III Encontro Nacional de Blogueiros ocorrerá entre 25 e 27 de maio em Salvador/BA

Reta final para o III Blog: programação e local do evento confirmados!

Na reta final para o III Encontro Nacional de Blogueiros, que ocorrerá nos dias 25, 26 e 27 de maio em Salvador (BA), 279 ativistas digitais de todo o país já se inscreveram no sítio do Centro de Estudos Barão de Itararé. A meta é atingir 400 participantes. Toda a estrutura do evento está montada. Graças aos vários apoios, foi possível garantir hospedagem e alimentação aos inscritos. O III BlogProg será feito no Hotel Sol Bahia (Rua Manuel Antônio Galvão, 1075, Patamares, a 12 quilômetros do aeroporto). Continuar lendo

Ministério Público Federal requer fim do pedágio em estrada no Paraná

O Ministério Público Federal propôs ação civil pública contra a concessionária do pedágio responsável pela estrada que liga os municípios de Piraí do Sul e Jaguariaíva, no Paraná. O MPF alega que há atraso no início das obras de duplicação da via, que tem extensão de 46 km, pediu o fim da cobrança do pedágio e multa que pode chegar a R$ 215 milhões.

A privatização das estradas do Paraná e cobrança dos pedágios com valores absurdos foram realizadas pelo governador Jaime Lerner (DEMO), com apoio do PSDB.

Indústria, Igreja, PSDB e DEMO se unem contra tributação de grandes fortunas e previdência para dependentes de homossexuais

A Confederação Nacional da Indústria – CNI, os parlamentares religiosos (católicos e evangélicos), o PSDB e o DEMO impediram nesta quarta-feira (9) a aprovação dos projetos que criam a Contribuição Social das Grandes Fortunas – CSGF e direitos previdenciários para dependentes de homossexuais, na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados.

O projeto que taxa as grandes fortunas cria nove faixas de contribuição a partir de acúmulo de patrimônio de R$ 4 milhões e a última faixa é de acima de R$ 115 milhões, e atinge 38 mil brasileiros com patrimônios que variam nessas faixas. Os recursos dessa contribuição seriam destinados exclusivamente para a saúde. Seriam R$ 14 bilhões a mais para a saúde por ano, sendo que R$ 10 bilhões de apenas 600 pessoas, os mais ricos do país.

Ibope: Serra continua perdendo para sua rejeição em SP. Dilma é a melhor avaliada

José Serra (PSDB), pré-candidato à Prefeitura de São Paulo, tem preferência de 31% dos eleitores da capital, segundo pesquisa Ibope/Estadão/TV Globo. Celso Russomanno (PRB) tem 16%, Netinho (PC do B) tem 8%, Soninha (PPS) com 7%, Gabriel Chalita (PMDB) tem 6%, Paulinho da Força (PDT) com 5% e Fernando Haddad (PT) com 3% das intenções de voto.

O problema para o tucano é a enorme rejeição que ele tem, de 35% dos paulistanos, que dizem que não votariam nele de jeito nenhum.

O petista Fernando Haddad é considerado o favorito para ir ao segundo turno com o demotucano, uma vez que tem rejeição de apenas 12%, ainda é pouco conhecido dos paulistanos, e tem enormes chances de crescer muito, pois terá o apoio do ex-presidente Lula e da presidenta Dilma Rousseff.

Sobre o grau de satisfação dos paulistanos com os governos municipal, estadual e federal, o prefeito Gilberto Kassab (PSD) é considerado ótimo/bom por apenas 22%.

A gestão do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), é considerada ótima/boa por 42%.

A presidenta da república Dilma Rousseff (PT) é a que tem a maior aprovação, com 65%.

