Feliz Natal aos bicicleteiros, que em 2012 sejam mais respeitados pelo Poder Público municipal!

O bom velhinho tem uma mensagem para você

Charge: corporativismo dos juízes acredita em Papai Noel

Hoje na Folha de S. Paulo

Pesquisa: Beto Richa fica na mesma colocação de Requião e com aprovação semelhante no 1º ano de governo

Na última quinta-feira foi divulgada na Band pesquisa realizada pelo Ibope sobre a aprovação dos governadores dos maiores estados do Brasil. O governador Beto Richa (PSDB) ficou com aprovação (governo ótimo ou bom) de 64% dos paranaenses, segundo a pesquisa (11% ótima, 53% boa, 23% regular, 4% ruim,  3% péssima e 6% não sabe/não respondeu). Não foi divulgada a margem de erro.

Se considerados os indicativos de ótimo, Beto Richa ficou em 4º lugar entre os governadores avaliados, atrás de Eduardo Campos (PSB-PE), Cid Gomes (PSB-CE), Jaques Wagner (PT-BA).

A posição de Beto Richa no primeiro ano de seu governo é a mesma de Roberto Requião (PMDB) no primeiro ano de sua segunda gestão, em 2003: os dois ficaram em 4º lugar.

Segundo pesquisa do Datafolha realizada entre 8 e 15 de dezembro de 2003, com cerca de mil pessoas e divulgada em 05 de janeiro de 2004, Requião também ficou em 4º lugar, atrás de Geraldo Alckmin do PSDB-SP (65%), Jarbas Vasconcelos do PMDB-PE (64%), Aécio Neves do PSDB-MG (60%). Na época Requião foi aprovado por 59% dos pesquisados (25% regular e 13% ruim ou péssimo.

Beto Richa, que durante as eleições de 2010 censurou por meio do Poder Judiciário as pesquisas que apontariam subida de seu adversário, Osmar Dias (PDT), dessa vez não censurou a pesquisa do Ibope/Band, por lhe ser favorável.

Dezembro/2011 (ótimo)

1º Eduardo Campos (PSB-PE): 34%

2º Cid Gomes (PSB-CE): 13%

3º Jaques Wagner (PT-BA): 12%

4º Beto Richa (PSDB-PR): 11%

Dezembro/2011 (ótimo e bom)

1º Geraldo Alckmin (PSDB-SP): 65%

2º Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE): 64%

3º Aécio Neves (PSDB-MG): 60%

4º Roberto Requião (PMDB-PR): 59%

Roberto Requião e Beto Richa em 4º no primeiro ano de governo, Requião com 59% e Richa com 64% de aprovação.

Epílogo do livro “A Privataria Tucana”, de Amaury Ribeiro Jr

Diversão de férias

Depois desta jornada pelos pântanos da política em que todos são vilões e o Brasil é a vítima, acho importante encerrar a narrativa com algumas observações. A primeira delas é que o país e suas instituições não têm o direito de continuar fazendo de conta que não viram a rapinagem organizada que devastou os bens do Estado nos anos 1990 e começo da década seguinte. E que serviu para tornar os ricos mais ricos.

Varrer a sujeira para debaixo do tapete, como se fez tantas vezes,não é mais possível. Não há tapete suficiente para acobertar tanto lixo. O Brasil, que escondeu a escravidão e ainda oculta a barbárie de suas ditaduras, não pode negar aos brasileiros a evisceração da privataria. Quem for inocente que seja inocentado, quem for culpado que expie sua culpa.

Se isso não acontecer, isto é, se a memória do saque não se tornar um patrimônio dos brasileiros, o país poderá repetir esta história, mais cedo ou mais tarde. Não é demais reparar que, na América Latina, estamos atrasados nestas providências. No México, o ex-presidente Carlos Salinas de Gortari — espécie de santo padroeiro da privataria latina — crivado de denúncias de corrupção, saltou em seu jatinho e fugiu para Nova York. Na Bolívia, após privatizaraté a água, que entregou à francesa Suez-Lyonnaise des Eaux e ànorte-americana Betchel, o “modernizador neoliberal” Gonzalo Sánchez de Lozada foi ejetado do seu trono aos gritos de “assassino”e voou para Miami.

