Gustavo Fruet começa acertando: equipe que vai cuidar de seu programa é de primeira

Foto de Tarso Cabral Violin / Blog do Tarso

Conforme informa o Cícero Cattani, o pré-candidato a prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT) anunicou hoje a equipe que vai cuidar do seu programa de governo. O comando do time será do professor do curso de Economia da Universidade Federal do Paraná – UFPR, Fábio Scatolin, que será integrado pela também professora de economia da UFPR, Liana Carleal, pela também economista (e irmã)  Eleonora Fruet, e pela advogada trabalhista Mirian Gonçalves. Ótimas escolhas, em especial da professora Liana e da Dr.ª Mirian.

Gustavo Fruet ironiza declaração de Beto Richa de que “gente formada é insubordinada”

Gustavo Fruet (PDT), pré-candidato a prefeito de Curitiba, com o PT na vice. Foto de Thea Tavares

O ex-deputado federal pelo PMDB e PSDB e pré-candidato à prefeitura de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT) ironizou as declarações do governador Beto Richa (PSDB) da semana passada, de que polícias militares com curso superior são insubordinados. Segundo o Blog Política em Debate, Fruet disse:

“Minha mãe diz que eu sempre busquei o caminho mais difícil. Acho que é uma certa rebeldia, insubordinação. Mas não é por causa do curso superior, não”.

Gustavo Fruet é o candidato a prefeito pelo PDT, com PT na vice

18º Encontro Municipal do PT de Curitiba ocorrido hoje

O Partido dos Trabalhadores de Curitiba decidiu hoje, oficialmente, por 167 contra 128 votos de seus delegados no 18º Encontro Municipal do PT de Curitiba, que o partido fará aliança com o PDT de Gustavo Fruet já no primeiro turno das eleições municipais.

É a primeira vez que o PT não tem candidatura própria para prefeito de Curitiba, desde o fim da ditadura militar. Em 2008 Gleisi Hoffmann foi a candidata, em 1996, 2000 e 2004 o candidato foi Angelo Vanhoni, em 1992 Doutor Rosinha, em 1988 Claus Germer e em 1985 Edésio Passos.

O Blog do Tarso entende como ótimos nomes para vice de Fruet:

– O deputado estadual Tadeu Veneri, representante da esquerda do PT que uniria o partido na capital, com uma grande atuação na Assembleia Legislativa;

– O advogado André Passos, ex-vereador que em 2004 obteve 9.972 votos, o petista mais votado de Curitiba (o segundo petista mais votado em Curitiba em todos os tempos para vereador, Jorge Samek teve 11.625 votos em 2000, ano da primeira eleição de Passos, que teve 4.203) e o segundo candidato a vereador do PT mais votado no Sul do país (perdeu apenas para o Todeschini, de Porto Alegre/RS, que obteve 12.402 votos), que em 2008 preferiu não não se candidatar; e

– O deputado federal Angelo Vanhoni, com um eleitorado cativo por causa das três candidaturas a prefeito.

Vejam as considerações dos líderes do PT municipal sobre a aliança:

Deputado Estadual Tadeu Veneri: “O sentido de unidade é que determinará se seremos companheiros nas próximas caminhadas, não temos mais chapa um e chapa dois. Saímos com alma grande para enfrentar os próximos desafios e é com essa alma grande que vamos derrotar o PSDB”.

Ministra Gleisi Hoffmann: “Terminamos um processo de debate, de disputa e de diálogo que reuniu os militantes do partido0. É essa militância que faz do PT um partido diferente. Vence mais uma vez a democracia interna. O PT vai dar sustentação ao processo eleitoral”.

Ministro Paulo Bernardo – “Gustavo Fruet é uma pessoa que tem disposição para compor uma aliança, não só agora, mas também em 2014. O mais importante é definirmos o que vamos fazer em Curitiba. O grupo que está aí hoje não resolve os problemas estruturais. Os grandes problemas de mobilidade a Dilma que está resolvendo. Quem faz políticas sociais aqui é o governo federal através do Bolsa Família e do PAC”.

Deputado Federal Dr. Rosinha: “A partir de agora não tem chapa um e chapa dois, tem união e unidade do partido para vencer as eleições de Curitiba”.

