Beto Richa vai liberar R$ 300 mil para cada Deputado Estadual. PMDB quer R$ 1,5 milhão

Notas políticas de hoje na Gazeta do Povo

Apoio caro

A aproximação entre a bancada do PMDB na Assembleia Legislativa e o governo do Paraná pode pesar no bolso do governador Beto Richa (PSDB). Num primeiro momento, o Executivo pretende liberar R$ 300 mil a cada um dos 54 deputados para emendas individuais ao orçamento do ano que vem. O PMDB, porém, acha o valor muito baixo e exige pelo menos R$ 1,5 milhão por parlamentar. “Com R$ 300 mil, vou destinar R$ 10 mil para os 35 municípios que atendo e ainda vou ter de completar com R$ 50 mil do meu bolso. Isso os vereadores de Curitiba têm”, ironizou o peemedebista Nereu Moura (foto). Líder do governo na Assembleia, Ademar Traiano (PSDB) negou que o governo já tenha fixado o valor das emendas e disse que, dentro do orçamento, o Executivo vai trabalhar para atender às demandas dos parlamentares.

Blog do Tarso foi bloqueado na rede do Governo Beto Richa

Hoje vários leitores do Blog do Tarso informaram que o blog foi bloqueado para acesso pelos computadores da Administração Pública do Estado do Paraná.

A pergunta que não quer calar: todos os blogs foram bloqueados, inclusive o do Fábio Campana, ou apenas o Blog do Tarso?

Realmente o forte do governo Beto Richa não é o exercício do contraditório.

Censura para ganhar a eleição, censura para se manter no poder.

Será que o bloqueio é para que os servidores não fiquem sabendo, por exemplo, da contribuição extra que terão que pagar para se aposentarem?

Beto Richa lança hoje o Programa “Privatizando” a Gestão Pública

O governador Beto Richa (PSDB) lança hoje, 17h30, no Palácio das Araucárias, o programa Modernizando (traduzindo: privatizando) a Gestão Pública, em parceria com o Movimento Brasil Competitivo (MBC).

A idéia principal é privatizar tudo o que ele ver pela frente.

O presidente da Câmara de Política de Gestão e Competitividade, representante da ala que defende o ideário neoliberal-gerencial do governo de Dilma Rousseff (PT), Jorge Gerdau Johannpetter, é fundador do MBC e participará do lançamento do programa, que tem como discurso a eficiência, o mesmo da década de 90 do governo FHC, quando era Ministro o Bresser Pereira.

Na verdade é um modelo de privatização, precarização da Administração Pública e fuga do regime jurídico administrativo.

O MBC já recomendou o modelo neoliberal-gerencial nos governos estaduais de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Sergipe e Rio de Janeiro e na Prefeitura de Curitiba, além de diversos outros municípios brasileiros, com excelentes resultados para os interesses do grande capital, o que desencadeia um retorno ao patrimonialismo.

Uma das principais idéias do movimento é privatizar os hospitais públicos e repassá-los às organizações sociais, conforme denúncia em recente post do Blog do Tarso.

Ministra Gleisi diz que Beto Richa não tem projeto estruturante para o Estado do Paraná

Publicado hoje na coluna “notas políticas” da Gazeta do Povo

Críticas pesadas

Em reunião no fim de semana, em Curitiba, com pré-candidatos a prefeito do PT nas eleições de 2012, a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (foto) cobrou do governador Beto Richa (PSDB) projetos estratégicos de longo prazo para o Paraná. Dizendo que o tucano não tem um projeto estruturante para o estado, ela afirmou que jamais foi procurada por Richa para debater o tema, ao contrário de lideranças de outros estados. O discurso foi seguido pelo ministro das Comuni­­­cações, Paulo Bernardo, que declarou que o Paraná, apesar da representatividade do estado no governo federal, recebe menos recursos da União pela falta de projetos para políticas públicas e programas de infraestrutura.

