Fiscal do Greca denuncia a Consilux, que mantém contrato com a gestão Luciano Ducci

O fiscal do Greca (figura criada pelo Blog do Esmael) acabou de enviar uma denúncia de estacionamento irregular por parte da empresa Consilux, que cuida dos radares arapucas em Curitiba, implantados por Cassio Taniguchi e mantidos por Beto Richa e Luciano Ducci.

As fotos são de ontem (20.09.2012), na Rua Roberto Faria, esquina com a BR 116, no bairro Fanny, em Curitiba.

Informo que uma empresa privada terceirizada não tem poder de polícia ou qualquer prerrogativa de poder público. Assim, deveria ser multada pela Setran!

É bom sempre lembrar que os mesmos radares da Consilux não filmaram o carro do ex-deputado Ribas Carli no acidente que matou dois jovens no Ecoville. E também foi com a Consilux que o Fantástico fez a seguinte matéria. E foi premiada com indenização por Luciano Ducci, ao invés de ser penalizada. Veja notícias sobre a Consilux no Blog do Tarso, clique aqui.

Como alguém que não seja comissionado, mantenha contratos com a prefeitura de Curitiba ou tenha qualquer interesse financeiro direto tenha coragem de votar no Luciano Ducci?

Vá ao minuto 8:10 sobre a Consilux:

Luciano Ducci foi firme com a Consilux após denúncias no Fantástico: repassou R$ 9 milhões para a empresa

Pergunta que já fiz no Blog do Tarso: se ocorreu irregularidade ou descumprimento no contrato pela Consilux, que esse contrato fosse rescindido ou anulado, sem indenização. Se não há justificativa para rescisão ou nulidade sem indenização, por quê rescindiu? Jogar para a torcida? Na eleição isso vai ser questionado!

Falando nisso: será que o Luciano Ducci (PSB) vai ter coragem de participar de um debate com os demais candidatos?

Mesmo com o escândalo da Consilux mal explicado, Prefeito Luciano Ducci continua instalando radares em Curitiba

Radar instalado hoje pela Prefeitura de Curitiba, na Rua João Negrão, quase esquina com a Avenida Visconde de Guarapuava. Foto de Tarso Cabral Violin

 

Agora não é mais a Consilux que faz a instalação, é a Prefeitura. Mas a Consilux vai receber indenização milionária. Foto de Tarso Cabral Violin

 

Mais uma arapuca no centro de Curitiba. Lucro para a Consilux, prejuízo para os motoristas. Foto de Tarso Cabral Violin

Saiba mais sobre o escândalo da Consilux: clique aqui

Parecer do radar vira ação no TC

Relatório do Tribunal de Contas considera irregular rescisão do contrato com a Consilux. Prefeitura não comenta a decisão

Hoje na Gazeta do Povo, por Gabriel Azevedo

O Tribunal de Contas (TC) do Paraná transformou em processo o relatório aprovado na quinta-feira, que condenou a rescisão unilateral do contrato entre a prefeitura e a Consilux para operação de radares e lombadas eletrônicas em Curitiba. A informação é do presidente do TC, Fernando Guimarães. Ontem, alegando não ter sido notificada do parecer, a prefeitura não quis comentar o assunto.

Segundo Guimarães, o município não poderia ter rompido o acordo sob o argumento de falta de credibilidade do sistema. “Até o momento, a prefeitura não comprovou esta falta de credibilidade”, diz.

O relatório, aprovado por unanimidade, também recomenda que o poder público suspenda o procedimento licitatório para contratar uma nova empresa a fim de prestar o mesmo serviço. A nova licitação foi anunciada em maio e está prevista para começar ainda neste mês.

Saiba mais
Acompanhe os fatos que levaram ao rompimento do contrato com a Consilux
A tomada dos equipamentos e do software da Consilux pela prefeitura também foi questionada. De acordo com Guimarães, os radares e as lombadas eletrônicas não estão entre os serviços que a lei define como essenciais. “Não quero dizer que os radares não são importantes. Entretanto, eles não são tão essenciais como água, luz elétrica, saúde, segurança pública. Algo que justificasse o encampamento”, afirma.

Outra recomendação do TC é que a Urbanização de Curitiba S/A (Urbs) faça uma auditoria nos softwares da Consilux e da Perkons –outra empresa de trânsito que mantém contrato com a prefeitura, mas que não foi penalizada da mesma maneira, apesar de também ter sido citada na reportagem do Fantástico que levou ao rompimento do contrato com a Consilux. O órgão quer averiguar a suposta perda de credibilidade, alegada pelo prefeito Luciano Ducci (PSB) e que não ficou evidenciada no relatório.