Tripulando uma razia privatizante que liquidou até mesmo estatais que davam lucro e um processo de concentração de renda que desempregou 30% da população ativa, Carlos Menen virou sinônimo de azar. Na Argentina, as pessoas dizem “Mendéz” para não pronunciar seu nome receando uma catástrofe. No Peru, após aprovar sua segunda reeleição, Alberto Fujimori evadiu-se do país sob acusação de surrupiar US$ 15 milhões do erário e de autorizara execução de dissidentes. Condenado a 25 anos de prisão, Fujimori admitiu, depois, ter concedido propinas — “briberization”, comodiria Joseph Stiglitz — o que somou à sua pena mais alguns anos de cadeia.

Para quem entende a desigualdade social como um valor em simesmo e o Estado do Bem-Estar Social como um trambolho no caminho da realização plena do indivíduo, Salinas de Gortari, Sánchez de Losada, Menem, Fujimori e similares fizeram o que tinham que fazer. Foram flagrados — uma lástima do seu ponto devista — mas não se pode fazer maiores reparos à sua ação política em termos de coerência. Resta saber se quem interpreta o Estado Mínimo como uma perversidade inefcaz — aqui ou em qualquer outro lugar — está disposto a fazer valer sua condição cidadã e exigir da Polícia, do Fisco, do Ministério Público e da Justiça que cumpram a sua parte. Se jogar uma luz sobre este passado ainda imerso nas sombras, este livro, que termina aqui, terá cumprido a sua parte. E tudo o que houve terá valido a pena.

No livro “A Privataria Tucana” sobra para o PT

Os "amigos" Antônio Palocci e Fernando Pimentel

O Partido dos Trabalhadores também é criticado no livro “A Privataria Tucana”, de Amaury Ribeiro Jr, que no capítulo 16 “Como o PT sabotou o PT” mostra o quanto brigas internas do PT pelo poder atrapalham o andamento do partido:

“Fernando Pimentel é o inimigo a ser destruído. Antônio Palocci é o sustentador do grupo.”

“Enquanto Pimentel e Lanzetta eram postos de lado, Palocci assumia o cargo de mediador da crise.”

“Quem ficar do lado do Pimentel, vai ser varrido da campanha”, ameaçou [Rui] Falcão [Presidente Nacional do PT] a outra pessoa próxima de Dilma.”

Viva la privatización!

Final do capítulo 8 do livro “A Privataria Tucana”, de Amaury Ribeiro Jr:

Dizem que o Espanhol [Gregório Preciado, casado com uma prima de José Serra], hoje totalmente livre de dívidas, também costuma se emocionar em festas ao lembrar do apoio que sempre recebeu no país. “Viva el Brasil”, costuma brindar Preciado. “Viva la privatización”, emendam seus inimigos.

Parte do capítulo 5 do livro “A Privataria Tucana” de Amaury Ribeiro Jr: Vale do Rio Doce

Para Ricardo Sérgio, a vida muda para valer quando Clóvis Carvalho, futuro ministro da Casa Civil, apresenta-o a José Serra e Fernando Henrique Cardoso. É o ponto zero a partir do qual principia a construir sua saga de coletor de contribuições milionárias para o PSDB. Corria o ano de 1990 e Serra, candidato a deputado federal, estava com dificuldades para levantar dinheiro para a campanha. Ricardo Sérgio era o homem certo. Virou tesoureiro, papel de que também se incumbiria em 1994, na eleição de Serra ao Senado. Para Fernando Henrique, arrecadou dinheiro nas campanhas presidenciais de 1994 e 1998.

Sob FHC, o caixa de campanha, que já lidava com poderosos cifrões, passou a manusear quantias espetaculares. Mais ainda após sua indicação — por Serra — para dirigir a área internacional do Banco do Brasil. Desde o seu gabinete, articularia a sucção dos recursos dos fundos de pensão estatais — Previ, Petros, entre outros — para a ciranda das privatizações. Era o homem de Serra quem orquestrava a montagem de grupos para disputar os leilõese garantia o aporte do dinheiro do BB e dos fundos para cada consórcio. Nesta modalidade dois-em-um da privataria, o dinheiro público fnanciava a alienação das empresas públicas. Leiloadas as estatais, a gratidão expressava-se zelosamente nas campanhas eleitorais do PSDB.

