“Conselheiro, cadê o meu dinheiro”, gritam os professores em greve no Paraná

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9 comentários sobre ““Conselheiro, cadê o meu dinheiro”, gritam os professores em greve no Paraná

  1. Os professores do Paraná só têm um caminho: Mobilizar os pais dos alunos e promover uma greve geral irrestrita que só terminará quando esse governador Richa cair na real e atender todas as reivindicações justas dos servidores públicos. Não atendendo às justas reivindicações, continuem em greve e passem a pedir seu impedimento, derrubando-o do poleiro!

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  2. BOMBA!!! >>>>>>>>>> Charges do Mauricio Pina.<<<<<<<<<<<
    Agora não é mais segredo, já é possivél saber quem foi o Deputado cagão, que se borrou todo dentro do camburão da PM na greve dos professores, e do funcionalismo público do Parana, como dizia minha vó, para bom entendedor meia palavra basta. Um grande abraço para todos os professores, COMPARTILHEM A MINHA CHARGE.

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  3. A presidente Dilma Roussef acaba de fazer uma declaração surpreendente a respeito da história da corrupção no Brasil. Segundo ela, empreiteiras e políticos flagrados na chamada Operação Lava Jato, da Polícia Federal, não teriam roubado tanto dinheiro da Petrobrás se lá atrás, nos Anos 90, o governo Fernando Henrique Cardoso tivesse iniciado investigações para apurar desvios na estatal. No entender da presidente, em vez de punir de forma exemplar as empresas corruptoras, o melhor agora é fazer um acordo para que elas continuem funcionando, de modo a preservar empregos e assegurar o crescimento da economia.

    Em outras palavras: para que revirar lama nova se já existe muito lodo depositado no fundo deste vasto e escuro pântano chamado Brasil?

    Eu tenho uma proposta melhor: que tal investigar os casos de corrupção durante o governo do rei Dom João VI no Brasil? Lá se vão mais de duzentos anos e, até agora, ninguém foi punido. Mãos à obra, portanto. Hora de botar a Polícia Federal, o Ministério Público, a Tribunal de Contas da União, a Advocacia Geral da União e todos os demais recursos que o país tiver disponíveis para punir os corruptos do Brasil Joanino. Evidências é que não faltam. As denúncias são tantas que renderam dois capítulos inteiros no meu livro “1808”.

    O regime de toma-lá-dá-cá que se estabeleceu no Brasil depois da chegada da familia real de Dom João, em 1808, foi escabroso. Na opinião do historiador Manuel de Oliveira Lima, os treze anos de pernamanência da corte portuguesa no Rio de Janeiro foram um dos períodos de maior corrupção na história brasileira – com a ressalva de que Oliveira Lima morreu há quase cem anos e não teve a oportunidade avaliar o que aconteceu depois disso. “A corrupção medrava escandalosa e tanto contribuía para aumentar as despesas, como contribuía o contrabando para diminuir as rendas”, escreveu o historiador pernambucano.

    Uma herança da época de Dom João é a prática da “caixinha” nas concorrências e pagamentos dos serviços públicos. Oliveira Lima, citando os relatos do inglês John Luccock, diz que cobrava-se uma comissão de 17% sobre todos os pagamentos ou saques no tesouro público. Era uma forma de extorsão velada: se o interessado não comparecesse com os 17%, os processos simplesmente paravam de andar.

    No Rio de Janeiro, a corte portuguesa estava organizada em seis grandes setores administrativos – chamados de repartições. Os responsáveis por essas repartições passariam para a história como símbolos de maracutaia e enriquecimento ilícito. A área de compras e os estoques da casa real eram administrados por Joaquim José de Azevedo. Bento Maria Targini comandava o erário real. Os dois eram muito próximos de Dom João e Carlota Joaquina, convivendo na intimidade da família real, o que lhes dava poder e influência que iam muito além das suas atribuições normais. De seus departamentos saíam a comida, o transporte, o conforto e todos os benefícios que sustentavam os milhares de dependentes da Corte. Seus amigos tinham tudo. Seus inimigos, nada.