Recordar é viver: Beto Richa aprendeu Democracia e cooptação com FHC

Charge do Angeli de 1998

Charge de Angeli em 1997

Exclusivo: Beto Richa pretende privatizar saúde, informática e demais áreas sociais via OSs

O instituto jurídico da Organização Social – OS é um modelo de privatização criado no Governo FHC (PSDB), pelo então Ministro Bresser Pereira, nos termos da Lei 9.637/98, para privatizar as escolas e hospitais públicos, assim como as demais atividades sociais, para entidades privadas sem fins lucrativos, do Terceiro Setor.

O então Prefeito de Curitiba Cássio Taniguchi (atual Secretário de Planejamento de Beto Richa) criou o modelo em Curitiba e privatizou a informática da cidade para o ICI – Instituto Curitiba de Informática.

Como prefeitos, Beto Richa (PSDB) e Luciano Ducci (PSB) mantiveram essa privatização com claro intuito de fuga do regime jurídico administrativo.

Após negar na campanha de 2010 que iria privatizar e dizer que nem conhecia o modelo de privatização via Organizações Sociais – OS (conforme o vídeo acima), o atual governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), e sua equipe, estão formulando o Anteprojeto de Lei das Organizações Sociais (OS) do Paraná, que já até passou pela análise da Procuradoria-Geral do Estado, conforme informação exclusiva do Blog do Tarso.

Com isso poderá privatizar a saúde, educação, informática, assistência social e demais atividades sociais para ONGs, entidades privadas que não fazem licitação nem concurso público e não são fiscalizadas pela população ou pelo Tribunal de Contas.

Bem num período que o STF pode julgar inconstitucional o modelo privatizador das OSs. Sobre o tema, inúmeros posts do Blog do Tarso ou no meu livro Terceiro Setor e as Parcerias com a Administração Pública: uma análise crítica (Fórum, 2ª ed., 2010)

Será que o povo paranaense irá permitir?

Tarso Cabral Violin

Justificativa para a paralisação do Governo Beto Richa

Justiça de SP veta tentativa de censura da Folha de S. Paulo. Quando a Justiça do Paraná vai impedir as tentativas de censura de Beto Richa?

“FolhaxFalha”: juiz dá lição nos Frias

Esse homem não gosta de humor e paródias

por Rodrigo Vianna

Escrevinhador “teve acesso” à sentença do juiz da 29 Vara Cível de São Paulo, que julgou (em primeira instância) o importante caso “FalhaxFolha”. Aparentemente, o jogo terminou empatado. Ou seja: o juiz acolheu “parcialmente” o pedido da “Folha”, determinando o “congelamento” do dominio “falhadesãopaulo.com.br”, mas rejeitou todo o resto.

O empate pode ser visto como derrota para os Frias. O juiz deu uma lição do que seja liberdade de expressão.  Destaco, especialmente, esse trecho da sentença do juiz, que pode ser visto como vitória dos irmãos Bocchini (Mario e Lino, donos do site “Falha”):

Descabida, ainda, a imposição, ao réu {irmãos Bocchini – nota do Escrevinhador} do dever genérico e permanente de se abster de utilizar de imagens, logomarcas e excertos do jornal da autora, o que equivaleria a proibi-lo de parodiar o jornal, caracterizando indevida limitação ao direito de livre manifestação do pensamento, criação, expressão e informação previsto nos arts. 5º, IV, e 220, caput, da Constituição Federal. Deve ser rejeitado, também, o pedido de dano moral formulado pela autora. Como vimos acima, o tanto o nome de domínio quanto o conteúdo crítico do website do autor podem ser definidos como paródia, a qual, sendo exercício da liberdade de manifestação constitucionalmente garantida, não caracteriza ato ilícito apto a ensejar reparação por dano moral.”

Veja a matéria completa e a sentença do Juiz: Continuar lendo

Gustavo Fruet detona Beto Richa, Luciano Ducci e PSDB em entrevista na Época

QUEM É: Filho de Maurício Fruet, prefeito de Curitiba entre 1983 e 1985, foi deputado federal por três mandatos. O QUE FEZ: Em 2005, foi sub-relator da CPI dos Correios, que investigou as denúncias sobre o mensalão no governo Lula. No ano passado, perdeu a eleição para o Senado. Foto: Renata Chede/ÉPOCA

“Nem na ditadura teve uma lógica de aproximação com todos os partidos como no Governo Beto Richa”.