(…)

A proximidade entre Jereissati e Ricardo Sérgio ficaria mais evidente em 1998, ano notável em que todo o sistema de telefonia do Brasil, a Telebrás, é vendido por pouco mais de R$ 22 bilhões. É uma quantia tão impressionante quanto aquela que a União investira na Telebrás nos dois anos e meio anteriores à privatização: R$ 21 bilhões. Na oportunidade, o negócio foi vendido pela imprensa hegemônica aos seus leitores como algo maravilhoso para o Brasil e os brasileiros. Hoje, mesmo alguns tucanos desconfam — ou têm certeza — que não foi nada disso. “Só um bobo dá a estrangeiros serviços públicos como as telefonias fixa e móvel”*, opinou o ex-ministrode FHC, Luiz Carlos Bresser Pereira. Um bobo ou um esperto… *“O menino tolo”, artigo de Bresser Pereira, Folha de S. Paulo, em 18/07/2010. Ministro da Fazendano governo José Sarney, Bresser Pereira foi titular das pastas de Administração Federal e Reforma do Estado e de Ciência e Tecnologia nos dois governos FHC. É um dos fundadores do PSDB.

(…)

Dois ministros de FHC — Mendonça de Barros, das Comunicações; e Paulo Renato de Souza, da Educação — em diferentes ocasiões, ouviram o empresário Benjamin Steinbruch queixar-se de ter de pagar comissão a Ricardo Sérgio em troca da sua expertise na operação que resultou na venda da Companhia Vale do Rio Doce.

O controle acionário da Vale foi vendido em maio de 1997, com direito a financiamento oficial subsidiado aos compradores e uso de moedas podres… Custou a bagatela de US$ 3,3 bilhões. Hoje, o mercado lhe atribui preço 60 vezes maior, ou seja, rondando os US$ 200 bilhões. A companhia foi privatizada de forma perversa, atribuindo-se valor zero às suas imensas reservas de minério de ferro, capazes de suprir a demanda mundial por 400 anos. Além disso, a matéria-prima registrou elevação substancial de preço na primeira década do século 21.

Diretor do grupo Vicunha, Steinbruch arrematou a Vale por meio do consórcio Brasil, que contava ainda com o Bradesco e a valiosíssima presença da Previ, o fundo de pensão dos funcionários do BB, dono de um patrimônio de R$ 37 bilhões. A ajuda de Ricardo Sérgio foi essencial no aporte da Previ ao consórcio de Steinbruch.

Vereadores de Curitiba que aumentaram suas próprias remunerações para R$ 13,5 mil entram na Lista Negra

Veja a Lista Negra atualizada do Blog do Tarso, clique aqui

Beto Richa diz que morte de policial gaúcho por policiais civis paranaenses foi “fatalidade”. Será?

Beto Richa, delegado-geral da Polícia Civil, Marcus Vinicius Michelotto, e o secretário da Segurança Pública, Reinaldo de Almeida César Sobrinho

O governador Beto Richa (PSDB) disse hoje que a morte nesta quarta-feira de um policial militar do Rio Grande do Sul, Ariel da Silva, por policiais civis do Paraná foi uma “fatalidade”. Segundo o dicionário Houaiss, fatalidade é “destino que não se pode evitar”.

Se a Polícia Civil tivesse avisado da operação dos policiais civis paranaenses no Estado do RS, isso evitariam a morte do policial gaúcho? Sim! Então não é fatalidade governador Carlos Alberto!

Segundo o portal G1, o secretário da Segurança do Rio Grande do Sul, Airton Mitchels, disse ter recebido uma ligação do secretário da Segurança do Paraná, Reinaldo César, que pediu desculpas em nome do governo do estado pelos acontecimentos. O secretário não soube informar por que os integrantes da Polícia Civil do Paraná não avisaram sobre a operação em Gravataí e se colocou à disposição para ajudar na investigação.

