Estudo mostra que com UPS de Beto Richa ocorreu aumento de ameaças e lesões e que não houve impacto significativo no combate a crimes relacionados às drogas

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Uma pesquisa apresentada no VIII Encontro da ANDHEP – Associação Nacional de Direitos Humanos, Pesquisa e Pós-Graduação, cujo tema foi “Políticas Públicas para a Segurança Pública e Direitos Humanos”, professores e estudiosos paranaenses apresentaram um estudo que comprova que com a implementação das Unidades Paraná Seguro (UPS) no governo Beto Richa (PSDB) houve um aumento das ocorrências de ameaças e lesões e que não houve impacto significativo no combate a crimes relacionados às drogas.

Houve redução nos homicídios e nos crimes contra o patrimônio, mas o estudo não pesquisou se isso ocorreu apenas em insulamentos e região ou em toda a cidade. Não adiantaria resultados positivos em determinadas regiões e aumento em outras sem UPS.

Veja o texto UNIDADES PARANÁ SEGURO E SEGURANÇA PÚBLICA NO MUNICÍPIO DE CURITIBA: uma avaliação quantitativa local da implementação das unidades, e Andréa Benetti Carvalho de Oliveira, Thomaz Teodorovicz, Luiz Alberto Esteves e Marlon Alves Cardozo, publicado nos Anais do VIII Encontro da ANDHEP.

Tribunal de Contas indica irregularidades nas contas da gestão Beto Richa na segurança

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O Tribunal de Contas do Estado do Paraná apontou que há irregularidades na folha de pagamentos de 2012 da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Paraná, conforme informações de relatório a respeito da situação funcional da SESP. Os técnicos do TCE-PR apontaram problemas como metodologias inadequadas, irregularidades na gestão de pessoal, pagamento indevido de gratificações, entre outros. O pleno da Corte de Contas determinou que o Governo Beto Richa adote medidas para corrigir as irregularidades. A SESP e a Secretária de Administração têm dois meses para apresentar um Plano de Ação para corrigir as falhas. O Pleno do TCE acatou a instrução da Comissão de Auditoria do órgão e um parecer do Ministério Público de Contas. Em 2012, a secretaria de segurança era chefiada por Cid Vasques e a de administração por Dinorah Nogara. Cabe recurso.

O governador Beto Richa é considerado o pior governador do Paraná de todos os tempos e terá dificuldades em se reeleger nas eleições de outubro, podendo nem ir para o segundo turno.

Delegados Paranaenses sendo formados pelo Computador e Apostilas

Denúncia do advogado e candidato Maicon Guedes Deputado Estadual 12190

Governo Beto Richa corta horas da formação de novos Delegados Paranaenses, com menos conteúdo, menos prática, boa parte dos estudos passam não contar com salas de aula ou professores e profissionais experientes repassando conhecimento.

Em mais um ato que passa pelo descaso do Governo atual com a Segurança Pública (já tivemos só nesse ano viaturas parando sem gasolina ou sem peças, telefones do 190 cortados por falta de pagamento, falta de alimentação nos refeitórios de Policiais, promoções sem pagamento, etc), os novos Delegados do Paraná passarão a ter o segundo menor curso de formação policial do Brasil (quase metade do antepenúltimo).

O Curso recomendado pela Senasp tem duração mínima de 600 horas, a maioria dos Estados tem cursos com duração superior a 1000 horas, no Paraná, a formação contará com apenas 278 horas, com “complementos” feitos com apostilas em casa. Dentro desses complementos, estão disciplinas como “Investigação Criminal”, “Análise Criminal” e “Busca e Apreensão”, que a partir de agora serão estudados por conta, sem a presença de Professores ou Profissionais experientes repassando conhecimento e vivência.

A redução é fruto do desespero financeiro que passa o Paraná e pela falta de planejamento e respeito à valorosa classe da Polícia Civil que sofre tendo Delegados em apenas 99 dos 399 Municípios paranaenses.

