Guerra e pena
Publicado hoje na Gazeta do Povo
Por ADEL EL TASSE
O Brasil rompeu com o método tra dicional, firmando-se como a primeira grande potência absolutamente paci fista na história
Publicado hoje na Gazeta do Povo
Por ADEL EL TASSE
O Brasil rompeu com o método tra dicional, firmando-se como a primeira grande potência absolutamente paci fista na história
Ver matéria no http://www.spiegel.de
Uma coisa devo confessar, os neoliberais-gerenciais são bastante criativos. Sempre disse, inclusive consta no meu livro Terceiro Setor e as Parcerias com a Administração Pública: uma análise crítica (Fórum, 2ª ed., 2010), que as Parcerias Público Privadas – PPPs na saúde são inconstitucionais, quando utilizadas para terceirizações de atividades fim. Agora o Governo Gilberto Kassab (PSD, ex-ARENA, ex-PDS, ex-PFL, ex-DEMO), na Prefeitura de São Paulo, vem com uma nova proposta criativa: fazer PPPs de atividades meio e continuar privatizando a gestão dos hospitais construídos via as Organizações Sociais da Saúde – OSS, que serão consideradas inconstitucionais pelo STF ainda neste ano.
Fuga do regime jurídico administrativo, receio de administrar a coisa pública, medo de licitações, horror de concursos públicos, privatizações/terceirizações de atividades fim.
“Eles nao desistem!”
Vejo o texto do Secretario da Saúde de Kassab publicado hoje na Folha de S. Paulo:
Limite das PPPs na saúde
Por JANUARIO MONTONE
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Adotamos a concessão parcial, limitada aos serviços não clínicos, hoje já terceirizados; a execução de todos os serviços clínicos será do setor público |
O Brasil afinal descobriu o potencial das parcerias público-privadas (PPPs) na área da saúde. Instrumento já comum nos projetos de infraestrutura, elas ainda são novidade como alternativa para suprir as imensas demandas da saúde.
Em artigo nesta Folha (16/1), o professor Bresser-Pereira, com a propriedade de sempre, alertou para os riscos da privatização na saúde. Louva o modelo de organizações sociais (OS) implantado por Mário Covas, mas é contra entregar a gestão dos equipamentos ao mercado. Concordo com ele, mas o projeto paulistano está longe de significar a privatização da saúde.
Na Bahia, por exemplo, já existe uma PPP estadual. Um concessionário privado está concluindo a construção do hospital do Subúrbio, em Salvador, e vai colocá-lo em funcionamento e gerenciá-lo.
As prefeituras de Belo Horizonte e São Paulo lançaram consultas públicas. A de São Paulo envolve 12 hospitais (três novos, seis com novas instalações e reforma de outros três), com um aumento de 980 leitos, ampliação de 80%.
O mais importante é que irão transformar o modelo de atenção hospitalar no setor público. Serão incorporadas e integradas ações de prevenção, promoção (primária e especializada) e a assistência hospitalar, inclusive cirurgias eletivas e de hospital-dia.
Adotamos a concessão parcial, limitada aos serviços não clínicos, hoje já inteiramente terceirizados: limpeza, manutenção, vigilância, alimentação, lavanderia…
A gestão, o gerenciamento e a execução de todos os serviços clínicos serão do setor público, diretamente ou por meio de OS sem fins lucrativos, modelo que a cidade de São Paulo expandiu e que hoje responde por cinco hospitais, 15 prontos-socorros e outros 312 equipamentos de saúde.
O concessionário vai construir e equipar os hospitais com recursos próprios e nos parâmetros definidos pela prefeitura (disponíveis em www.ppp.prefeitura.sp.gov.br).
Após a entrega do hospital, prestará os serviços não clínicos por 15 anos. Ou seja, não receberá nada antes de concluir e entregar o que foi contratado.
Completaremos assim um círculo virtuoso na gestão da saúde pública. Vamos trazer o investimento privado em troca da concessão dos serviços já contratados no mercado e as OS sem fins lucrativos para o gerenciamento clínico dos hospitais dedicados exclusivamente ao atendimento do SUS (Sistema Único de Saúde).
O projeto é inspirado no modelo da Espanha, onde a comunidade de Madri construiu oito novos hospitais com as PPPs, sete deles por concessão parcial e limitada aos serviços não clínicos. São todos hospitais públicos, servindo ao excelente sistema de saúde espanhol.
Entendo que a concessão integral dos serviços hospitalares a consórcio privados é prematura, e até mesmo arriscada, quando ainda não definimos qual será o modelo da integração dos subsistemas público (SUS) e privado (planos de saúde). As PPPs devem servir para melhorar mais rápido a qualidade de atendimento e de gestão do SUS, melhorando, dessa forma, a vida das pessoas.
