ObsCena: o amor é lindo!

Andressa Mendonça e Carlinhos Cachoeira no Instagram

Andressa Mendonça está indignada por ter perdido o posto de musa da CPI do Cachoeira para Denise Leitão Rocha

Andressa Mendonça

Andressa Mendonça curtindo férias com Cachoeira solto em janeiro de 2013

Andressa Mendonça, esposa do bicheiro Carlinhos Cachoeira, está indignada por ter perdido o posto de musa da CPI do Cachoeira, para Denise Leitão Rocha, advogada e assessora parlamentar do senador Ciro Nogueira (PP-PI), que teve um vídeo com cenas de sexo explícito vazado na internet, também chamada de Furacão da CPI. A Playboy preferiu Denise Rocha.

Denise Rocha

Denise Rocha em foto da Playboy

Furacão da CPI do Cachoeira diz que é mulher séria

Conforme noticiado que após a divulgação na internet do seu vídeo erótico, a musa da CPI do Cachoeira foi demitida, mas já recebeu convite para posar nua na Playboy, a ex-assessora jurídica parlamentar do senador Ciro Nogueira (PP/PI), Denise Leitão Rocha, chamada de “Furacão da CPI” decidiu processar o parceiro pela divulgação da gravação. Diz que não é garota de programa, mas sim uma mulher séria.

Continuo afirmando: há muitos cargos de provimento em comissão no Congresso Nacional. Concurso público (sério) já!

Após vídeo erótico, musa da CPI do Cachoeira é demitida, mas já recebe convite da Playboy

 

A assessora jurídica parlamentar do senador Ciro Nogueira (PP/PI), Denise Leitão Rocha, que chamou atenção na CPI do Cachoeira por seus atributos físicos e já passeou com o deputado federal Romário (PSB/RJ), será demitida do gabinete, após o vazamento de um vídeo caseiro com cenas de sexo que está disponível na internet.

Mas ela está garantida financeiramente. Já recebeu convite para posar nua na revista Playboy e vai processar quem postou o vídeo erótico na internet.

Pergunta que não quer calar: para que tantos cargos de confiança, sem concurso público, no Congresso Nacional?

ObsCena: quem é o tchutchuca?

Francischini: tigrão ou tchutchuca? Foto de André Borges/Folhapress

O deputado federal Fernando Francischini (PSDB), ex-secretário anti-drogas de Beto Richa na prefeitura de Curitiba, é contido por Rubens Bueno e Alvaro Dias após chamar o relator da CPI do Cachoeira Odair Cunha (PT-MG) de “tchutchuca” e “tigrão”. O deputado Dr. Rosinha (PT) reagiu, e o truculento Francischini partiu para cima do petista. É fácil ser tigrão com senhores mais velhos, não é deputado/delegado?

Mais uma ligação de Cachoeira com o Paraná: ele diz que se formou em Londrina, onde ninguém nunca o viu

A esposa de Cachoeira também não foi vista em londrina, caso contrário teria sido notada

O bicheiro Carlinhos Cachoeira morava em Goiás, mas apresentou um diploma na área de Administração da Inesul de 2010, de Londrina, para mostrar que tinha profissão e tentar um habeas corpus.

Mas um professor e uma aluna da instituição da turma de 2010 disseram para a Gazeta do Povo de 11.05.2012 que Cachoeira nunca foi visto lá.

A Inesul confirmou a validade do diploma, disse que o bicheiro fez lá apenas a matéria de TCC, mas se negou a dizer o nome do professor de TCC do Cachoeira. A Inesul pertence aos mesmos donos do CIAG, ONG investigada por desviar R$ 300 milhões de prefeituras.

Época: “Beto Richa é da nossa família. Você pensa num caboclo que gosta de um jogo”

A revista Época desta semana traz novos elementos sobre a suposta ligação de paranaenses com o esquema de Carlinhos Cachoeira. Veja parte da reportagem da revista:

Na semana passada, em sessão secreta da CPMI do Cachoeira, no Senado, o delegado federal Matheus Mella Rodrigues, responsável pela Monte Carlo, listou 81 pessoas, muitas delas políticos, que mantinham contatos com integrantes da organização criminosa ou seriam cortejados por eles. Entre os listados está o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB). Em 23 de agosto de 2011, Lenine Araújo, um dos principais colaboradores de Cachoeira, e Miguel Marrula (DEM), ex-vereador de Anápolis, em Goiás, falam da pretensão de Cachoeira de expandir sua atuação no Paraná. “Meu primo é muito… do vice-governador de lá, sabe? E quer levar o Carlinhos Cachoeira para conhecer o Beto Richa, lá, e a gente pode aproveitar alguma coisa nisso, você concorda?”, diz Marrula a Araújo. “Ele (Richa) é da família nossa. Você pensa num caboclo que gosta de um jogo…” Durante audiência na CPI, ficou claro que o primo a quem Marrula se refere é Amin Hannouche (PP), prefeito de Cornélio Procópio, no Paraná. Amin tem pretensões de ser o candidato a vice-governador de Beto Richa na eleição de 2014.