    No Brasil, Azevedo enriqueceu tão rapidamente e teve sua imagem de tal modo ligada à roubalheira que no retorno de Dom João VI, em 1821, foi impedido de desembarcar em Lisboa pelas cortes portuguesas. A proibição em nada perturbou sua bem-sucedida carreira. Ao contrário. A família continuou enriquecendo e prosperando depois da Independência. Em maio de 1823, a viajante inglesa Maria Graham foi convidada para a noite do espetáculo de gala que celebraria a primeira constituinte do Brasil independente. Ao chegar ao teatro, dirigiu-se ao camarote da mulher de Azevedo, de quem era amiga, e surpreendeu-se com o que viu. A anfitriã estava coberta com diamantes que, na estimativa de Graham, valeriam cerca de 150 000 libras esterlinas, o equivalente hoje a 34 milhões de reais. Segundo a inglesa, na ocasião a mulher também se vangloriou de ter deixado guardado em casa outro tanto de jóias de igual valor.

    De origem italiana, Targini era de familia pobre e humilde. Entrou no serviço público como guarda-livros, um trabalho menor na burocracia do governo da colônia. Como era inteligente e disciplinado, virou escrevente do erário e logo chegou ao mais alto cargo nesta repartição. Com a chegada da realeza ao Brasil, passou a acumular poder e honrarias. Encarregado de administrar as finanças públicas, o que incluía todos os contratos e pagamentos da Corte, enriqueceu rapidamente. Também foi proibido de retornar a Portugal com D. João VI, mas continuou a levar uma vida tranqüila e confortável no Brasil.

    O poder desses dois personagens, Azevedo e Targini, era tão grande que, em reconhecimento aos seus serviços, durante o governo de Dom João VI ambos foram promovidos de barão a visconde. O primeiro tornou-se o Visconde do Rio Seco. O segundo, Visconde de São Lourenço. A promoção dos dois corruptos fez com que os cariocas, fiéis a sua vocação de satirizar até suas próprias desgraças, celebrizassem a roubalheira em versos populares:

    “Quem furta pouco é ladrão
    Quem furta muito é barão
    Quem mais furta e esconde
    Passa de barão a visconde”.

    Fica aqui, portanto, a minha sugestão: vamos deixar para lá os corruptos da Operação Lava Jato e correr atrás dos larápios do Brasil Joanino.
    Cadeia neles!!!

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  4. Os pais de um milhão de estudantes é pouco. Ontem e hoje a TV mostrou um político com mais de cem processos, ainda presidente de uma câmara de deputados, a mulher dele outra ratazana roubando a merenda escolar de pobres carentes, e ele envolvido pela milésima vez numa tramóia com uma gráfica e um rombo de sessenta milhões. E não é ele e nem dez, cem , mil, desonestos tranquilos em suas cadeiras de parlamentares. Abramos os livros e sigamos a receita da França dos tempos da guilhotina. Tá na hora da gente fazer um repaginado humano pesses lados da coisa chamada POLÍTICA. RESSUSCITAR o grande Che Guevara, o Fidel ainda está fiel e se aguenta das pernas e cabeça- ainda fuma seus charutos HAVANA- vamo botar esses calhordas no muro das últimas lamentações, mudar de regime, mudar de ares, mudar pra alguma coisa digna, cidadã, com abertura para o futuro, o progresso.

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    • Que estamos necessitando de fazer uma limpeza no Brasil, é uma verdade que baila na cabeça de muita gente honesta, obrigada a sujeitar-se a tanta sujeira criminosa. Notem a provação da população de S.Paulo, obrigada a beber água de péssima qualidade por conta da incúria e desleixo dum pressuposto governador, o tal Geraldo Opus Dei Alckmin. Vamos ao Paraná e vemos o Beto Richa, outro que tal, querendo roubar descaradamente os professores e o funcionalismo em geral! Que fazer então se não temos uma justiça? Só uma revolta popular pode enfrentar tal situação e o Povo enfurecido não necessita de Paredão, trata dos ladrões ali mesmo no chão. Justiça pelas próprias mãos, é o que a politicalha já está arrumando para a própria cabeça!

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