Segundo o tribunal, a Urbs será notificada oficialmente na próxima segunda-feira e terá 15 dias para responder se acata ou não as recomendações. Caso aceite, terá de relatar, a cada 30 dias, o andamento das ações para o TC. Caso apresente uma defesa e não consiga reverter a situação no processo aberto, a Urbs terá de acatar as recomendações.

Análise

De acordo com o professor da Universidade Federal do Paraná, especialista em Direito Público, Egon Bockmann Moreira, o TC não pode tomar as decisões pela prefeitura. Entretanto, caso o município não acate as recomendações, o administrador público poderá ser responsabilizado, quando o contrato for analisado. “O TC também pode, por exemplo, suspender uma nova licitação”, diz.

Segundo o advogado Tarso Cabral Volin, especialista em licitações e contratos administrativos, antes mesmo da existência do relatório do TC, ele acreditava que a prefeitura estava errada ao quebrar um contrato com base em uma reportagem. “Antes de rescindir, o município teria de investigar e verificar algum vício ou ilegalidade. Caso constatasse, era a Consilux que teria de indenizar, não o município. Foi uma decisão ruim para os cofres públicos e para a população que paga”, afirma.

A Consilux se manifestou por meio de nota encaminhada via assessoria de imprensa: “A empresa sempre fez questão de reafirmar a legalidade de todos os seus contratos. Em nenhum momento a regularidade de seus serviços foi posta à prova ou mesmo questionada. A Consilux está tranquila e aberta a todos os esclarecimentos que se fizerem necessários, reafirmando assim a postura de transparência em todos os negócios que realiza”.

Enquanto Florianópolis cancela radares Curitiba premia a Consilux

Empresa responsável pelos radares em Florianópolis vai desligar os aparelhos

Do DIÁRIO CATARINENSE

Engebrás foi notificada pela prefeitura; suspensão do serviço depende da agenda dos técnicos

A Engebrás, empresa de fiscalização de trânsito por radares, informou, na quinta-feira, que vai suspender os serviços em Florianópolis.A assessoria da empresa afirmou que já recebeu a notificação do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (Ipuf) sobre a suspensão do contrato e do pagamento dos serviços.

A Engebrás explica que o desligamento dos 70 aparelhos depende apenas da disponibilidade técnica dos seus profissionais.

O presidente do Ipuf, Átila Rocha dos Santos, destacou que a notificação pela suspensão do pagamento de todos os meses do último contrato — cerca de cinco meses — e do contrato em si foi um cumprimento de ordem judicial.

O juiz Antonio Fornerolli emitiu liminar acatando ação do Ministério Público que acusa a prefeitura de ter viciado o edital de licitação para suspendê-lo, criando, assim, uma situação para contratar a Engebrás de forma direta.

Segundo Átila, o contrato emergencial de dezembro de 2010 foi feito justamente porque o processo licitatório não foi concluído em decorrência das determinações do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Como o funcionamento de radares é considerado essencial, a prefeitura optou por contratar a Engebrás, que já vinha atendendo a cidade, até que o processo licitatório definitivo fosse concluído.

Tanto o Ipuf quanto a assessoria da empresa, destacam que o contrato que estava vigente era idêntico ao da contratação em 2004. Por isso, o contrato previa o pagamento da empresa por multa efetivamente aplicada e paga e não por aparelho instalado e operando, como defendem o MP e o TCE.

Mesmo com a liminar, o presidente do Ipuf destacou que a Engebrás poderia continuar oferecendo o serviço, esperando a decisão final da Justiça.

Se o resultado fosse favorável à empresa, ela teria direito de receber pelo período trabalhado. Um novo contrato dependerá do parecer do TCE.

Veja as blogadas sobre o tema:

Vereadora Professora Josete diz rescisão do contrato da Prefeitura com a Consilux foi uma farsa

Deputado Tadeu Veneri pede informações sobre auditoria do Lactec na Consilux

Luciano Ducci se queima por pressionar contra a CPI da Consilux-Radares

CPI dos Radares-Consilux já!

