Dilma acaba com imoralidade implementada por FHC e obriga concurso de projetos para parcerias e convênios com OSCIPs e ONGs (Terceiro Setor)

A Presidenta Dilma Rousseff assinou no dia 16 de setembro de 2011 o Decreto 7.568/2011 (publicado dia 19.09.2011 no DOU), que altera o Decreto no 6.170/2007 (sobre transferências voluntárias/convênios, que regulamenta o art. 116 da Lei no 8.666, art. 25 da LC 101/2000 e art. 10 do DL 200/67) e o Decreto no 3.100/99, que regulamenta a Lei no 9.790/99 (OSCIPs – Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público), entre outras providências.

Os Decretos 3.100/99 e 6.170/2007 passam a vedar convênios e termos de parcerias com entidades privadas sem fins lucrativos que não comprovem ter desenvolvido, durante os últimos 3 anos, atividades referentes à matéria objeto da parceria (deve ser cadastrado previamente no Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse – SICONV); ou que tenham, em suas relações anteriores com a União, não prestado contas, tenha descumprido injustificadamente o objeto, desvio de finalidade, dano ao Erário, ou outros atos ilícitos.

Antes os Decretos apenas previam que a Administração “poderia” realizar concurso de projetos para a escolhas das entidades do Terceiro Setor que celebrariam parcerias com a União e receberiam dinheiro público. Agora a Presidenta Dilma exige a realização do concurso de projetos, como regra, E NÃO POR ESCOLHA DISCRICIONÁRIA DO ADMINISTRADOR PÚBLICO. O concurso é um processo que visa garantir o atendimento aos princípios da publicidade, isonomia, moralidade, entre outros. Apenas não será realizado o concurso nos casos de emergência ou calamidade pública por até 180 dias, vedada prorrogação (caso igual de dispensa de licitação para contratos, segundo a Lei 8.666/93); para proteção a pessoas ameaçadas ou com sua segurança comprometida; ou nos casos em que o objeto da parceria já seja realizado adequadamente com a mesma entidade há pelo menos 5 anos com contas aprovadas.

Os convênios ou termos de parceria deverão ser assinados pelo Ministro de Estado ou pelo dirigente máximo da entidade da administração pública federal concedente, sem possibilidade de delegação de competência.

O Decreto 3.100/99 editado pelo então Presidente Fernando Henrique Cardoso é que passou a permitir a não realização de concurso de projetos para a celebração de termos de parcerias com OSCIPs, e agora a Presidenta realizou essas transformações que melhor atenderão os princípios constitucionais.

Foi instituído o Grupo de Trabalho que estudará a legislação federal de interesse público e transferências de recursos/parcerias/convênios com as entidades do Terceiro Setor, com a participação de representantes da Secretaria-Geral da Presidência da República (Coordenação), Casa Civil, Controladoria-Geral da União, AGU, Ministério da Justiça, Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Ministério da Fazenda e de sete entidades sem fins lucrativos com atuação nacional.

Charge: Dilma é a primeira mulher a abrir a Assembléia Geral da ONU

Hoje na Gazeta do Povo

Charge: Presidenta Dilma será a primeira mulher a fazer o discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU

Hoje na Gazeta do Povo

Prefeito de Maringá, aliado de Beto Richa, apaga Governo Federal de placa. Começou a baixaria.

 

Em Maringá (PR), aliado de Beto Richa ‘apaga’ governo federal na entrega de casas populares

Do Blog do Esmael

O prefeito de Maringá, Silvio Barros II, do PP, escondeu hoje pela manhã o logotipo do Minha Casa, Minha Vida — programa de sucesso do governo federal — na entrega de 280 moradias populares no distrito de Iguatemi.

Foram entregues 172 casas e 108 apartamentos, com investimento total do governo Dilma de mais de R$ 12,6 milhões.

O prefeito local, aliado do governador Beto Richa (PSDB), apagou as digitais do governo federal da placa principal da obra, que estava na entrada do evento onde aconteceram as entregas.