“O PSDB não tem projeto”

“O PSDB não existe no Paraná”

“Beto Richa me prometeu o comando da executiva municipal do PSDB. Derosso e Luciano Ducci vetaram e o Beto Richa ficou com eles e silenciou”.

“Sempre que converso com alguém, há uma tentativa de cooptação por parte do governo Beto Richa e da prefeitura de Luciano Ducci. O Beto Richa foi pedir para o Gilberto Kassab não me apoiar.”

Entrevista publicada na revista Época 696, de 19/09/2011

Gustavo Fruet: “O PSDB não tem projeto”

O ex-deputado, estrela tucana na investigação do mensalão, critica o partido que acabou de deixar

DANILO THOMAZ

Conhecido por sua atuação combativa em Brasília, principalmente na CPI do Congresso que investigou o mensalão, em 2005, o ex-deputado federal Gustavo Fruet, do Paraná, aparecia frequentemente listado como uma das mais importantes lideranças da oposição ao governo petista. Em junho, porém, Fruet deixou o PSDB com o discurso de que precisava recomeçar sua carreira política. Derrotado nas eleições para o Senado no ano passado, ele diz que esperava contar com o apoio do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), para se qualificar como pré-candidato à prefeitura de Curitiba no ano que vem. Isso não ocorreu, e, agora, Fruet está mais próximo de partidos que compõem a base do governo Dilma Rousseff, como PDT e PCdoB.

ÉPOCA – O atual prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, era um quadro promissor do PSDB. Saiu e foi para o PMDB. O mesmo ocorreu com o deputado Gabriel Chalita, em São Paulo. Agora, o senhor. Por que o PSDB não consegue reter seus novos quadros?
Gustavo Fruet – São vários fatores. Primeiro, o PSDB é muito influenciado pela prevalência da política paulista. Segundo, há uma cultura partidária autofágica, uma soma de projetos pessoais, em vez de um partido. Terceiro, não há cultura do incentivo. Acaba que não renovamos a vida partidária. Há também uma visão centralizadora. A visão da capital federal define como vai ser a política no Brasil. O PSDB não tem clareza em relação aos projetos de médio e longo prazo. O PSDB chegou a ter mais de 100 deputados. Na última eleição, elegeu 55 ou 56.

ÉPOCA – O senhor vê futuro para o PSDB como sigla de oposição?
Fruet – Sempre haverá espaço para oposição, mas o PSDB hoje está refém de uma situação que não é uma estratégia política. Qual é? Esperar a tragédia do governo. Quer usar uma crise econômica ou política para tentar tirar da base do governo partidos como o PSB, o PDT, o PMDB. Mas nos Estados é muito comum o PSDB estar coligado a partidos que são aliados do PT no plano nacional.

ÉPOCA – Quais foram seus atritos no PSDB?
Fruet – Quando entrei, em 2004, foi para apoiar o Beto Richa (à prefeitura de Curitiba). Ele estava atrás nas pesquisas, eu o apoiei, ele foi eleito. Em 2008, o apoiei para a reeleição. Sempre houve muita clareza de que me preparava para ser o sucessor. Em 2008, abri mão da indicação de ser o vice dele para manter a coligação com o PSB. Nesse período, fiquei muito focado no Congresso, participei do Conselho de Ética e de uma CPI. Eu me afastei da política local. Fiquei sem nenhum diretório do PSDB. Abri mão do espaço na executiva estadual. E o compromisso que tinham de me deixar na executiva municipal não foi cumprido. O partido nunca se reuniu para fazer tese, congresso, convenções. Em 2010, preparei-me para ser candidato a senador. A executiva estadual trabalhou contra. O PSDB preferiu apoiar o Ricardo Barros (PP), que era candidato do Lula, e o Osmar Dias (PDT). É assim: a gente fica na política nacional, no combate, e no Estado o partido dá apoio a aliados do governo federal. Na última hora, o Osmar resolveu sair, e me chamaram para concorrer ao Senado. Abri mão da reeleição (para deputado)para tentar o Senado e dar tempo de TV para o PSDB, para ajudar o (José) Serra, candidato à Presidência.