Marrula diz que, apesar de pequeno, o grupo ligado ao primo é forte. “Está com a faca e o queijo na mão porque o pessoal de lá, o secretário de Segurança, nós que colocamos…é gente da minha casa. É gente do meu primo”, afirma. O secretário de Segurança do Paraná, Reinaldo Almeida César Sobrinho, seria o personagem da conversa entre Marrula e Araújo. Sobrinho foi presidente da Associação de Delegados Federais e assessor do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). O delegado Sobrinho afirmou a ÉPOCA que não conhece Marrula nem Cachoeira. Disse, ainda, que conheceu o prefeito de Cornélio Procópio meses depois de ter assumido a Secretaria de Segurança e nega interferência dele em sua nomeação. Ao jornal Gazeta do Povo, Amin confirmou ser primo de Miguel Marrula, mas negou relações com Cachoeira.

Antes mesmo da Operação Monte Carlo, a cúpula da Segurança Pública no Paraná já fora atingida por suspeitas de relações com jogo ilegal. Em novembro do ano passado, o então comandante da Polícia Militar no Estado, Marcos Scheremetta, foi afastado depois de dizer que conversava com os chefões do jogo do bicho no Estado. Scheremetta disse que seu pai, que já morreu, costumava trabalhar com o jogo ilegal. Scheremetta afirmou também que nunca escondeu essas informações do governador e do secretário de Segurança.

Aécio Neves fica nervoso com pergunta sobre seu envolvimento com Carlinhos Cachoeira

O ex-governador e atual senador por Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), ficou muito irritado com um repórter na saída de evento dos tucanos com sindicalistas, em São Paulo, depois de ser questionado se iria pedir apuração sobre a indicação que fez de uma prima do contraventor Carlos Cachoeira, a um cargo no governo mineiro, a pedido do senador Demóstenes Torres.

Veja o vídeo de um minuto, clique aqui. O “piti” do Aécio está na parte final do vídeo.

Pergunta do dia: Por que Beto Richa não gasta sua energia cuidando melhor dos parques estaduais?

Coluna do Celso Nascimento “A cachoeira é nossa?!” (duplo sentido):

“A pergunta que permanece é: por que o governo estadual decidiu, de uma hora para outra e sem consulta ou negociações prévias, não deixar dúvidas cartoriais de que é dono do local? Ambientalistas têm outra pergunta: por que o estado não gasta sua energia cuidando melhor dos parques estaduais, como o de Vila Velha, que só no ano passado teve 160 hectares destruídos por queimadas?

Saga de Cachoeira no Paraná

Por Cícero Cattani

Para que a Larami vencesse a concorrência e explorar a Loteria no Paraná, precisou de uma mãozinha da GThec. Mas antes de tudo, passou pelo crivo de um poderoso do Jaime Lerner, José Cid Campello, presidente do conselho de administração do Serlopar.  Começava a história de Carlinhos Cachoeira com o Paraná.  Vamos à GThec: a mais poderosa organização voltada para o jogo dos Estados Unidos chegou ao Brasil comprando a Racimec, uma empresa curitibana que prestava serviços à Caixa . Não muito tempo depois, a GThec/Racimec passou a dominar todo o serviço de Loterias da Caixa Econômica Federal. O conselho de administração da Racimec  era integrado por José Richa (ex-governador do Paraná), Karlos Rischibieter (ex-ministro da Fazenda), Carlos Alberto Vieira, Simão Brayer e Antônio Carlos Lino da Rocua. Voltando à Larami: na licitação “vencida”, a GThec só fez número, pois nem apresentou proposta.

