Salamuni diz que a eleição para Ouvidor de Curitiba será em fevereiro de 2014

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O presidente da Câmara Municipal de Curitiba, Paulo Salamuni, que está moralizando a Câmara Municipal, informou neste domingo no programa Jogo do Poder Paraná do advogado Luiz Carlos da Rocha que a eleição para Ouvidor de Curitiba será em fevereiro de 2014.

Primeiro será formada uma lista tríplice com a escolha de três vereadores, três secretários municipais e três representantes da sociedade civil organizada, como por exemplo a OAB/PR.

Depois serão os vereadores que escolherão o primeiro ouvidor eleito de Curitiba, que terá mandato de dois anos, prorrogável por mais dois.

Sou candidato e conto cada vez mais com o apoio de professores, advogados, juristas, jornalistas, políticos, estudantes e políticos.

O dinheiro do voto – Janio de Freitas

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Hoje na Folha de S. Paulo

Não tem fundamento dizer que substituir as doações empresarias por pessoais vai aumentar o caixa dois

O argumento mais forte contra a provável proibição, pelo Supremo Tribunal Federal, de doações eleitorais por empresas, é pobre de seriedade e paupérrimo de inteligência. Não tem fundamento afirmar que substituir as doações empresariais por pessoais vai aumentar ameaçadoramente o caixa dois nas campanhas, o dinheiro de doações encobertas, dada a óbvia razão de que não se tem nem estimativa da proporção dessa ilegalidade nas eleições passadas.

O chute, difundido pelo PSDB, expressa a preocupação dos grandes beneficiários de doações empresariais. Mas implica acusar seus doadores publicamente: se as pessoas não precisam fazer doações ilegais, o aumento de caixa dois em campanhas só pode ser feito por doações clandestinas de empresas, em prática criminosa de empresários. Gente mal-agradecida, esses peessedebistas.

Na preocupação dos partidos identificados com o empresariado percebe-se também o medo de que, permitidas apenas doações pessoais, os partidos mais populares levem vantagem. Os fatos não apoiam tal medo: o PT sempre precisou buscar, e recebeu, doações empresariais para suprir a estrangulante modéstia das doações pessoais, apesar do esforço para incentivá-las. Era o efeito de um condicionante econômico que pode estar mudado, mas não extinto.

Por isso mesmo, as doações apenas individuais são potencialmente capazes de surpreender quem hoje as teme. Os partidos populares podem esperar maior quantidade de doadores. Mas, para cada real vindo dos seus, os do PSDB, do DEM e dos centuriões do agronegócio estão prontos para doar na proporção de dez reais por aquele real, cem por um, mil por um, sem que a carteira sequer o perceba.

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo, está tão irritado quanto os peessedebistas mais irritados com a perspectiva da mudança de doadores. Chama a ação da OAB, pelo fim das doações de empresas, de estudantada. Com uma pergunta assim, por exemplo: “Essa gente fica fora da política?” É uma sagração da empresa que nem os neoliberais fizeram: a empresa vista como gente. E portadora de cidadania, para ser parte da política. Muito original.

Não tanto, porém, quando, em crítica aos quatro colegas que já votaram pela mudança, diz que “estamos [lá o Supremo] fazendo um tipo de lei para beneficiar quem estiver no poder”. Dá oportunidade para observar-se uma reação fraudulenta cometida por muitos, inclusive pelos presidentes da Câmara e do Senado. O Supremo não está absorvendo função do Congresso, não está fazendo lei. Está, como lhe compete, examinando e vai decidir a compatibilidade, ou sua falta, entre a Constituição e a participação de empresas em eleições como financiadoras de candidatos, além do mais, selecionados a critério empresarial.

A doação pessoal não assegura o fim do caixa dois, o dinheiro não declarado pelo candidato ou pelo partido à Justiça Eleitoral. Mas dificulta e, portanto, reduz essa violação do processo de composição do Congresso e dos governos. Logo, colabora para maior higiene política. E tende a reduzir o custo, hoje imoral, da eleição a qualquer cargo. Logo, colabora para a democratização eleitoral e para a maior legitimidade da composição dos poderes. Democratização eleitoral e legitimidade hoje degeneradas.

PS — Alguma boa alma precisa avisar aos Estados Unidos que o financiamento eleitoral deles ainda não passa de estudantada.

Nova enquete do Blog do Tarso: Quem você quer que seja eleito presidente do Brasil em 2014?

