Gustavo Fruet escolhe Paulo Miranda como Secretário de Informação e Tecnologia

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Como não conseguiu, por enquanto, assumir o poder no Instituto Curitiba de Informática – ICI, o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), vai criar a Secretaria de Informação e Tecnologia, que vai cuidar da tecnologia da informação e comunicação – TIC.

Fruet divulgou hoje quem será o secretário dessa nova pasta. É Paulo Miranda, ex-presidente da Celepar (1991-95, durante o primeiro governo de Roberto Requião e início do governo de Jaime Lerner), superintendente regional do Serpro, diretor técnico da Procergs e atualmente é Diretor de Negócios da BRISA – Sociedade para o Desenvolvimento da Tecnologia da Informação. Engenheiro Civil com mestrado em Administração – Sistemas de Informação pela UFRGS.

Um comentário sobre “Gustavo Fruet escolhe Paulo Miranda como Secretário de Informação e Tecnologia

  1. Na verdade todos nós sabemos que a criação dessa secretaria é mais um cabidão de empregos de pessoas desqualificadas para trabalhar na iniciativa privada.

    A CELEPAR não é um bom exemplo para nada. É uma companhia morosa, dispendiosa e que não atende às reais necessidades do governo estadual. A CELEPAR mantém os sistemas do estado que são, em sua grande maioria, sistemas ultrapassados e de tecnologia em desuso.

    Quando a CELEPAR se mete em desenvolver algum sistema, isso ocorre de forma extremamente demorada e confusa, como é o caso do desenvolvimento do GMS (sistema de gestão de materiais e serviços), cujo desenvolvimento vem rolando há muitos anos sem nenhum resultado proveitoso, ou seja, fica mais caro desenvolver do que comprar um sistema pronto. Resumindo: a CELEPAR é um cabidão de empregos, assim como a nova secretaria do município.

    Se acham que o ICI custa muito para o Município, porque não levantam detalhadamente o quanto o cabidão da CELEPAR custa para o Estado?

    Como se não bastasse a CELEPAR, ainda cogitam a criação de uma empresa municipal.
    Antes de ficarem falando bobagens pelos quatro cantos, porque esses ditos especialistas não fazem um levantamento detalhado de quanto as empresas municipais custam na verdade para os municípios, como é o caso da PRODAM em São Paulo, PRODABEL em Belo Horizonte, EMPREL em Recife, PROCEMPA em Porto Alegre e IPLANRIO no Rio de Janeiro?

    Posso responder de pronto que esse tipo de levantamento não interessa aos ditos especialistas, porque na verdade não existe nenhuma intenção de diminuir custos de informática, mas sim, intenção de se apoderarem de uma fatia de contratos de informática ainda inacessível para esses oportunistas do atual governo.

    O que estamos assistindo é uma disputa política suja pelo domínio dos contratos de informática, cujo objetivo dispensa comentários. Vide a Petrobrás.

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