 

Zygmunt Bauman sobre pós-modernidade, Estado, rede, filosofia e democracia

ObsCenas

João Cláudio Derosso, ex-PSDB, ex-presidente da Câmara, ex-quase vice de Luciano Ducci, retira o microfone da mão do repórter do CQC e o joga pela janela. Foto: Antonio Costa/Gazeta do Povo

Cláudia Queiroz, ex-esposa de Derosso, que celebrou contrato milionário com a Câmara Municipal de Curitiba. Se diz inocente nos escândalos. Foto de Daniel Caron/ Gazeta do Povo

Queimem Seus Livros de Autoajuda

Por Stephen Kanitz

Ondfica a seção de autoajuda?“, pergunta um cliente ao dono de uma livraria.

“Lamento não poder lhe informar.

Por princípio, essa é a única seção da nossa livraria que o cliente precisa descobrir sozinho.

Ao longo de 10.000 anos criamos vários mecanismos e instituições cujo objetivo era ajudar os jovens a descobrir os caminhos e as soluções para os problemas da vida.

O primeiro foi a família estendida, onde os avós eram o poço de sabedoria das famílias, a voz do bom senso, da ponderação.

Tínhamos também os tios, que não eram tão envolvidos quanto os pais, e podiam dar bons conselhos, nem sempre de acordo com os irmãos.

Tinha o irmão mais velho, que nos defendia e nos abria alguns caminhos.

O segundo mecanismo foi o poder do grupo, do conselho dos anciões, o shamam, as curandeiras, os mitos, os folclores, as tradições que continham verdades escondidas, conselhos milenares que naquela época ajudavam e muito.

Em terceiro foram as religiões escritas, as bíblias, os salmos com centenas de conselhos úteis, que embora pudessem ser considerados textos de autoajuda, eram escritos por pessoas com credibilidade, talvez até por Deus, e eram interpretados e explicados por sábios, sacerdotes preparados para esta função.

Em quarto, temos as Universidades, onde jovens iam à procura de uma profissão e muitas respostas para as grandes questões da vida, onde encontravam “mestres”, “tutores” e discutiam em colóquios e acalorados debates entre os alunos.

E uma das grandes verdades, que todos aprendiam, era que o objetivo da vida era a cooperação humana, a ajuda recíproca, a solidariedade, o convívio entre as pessoas, o carinho, o abraço, a ajuda fraterna.

O egoísmo, o engrandecimento, o sucesso pessoal eram vistos como o lado menor das pessoas, o lado mesquinho, que só traria a infelicidade.

O princípio do livro de autoajuda significa não precisar de ninguém para ter sucesso na vida.

Basta pagar os R$ 30,00 reais e ler o livro.

Não precisa de um mestre, um guia, um guru, um pai, nem avô.

Somente o livro de autoajuda.

Se todos os livreiros fossem iguais ao da piada acima, talvez a ficha caísse para os milhares de compradores de livros de autoajuda.

Que substituiu a religião, a universidade, os pais, os tios, os irmãos mais velhos, a sabedoria dos mais velhos.

Que virou uma religião, uma heresia, e por isto seus livros na tradição medieval, precisariam ser queimados.

Mas não por padres, avós, mestres, mas sim pelos próprios compradores.

Antigamente, o livro de autoajuda mais vendido era o “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”, de Dale Carnegie, meno male, pelo menos induzia você sair do seu casulo e conhecer pessoas.

Os mais vendidos de autoajuda hoje são uma tragédia.

Na próxima vez que você comprar um livro de autoajuda, procure os livros sozinho.

Você estará assim aprendendo desde o início a conviver com a solidão.

Jornal carioca diz que Beto Richa quer vender a Sanepar. Governo nega

Conforme fontes do Blog do Tarso, e noticiado em primeira mão pelo Blog do Esmael, o jornal carioca Relatório Reservado da última segunda-feira (7) informa que o governador Beto Richa (PSDB) pretende privatizar a Companhia de Saneamento do Paraná – Sanepar. O jornal trata de negócios e finanças existe há 40 anos.