Gustavo Fruet é o candidato de Lula e Dilma para Prefeito de Curitiba. PT na vice

Gustavo Fruet nas escadarias da UFPR quando anunciou sua filiação ao PDT. Foto de Tarso Cabral Violin / Blog do Tarso

O Partido dos Trabalhadores de Curitiba realizou eleição interna hoje e escolheu não ter candidatura própria na eleição para prefeito de Curitiba que ocorrerá em outubro. O PT indicará o vice na chapa encabeçada por Gustavo Fruet (PDT), que terá o apoio fundamental do ex-presidente Lula e da presidenta Dilma Rousseff.

Com isso Gustavo Fruet, que está na frente nas pesquisas, é o franco favorito para vencer a eleição.

Foram 57% dos votos pela aliança com o PDT (1.093 votos) e 43% dos votos pela candidatura própria (817 votos), que provavelmente seria dos deputados Tadeu Veneri ou Doutor Rosinha.

Nas zonais do PT de Boa Vista, Boqueirão, CIC, Matriz (por um voto), Pinheirinho e Portão venceu a tese da aliança. Nas zonais Bairro Novo, Cajuru e Santa Felicidade venceu a tese da candidatura própria. A chapa 1, que teve mais votos, terá mais delegados na convenção do PT para decidir por suas teses. A dúvida: haverá aliança na chapa proporcional para vereadores?

O PT sai unidos das eleições internas e os petistas de todas as cores prometem colocar e “suar a camisa” por Gustavo Fruet.

Tarso Cabral Violin – Blog do Tarso

Aprovação de Dilma já está em 77%: o candidato do PT em Curitiba será Tadeu Veneri, Doutor Rosinha ou Gustavo Fruet?

Dilma, em obra de Romero Britto

A presidenta Dilma Rousseff (PT) já tem 77% de aprovação dos brasileiros, segundo pesquisa CNI/Ibope (era de 72%). na região sul do país a aprovação também é altíssima, com 75% (era 69%).

Dia 15 de abril de 2012 os petistas de Curitiba, em eleição direta entre todos os filiados, escolherão quem será o beneficiado de toda essa aprovação da presidenta e Dilma e do próprio ex-presidente Lula. O deputado estadual Tadeu Veneri, o deputado federal Doutor Rosinha (ambos pré-candidatos e que lutam por candidatura própria do PT) ou o ex-deputado federal Gustavo Fruet (PDT), que está em primeiro nas pesquisas (nesse caso o PT indica o vice). Qualquer que seja o resultado da prévia, o partido vem forte para as eleições de outubro.

Criatividade e coragem na história de Curitiba – Gustavo Fruet

FOTO: WASHINGTON CESAR TAKEUCHI

Em 319 anos, Curitiba tem muita história para contar. Relembrar é viver. Algumas datas que ficaram marcadas pelo inusitado, criatividade e coragem dos personagens envolvidos.

Em 1693, o povo de Curitiba se reuniu na Igreja de Nossa Senhora da Luz e Bom Jesus dos Pinhais (local onde foi construída a catedral) para escolha dos eleitores responsáveis pela eleição da Câmara e da instalação da Vila.

Em 1750, a irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba começa a funcionar. Em 1880, Dom Pedro II inaugura o prédio do hospital da Santa Casa na Praça Rui Barbosa.

Em 1848, a Câmara de Curitiba compra da Corte 20 lampiões para resolver o problema da iluminação pública.

Em 1855, é inaugurado o Cemitério Municipal de Curitiba na chácara que pertenceu ao Padre Agostinho Machado de Lima. Antes deste cemitério, os mortos eram enterrados na sacristia e paredes da catedral.

Um ano mais tarde, é realizada a primeira tourada na capital paranaense.

Em 1858, é instalada a primeira cervejaria em Curitiba. Ficava próxima ao cemitério.

Em 1871, os irmãos Rebouças instalaram a primeira indústria a vapor do Estado. Nesse mesmo ano, os Rebouças fizeram a primeira canalização de água potável na capital.

Em 1887, começa a operar a companhia de bondes de Curitiba. Ainda eram puxados por mulas. No mesmo ano, foi fundada a sociedade secreta Ultimatum, que possibilitava a fuga de escravos para o Ceará e Uruguai.