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Você quer a reeleição da presidenta Dilma Rousseff (PT), a eleição do tucano Aécio Neves (PSDB), do socialista Randolfe Rodrigues (PSOL) ou do “socialista” Eduardo Campos (PSB)?

Participe da enquete do Blog do Tarso ao lado. Informamos que se for utilizada fraude e votação ilícita repetida em um candidato, a enquete será anulada e será divulgado o resultado de antes da fraude.

 

Leitores querem Pilotto, Gleisi ou Requião como novo governador do Paraná

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No resultado final da enquete do Blog do Tarso, o resultado foi o acima informado.

Beto Richa tem o dobro de desaprovação de Dilma

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A pesquisa CNI/Ibope aponta que apenas 11% dos brasileiros acham que o governo da presidenta Dilma Rousseff (PT) é péssimo, enquanto que quase o dobro dos paranaenses, 20%, acham que o governo Beto Richa (PSDB) é péssimo.

Além disso a aprovação do governo Dilma é maior do que a do governo Beto (56% a 54%) e mais paranaenses não confiam em Beto (45%) do que brasileiros não confiam em Dilma (41%).

Para piorar ainda mais a situação de Beto, enquanto governadores anteriores do Paraná sempre foram os melhores avaliados do Brasil, entre 1º e 2º, Richa está apenas em 7º, o que é um desastre, levando-se em conta que o Paraná sempre é governista.

A pesquisa, feita pelo Ibope sob encomenda da Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizada entre os dias 23 de novembro e 2 de dezembro. Foram entrevistadas 15.414 pessoas com mais de 16 anos de idade, em 727 municípios. A margem de erro máxima estimada é de 2 pontos percentuais para o resultado Brasil e 4 pontos no Paraná.

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Charge: Beto Richa = Privatização

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Charge: Beto Richa e a saúde pública do Paraná

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Juiz anula eleição de Fabio Camargo e Assembleia fará nova escolha. Me mantenho candidato

O juiz Roger Vinícius Pires de Camargo Oliveira, da 3ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba, anulou a eleição do ex-deputado estadual Fabio Camargo (PTB) para o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Paraná. No dia 15 de julho Camargo teve apenas 27 votos, o deputado estadual Plauto Miró (DEMO) teve 22 votos, eu tive dois votos dos deputados estaduais Tadeu Veneri (PT) e Luciana Rafagnin (PT) e Paulo Roberto Drabik um voto. Para ter a maioria do voto dos presentes Camargo precisava ter 28 votos. A ação judicial é do ex-vereador de Castro Edson Benedito Teixeira Strickert (DEMO), que ingressou com uma ação popular pedindo a anulação da nomeação.

 

Fabio Camargo enfrenta ainda um Mandado de Segurança no Tribunal de Justiça a pedido de um dos candidatos, um inquérito a pedido da Procuradoria-Geral da República no Superior Tribunal de Justiça, e um procedimento no Conselho Nacional de Justiça.

O caminho natural é a Assembleia Legislativa do Paraná realizar nova eleição. Eu me mantenho candidato. TC para o TC!

Saúde: Administração direta, fundação estatal de direito privado ou privatização via OS?

Veja texto do Chico Marés na Gazeta do Povo de hoje:

Atuação de entidade municipal divide opiniões

Apresentada como modelo para a Fundação Estatal em Saúde que o governo paranaense quer criar, a atuação da Fundação Estatal de Atenção Especializada em Saúde de Curitiba (Feaes) divide opiniões. Para o presidente do Sindicato dos Médicos do Paraná (Simepar), Mário Ferrari, a criação da Feaes foi um avanço em relação ao modelo de terceirização praticado anteriormente, envolvendo as organizações sociais (OSs) – que, para ele, foi uma “experiência ruim”. Na sua avaliação, a Feaes tem conseguido dar agilidade aos processos, o que seria uma vantagem em relação à administração direta da prefeitura, sem que isso cause distorções, falta de pagamento e outros problemas verificados com a terceirização privada. “Não foi exatamente a mudança que pretendíamos, mas melhorou muito”, afirma. Já a diretora do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Curitiba (Sismuc), Irene Rodrigues, defende que o serviço de saúde deve ser prestado pela administração direta, e que as práticas da Feaes não diferem da terceirização por instituições privadas. “Nos preocupa a presença de trabalhadores da mesma instituição com vínculos diferentes e tratamento diferente, e como isso repercute na ponta. Entendemos que há uma diferença de salário, jornada de trabalho e envolvimento [entre servidores da administração direta e indireta]”, afirma. Ela diz, ainda, que o argumento da agilidade não é cabível, e cita a demora no início do funcionamento do Hospital do Idoso Zilda Arns como exemplo.