Veja a matéria:

Sanepar é um rio que corre rumo à privatização

O governador Beto Richa promete tirar da gaveta uma operação que seus antecessores ensaiaram por diversas vezes, mas sempre ficaram no quase: a privatização da Sanepar. Richa pretende usar e abusar de todo o seu poder político, leia-se, sobretudo, sua notória influência sobre a Assembleia Legislativa, para promover o leilão de uma das mais cobiçadas empresas de saneamento do país. O novo projeto prevê a venda de 51% da companhia. Segundo o RR apurou junto a uma alta fonte do governo paranaense, o estado não apenas seguirá como acionista minoritário como terá uma golden share. O principal objetivo é assegurar que o novo controlador mantenha os investimentos já aprovados e preserve os contratos de concessão com os municípios de pequeno porte. Muitos destes acordos não são rentáveis para o investidor privado, mas têm expressivo valor intangível. Geram dividendos políticos dos quais Richa não pode abrir mão, sobretudo em ano de eleições municipais.

De acordo com a mesma fonte, o governo do Paraná já montou uma equipe para elaborar o modelo de privatização da empresa, formada por integrantes da Secretaria de Fazenda, da Secretaria para Assuntos Estratégicos e da própria Sanepar. A tendência é que seja adotado um critério misto para a licitação, levando em consideração não apenas a melhor oferta pela concessão, mas também o volume de investimentos na expansão da rede de tratamento de água e esgoto no Paraná. O governador Beto Richa pretende lançar o edital de privatização e iniciar o road show até agosto. O RR fez vários contatos com a Sanepar, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição.

Se comparado a seus predecessores, Beto Richa se depara com um cenário bastante favorável para a privatização da Sanepar. O principal motivo diz respeito à trégua societária na estatal. A convivência entre o estado e os sócios privados da empresa, leiase o consórcio Dominó (Opportunity e Andrade Gutierrez), é razoavelmente pacífica, o oposto do que ocorreu durante boa parte da gestão de Roberto Requião. A própria Andrade Gutierrez já teria manifestado interesse em participar do leilão.

Rapidamente o Palácio do Iguaçu emitiu uma nota oficial desmentindo que esteja preparando a privatização da Sanepar, conforme informa Esmael Morais:

“O Governo do Paraná repudia veementemente a informação veiculada no boletim Relatório Reservado de 07 de maio de 2012, dando conta que o Estado prepara um processo para a privatização da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Trata-se de notícia inverídica, descabida e irresponsável.”

Tem gato na tuba? Onde há fumaça há fogo? Estamos de olho!

Especialistas discutem regulamentação da imprensa

Por Pedro Canário do Consultor Jurídico

Quando se trata de liberdade de expressão e de imprensa, quanto menos leis, melhor. Na opinião de especialistas, todas as tentativas de se regulamentar a imprensa, ou de se tutelar a expressão individual dos cidadãos, traz o risco quase inevitável de se levar a restrições à livre circulação de ideias.

O constitucionalista e especialista em Direito Público Gustavo Binembojm é um dos defensores dessa tese. Para ele, qualquer expressão que tenha o sentido semelhante a “controle social da mídia” deve ser rejeitada, principalmente se houver avaliação prévia. Ele explica que esse tipo de discurso é “ambíguo” e “imiscuído” de uma série de intenções não declaradas.

Para o advogado, as intenções de se regular as informações que são tornadas públicas “adotam um discurso que duvida da capacidade de discernimento da população”. Em palestra durante o seminário Liberdade de Expressão, promovido pelo Instituto Internacional de Ciências Sociais nesta quinta-feira (3/5), Binembojm resumiu sua fala: “o Estado não pode se colocar acima do discurso, da expressão”.

Em sua opinião, não se deve discutir critérios para o controle da mídia, por se tratar de uma entidade que não se deve controlar. A interpretação de cada mensagem, diz, deve ser individual, e não feita por controladores, ou censores. “Se permitirmos o controle, vamos à velha questão: e quem controla os controladores? Ninguém! Ficaríamos à mercê de burocratas.”

Nelson Nery Jr., professor de Direito Constitucional da PUC de São Paulo e da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), também presente ao evento, tem discurso semelhante. Ele é contra qualquer tipo de regulamentação à imprensa, ainda que seja feita por um “conselho de autorregulamentação”, como chegou a ser proposto.