Em 1892, entra em operação a primeira usina elétrica da cidade.

E, finalmente, em 1975, a grande nevasca cai em Curitiba. Até hoje o dia 17 de julho de 1975 está na lembrança dos que presenciaram a neve e no imaginário dos que ouvem os relatos.

Parabéns a cidade que foi forjada pela força, inteligência e diversidade cultural, que até hoje são as marcas da nossa gente.

(Fonte: Jorge Narozniak, Histórias do Paraná / Arowak, 2010)

Vanhoni não é pré-candidato a prefeito de Curitiba. Talvez a vice

O deputado federal Angelo Vanhoni (PT) não é pré-candidato a prefeito de Curitiba. O relator do Plano Nacional de Educação na Câmara dos Deputados, segundo a Gazeta do Povo de hoje, quase não concedeu entrevista ao jornal como pré-candidato pois estava “muito envolvido com o projeto e a cabeça longe das discussões locais”, e falou apenas depois de alguma insistência da reportagem.

Com isso verificamos que Vanhoni não será candidato a prefeito de 2012 pelo PT. As duas candidaturas do PT postas são dos deputados Tadeu Veneri e Doutor Rosinha. A tendência de Vanhoni no PT defende aliança já no primeiro turno com Gustavo Fruet (PDT).

Talvez Vanhoni coloque seu nome como vice de Fruet, caso a tese vencedora do PT seja a de não ter candidato próprio.

Marcello Richa atira em Gustavo Fruet

José Serra, denunciado pelo livro "A Privataria Tucana", e o estudante de Direito Marcello Richa

Na Folha de S. Paulo de hoje (tiroteio da coluna Painel, Poder), Marcello Richa (filho de Carlos Alberto Richa, presidente da juventude nacional do PSDB, Secretário de Esportes do Município de Curitiba e estudante de Direito da Universidade Positivo) atirou contra Gustavo Fruet (ex-deputado federal, pré-candidato do PDT a prefeitura de Curitiba em 2012):

“Agora ele é nosso adversário. Para ser candidato a prefeito de Curitiba em 2012, vai ter que pedir licença ao ex-ministro Carlos Lupi.”

Esqueceu de dizer que o candidato a reeleição de Beto Richa, o atual prefeito de Curitiba, Luciano Ducci (que se utiliza da legenda PSB), terá que pedir permissão para Jaime Lerner (ex-governador pelo DEMO) e Cássio Taniguchi (secretário de planejamento do governo Lerner e do Beto Richa, e também atual governador de fato do Paraná).

Charge: Gustavo Fruet no PDT pronto para a guerra

Gustavo Fruet será candidato a Prefeito de Curitiba pelo PDT

Gustavo Fruet hoje nas escadarias do Prédio Histórico da UFPR. Foto de Tarso Cabral Violin

Conforme o Blog do Tarso adiantou em post de 6 de setembro, realmente o ex-deputado federal Gustavo Fruet será candidato a Prefeito de Curitiba pelo Partido Democrático Trabalhista – PDT. Hoje ele informou seu novo partido nas escadarias do prédio histórico da Faculdade de Direito da UFPR.

Agora falta definir se o seu vice será do PV, PCdoB, PSC ou PT. A turma do Prefeito Luciano Ducci (PSB) sua frio.

Gustavo Fruet detona Beto Richa, Luciano Ducci e PSDB em entrevista na Época

QUEM É: Filho de Maurício Fruet, prefeito de Curitiba entre 1983 e 1985, foi deputado federal por três mandatos. O QUE FEZ: Em 2005, foi sub-relator da CPI dos Correios, que investigou as denúncias sobre o mensalão no governo Lula. No ano passado, perdeu a eleição para o Senado. Foto: Renata Chede/ÉPOCA

“Nem na ditadura teve uma lógica de aproximação com todos os partidos como no Governo Beto Richa”.

“O PSDB não tem projeto”

“O PSDB não existe no Paraná”

“Beto Richa me prometeu o comando da executiva municipal do PSDB. Derosso e Luciano Ducci vetaram e o Beto Richa ficou com eles e silenciou”.

“Sempre que converso com alguém, há uma tentativa de cooptação por parte do governo Beto Richa e da prefeitura de Luciano Ducci. O Beto Richa foi pedir para o Gilberto Kassab não me apoiar.”

