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Campanha: estádio do Corinthians deve se chamar Lula ou Doutor Sócrates?

16 dez

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Campanha e pergunta: o estádio do Corinthians em Itaquera deve se chamar Luiz Inácio Lula da Silva ou Doutor Sócrates?

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Um ano sem o Doutor Sócrates do Corinthians

4 dez

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Há um ano, no dia 04 de dezembro de 2011, Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira faleceu, no dia do pentacampeonato brasileiro do Corinthians.

O Blog do Tarso defende que o Estádio do Corinthians em Itaquera, que abrigará a abertura da Copa do Mundo do Brasil em 2014, seja chamado de “Doutor Sócrates”.

Veja o que já foi publicado no Blog do Tarso sobre o Doutor Sócrates:

Busto em homenagem ao Doutor Sócrates é inaugurado no Corinthians

Há 30 anos o Brasil de Zico e Sócrates dava olé na Argentina de Maradona na Copa de 1982

As propostas de Sócrates – Juca Kfouri

Querido amigo Sócrates – Afonsinho, novo colunista da Carta Capital

Afonsinho substitui Doutor Sócrates na Carta Capital

Jogo amistoso de hoje entre Corinthians x Portuguesa valerá Troféu Sócrates

Charge: homenagem de Henfil ao Doutor Sócrates

Último texto do Doutor Sócrates na revista Carta Capital

Charge: Sócrates, o questionador… pela Democracia

Charge: Doutor Sócrates feliz no céu!

Lula também comemora o pentacampeonato e homenageia Doutor Sócrates

Doutor Sócrates (1954 – 2011)

Minha homenagem ao Corinthians – Força Doutor Sócrates

Campanha: Doutor Sócrates para Ministro dos Esportes!

Doutor Sócrates progride

Entrevista de Juca Kfouri com o Dr. Sócrates

Doutor Sócrates pode treinar Seleção de Cuba

Uma tarde em Florença – Luis Fernando Verissimo

Socrates, craque da bola e da democracia – Celso Unzelte

Ode ao magrão – Idelber Avelar

Busto em homenagem ao Doutor Sócrates é inaugurado no Corinthians

28 jul

O Corinthians inaugurou hoje o busto em homenagem ao Doutor Sócrates, um dos seus maiores ídolos, capitão da seleção brasileira de 1982 e líder da Democracia Corinthiana, que morreu no dia 4 de dezembro de 2011, mesmo dia da conquista do quinto título brasileiro do timão. A obra em homenagem ao Sócrates Brasileiro Sampaio de Sousa Vieira de Oliveira foi feita pela escultora estadunidense Nadja Venezian, e foi cerrada pela viúva Katia Bagnarelli e pelo presidente corinthiano Mario Gobbi.

Doutor Sócrates e mais de 30 milhões de brasileiros estão felizes! #Corinthians

5 jul

Charge do Latuff em homenagem ao Sócrates em 2011 e título brasileiro do Corinthians em 2011

Doutor Sócrates, é nóis! #VaiCorinthians

4 jul

Veja quem mais é corinthiano, clique aqui!

As propostas de Sócrates – Juca Kfouri

13 mai

Hoje na Folha de S. Paulo

São Paulo, fevereiro de 1984

DOUTOR SÓCRATES Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira sempre foi uma figura especial, firme em seus princípios, mas incapaz de dizer não para qualquer proposta nova, mesmo que bizarra, desde que representasse algum ruído, algo incomum.

Ele topava, dedicava horas das suas folgas para atender e não cobrava um tostão, fazia por acreditar e por diversão.

Por isso, aceitou fazer fotos para a revista “Placar” como “O Pensador”, de Rodin, para simbolizar o cérebro do time do Corinthians que ele comandou entre 1978 e 1984, e como d. Pedro 1º, quando prometeu ficar no Brasil caso a emenda das eleições diretas fosse aprovada no Congresso Nacional no dia 25 de abril de 1984.

Era o seu Dia do Fico, que acabou frustrado e culminou com a ida para Florença, onde vestiu a camisa violeta da Fiorentina.

Essas são histórias, embora saborosas, já por demais conhecidas, que viraram capa da revista à época e foram fartamente comentadas em dezembro do ano passado, por ocasião de sua morte, aos 57 anos.

Menos conhecida, mas não menos saborosa, foi a noite em que ele aceitou ir ao programa que a revista mantinha na TV Abril, num horário comprado à TV Gazeta, em sua faixa nobre, entre 20h e 22h.