JANUARIO MONTONE é secretário municipal de Saúde de São Paulo e autor de “Planos de Saúde, Passado e Futuro”. Foi presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar.
Francisco do Rêgo Monteiro Rocha Jr e Maicon Guede
A Lei 8.137/1990 prevê, dentre outros, os crimes contra a ordem tributária em nosso país. Em seus artigos 1.º e 2.º trata das hipóteses em que deixar de pagar, ou, pagar menos impostos do que o devido se constitui em crime. Basicamente se faz necessário, além da redução ou supressão do imposto, algum tipo de fraude, como a omissão de informações ao fisco (art. 1.º, I) e falsificação de notas fiscais (art. 1.º, II). No artigo 2.º, em algumas hipóteses, nem mesmo a fraude é necessária, bastando o não recolhimento de valor retido, configurando verdadeira hipótese de prisão civil ao arrepio da Constituição da República.
Jornal Brasil de Fato
Quando o Presidente olhou ansioso para o público após mencionar a pérfida Cuba, esperando uma explosão de aplausos, houve um silêncio glacial
23/03/2011
Por Fidel Castro Continuar lendo
Publicado no Carta Maior
Ao receber o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Nacional de Cuyo, na Argentina, o escritor uruguaio dedicou o mesmo aos militantes da água “que em Mendoza e muitas outras comunidades do mundo lutam contra as mineradoras que a contaminam, as empresas florestais que a secam e contra todos os que traem a natureza, convertendo a água em um negócio e não um direito de todos”.
Voto em lista na reforma política
Por Zeca Dirceu
A reforma política toma corpo no Congresso Nacional. A Câmara e o Senado já
formaram suas comissões e estão convocando audiências públicas para debater
as propostas com a participação de entidades como OAB e CNBB.
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ONU: dois pesos, duas medidas
A resolução contra a Líbia só pôde ser adotada quando os EUA tornaram possível seu não envolvimento direito, delegando a execução das operações militares à França e ao Reino Unido
Folha de S. Paulo de domingo
Robôs ganham licitações e preocupam empresários
Lance automático em pregões do governo exclui quem não tem o software
Paula Giolito/Folhapress![]() |
O empresário Henrique Dendrih, que tem nas vendas para o governo 70% de seu faturamento médio, se diz prejudicado
Bandeira nazista no consulado alemão, no 1º andar do Edifício Garcez, na década de 30. Hoje na Gazeta do Povo.
Hoje fiquei assustado com a foto do Edifício Garcez em Curitiba publicada na Gazeta do Povo, provavelmente na década de 30, da bandeira nazista hasteada no Consulado alemão que ficava no primeiro andar do edifício, em plena boca maldita.
Já sabia que o integralismo sempre foi forte em Curitiba, que o integralista Plinio Salgado venceu apenas em Curitiba, entre as capitais, nas eleições para Presidente na capital, e que até hoje a direita domina a política curitibana, mas nunca imaginei uma bandeira nazista hasteada livremente no ponto mais importante da capital.
Tendências e debates de sábado na Folha de S. Paulo.
Blog do Tarso prefere o SIM. Vejam a defesa do sim e não:
A Líbia e o DJ do Império
Passadas duas décadas, e tendo vivenciado o que entrou para a história como Doutrina Bush, uma lição não pode ser esquecida pelas forças progressistas. Ainda mais agora, quando, a pretexto de “conter a barbárie de um ditador”, EUA, França e Inglaterra lançam mísseis na Líbia: o imperialismo encurta tempos e espaços.
Por Gilson Caroni Filho (publicado no Carta Maior)
Do Blog do Esmael
O ex-Deputado Estadual Elton Welter do PT e o ex-Secretário de Saúde do Paraná Gilberto Martin do PMDB disputam por uma vaga de Deputado Estadual na Assembléia Legislativa do Paraná, uma vez que Romanelli (PMDB) se licenciou do cargo para assumir a vaga de Secretário do Trabalho do Governo Beto Richa.
Defendo que a vaga é da coligação, e assim Welter assumiria, pois ele tem mais votos do que Martins. Por enquanto a tese de que a vaga é do partido é a vencedora, e assim quem tomou posse foi Gilberto Martin.
Hoje no Tribunal de Justiça os advogados das partes, consagrados juristas paranaenses, um da antiga geração e outro da nova, quase partiram para as vias de fato. Um outro importante advogado e jurista paranaense que separou os dois.