Lembrando que em 2012 Beto Richa prometeu que contrataria 400 Delegados até esse de 2014 e que cada cidade teria pelo menos um deles, relembre clicando aqui. Na época o Governador Beto disse: “É uma vergonha um estado como o Paraná ter cidades sem um Delegado”.

Seguimos envergonhados e agora teremos Delegados (dentre os novos são 62 dos 400 prometidos) entregues à própria sorte com ínfima formação e boa vontade.

Caos na segurança pública no PR: agora em Caiobá ao lado da casa de Beto Richa

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No Blog da Joice Hasselmann

Noite de pânico na praia mansa ao lado casa de Beto

Hoje o assunto em Caiobá, mais especificamente na praia Mansa, no pedaço freqüentado por políticos e gente próxima do poder, foi a noite de pânico que aconteceu na região, a 150 metros da casa do governador Beto Richa. No sábado dois crimes chocaram os moradores e veranistas da pequena praia. Houve um esfaqueamento e um assalto a mão armada. Nos dois casos há boletim de ocorrência comprovando a notícia. Recado mais do que dado. Segurança em alerta máximo.

Foto do dia: insegurança pública no Paraná

Faixa de protesto depois do 39º assalto sofrido pela Panificadora Tutti (Barreirinha)

Faixa de protesto depois do 39º assalto sofrido pela Panificadora Tutti (Barreirinha)

Sob governo Beto Richa ocorreu aumento de assaltos no comércio de Curitiba

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Há um caos na segurança pública de Curitiba. As UPS – Unidades Paraná Seguro criadas pelo governo Beto Richa (PSDB) não melhoram a segurança pública nas regiões das Unidades, e ainda transferem os assaltantes da área para as demais regiões de Curitiba.

Mas Beto gasta milhões de dinheiro público, do nosso dinheiro, com propaganda de seu governo. Nos programas falta apenas ele aparecer vestido de Capitão Nascimento do filme Tropa de Elite.

Hoje a Gazeta do Povo informa que em Curitiba ocorre um assalto a comércio a cada 2h40min, com dez roubos por dia. Assim, em 2012 a polícia registrou 3.583 ocorrências, um aumento de 5% com relação a 2011, conforme números da própria Secretaria de Estado da Segurança Pública.

Com uma política elitista, que financia com dinheiro estadual o granito das calçadas do Batel, Beto Richa também prioriza o policiamento nos bairros ricos. Na região Sul de Curitiba, mais pobre, é o local onde ocorre mais assaltos ao comércio (Sítio Cercado 287 ocorrências, Cidade Industrial de Curitiba 286, Pinheirinho 224).

O ex-secretário Na­­cional da Segurança Pú­­blica José Vicente da Silva critica a gestão da segurança pública em Curitiba, segundo a Gazeta:

“Os números indicam que o trabalho que foi feito não adiantou nada. O que está evidente é a má gestão da segurança pública em Curitiba”.

Salve-se quem puder!

Por favor 2014, chega logo!

Governo Beto Richa abandona o interior e RMC e homicídios aumentam

O governador Beto Richa, tentando desesperadamente reeleger o prefeito Luciano Ducci (PSB) em Curitiba, priorizou a capital e abandonou o interior do Paraná. Com isso o descontentamente com relação ao governo estadual cresce a cada dia. Beto não conseguiu reeleger Ducci e, segundo a Gazeta do Povo de hoje, a taxa de homicídios dolosos cresceu no interior do Paraná.

O número de homicídios dolosos caiu 11,5% em Curitiba, de janeiro a setembro de 2012, segundo a Secretaria de Segurança Pública do Paraná.

Mas os casos somados do interior do Paraná e da Região Metropolitana de Curitiba (RMC) apontam um aumento de 4% no índice de homicídios.

Beto Richa nasceu em Londrina, mas seus conterrâneos estão muito descontentes com o governador. Tanto é que ele não conseguiu eleger o seu candidato Marcelo Belinati (PP). Na região de Londrina, o número de homicídios dolosos subiu 58,45% nos nove primeiros meses do ano em relação ao mesmo período de 2011. Os crimes contra a pessoa subiram 8,75%. Segundo a Gazeta os números foram classificados pelo delegado chefe da Divisão Policial do Interior, Júlio Reis, como “críticos”.