Interesse público, Consilux e Luciano Ducci

Vereadora Renata Bueno critica Luciano Ducci nas conduções do Caso Consilux

O vaso sanitário e a Consilux

Fogo no radar da Consilux

Consilux, parceira da Prefeitura de Curitiba de Beto Richa e Luciano Ducci, no Fantástico

Vereadora Professora Josete diz rescisão do contrato da Prefeitura com a Consilux foi uma farsa

Para vereadora, cancelamento do contrato com a Consilux foi uma farsa

Por Ivan Santos0 do Blog Política em Debate

A quebra de contrato entre a Prefeitura de Curitiba e a Consilux, divulgada no início da semana, foi enganosa. A conclusão é da vereadora Professora Josete (PT), após a visita técnica realizada pela Comissão de Serviço Público da Câmara Municipal à sede da empresa que administra os radares, ontem. “Basicamente, tudo continua como estava”, constatou a vereadora, após ouvir os detalhes da rescisão contratual fornecidos pelo diretor-presidente da Consilux, Aldo Vendramin.

De acordo com ele, mesmo após o cancelamento do contrato, radares e lombadas eletrônicas da capital continuam sendo propriedade da empresa, que também ainda é a responsável pela manutenção dos equipamentos. Vendramin garante que a Consilux nunca executou o trabalho de processamento e emissão das multas, que sempre teria estado sob tutela da Urbs. “O que a Consilux faz e sempre fez foi fornecer o instrumental. Os equipamentos só enviam ao sistema usado pela Urbs as imagens e os cálculos de velocidade. Quem aplica as multas ou não é a Urbanização de Curitiba”, garante. Vendramin admite que o sistema utilizado pela Urbs foi fornecido pela Consilux, mas garante que ele é operacionalizado exclusivamente pela administração municipal.

“A Consilux continua fazendo o trabalho que sempre fez (fornecer e fazer a manutenção dos equipamentos), segundo o próprio presidente da empresa. A quebra de contrato não existe”, disse Professora Josete. Para a vereadora, o caso é ainda mais grave por conta da multa de mais de R$ 7 milhões que a Prefeitura se dispôs a pagar à empresa por conta do cancelamento. Vendramin também garantiu ser possível verificar se alguma multa deixou indevidamente de ser emitida. “Se foram geradas mil multas e despachadas apenas 980, as 20 que ficaram inconsistentes precisam ter uma justificativa. O sistema exige. Se aconteceu algo irregular, o sistema deixa vestígios”.

Deputado Tadeu Veneri pede informações sobre auditoria do Lactec na Consilux

Veneri pede informações sobre auditoria do Lactec na Consilux (do site do Deputado Tadeu Veneri)

Continuar lendo

Luciano Ducci se queima por pressionar contra a CPI da Consilux-Radares

Ao pressionar os vereadores de Curitiba a não assinarem ou retirarem suas assinaturas do requerimento para a abertura da CPI dos Radares-Consilux, o Prefeito Luciano Ducci se queima e perde popularidade entre os curitibanos.

Pior dos que os vereadores que não assinaram são os que retiraram suas assinaturas.

Por favor, nunca mais votem nos vereadores Denílson Pires (DEM), Jair Cézar (PSDB) e Professor Galdino (PSDB). Veja a lista de quem assinou e não assinou para a abertura da CPI da Consilux-Radares:

Quem assinou:

Algaci Tulio (PMDB)

Caíque Ferrante (PRP)

Jonny Stica (PT)

Julião Sobota (PSC)

Noemia Rocha (PMDB)

Paulo Salamuni (PV)

Pedro Paulo (PT)

Professora Josete (PT)

Quem assinou, mas voltou atrás:

Denílson Pires (DEM)

Jair Cézar (PSDB)

Professor Galdino (PSDB)

Quem não assinou:

Aladim Luciano (PV)

Aldemir Manfron (PP)

Beto Moraes (PSDB)

Celso Torquato (PSDB)

Dirceu Moreira (PSL)

Dona Lourdes (PSB)

Emerson Prado (PSDB)

Felipe Braga Cortes (PSDB)

Francisco Garcez (PSDB)

Jairo Marcelino (PDT)

João Cláudio Derosso (PSDB)

João do Suco (PSDB)

Jorge Yamawaki (PSDB)

Juliano Borghetti (PP)

Julieta Reis (DEM)

Nely Almeida (PSDB)

Odilon Volkmann (PSDB)

Pastor Valdemir Soares (PRB)

Paulo Frote (PSDB)

Renata Bueno (PPS)

Roberto Hinça (PDT)

Sabino Pícolo (DEM)

Serginho do Posto (PSDB)

Tico Kuzma (PSB)

Tito Zeglin (PDT)

Zé Maria (PPS)

Zezinho do Sabará (PSB)

CPI dos Radares-Consilux já!

