O prefeito “socialista” Luciano Ducci vai privatizar o Metrô de Curitiba via PPP: tarifas altas e lucro privado

O "sedento" por privatizações Beto Richa e seu fiel escudeiro, Luciano Ducci

 

Após a Ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann (PT) conseguir com a Presidenta Dilma Rousseff (PT) mais de R$ 1 bilhão para o Metrô de Curitiba, o prefeito de Curitiba Luciano Ducci, do Partido “Socialista” Brasileiro – PSB, disse que vai fazer uma PPP – Parceria Público-Privada para a construção do Metrô. Traduzindo, Luciano Ducci vai privatizar o Metrô de Curitiba.

A PPP (na modalidade concessão patrocinada) funcionará da seguinte forma: quase R$ 2 bilhões da obra de R$ 2,2 milhões será bancado com dinheiro público, a maioria com dinheiro vindo do Governo da Presidenta Dilma. Apenas pouco mais de R$ 100 milhões viria de uma concessionária de serviços públicos, uma empresa privada, que com esse mísero investimento terá o direito de cobrar tarifas altas dos cidadãos que utilizarem o Metrô, fazendo a gestão do sistema por mais de 20 anos.

Pasmem, com um pequeno investimento privado, se comparado com o investimento público, a empresa privada vai lucrar por mais de 20 anos às custas do povo curitibano.

Se já não bastasse o pedágio das estradas do Jaime Lerner, agora teremos as tarifas do Metrô do Luciano Ducci. Tudo com a benção do então Deputado Estadual Beto Richa (pedágio) e agora governador do Estado do Paraná.

Gazeta do Povo denuncia que Luciano Ducci e Beto Richa dão carguinhos para líderes dos bairros em troca de apoio

espertinhos

Prefeitura dá cargos a dirigentes de associações comunitárias

Líderes de entidades ganham salários em postos de confiança. Especialistas dizem que relação traz prejuízos para a democracia

Hoje na Gazeta do Povo, por Heliberton Cesca

Presidentes de associações de bairros de Curitiba estão ganhando cargos dentro de instituições públicas para “intermediar” o diálogo com a população mais carente da capital. Levantamento feito pela Gazeta do Povo mostra que pelo menos 14 dirigentes de associações de moradores e clubes de mães de Curitiba e região metropolitana foram contratados pela prefeitura da capital, pelo governo do Paraná e pela Câmara de Curitiba em cargos comissionados.

Especialistas afirmam que pode estar ocorrendo uma perigosa cooptação dos dirigentes dessas entidades: ao ganhar um salário público, eles estariam se comprometendo a carrear votos para seus novos chefes políticos. Os líderes comunitários negam que haja problemas no relacionamento, mas as três principais centrais que reúnem as associações de bairros têm ligações políticas e partidárias.

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No dia da independência do Brasil Beto Richa declara ser contra o afastamento de Derosso

Derosso, sua esposa Cláudia Queiroz e Beto Richa

Hoje, antes do desfile da independência, o governador Beto Richa declarou, com cara de sério, que é contra o afastamento de João Cláudio Derosso (PSDB), presidente da Câmara Municipal de Curitiba, marido de Cláudia Queiroz, que mantém contrato milionário com a Câmara de Vereadores e com a Prefeitura Municipal dirigida por Luciano Ducci (PSB). Cláudia era servidora da Câmara quando venceu a licitação, e atualmente ela é servidora comissionada do Governo Beto Richa.

Será que Beto Richa tem medo da delação premiada?

Depois de Derosso, agora foi Ney Leprevost que perdeu a chance de ser vice de Luciano Ducci

Com os escândalos na Câmara de Vereadores de Curitiba, o seu presidente João Cláudio Derosso (PSDB), que seria o candidato a vice de Luciano Ducci (PSB) nas eleições de 2012 para a Prefeitura de Curitiba, foi defenestrado da aliança da situação.

Com os escândalos do Ministério do Turismo nos convênios com a ONG Instituto de Desenvolvimento da Organização Nacional de Excelência Administrativa – Iabras, agora foi a vez do deputado estadual Ney Leprevost (PP do Maluf ou PSD do Kassab), que tinha esperanças em ser o candidato a vice de Ducci, ter seu nome totalmente descartado da aliança situacionista.

Segundo a Gazeta do Povo, a empresa CWB de João Guilherme Leprevost, irmão do deputado Leprevost, citada nas investigações do TCU, é prestadora de serviços da entidade do Terceiro Setor envolvidas nos escândalos (Iabras). Segundo a Gazeta do Povo a CWB teria participado de licitações no âmbito do Iabras com empresas de fachada. Ainda há dúvidas se realmente os serviços foram prestados.

