Eu estava lá! Copa das Confederações Brasil 2013. Jogo em Fortaleza, Ceará, no Castelão. Brasil 2 X 0 México, em 19.06.2013. No Hino Nacional a FIFA passou apenas o início do Hino, e os brasileiros continuaram a capela. Emocionante e de arrepiar!
Eu estava lá! Copa das Confederações Brasil 2013. Jogo em Fortaleza, Ceará, no Castelão. Brasil 2 X 0 México, em 19.06.2013. No Hino Nacional a FIFA passou apenas o início do Hino, e os brasileiros continuaram a capela. Emocionante e de arrepiar!
O Ministério do Turismo divulgou ontem (07) um estudo sobre o impacto econômico da Copa das Confederações, realizada em junho de 2013 nas cidades de Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador. O resultado revela a movimentação financeira no período, o reflexo no PIB e na geração de empregos, além de oferecer insumos para projeções sobre a Copa do Mundo.
De acordo com a pesquisa, realizada por meio da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), o torneio gerou um movimento de R$ 20,7 bilhões, sendo R$ 11 bilhões referentes a gastos de turistas, do Comitê Organizador Local (COL) e de investimentos privados e públicos e outros R$ 9,7 bilhões como renda acrescentada ao PIB brasileiro. A expectativa é de que a Copa do Mundo movimente três vezes este valor, podendo chegar a R$ 30 bilhões.
Dos R$ 9,7 bilhões, 58% ficaram nas cidades-sede e 42% foram distribuídos pelo restante do país. “O resultado mostra que o impacto do torneio não se restringe aos locais onde são realizados os jogos. Eles têm impacto em todo o Brasil”, afirma o ministro do Turismo, Vinicius Lages.
O estudo analisa os impactos iniciais, diretos, indiretos e induzidos na economia. Como base para o cálculo, utilizou-se a soma dos investimentos públicos e privados em infraestrutura (R$ 9,1 bilhões), dos gastos dos turistas nacionais (R$ 346 milhões) e estrangeiros (R$ 102 milhões) e dos investimentos do Comitê Organizador Local (COL) no evento (R$ 311 milhões). Desses valores, obteve-se o efeito multiplicador na cadeia produtiva.
Por fim, mediu-se o impacto da Copa das Confederações na geração de empregos. Foram criadas o equivalente a 303 mil vagas, considerando o conceito “equivalente-homem-ano” – isso não significa que a mesma quantidade de novos empregos foi necessariamente criada. Parte dessa demanda por novos empregados pode ter sido suprida por horas extras, ou simplesmente, com o melhor aproveitamento dos empregados atuais. Desse total, 60% estão nas cidades-sede e 40% no restante do país.
O Rio de Janeiro registrou a maior movimentação financeira entre as cidades-sede (R$ 6 bilhões), com R$ 2,8 bilhões de acréscimo ao PIB da capital fluminense. Registrou, também, a maior geração de empregos (59 mil) entre as sedes do torneio. Juntos, turistas brasileiros e estrangeiros gastaram, no Rio, R$ 117 milhões.
Para a pesquisa, foram ouvidas 17 mil pessoas e analisados os gastos e investimentos para a realização do evento. Os investimentos feitos até a Copa das Confederações representam 77% do total previsto para as seis sedes do torneio de 2013 e 36% do total projetado para as 12 cidades-sede da Copa do Mundo. Os dados são baseados na versão de abril de 2013 da Matriz de Responsabilidades da Copa.
Sim, eu gosto de futebol. Sou corinthiano, vejo os jogos pela TV e nos estádios, quando possível.
Defendo a realização da Copa do Mundo, da Copa das Confederações e dos Jogos Olímpicos no Brasil.
Defendo estádios públicos bonitos e de qualidade.
É claro que houve exageros com a construção ou reforma de estádios em algumas cidades sem tradição e dinheiro público em estádios privados sem contraprestação para o interesse público.
Mas os estádios serão pontos turísticos nas cidades após a Copa.
A infraestrutura viária está sendo aprimorada nas cidades da Copa.
Empregos foram criados por causa da Copa.
O povo sem muito dinheiro não poderá assistir os jogos das Copas? Depois as pessoas vão poder assistir seus times em estádios melhores.
Há suspeita de superfaturamento nas licitações e contratações de empreiteiras? Já havia avisado desse perigo em decorrência do RDC – Regime Diferenciado de Contratações.
Não apenas os estádios são construídos com essas suspeitas, mas todas as obras e contratações públicas. É comum que empresas privadas corrompam a Administração Pública para benefícios privados.
Crimes cometidos contra o patrimônio público devem ser combatidos. Mas eles existem também em contratos nas áreas da saúde, educação, cultura, segurança, etc.
A discussão deve ser mais ampla.
Outra questão grave é a Administração Pública entregar estádios novinhos ou reformados para empresas públicas fazerem a gestão, por meio de licitações também bastante questionáveis.
Viva aos grandes eventos esportivos no Brasil! Mas com a população e órgãos de controle de olho contra atuações criminosas.