O requerimento para a abertura da CPI dos Radares-Consilux na Câmara de Vereadores de Curitiba já foi assinado pelos vereadores da oposição Algaci Túlio (PMDB), Noêmia Rocha (PMDB), Pedro Paulo (PT), Jonny Stica (PT), Professora Josete (PT) e Paulo Salamuni (PV). Também assinaram os vereadores da base de apoio a Luciano Ducci, os vereadores Caíque Ferrante (PRP), Denilson Pires (DEMO) e Jair César (PSDB). Ainda hoje deve se juntar a lista o Professor Galdino (PSDB). Faltam três nomes para as treze assinaturas exigidas.

Acredito que a vereadora e advogada Renata Bueno (PPS) ainda assinará o requerimento, por ser uma defensora do voto limpo e pelo ótimo texto que escreveu sobre o escândalo. Vereadora Renata Bueno critica Luciano Ducci nas conduções do Caso Consilux

E quando os vereadores do PDT Jairo Marcelino, Roberto Hinça e Tito Zeglin vão criar vergonha na cara e viram oposição em Curitiba? O PDT não merece os vereadores que tem em Curitiba!

Veja o que já foi publicado no Blog do Tarso sobre o tema. clique aqui

Interesse público, Consilux e Luciano Ducci

Não há interesse público na pretendida rescisão amigável que o prefeito Luciano Ducci quer fazer com a Consilux. Após o devido processo administrativo, verificadas ilegalidades e desvios, a rescisão deve ser unilateral por parte do município de Curitiba, com a Consilux indenizando os cofres públicos pelos desvios. isso tudo, claro, nos termos da Lei 8.666/93, a Lei Nacional de Licitações e Contratos Administrativos.

Não confirmadas as irregularidades, não há sentido em rescindir amigavelmente ou mesmo por interesse público, apenas por causa da matéria do Fantástico, e para satisfazer a opinião pública curitibana, com o repasse de altas somas de dinheiro público para a Consilux, enriquecendo ainda mais seus proprietários, graças ao Cássio Taniguchi, Beto Richa e Luciano Ducci!

E por favor juristas da Prefeitura e procuradoria Geral do Município, favor acabar já com o regime da Urbs S/A de saciedade de economia mista. Ela deve ser uma autarquia!

O vaso sanitário e a Consilux

Publicado hoje na gazeta do Povo

Por ROGÉRIO WALDRIGUES GALINDO • RGALINDO@GAZETADOPOVO.COM.BR

O professor Michael Sandel, de Harvard, conta a seguinte história a seus alunos. Uma senhora idosa tem um problema no encanamento de seu banheiro. O vaso sanitário está com um vazamento. Chama um encanador que, depois de conversar com ela, decide dar um golpe na velhinha: diz que o conserto vai custar 50 mil dólares.

A senhora, seja por ingenuidade ou por não saber o preço das coisas, aceita o acordo. E o negócio só não foi concluído por pura sorte. Ao ir até o banco para sacar 25 mil dólares (a primeira prestação do pagamento), o caixa teria perguntado para que ela precisava de toda aquela quantia. Ela explicou. “Meu vaso sanitário está com problemas”. O caixa chamou o gerente, eles conversaram com a velhinha e ela, obviamente, foi instruída a cancelar o acordo com o encanador.

Sandel pergunta a seus alunos sobre a justiça do cancelamento do acordo. E, curiosamente, nenhum deles achou que o encanador acusado de ser inescrupuloso merecia receber uma indenização pelo contrato desfeito. Continuar lendo

Fogo no radar da Consilux

Do Blog do Esmael

Consilux, parceira da Prefeitura de Curitiba de Beto Richa e Luciano Ducci, no Fantástico

O Fantástico divulgou hoje que em Curitiba o esquema de corrupção das empresas de radar se repete com a Consilux, que tem radares na capital paranaense e em São Paulo.

Quem negocia é o diretor comercial, Heterley Richter Júnior, que promete o edital já pronto e oferece pela Consilux propina de 5%.

Ele informa que é possível a Consilux anular multas de apadrinhados políticos, amigos, parentes. Será que fez isso no caso Ribas Carli?

A Consilux se manifestou.

“A nossa política é muito clara: não admitimos nada parecido com isso. Todos os nossos contratos são muito transparentes. Não existe a menor possibilidade de ter qualquer tipo de negociata”, diz o diretor-presidente da Consilux, Aldo Vendramin. Será?

Vejam o Beto Richa em 2004 dizendo que acabaria com os “radares arapuca”. Não acabou:

Vejam a matéria do Fantástico: clique aqui