É assim: a gente fica na política nacional, no combate, e no Estado seu partido dá apoio a aliados do governo federal”

ÉPOCA – Qual é o principal problema do PSDB no Paraná?

Fruet – O PSDB não existe no Paraná. Em muitos municípios, dirigentes apoiaram o Beto para governador e, ao mesmo tempo, a Gleisi Hoffmann (PT) e o Roberto Requião (PMDB)para o Senado. É importante para vermos o que é fidelidade partidária… O fato de haver um partido constituído não significa que ele esteja seguindo um programa.

ÉPOCA – O senhor saiu do PSDB por falta de espaço para disputar a prefeitura. É isso?
Fruet – Depois da eleição (de 2010), pedi só uma coisa para o Beto: apoio para conseguir o comando da executiva municipal. Ele assumiu esse compromisso. Mas o presidente da Câmara e um grupo ligado ao prefeito (Luciano Ducci, prefeito de Curitiba, do PSB) vetaram. O Beto ficou com eles. Pedi espaço para construir a candidatura, depois decidiríamos. Mas houve um silêncio constrangedor.

ÉPOCA – Alguém do PSDB ofereceu apoio?
Fruet – Não em público. Aí não adianta. Não pedi para ser ungido. Queria fazer uma consulta, pesquisas. Tentaram abafar minha candidatura. O Beto Richa começou a criar secretaria, dar cargo para vereador e cooptar quase todos os partidos. Sempre apareci bem nas pesquisas. Ficaram me cozinhando.

ÉPOCA – Quem lhe ofereceu ajuda?
Fruet – O Sérgio Guerra (presidente nacional do partido) e o Serra. Não houve promessa, no sentido “eu garanto”. Conversei com eles por telefone, eles estiveram em Curitiba no casamento do filho do Beto. O compromisso deles era conversar, buscar uma solução.

ÉPOCA – Quando o senhor saiu do partido, alguém ligou?
Fruet – O único que ligou foi o Aécio (Neves, senador).

ÉPOCA – O que o senhor acha do governo de Beto Richa?
Fruet – A avaliação dele é positiva aqui. Ele ganha como contraponto do Requião (ex-governador). O lado negativo é a lógica de aproximação com todos os partidos. Nem na ditadura teve algo assim. É uma dependência brutal do governo. Todos, com exceção do PT, estão votando com o governo na Assembleia. O PMDB, que era oposição, está com o governo, com exceção de um deputado.

ÉPOCA – O senhor ficou nacionalmente conhecido pela atuação na CPI dos Correios, na investigação do mensalão. Agora está prestes a ingressar na base do governo. Qual é sua opinião sobre o mensalão hoje?
Fruet – Mantenho as mesmas posições. Foi um fato sério, que mudou profundamente a forma de acompanhamento da política do Congresso e tem efeitos até hoje. Uma marca muito negativa do governo no Congresso.

ÉPOCA – Que marcas deixou no Congresso?
Fruet – Um desgaste profundo. O Congresso não conseguiu mais sair dessa agenda negativa. São certos hábitos que estão enraizados. A forma de relação com o Executivo não se sustenta. É o que está acontecendo agora, esta sequência de queda de ministros. Vou além: não se concluiu muito do que se levantou na época. Vai ficar eternamente no sigilo.

ÉPOCA – Já escolheu algum partido para sair candidato à prefeitura?
Fruet – Não. Vim a Brasília por isso e tentei conversar com algumas lideranças. É importante evitar que o partido seja cooptado pelo governo do Beto Richa. Além disso, são poucos os partidos que não estão na base da prefeitura de Curitiba. Só PDT, PCdoB e PV são independentes. E o PT. Para o PT, não vou, sem demérito. Para o PMDB do Requião, também não vou. Vim conversar com a Rosane Ferreira, do PV, com o Osmar Dias, do PDT, e com dirigentes do PCdoB. Agora, sempre que converso com alguém, há uma tentativa de cooptação por parte do governo e da prefeitura. PSD? O Beto foi pedir para o Gilberto Kassab não me apoiar. DEM? Eles criaram uma Secretaria Especial de Habitação para acomodar o DEM. Essa é a política real.