Ex-delegado-geral da Polícia Civil do governo Beto Richa é preso

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O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado – Gaeco, do Ministério Público do Paraná, iniciou uma operação hoje e prendeu vários policiais civis e militares suspeitos de envolvimento com o jogo ilegal no caso da “mansão cassino” de 2012.

Um dos presos é o ex-delegado-geral da Polícia Civil durante o atual governo Beto Richa (PSDB), Marcus Vinicius Michelotto, suspeito de ligação com grupos que exploravam jogos de azar em Curitiba. Seus advogados são Rodrigo Sánchez Rios e Marlos Arns.

Veja o que o professor Dalmo de Abreu Dallari entende do julgamento do “mensalão” pelo STF

PSOL, PT, PMDB e PSTU estão na frente de Beto Richa. Participe da enquete!

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Por que o governador Beto Richa não demitiu?

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Cada vez mais a classe política perde credibilidade, e um dos motivos é a dificuldade de vários políticos falarem a verdade.

Dois dias depois do governador Beto Richa (PSDB) ficar sabendo que um membro de seu governo estava na briga das torcidas organizadas de Atlético Paranaense e Vasca da Gama em Joinville, o governador não demitiu seu servidor comissionado.

Conforme o governador avisou no twitter, o ex-vereador Juliano Borghetti, até então servidor de confiança de Beto, pediu demissão do cargo de superintendente da Paraná Projetos, entidade vinculada à Secretaria de Planejamento.

A pergunta que não quer calar: por que Beto Richa não demitiu Borghetti?

Por favor 31.12.2014, chega logo!

Foto do dia: que tal o fim do embargo?

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Governo Beto Richa não entende nada de Administração Pública

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Não é apenas o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), que é fraco politicamente e despreparado para dirigir o Paraná.

Seu governo, incluindo os membros de seu governo, não entendem nada de Administração Pública. políticos despreparados ou que participaram de governos desacreditados, parentes despreparados, cabos eleitorais incompetentes. Há de tudo na gestão.

O perfil de quase todos é gerencial-neoliberal, salvo raríssimas exceções. Ou seja, não sabem administrar e querem privatizar quase tudo, por meio de concessões, PPPs, parcerias com OS – organizações sociais, etc.

E estão totalmente perdidos. Nas áreas sociais não sabem se privatizam via OS – organizações sociais, via serviços sociais autônomos ou se criam fundações estatais de direito privado.

Isso já deveria ter sido decidido no início do governo, e não agora, no apagar das luzes dessa desastrosa gestão.

Enquanto isso Roberto Requião (PMDB), Gleisi Hoffmann (PT) e Bernardo Pilotto (PSOL), com um discurso de organizar a Administração Pública bagunçada e precarizada por Richa, prometem dar trabalho nas eleições do ano que vem.

Por favor 2014, chega logo!

Membro do governo Beto Richa estava na briga de torcidas organizadas

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O ex-vereador de Curitiba e atual superintendente no governo de Beto Richa (PSDB), Juliano Borghetti (PP), estava entre os torcedores do Atlético-PR que entraram em confronto com a torcida do Vasco, no último domingo (8), em Joinville/SC.

Borghetti, 42, membro da torcida organizada Os Fanáticos, foi fotografado e filmado entre os integrantes do grupo que partiu para cima dos vascaínos.

Relatos apontam que o membro do governo do Paraná deu toda a volta no estádio para brigar com a torcida do Vasco.

Borghetti, que perdeu em 2012 na sua tentativa de reeleição para vereador, é parente de poderosos da política paranaense. Além de já ter sido casado com a também derrotada nas urnas na tentativa de reeleição para a Câmara de Curitiba (separação informada pela Folha de S. Paulo), a atual deputada do Parlamento Italiano Renata Bueno (PPS), filha do deputado federal Rubens Bueno (PPS); é irmão da deputada federal Cida Borghetti (presidenta do Pros no Paraná), casada com o secretário estadual da Indústria e Comércio, Ricardo Barros (PP), ex-deputado federal.

Toda a família é aliada do governador Beto Richa. Além de pertencer ao governo atual, Borghetti foi comissionado em 2004 quando o tucano era prefeito de Curitiba.