Entrevista publicada na revista Época 696, de 19/09/2011

Gustavo Fruet: “O PSDB não tem projeto”

O ex-deputado, estrela tucana na investigação do mensalão, critica o partido que acabou de deixar

DANILO THOMAZ

Conhecido por sua atuação combativa em Brasília, principalmente na CPI do Congresso que investigou o mensalão, em 2005, o ex-deputado federal Gustavo Fruet, do Paraná, aparecia frequentemente listado como uma das mais importantes lideranças da oposição ao governo petista. Em junho, porém, Fruet deixou o PSDB com o discurso de que precisava recomeçar sua carreira política. Derrotado nas eleições para o Senado no ano passado, ele diz que esperava contar com o apoio do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), para se qualificar como pré-candidato à prefeitura de Curitiba no ano que vem. Isso não ocorreu, e, agora, Fruet está mais próximo de partidos que compõem a base do governo Dilma Rousseff, como PDT e PCdoB.

ÉPOCA – O atual prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, era um quadro promissor do PSDB. Saiu e foi para o PMDB. O mesmo ocorreu com o deputado Gabriel Chalita, em São Paulo. Agora, o senhor. Por que o PSDB não consegue reter seus novos quadros?
Gustavo Fruet – São vários fatores. Primeiro, o PSDB é muito influenciado pela prevalência da política paulista. Segundo, há uma cultura partidária autofágica, uma soma de projetos pessoais, em vez de um partido. Terceiro, não há cultura do incentivo. Acaba que não renovamos a vida partidária. Há também uma visão centralizadora. A visão da capital federal define como vai ser a política no Brasil. O PSDB não tem clareza em relação aos projetos de médio e longo prazo. O PSDB chegou a ter mais de 100 deputados. Na última eleição, elegeu 55 ou 56.

ÉPOCA – O senhor vê futuro para o PSDB como sigla de oposição?
Fruet – Sempre haverá espaço para oposição, mas o PSDB hoje está refém de uma situação que não é uma estratégia política. Qual é? Esperar a tragédia do governo. Quer usar uma crise econômica ou política para tentar tirar da base do governo partidos como o PSB, o PDT, o PMDB. Mas nos Estados é muito comum o PSDB estar coligado a partidos que são aliados do PT no plano nacional.

ÉPOCA – Quais foram seus atritos no PSDB?
Fruet – Quando entrei, em 2004, foi para apoiar o Beto Richa (à prefeitura de Curitiba). Ele estava atrás nas pesquisas, eu o apoiei, ele foi eleito. Em 2008, o apoiei para a reeleição. Sempre houve muita clareza de que me preparava para ser o sucessor. Em 2008, abri mão da indicação de ser o vice dele para manter a coligação com o PSB. Nesse período, fiquei muito focado no Congresso, participei do Conselho de Ética e de uma CPI. Eu me afastei da política local. Fiquei sem nenhum diretório do PSDB. Abri mão do espaço na executiva estadual. E o compromisso que tinham de me deixar na executiva municipal não foi cumprido. O partido nunca se reuniu para fazer tese, congresso, convenções. Em 2010, preparei-me para ser candidato a senador. A executiva estadual trabalhou contra. O PSDB preferiu apoiar o Ricardo Barros (PP), que era candidato do Lula, e o Osmar Dias (PDT). É assim: a gente fica na política nacional, no combate, e no Estado o partido dá apoio a aliados do governo federal. Na última hora, o Osmar resolveu sair, e me chamaram para concorrer ao Senado. Abri mão da reeleição (para deputado)para tentar o Senado e dar tempo de TV para o PSDB, para ajudar o (José) Serra, candidato à Presidência.

É assim: a gente fica na política nacional, no combate, e no Estado seu partido dá apoio a aliados do governo federal”

ÉPOCA – Qual é o principal problema do PSDB no Paraná?

Fruet – O PSDB não existe no Paraná. Em muitos municípios, dirigentes apoiaram o Beto para governador e, ao mesmo tempo, a Gleisi Hoffmann (PT) e o Roberto Requião (PMDB)para o Senado. É importante para vermos o que é fidelidade partidária… O fato de haver um partido constituído não significa que ele esteja seguindo um programa.

