68% dos brasileiros apoiam o plebiscito proposto por Dilma para a reforma política

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Segundo o Datafolha divulgado pela Folha de S. Paulo de hoje, 68% dos brasileiros acham que a presidenta Dilma Rousseff (PT) agiu bem ao propor um plebiscito para a reforma política. Apenas 19% entendem que ela agiu mal e 14% não souberam responder. No Nordeste a aceitação é de 74% e no no Sul de 57%.

4 comentários sobre “68% dos brasileiros apoiam o plebiscito proposto por Dilma para a reforma política

  1. Avatar de Ratificada liminar que mantém na Caixa Econômica Federal depósitos judiciais do TJPR - Adão Ratificada liminar que mantém na Caixa Econômica Federal depósitos judiciais do TJPR - Adão disse:

    Bernardo, vá trabalhar na Veja!Fora Paulo Bernardo do PT. Comissão de Ética para quem desobedece ao Programa do Partido!

    FNDC repudia declarações do ministro Paulo Bernardo à revista Veja

    do site do FNDC

    Em meio a uma série de manifestações legítimas realizadas pela população brasileira por transformações sociais, o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) continua atuando e contribuindo com a luta pela democratização dos meios de comunicação, pauta expressa continuamente pela população nas ruas. Em todos os estados do país, acontecem manifestações e assembleias populares que expressam o descontentamento do povo com a mídia hegemônica brasileira.

    A situação de monopólio das comunicações no Brasil afeta diretamente a democracia nacional, e possibilita que grupos empresariais de comunicação manipulem a opinião pública de acordo com seus próprios interesses. Isto ficou mais do que claro nas últimas semanas: a grande mídia criminalizou os protestos durante as primeiras manifestações e depois partiu para a tentativa de ressignificação dos movimentos, com o objetivo de pautar as vozes das ruas.

    Apesar desses fatos, o Ministério das Comunicações insiste em não propor ou apoiar a regulamentação dos meios de comunicação no Brasil. E mais: tem se apresentado como guardião dos interesses dos próprios donos da mídia. A fala do atual ministro, Paulo Bernardo, em entrevista à revista Veja desta semana, é uma afronta aos lutadores históricos pela democratização da comunicação e à população brasileira como um todo.

    O ministro valida, na entrevista, a teoria conspiratória de que “a militância pretende controlar a mídia” e, novamente – não é a primeira vez que se vale desse artifício –, tenta confundir o debate da democratização das comunicações ao tratar a proposta popular como uma censura à mídia impressa.

    Ora, é de conhecimento público que o projeto de Lei da Mídia Democrática, um projeto de iniciativa popular realizado pelos movimentos sociais para democratizar as comunicações no Brasil, não propõe a regulação da mídia impressa, muito menos a censura. É uma proposta de regulamentação para o setor das rádios e televisões no país para a efetiva execução dos artigos 5, 220, 221, 222 e 223, que proíbem, inclusive, os oligopólios e monopólios no setor. No Brasil, 70% da mídia no Brasil são controlados por poucas famílias, que dominam os meios de comunicação, que são concessões públicas. Dessa maneira, estabelecer normas não é censurar, mas garantir o direito à liberdade de expressão de todos os brasileiros e não apenas de uma pequena oligarquia.

    Ao se posicionar contrariamente ao que definiram a nossa Carta Magna e as deliberações das 1ª Conferência Nacional de Comunicação, Paulo Bernardo despreza as vozes que ecoaram em todas as ruas nas últimas semanas e de todo conjunto da sociedade civil de nosso país, que há meses definiu a democratização das comunicações como uma de suas bandeiras principais de luta.

    Diante desses acontecimentos, o FNDC vem a público repudiar o posicionamento do ministro e informar que, nesta semana, protocolou mais uma vez um pedido de audiência com a presidenta Dilma Roussef (o primeiro foi enviado em setembro do ano passado),que abriu sua agenda para receber os movimentos sociais brasileiros, para apresentar a campanha “Para Expressar a Liberdade”, o projeto de Lei da Mídia Democrática.

    Coordenação Executiva

    Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação

    PS do Viomundo: João Goulart pretendia enfrentar o golpe com um dispositivo militar que, na verdade, nunca existiu. Agora, o acúmulo de erros do PT no campo da comunicação voltou para ciscar. Relembrando com o senador Roberto Requião:

    Requião disse que, na época, entusiasmado com o programa Brasil Nação, que debatia temas nacionais na TV Educativa, chegou a procurar o ex-presidente Lula para sugerir que se fizesse o mesmo em nível nacional. O então presidente pediu que o então governador do Paraná fosse ao ministro da Casa Civil, José Dirceu. Procurado, Dirceu afirmou que o governo já tinha “sua TV”. Dirceu disse a Requião, segundo este, que era “a Globo”.

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  2. Dilma está tentando desviar a atenção do povo. Pela prisão e expropriação dos bens dos corruptos e corruptores. Pela diminuição dos salários dos políticos. Reforma agrária já. 10% do PIB para a educação pública urgente.

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