha integridade moral, pessoal e profissional na justiça.

Edson Rimonatto