Aliás, não se trata de um caso isolado. Recentemente, em Curitiba, o governo tucano “lançou” o programa Segundo Tempo, de contraturno escolar, no entanto, o mesmo programa já havia sido lançado pelo governo Lula em 2004. Detalhe: os recursos também eram do governo federal, mais precisamente do Ministério do Esporte.

Charge: mais um praticante do patrimonialismo varrido pela Presidenta Dilma

Dilma e Gleisi garantirão R$ 1 bilhão para o Metrô de Curitiba

A Ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann e a Presidenta Dilma Rousseff, no comício em Curitiba nas eleições em 2010

A Presidenta Dilma Roussef (PT) e a Ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann (PT) virão para Curitiba até o final do mês para anunciar que a União vai repassar ao Município de Curitiba mais de R$ 1 bilhão para a construção do metrô de Curitiba. O trajeto inicial do metrô de Curitiba será Centro-CIC Sul.

72,4% dos paranaenses aprovam Governo Beto Richa. 62,9% não têm idéia por qual motivo.

A pesquisa da Paraná Pesquisas divulgada hoje pela Gazeta do Povo comprova que o paranaense quase sempre é e foi governista na sua história política.

Charge: José Serra, o encosto

Gilberto Carvalho: “Aposto nessa mulher [Gleisi Hoffmann]. Vamos ouvir falar muito nessa menina”!

Hoje na Coluna de Mônica Bergamo na Folha de S. Paulo

ESSA MENINA

Gilberto Carvalho diz à revista “Piauí” deste mês o que acha da saída do ex-ministro Antonio Palocci Filho da Casa Civil: “Melhorou muito o quadro aqui dentro [do Palácio do Planalto]”. Sem “demérito” para Palocci. E “do ponto de vista de distribuição de funções”. O secretário-geral da Presidência diz colocar suas fichas em Gleisi Hoffmann, escolhida para substituir Palocci: “Aposto nessa mulher. Vamos ouvir falar muito nessa menina”.

NO EIXO

Carvalho diz também que, enquanto a presidente Dilma Rousseff tem reação “visceral” contra “a mediocridade, o desvio, o desmando”, o ex-presidente Lula é “mais macunaímico.

O combate à corrupção, no entanto, “tem de ser marginal”, afirma o secretário. “O eixo é outro”. E Dilma “tem consciência” disso.

Parabéns Presidenta Dilma pela limpeza

Charge: Governo Dilma rosa

Hoje na Gazeta do Povo

Charge: as meninas superpoderosas

Gleisi será a Gleisi da Gleisi

Dilma é considerada “o Temer da Dilma"

Do The Piauí Herald

A imprensa brasileira reuniu-se ontem num resort de Campos de Jordão para definir quais serão os novos lugares-comuns a serem empregados pelos jornais e revistas no segundo semestre do ano. Merval Pereira, “a Eliane Cantanhêde do Globo”, anunciou que, pelo menos até dezembro, só se referirá a Sergio Cabral como “a Yeda Crusius do Rio”. A notícia, que se espalhou rapidamente pela internet, provocou a reação imediata do Governador: “Esse Merval não passa de um Anastasia do Aécio.” Como ninguém entendesse, Cabral explicou: “Eu sou o Djavan do Executivo”.

Ficou acertado que Palocci não será mais tratado de “o Delúbio da Dilma”, nem Gilberto Carvalho de ”o Dirceu do Lula”. Em decisão considerada dura, a expressão “Fulano é a Dilma da Dilma” foi proscrita; sete usuários pesados foram encaminhados a clínicas de recuperação. Um deles se atirou do alto de um pinheiro, aos gritos de “eu sou o Tiradentes do jornalismo”.

Não houve consenso quanto ao modo de se referir à nova ministra da Casa-Civil. “Não conseguimos encontrar uma só fonte que a conhecesse”. Alguém propôs a fórmula “a Gleise é a singularidade do espaço-tempo”, mas não houve entusiasmo. Como a noite apertava, ficou acertado que, por enquanto, “Gleisi será a Gleisi da Gleisi”. “Não quer dizer muita coisa”, disse a colunista Renata Lo Prete, “portanto não destoa muito do que escrevemos”.