ÉPOCA – O senhor saiu do PSDB por falta de espaço para disputar a prefeitura. É isso?
Fruet – Depois da eleição (de 2010), pedi só uma coisa para o Beto: apoio para conseguir o comando da executiva municipal. Ele assumiu esse compromisso. Mas o presidente da Câmara e um grupo ligado ao prefeito (Luciano Ducci, prefeito de Curitiba, do PSB) vetaram. O Beto ficou com eles. Pedi espaço para construir a candidatura, depois decidiríamos. Mas houve um silêncio constrangedor.

ÉPOCA – Alguém do PSDB ofereceu apoio?
Fruet – Não em público. Aí não adianta. Não pedi para ser ungido. Queria fazer uma consulta, pesquisas. Tentaram abafar minha candidatura. O Beto Richa começou a criar secretaria, dar cargo para vereador e cooptar quase todos os partidos. Sempre apareci bem nas pesquisas. Ficaram me cozinhando.

ÉPOCA – Quem lhe ofereceu ajuda?
Fruet – O Sérgio Guerra (presidente nacional do partido) e o Serra. Não houve promessa, no sentido “eu garanto”. Conversei com eles por telefone, eles estiveram em Curitiba no casamento do filho do Beto. O compromisso deles era conversar, buscar uma solução.

ÉPOCA – Quando o senhor saiu do partido, alguém ligou?
Fruet – O único que ligou foi o Aécio (Neves, senador).

ÉPOCA – O que o senhor acha do governo de Beto Richa?
Fruet – A avaliação dele é positiva aqui. Ele ganha como contraponto do Requião (ex-governador). O lado negativo é a lógica de aproximação com todos os partidos. Nem na ditadura teve algo assim. É uma dependência brutal do governo. Todos, com exceção do PT, estão votando com o governo na Assembleia. O PMDB, que era oposição, está com o governo, com exceção de um deputado.

ÉPOCA – O senhor ficou nacionalmente conhecido pela atuação na CPI dos Correios, na investigação do mensalão. Agora está prestes a ingressar na base do governo. Qual é sua opinião sobre o mensalão hoje?
Fruet – Mantenho as mesmas posições. Foi um fato sério, que mudou profundamente a forma de acompanhamento da política do Congresso e tem efeitos até hoje. Uma marca muito negativa do governo no Congresso.

ÉPOCA – Que marcas deixou no Congresso?
Fruet – Um desgaste profundo. O Congresso não conseguiu mais sair dessa agenda negativa. São certos hábitos que estão enraizados. A forma de relação com o Executivo não se sustenta. É o que está acontecendo agora, esta sequência de queda de ministros. Vou além: não se concluiu muito do que se levantou na época. Vai ficar eternamente no sigilo.

ÉPOCA – Já escolheu algum partido para sair candidato à prefeitura?
Fruet – Não. Vim a Brasília por isso e tentei conversar com algumas lideranças. É importante evitar que o partido seja cooptado pelo governo do Beto Richa. Além disso, são poucos os partidos que não estão na base da prefeitura de Curitiba. Só PDT, PCdoB e PV são independentes. E o PT. Para o PT, não vou, sem demérito. Para o PMDB do Requião, também não vou. Vim conversar com a Rosane Ferreira, do PV, com o Osmar Dias, do PDT, e com dirigentes do PCdoB. Agora, sempre que converso com alguém, há uma tentativa de cooptação por parte do governo e da prefeitura. PSD? O Beto foi pedir para o Gilberto Kassab não me apoiar. DEM? Eles criaram uma Secretaria Especial de Habitação para acomodar o DEM. Essa é a política real.

ÉPOCA – O senhor tem conversado com o ministro Paulo Bernardo, do PT?
Fruet – Não. Ontem (terça-feira 13), falei com ele pela primeira vez. Uma conversa política, de conjuntura, mas nada conclusivo. O PT trabalha para eleger a Gleisi governadora em 2014. Para o PT é importante ter candidatos (a prefeito) ou apoiar candidatos nas principais cidades do Paraná.

Vote na enquete: “Quem você quer que seja o vice de Gustavo Fruet?”

Nova enquete do Blog do Tarso: quem você prefere que seja o vice de Gustavo Fruet (sem partido)?