Na visão do professor, a Constituição já traz toda a regulação que pode ser feita às comunicações, no Capítulo V, que trata da comunicação social. Compreendido entre os artigos 220 e 224, o capítulo regula as concessões de radiodifusão e dá condições para que empresas se candidatem a ter autorização do governo para operar uma rádio ou televisão.

Nery Jr. é taxativo: “A regulação está no artigo 221. Não precisa mais do que isso.” O texto estabelece as condições para a produção e programação das emissoras de rádio e televisão.

Regulamentação positiva
O procurador-regional da República no Rio de Janeiro e também especialista em Direito Constitucional Daniel Sarmento foi a voz dissonante durante o seminário. Ele defendeu que nem sempre a legislação pode ser vista como algo negativo, que vem para restrigir. “Muitas vezes, a instituição estatal vem para garantir os direitos fundamentais”, afirma.

Para sustentar seus argumentos, citou o exemplo das Unidades de Polícia Pacificadora no Rio, as UPPs. Naquele caso, conta, o Estado, por meio da polícia, foi forçado a entrar nas comunidades para garantir que os direitos fundamentais e individuais de cada um fossem respeitados, pois, sem sua presença, era claro que eles não estavam.

Também cita um caso do Tribunal Constitucional da Alemanha, em que um grupo de proprietários de jornais tentou impedir a publicação de uma revista de viés comunista. Conta Sarmento que os donos dos jornais pressionaram os jornaleiros, afirmando que não distribuiriam mais seus produtos nas bancas que vendessem a tal revista.

O caso foi para a Corte Constitucional alemã, que decidiu interromper a atitude dos empresários, por mais que estivessem agindo de um ponto de partida estritamente comercial. No entendimento dos julgadores alemães, explicou o procurador, o Judiciário teve de intervir para garantir o direito da revista de circular. “O que deve fazer o Estado diante de uma omissão? Agir!”, provocou.

Vácuo legislativo
Se divergem quanto à regulamentação, os especialistas concordam quando se trata da Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental 130. Foi nessa ação que o Supremo Tribunal Federal decidiu pela inconstitucionalidade da Lei 5.250/1967, a Lei de Imprensa. Decidiram os ministros, sob relatoria do ministro Carlos Ayres Britto, hoje presidente do tribunal, que a lei era incompatível com a Constituição Federal de 1988, e a maioria dos seus preceitos já estavam descritos no texto constitucional.

Dois dos três constitucionalistas refutam a decisão. Nelson Nery Jr. afirma que a argumentação de Ayres Britto foi “desastrosa”. Lembra que o ministro decidiu pela não validade da lei porque ela foi editada durante a ditadura militar (1964 a 1985), mas diz que isso jamais poderia ter sido usado como justificativa para a cassação da lei. “Temos várias leis ótimas que foram feitas e aprovadas durante a ditadura, como a Lei das S.A. [Lei 6.404/1976] ou até mesmo a CLT, que não foi durante a ditadura militar, mas durante outra ditadura [o Estado Novo, comandado pelo então presidente Getúlio Vargas entre 1937 e 1945]”.

Daniel Sarmento usou da ADPF 130 como outra base de sustentação para negar a tese de que toda regulamentação à expressão é ruim. A ementa da decisão diz: “O Poder Público somente pode dispor sobre matérias lateral ou reflexamente na imprensa, respeitada sempre a ideia-força de que quem quer que seja tem o direito de dizer o que quer que seja”.

Sarmento se adianta em discordar. Afirma que da argumentação de Ayres Britto decorre a interpretação de que toda regulamentação é essencialmente ruim. “Da mesma forma que não se pode dizer que em qualquer hipótese a liberdade de expressão será ‘superior’ aos demais direitos, não se pode admitir que em qualquer hipótese a regulamentação será ruim”, diz. Existem casos, afirma, de regulamentação positiva, em que a lei vem para explicitar e garantir o cumprimento de direitos.