Charge: PT rosa

Hoje na Gazeta do Povo

Kriptonita

Ex-Presidente da Petrobrás durante a Gestão FHC faz parte da Câmara de Gestão do Governo Dilma

Ex-Presidente da Petrobrás Henri Reichstul

Em recente blogada informei que Jorge Gerdau chefiará os trabalhos da Câmara de Gestão e Planejamento do Governo Dilma.

A Federação Única dos Petroleiros encaminhou à Presidenta Dilma Rousseff carta em protesto contra nomeação do ex-presidente da Petrobrás Henri Reichstul para a Câmara de Políticas de Gestão, Desempenho e Competitividade criada pelo governo.

Leia a íntegra do documento:

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Jorge Gerdau chefiará os trabalhos da Câmara de Gestão e Planejamento do Governo Dilma

Jorge Gerdau. Foto de Silvana Tarelho

O empresário Jorge Gerdau Johannpeter será o coordenador da Câmara de Gestão e Planejamento do Governo da Presidenta Dilma Rousseff. A CGP atuará como uma espécie de consultoria interna para assuntos considerados estratégicos.

Durante o Governo Lula, Gerdau foi um dos membros do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o “Conselhão”.

Provavelmente um dos primeiros trabalhos da CGP será na área de saúde pública, mas tamém atuará em assuntos da Justiça e Planejamento.

Também participarão da câmara os ministros Antonio Palocci (Casa Civil), Guido Mantega (Fazenda), Fernando Pimentel (Desenvolvimento), Miriam Belchior (Planejamento), outros integrantes do governo, além de quatro representantes da sociedade civil organizada.

Segundo Guilherme de Barros, colunista do Portal IG, o objetivo será o de implantar no governo federal o modelo de gestão já adotado em dez Estados por Gerdau e pelo INDG – Instituto de Desenvolvimento Gerencial de Vicente Falconi. A experiência começou em Minas Gerais, no governo Aécio Neves. Conforme propagandeia o colunista, após a adoção desse modelo de gestão, para cada real aplicado, os projetos passaram a ter retorno de R$ 190 ao ano por projeto. Gerdau quer repetir o exemplo no governo federal.

Espero que a Câmara de Gestão e Planejamento seja plural e não tenha apenas uma ideologia, a neoliberal-gerencial, sob pena de que voltemos aos tempos dos Governos Collor e FHC com relação aos assuntos da Administração Pública.

Para quem quer se informar sobre a ideologia neoliberal-gerencial do Governo FHC, recomendo leitura do Plano Diretor da Reforma do Aparelho do Estado. Documento elaborado pela equipe do Ministro Luiz Carlos Bresser-Pereira do Ministério da Administração e Reforma do Estado – MARE, aprovado por vários ministros, entre eles José Serra, Ministro do Planejamento, e apresentado pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso.

Vamos esperar para ver!

Hospitais universitários opõem Dilma e sindicatos

Do Congresso em Foco

Por Renata Camargo

Depois do salário mínimo, agora é a vez da “terceirização” dos hospitais universitários, prevista em medida provisória, acirrar os ânimos entre entidades sindicais e a presidenta. Sindicalistas veem começo de processo de privatização das universidades

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Lula, Dilma e o futuro do Brasil

 Por Emir Sader (Carta Maior)

Os brasileiros foram decidindo, ao longo dos últimos anos, o tipo de país que queremos. Lula tornou-se o presidente de todos os brasileiros, ancorado em um modelo econômico e social de democratização do país. Reformulou o modelo econômico e o acoplou indissoluvelmente a políticas sociais de distribuição de renda, de criação de emprego e de resgate da massa mais pobre do país. Dilma pretende consolidar essa hegemonia também no plano político.

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Dilma como sucessora de Lula – Emir Sader

Por Emir Sader (Carta Maior)

Os 100 dias podem ser representativos ou não de um governo. Pela primeira vez temos uma presidenta eleita como sucessora e não como oposição, dando continuidade a um governo de sucesso sem precedentes na história politica brasileira e ao maior líder popular do país depois de Getúlio Vargas.

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