ÉPOCA – O senhor tem conversado com o ministro Paulo Bernardo, do PT?
Fruet – Não. Ontem (terça-feira 13), falei com ele pela primeira vez. Uma conversa política, de conjuntura, mas nada conclusivo. O PT trabalha para eleger a Gleisi governadora em 2014. Para o PT é importante ter candidatos (a prefeito) ou apoiar candidatos nas principais cidades do Paraná.

Briga de tucanos segundo José Simão

Recordar é viver. O José Simão, em 12 de maio de 2011, em sua coluna na Folha de S. Paulo e na rádio Bandnews, informou como são as brigas dos membros do PSDB:

E vocês já viram tucano brigando? “Bobo.” “Pobre.” “Cara de mamão!” “Bolha.” “Você não entende de vinho.” “Você não come vol-au-vent.”

Como seria a briga entre os tucanos do Paraná, Beto Richa, Derosso e Rossoni?

As melhores sugestões ganham uma receita de vol-au-vent!

Vol-au-vent

Gestão de Fernanda Richa é um desastre: 5 adolescentes mortos nos educandários nos últimos 4 meses. Ministério Público culpa Beto Richa.

Família Imperial paranaense

O Governador Beto Richa (PSDB), para dar maior poder a sua própria família, criou a Super-Secretaria da Família e a deu de presente para sua esposa, Fernanda Richa, assim como criou a Super-Secretaria de Infraestrutura e a presenteou para o irmão Pepe Richa.

O problema é que para presentear sua esposa o governador extinguiu a Secretaria de Estado da Criança e do Adolescente. A Gazeta do Povo de hoje informa que esse ato de Beto Richa ocasionou a morte de cinco adolescentes nos últimos quatro meses nos educandários estaduais, instituições que deveriam protegê-los e ressocializá-los. Segundo o jornal “as mortes revelam que o problema não é pontual e coincidem com a redução do quadro de educadores sociais e a recente extinção da Secretaria da Criança e da Juventude”.

Uma fonte do Judi­ciário ouvida pela Gazeta do Povo disse que os adolescentes ficaram “sem pai nem mãe entre janeiro e junho”, ou seja, bem no período que Fernanda Richa assumiu como Secretária no Governo Beto Richa.

Segundo a reportagem, para o promotor de Justiça Murilo Digiácomo, do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça da Infância do Ministério Público do Paraná, a morte de adolescentes que estavam sob a tutela do Estado é tão grave que o próprio governador deveria se manifestar a respeito. Para ele a raiz do problema está na extinção da Secretaria da Criança e Juventude desmontada por Beto Richa e Fernanda Richa, mesmo com manifestações contrária de organismos como o Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente.

O promotor acredita haver tempo de Beto Richa reconhecer o erro e recriar a secretaria: “Não é uma reivindicação só do Ministério Público, mas da sociedade” e “queremos ajudá-lo a perceber que errou e reflitir a respeito, uma reflexão que a sociedade já havia feito ao se manifestar contra a extinção da secretaria”. Finaliza dizendo que se não houver mudanças, a tendência é a repetição de novas tragédias nos educandários do Paraná.

Veja a matéria completa da Gazeta do Povo de hoje:

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O que anda acontecendo na PGE e em sua Corregedoria no Governo Beto Richa? Há algo de podre no Reino da Dinamarca?

O Blog do Tarso está investigando e pode sair notícias/denúncias sobre o tema nos próximos dias.

Beto Richa concede aumento de 5,91% para os professores. Na campanha prometeu 26%, veja o vídeo.

Vejam que na hora da promessa ele não consegue olhar para os professores:

Beto Richa descumpre mais uma promessa de campanha: salas de aula lotadas.

Há poucos dias denunciei que a comunidade escolar protesta contra junção de turmas determinada por Beto Richa, o que está acarretando turmas lotadas nas escolas públicas municipais.