Saiba em quais áreas integradas de segurança do Paraná o índice de homicídios aumentou:

Londrina: 58,5%

Paranaguá: 57%

Pato Branco: 26%

Maringá: 23%

Campo Mourão: 17,8%

Foz do Iguaçu: 16%

Vídeo sobre a violência em Curitiba

http://www.youtube.com/watch?v=5R52Z-ahoYg&feature=player_embedded

Veja porque Beto Richa não quer PMs insubordinados e com ensino superior

http://www.youtube.com/watch?v=jxCBi7S9chs&feature=youtu.be

Estudantes da Unila – Universidade Federal da Integração Latino-Americana, Foz do Iguaçu, denunciam que a Polícia Militar invadiu uma moradia estudantil para agredi-los durante uma festa na madrugada de domingo (3), conforme o Blog do Esmael e fontes do Blog do Tarso.

Veja os posts sobre a fala do governador do Paraná Beto Richa (PSDB) de que “policiais militares formados são muito insubordinados”, clique aqui.

Charge: UPP (e UPS) X Estado Social e Democrático de Direito

UPP (e sua versão tucana no Paraná, a Unidade Paraná Seguro – UPS) versus Estado Social e Democrático de Direito

“16 meses depois de iniciar seu governo, Beto Richa ainda está procurando saber, fora daqui, o que fazer na segurança?”

Coluna do jornalista Celso Nascimento, da Gazeta do Povo de 05/04/2012, sobre a visita que o governador tucano do Paraná fez ao governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB), para absorver dele lições dele sobre como vencer a criminalidade.

“A perseguida de Curitiba” de “As Brasileiras” da Rede Globo denuncia a falta de segurança na cidade

O episódio de hoje “A perseguida de Curitiba”, com Maria Fernanda Cândido e Daniel Boaventura, do programa “As Brasileiras” da Rede Globo, de Daniel Filho e direção de Tizuka Ymazaki, denunciou a incompetência de nossos governantes na segurança pública de Curitiba. O programa relata um assalto a mão armada de uma residência na região do Parque Barigui, e vários acontecimentos posteriores, com correrias pelo parque e pela cidade, sem aparecer um policial militar ou guarda municipal sequer. A responsável pela segurança pública no Estado é a Polícia Militar, sob responsabilidade do governador Beto Richa (PSDB); e a Guarda Municipal, que deveria vigiar nossos parques e demais bens públicos municipais, é de responsabilidade do prefeito Luciano Ducci (PSB).

Uma das principais promessas de campanha de Beto Richa em 2010 foi a melhoria da segurança pública, que apenas piorou nesses um ano e três meses de governo, enquanto que Luciano Ducci vem precarizando a Guarda Municipal.

A oposição já promete utilizar o episódio na campanha eleitoral.

Veja o programa:

http://www.youtube.com/watch?v=5nMXbel7Yn4

“Não fui eu que fiz as promessas, foi você” (Reinaldo de Almeida César para Beto Richa)

O Secretário de Segurança Pública do governo Beto Richa (PSDB), Reinaldo de Almeida César, só tem 10% da verba para cumprir as promessas de Beto Richa na campanha de 2010, e bate no Secretário da Casa Civil, Durval Amaral, que pretende ser o novo Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Paraná. Para Reinaldo isso “é nada”.

“Não fui eu que fiz as promessas, foi você” (Reinaldo de Almeida César para Beto Richa, sobre a segurança pública)

Veja matéria completa na Gazeta do Povo de hoje.

Um integrante do governo chamou Reinaldo de moleque e deu a entender que ele está na corda bamba, segundo o Blog do Esmael.

Pesquisa revela que curitibanos desaprovam a atuação da polícia comandada por Beto Richa nas agressões do pré-carnaval do último domingo

Revista Veja erra… de novo!