Gustavo Fruet e seu pai, Mauricio Fruet

Vote na enquete da coluna da direita.

Leitores do Blog do Tarso preferem que PT tenha candidatura própria

O Deputado Estadual Tadeu Veneri é o preferido dos leitores do Blog do Tarso como candidato do PT

Conforme enquete realizada até ontem, a maioria dos leitores do Blog do Tarso prefere que o Partido dos Trabalhadores tenha candidatura própria na eleição para a Prefeitura de Curitiba em 2012.

57% querem candidatura própria do PT.

43% querem que o PT apóie Gustavo Fruet na eleição, com o PT como vice.

Dos que preferem o PT com candidatura própria, o Deputado Estadual Tadeu Veneri ficou em primeiro com 45,6% da preferência, o Deputado Federal Dr. Rosinha com 36,8% e o Deputado Federal Angelo Vanhoni com 17,5%.

Participe da próxima enquete sobre as eleições em Curitiba 2012.

Nova enquete: no 1º turno o PT deve ter como candidato em Curitiba o Tadeu Veneri, o Dr. Rosinha ou o Gustavo Fruet?

Nova enquete do Blog do Tarso: no 1º turno das eleições para Prefeito de Curitiba em 2012 o Partido dos Trabalhadores (PT) deve escolher como candidato o Deputado Estadual Tadeu Veneri, o Deputado Federal Dr. Rosinha ou ser vice do ex-Deputado Federal Gustavo Fruet, que saiu do PSDB e por enquanto está sem partido?

Gustavo Fruet acaba de declarar para o Blog do Tarso que ainda não decidiu novo partido

Gustavo Fruet no debate ao senado na Universidade Positivo

“Beto Richa é truculento e autoritário”

Não. Não sou eu que estou dizendo. Quem disse que o Governador do Estado do Paraná, Beto Richa (PSDB), é truculento e autoritário foi a cientista política e jornalista Lucia Hippolito, na CBN: “Com a saída de Gustavo Fruet do PSDB, Beto Richa se mostrou truculento e autoritário. E ainda criou super-secretarias e nomeou mulher e irmão”.

Em sua carta de despedida encaminhada a Beto Richa, Gustavo Fruet criticou o modelo de gestão e de desenvolvimento urbano de Curitiba, do grupo de Beto Richa.

O próprio PSDB criticou a atitude de Beto Richa, ao apoiar Luciano Ducci para 2012, de outro partido, e não Gustavo Fruet.

Celso Torquato, vereador e vice-presidente do PSDB de Curitiba, disse que teme um esvaziamento e enfraquecimento do PSDB e que entende as razões de Gustavo Fruet, pois o grupo de Beto Richa não deu espaço para Fruet, e que Gustavo, até o último momento e até o último argumento, tentou resolver sua situação pelo diálogo.

Presidente Nacional do PSDB, Sérgio Guerra, disse: “perdemos a única chance que o PSDB tinha de eleger um prefeito de capital em 2012”.

Alvaro Dias disse que “os interesses de Beto Richa prevaleceram sobre o interesse coletivo e nacional”.

Beto Richa disse desconhecer os motivos que levaram Fruet a sair do PSDB e que soube pela imprensa da saída.

A jornalista Joice Hasselmenn, da BandNews e Rede Massa/SBT, disse que Beto Richa é um cara-de-pau ao falar isso.

Gustavo Fruet sai do PSDB e vai para o PV?

No Painel da Folha de S. Paulo de hoje: “Cromático. O ex-deputado Gustavo Fruet renovou seu site, dando-lhe tom verde, sem sinal da sigla PSDB ou do azul e amarelo tucanos. A seção paranaense trabalha contra sua candidatura a prefeito de Curitiba.”

Charge: Guga e Betinho

Definido: Gustavo Fruet sairá do PSDB

Gustavo Fruet no debate da eleição ao Senado ocorrido na Universidade Positivo em 2010

Já está definido. O ex-Deputado Federal Gustavo Fruet sairá do PSDB nos próximos dias. A dúvida que fica é se ele vai para o PDT e seria o candidato da oposição ao grupo do Prefeito Luciano Ducci (PSB) e Beto Richa (PSDB), ou se irá para o PSD, e nesse caso seria o candidato “em cima do muro”.