Conforme o portal G! o Poder Judiciário do Estado do RS acolheu pedido da Promotoria de Justiça Criminal de Gravataí e determinou a prisão temporária dos três policiais civis paranenses suspeitos de matar o policial militar Ariel da Silva. Segundo o promotor André Luís Dal Molin Flores, os agentes não teriam apresentado argumentos convincentes sobre o episódio.

Boas festas dos Blogueiros Progressistas do Paraná!

Beto Richa é o grande vencedor do 1º Prêmio Blog do Tarso 2011

Dia 08 de dezembro foi criado o 1º Prêmio Blog do Tarso 2011, com o intuito de escolher os melhores e piores de 2011. O governador do Paraná pelo PSDB, Beto Richa, foi o grande vencedor do prêmio, ganhador de vários troféus. Os demais vencedores dos troféus de 2011 são os seguintes:

Troféu PICOLÉ DE CHUCHU (prefeito mais inexpressivo do Brasil): Luciano Ducci (prefeito de Curitiba pelo PSB)

Troféu CHE GUEVARA (deputado mais combativo do Paraná): Tadeu Veneri (Deputado Estadual pelo PT-PR)

Troféu KIKO DO CHAVES (vereador mais gentalha de Curitiba): João Cláudio Derosso (presidente licenciado da Câmara de Curitiba, vereador pelo PSDB, envolvido no escândalo dos contratos milionários de publicidade)

Troféu MAHATMA GANDHI (deputado mais truculento e antidemocrático do Paraná): Valdir Rossoni (Presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado estadual pelo PSDB, fechou a Assembleia para a votação secreta da privatização via organizações sociais – OS, proposta por Beto Richa, e é chefe dos seguranças que bateram nos manifestantes contrários à privatização)

Troféu PIADA PRONTA (partido que mais faz mal para a política e para a democracia brasileira): PSD – Partido Social Democrático (criado por Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo, que disse que o partido não é nem de direita, nem de centro, nem de esquerda, com o intuito de fuga da fidelidade partidária. Eduardo Sciarra e Ney Leprevost são os representantes no Paraná)

Troféu ROBERTO MARINHO (blog mais chapa branca do Paraná): Blog do Fábio Campana (blog oficial de defesa do governador Beto Richa, prefeito Luciano Ducci. Uma espécie de Revista Veja no Paraná)

Troféu DOUTOR SÓCRATES (time de futebol do ano no Brasil): Corinthians (campeão brasileiro de 2011)

Troféu SALVADOR ALLENDE (chefe do executivo que mais combateu a corrupção no Brasil): Dilma Rousseff (Presidenta da República pelo PT)

Troféu JÂNIO QUADROS (político inimigo do bafómetro no ano): Aécio Neves (senador pelo PSDB-MG, que foi pego em blitz no RJ e não aceitou assoprar o bafómetro. Foi recentemente premiado por Beto Richa)

Troféu VERGONHA (acontecimento mais condenável no Paraná no ano): votação da Lei de privatização via OS na Assembleia Legislativa do Paraná (ocorrida a portas fechadas, após os seguranças do órgão baterem nos manifestantes. A lei foi proposta por Beto Richa, sem qualquer discussão com a sociedade)

Troféu ADOLF HITLER (revista mais tendenciosa do Brasil): Revista Veja (não compre. Se comprar, não abra. Se abrir, não leia. Se ler, não acredite. Se acreditar, relinche!)