O Blog do Tarso alerta: celebração de convênio sem licitação para prestação de serviços, e não contrato com licitação, com posterior repasse dos serviços relativos ao convênio para outras empresas, é uma ilicitude que deve ser questionada pelo Tribunal de Contas e Ministério Público.

Charge: mascarado

Beto Richa e Luciano Ducci felizes no Graciosa Country Club. Nos clubes populares apenas nas eleições.

Foto de Felipe Rosa, hoje na coluna de Reinaldo Bessa na Gazeta do Povo

População reclama do trânsito e acidentes da Linha Verde construída pela Gestão Beto Richa/Luciano Ducci

Curitiba, capital do nepotismo

Do Blog Rodopiou. Clique na imagem para ir ao texto.

Luciano Ducci mantido na ação do Caixa 2 e pode perder o cargo. Beto Richa ainda poderá responder criminalmente

Por Celso Nascimento, hoje na Gazeta do Povo

A juíza da 176.ª Zona Eleitoral, Luciani Ludovico, livrou o governador Beto Richa de responder por crime eleitoral no processo em que figurava como acusado de fazer caixa 2 na campanha de reeleição à prefeitura de Curitiba, em 2008. Na sentença que assinou na semana passada – e ontem publicada –, a juíza argumenta que as penas a que Richa estaria sujeito já não seriam aplicáveis: inelegibilidade e cassação do mandato (de prefeito). O vice da chapa de Beto, o atual prefeito Luciano Ducci, não teve a mesma sorte: seu nome será mantido na ação.

Caixa 2

Das penas previstas na legislação eleitoral o governador está livre, mas poderá responder na esfera criminal. É que, na mesma sentença, a juíza Luciani Ludovico aceita como prova legítima a gravação de imagens nas quais um dirigente da campanha do PSDB em de 2008 aparece distribuindo dinheiro não contabilizado para que alguns filiados do PRTB desistissem de concorrer à Câmara Municipal. Dada a natureza criminal do episódio, a magistrada entendeu que o Ministério Público deve se pronunciar para, se considerar pertinente, oferecer denúncia contra os implicados.

Obras da gestão de Luciano Ducci têm indícios de irregularidades

Obras do binário das ruas Chile e Guabirotuba: atrasos e incompatibilidades entre as medições e os serviços efetivamente executados. Foto de Brunno Covello/SMCS

Ontem na Gazeta do Povo

Obras da prefeitura têm indícios de irregularidades

TC aponta problemas em parte de programa de US$ 100 milhões financiado pelo BID. Obras da Copa estão no projeto

SANDRO MOSER

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Ney Leprevost propõe privatização do Zoo de Curitiba

O Deputado Estadual Ney Leprevost (PP, Partido do Maluf), que está indo para o PSD (Partido do Kassab, com denúncias de que está sendo formado com assinaturas de falecidos, servidores públicos pressionados por Kassab e trabalhadores obrigados pelos patrões), segundo a coluna de Reinaldo Bessa na Gazeta do Povo de hoje, foi até o Zoológico de Curitiba e constatou o péssimo estado da estrada de acesso ao parque, no Alto Boqueirão, e a poluição do rio Iguaçú no trajeto.

A invés de cobrar o abandono do Prefeito Luciano Ducci (PSB), que está em Paris, ou do Governador Beto Richa (PSDB), que está em Cancun, Leprevost propõe a privatização do Zoo, e vai fazer essa proposta ao prefeito de Curitiba.

A elite neoliberal é assim. Precariza os bens públicos para depois privatizá-los. Foi assim a ditadura militar com a educação brasileira, foi assim FHC com a Petrobras, foi assim com os governos tucanos de Mario Covas/José Serra/Geraldo Alckmin com a saúde, foi assim com o Governo Lerner com as estradas e Copel.

Leprevost quer ser o vice de Luciano Ducci nas próximas eleições. Vocês imaginam o quanto ele ou seus “apoiadores” estão gastando com os outdoors com o rosto de Leprevost espalhados por toda Curitiba? Nossa cidade não merece mais esse grupo político.