E pasmen, quando vereador Borghetti foi um dos autores da lei municipal que obriga os torcedores de futebol a se cadastrarem ao comprar ingressos para os jogos em Curitiba.

Em julho deste ano assumiu o posto de superintendente da Ecoparaná, entidade ligada à Secretaria Estadual do Turismo que gerencia unidades de conservação do Estado.

Beto Richa não quis se manifestar sobre o ocorrido, mas o jornalista Esmael Morais informa que ele pode demitir Borghetti. O governo se queimou com o ocorrido, mas se demitir Borghetti se queima com a poderosa família que domina várias regiões do interior do Paraná. O que dificultará ainda mais a reeleição de Richa.

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Torcedor fanático do clube, Borghetti viaja sempre para acompanhar o Atletico Paranaense. Na final da Copa do Brasil, em 27 de novembro, no Rio de Janeiro, foi flagrado pelo RJTV, telejornal local da Rede Globo do Rio de Janeiro, urinando em via pública antes de entrar no Maracanã.

Leia a íntegra de sua nota de esclarecimento:

NOTA DE ESCLARECIMENTO – JULIANO BORGHETTI:

Em relação ao ocorrido durante o jogo entre o Clube Atlético Paranaense e o Vasco da Gama, no dia 08.dez.2013, gostaria de que esclarecer que:

1- Frequento jogos do Atlético nos estádios há 30 anos. Já estive em diversas cidades no Brasil e fora do país e nunca estive envolvido em nenhum episódio de violência;

2- Acompanhávamos a partida próximos à divisa entre as torcidas e fomos surpreendidos com a eclosão da confusão generalizada próxima ao local em que estávamos acomodados.

3- Foi uma atitude da qual me arrependo e por isso venho a público pedir desculpas. Reforço, porém, que não agredi ninguém, nem tampouco sofri qualquer agressão física na situação;

4- Ressalto ainda que quando vereador propus, em conjunto com colegas, a lei municipal que obriga o cadastro de torcedores em estádios;

5- Lamento profundamente o ocorrido.

Atenciosamente,
Juliano Borghetti

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Foto do dia: presidentes do Brasil acompanharão velório de Mandela

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Foto: Roberto Stuckert

A presidenta Dilma Rousseff (PT, ex-PDT) embarcou esta manhã para a África do Sul acompanhada de todos ex-presidentes vivos do Brasil. Lula (PT), Fernando Henrique (PSDB, ex-MDB e PMDB), Sarney (PMDB, ex-PSD, PST, UDN, ARENA, PDS e PFL) e Collor (PTB, ax-ARENA, PDS, PMDB, PRN e PRTB) acompanharão a presidenta ao velório de Nelson Mandela, que acontece amanhã, em Joanesburgo.

Cotado como vice de Gleisi, Caíto defende a candidatura própria do PMDB. Requião é o favorito

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O deputado estadual Caíto Quintana (PMDB), que teve seu nome lançado pelo deputado federal André Vargas (PT) como candidato a vice-governador na chapa a ser liderada pela ministra-chefa da Casa Civil Gleisi Hoffmann (PT), se diz “lisonjeado” com a lembrança, mas, mais uma vez saiu em defesa da candidatura própria do PMDB ao governo do Estado.

Caíto destaca que a orientação do PMDB nacional – o que ficou reforçado no encontro realizado na semana passada com o vice-presidente da República, Michel Temer – é priorizar a candidatura própria e, se não for possível, buscar uma aliança com os partidos aliados do governo da presidenta Dilma Rousseff, notadamente o PT.

De qualquer forma, avalia Caíto, qualquer composição futura passa pela convenção partidária. O ex-governador e atual senador, Roberto Requião (PMDB), é o favorito para ser o candidato ao governo do Paraná. Orlando Pessuti pode ser candidato a governador, vice-governador ou senador.

A ala dos pmdbistas favorável ao apoio ao governador Beto Richa (PSDB) está cada vez mais em baixa.

Enquete: Pilotto, Gleisi e Requião estão na frente para governador

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Na enquete do Blog do Tarso sobre a eleição para governador do Paraná, Bernardo Pilotto (PSOL), Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB) estão na frente entre seus leitores.

Beto Richa (PSDB), o atual governador que vai tentar a reeleição, está bem distanciado em quatro lugar.

Participe!

Enquete: em quem você votará para governador do Estado em 2014?

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Participe da enquete na coluna ao lado.