Troféu CID MOREIRA (melhor notícia do Jornal Nacional do ano): a saída de Fátima Bernandes do JN empatado com a frase de Derosso de que sua companheira não é sua parente e, portanto, pode manter contrato milionário com a Câmara Municipal de Curitiba

Troféu MUSSUM E ZACARIAS (maior trapalhada de um governador do ano): Beto Richa (que demitiu um assessor de confiança após descobrir que ele foi ator pornô-erótico, e a frase de que a contratação de sua esposa como secretária não é nepotismo porque ela é rica)

Troféu ANTONIO CARLOS MAGALHÃES (governador que mais falou e menos fez no ano): Beto Richa (as únicas boas ações dele do ano foram a compra do novo iPhone 4S e a vitória de uma corrida em Londrina com uma Ferrari)

Troféu STEVE JOBS (tuiteiro mais polêmico do ano): Roberto Requião (Senador pelo PMDB-PR)

Troféu BICHO DO PARANÁ (paranaense que mais se destacou no cenário nacional): Gleisi Hoffmann (primeira senadora eleita do Paraná pelo PT e atual Ministra da Casa Civil, a Dilma da Dilma)

Troféu BIN LADEN (pior secretário do governo Beto Richa, a bomba do ano): Cassio Taniguchi (secretário de planejamento de Beto Richa, do DEMO, foi o principal idealizador das privatizações do governo Beto Richa)

Troféu COLLOR DE MELLO (pior ministro do governo Dilma Rousseff do ano): Nelson Jobim (PMDB)

Troféu REDE GLOBO (pior programa de TV do ano): tem algum programa de TV bom?

Troféu GEORGE W. BUSH (político mais conservador e reacionário do ano): Jair Bolsonaro (Deputado Federal pelo PP-RJ)

Troféu SÃO JORGE (corinthiano do ano): Doutor Sócrates

Troféu RONALD REAGAN (pior privatização do ano): privatização via OS da saúde e cultura do Paraná implementada por Beto Richa

Troféu FICHA SUJA (pior político que virou ficha suja no ano): Jaime Lerner (ex-governador do Paraná pelo DEMO, que é considerado ficha suja por ter sido considerado crime pelo Poder Judiciário a prorrogação de um contrato sem licitação com concessionária de pedágio)

Troféu É DANDO QUE SE RECEBE (bancada de partido que mais virou a casaca no ano): bancada de deputados estaduais do PMDB do Paraná, que foi eleita para fazer oposição ao Beto Richa mas interesse por carguinhos e orçamento fizeram eles mudarem de lado, com exceção do deputado estadual Anibelli Neto

Troféu FERNANDO HENRIQUE CARDOSO (pior concessionária de serviços públicos do Brasil no ano): Light (empresa privatizada de energia no RJ, que matou vários cariocas depois de explosão de bueiros)

Troféu PAPAGAIO DE PIRATA (deputado que mais repetiu as besteiras que seu chefe determinou): Ademar Traiano (deputado estadual pelo PSDB-PR, líder do governo Beto Richa, que durante o ano defendeu projetos do governo que nem ele entendeu o interesse público)

Troféu MARQUESA DE SANTOS (maior escândalo de vereador que foi pego com a boca na botija em 2011): João Cláudio Derosso (teve o contrato milionário da Câmara de Vereadores com sua esposa questionado pelo MP)

Troféu VLADIMIR HERZOG (maior censurador de blogs do ano): Beto Richa (censurou o Blog do Esmael e proibiu o acesso ao Blog do Tarso de computadores da Administração Pública do Paraná)

Troféu GUTENBERG (livro do ano): A Privataria Tucana (de Amaury Ribeiro Jr)

Troféu PMDBISTA VELHO DE GUERRA (membro do PMDB que honrou os votos que recebeu): Anibelli Neto (deputado estadual do PMDB-PR que não se vendeu para Beto Richa)

Troféu PMDBISTA DO RABO AZUL (membro do PMDB que decepcionou seus eleitores): Luiz Claudio Romanelli e deputados estaduais do PMDB do Paraná, com exceção do Anibelli Neto (Romanelli, líder do governo Requião, virou secretário do trabalho de Beto Richa, e os demais deputados votaram como cordeirinhos nos projetos do governo, mesmo tendo sido eleitos pelo PMDB, oposição ao PSDB)

Troféu KARL MARX (melhor parlamentar paranaense no Congresso Nacional): Doutor Rosinha (o deputado federal do PT-PR foi considerado o nono melhor deputado da edição deste ano do Prêmio Congresso em Foco e o único parlamentar do Paraná entre os finalistas. Dr. Rosinha também concorreu na categoria de parlamentar que mais se destaca na defesa da saúde, e entre os deputados ficou em primeiro lugar)