Veja o que o atual Governador do Estado do Paraná, Beto Richa (PSDB), prometeu na campanha (divulgado pelo Esmael Morais):

Beto Richa reduziu em 5 vezes os investimentos públicos no Paraná

"Uma certa distância sempre é bom!" Beto Richa

Por Sérgio Bertoni do Paraná Blogs

Enquanto investimento público cresce 180% no RS, no PR reduz 5 vezes

Dados oficiais dos estados do Paraná e do Rio Grande do Sul, publicados no jornal Valor Econômico, mostram claramente que os governos demotucanos reduzem o investimento, pisam no freio e jogam lenha na fogueira da crise

Enquanto no Rio Grande do Sul, governado pelo petista Tarso Genro, os investimentos públicos subiram mais de 180%, de R$ 210 milhões em 2010 para R$ 590 milhões em 2011 no período de janeiro a junho, no Paraná do tucano Beto Richa os investimentos do estado cairam 5 vezes. Foram de R$ 290 milhões em 2010 para R$ 60 milhões em 2011.

No período de janeiro a junho, a arrecadação no Paraná subiu de R$ 10,8 bilhões em 2010 para R$ 11,8 bi em 2011 e no Rio Grande do Sul foi de R$15,63 bi em 2010 para R$ 16,7 bi em 2011. Já as despesas primárias nos dois estados cresceram igualmente em R$ 700 milhões.

Proporcionalmente ao tamanho do estado e de sua atividade econômica a arrecadação no PR cresceu mais que no RS. A capacidade de investimento do PR também é, tanto em termos absolutos como proporcional, maior que a do RS neste começo de 2011. Contudo isso não representou aumento nos investimentos do estado governado pelo demotucano.

Arte: Valor Economômico, 08/09/2011

O que diferencia os dois governos do sul do país são suas opções políticas, econômicas e sociais.

Enquanto o governo Petista gaúcho prioriza o social, investimento público e o papel indutor do estado na economia, o governo tucano parananese prioriza os rentistas, os grandes bancos e empresas transnacionais.

O governo gaúcho está a serviço de seu povo, de seu estado e de seu país, enquanto que o governo paranaense está a serviço de interesses outros que não os de seus eleitores.

Os dados mais uma vez desmaracam a mentira do PiG e dos demotucanos sobre a competência administrativa dos últimos, mito ideologicamente criado para contrapor o interesse transnacional defendido pelo PiG e demotucanos e os interesses do Brasil e dos brasleiros representados pelos governos democráticos populares capitaneados pelo PT e outras forças de esquerda.

Só a crédula classe média do sudeste e do sul do país, leitora do PiG, é capaz de acreditar que os demotucanos são competentes, defendem seus interesses e estão preocupados com o fim da corrupção no país. Eles querem que o Brasil afunde na crise neoliberal o mais rápido possível. A redução dos investimentos por eles feitas em toda a região mostram isso.

Beto Richa vai privatizar o 190 da PM do Paraná

O Secretário de Segurança do Paraná, Reinaldo de Almeida César, durante o Olho no Olho de hoje com Joice Hasselmann na rádio Bandnews, disse que o governo Beto Richa (PSDB) vai terceirizar o sitema 190 da Polícia Militar do Paraná. Mais uma privatização de Beto Richa!

Ou seja, quem vai atender as ligações do 190, ao invés de ser um servidor concursado profissional, será um trabalhador de uma empresa privada terceirizada.

Conforme já divulguei no Blog do Tarso, o Instituto Curitiba de Informática – ICI, outro exemplo de privatizaçao nas gestões de Cássio Taniguchi, Beto Richa e Luciano Ducci, paga para os teleatendentes do 156 da prefeitura de Curitiba o salário de R$ 671,73. Uma vergonha! Corte de custos com o discurso falso da eficiência que na verdade precariza o serviço.

Governo Beto Richa é contra fiscalizar os pedágios por meio de CPI

O líder do governo Beto Richa na Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Ademar Traiano (PSDB), quer impedir a instalação da CPI dos Pedágios, o que prejudicaria as negociações entre governo e as concessionárias. Traiano promete usar todos os artifícios para tentar barrar a instalação da CPI. Espero que sejam artifícios legais e legítimos.