A ideia era a de que ele falasse sobre política, de um lado, e, de outro, o governador André Franco Montoro (1916-99) sobre futebol.

Estávamos em fevereiro de 1984, no auge da efervescência da campanha das Diretas-Já e da bem-sucedida “Democracia Corinthiana”.

Ambos toparam imediatamente e tratamos de produzir o programa da maneira mais simples possível, apenas pedindo ao governador de São Paulo que fosse sem paletó nem gravata e ao craque do Corinthians que, ao contrário, fosse de paletó e gravata.

Montoro aceitou sem pestanejar, ao contrário do Magrão, que disse que estava para nascer quem o fizesse se vestir daquele modo. Mas que ninguém se preocupasse, porque ele surpreenderia com uma indumentária original, que seria um sucesso.

Confesso ter tremido na base. Por conhecê-lo bem, temi que aparecesse de bermuda, chinelo de dedo e camiseta regata num cenário que era vazado e mostrava os entrevistados dos pés à cabeça.

Na verdade, menosprezei sua criatividade, porque minha ideia não seria nada original.

Eis que, em cima da hora do início do programa -ao vivo-, com Montoro já sentado na bancada do estúdio, microfone devidamente posto na camisa social, surge o Magro, vestido da maneira mais casual que pôde imaginar: de macacão!

Tive ímpetos de esganá-lo, mas Montoro ria tanto e o pessoal do estúdio festejava tanto que achei melhor relaxar e me concentrar no programa.

Que foi um show.

Ele quase não deixou o também alvinegro governador falar, tantas eram a propostas que tinha para a cidade de São Paulo, para o Estado dos paulistas e, é claro, para o país. Eu chamando o governador de governador e de senhor, ele chamando de Montoro e de você.

Até que não aguentei e, meio a sério, meio brincando, num intervalo, alertei o Magrão para o eventual excesso de informalidade.

Antes que ele saísse com uma das suas, Franco Montoro atalhou: “Ô Juca, ele acaba de ser bicampeão paulista com a ‘Democracia Corinthiana’. Pode me chamar do jeito que quiser”. E assim foi até o fim do programa.

Quatro anos antes, em dezembro de 1980, havíamos resolvido mostrá-lo pós-futebol, com 50 anos, como se fosse em 2004, devidamente paramentado como médico.

Ele mais uma vez topou passar um tempão sendo maquiado.

Quando, de fato, completou seu cinquentenário, mostrei a ele a foto e ele achou que estava melhor do que o retrato.

E estava mesmo.

Não imaginávamos que seria por tão pouco tempo.

Querido amigo Sócrates – Afonsinho, novo colunista da Carta Capital

13 mai

Carta Capital de 09 de maio de 2012

Vamos continuar conversando. Não há de ser uma simples partida que pode interromper o nosso campeonato e o verso diz que a morte é a contingência do esporte da vida. Além do mais, “aqui na Terra estão jogando futebol (na Espanha? na Alemanha?), tem pouco samba, muito funk e rock’n’roll”. Mas o que me incomoda mesmo é a sensação de voltar no tempo, retroceder. No fim das contas, estão aí o Passe Livre e a Democracia Corintiana.

Todos andam preocupados com a Seleção. E o Romário tem marcado golaços no Congresso. Foto: Sergio Goncalves Chicago/Flickr

O primeiro ainda que solapado pelos espertalhões de plantão e pela “bancada da bola” (como se pode admitir um bando de cartolas inescrupulosos ser chamado assim?). A segunda é um avanço, com a diferença de ser incontestável, porque ganhou também dentro do campo, nas famosas quatro linhas, e não existe argumento a ser invocado. Está aí um tema que podemos continuar comentando: concentração é cárcere privado?

Das suas preocupações, muitas continuam nos castigando: Fifas, CBFs etc. A Copa do Mundo, com todos os seus problemas, nos aperta contra a parede do tempo. Agora a boa-nova. Ganhamos um guerrilheiro da área. O baixinho Romário tem aproveitado bem as brechas e marcado golaços no Congresso. Temos estimulado os esportistas, não só do futebol, que detêm mandatos políticos a se unir a favor do esporte (aí sim uma bancada da bola). Lembra da nossa campanha na Constituinte?