Trófeu LEONEL BRIZOLA (melhor ex-Presidente da República do Brasil): Lula (Presidente da República entre 2003 e 2010, pelo PT, que está sendo considerado melhor do que Getúlio Vargas)

Dilma puxa palmas para Gleisi

Hoje no Painel da Folha de S. Paulo:

É Natal Dilma Rousseff puxou uma salva de palmas para as ministras palacianas Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e Ideli Salvatti (Relações Institucionais) no evento do PAC. A primeira se mostrou feliz. A segunda, exultante.

Agora, só falta Derosso ser vice de Ducci – Celso Nascimento da Gazeta do Povo

Luciano Ducci, a companheira de Derosso que ele disse que não é sua esposa, e João Cláudio Derosso. A chapa Ducci-Derosso é a chapa do fim do mundo?

Hoje na Gazeta do Povo

Já que o vereador João Cláudio Derosso é inocente das acusações que pesavam contra ele, por que não devolver a ele a condição de vice na chapa de reeleição do prefeito Luciano Ducci? Embora carregado de maldade – bem ao estilo mordaz e criativo do jornalista Luiz Geraldo Mazza em comentário, ontem, na rádio CBN – o raciocínio contém insofismável lógica: se a CPI da Câmara de Vereadores absolveu Derosso e deu-lhe atestado de boa conduta, nada mais justo, pois, que o PSDB o indique para compor a dobradinha PSB/PSDB planejada antes da eclosão dos escândalos que envolveram o presidente licenciado do Legislativo.

A absolvição de Derosso foi visivelmente orquestrada pela maioria da Câmara, formada por 30 dos 38 vereadores que juram obediência e fidelidade aos dois principais líderes que mantêm o mando político de Curitiba – o governador Beto Richa e o prefeito Luciano Ducci. A CPI ofereceu a ambos, portanto, a oportunidade de promover a reparação moral do antigo aliado que já contava com a vice e que, durante o tempo de vilipêndio público que sofreu, não recebeu deles nenhuma palavra de consolo e solidariede.

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Afora tantos outros absurdos fáticos e de interpretação cometidos pelos vereadores que elaboraram e aprovaram o relatório final da CPI, cabe também uma pequena exegese do texto. Por exemplo: há nele uma frase lapidar que diz não haver “nenhuma evidência de que tenha havido qualquer tipo de malversação do dinheiro público.” O trecho se referia especificamente ao gasto de R$ 14 milhões para imprimir milhares de exemplares da revista Câmara em Ação. Mas de malversação não podem também ser classificados os outros gastos com propaganda, incluindo os R$ 5,2 milhões contratados junto à empresa Oficina da Notícia, cuja sócia-proprietária, coincidentemente, era a própria mulher de Derosso.

Poucos se dão ao trabalho de recorrer ao dicionário. Mas vamos lá: segundo o Aurélio, malversação é vocábulo que se define como “dilapidação de dinheiro no exercício de um cargo; má administração; ato ou efeito de dilapidar; desperdício, esbanjamento.” Bons dicionários jurídicos dizem que malversação se traduz como “administração nociva, causadora de desvio de bens ou valores, má gerência; dilapidação de um patrimônio.” E acrescentam: “A malversação é falta grave, cometida por funcionário incumbido da administração de bens ou valores.”

Como se vê, não é preciso roubar, transferir para o próprio bolso, mandar para paraísos fiscais, adotar sofisticados sistemas de lavagem dinheiro para que se caracterize a responsabilidade de quem gasta muito mal o dinheiro público. Definitivamente, não parece ter sido um gasto respeitoso o dispêndio de R$ 32 milhões em propagandas laudatórias dos próprios vereadores. Logo, houve, sim, malversação desse sofrido dinheirinho – parte considerável dos impostos que o cidadão entregou ao poder público com a esperança de receber de volta creches, asfalto na sua rua, postos de saúde funcionando, melhor transporte público, serviços melhores… Mas a CPI diz que não houve malversação.