Veja o post de Luiz Carlos da Rocha “Curitiba: Veja erra e Requião responde” no Jogo do Poder Paraná

Vejam as fotos do que o Secretário de Segurança de Beto Richa entendeu ser “uma ação muito positiva, com uso progressivo da força”

Fotos de Jaime Costa - Gazeta do Povo

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Juristas criticam ação da polícia paranaense no pré-carnaval de Curitiba

Tiago Recchia hoje na Gazeta do Povo

É hora de se modernizar

Ontem na Gazeta do Povo

Por Carolina de Castro Wanderley

Vou ao Garibaldis e Sacis há mui­­tos anos. Quase que desde o começo. E também me ba­­tem saudades dos tem­­pos em que eram poucos. Só que as coi­­sas mudam e o bloco, mais do que crescer, se democratizou

Se democratizando, como é lindo que seja, todo mundo é bem vindo. A gente pode até reclamar dos “manos”, mas eles também podem e têm o direito de gostar do que a gente gosta. A gente pode até torcer o nariz tipicamente curitibano, dizendo que existem figuras lá na festa que não seriam convidadas para uma festa na nossa casa. Mas a Praça Castro Alves é do povo, como o céu é do avião! Todo mundo tem direito! Então pare de coisa, carnaval é assim. Quer bloquinho seleto, faça o seu. No Rio tem centenas, cada um tem direito de criar o seu.

Sobre o tumulto. Muita gente junta, pode dar rolo. Jogo de futebol é assim, show de rock é assim, festa de ano novo na praia é assim. O pessoal do bloco já havia procurado apoio policial que, se houve, eu não vi com número digno de nota. E então o Garibaldis havia dito: todo mundo cuidando de todo mundo. Não significa cuidar da sua amiga que foi com você no carnaval, significa olhar todo mundo como companheiro de folia. Significa reconhecer o diferente como digno do seu respeito. Significa ser gente!

Deve mesmo ter havido um pes­­soal que fez alguma besteira lá no alto do Largo. Sim, em alguns pontos a gente sente o cheiro de ma­­conha. Sim, ficamos ligados com bolsas e evitamos tumultos e confusões. Sim, tem gente que en­­torta o caneco e faz besteira, principalmente aquele pessoal que vai para olhar ao invés de pular. Pulando o álcool evapora. Mas tu­­do bem, até os chatos e o pessoal que nem gosta de carnaval são bem-vindos.

Agora, o que parece claro e cristalino é que a reação da Polícia Militar foi arbitrária, desproporcional e ofensiva à população. Parece claro também que os rapazes da PM (sim, rapazes, devem lá ter os seus 22, 25 anos, podiam estar brincando o carnaval se não estivessem a serviço) estavam até mesmo nervosos e pouco à vontade com aquela ação. Mas mandaram que eles fizessem daquele modo. E eles fizeram, e tiraram aquela raiva toda sei lá de onde.

As instituições têm que se modernizar e atender à demanda de uma sociedade que não para. Repito: não adianta querer fazer o que acontece hoje caber no bloquinho de 13 anos atrás. Tem que dar suporte para o que o povo faz pacificamente. Tem que ter preparo para recolher o burrão jacu que jogou garrafa na viatura sem bater nem mesmo nele. Não, não sou policial, não sei como é lá na frente quando o bicho pega. Mas sei como deve ser. Na teoria e na lei.

Quem não aguenta com mandinga não carrega patuá. Quem não tem competência, não se estabelece – ou, se tem problema, desce o sarrafo.

Carolina de Castro Wanderley é advogada, especialista em Direito Cultural e foliã há duas décadas.

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Violência no pré-carnaval

Hoje na Gazeta do Povo

Por Adel El Tasse

A reunião pacífica de pessoas em locais públicos é um direito do cidadão e não pode ser atacada como se tivessem as autoridades alguma legitimidade para decidir quem sai às ruas e quem não sai

O pré-carnaval de Curitiba marca importante evento na agenda cultural da cidade, pois ainda que sempre se tenha afirmado que o curitibano não faz coro ao restante do país em sua paixão pela festividade popular, o fato é que uma parcela da população gosta da festa e tenta realizá-la com ordem e alegria, apesar de todos os tabus e dificuldades existentes para promovê-la, em um local em que previamente já gosta de se afirmar detentor de resistência ao evento.