Binembojm não acha que a decisão do STF tenha sido de todo mal. Lamenta, porém, o “vácuo legislativo” em que o Supremo deixou o país. “Há que se refletir sobre o vácuo legislativo criado pela decisão na ADPF. Mas acho defensável que uma lei geral, a partir de preceitos constitucionais, venha tratar de direitos, deveres e responsabilidades individuais, de jornalistas, de veículos de imprensa etc.”

Pedro Canário é repórter da revista Consultor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 4 de maio de 2012

Universidade Positivo se consolida como uma das três faculdades de Direito que mais aprova no Exame da OAB em Curitiba

Campus da Universidade Positivo no Ecoville com o centro de Curitiba ao fundo.

O Curso de Direito da Universidade Positivo está se consolidando entre as três faculdades jurídicas que mais aprovam no Exame de Ordem. No antepenúltimo exame a UP ficou em 3º, na penúltima prova ficou em 2º lugar. Note-se que no penúltimo exame a UP ficou entre as melhores do país no quesito de cursos com o seu número de alunos. Na última prova a UP ficou em terceiro. A classificação foi a seguinte:

1 – UFPR 62,9%
2 – PUC/PR 38,92%
3 – Universidade Positivo 34,81%
4 – UniCuritiba 33,81%
5 – FAE 32,5%
6 – OPET 26,97%
7 – Unibrasil 25,86%
8 – UTP 24,44%
9 – Dom Bosco 22%
10 – FESP 19,35%
11 – Santa Cruz 15,56%
12 – Facinter 14,55%
13 – Radial 11,57%

Derosso, ex-PSDB, joga microfone do CQC pela janela

O programa CQC da Band está visitando a Câmara de Vereadores de Curitiba, dando aos vereadores camisetas com a inscrição “Eu desvio verbas públicas”. O ex-presidente João Cláudio Derosso, que ontem pediu sua desfiliação do PSDB para não atrapalhar a campanha de Luciano Ducci (PSB), perdeu a linha, arrancou o microfone das mãos do membro do CQC e lançou pela janela do prédio.

Justiça condena concessionária de pedágio a pagar indenização de R$ 10 mil

A concessionária de pedágio Convias foi condenada pela Justiça do Rio Grande do Sul a indenizar à título de danos morais em R$ 10 mil uma mulher que permaneceu retida durante 40 minutos na praça de pedágio da ERS 122, entre Caxias do Sul e Farroupilha, por não ter os R$ 5,10 para pagar o pedágio. A indenização foi fixada em 1ª instância e confirmada pelos integrantes da 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul – TJ/RS.

Às 3h da madrugada a autora da ação conduzia seu carro para pegar o filho de 14 anos em uma festa no Jóquei Clube, localizado à margem da rodovia. Por causa da neblina passou a entrada no Jóquei Clube e, sem poder retornar, chegou ao pedágio, sem dinheiro e vestindo pijama e pantufas, a autora tentou sensibilizar os agentes do pedágio sem sucesso alegando que a festa já havia terminado e menores a aguardavam. Mesmo oferecendo seu documento como garantia a passagem não foi liberada, o carro e a motorista foram retidos, a Polícia Rodoviária Federal chamada ao local com a alegação de que ela estaria aplicando um golpe. O pai da aniversariante teve que se dirigir à praça de pedágio e pagou a tarifa.

TV Record denuncia ligação entre Cachoeira e Veja

Ouçam minha entrevista na CBN sobre a eleição de “cartas marcadas” para Conselheiro do Tribunal de Contas do Paraná

Ouçam a entrevista que a CBN Curitiba fez comigo hoje sobre a eleição de “cartas marcadas” para o cargo de Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Paraná, clique aqui.

Beto “Pilatos” Richa lava as mãos sobre Derosso

Juntos!

O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), principal nome tucano do Estado, afirmou que não vai opinar sobre a expulsão do vereador e ex-presidente da câmara de vereadores João Cláudio Derosso (PSDB), ex-quase-vice prefeito de Luciano Ducci. Carlos Alberto lavou as mãos e disse que vai apoiar qualquer decisão tomada pela maioria do partido. Mas ele não tem posição? Na Boca maldita já está sendo chamado de Beto “Pôncio Pilatos” Richa.