Malversados serão os votos que reelegerem os vereadores que pensam assim.

Ciclistas indignados com Luciano Ducci e Beto Richa

Os ciclistas de Curitiba estão indignados com o prefeito Luciano Ducci (PSB) e o ex-prefeito e atual governador Beto Richa (PSDB). A prefeitura de Curitiba, acostumada com choques-de-gestão ineficientes e que dão certo apenas nas suas ações de marketing na TV e jornais, criou ciclo-faixas na Avenida Marechal Floriano Peixoto de apenas 75 centímetros, o que vem gerando falta de segurança aos ciclistas e impossibilitando a ultrapassagem entre os usuários de bicicletas.

O projeto é da época do então prefeito Beto Richa, que é engenheiro, mas cometeu várias trapalhadas na sua gestão, inclusive a própria Linha Verde sem trincheiras ou viadutos.

Os cicloativistas já iniciaram suas manifestações e prometem muito mais. O Blog do Tarso apoia os ciclistas! Enquanto isso o atual prefeito Luciano Ducci vê sua possibilidade de reeleição cada vez mais longe.

Ciclistas incorfomados com a meia-faixa. Foto de Marco André Lima / Gazeta do Povo.

Beto Richa falha na segurança pública: 1º sequestro investigado pelo Tigre que resulta em morte da vítima

No Paraná, segurança pública eficiente apenas nas ações de marketing do governador Beto Richa (PSDB).

Principal bandeira do governo Beto Richa (PSDB), pelo menos como produto de marketing, o choque de gestão do governo não vem dando certo. Os índices de violência continuam altos e pela primeira vez um sequestro investigado pelo Grupo Tigre (Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial) resulta em morte da vítima, desde sua criação em 1990, conforme matéria da Gazeta do Povo.

Os policiais paranaenses foram ao estado do RS resgatar duas vítimas de sequestro sem avisar as autoridades locais, o que acabou resultando na morte de um dos sequestrados e de um policial gaúcho.

O governador do Rio Grande do Sul, meu xará Tarso Genro (PT), fez duras críticas à atuação da Polícia Civil do Paraná no Estado, lamentou os episódios ocorridos e classificou como ilegal e irresponsável a operação dos policiais comandados pelo Governo Beto Richa.

Beto Richa, quando assumiu o poder no começo do ano, transferiu o então delegado-chefe do Tigre Riad Farhat e colocou em seu lugar Renato Bastos Figueiroa.

A Secretaria de Segurança do Paraná, comandada por Reinaldo de Almeida César, homem de confiança de Beto Richa, defendeu em nota oficial a atuação dos policiais paranaenses.

Charge: Beto Richa recomenda o presente de Natal ideal, o livro “A Privataria Tucana”

Charge: Mafalda

Curitiba passa vergonha no Jornal Nacional. Derosso diz que Cláudia não é sua esposa. Veja o vídeo

Clique aqui e veja a matéria do dia 20.12.2011 veiculada no Jornal Nacional.

A estudante chilena Camila Vallejo é eleita pelo “The Guardian” como a “Personalidade do Ano”

Camila Vallejo, em visita recente ao Brasil

Camila Vallejo, ex-presidente da Federação de Estudantes da Universidade do Chile, recebeu 78% dos votos da enquete promovida pelo periódico The Guardian, superando várias personalidades.

Como a revista Time nomeou a figura do “manifestante” como personagem central de 2011, o jornal britânico propôs que seus leitores escolhessem alternativas para essa decisão.

Camila Vallejo, estudante de Geografia, foi uma das faces marcantes das mobilizações protagonizadas por estudantes e professores que eclodiram há sete meses no Chile visando a mudanças nas políticas educacionais do país, como bandeiras como gratuidade da educação pública, uma melhora da qualidade do ensino e a proibição de lucros pelas universidades privadas.

Por incrível que pareça, há duas semanas Camila perdeu as eleições da Federação de Estudantes da Universidade do Chile para um estudante anarquista, mais a esquerda, e desde então ocupa a Vice-Presidência da entidade.