Jaime Lerner, Ney Leprevost, Saul Raiz e Beto Richa

Vereadora Professora Josete questiona aditivos de Luciano Ducci em contrato de locação de carros

Ontem na Gazeta do Povo

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Luciano Ducci usa dinheiro público para fazer propaganda da Prefeitura em jornal da esposa e sogro do Derosso

Publicado no site do Deputado Dr. Rosinha

Prefeitura de Curitiba faz propaganda em jornal da mulher e do sogro do tucano Derosso

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Luciano Ducci gasta quase 100% com privatização da tecnologia da informação via ICI

Luciano Ducci e João Cláudio Derosso.

Hoje a Gazeta do Povo informou que dos R$ 27 milhões previstos no orçamento de 2011 de Curitiba para tecnologia da informação, o Prefeito Luciano Ducci (PSB) já gastou 96% desse total.

Quem presta os serviços de tecnologia da informação para o Município de Curitiba é o Instituto Curitiba de Informática – ICI, uma organização social, uma entidade privada que não faz concurso público e foi contratada pela Prefeitura de Curitiba sem licitação. Essa privatização ocorre desde o Prefeito Cassio Taniguchi (atual Secretário de Beto Richa). Beto Richa e Luciano Ducci mantiveram essa privatização.

O pior é que o Beto Richa quer utilizar o ICI como modelo para a Celepar – Companhia de Informática do Paraná.

Tradução: em meio ano o ICI lucrou o que estava previsto para lucrar em um ano. Quando isso vai acabar?

Mesmo com o escândalo da Consilux mal explicado, Prefeito Luciano Ducci continua instalando radares em Curitiba

Radar instalado hoje pela Prefeitura de Curitiba, na Rua João Negrão, quase esquina com a Avenida Visconde de Guarapuava. Foto de Tarso Cabral Violin

 

Agora não é mais a Consilux que faz a instalação, é a Prefeitura. Mas a Consilux vai receber indenização milionária. Foto de Tarso Cabral Violin

 

Mais uma arapuca no centro de Curitiba. Lucro para a Consilux, prejuízo para os motoristas. Foto de Tarso Cabral Violin

Saiba mais sobre o escândalo da Consilux: clique aqui

Rompimento de Luciano Ducci com a Consilux foi ilegal, segundo Tribunal de Contas do Paraná

Rompimento com a Consilux foi ilegal, diz o Tribunal de Contas

Por Celso Nascimento, da Gazeta do Povo

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Curitibano dá 5 para transporte coletivo. Presidente da Urbs dá 7. Claro, anda apenas de carro e, quiçá, helicóptero

Usuários dão nota 5 para o transporte coletivo; presidente da Urbs, 7

Por Joice Hasselmann

Ônibus superlotados, filas nos terminais, atrasos nas linhas e portas que fecham na cara dos usuários. Esses foram os principais problemas relatados pelos usuários a Joice Hasselmann, que utilizou algumas das linhas mais complicadas da cidade nesta manhã, na companhia do presidente da Urbs, Marcos Isfer. Numa enquete feita dentro dos veículos, os curitibanos deram nota 5 para o transporte coletivo. Já Isfer foi mais otimista e deu nota 7 no final do passeio. A viagem começou no terminal do Santa Cândida, em horário de pico: sete da manhã. De lá, eles foram até o terminal do Cabral, pela linha Santa Cândida Capão Raso.

“É uma vergonha isso, espero que o povo curitibano tome vergonha na cara e não vote nos mesmos, com a passagem [do Poder] de pai para filho…”, disse um usuário. Ouça os áudios no Blog da Joice

Enquanto Florianópolis cancela radares Curitiba premia a Consilux

Empresa responsável pelos radares em Florianópolis vai desligar os aparelhos

Do DIÁRIO CATARINENSE

Engebrás foi notificada pela prefeitura; suspensão do serviço depende da agenda dos técnicos

A Engebrás, empresa de fiscalização de trânsito por radares, informou, na quinta-feira, que vai suspender os serviços em Florianópolis.A assessoria da empresa afirmou que já recebeu a notificação do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (Ipuf) sobre a suspensão do contrato e do pagamento dos serviços.

A Engebrás explica que o desligamento dos 70 aparelhos depende apenas da disponibilidade técnica dos seus profissionais.

O presidente do Ipuf, Átila Rocha dos Santos, destacou que a notificação pela suspensão do pagamento de todos os meses do último contrato — cerca de cinco meses — e do contrato em si foi um cumprimento de ordem judicial.

O juiz Antonio Fornerolli emitiu liminar acatando ação do Ministério Público que acusa a prefeitura de ter viciado o edital de licitação para suspendê-lo, criando, assim, uma situação para contratar a Engebrás de forma direta.