Gazeta do Povo denuncia que Beto Richa e seu irmão silenciam sobre o pedágio

Criador e criatura

Hoje na Coluna de Celso Nascimento na Gazeta do Povo

Impasse 1

Reina silêncio absoluto de todos os lados sobre a questão do pedágio. Logo nos primeiros dias de governo, o secretário de Infraestrutura e Logística, Pepe Richa, anunciou o início de negociações com as concessionárias visando reduzir as tarifas. Nem as concessionárias se entusiasmaram com a ideia nem o governo federal, que é “dono” das estradas delegadas e pedagiadas pelo estado, se animou. E o assunto, hoje, parece esquecido.

Impasse 2

O impasse residiria num ponto do qual as concessionárias não demonstram vontade de abrir mão: elas pretenderiam prorrogar em mais 15 anos os contratos atuais (que terminam em 2023) em troca da diminuição das tarifas. O governo do estado teme o impacto político que sofrerá se aceitar esta proposta. Além disso, não pode fazê-lo unilateralmente – é preciso que o governo federal concorde. Já experiente no ramo do pedágio barato, o governo federal prefere esperar pelo fim dos contratos e, no futuro, mudar o modelo de concessão adotado no Paraná.

Requião acha que proposta de Beto Richa e Taniguchi de endividamento do Paraná é um absurdo

Para Requião, proposta é um “absurdo”

Publicado hoje na Gazeta do Povo

A liberação dos US$ 650 milhões negociados pelo governo do Paraná com o Bird e o BID precisará do aval da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e, depois, do Senado. A princípio, nenhum dos três senadores paranaenses garantiu que votará a favor da demanda. Roberto Requião (PMDB) adiantou que não vai apoiar contratos que se destinem a vários projetos, como o do Banco Mundial.

“É um verdadeiro absurdo essa tentativa de endividamento do Paraná, mas vamos analisar. Se o empréstimo tiver um destino conhecido, claro, como por exemplo, a saúde pública, terá nosso apoio. Agora, empréstimos guarda-chuva, que podem se destinar ao que o governador quiser, em qualquer momento, eu não vou apoiar”, disse Re­­quião.

Para Alvaro Dias (PSDB), é preciso ter cautela e se preocupar com a relação custo-benefício dos acordos. “Não é certo emprestar por emprestar. Precisamos analisar bem as taxas de juros, prazos, carências e, principalmente, qual é o retorno que a população terá com esse investimento”, declarou o tucano.

Para Sérgio Souza (PMDB), o endividamento normalmente não é a melhor opção para as contas do estado, mas é preciso saber o detalhamento da proposta. “Voto a favor daquilo que seja bom para o Paraná.” Afilhado político do ex-governador Orlando Pessuti (PMDB) e suplente da atual ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT), Souza tem pouca afinidade com Beto Richa – o mesmo acontece com Alvaro e Requião.

Durante a tramitação na Casa, as propostas vão precisar passar primeiro pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), antes de ser votadas em plenário. Entre os paranaenses, apenas Requião está entre os 27 titulares da CAE (Alvaro é suplente).

O cenário pode repetir a novela que envolveu o último empréstimo internacional feito pelo estado. Em 1997, Requião emperrou um empréstimo internacional de R$ 456 milhões solicitado pelo então governador Jaime Lerner para investimentos em educação, saneamento (Paraná­San) e agricultura (Paraná 12 meses). A proposta demorou 536 dias para ser aprovada.

“Já vi esse filme antes”, disse o secretário de Planejamento, Cassio Taniguchi, ao ser questionado pelo fato de Requião ser o único paranaense titular da CAE. Requião citou o secretário para justificar sua postura. “Peguei o estado quebrado nas mãos desses Taniguchis da vida. Eu, aqui no Senado, não vou permitir que o próximo governo tenha que administrar o caos que eu tive de administrar.”

Veja matéria completa aqui

A Grande Família curitibana

Abertura da Grande Família de Curitiba que um leitor encaminhou para o Blog do Tarso. Aqui, tudo é para a família, deles…

Publicado no youtube pelo Cleverson do Rodopiou