Juristas condenam PEC evangélica que tira poder do STF

Dotti: “repugnante!”

A proposta de emenda constitucional – PEC da bancada evangélica que pretende dar poderes ao Congresso Nacional para sustar decisões do STF – Supremo Tribunal de Federal está sendo rechaçada pelos juristas. A proposta é decorrente da perfeita decisão do STF de não criminalizar interrupção da gravidez de fetos anencéfalos.

O advogado penalista paranaense e um dos maiores juristas do país, René Dotti, acha a proposta repugnante e que ela foi motivada para perseguição religiosa, conforme informa a Gazeta do Povo de domingo.

Um dos maiores constitucionalistas do Brasil, Luís Roberto Barroso, também critica a proposta. Para ele a PEC fere a separação dos poderes e o modelo presidencialista adotado no país. No modelo parlamentarista inglês, por exemplo, é permitido que o Parlamento dê a última palavra em interpretação da Constituição. Aqui há a supremacia da Constituição, e não do Parlamento, e qualquer mudança nesse sentido necessitaria de uma nova Constituição, segundo o jurista, na matéria da Gazeta.

Intelectuais abandonam o PSDB

Aliados históricos do PSDB no meio acadêmico não vão apoiar José Serra (PSDB) na eleição para prefeito de São Paulo. Luiz Carlos Bresser-Pereira (economista, ex-secretário de Montoro e ex-ministro de FHC), José Marcio Rêgo (professor de economia da PUCSP e FGV e fez manifesto em defesa de Serra em 2006), Claudia Costin (ex-ministra de FHC e ex-secretária de Alckmin) e Maria Hermínia Tavares de Oliveira (professora da USP que assinou manifesto pró-Serra em 2006) vão apoiar Fernando Haddad (PT) nas eleições de outubro, conforme informou a Folha de S. Paulo de domingo.

O Blog do Tarso já havia informado que Bresser-Pereira saiu do PSDB e anda  batendo no neoliberalismo, com arrependimento do que fez no governo FHC.

Os intelectuais já foram embora. Sobraram Aécio Neves para cuidar da política anti-drogas do partido, José Serra que é responsável pela segurança de bolinhas de papel, Geraldo Alckmin o relações públicas e Beto Richa o intelectual que vai cuidar do programa de capacitação para PMs insubordinados.

Lançamento da obra “Sistemas Eleitorais: experiências iberoamericanas e características do modelo brasileiro”

Há 3 anos o então deputado estadual Luiz Fernando Ribas Carli matou Gilmar Yared e Carlos de Almeida

Hoje faz três anos que ocorreu o acidente de trânsito que matou os estudantes Gilmar Rafael Souza Yared, 26 anos, e Carlos Murilo de Almeida, 20 anos, em Curitiba, ocasionado pelo ex-deputado estadual Luiz Fernando Ribas Carli Filho (PSB). A suspeita é que o automóvel do deputado estava a 190 km/h e testemunhas dizem que ele estava bêbado. Estamos de olho na decisão do Poder Judiciário!

Socialista François Hollande eleito o novo presidenta da França

François Hollande, do Partido Socialista, foi eleito neste domingo presidente da França, derrotando o atual presidente Nicolas Sarkozy no segundo turno com pouco mais de 50% dos votos.

A esperança agora é que Hollande faça um governo que vá em sentido contrário ao neoliberalismo.

Em seu primeiro discurso como novo presidente eleito da França, o socialista agradeceu a confiança dos eleitores que o elegeram, disse que o país “escolheu a mudança”, que é contra as medidas de austeridade e que será “o presidente de todos os franceses”:

“Acesso aos serviços de saúde, igualdade, priorizar a educação serão meus compromissos, além de mudanças ecológicas que precisamos realizar. Precisamos liderar a  Europa para o futuro”.

Hollande terminou dizendo que “o sonho francês chama-se simplesmente progresso”, e que sempre foi um homem de esquerda.