Uma inédita. Por estes lados volta-se a “discutir” as Malvinas. Na cabeça de quem pode caber em nossos dias, se é que algum dia coube na cabeça de alguém, algum direito da Inglaterra sobre a região? O argumento final para se advogar esse absurdo, imagine, é o fato de as Malvinas terem sido colonizadas pelos ingleses. É um escárnio. Se a ONU não é capaz de decidir uma questão dessas, vamos mal. Nada de bravatas, militarismo desnecessário, no máximo uma indenização por benfeitorias e tchau.

Em matéria de futebol, a temperatura anda nas alturas, decisões por todo o Brasil e final da temporada europeia. De uma tacada só foram para o espaço Palmeiras e Corinthians. Perderam para a dupla campineira Ponte Preta e Guarani. Logo depois, o Santos derrotou o São Paulo e vai encarar o Guarani, que venceu a Ponte. No Rio, o Botafogo desbancou o Vasco, ganhou a Taça Rio e vai para a final contra o Fluminense.

No Velho Mundo, o Barcelona perdeu melancolicamente para o Chelsea, depois de estar vencendo por 2 a 0 num jogo feio de ataque e defesa típicos de time grande contra pequeno, em que às vezes ganha o Davi. Nesse jogo, o Barça sofreu um gol “messiano” do nosso Ramires. Já o argentino perdeu um pênalti e outro gol de pelada que mostrou um Barça desintegrado.

Ramires lembra a todo o momento o grande Moacir, que rivalizava com Didi a camisa 8 do Brasil antes da Copa de 1958. Jogava no Flamengo com arte e, em seguida, foi para o Equador, onde vive. Anda muito doente. Sempre trabalhou modestamente naquele país, a ensinar o maravilhoso futebol da geração de ouro.

Parece que estamos pela gota d’água. Na ânsia de “fazer dinheiro”, o futebol realiza vários torneios ao mesmo tempo, as datas se atropelam e grandes clássicos, a exemplo do Fla-Flu de tanta tradição, às vezes acabam esvaziados porque os treinadores dão prioridade à Libertadores e usam times reservas.

Onde há alguma organização de classe ainda existem férias respeitadas e tudo o mais. No futebol, os jogadores têm o descanso encurtado e começam a jogar antes da hora, em pré-temporadas mal organizadas.

No campo e fora dele, a violência. Os jogos lembram A Noite dos Desesperados: correria desenfreada, bolas perdidas a cada 5 metros e muitas vezes choques entre atletas do mesmo time.

Meu prezado, lembro-me da sua crônica explicando a sempre presente discussão sobre o crucial pênalti. É pior para o goleiro ou para o batedor? É falta de treinamento?
É justo ou correto decidir-se um título mundial por um único jogador? Mais um papo bom para a roda de amigos

E por falar em papo de amigos, todos andam preocupados com a Seleção. Acho que podemos ter um bom time em 2014, mas é uma irresponsabilidade o Brasil não ter um time-base a dois anos da disputa e com uma Copa das Confederações no meio. Enterrar a mágoa da Copa de 1950 será difícil. A CBF continua a apostar em um projeto formalista, engessado, que deu muito errado no último Mundial.

Amigo, as coisas vão acontecendo sempre e de vez em quando eu contarei as novas. Pois como insiste o poeta, “eu continuo aqui mesmo…”

Um abração e saudades,
Afonsinho

P.S. Obrigado, muito obrigado, Chico Anysio, quando no auge da pressão que eu sofria no Botafogo (impedido de receber material para treinar), numa de suas passagens por General Severiano em companhia do grande Nilton Santos, ter sido carinhoso comigo e aberto meus olhos para a maldade dos dirigentes. Suas palavras amigas muito me ampararam e foram lições de vida para o jovem que eu era então.

Jogo amistoso de hoje entre Corinthians x Portuguesa valerá Troféu Sócrates

18 jan

O ídolo alvinegro Doutor Sócrates, falecido em 4 de dezembro de 2011, dia do 5º título brasileiro do Corinthians, terá uma festa promovida pelo Corinthians hoje. O vencedor do amistoso entre o timão e a Portuguesa, no estádio do Pacaembu, receberá o Troféu Sócrates, criado especialmente para homenagear o ex-jogador.

Estádio do Corinthians em Itaquera já está 20% construído. Que tal chamá-lo de Doutor Sócrtates?

23 dez

Charge: homenagem de Henfil ao Doutor Sócrates

18 dez

Do Paraná Blogs (de um palmeirense)

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