O procurador Luiz Francisco de Souza, que participou do início das investigações, acusa em entrevista à revista Conju. de o4/03/2004.  o PSDB de ter ajudado a Gtech a crescer de forma ilegal no País. “Quando ela avança, comprando as quotas da testa-de-ferro Racimec, o presidente do conselho de administração da empresa é o sr. José Richa, que era aquele tucano-mor, de bico comprido. Aí a Gtech passa a controlar todo o sistema de loterias, correspondências, assistência social, principalmente através do cartão Bolsa-Escola”. Em entrevista à revista Consultor Jurídico na quinta-feira 4, Luiz Francisco espeta o ex-ministro José Serra ao lembrar que o sistema Bolsa-Escola foi organizado pelo Ministério da Saúde para tornar-se carro-chefe de sua campanha à Presidência em 2002. “Quem passou a gerir todo esse sistema de assistência social do governo foi a Gtech, no governo Fernando Henrique.” GTche era a  múlti americana que dava suporte a Carinhos Cachoeira.

Veja quais são os deputados federais do Paraná que não assinaram a CPI do Cachoeira. Por que será?

Os nove deputados federais do Paraná não assinaram a CPI do Cachoeira:

Alex Canziani (PTB)

André Zacharow (PMDB)

Cida Borghetti (PP)

Fernando Giacobo (PR)

Hermes Parcianello (PMDB)

Luiz Nishimori (PSDB)

Nelson Meurer (PP)

Sandro Alex (PPS)

Zeca Dirceu (PT)

Bicheiro xinga a mãe de Requião. Encontro com Beto Richa deu esperanças para a legalização do jogo no Paraná. Lerner que implantou a jogatina

O nome do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), aparece em e-mails trocados entre o ex-cunhado do bicheiro Carlinhos Cachoeira, Adriano Aprigio de Souza, e o argentino Ricardo Coppola, sócio da Larami (empresa que comandou o serviço de loterias on-line do Paraná entre 2002 e 2004). Nas conversas, de outubro de 2010, eles tratavam da reativação da loteria estadual do Paraná e sobre um suposto encontro com Beto Richa.

Souza pergunta a Coppola no dia 5 de outubro de 2010 se um suposto encontro com Beto Richa “foi bom”. Na resposta, Coppola também escreve palavras em português e espanhol e xinga a mãe de Requião, fala que ainda bem que Requião saiu do governo, porque ele “enche o saco” dos bicheiros.

Os e-mails deixam claro que ele diz que se encontrou com Beto Richa. Adriano pergunta expressamente se foi bom o encontro com o governador do Paraná Beto Richa. Coppola responde também de forma clara que falou com Beto Richa, num portunhol: “em Paraná fale (hablé – falei, em espanhol) com Beto Richa e o problema é que Requião por ter fechado a loteria vai demorar, pois tem que fazer uma nova lei, esse Requião $#@%&* ainda bem que foi embora, enchia o saco”. Ou seja, Beto Richa, segundo e-mail, teria dado esperanças para o bicheiro de retornar com o jogo no Paraná.

O Serviço de Loterias do Paraná (Serlopar) funcionou como uma autarquia até 2007, quando foi extinto por uma lei proposta pelo então governador Roberto Requião (PMDB).

Em 1995 o governo Jaime Lerner (DEMO) autorizou a Serlopar a explorar bingos e videoloterias on-line (caça-níqueis). Em 2001 Jaime Lerner contratou a empresa Larami, cujos sócios são Carlinhos Cachoeira e Roberto Coppola, para operar o Serlopar (Cachoeira e Coppola entraram na empresa dias antes da licitação).

Em 2003 o então governador Roberto Requião (PMDB) revogou as resoluções de Lerner que permitiam o funcionamento de bingos e caça-níqueis no estado e em 2004 rescindiu por decreto o contrato com a Larami devido a suspeitas de irregularidades na licitação.

O que mais é estranho é que ninguém da imprensa está informando que o jogo foi implantado no Paraná pelo ex-governador Jaime Lerner (DEMO), que era apoiado pelo PSDB e pelo atual governador Beto Richa. Inclusive, Beto Richa foi deputado estadual da base de apoio de Lerner.

Por fim, é vergonhoso o que o “jornalista” Fábio Campana, o presidente da Assembleia Legislativa Valdir Rossoni e o deputado federal delegado perdigueiro de Beto Richa, Fernando Francischini (PSDB), estão fazendo em defesa de Beto Richa e ataques a Requião.

Requião botou os bicheiros para correrem, Beto Richa supostamente deu esperanças do retorno do jogo no Paraná. E Lerner foi quem implantou o jogo.