A democracia tem no respeito às minorias importante elemento de sustentação. A magnitude do processo democrático está em construir decisões coletivas a partir da vontade da maioria, sem, contudo, oprimir a minoria ou excluí-la. E o carnaval de Curitiba pode e deve representar exemplo de respeito à minoria. Sendo verdade que a festa é cultivada pela minoria da população devem ser resguardados espaços para que esta a promova, respeitando as demais pessoas.

A promoção do pré-carnaval no Largo da Ordem, em um domingo à tarde, parece atender a essas exigências, pois limita o evento a uma pequena área da cidade, de pouco trânsito e historicamente utilizada para eventos populares.

O que foge à razoabilidade são os disparos de tiros pela polícia a pretexto de dispersar as pessoas que lá realizam o evento, em uma demonstração clara de que quando o discurso vazio de promover segurança pública com violência ganha corpo o que se tem é um crescimento avassalador das forças repressivas do Estado, com a adoção de práticas autoritárias.

A Constituição é clara ao estabelecer no artigo 5.º, XVI: “Todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente”.

A reunião pacífica de pessoas em locais públicos é um direito do cidadão brasileiro e não pode ser atacada como se tivessem as autoridades públicas alguma legitimidade para decidir quem sai às ruas e quem não sai.

O STF ao analisar a amplitude do dispositivo constitucional em destaque, durante a chamada “marcha da maconha”, foi peremptório em afirmar que o direito de reunião é ilimitado e se constitui em um dos mais importantes em uma democracia, esclarecendo que independe de autorização, sendo a comunicação para autoridade apenas para não frustrar outra reunião de forma prévia marcada, pois a autorização já foi dada com caráter geral para todos os cidadãos pela Lei Suprema do país.

No pré-carnaval, a pretexto de reprimir a ação de uma pessoa que havia atirado uma garrafa contra uma viatura, foram acionados os mais repressivos grupos policiais, para atuar não só contra quem jogou a dita garrafa, o que já seria desproporcional, mas contra toda a população, atirando balas de borracha e usando de truculência generalizada para espantar cidadãos que ocupavam as ruas de sua cidade, que mantêm com o pagamento de seus impostos.

Não há argumentos lógicos que justifiquem o ocorrido. Foi brutal e desproporcional e não pode ser aceito por nenhum cidadão de bem e que preze o regime democrático, pois representa um desolador retrato do que se faz na segurança pública do país, absolutamente nada, apenas opressão e violência a fim de gerar medo nas pessoas quando veem a polícia.

O mundo aproxima a polícia dos cidadãos, incidentes como o do pré-carnaval demonstram que aqui se gera uma polícia anticidadão, que não se sente parte da população, mas detentora de poder especial, talvez pelo fato de portar arma, mas vale lembrar que bandido também o faz e nem por isso deve ser considerado especial.

A melhor estratégia de segurança pública já experimentada e de eficácia reafirmada pelos números apresentados em diferentes pontos do planeta é a população controlar as ruas de sua cidade, com a polícia em seu favor a lhe garantir proteção, o que torna os espaços inviáveis para os que praticam delitos.

Curiosa a postura de atacar o cidadão comum, desarmado, que sai às ruas da cidade de forma pacífica, parece até que se quer expulsar ele para tudo voltar à sua normalidade, ou seja, as ruas controladas pelo crime.

Adel El Tasse, advogado, procurador federal, professor de Direito Penal, é coordenador no Paraná da Associação Brasileira de Professores em Ciências Penais. E-mail adel@eltasse.com.br

Charge: Largo da Ordem e Progresso… e pauladas nos foliões

Charge: Guernica 1937 – Largo da Ordem em Curitiba 2012

Vejam a festa que a “segurança pública” de Beto Richa e Luciano Ducci estragaram no domingo de pré-carnaval em Curitiba