Segundo Átila, o contrato emergencial de dezembro de 2010 foi feito justamente porque o processo licitatório não foi concluído em decorrência das determinações do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Como o funcionamento de radares é considerado essencial, a prefeitura optou por contratar a Engebrás, que já vinha atendendo a cidade, até que o processo licitatório definitivo fosse concluído.

Tanto o Ipuf quanto a assessoria da empresa, destacam que o contrato que estava vigente era idêntico ao da contratação em 2004. Por isso, o contrato previa o pagamento da empresa por multa efetivamente aplicada e paga e não por aparelho instalado e operando, como defendem o MP e o TCE.

Mesmo com a liminar, o presidente do Ipuf destacou que a Engebrás poderia continuar oferecendo o serviço, esperando a decisão final da Justiça.

Se o resultado fosse favorável à empresa, ela teria direito de receber pelo período trabalhado. Um novo contrato dependerá do parecer do TCE.

Veja as blogadas sobre o tema:

Vereadora Professora Josete diz rescisão do contrato da Prefeitura com a Consilux foi uma farsa

Deputado Tadeu Veneri pede informações sobre auditoria do Lactec na Consilux

Luciano Ducci se queima por pressionar contra a CPI da Consilux-Radares

CPI dos Radares-Consilux já!

Interesse público, Consilux e Luciano Ducci

Vereadora Renata Bueno critica Luciano Ducci nas conduções do Caso Consilux

O vaso sanitário e a Consilux

Fogo no radar da Consilux

Consilux, parceira da Prefeitura de Curitiba de Beto Richa e Luciano Ducci, no Fantástico

Vereadora Professora Josete diz rescisão do contrato da Prefeitura com a Consilux foi uma farsa

Para vereadora, cancelamento do contrato com a Consilux foi uma farsa

Por Ivan Santos0 do Blog Política em Debate

A quebra de contrato entre a Prefeitura de Curitiba e a Consilux, divulgada no início da semana, foi enganosa. A conclusão é da vereadora Professora Josete (PT), após a visita técnica realizada pela Comissão de Serviço Público da Câmara Municipal à sede da empresa que administra os radares, ontem. “Basicamente, tudo continua como estava”, constatou a vereadora, após ouvir os detalhes da rescisão contratual fornecidos pelo diretor-presidente da Consilux, Aldo Vendramin.

De acordo com ele, mesmo após o cancelamento do contrato, radares e lombadas eletrônicas da capital continuam sendo propriedade da empresa, que também ainda é a responsável pela manutenção dos equipamentos. Vendramin garante que a Consilux nunca executou o trabalho de processamento e emissão das multas, que sempre teria estado sob tutela da Urbs. “O que a Consilux faz e sempre fez foi fornecer o instrumental. Os equipamentos só enviam ao sistema usado pela Urbs as imagens e os cálculos de velocidade. Quem aplica as multas ou não é a Urbanização de Curitiba”, garante. Vendramin admite que o sistema utilizado pela Urbs foi fornecido pela Consilux, mas garante que ele é operacionalizado exclusivamente pela administração municipal.

“A Consilux continua fazendo o trabalho que sempre fez (fornecer e fazer a manutenção dos equipamentos), segundo o próprio presidente da empresa. A quebra de contrato não existe”, disse Professora Josete. Para a vereadora, o caso é ainda mais grave por conta da multa de mais de R$ 7 milhões que a Prefeitura se dispôs a pagar à empresa por conta do cancelamento. Vendramin também garantiu ser possível verificar se alguma multa deixou indevidamente de ser emitida. “Se foram geradas mil multas e despachadas apenas 980, as 20 que ficaram inconsistentes precisam ter uma justificativa. O sistema exige. Se aconteceu algo irregular, o sistema deixa vestígios”.

Beto Batata, Beto Banana e o novo picolé de chuchu

Manifestantes fizeram protesto, no último domingo à noite, contra o fechamento do Beto Batata

A Prefeitura de Curitiba detesta cultura

Abaixo a buRRocracia de Curitiba!. Viva a Cultura de Curitiba!

Publicado hoje na Gazeta do Povo

Por LUIZ CLAUDIO OLIVEIRA – LUIZS@GAZETADOPOVO.COM.BR

Há 12 anos, o proprietário do Beto Batata, Robert Amorim, presta serviços gastronômicos e culturais a Curitiba. Ele ganha dinheiro vendendo batatas fatiadas e recheadas, que ele mesmo desenvolveu. Ele gasta dinheiro promovendo a cultura. Sim, Amorim poderia ser um homem mais rico e menos feliz se não se interessasse por cultura e por Curitiba.